Férias aumentam em 27% a procura por seguro residencial em São Carlos, aponta Grupo BB e MAPFRE

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Durante o período de férias, as residências costumam ficar vazias aumentando a sensação de insegurança dos moradores. Por conta disso, o GRUPO BB E MAPFRE aponta um crescimento de 27% da procura por seguros residenciais, em relação ao mesmo período do ano passado.

“Não é só a sensação de insegurança que motiva o consumidor. Como a casa fica fechada, pode acontecer uma série de imprevistos, como vazamento de um cano ou um curto-circuito causado por aparelho elétrico deixado ligado. Se o imóvel está segurado, o dono tem a tranquilidade de que seus bens serão repostos”, afirma Mauricio Galian, diretor de Massificados do GRUPO BB e MAPFRE.

Confira abaixo cinco dicas que podem ajudar a prevenir furtos em sua casa:

· Evite desligar a energia elétrica e principalmente a campainha ao viajar. Isto pode confirmar a sua ausência prolongada

· Equipamentos como alarmes simples ou monitorados e cerca elétrica dificultam a ação dos criminosos

· Suspenda o recebimento de jornais e revistas e peça para algum vizinho olhar o movimento frontal à sua residência e limpar a calçada periodicamente. O acúmulo de papeis e sujeira pode mostrar que os moradores não estão em casa

· Não deixe as luzes do interior do imóvel acesas. Esse pode ser um sinal de que não tem ninguém durante o dia

· O uso de temporizadores pode ajudar nesse ponto, ligando e desligando as luzes e a televisão

Bradesco vence premiação da revista Mercado Segurador

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A trajetória de quase 80 anos do Grupo Bradesco Seguros foi comemorada na 6ª Edição do Prêmio Empreendedor Brasil, juntamente com o aniversário de 10 anos de empreendedorismo da Revista Segurador Brasil. O evento, para convidados especiais do setor, contou com a presença de cerca de 200 pessoas, nas sofisticadas instalações do Buffet Baiuca em Higienópolis, em São Paulo, na noite da última quarta-feira (17).

A Bradesco Seguros, com quase 42 milhões de clientes, foi indicada nas categorias “Liderança e Empreendedorismo” e “Empreendedor Solidário”, esta pelo engajamento e atuação no maior programa de investimento social privado em edução do País e um dos maiores do mundo, a Fundação Bradesco.

A Buonny – maior gerenciadora de riscos independente do Brasil, na área de transportes de carga – foi outra empresa presente na 6ª Edição do Empreendedor Brasil e recebeu o troféu “Pioneirismo e Empreendedorismo”. Já como “Executivo Empreendedor na Gestão Profissional de Saúde”, a premiação homenageou José Silva dos Santos, da operadora Ameplan. Em outros segmentos, o evento contou com a participação da Localiza (“Destaque do Mercado-Setor Automotivo”), Trisoft (“Destaque Socioambiental”), Messer Cutting Systems do Brasil (“Destaque do Mercado-Setor Metalúrgico”), Frans´Café (“Empreendedorismo e Inovação”), Spoleto (“Pioneirismo e Empreendedorismo”), e Fundação Mokiti Okada (“Empreendedorismo em Sustentabilidade”). A Rádio Jovem Pan, aos 70 anos de atividades, e pela segunda vez no Empreendedor Brasil, recebeu o prêmio na categoria “Pioneirismo e Empreendedorismo”.

O evento de 10 anos da Revista Segurador Brasil contou com o apoio institucional do CVG-SP, da Escola Nacional de Seguros, da União dos Corretores de Seguros e do Sindseg-SP, além da Capemisa, Chubb do Brasil, Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos e Crivo TransUnion.

Para Maurício Dias, responsável pelo conteúdo da Revista Segurador Brasil, “a publicação é pautada pela ética, isenção na informação, credibilidade e prestação de serviço ao mercado de seguros”.

Empreendedores cariocas são os personagens de episódio da série Heróis Anônimos da Liberty Seguros

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Eder Gonçalves, publicitário, e Leandro Bezzera, economista, viram na Copa do Mundo o grande momento para realizar o sonho de montar um negócio próprio. Ambos com 30 anos abriram o Lapa Hostel, no tradicional bairro do Rio de Janeiro conhecido pela agitada vida noturna. O local foi escolhido estrategicamente, para mudar o hábito do turista de se hospedar na zona sul próximo às praias e ir para a região da Lapa à noite, nas casas noturnas e bares. Assim eles utilizam o transporte durante o dia, melhor para quem não conhece a cidade, e pode ir andando para aproveitar a noite. “O turista que vier ao Brasil e se hospedar em um hostel vai ter uma experiência muito mais típica brasileira. Vai interagir com o povo local e vai ver o que o povo faz de fato”, comenta Leandro. O vídeo com a história dos empreendedores pode ser acessado no canal oficial da Liberty Seguros no Youtube.

A série Heróis Anônimos é uma realização da Liberty Seguros, Seguradora Oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014™, com o objetivo de mostrar os profissionais que estão por trás da Copa e também fazem com que ela aconteça, oferecendo serviços imprescindíveis para que o Brasil seja capaz de receber um dos maiores eventos do mundo. A Copa do Mundo foi a grande incentivadora de Eder e Leandro, por meio dela que tiveram coragem de mudar suas vidas para iniciar o negócio. “O investidor de pequena e média empresa deve aproveitar o momento, porque o governo e os grandes investidores estão estimulando muito a mudança no cenário nacional. Então, se você tem vontade de empreender, não há momento melhor. Essa é a hora”, enfatiza Leandro.

Esse é um projeto realizado em parceria com a Revista Placar e idealizada pela agência CUBOCC. Os vídeos foram produzidos pela ICELAND.

Michael McGavick: mercado pode chegar a US$ 160 bilhões em 2030

Geneva McGavickPresidente do conselho da Geneva Association concede estrevista exclusiva para o Portal CNseg

Líderes da indústria de seguros elegeram Michael McGavick como presidente do conselho da Geneva Association em junho deste ano. Seu desafio é dar sequência a tantas discussões criadas na gestão de Nikolaus von Bomhard, presidente da Munich Re, que esteve à frente da Geneva Association nos últimos quatro anos. McGravick é CEO do grupo XL desde 2008 e também presidente da Association of Bermuda Insurers and Reinsurers e do Global Reinsurance Forum.“A internacionalização da indústria de seguros e a rápida mudança no cenário de riscos tornam a associação e o fórum think tank mais importante do que nunca”, destaca McGavick em entrevista exclusiva ao portal da CNseg.

Quais os principais desafios que o senhor tem à frente da Geneva Association?

O setor de (re) seguros desempenha um papel importante em quase todos os setores da economia em todo o mundo. Como resultado, os problemas que enfrentamos são muitos diante da crise mundial. Uma questão importante é como vamos ofertar capacidade mantendo a solvência do setor e ao mesmo tempo contribuir para a recuperação da economia global? Nós temos que atender as necessidades de nossos clientes em relação aos novos riscos e inovar para manter o ritmo de crescimento das vendas e do número de clientes. E como é que vamos ficar à frente da multidão de novos riscos que surgem a cada dia? A Associação tem sido um fórum de discussão da indústria em várias questões-chave. E para o setor de (re) seguros em particular, questões como as várias propostas de novos regimes regulatórios em todo o mundo estão no topo da nossa agenda.

Na sua opinião, quais são os desafios e oportunidades que a crise traz para a indústria?

A crise financeira global de 2008 lançou uma luz ao redor do mundo e tem havido uma variedade de resultados que ainda precisamos compreender. Para a indústria, um problema tem sido os órgãos reguladores colocar na mesma regra e também punição seguradoras e bancos, sendo que ambos têm uma atuação diferente. A realidade é que os provedores de seguros gerais e de acidentes sobreviveram à crise com grande sucesso e, em seguida, contribuíram para a recuperação de parte das perdas provocadas. A clara interseção de seguro com a crise foi a AIG, que se envolveu na crise inteiramente por causa das operações de derivativos e não de seguros em si. A missão do núcleo da companhia seguros gerais é completamente diferente do que a dos bancos, e a experiência vivida durante a crise reflete esta diferença. A oportunidade para o setor de (re)seguros de é mostrar essa diferença de forma transparente e divulgar com clareza o nosso papel vital na economia global, tanto como investidores como pagadores de indenizações.

Seguradoras e resseguradoras estão muito preocupados com o excesso de regulamentação que está acontecendo na esteira da crise. Qual é a posição da Associação sobre este assunto? Quais são os avanços e desafios já superados?

Mais do que uma preocupação do excesso de regulamentação, eu diria que a indústria está preocupada com o potencial real de muitos padrões diferentes e conflitantes de regulação que estão a ser promulgados. Regulamentação é absolutamente uma peça essencial de um vibrante setor de (re)seguros. E a sobrevivência do setor, através da crise de 2008, mostra a boa relação de funcionamento das empresas e seus reguladores em todo o mundo. Agora, os reguladores, em um esforço para resolver a última crise, estão examinando uma variedade de novos regimes e padrões, muitos dos quais têm o objetivo de criar harmonia regulamentar. A realidade é que, em vez de menos padrões iguais , que pode muito bem acabar com vários níveis conflitantes de regulação, uma vez que cada entidade reguladora afirma seus próprios controles. Para atender a esses padrões de conformidade pesada, a indústria seria afetada de forma negativa, provavelmente forçando que provedores menores deixassem o mercado ou retardando investimentos em inovação. Empresas, juntamente com Associação e outras entidades que representam o setor, têm difundido esse argumento sempre que possível e nossa esperança é de continuar nos disponibilizando para ajudar as autoridades a preservarem a solvência das instituições, sem sacrificar o sucesso empresarial das mesmas.

A Associação já conseguiu explicar aos reguladores que as seguradoras são diferentes dos bancos?

Até certo ponto, a indústria tem conseguido afirmar a diferença essencial entre o nosso setor e os bancos. Eu acredito que os esforços da indústria foram inicialmente bem-sucedido em impedir a designação em larga escala de grandes seguradoras como instituições financeiras sistemicamente importantes que necessitam de um maior marco regulatório. Ao mesmo tempo, a recente decisão de aplicar o rótulo SIFI a AIG, quando eles estão fora das linhas de produtos financeiros que levaram à sua necessidade de assistência do governo, corrige um problema que já está superado. Há ainda mais a fazer para que a nossa diferença fundamental fique o mais claro possível.

Acredita que a mudança climática terá um impacto sério sobre a solvência das seguradoras e resseguradoras? O que a Associação fez para ajudar as empresas a este respeito?

Os efeitos persistentes da mudança climática teráo um impacto sobre a indústria de (re)seguros. Por exemplo, as concentrações geográficas tradicionais de riscos devem ser reexaminados, a frequência e a gravidade dos desastres provavelmente vão aumentar ou continuar a ser difíceis de modelar, bem como os impactos aos negócios de nossos clientes de cadeias de fornecimento para o transporte marítimo e para a construção, continuará a ser sentida. No entanto, a solvência não deve ser posta em jogo. O setor já foi recentemente testado através de alguns dos maiores anos da perda do seguro, sem ameaçar a solvência e nós esperamos que continue assim. Vários analistas da indú stria mostram que o setor está adequadamente capitalizado para os riscos que assume.

A Associação Nacional dos Comissários de Seguros (NAIC), entidade representativa dos reguladores nos Estados Unidos, propôs às companhias de seguros informar os riscos financeiros a que estão expostos em face da mudança climática. Você acha que esta atitude pode ser seguido por outros países?

As (re)seguradoras estão avaliando continuamente os seus próprios riscos e fornecem essas avaliações para seus reguladores. Como as empresas continuam a avaliar os riscos associados com a mudança climática, seria naturalmente de se esperar que essas avaliações sejam refletidas no cálculo global da exposição ao risco de uma empresa. A chave é ter uma visão cada vez mais abrangente de risco da empresa. Segregação dessas avaliações em categorias, tais como aqueles associados com a mudança climática, pode vir a ter algum valor intermediário para a análise, mas, em última análise, é ter um quadro geral de exposição.

O que o senhor acha que mudou no mercado de seguros com a crise financeira e a recessão das economias?

O setor de (re)seguros tem se mostrado notavelmente resistentes tanto através da recente crise como durante a recessão que se seguiu. Na verdade, em quase todos os mercados, temos visto um aumento ano-a-ano dos prêmios brutos emitidos de seguro – em especial no setor da vida e nos mercados emergentes. A precificação de seguros continua a ser inferior ao que sentimos que deve ser em relação aos riscos que corremos, mas que também está aumentando em níveis adequados.

Que cenário o senhor prevê para o setor de seguros e resseguros nos próximos anos, com 2013, 2014, e, a longo prazo?

As perspectivas para o setor de (re) seguros ao longo dos próximos anos são de forte crescimento. Esperamos que os preços e os volumes de prêmios sigam em ritmo crescente, embora moderado, em linha com o PIB global. E como nós nos concentramos mais e mais o nosso foco em inovação em nossas ofertas de cobertura – particularmente em áreas de nova tecnologia, acreditamos que continuaremos a ser jogadores vibrantes na economia mundial por muitos anos.

Em quais áreas o senhor acredita que o Brasil pode contribuir para os estudos da Associação?

O Brasil está na linha de desenvolvimento global, tanto em conectividade como em crescimento. Ele tem uma economia forte e bem desenvolvida, que representa mais de 40% dos prêmios de seguros gerais da América do Sul e com previsões que mostram que o mercado pode chegar a US$ 160 bilhões em 2030. Há uma infinidade de programas de investimentos locais, atenção global e uma propagação diversificada de parceiros comerciais e produtos manufaturados que posicionam o país como um local de oportunidades. Tudo isso significa que para o setor de (re)seguros, o Brasil também é um local essencial para fazer avançar a nossa dedicação por meio de soluções de risco complexas, para ajudar as economias a se expandirem trazendo assim o progresso para toda a sociedade. Em todo o setor, todos buscam novas oportunidades de estar envolvido na economia local.

Jornada Mundial da Juventude tem seguro da SulAmérica

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A SulAmérica fechou parceria com a organização da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) para oferecer o SulAmérica Viagem aos peregrinos e voluntários que adquirirem o pacote pelo site do evento. A 28ª edição da JMJ, que deve atrair 1,2 milhão de visitantes à cidade do Rio de Janeiro, será realizada entre os dias 23 e 28 de julho e promoverá o encontro de jovens de todo o mundo com o Papa Francisco.

O seguro viagem foi desenhado especificamente para este evento e atende tanto estrangeiros como brasileiros. “Esse tipo de seguro, formatado para grandes eventos, vai ser cada vez mais demandado no Brasil nos próximos anos, já que o País está se preparando para ser o destino de grandes eventos como Copa e Olimpíadas. A parceria com a JMJ reforça a posição única de relevância da SulAmérica no mercado, com a expertise necessária para atender essa demanda”, afirma o vice-presidente de Vida e Previdência da SulAmérica, Renato Terzi.

Estão inclusos no produto serviços de assistência 24 horas, como assistência médico-hospitalar, prorrogação da estadia, remoção médica e traslado de corpo, além das coberturas para Morte Acidental e Invalidez por Acidente. Esses serviços e coberturas também estão disponíveis para os cariocas que adquirirem pacotes para participar das atividades da jornada.

Para oferecer um atendimento diferenciado aos viajantes, a companhia disponibilizará uma central de atendimento exclusiva, com funcionamento 24 horas por dia durante os dias do evento. Em casos de acidentes ou ocorrências, o segurado terá todo o suporte necessário, com orientações sobre os procedimentos a serem adotados dentro dos serviços contratados.

Mais de um milhão de brasileiros por ano recebem o primeiro diagnóstico de doença grave

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Além das tradicionais coberturas de Morte e Invalidez, a ACE disponibiliza várias inovações para o seguro de Vida. Um dos destaques é a proteção complementar para o Primeiro Diagnóstico de Doenças Graves, que abrange casos como Infarto, Acidente Vascular Cerebral (AVC), Insuficiência Renal, Diagnóstico de Câncer e Transplante de Órgãos. A proteção se revela muito útil para a população, tendo em vista que anualmente mais de um milhão de brasileiros são diagnosticados com pelo menos uma destas doenças.

O segurado, caso venha a sofrer um destes sinistros cobertos, poderá utilizar o valor da indenização como preferir, sem estar atrelado a nenhum tipo de reembolso. “Mesmo se o usuário tiver um bom plano de saúde, que cubra todas as despesas hospitalares, o valor do seguro pode suprir gastos adicionais com remédios, enfermeiros, etc. Um exemplo de utilidade para este tipo de indenização pode ser mencionado no caso de câncer de mama. Se diagnosticado, os planos de saúde normalmente cobrem o tratamento até a cura, mas não a recomposição da mama, ainda que isto seja fundamental para o bem-estar e a saúde emocional da mulher. Da mesma maneira, outros produtos e serviços podem se revelar necessários nesta delicada fase da vida”, diz Marco Aurélio Garutti de Araujo, Diretor de Subscrição de Seguros de Vida da ACE.

De acordo com o portal do Ministério da Saúde, o Brasil registra anualmente cerca de 500 mil novos casos de câncer, 350 mil infartos e 180 mil internações por AVC. Conforme a Sociedade Brasileira de Nefrologia, o País possui 90 mil pacientes renais e, segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, o número de transplantes de órgãos por ano é de aproximadamente 8 mil. No total, todos os anos mais de um milhão de brasileiros recebem a notícia de que apresentam pelo menos um destes quadros.

RSA Seguros é reconhecida como uma das Melhores Empresas para Trabalhar na América Latina

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A RSA Seguros, um dos maiores grupos seguradores do mundo, acaba de receber o prêmio As Melhores Empresas para Trabalhar® na América Latina 2013,realizado pelo Instituto Great Place to Work, referência internacional em pesquisa e gestão do capital humano, com mais de vinte anos de experiência.

Classificada na categoria Multinacionais, a RSA Seguros classificou-se na 14ª posição entre as 25 melhores multinacionais para trabalhar da América Latina. Durante a cerimônia, o Instituto Great Place to Work também destacou as melhores empresas em Equilíbrio entre Vida Profissional e Pessoal, categoria na qual a Companhia conquistou o segundo lugar, atrás apenas do Google.

“Criar uma cultura que promova a liderança e a tomada de decisões é parte crucial da estratégia da RSA. É por isso que tomamos, constante e proativamente, as medidas necessárias para gerar cenários propícios e flexíveis em todas as nossas operações latino-americanas, assim contribuímos tanto para atingir as metas de nosso negócio quanto para promover qualidade de vida para nossos colaboradores”, afirma Beatriz Acero, diretora de RH da RSA para a América Latina. A elaboração do ranking contou com a participação das operações do Brasil, Chile e Colômbia, empresas que representam a política de recursos humanos que o Grupo RSA promove em todos os países onde atua.

O ranking As Melhores Empresas para Trabalhar® na América Latina se baseia nos pontos que as empresas obtêm em pesquisas realizadas com seus funcionários e nas informações que as organizações fornecem sobre suas práticas e políticas de gestão de pessoas. O prêmio reconhece um total de 100 empresas, selecionadas entre 2.500 organizações de 20 países em toda a América Latina.

Ta.Claro muda de nome para Ta.Certo e recebe investimento do fundo White Mountains

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No dia 3 de Julho, a corretora online de seguros TaClaro.com fechou uma captação com a White Mountains Insurance Group, Ltd., uma holding global de serviços financeiros com participações em seguros de ramos elementares, resseguros e investimentos. A White Mountains irá investir entre R$ 5 milhões e R$ 10 milhões para acelerar o crescimento da TaClaro.com nos próximos 12 meses. Essa é uma parceria de longo prazo entre as duas empresas com subsequentes rodadas de financiamentos contempladas.

Este é o primeiro investimento que a White Mountains realiza no Brasil. “A liderança e a visão dos fundadores da TaClaro.com foi um forte fator para nos convencer a investir na empresa”, destaca Manning Rountree, Diretor da White Mountains. Até 2011, o fundo possuía a seguradora direta Esurance e a corretora de seguros online Answer Financial, ambas estão entre as maiores companhias nos seus respetivos mercados nos EUA.

“A parceria com o White Mountains traz uma experiência inestimável no setor da corretagem de seguros, permitindo a TaClaro.com assumir uma posição de destaque no setor”, afirma Vincent Daranyi, cofundador da TaClaro.com. Ele ainda acrescenta que “o compromisso de longo prazo com a White Mountains e sua capacidade de investimento permitirão à TaClaro.com continuar a desempenhar um papel de vanguarda no mercado brasileiro de corretoras de seguro”.
Para João Cardoso, cofundador da TaClaro.com, o investimento da White Mountains vai refletir-se em toda a empresa. “Os contatos e o know-how que a White Mountains tem serão fundamentais para criar serviços diferenciados e um atendimento de excelência para todos os nossos clientes”, destaca Cardoso.

O investimento será utilizado principalmente para expandir o portfólio de produtos e para reforçar a área comercial e de marketing da corretora. Além disso, como forma de marcar ainda mais a transformação da empresa, a TaClaro.com mudará o nome para TaCerto.com .

Mapfre Brasil divulga seu Relatório Anual e de Sustentabilidade

mapfre_rel_sustO Relatório de Sustentabilidade 2012 da MAPFRE Brasil acaba de ser publicado. Pelo sétimo ano consecutivo, o documento foi elaborado de acordo com as diretrizes internacionais da GRI (Global Reporting Initiative), reafirmando o compromisso da empresa de buscar um crescimento sustentável por meio do relacionamento direto e transparente com seus stakeholders.
Para Wilson Toneto, presidente da MAPFRE no Brasil, as ações de sustentabilidade estão completamente integradas à estratégia de negócio da empresa. “Ao divulgarmos nosso desempenho considerando sempre o viés da sustentabilidade, confirmamos nossa crença de que o desenvolvimento sustentável é cada vez mais imprescindível para garantir o crescimento e a perenidade do negócio”, destaca.

O relatório apresenta os desempenhos financeiro, social e ambiental conquistados no ano pela Mapfre Brasil e por suas respectivas empresas. Além disso, traz os resultados da Fundacion Mapfre em cincos âmbitos: Ação Social, Segurança Viária, Cultura, Ciências do Seguro e Prevenção, Saúde e Meio Ambiente.

A Mapfre trabalha para ser uma seguradora global de confiança – vetor fundamental para garantir a sustentabilidade do negócio. Nesse sentido, a empresa incentiva a mudança de atitude entre os seus stakeholders, buscando sempre manter o alinhamento das iniciativas nessa área com os objetivos estratégicos de crescimento do negócio e com os compromissos assumidos com todo esses grupos de interesse: colaboradores, clientes, fornecedores, corretores, parceiros de negócio, acionistas e sociedade.

Mongeral Aegon firma parceria com a Associação dos Magistrados do Maranhã

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A Mongeral Aegon acaba de firmar parceria com a Associação dos Magistrados do Maranhão (AMMA). O objetivo é oferecer seguro de vida em caso de morte por acidente ou de invalidez parcial ou total aos associados. A seguradora também atua com o fundo de previdência instituído Jusprev no Maranhão.

Carlos Lima, gerente da Mongeral Aegon em São Luís, destaca que “o diferencial da seguradora é oferecer planos de acordo com cada perfil, principalmente para proporcionar bem-estar e segurança dos associados”. O Jusprev é uma entidade de previdência associativa complementar, instituída por associações do Judiciário, do Ministério Público e de outras carreiras jurídicas da União e dos estados. Segundo Carlos Lima, o fundo tem uma grande importância não apenas para os magistrados, mas para todos os profissionais que a ele aderiram.