Além das tradicionais coberturas de Morte e Invalidez, a ACE disponibiliza várias inovações para o seguro de Vida. Um dos destaques é a proteção complementar para o Primeiro Diagnóstico de Doenças Graves, que abrange casos como Infarto, Acidente Vascular Cerebral (AVC), Insuficiência Renal, Diagnóstico de Câncer e Transplante de Órgãos. A proteção se revela muito útil para a população, tendo em vista que anualmente mais de um milhão de brasileiros são diagnosticados com pelo menos uma destas doenças.
O segurado, caso venha a sofrer um destes sinistros cobertos, poderá utilizar o valor da indenização como preferir, sem estar atrelado a nenhum tipo de reembolso. “Mesmo se o usuário tiver um bom plano de saúde, que cubra todas as despesas hospitalares, o valor do seguro pode suprir gastos adicionais com remédios, enfermeiros, etc. Um exemplo de utilidade para este tipo de indenização pode ser mencionado no caso de câncer de mama. Se diagnosticado, os planos de saúde normalmente cobrem o tratamento até a cura, mas não a recomposição da mama, ainda que isto seja fundamental para o bem-estar e a saúde emocional da mulher. Da mesma maneira, outros produtos e serviços podem se revelar necessários nesta delicada fase da vida”, diz Marco Aurélio Garutti de Araujo, Diretor de Subscrição de Seguros de Vida da ACE.
De acordo com o portal do Ministério da Saúde, o Brasil registra anualmente cerca de 500 mil novos casos de câncer, 350 mil infartos e 180 mil internações por AVC. Conforme a Sociedade Brasileira de Nefrologia, o País possui 90 mil pacientes renais e, segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, o número de transplantes de órgãos por ano é de aproximadamente 8 mil. No total, todos os anos mais de um milhão de brasileiros recebem a notícia de que apresentam pelo menos um destes quadros.
A RSA Seguros, um dos maiores grupos seguradores do mundo, acaba de receber o prêmio As Melhores Empresas para Trabalhar® na América Latina 2013,realizado pelo Instituto Great Place to Work, referência internacional em pesquisa e gestão do capital humano, com mais de vinte anos de experiência.
Classificada na categoria Multinacionais, a RSA Seguros classificou-se na 14ª posição entre as 25 melhores multinacionais para trabalhar da América Latina. Durante a cerimônia, o Instituto Great Place to Work também destacou as melhores empresas em Equilíbrio entre Vida Profissional e Pessoal, categoria na qual a Companhia conquistou o segundo lugar, atrás apenas do Google.
“Criar uma cultura que promova a liderança e a tomada de decisões é parte crucial da estratégia da RSA. É por isso que tomamos, constante e proativamente, as medidas necessárias para gerar cenários propícios e flexíveis em todas as nossas operações latino-americanas, assim contribuímos tanto para atingir as metas de nosso negócio quanto para promover qualidade de vida para nossos colaboradores”, afirma Beatriz Acero, diretora de RH da RSA para a América Latina. A elaboração do ranking contou com a participação das operações do Brasil, Chile e Colômbia, empresas que representam a política de recursos humanos que o Grupo RSA promove em todos os países onde atua.
O ranking As Melhores Empresas para Trabalhar® na América Latina se baseia nos pontos que as empresas obtêm em pesquisas realizadas com seus funcionários e nas informações que as organizações fornecem sobre suas práticas e políticas de gestão de pessoas. O prêmio reconhece um total de 100 empresas, selecionadas entre 2.500 organizações de 20 países em toda a América Latina.
No dia 3 de Julho, a corretora online de seguros TaClaro.com fechou uma captação com a White Mountains Insurance Group, Ltd., uma holding global de serviços financeiros com participações em seguros de ramos elementares, resseguros e investimentos. A White Mountains irá investir entre R$ 5 milhões e R$ 10 milhões para acelerar o crescimento da TaClaro.com nos próximos 12 meses. Essa é uma parceria de longo prazo entre as duas empresas com subsequentes rodadas de financiamentos contempladas.
Este é o primeiro investimento que a White Mountains realiza no Brasil. “A liderança e a visão dos fundadores da TaClaro.com foi um forte fator para nos convencer a investir na empresa”, destaca Manning Rountree, Diretor da White Mountains. Até 2011, o fundo possuía a seguradora direta Esurance e a corretora de seguros online Answer Financial, ambas estão entre as maiores companhias nos seus respetivos mercados nos EUA.
“A parceria com o White Mountains traz uma experiência inestimável no setor da corretagem de seguros, permitindo a TaClaro.com assumir uma posição de destaque no setor”, afirma Vincent Daranyi, cofundador da TaClaro.com. Ele ainda acrescenta que “o compromisso de longo prazo com a White Mountains e sua capacidade de investimento permitirão à TaClaro.com continuar a desempenhar um papel de vanguarda no mercado brasileiro de corretoras de seguro”.
Para João Cardoso, cofundador da TaClaro.com, o investimento da White Mountains vai refletir-se em toda a empresa. “Os contatos e o know-how que a White Mountains tem serão fundamentais para criar serviços diferenciados e um atendimento de excelência para todos os nossos clientes”, destaca Cardoso.
O investimento será utilizado principalmente para expandir o portfólio de produtos e para reforçar a área comercial e de marketing da corretora. Além disso, como forma de marcar ainda mais a transformação da empresa, a TaClaro.com mudará o nome para TaCerto.com .
O Relatório de Sustentabilidade 2012 da MAPFRE Brasil acaba de ser publicado. Pelo sétimo ano consecutivo, o documento foi elaborado de acordo com as diretrizes internacionais da GRI (Global Reporting Initiative), reafirmando o compromisso da empresa de buscar um crescimento sustentável por meio do relacionamento direto e transparente com seus stakeholders.
Para Wilson Toneto, presidente da MAPFRE no Brasil, as ações de sustentabilidade estão completamente integradas à estratégia de negócio da empresa. “Ao divulgarmos nosso desempenho considerando sempre o viés da sustentabilidade, confirmamos nossa crença de que o desenvolvimento sustentável é cada vez mais imprescindível para garantir o crescimento e a perenidade do negócio”, destaca.
O relatório apresenta os desempenhos financeiro, social e ambiental conquistados no ano pela Mapfre Brasil e por suas respectivas empresas. Além disso, traz os resultados da Fundacion Mapfre em cincos âmbitos: Ação Social, Segurança Viária, Cultura, Ciências do Seguro e Prevenção, Saúde e Meio Ambiente.
A Mapfre trabalha para ser uma seguradora global de confiança – vetor fundamental para garantir a sustentabilidade do negócio. Nesse sentido, a empresa incentiva a mudança de atitude entre os seus stakeholders, buscando sempre manter o alinhamento das iniciativas nessa área com os objetivos estratégicos de crescimento do negócio e com os compromissos assumidos com todo esses grupos de interesse: colaboradores, clientes, fornecedores, corretores, parceiros de negócio, acionistas e sociedade.
A Mongeral Aegon acaba de firmar parceria com a Associação dos Magistrados do Maranhão (AMMA). O objetivo é oferecer seguro de vida em caso de morte por acidente ou de invalidez parcial ou total aos associados. A seguradora também atua com o fundo de previdência instituído Jusprev no Maranhão.
Carlos Lima, gerente da Mongeral Aegon em São Luís, destaca que “o diferencial da seguradora é oferecer planos de acordo com cada perfil, principalmente para proporcionar bem-estar e segurança dos associados”. O Jusprev é uma entidade de previdência associativa complementar, instituída por associações do Judiciário, do Ministério Público e de outras carreiras jurídicas da União e dos estados. Segundo Carlos Lima, o fundo tem uma grande importância não apenas para os magistrados, mas para todos os profissionais que a ele aderiram.
A SulAmérica Seguros, Previdência, Investimentos e Capitalização tem novo diretor. Renato Roperto, 37, exercerá o cargo recém criado de diretor de Sinistros Automóvel, reportando-se à vice-presidência de Operações, comandada por Marco Antunes. A nova estrutura tem como objetivo promover melhorias contínuas no processo de sinistro auto, com alta performance em análise, agregando ao serviço uma visão integrada da relação do cliente com a companhia.
Renato é graduado em Direito e pós-graduado em Direito Securitário e Ressecuritário e em Administração de Empresas. Atua no mercado segurador desde 1994 com passagens pela Porto Seguro e pelo Itaú Seguros.
Com base no Art. 15º do Estatuto, o presidente do CVG-RJ, Danilo de Souza Sobreira, convocou através de Edital, no dia 14 de junho de 2013, os Sócios Fundadores, Efetivos e Beneméritos do Clube Vida em Grupo para uma Assembleia Geral Ordinária, a ser realizada no dia 15 de julho de 2013, na sede do Clube, Rua da Quitanda, 159 – 12º andar – Centro, às 18h, em 1ª convocação, e às 18h30, em 2a e última convocação.
Em pauta, a prestação de contas da atual Diretoria, referente ao período de julho de 2012 a junho de 2013; Apresentação da nova Diretoria e do Conselho Consultivo para o período de julho de 2013 a junho de 2015 e eleição e posse da Diretoria Executiva e da Comissão Fiscal para o período de julho de 2013 a junho de 2015.
As duas chapas inscritas que irão concorrer ao pleito são:
Na última terça-feira, durante o tradicional jantar do Clube da Bolinha quatro novos membros foram aceitos para integrar o grupo. São eles: Ernani da Silva Ribeiro, André Luiz Gomes de Oliveira, Renato Martins e Amilcar Feres. Houve anúncio também da nova reitoria eleita para o período de 2013/2014 que será constituída por Paulo Machado (reitor); Heber Barbosa (tesoureiro) e Carlos Marcos Salgado (secretário).
A nova reitoria tomará posse formal no dia 31 de agosto, no evento comemorativo dos 60 anos de fundação do Clube da Bolinha, que será realizado no Windsor Atlântico Copacabana (ex-Meridien). A festa contará com o patrocínio de várias seguradoras.
O reitor Anselmo Fortuna disse “que a sua diretoria deixa o comando da Confraria com a consciência de dever cumprido. Nos empenhamos pela união de todos, visando a continuidade dos princípios e valores adotados pelo Clube: união, amizade e solidariedade. Conseguimos concluir a missão com êxito e deixamos para os nossos sucessores um legado importante, que é a garantia da continuidade ao Clube através da incorporação de novos membros, que certamente, irão enriquecer, ainda mais, o seleto grupo que hoje dispomos em nossos quadros. Desejamos a eles os nossos sinceros votos de êxito nesta nova etapa”, concluiu Anselmo.
Ainda sob o comando da atual reitoria, o próximo jantar será realizado no dia 13 de agosto.
Matéria extraída do portal da CNseg (www.cnseg.org.br)
Sustentabilidade é o tema do seminário Liderança em Sustentabilidade do Setor de Seguros Brasileiro, ministrado pela Universidade de Cambridge em parceira com a CNseg, que acontece neste 8 e 9 de julho, no Hotel Windsor Atlântica, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Na abertura, o diretor de Programas Abertos do Programa de Liderança em Sustentabilidade de Cambridge (CPSL, sigla em inglês), Aris Vrettos, agradeceu aos anfitriões do evento e apresentou o cronograma do curso. O professor lembrou os 802 anos de trajetória inovadora da universidade, que a credencia para falar sobre assuntos contemporâneos, como a sustentabilidade.
Aris Vrettos apresentou ainda alguns dados de uma pesquisa feita com executivos do mercado de seguro brasileiros, mostrando que a maioria deles associa sustentabilidade a bem-estar. O pesquisador destacou ainda os dados que mostram os executivos brasileiros passaram recentemente – nos últimos 12 meses – a considerar o assunto como uma prioridade. “O trabalho CNseg no último ano, certamente, contribuiu para isso”, avaliou Vrettos.
Na seqüência, os professores Richard Burrett, Bárbara Oliveira e Swenja Surminski fizeram uma rápida apresentação sobre suas experiências no mercado e sua relação com o assunto do curso.
O presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, deu as boas-vindas aos presentes e destacou a relevância do tema para o mercado de seguros. “Fiquei muito feliz em saber que esse é o primeiro evento da universidade no país e isso mostra a liderança e inovação da nossa área”, ressaltou. Rossi lembrou que o país passa por um momento de transformação e o setor deve estar preparado para isso.
Entre os números citados pelo pesquisador está o preocupante nível de água potável no mundo, atualmente em 2,5% do total, e o aumento do consumo de alimentos. “Entre 30 e 80% da população mundial está obesa. “Tenho dados publicados pela BBC que mostram que quase metade da população brasileira está com sobrepeso”, citou Burrett. O professor também falou sobre o aquecimento global, lembrando um pico de calor no verão de 2003, quando dezenas de milhares de pessoas morreram na Europa, e os asfaltos derreteram em função das altas temperaturas. “Em 2040 ou 2050, será assim todos os dias. Precisamos estar preparados para isso”, alertou o especialista. Burret finalizou a primeira parte do curso citando uma frase do ex-CEO do Walmart, Lee Scott – “Sustentabilidade é a grande oportunidade de negócios do século 21” – e abriu para o debate entre os executivos presentes, que discutiram o cenário atual
O presidente da Chubb do Brasil Cia. de Seguros, Acacio Rosa de Queiroz Filho, foi o primeiro a se manifestar, destacando sua preocupação com o mundo atual: “A mudança climática já é uma realidade. Se aumentar 20cm de água no Rio de Janeiro, inunda toda a Baixada Fluminense”.
O presidente da FenaPrevi, Osvaldo do Nascimento, argumentou que o crescimento do mercado interno brasileiro afasta o país do conceito de mundo sustentável. “Sustentabilidade exige macropolíticas para que as micropolíticas possam acontecer. Quanto mais uma nação evolui em relação às questões sociais, mais se afasta da sustentabilidade. Isso devido à noção de bem-estar que é vendida à sociedade, que é focada no consumo”, lembrou o executivo.
A superintendente Corporativa da SulAmérica Seguros, Adriana Boscov, cobrou vontade política para modificar o cenário atual: “Riscos para alguns são oportunidades para outros. Falta vontade política para fazer diferente”. Richard Burret pontuou, lembrando que o assunto não se esgota e exige grande reflexão. “Grandes idéias não são questões fáceis. Qual a população ótima para o planeta? Depende do modelo de economia”, afirmou.
A primeira palestra da noite abordando os temas específicos do curso foi de Richard Burrett, membro sênior do Programa de Liderança em Sustentabilidade da Universidade de Cambridge. O executivo abriu o curso ressaltando a dificuldade de fazer previsões no mundo atual e apresentou dados alarmantes sobre poluição, desmatamento, emissão de carbono e escassez de alimentos no mundo.
O CEO da Allianz Seguros, Edward Lange, abriu o segundo dia do seminário ministrado pela Universidade de Cambridge aos diretores da CNseg. Sua palestra é mediada pelo diretor de Programas Abertos, do Programa de Liderança em Sustentabilidade da Universidade de Cambridge, Aris Vrettos. O encontro de dois dias ocorre no Rio de Janeiro e encerra-se nesta terça-feira. O executivo apresentou os números da empresa, líder mundial em sustentabilidade do setor, e convidou os executivos brasileiros a caminharem na direção de uma gestão verde. “Está claro que algo precisa ser feito e, como líderes do nosso setor, devemos estar à frente desse processo. É preciso definir aonde se quer chegar e motivar todos dentro da empresa para poder passar à ação”, afirmou Lange.
O presidente da Allianz Seguros listou algumas ações sustentáveis, realizadas por sua empresa, como o esforço para neutralização da emissão de carbono. “Em 2006, definimos a meta para 2015 de reduzir 35% da emissão de CO2 e chegamos lá em 2012, três anos antes do previsto. 40% de todo o papel que utilizamos já é reciclado e 44% da nossa energia consumida já vem de fontes renováveis”, explicou o executivo.
Lange destacou ainda o investimento da empresa em microsseguros, algo essencial para a sustentabilidade, na sua opinião. “Há pesquisas que mostram que, após um desastre ambiental, os países que têm maior penetração de seguros recuperam com mais facilidade o PIB”, justificou, complementando que esse apoio à prevenção de riscos contribuiu para a estabilidade econômica. “É claro que a nossa margem de lucros nesses produtos também é ‘micro’, mas há muitos benefícios indiretos, como o ganho de reputação, de marca, e futuramente, uma sociedade mais bem preparada”, justificou.
Questionado pelos executivos brasileiros sobre o que motivou sua empresa a investir em sustentabilidade, o presidente da Allianz explicou que a companhia pensa a longo prazo. “Queremos produzir valor aos nossos acionistas nas próximas décadas e não apenas nos próximos anos”, disse ele, destacando que 40% dos sinistros pagos por sua empresa hoje devem-se a desastres ambientais: “Se nada for feito, nosso negócio fica inviável”.
O terceiro painel do seminário Liderança em Sustentabilidade do Setor de Seguros Brasileiro foi comandado pelo membro sênior do programa de Cambridge, Richard Burrett. O acadêmico avançou no debate proposto na noite anterior, quando falou dos desafios do mundo moderno no âmbito do meio ambiente, e conclamou os líderes das empresas participantes a assumirem a liderança no processo de mudança. “Podemos até dar passos curtos, mas nossas metas precisam ser ambiciosas. O desafio da sustentabilidade não é fácil, e precisamos começar a mudar de forma efetiva imediatamente”, propôs.
O executivo destacou que esse processo precisa de liderança, e para isso, é preciso visão. “A liderança vem de quem assume riscos. O tamanho disso vai depender do nosso nível de ambição. Mas será preciso assumir algum risco e levar essa visão às organizações e à sociedade”, defendeu.
Entre os caminhos para chegar à liderança, Richard Burrett listou a inovação, o pensar lateralmente para lidar com a escassez de recursos, novas abordagens, parcerias e metas e diretrizes audaciosas. “O motor da próxima economia tem valores sustentáveis e geram valores sustentáveis”, lembrou.
A palestra foi seguida pela realização de grupos de discussão entre os executivos do setor de seguros nacional. No encerramento do Seminário, executivos de várias empresas e associações do país foram convidados a se dividir em grupos e debater novas políticas e práticas para a área. Representado pelo presidente para América Latina da Zurich Seguros, Antônio Cássio dos Santos, o primeiro grupo concluiu que depois de conhecer as consequências da omissão na áreas de sustentabilidade fica muito difícil deixar de agir. “Nossa missão agora é decidir o grau de envolvimento que vamos assumir e os passos a serem dados”, justificou.
O grupo representado pela superintendente de Sustentabilidade da SulAméricas, Adriana Boscovi, analisou que as seguradoras podem – e devem – agir tanto como atores quanto indutores de mudanças. “Além de atuar na identificação dos riscos ambientais e sociais, as empresas podem ajudar a difundir essas informações, contribuindo para a educação dos agentes envolvidos e a prevenção dos riscos”, analisou.
Representado pelo superintendente da Central de Serviços da CNseg, Julio Avellar, o terceiro listou algumas recomendações básicas na área de sustentabilidade, como o mapeamento dos riscos ambientais. “Não fazer nada parece um atraso no momento atual. Precisamos de um ação conjunta desse mapeamento, em colaboração com os governos e as universidades”, sugeriu.
A segunda proposta do grupo foi induzir um comportamento positivo na sociedade. “Precisamos deixar de lado nosso caráter de meros pagadores de indenizações para promover a prevenção e induzir comportamentos mais sustentáveis, influenciando em toda a cadeia envolvida”, completou. Como terceiro ponto, o grupo sugeriu a adoção de uma política de riscos diferenciada, como já acontece no setor de automóveis. “No futuro, poderemos usar isso em favor da sustentabilidade”, disse.
Encerrando o segundo dia do seminário, a diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Mendes, destacou que a maioria das seguradoras do país já está de alguma forma engajada no tema da sustentabilidade, mas que o país ainda enfrenta alguns desafios econômicos e sociais, que precisam ser superados. “Nosso dever como brasileiros é enorme, e esse projeto é de sustentabilidade. Mas como seguradoras, temos feito um bom trabalho e estamos comprometidos com o desenvolvimento do país. Nosso compromisso agora é manter esse desenvolvimento setorial vis-àvis, ao do país e vis-à-vis ao da sustentabilidade”, disse completando estar confiante de que as metas e princípios serão definidas a curto prazo.
A receita do mercado em Seguros Gerais alcançou R$ 22,5 bilhões no acumulado de janeiro a maio deste ano, apresentando crescimento de 20,6% sobre o mesmo período de 2012. Grande parte da receita deveu-se ao resultado em Automóvel, que arrecadou R$ 11,5 bilhões em cinco meses, alta de 24% na comparação com o mesmo período do ano passado e 51,3% do market share, segundo dados divulgados pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). Na linha dos produtos Patrimoniais (como compreensivo Residencial, Risco de Engenharia etc), o faturamento foi de R$ 4,4 bilhões, alta de 16% na comparação ao acumulado de janeiro a maio de 2012. No confronto dos períodos (janeiro/maio 2012 versus janeiro/maio de 2013), o DPVAT arrecadou R$ 2,1 bilhões, alta de 14,5%; o Habitacional, R$ 854 milhões (23,2%); Transportes, R$ 1 bilhão (4,3%); Riscos Financeiros, 743 milhões (35,9%); Responsabilidades, R$ 471 milhões (8,6%); Riscos Especiais, R$ 222 milhões (8,1%); Cascos, R$ 271 milhões (5,3%); Rural, R$ 675 milhões (67,8%). Apenas a modalidade de Crédito recuou, aos R$ 50 milhões (queda de 34,9%).
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