Mais de um milhão de brasileiros por ano recebem o primeiro diagnóstico de doença grave

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Além das tradicionais coberturas de Morte e Invalidez, a ACE disponibiliza várias inovações para o seguro de Vida. Um dos destaques é a proteção complementar para o Primeiro Diagnóstico de Doenças Graves, que abrange casos como Infarto, Acidente Vascular Cerebral (AVC), Insuficiência Renal, Diagnóstico de Câncer e Transplante de Órgãos. A proteção se revela muito útil para a população, tendo em vista que anualmente mais de um milhão de brasileiros são diagnosticados com pelo menos uma destas doenças.

O segurado, caso venha a sofrer um destes sinistros cobertos, poderá utilizar o valor da indenização como preferir, sem estar atrelado a nenhum tipo de reembolso. “Mesmo se o usuário tiver um bom plano de saúde, que cubra todas as despesas hospitalares, o valor do seguro pode suprir gastos adicionais com remédios, enfermeiros, etc. Um exemplo de utilidade para este tipo de indenização pode ser mencionado no caso de câncer de mama. Se diagnosticado, os planos de saúde normalmente cobrem o tratamento até a cura, mas não a recomposição da mama, ainda que isto seja fundamental para o bem-estar e a saúde emocional da mulher. Da mesma maneira, outros produtos e serviços podem se revelar necessários nesta delicada fase da vida”, diz Marco Aurélio Garutti de Araujo, Diretor de Subscrição de Seguros de Vida da ACE.

De acordo com o portal do Ministério da Saúde, o Brasil registra anualmente cerca de 500 mil novos casos de câncer, 350 mil infartos e 180 mil internações por AVC. Conforme a Sociedade Brasileira de Nefrologia, o País possui 90 mil pacientes renais e, segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, o número de transplantes de órgãos por ano é de aproximadamente 8 mil. No total, todos os anos mais de um milhão de brasileiros recebem a notícia de que apresentam pelo menos um destes quadros.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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