SulAmérica lança aplicativo para clientes do seguro Auto

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A SulAmérica Seguros, Previdência, Investimentos e Capitalização lança um nova plataforma digital, o aplicativo “SulAmérica Auto”, que vai disponibilizar aos clientes do seguro de automóvel os principais serviços da seguradora no celular ou tablet. A novidade estará disponível para download a partir de 13 desse mês nos sistemas iOS e Android.

O aplicativo vai tornar possível acessar serviços como visualização dos dados da apólice, cartão do seguro, acesso à rede de benefícios e a central de atendimento. Além disso, com recurso de geolocalização, o cliente poderá encontrar as unidades do Centro Automotivo de Super Atendimento (C.A.S.A) – mais próximas de seu dispositivo móvel e visualizar possíveis rotas. O segurado também receberá lembretes sobre o vencimento de apólice e pagamento e ainda poderá contar com o passo a passo para acionar o seguro em caso de sinistro.

“A SulAmérica reconhece que os aparelhos móveis fazem parte da rotina de uma população conectada, tendência que cresce constantemente. Por isso, a empresa tem desenvolvido canais multiplataforma visando uma experiência eficaz, ágil e cômoda aos clientes.” comenta a superintendente de Marketing Digital, Luciana Froehlich.

A novidade acompanha o lançamento do Espaço do Cliente no site da SulAmérica, ambas com o objetivo de inovar a prestação, disponibilizando outros canais de atendimento para os clientes.

“Nossos clientes do seguro Auto vem sendo contemplados com uma série de benefícios. Há seis anos, lançamos a rádio SulAmérica Trânsito, que já faz parte da rotina de milhares de ouvintes. Recentemente, realizamos a parceria com redes de Shoppings para oferecer descontos em estacionamento. Agora, com o aplicativo SulAmérica Auto, nos aproximamos ainda mais dos nossos segurados e oferecemos serviços de forma inovadora e interativa” comemora o diretor de Automóveis, Eduardo Dal Ri.

O aplicativo foi desenvolvido pela CI&T e o download está disponível na AppStore ou no Google Play do dispositivo móvel.

“Com a tecnologia adotada, foi possível transformar o celular em uma carteirinha digital com muito mais benefícios, como detalhes da apólice contratada, a partir da integração com o banco de dados da SulAmérica”, explica Solange Sobral, diretora de negócios, mercado financeiro e RJ da CI&T.

Susep altera norma que trata da eleição dos executivos estatutários

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A Superintendência de Seguros Privados (Susep) aprovou, ad referendun, a Resolução CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privados) nº 288, publicada no Diário Oficial da União, que alterou a Resolução anterior (nº 136/2005), normativo que trata da eleição de membros de órgãos estatutários de sociedades supervisionadas pela autarquia. Com nova regra, a autarquia aboliu a exigência de publicação de declaração de propósito para os indicados para ocupar cargos dos órgãos estatutários das sociedades supervisionadas, em face do alto custo destas publicações.

Outra mudança introduzida no referido normativo está relacionada as empresas cujos administradores são indicados por Ministros de Estado, que a partir de agora deverão ser submetidos a apreciação da Susep quanto ao cumprimento dos requisitos e condições dos indicados para o exercício do respectivo cargo, antes da realização do ato societário de eleição.

Também foi introduzida a obrigatoriedade de que as empresas promovam o afastamento de seus administradores sempre que constatarem o descumprimento dos requisitos ou o enquadramento nos impedimento para o exercício dos cargos para os quais foram nomeados.

Prudential lucra 1,4 bilhão de libras no primeiro semestre

A internacionalização tem rendido bons frutos para as seguradoras. Depois da Mapfre, Liberty, Allianz e Generali comentarem em seus balanços que a estratégia tem ajudado a impulsionar os lucros, hoje a seguradora britânica Prudential publica seu balanço com o mesmo comentário. No caso da Prudential britânica, que nada tem a ver com a Prudential americana, esta sim presente no Brasil, as operações da Ásia foram as principais responsáveis pelo incremento de 22% no lucro do primeiro semestre. Cerca de 80% das suas vendas vem de fora do Reino Unido. O lucro operacional da Prudential foi de 1,415 bilhão de libras nos seis meses até junho, ante previsão de 1,337 bilhão de libras.

BB e Mapfre lança seguro para festas de casamento, aniversário e formatura

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O Grupo BB e Mapfre acaba de entrar no movimentado mercado de festas de casamento, aniversário, colação de grau e formaturas. O novo seguro Multirrisco Eventos Simplificado oferece coberturas específicas para cada tipo de comemoração e pode ser contratado a partir de R$ 300.

Destinada para eventos com até 500 pessoas, a apólice pode ser adquirida por empresas e pessoas físicas, por meio dos corretores de seguros credenciados do Grupo.

“O objetivo é oferecer proteção para as companhias que trabalham nesse ramo de entretenimento e para as pessoas que querem assegurar a sua celebração. Além disso, dados da ABRAFESTA mostram que o setor de casamentos pode movimentar até R$ 14 bi esse ano, revelando um cenário positivo para as seguradoras e corretores”, afirma Mauricio Galian, diretor de Massificados do Grupo BB e Mapfre.

A cobertura do seguro contempla RC (responsabilidade civil) para montagem e desmontagem, serviço de buffet, danos morais e danos causados por terceiros. Os valores de indenização variam de R$ 100 mil a R$ 250 mil.

O grande diferencial do seguro são as coberturas específicas para cada comemoração. Para as festas de casamentos, a apólice garante a cobertura dos trajes do noivo e da noiva, além de presentes de casamento. Já as comemorações de aniversário e bodas, podem adicionar a proteção para montagem de ambientes (toldos), objetos cenográficos e decoração.

As formaturas também contam com coberturas especiais. Os organizadores têm a possibilidade de incluir na apólice a cobertura de RC empregador e de equipamentos diversos.

BB Seguridade tem lucro de R$ 1 bilhão no primeiro semestre

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A BB Seguridade apresentou lucro líquido de R$ 1,022 bilhão no primeiro semestre de 2013, o que corresponde a retorno sobre o patrimônio líquido médio anualizado de 36,0% e lucro por ação de R$ 0,51. Segregados os itens extraordinários, o lucro ajustado do semestre alcançou R$ 1,005 bilhão, o que corresponde a retorno recorrente sobre o patrimônio líquido médio de 35,4%.

O resultado permitiu a destinação de R$ 817,8 milhões para distribuição aos acionistas na forma de dividendos, o que equivale a 80% do lucro líquido (payout). As Companhias coligadas à BB Seguridade vêm registrando recordes sucessivos de emissão de prêmios e arrecadação. No semestre, foram emitidos R$ 6,6 bilhões em prêmios de seguros, além de R$ 11,9 bilhões em arrecadação de previdência e R$ 3,1 bilhões arrecadados com planos de capitalização.

A BB Seguridade foi constituída em dezembro de 2012 e, desde então, passou a centralizar as operações do Banco do Brasil nos negócios de seguros, previdência aberta e capitalização, além da oferta de produtos de seguridade por meio de uma corretora própria, a BB Corretora. A Companhia possui participações estratégicas em empresas consolidadas no mercado brasileiro, como Grupo BB Mapfre, Brasilprev e Brasilcap. Em abril, a BB Seguridade tornou-se uma Companhia de capital aberto. Suas ações estrearam na BM&FBovespa em 29 de abril sob o ticker BBSE3. Desde aquela data, até o encerramento do semestre, as BBSE3 apresentaram valorização de 3,5%, enquanto o Índice Bovespa registrou recuo de 12,5% no mesmo período.

RECEITAS CRESCEM ACIMA DO MERCADO

O faturamento total das companhias coligadas à BB Seguridade, que inclui as receitas com seguros, previdência aberta e capitalização, alcançou R$ 21,8 bilhões no primeiro semestre, apresentando crescimento de 34% sobre igual período de 2012. Esse desempenho é superior ao crescimento observado no mercado como um todo, de 19% na mesma base de comparação.

A participação de mercado em arrecadação de seguros, previdência aberta e capitalização atingiu 25% no semestre, com evolução de 2,7 pontos percentuais em relação a igual período de 2012. Neste release, sempre que mencionados comparativos com o mercado, todos os dados utilizados – BB Seguridade e do próprio mercado – têm como base informações da SUSEP.

As receitas com previdência aberta cresceram 32% em relação ao primeiro semestre de 2012, o que levou a Brasilprev a assumir a liderança de mercado em termos de arrecadação total no primeiro semestre, com 31% de participação de mercado. Em termos de captação líquida, a Brasilprev, que já era líder, ampliou sua participação de mercado para 51% no primeiro semestre de 2013, segundo dados da consultoria Quantum Axis.

CAPITALIZAÇÃO: COM ARRECADAÇÃO RECORDE, BRASILCAP AMPLIA A LIDERANÇA

A arrecadação de títulos de capitalização bateu recorde no primeiro semestre, totalizando R$3,1 bilhões, crescimento de 67% na comparação com o mesmo período de 2012, ante uma expansão de 28% observada no mercado como um todo, segundo dados da Susep. No semestre, a participação de mercado em arrecadação cresceu de 23% para 30%.

SEGUROS: EMISSÃO DE PRÊMIOS CRESCE ACIMA DA INDÚSTRIA

Os prêmios de seguros emitidos pelas companhias coligadas à BB Seguridade (todos os segmentos, exceto VGBL e saúde) apresentaram crescimento de 26% sobre o primeiro semestre de 2012, contra expansão de 19% do mercado como um todo, segundo informações da Susep. A participação de mercado alcançou 17%, ampliando a liderança em relação aos principais concorrentes. Os prêmios de seguros de automóveis apresentaram 26% de crescimento no semestre, em relação ao mesmo período do ano anterior. Já os prêmios de seguros habitacionais cresceram 70% no mesmo período, enquanto o mercado apresentou expansão de 23%.

A BB Seguridade manteve, no semestre, a liderança de mercado em prêmios emitidos no segmento de pessoas, com 20% do mercado. A companhia também manteve a liderança em seguros rurais, com expressivos 74% das receitas do mercado no período. No primeiro semestre, houve crescimento de prêmios e redução da sinistralidade tanto nos segmentos de pessoas, habitacional e rural, quanto nos segmentos de danos e veículos, o que se refletiu em melhoria no índice combinado. No segmento de pessoas, habitacional e rural, houve redução de 81% para 79% na comparação entre os primeiros semestres de 2013 e 2012. Na mesma base de comparação, o índice combinado do segmento de patrimônio (auto e danos) registrou queda de 99% para 97%.

NOVOS NEGÓCIOS: RESSEGUROS E PLANOS ODONTOLÓGICOS

No decorrer do primeiro semestre, a BB Seguridade divulgou fatos relevantes ao mercado, informando do avanço das tratativas que visam o ingresso da Companhia em novos segmentos: resseguros e planos odontológicos. A BB Seguros, subsidiária integral da BB Seguridade, assinou contrato para aquisição de ações do IRB-Brasil Resseguros até então detidas pela União. O IRB vem passando por uma reorganização societária e, após a conclusão desse processo, a expectativa é que a BB Seguridade, por meio da BB Seguros, passe a deter 20,5% do seu capital total. A aquisição da participação no IRB já foi aprovada pelo CADE, e aguarda aprovação do TCU.

Também por meio da BB Seguros, a BB Seguridade anunciou a assinatura de um contrato com a Odontoprev, a Odontoprev Serviços, a BB Corretora e o Banco do Brasil, com o objetivo de constituir uma nova sociedade, que atuará no segmento de planos odontológicos sob a marca Brasil Dental, distribuindo seus produtos com exclusividade em todos os canais BB no território nacional, por meio da BB Corretora. A participação da BB Seguridade na nova sociedade será de 74,99% do capital total e 49,99% das ações com direito a voto. O Acordo foi aprovado pelo Conselho Administrativo da Defesa Econômica – CADE e aguarda aprovação do Banco Central do Brasil e da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS.

Lucro da Porto Seguro sobe 40% no segundo trimestre, para R$ 190,3 milhões

portoA Porto Seguro divulgou hoje alta de 40% no lucro líquido do segundo trimestre sobre o mesmo período de 2012, para R$ 190,3 milhões, em meio a crescimento de receitas e expansão do mercado de veículos. A companhia teve alta de 17% na receita dos três meses encerrados em junho, para R$ 3,2 bilhões, dos quais R$ 2,7 bilhões são relativos a prêmios de seguros. A área de seguros de automóveis apurou um crescimento de 23,8% nos prêmios auferidos, para R$ 1,8 bilhão, impulsionada por expansão de 45,6% no segmento Azul Seguros, enquanto as operações Porto Seguro avançaram 12,9%. Segundo dados do balanço, a frota segurada das 3 marcas cresceu cerca de 200 mil veículos nos últimos 12 meses, mesmo com práticas mais conservadoras em precificação e aceitação. A marca Azul, que concentra os seguros mais básicos do grupo, ditou o crescimento, com avanço de 17%, para 1,16 milhão de veículos. A marca Porto Seguro foi no sentido oposto, com queda de 0,9%, a 2,02 milhões de veículos. O índice de sinistralidade apresentou boa performance ao recuar 8,5 pontos percentuais, para 54,8%.

Veja abaixo a mensagem que abre o book de resultados:

No segundo trimestre e primeiro semestre do ano alcançamos um satisfatório desempenho operacional que combinou crescimento de prêmios com melhoria das margens. Em particular, no segmento de automóvel, o mercado de seguros manteve-se mais racional, permitindo uma melhor precificação e rentabilidade. Adicionalmente, melhoramos nossa eficiência operacional, atingindo o menor índice de despesas administrativas em 6 anos. Por outro lado, o resultado financeiro ficou pressionado, em função dos fortes movimentos de mercado, sobretudo na renda fixa.

Os prêmios auferidos evoluíram 21% (2T13 x 2T12) e 19% (1S13 x 1S12), devido principalmente ao crescimento de prêmios dos produtos de automóvel. Destacamos o crescimento do produto automóvel das marcas Azul e Itaú, com incremento de prêmios no trimestre de 46% e 32% respectivamente.

O resultado operacional de seguros demonstrado pelo índice combinado atingiu 94,5% no 2T13 e 96,0% no 1S13. No trimestre, o índice combinado decresceu 6,2 p.p. em relação ao mesmo período do ano anterior. A sinistralidade total reduziu 6,5 p.p., direcionada pela queda na sinistralidade do seguro de automóvel da Azul em 14,6 p.p. (a menor dos últimos 6 anos) e da Itaú em 10,1 p.p. (2T13 x 2T12). O índice de despesas administrativas recuou 1,1 p.p., atingindo o patamar de 15,2%, dando continuidade a nossa estratégia de melhoria da eficiência operacional.

Nos negócios não seguros, as receitas cresceram 47% no trimestre e 42% no semestre, com destaque para as receitas das Operações de Crédito (Cartão de Crédito e Financiamento) que evoluíram 41% no 2T13 e 40% no 1S13. A participação dos outros negócios alcançou 18% do lucro total da empresa no 2T13 e 21% no 1S13.

O resultado financeiro apresentou uma queda de 49% no trimestre (vs. 2T12) em função de um cenário de juros mais baixos (CDI médio 14% menor no 2T13 x 2T12) e de uma menor rentabilidade das aplicações financeiras no trimestre (1,5% em 2013 vs 2,7% em 2012, ex- previdência). Os maiores impactos negativos estão nos papéis atrelados a juros reais e inflação, resultado de uma estratégia de longo prazo. Entretanto, as mudanças nos cenários de médio e longo prazo nos fizeram rever tal alocação, com significativa redução do risco. Assim, o resultado no 2T13 já mostra uma rentabilidade melhor, fruto de uma alocação mais defensiva.

Nesse contexo atingimos um ROAE de 18,2% (+3,7 p.p.) no trimestre e lucro líquido de R$ 193 milhões (aumento de 35% vs. 2T12). No semestre, o ROAE atingiu 14,0% (-0,7 p.p.) e o lucro líquido total da empresa alcançou R$ 301 milhões (+4%).

Entretanto, se isolarmos os efeitos da volatilidade do resultado financeiro (assumindo resultado neutro a 100% do CDI) e os ajustes através dos custos iniciais de contratação (“custo de apólice”), o ROAE do 2T13 seria de 19,7% e o lucro líquido atingiria R$ 212,1 milhões e no 1S13, o ROAE seria de 17,1% e o lucro líquido de R$ 370 milhões.

Federações priorizam comunicação em suas estratégias

Osvaldo do Nascimento 2As entidades de classes, como associações e federações, deixam de ser um local meramente político para ter uma importante tarefa diante da globalização da economia e valores sustentáveis implícitos nas estratégias das empresas privadas. Essa foi a mensagem que ficou para a plateia presente no talk show no painel “Gestão da Estratégia em Associações, Federações e afins: benefícios do alinhamento estratégico em contextos complexos que envolvem múltiplas organizações”, durante o Strategy Execution Summit 2013, evento de gestão da estratégia realizado pela consultoria Symnetics na Amcham, em São Paulo.

Entre os debatedores estavam José Cechin, diretor-executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Osvaldo do Nascimento, presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Visa (FenaPrevi) e membro do conselho diretor da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida , Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), e Elizabeth de Carvalhaes, presidente-executiva da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa).

Para os três representantes de entidades, o planejamento estratégico é prioritário já há alguns anos, em razão do amadurecimento das relações entre empresas e consumidores, tendo governo e órgãos reguladores como mediadores. As associações passaram a ter comites, formados por representantes das empresas, com uma agenda focada na busca do desenvolvimento do setor no longo prazo. “A gestão da estratégia da entidade é fundamental para a formação da opinião pública e também na sustentabilidade operacional do próprio segmento. As associadas são empresas que já entenderam que o futuro pertence a gurpos globais, que têm mobilidade e estão conectados as mídias sociais. Essa três premissas formam a base da estratégia da FenaPrevi”, afirmou Nascimento.

O executivo contou à plateia que há 20 anos a entidade, que passou ao longo do tempo por mudanças estruturais, discute um modelo previdenciário para o Brasil. “Para se ter uma idéia, os atuais produtos PGBL e VGBL foram criados pela Fenaprevi como uma forma de ofertar para a sociedade um produto que ela pudesse entender e comparar, uma vez que havia um histórico ruim no passado. Segundo ele, aos poucos, as empresas foram entendendo e passaram a comercializar o produto criado pela comissão da Fenaprevi.

As empresas, por sua vez, buscam se diferenciar no custo das taxas, na gestão dos ativos e nos serviços prestados”, afirma Nascimento, acrescentando que a prioridade foi estabelecer uma comunicação com governo e sociedade. “Hoje, temos claro que não temos interesse em ter como associadas empresas que queiram comercializar planos que não se sustentam no longo prazo. Afinal, isso tira a sustentabilidade do negócio do nosso setor, que é focado na entrega futura da aposentadoria do cidadão”.

jose cechinAssim como na FenaPrevi, a gestão da estratégia para a FenaSaúde é primordial diante dos conflitos entre consumidores e empresas. “Temos desde santa casa de misericórdia até seguradoras como associadas, mas todas tem um objetivo comum: tornar as relações com governo e consumidores mais sustentáveis”, conta Chechin. O setor de saúde sofre com marcos regulatórios há anos e ter uma federação focada e unida significa muito para todos os empresários do setor.

Nos últimos anos, o desafio da FenaSaúde está em como reagir diante da visão que permeia os meios de comunicação sobre os planos de saúde. Segundo ele, a mídia diariamente publica notícias sobre atendimento precário, ao mesmo tempo em que ter um plano de saúde é objeto de desejo da população. Diante da imagem ruim do setor, num momento em que ele é atualmente o responsável por atender milhões de procedimentos medicos, as associadas concordaram em investir na comunicação para tornar o setor mais conhecido e assim buscar uma imagem mais positiva diante da mídia e da sociedade.

Outro ponto importante para a FenaSaúde é o diálogo com o governo. “A regulação do setor de saúde suplementar tem milhares de normas editadas nos últimos 12 anos, algumas restritivas”, disse. Diante disso, há pouca oferta de produtos, as empresas deixam de vender planos individuais, com preços monitorados pelo governo, o que acaba por encarecer a assistência médica. “É preciso simplificar a regulação. Nosso ponto de partida é o princípio de liberdade de iniciativa, a regulação é necessária só em determinados pontos.”

Duda Bomfim deixa Swiss Re e assume a presidência da Colemont Catalyst Re

398333_10151132483769821_1419026119_nO dinamismo das corretoras de seguros é algo que impressiona. Não há uma semana sem notícias de fusão, aquisição, star-up ou aporte de recursos nesse importante canal de distribuição de seguros e resseguros. A notícia do dia fica por conta de vai e vem de especialistas. E o mais interessante: uma mulher no comando de uma corretora de resseguros!!!

Maria Eduarda Bomfim (foto do facebook), mais conhecida como Duda Bomfim, deixa a Swiss Re para assumir, a partir de 12 de agosto, a presidência da Colemont Catalyst Re Corretora de Resseguros, no lugar de Luiz Naganime. Segundo carta enviada aos amigos, Naganime conta que após quatro anos decidiu deixar a Colemont. “Neste período, tive o privilégio de ter liderado um extraordinário time, que construiu uma corretora de resseguros muito mais diversificada e aberta, conquistou uma posição entre as líderes do mercado e está pronta para uma nova fase que está por vir”, comentou, sem dizer qual o novo desafio que terá pela frente.

Agora é só aguardar entrevista com Maria Eduardo e o destino de Naganime, um profissional muito querido por todos.

Armando Vergílio apresenta trabalhos em prol dos corretores de seguros como deputado federal e presidente da Fenacor

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Em evento promovido pelo Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) nesta terça-feira, 06/08, o deputado federal e presidente da Fenacor Armando Vergílio dos Santos Júnior, prestou contas de seus mais recentes trabalhos pela categoria. “Faço minhas as palavras do papa Francisco em recente visita ao Brasil, quando disse que toda personalidade pública se obriga a prestar esclarecimento e contas daquilo que tem feito. É o meu caso hoje, como presidente da Fenacor e como deputado federal”.

O mentor do CCS-SP, Alexandre Camillo, agradeceu a oportunidade do evento para o mercado paulistano. “Com agenda apertada por conta de tantos compromissos, Armando se mobilizou para estar conosco. Agradeço imensamente em nome dos corretores e do mercado de São Paulo pelo seu interesse em estar aqui. Corretor de seguros, Armando orgulha toda a categoria pela sua trajetória profissional”.

Para Armando Vergílio, é muito oportuno falar sobre seus trabalhos na política. “Vivemos em nosso país um momento especial onde novamente a população foi às ruas, demonstrando sua insatisfação com tudo aquilo que tem ocorrido com nosso Brasil. As pessoas estão insatisfeitas com a corrupção de governantes e também com o modelo de política que não é o mais adequado ao país. O setor de seguros cresce, mas é sempre importante analisarmos o que pode mudar para melhor. Tenho muito orgulho de ser corretor de seguros, foi essa profissão que me fez chegar a todos os cargos e contribuir com o desenvolvimento do País”.

O convidado destacou importantes projetos de lei pelos quais está trabalhando. Primeiramente, o Projeto de Lei 3555/04 pela regulamentação do mercado de seguros. “Foi criada a comissão especial para esse PL e recebi a incumbência de ser o relator. Acredito que ainda neste mês de agosto teremos o texto substitutivo criando normas para as relações contratuais entre o mercado e os consumidores. Busca proteção ao consumidor e continuidade do desenvolvimento do setor em todo o Brasil”.

Também está tramitando em comissão especial e tem Armando Vergílio como relato o Projeto de Lei Complementar 237/12 que trata da atualização da Lei Complementar 123 que rege o tributamento da pequena empresa e o Simples. “Vamos fazer cinco grandes seminários regionais, um em cada região, o da Sudeste será em São Paulo, queremos mobilizar a participação da categoria. Será uma nova oportunidade de conseguirmos a vitoria para uma luta antiga que é a inclusão das empresas corretoras no Simples que, aliás, já devia ter sido feita há muito tempo”.

Falou sobre o Projeto de Lei 6332/05 que institui o seguro obrigatório de responsabilidade civil para corretores de seguro e de resseguro, do qual Armando é relator. “Vem ao encontro de um melhor disciplinamento ético e profissional para o corretor e dá ao consumidor maior garantia, bom para a sociedade e para o setor como um todo. Em outros países o seguro de RC profissional é bem difundido, no Brasil geralmente quem contrata são as empresas corretoras, mas se o corretor atua como pessoa física também precisa contratar pois subtende-se que ele não tem estrutura, trabalha por conta própria e é quem mais depende do seguro para proteger sua profissão”.

O Projeto de Lei da Câmara PLC 7 é uma atualização da Lei Complementar 137/10 que instituiu as autorreguladoras de corretagem de seguros. “Esse PLC clareia a lei complementar, que pra mim já estava clara, mas gerou dúvidas sobre a abrangência da autorreguladora, que deve ser sobre toda a categoria econômica, para evitar que se submetam apenas os de boa conduta. Precisamos das autorreguladoras, apenas no Brasil o canal de distribuição é regulado pelo mesmo órgão regulador do setor”.

O deputado é também autor do Projeto de Lei 23/11 que disciplina o funcionamento das empresas de desmonte de veículos. “A maioria dos veículos são roubados para abastecer o comércio marginal de peças de desmontes. E na esteira desses roubos está a ação violenta de bandidos que vitima centenas de milhares de pessoas no país. A regulamentação melhora ainda o ambiente de segurança viária, pois muitos carros circulam com peças sem garantia técnica e de procedência. Com a garantia, diminui a reparação de veículos, viabiliza o seguro popular de automóvel e cria empregos formais”.

Uma atualização da regulamentação dos microsseguros também foi aprovada na Câmara e segue para o Senado. “Esse é o verdadeiro microsseguro, pois ele de fato ainda não existe no Brasil, apenas seguro de baixo ticket. Pelo regramento, microsseguro não é meio seguro que se paga meio prêmio. Esse projeto traz um disciplinamento das operadoras de microsseguros inclusive com benefício fiscal e tributário muito grande para que isso possa nascer e se desenvolver, sendo um mercado novo para todos nós”.

Armando Vergílio não pôde deixar de debater dois assuntos polêmicos. O primeiro, a ação de associações e cooperativas que atuam como se fossem seguradoras. “Nosso maior erro foi chamar esse mercado marginal de seguro pirata, pois brasileiro gosta de tudo o que é pirata, e pode buscar seguro pirata porque é mais barato. Temos que falar que é um mercado marginal, caso de polícia. Não está no âmbito da fiscalização da Susep, mas podemos denunciar ao Ministério Publico, à Policia Federal e ao Judiciário”.

Também lembrou a regulamentação da figura do agente de seguros, proposta pela Susep. “Não podemos aceitar. A Fenacor, junto com o os sindicatos, tem trabalhado, já fomos à Susep diversas vezes, por escrito ou pessoalmente em audiência, reunião, abordagens, mostrando nossa inteira incompreensão e não aceitação desse assunto na forma como está sendo colocado. Vamos discutir dentro do congresso nacional. O mercado já tem uma distribuição consagrada, através dos corretores e de seus prepostos. Se precisa de mais capilaridade no atendimento, a solução é simples: regulamentar a figura do preposto”.

Ao final de suas apresentações, convidou o público de São Paulo para o 18º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, realizado pela Fenacor entre os dias 16 e 18 de outubro no Rio de Janeiro.

ANSP divulga resultado de pesquisa com participantes

O consultor Francisco Galiza indica uma boa pesquisa para traçar tendências. Trata-se da 1ª Pesquisa Acadêmica, a partir das entrevistas com mais de 40% dos participantes da ANSP (Academia Nacional de Seguros e Previdência) realizada no final do mês de julho. Uma amostra significativa para avaliar as opiniões e expectativas desse grupo qualificado de profissionais. Dentre os aspectos abordados, temos, por exemplo, as tendências dos ramos de seguros de pessoas e de automóveis, o comportamento futuro do segurado, qual o principal foco das empresas desse segmento, ou os temas de debates científicos prediletos (segundo cada perfil de acadêmico).

Abaixo, a capa e a pesquisa.

http://www.ratingdeseguros.com.br/pdfs/pesquisaansp1b.pdf