A Mongeral Aegon acaba de formalizar uma parceria com a Associação de Moradores da comunidade do Vidigal, no Rio de Janeiro. O acordo foi feito com apoio da Federação das Associações das Favelas do Estado do Rio de Janeiro (FAFERJ).
A partir dessa semana, corretores da Mongeral Aegon irão visitar os 25 mil domicílios do Vidigal, para oferecer planos de previdência e seguros, individual e familiar. Os corretores, que contarão com as dependências da Associação para conversar e esclarecer dúvidas dos moradores, terão ainda todo o suporte necessário para visitar as residências, além de divulgar a parceria com propagandas na rádio comunitária. Em contrapartida, 20% do primeiro pagamento de cada um dos contratos firmados serão destinados para a Associação dos Moradores, que vai reverter a renda em melhorias para a comunidade.
“Os valores dos planos dependem do perfil de cada família. Mas é importante que haja a possibilidade de explicar aos moradores a importância de se planejar para o futuro e ter uma cobertura pessoal e familiar,” destaca Eliana Silva, gerente da sucursal da Mongeral Aegon, no Rio de Janeiro.
Outras associações de moradores já foram procuradas pela Mongeral Aegon para novas parcerias e a expectativa é que em breve sejam firmados acordos nas demais comunidades já pacificadas, como a Rocinha, Morro do Adeus – no Complexo do Alemão – e Vila Anchieta.
A SulAmérica Seguros, Previdência, Investimentos e Capitalização está entre as finalistas do Prêmio IBEF de Sustentabilidade 2013, promovido pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF). Com o case “Governança da Sustentabilidade”, a companhia também recebeu a certificação de grau de excelência em Sustentabilidade. A solenidade que divulgará os cinco vencedores será realizada no próximo dia 30/07, no Jockey Club Brasileiro, Rio de Janeiro.
“Receber a certificação com o case ‘Governança em Sustentabilidade’ é um importante reconhecimento do mercado pelo trabalho da companhia na criação de estruturas, políticas e processos mais condizentes às novas realidades socioeconômicas. Temos implantado práticas de governança que viabilizem a condução dos negócios de forma a integrar questões sociais, ambientais e de governança, mitigando riscos e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da companhia e da sociedade”, explica a superintendente de Sustentabilidade Empresarial da companhia, Adriana Boscov.
O “Target”, simulador de aposentadoria da Icatu Seguros, ganhou a versão mobile. Com o aplicativo, que é gratuito, as pessoas poderão, a qualquer momento, identificar quanto é preciso guardar para manter o padrão de vida atual na aposentadoria. A nova ferramenta possibilitará armazenar os resultados de todas as simulações realizadas, permitindo que o usuário veja como a quantia necessária para a aposentadoria muda conforme suas despesas mensais se alteram. Com isso, será possível comparar o comportamento dos gastos ao longo da vida.
Além disso, ao final da simulação, com apenas um toque, a pessoa poderá ligar para a Icatu Seguros e tirar as dúvidas sobre previdência privada ou solicitar um contato de um especialista. O aplicativo, que já está disponível na Apple Store e em breve no Google Play, poderá ser utilizado nos principais smartphones e tablets do mercado.
O “Target” é o único simulador de aposentadoria no mercado que calcula gastos detalhados de despesas básicas do dia-a-dia para que o participante não invista menos do que o necessário para a aposentadoria. Para fazer a simulação, é necessário informar o gasto médio com habitação, alimentação, saúde, transporte, lazer ou despesas pessoais e educação. O diferencial é que a ferramenta faz uma estimativa sobre a evolução dos gastos do investidor, mostrando como algumas despesas de hoje tendem a serem maiores no futuro como, por exemplo, os gastos com saúde. Já outras tendem a diminuir, como educação.
A convite da Universidade de Buenos Aires, pelo quarto ano consecutivo o advogado brasileiro Ernesto Tzirulnik, especialista em direito securitário, ministrará segunda-feira (22) na capital argentina uma aula para os pós-graduandos em direito do seguro. Debaterá com os alunos os principais aspectos dos Projetos de lei 3.555/2004 e 8.034/2010, em tramitação no Congresso, em Brasília. Segundo o advogado, os projetos precisam ser transformados numa Lei do Seguro, para maior transparência e equilíbrio nas relações seguradora-segurados.
Release
A Allianz Global Corporate & Specialty Resseguros Brasil anuncia essa semana a contratação de Guilherme Perondi Neto para o cargo de vice-presidente. O executivo assumirá a função no dia 15 de agosto e terá como base o escritório de São Paulo. Suas atividades terão como objetivo ampliar o relacionamento com clientes e contribuir para a consolidação da resseguradora no Brasil.
A experiência de Perondi também será fundamental para a companhia contribuir para o desenvolvimento do setor de resseguros no país. Além de integrar o Corpo Diretivo da AGCS Re Brasil, Perondi vai assumir a gestão de Relacionamento com Clientes e Corretores, a estratégia de Comunicação, Distribuição e Marketing.
“Estamos lisonjeados por termos atraído um profissional do nível do Guilherme Perondi à AGCS Re Brasil. Sua experiência com clientes que demandam soluções complexas de seguros representa uma inestimável contribuição ao nosso modelo de negócios no país e na América do Sul”, relatou Angelo Colombo, Presidente da AGCS Re Brasil.
A AGCS Re Brasil está no seu primeiro ano de operações no país e tem expectativas positivas de faturamento de prêmios, seguindo seu planejamento no Brasil para 2013. No final de 2012, a empresa obteve a licença da Superintendência de Seguros Privados (Susep) para atuar como resseguradora local no Brasil.
Durante o período de férias, as residências costumam ficar vazias aumentando a sensação de insegurança dos moradores. Por conta disso, o GRUPO BB E MAPFRE aponta um crescimento de 27% da procura por seguros residenciais, em relação ao mesmo período do ano passado.
“Não é só a sensação de insegurança que motiva o consumidor. Como a casa fica fechada, pode acontecer uma série de imprevistos, como vazamento de um cano ou um curto-circuito causado por aparelho elétrico deixado ligado. Se o imóvel está segurado, o dono tem a tranquilidade de que seus bens serão repostos”, afirma Mauricio Galian, diretor de Massificados do GRUPO BB e MAPFRE.
Confira abaixo cinco dicas que podem ajudar a prevenir furtos em sua casa:
· Evite desligar a energia elétrica e principalmente a campainha ao viajar. Isto pode confirmar a sua ausência prolongada
· Equipamentos como alarmes simples ou monitorados e cerca elétrica dificultam a ação dos criminosos
· Suspenda o recebimento de jornais e revistas e peça para algum vizinho olhar o movimento frontal à sua residência e limpar a calçada periodicamente. O acúmulo de papeis e sujeira pode mostrar que os moradores não estão em casa
· Não deixe as luzes do interior do imóvel acesas. Esse pode ser um sinal de que não tem ninguém durante o dia
· O uso de temporizadores pode ajudar nesse ponto, ligando e desligando as luzes e a televisão
A trajetória de quase 80 anos do Grupo Bradesco Seguros foi comemorada na 6ª Edição do Prêmio Empreendedor Brasil, juntamente com o aniversário de 10 anos de empreendedorismo da Revista Segurador Brasil. O evento, para convidados especiais do setor, contou com a presença de cerca de 200 pessoas, nas sofisticadas instalações do Buffet Baiuca em Higienópolis, em São Paulo, na noite da última quarta-feira (17).
A Bradesco Seguros, com quase 42 milhões de clientes, foi indicada nas categorias “Liderança e Empreendedorismo” e “Empreendedor Solidário”, esta pelo engajamento e atuação no maior programa de investimento social privado em edução do País e um dos maiores do mundo, a Fundação Bradesco.
A Buonny – maior gerenciadora de riscos independente do Brasil, na área de transportes de carga – foi outra empresa presente na 6ª Edição do Empreendedor Brasil e recebeu o troféu “Pioneirismo e Empreendedorismo”. Já como “Executivo Empreendedor na Gestão Profissional de Saúde”, a premiação homenageou José Silva dos Santos, da operadora Ameplan. Em outros segmentos, o evento contou com a participação da Localiza (“Destaque do Mercado-Setor Automotivo”), Trisoft (“Destaque Socioambiental”), Messer Cutting Systems do Brasil (“Destaque do Mercado-Setor Metalúrgico”), Frans´Café (“Empreendedorismo e Inovação”), Spoleto (“Pioneirismo e Empreendedorismo”), e Fundação Mokiti Okada (“Empreendedorismo em Sustentabilidade”). A Rádio Jovem Pan, aos 70 anos de atividades, e pela segunda vez no Empreendedor Brasil, recebeu o prêmio na categoria “Pioneirismo e Empreendedorismo”.
O evento de 10 anos da Revista Segurador Brasil contou com o apoio institucional do CVG-SP, da Escola Nacional de Seguros, da União dos Corretores de Seguros e do Sindseg-SP, além da Capemisa, Chubb do Brasil, Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos e Crivo TransUnion.
Para Maurício Dias, responsável pelo conteúdo da Revista Segurador Brasil, “a publicação é pautada pela ética, isenção na informação, credibilidade e prestação de serviço ao mercado de seguros”.
Eder Gonçalves, publicitário, e Leandro Bezzera, economista, viram na Copa do Mundo o grande momento para realizar o sonho de montar um negócio próprio. Ambos com 30 anos abriram o Lapa Hostel, no tradicional bairro do Rio de Janeiro conhecido pela agitada vida noturna. O local foi escolhido estrategicamente, para mudar o hábito do turista de se hospedar na zona sul próximo às praias e ir para a região da Lapa à noite, nas casas noturnas e bares. Assim eles utilizam o transporte durante o dia, melhor para quem não conhece a cidade, e pode ir andando para aproveitar a noite. “O turista que vier ao Brasil e se hospedar em um hostel vai ter uma experiência muito mais típica brasileira. Vai interagir com o povo local e vai ver o que o povo faz de fato”, comenta Leandro. O vídeo com a história dos empreendedores pode ser acessado no canal oficial da Liberty Seguros no Youtube.
A série Heróis Anônimos é uma realização da Liberty Seguros, Seguradora Oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014™, com o objetivo de mostrar os profissionais que estão por trás da Copa e também fazem com que ela aconteça, oferecendo serviços imprescindíveis para que o Brasil seja capaz de receber um dos maiores eventos do mundo. A Copa do Mundo foi a grande incentivadora de Eder e Leandro, por meio dela que tiveram coragem de mudar suas vidas para iniciar o negócio. “O investidor de pequena e média empresa deve aproveitar o momento, porque o governo e os grandes investidores estão estimulando muito a mudança no cenário nacional. Então, se você tem vontade de empreender, não há momento melhor. Essa é a hora”, enfatiza Leandro.
Esse é um projeto realizado em parceria com a Revista Placar e idealizada pela agência CUBOCC. Os vídeos foram produzidos pela ICELAND.
Presidente do conselho da Geneva Association concede estrevista exclusiva para o Portal CNseg
Líderes da indústria de seguros elegeram Michael McGavick como presidente do conselho da Geneva Association em junho deste ano. Seu desafio é dar sequência a tantas discussões criadas na gestão de Nikolaus von Bomhard, presidente da Munich Re, que esteve à frente da Geneva Association nos últimos quatro anos. McGravick é CEO do grupo XL desde 2008 e também presidente da Association of Bermuda Insurers and Reinsurers e do Global Reinsurance Forum.“A internacionalização da indústria de seguros e a rápida mudança no cenário de riscos tornam a associação e o fórum think tank mais importante do que nunca”, destaca McGavick em entrevista exclusiva ao portal da CNseg.
Quais os principais desafios que o senhor tem à frente da Geneva Association?
O setor de (re) seguros desempenha um papel importante em quase todos os setores da economia em todo o mundo. Como resultado, os problemas que enfrentamos são muitos diante da crise mundial. Uma questão importante é como vamos ofertar capacidade mantendo a solvência do setor e ao mesmo tempo contribuir para a recuperação da economia global? Nós temos que atender as necessidades de nossos clientes em relação aos novos riscos e inovar para manter o ritmo de crescimento das vendas e do número de clientes. E como é que vamos ficar à frente da multidão de novos riscos que surgem a cada dia? A Associação tem sido um fórum de discussão da indústria em várias questões-chave. E para o setor de (re) seguros em particular, questões como as várias propostas de novos regimes regulatórios em todo o mundo estão no topo da nossa agenda.
Na sua opinião, quais são os desafios e oportunidades que a crise traz para a indústria?
A crise financeira global de 2008 lançou uma luz ao redor do mundo e tem havido uma variedade de resultados que ainda precisamos compreender. Para a indústria, um problema tem sido os órgãos reguladores colocar na mesma regra e também punição seguradoras e bancos, sendo que ambos têm uma atuação diferente. A realidade é que os provedores de seguros gerais e de acidentes sobreviveram à crise com grande sucesso e, em seguida, contribuíram para a recuperação de parte das perdas provocadas. A clara interseção de seguro com a crise foi a AIG, que se envolveu na crise inteiramente por causa das operações de derivativos e não de seguros em si. A missão do núcleo da companhia seguros gerais é completamente diferente do que a dos bancos, e a experiência vivida durante a crise reflete esta diferença. A oportunidade para o setor de (re)seguros de é mostrar essa diferença de forma transparente e divulgar com clareza o nosso papel vital na economia global, tanto como investidores como pagadores de indenizações.
Seguradoras e resseguradoras estão muito preocupados com o excesso de regulamentação que está acontecendo na esteira da crise. Qual é a posição da Associação sobre este assunto? Quais são os avanços e desafios já superados?
Mais do que uma preocupação do excesso de regulamentação, eu diria que a indústria está preocupada com o potencial real de muitos padrões diferentes e conflitantes de regulação que estão a ser promulgados. Regulamentação é absolutamente uma peça essencial de um vibrante setor de (re)seguros. E a sobrevivência do setor, através da crise de 2008, mostra a boa relação de funcionamento das empresas e seus reguladores em todo o mundo. Agora, os reguladores, em um esforço para resolver a última crise, estão examinando uma variedade de novos regimes e padrões, muitos dos quais têm o objetivo de criar harmonia regulamentar. A realidade é que, em vez de menos padrões iguais , que pode muito bem acabar com vários níveis conflitantes de regulação, uma vez que cada entidade reguladora afirma seus próprios controles. Para atender a esses padrões de conformidade pesada, a indústria seria afetada de forma negativa, provavelmente forçando que provedores menores deixassem o mercado ou retardando investimentos em inovação. Empresas, juntamente com Associação e outras entidades que representam o setor, têm difundido esse argumento sempre que possível e nossa esperança é de continuar nos disponibilizando para ajudar as autoridades a preservarem a solvência das instituições, sem sacrificar o sucesso empresarial das mesmas.
A Associação já conseguiu explicar aos reguladores que as seguradoras são diferentes dos bancos?
Até certo ponto, a indústria tem conseguido afirmar a diferença essencial entre o nosso setor e os bancos. Eu acredito que os esforços da indústria foram inicialmente bem-sucedido em impedir a designação em larga escala de grandes seguradoras como instituições financeiras sistemicamente importantes que necessitam de um maior marco regulatório. Ao mesmo tempo, a recente decisão de aplicar o rótulo SIFI a AIG, quando eles estão fora das linhas de produtos financeiros que levaram à sua necessidade de assistência do governo, corrige um problema que já está superado. Há ainda mais a fazer para que a nossa diferença fundamental fique o mais claro possível.
Acredita que a mudança climática terá um impacto sério sobre a solvência das seguradoras e resseguradoras? O que a Associação fez para ajudar as empresas a este respeito?
Os efeitos persistentes da mudança climática teráo um impacto sobre a indústria de (re)seguros. Por exemplo, as concentrações geográficas tradicionais de riscos devem ser reexaminados, a frequência e a gravidade dos desastres provavelmente vão aumentar ou continuar a ser difíceis de modelar, bem como os impactos aos negócios de nossos clientes de cadeias de fornecimento para o transporte marítimo e para a construção, continuará a ser sentida. No entanto, a solvência não deve ser posta em jogo. O setor já foi recentemente testado através de alguns dos maiores anos da perda do seguro, sem ameaçar a solvência e nós esperamos que continue assim. Vários analistas da indú stria mostram que o setor está adequadamente capitalizado para os riscos que assume.
A Associação Nacional dos Comissários de Seguros (NAIC), entidade representativa dos reguladores nos Estados Unidos, propôs às companhias de seguros informar os riscos financeiros a que estão expostos em face da mudança climática. Você acha que esta atitude pode ser seguido por outros países?
As (re)seguradoras estão avaliando continuamente os seus próprios riscos e fornecem essas avaliações para seus reguladores. Como as empresas continuam a avaliar os riscos associados com a mudança climática, seria naturalmente de se esperar que essas avaliações sejam refletidas no cálculo global da exposição ao risco de uma empresa. A chave é ter uma visão cada vez mais abrangente de risco da empresa. Segregação dessas avaliações em categorias, tais como aqueles associados com a mudança climática, pode vir a ter algum valor intermediário para a análise, mas, em última análise, é ter um quadro geral de exposição.
O que o senhor acha que mudou no mercado de seguros com a crise financeira e a recessão das economias?
O setor de (re)seguros tem se mostrado notavelmente resistentes tanto através da recente crise como durante a recessão que se seguiu. Na verdade, em quase todos os mercados, temos visto um aumento ano-a-ano dos prêmios brutos emitidos de seguro – em especial no setor da vida e nos mercados emergentes. A precificação de seguros continua a ser inferior ao que sentimos que deve ser em relação aos riscos que corremos, mas que também está aumentando em níveis adequados.
Que cenário o senhor prevê para o setor de seguros e resseguros nos próximos anos, com 2013, 2014, e, a longo prazo?
As perspectivas para o setor de (re) seguros ao longo dos próximos anos são de forte crescimento. Esperamos que os preços e os volumes de prêmios sigam em ritmo crescente, embora moderado, em linha com o PIB global. E como nós nos concentramos mais e mais o nosso foco em inovação em nossas ofertas de cobertura – particularmente em áreas de nova tecnologia, acreditamos que continuaremos a ser jogadores vibrantes na economia mundial por muitos anos.
Em quais áreas o senhor acredita que o Brasil pode contribuir para os estudos da Associação?
O Brasil está na linha de desenvolvimento global, tanto em conectividade como em crescimento. Ele tem uma economia forte e bem desenvolvida, que representa mais de 40% dos prêmios de seguros gerais da América do Sul e com previsões que mostram que o mercado pode chegar a US$ 160 bilhões em 2030. Há uma infinidade de programas de investimentos locais, atenção global e uma propagação diversificada de parceiros comerciais e produtos manufaturados que posicionam o país como um local de oportunidades. Tudo isso significa que para o setor de (re)seguros, o Brasil também é um local essencial para fazer avançar a nossa dedicação por meio de soluções de risco complexas, para ajudar as economias a se expandirem trazendo assim o progresso para toda a sociedade. Em todo o setor, todos buscam novas oportunidades de estar envolvido na economia local.
A SulAmérica fechou parceria com a organização da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) para oferecer o SulAmérica Viagem aos peregrinos e voluntários que adquirirem o pacote pelo site do evento. A 28ª edição da JMJ, que deve atrair 1,2 milhão de visitantes à cidade do Rio de Janeiro, será realizada entre os dias 23 e 28 de julho e promoverá o encontro de jovens de todo o mundo com o Papa Francisco.
O seguro viagem foi desenhado especificamente para este evento e atende tanto estrangeiros como brasileiros. “Esse tipo de seguro, formatado para grandes eventos, vai ser cada vez mais demandado no Brasil nos próximos anos, já que o País está se preparando para ser o destino de grandes eventos como Copa e Olimpíadas. A parceria com a JMJ reforça a posição única de relevância da SulAmérica no mercado, com a expertise necessária para atender essa demanda”, afirma o vice-presidente de Vida e Previdência da SulAmérica, Renato Terzi.
Estão inclusos no produto serviços de assistência 24 horas, como assistência médico-hospitalar, prorrogação da estadia, remoção médica e traslado de corpo, além das coberturas para Morte Acidental e Invalidez por Acidente. Esses serviços e coberturas também estão disponíveis para os cariocas que adquirirem pacotes para participar das atividades da jornada.
Para oferecer um atendimento diferenciado aos viajantes, a companhia disponibilizará uma central de atendimento exclusiva, com funcionamento 24 horas por dia durante os dias do evento. Em casos de acidentes ou ocorrências, o segurado terá todo o suporte necessário, com orientações sobre os procedimentos a serem adotados dentro dos serviços contratados.
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