A Brasilcap patrocina o show comemorativo do músico Edu Lobo, que celebra seus 50 anos de carreira no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em 29 de agosto (quinta-feira). Bena Lobo, Chico Buarque de Holanda, Maria Bethânia e Mônica Salmaso marcarão presença no espetáculo, que terá a gravação de um DVD. A roteirização do show será do jornalista Hugo Sukman. Em 13 de setembro (sexta-feira), é a vez de São Paulo receber Edu Lobo, no Auditório Ibirapuera. Acompanham o cantor Bena Lobo e Mônica Salmaso, na banda e uma orquestra de cordas.
O sistema de previdência aberta brasileiro foi um dos exemplos mais citados no primeiro painel “Aposentadoria e Anuidades”, do segundo e último dia da 2013 Conferência Latino-Americana Limra Loma, realizado em Foz do Iguaçu, quando o assunto é produtos de previdência modernos e potencial de crescimento das vendas de planos de previdência complementar para uma classe média que já representa 50% da população do Brasil
Joseph Montminy, vice-presidente da LIMRA, abordou o funcionamento do mercado americano, enquanto Eduardo L. Cassese, consultor e aposentado pela MetLife, traçou um panorama dos sistemas previdenciários da America Latina. Ambos elogiaram o sistema de previdência do Brasil, que mescla o sistema oficial com sistema privado. Considerando-se os fundos privados e estatais, abertos e fechados, o Brasil contabiliza apenas US$ 600 bilhões. Sendo US$ 200 bilhões dos fundos de previdência aberta e o restante dos fundos fechados. Um volume muito pequeno considerado as trilhões de dólares do mercado Americano, no qual a previdência tem um peso equivalente a um PIB anual dos Estados Unidos, que ultrapassa US$ 17 trilhões.
Cassese ressaltou o produto PGBL, muito similar ao um dos planos mais vendidos nos Estados Unidos, o 401K. Segundo ele, o benefício do diferimento fiscal é algo importante e que pode convencer muitas pessoas a ingressarem no sistema de previdência voluntária. “O Brasil tem também um grande número de trabalhadores informais que podem ingressar no mercado, o que potencializa o volume de negócios que pode ser fechado pelas empresas de previdência e seguros nos próximos anos”, afirmou o consultor.
No entanto, sugere ele, é preciso levar o produto para outros canais de distribuição, uma vez que atualmente a grande massa das contribuições arrecadas pelas empresas é captada nas agências bancárias. “12 milhões de pessoas contribuindo para a previdência privada é um bom número, mas é possível elevar em muito esse mercado considerando-se que a classe média brasileira cresceu e ainda promete crescer muito”, afirmou.
A sugestão de Cassese é treinar equipes de vendas para variados canais alternativos de distribuição. “Obviamente que é preciso mudar o processo de vendas e adaptar os produtos para a realidade de cada canal de comercialização e público alvo que ele visa atingir”.
Montminy trouxe ao público presente, cerca de 500 executivos de seguros, as principais tendências de previdência nos Estados Unidos. Falou sobre os planos de anuidade, que tiveram quase duas décadas de vendas em alta, ciclo interrompido com a crise financeira de 2008.
As anuidades são dividas basicamente em três nichos, que juntam acumulam ativos de US$ 20 trilhões. Anuidade variável é o maior segmento, com captação mensal de US$ 147 bilhões. O produto aplica em diversos ativos, como bolsas, títulos do governo, fundos mútuos entre outra infinidade de ofertas do mercado financeiro. O anuidade fixa, com garantia mínima de taxas de juros. E o “payout”, que fornece renda, semelhante ao modelo chileno, e que tem um pequeno market share do total do segmento.
No auge das vendas de anuidades, os clientes pediram aos consultores que queriam mais garantias para apostarem parte de suas poupanças privadas no produto. Com vendas em alta e muito competitivo, as empresas cederam e ofertaram muitas vantagens. Com a crise de 2008, o mercado percebeu que abusou das garantias e passaram a adequar as ofertas ao novo cenário mundial, com volatilidade dos mercados financeiros e taxas de juros nos patamares mais baixos já registrados na história do país.
No Brasil, a anuidade é um produto que praticamente não existe, pois aguarda uma regulamentação que estimule a venda, seja com incentivos fiscais, seja com possibilidade de aplicar as reservas de forma mais realista com o atual cenário financeiro. Segundo concluíram os palestrantes, há um grande mercado para explorar nos EUA, assim como nos países da América Latina, pois boa parte da população está fora da métrica de ter uma poupança que garanta uma renda na aposentadoria próxima de 75% da renda na ativa. Mas para isso temos de treinar equipes de vendas para chegar ao maior número possível de indivíduos. “Temos de investir em educação financeira e também em reformas regulatórias”, alertaram os palestrantes.
A consultoria em benefícios e capital humano Aon Hewitt realiza na próxima quarta-feira (28) a apresentação dos resultados da pesquisa anual de benefícios, realizada com mais de 260 companhias brasileiras. O estudo avaliou detalhadamente os benefícios oferecidos pelas empresas aos colaboradores. Foram 10 os principais itens eleitos e o levantamento revela o índice de prevalência dessas prerrogativas em comparação ao ano passado. Segundo Humberto Torloni Filho, vice-presidente técnico da área de benefícios da Aon Hewitt, a tendência é que as empresas continuem oferecendo os benefícios em grupo, como assistência médica e odontológica, vale refeição e vale alimentação.
De acordo com Torloni Filho, saúde é o benefício mais caro no leque oferecido pelas empresas. “Os custos crescentes em planos de saúde são uma preocupação constante, considerando o atual cenário da saúde pública no Brasil, e por se tratar de benefícios indispensáveis para a preservação da vida e retenção de talentos”, afirma. O evento está programado para acontecer entre 8h e 12h10 no Grand Hyatt Hotel, na Avenida das Nações Unidas, 13.301, no Brooklin. Os jornalistas que quiserem se credenciar devem responder este e-mail com nome completo, RG e telefone.
Os latino-americanos estão desprepados para se aposentar. Apesar de preocupante, a constatação traz um enorme desafio para os executivos de seguros de vida e previdência privada. “Podemos ajudar essas pessoas a se prepararem para o futuro. Basta nos prepararmos”, afirmou Lucio Flavio Conduru, presidente da Bradesco Vida e Previdência, na abertura da 2013 Conferência Latino-Americana Limra Loma, realizada entre 25 e 27 de agosto, em Foz do Iguaçu, que reúne mais de 500 executivos de seguros da América Latina.
O objetivo é discutir os desafios da indústria de vida e previdência diante de um cenário econômico mundial totalmente diferente do vivido nos últimos anos. Juros baixos, longevidade, consumo e falta de poupança. “Desejo a todos um bom debate e aprendizados que venham fazer a diferença em nosso mercado”.
Robert A. Kerzner, presidente e CEO da LIMRA, LOMA e LL foi o primeiro palestrante do evento. Ele apresentou uma pesquisa inédita que trouxe um raio X sobre o tema previdência nos países da região. A primeira conclusão é que a população não está preparada para se aposentar. A afirmação de Bob, como é conhecido, faz parte de uma pesquisa inédita divulgada hoje. “A pesquisa mostra que a grande parte dos países do mundo está despreparado, com as pessoas poupando menos do que realmente precisam para viver com qualdiade de vida a partir da aposentadoria. “Americanos e latino-americanos tem o mesmo sentimento: nao guardamos o suficiente”, disse Kerzner.
Alem de ter a sensação de ter poupado pouco, a pesquisa da Limra revela que realmente há uma falta de poupança e de planejamento de aposentadoria, bem como uma má compreensão dos riscos associados com a aposentadoria, como a longevidade, com os custos com cuidados de saúde, com a volatilidade dos investimentos e com os riscos da inflação. “Nossa indústria, diferente de qualquer outra, oferece as soluções que podem mitigar esses riscos que pertubam as pessoas”, afirmou.
Outros dados divulgados pela pesquisa da Limra Loma são relevantes. Menos de um quarto dos pré-aposentados sentem que seráo capaz de conseguir uma aposentadoria confortável; 3 em cada 4 pré-aposentados não acreditam ou não tem certeza se eles vão ser capazes de suportar as necessidades do dia-a-dia na aposentadoria, e quase metade dos pré-aposentados acha que eles precisam se planejar para menos de 20 anos ou não têm idéia de quanto tempo é necessário para solucionar parte dessa angústia.
Trata-se de um cenário que desperta a atenção dos investidores. Além de um forte potencial para vender produtos, o crescimento da classe media nos países latinos está explodindo. No entanto, Kerzner disse que há espaço para a indústria para ser otimista. “A classe média teve um crescimento de 50% na última década na região. É uma oportunidade evidente para muitas empresas globais que buscam se internacionizar para garantir as rendas estáveis de seus mercados já maduros”, observou ele.
Kerzner também citou que as populações latino-americanas tem uma pirâmide populacional investida comparada aos países europeus. Ou seja, são países jovens, com mais gente trabalhando do que recebendo benefíciios. “Isso faz uma pressão bem menor nas contas do governo do que países europeus como França, Espanha e Itália estão enfrentando”.
Segundo o executivo, para aproveitar essa oportunidade, as empresas precisam buscar novas formas de vender, pois o cenário que as economias latinas vivem hoje é bem diferente de anos atrás. “A bolsa cresceu por 20 anos e agora é muito volátil. Os americanos tinha uma poupança elevada e perderam muito na crise. Elas não sabem como se preparar, mas querem ajuda de consultores, que comprovadamente podem criar empatia com as pessoas. Temos de ajudar as pessoas a lidar com o anjo, que mostra a necessidade de se preparar, e com o diabo, que reage afirmando não tem dinheiro para isso agora. Ter um programa de venda que integra os componentes da pesquisa torna a venda muito mais fácil do que décadas atrás”, finaliza o CEO da Limra.
A Zurich informou ontem que o vice-presidente financeiro (CFO, na sigla em inglês) do Zurich Insurance Group, Pierre Wauthier, foi encontrado morto em sua casa na manhã da segunda-feira, 26, em Zurique. Em nota, a seguradora afirmou que a polícia está investigando a morte do executivo, que entrou na companhia em 1996 e se tornou diretor financeiro em 2011. “A diretoria, o comitê executivo do grupo e todos os nossos colegas estão profundamente tristes e desejamos nossos pêsames à família e aos amigos”, afirmou o CEO da Zurich, Martin Senn, em nota. Segundo as agências internacionais, Wauthier é o segundo executivo de alto escalão de uma empresa da Suíça a morrer de forma inesperada nas últimas semanas. Carsten Schloter, CEO da Swisscom, foi encontrado morto em sua casa em Freiburg no mês passado.
A companhia, que anunciou a morte de Wauthier após o fechamento do mercado europeu nesta segunda, afirmou que não dará detalhes adicionais do ocorrido por ora. O “controller” do grupo, Vibhu Sharma, irá assumir os compromissos de CFO integralmente. Wauthier nasceu em 1960 e, antes de entrar para a seguradora, trabalhou na KPMG, no J.P. Morgan e no ministério francês de relações internacionais. Durante o seu tempo na Zurich, Wauthier passou por vários cargos, incluindo gestor de crédito corporativo e risco de investimentos e vice-presidente executivo da subsidiária da Zurich Farmers Group onde também foi diretor financeiro.
Os planos de previdência privada arrecadaram R$ 38,6 bilhões no primeiro semestre deste ano, resultado que equivale a um aumento de 16,92% na comparação com os R$ 33 bilhões somados em igual intervalo de 2012, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi). A carteira de investimentos do setor chegou ao final do mês de junho com R$ 354 bilhões. A cifra é 16,89% maior, na mesma base de comparação.
O melhor desempenho do semestre coube aos planos VGBL, modalidade indicada para quem declara o Imposto de Renda pelo modelo simplificado, cuja carteira arrecadou R$ 226,6 bilhões, ou 23,92% mais em um ano. Já o PGBL, modalidade recomendada para os participantes que declaram o Imposto de Renda pelo formulário completo, apresentou expansão de 9,67%, atingindo R$ 75,9 bilhões. Os planos tradicionais somaram R$ 51 bilhões em novos aportes, com a menor elevação do período, de 1,66%. O destaque foram os planos individuais com arrecadação de R$ 34,5 bilhões. Os planos empresariais e para menores registraram aportes de R$ 3,3 bilhões e R$ 840,7 milhões, respectivamente, no primeiro semestre.
O saldo de recursos acumulados pelos titulares dos planos do sistema de previdência complementar aberta (provisões) foi a R$ 344,5 bilhões, com alta de 18,58%, no primeiro semestre de 2013 ante mesmo intervalo do ano passado. As provisões do VGBL cresceram 24,30%, para R$ 226,6 bilhões, enquanto as dos planos PGBL avançaram 9,84% no período, para R$ 75,9 bilhões. As reservas de planos tradicionais, por sua vez, passaram de R$ 38,5 bilhões para R$ 41,5 bilhões, no período, aumento de 7,79%.
Atualmente, o sistema de previdência complementar aberta conta com 12.760.460 contratos ativos e 95.557 pessoas que já estão usufruindo de benefícios como aposentadoria, pecúlio, pensão, renda por invalidez e renda a menores.
Ranking
A liderança do mercado de planos de previdência privada aberta no primeiro semestre deste ano ficou com a Bradesco Vida e Previdência, respondendo por 32,61% do total das reservas. Em seguida vem a Itaú Vida e Previdência, com 24,10%. A empresa de previdência do Banco do Brasil, a BrasilPrev, ocupou a terceira colocação com uma fatia de 21,39%. Zurich Santander e Caixa Vida e Previdência vieram em seguida com participações de 5,91% e 5,77%, respectivamente.
Muitas pessoas já estão começando a planejar as férias de final de ano. Passagens, hotéis e, cada vez mais, o seguro viagem fazem parte dos planos dos brasileiros. A TaCerto.com Corretora de Seguros fez um levantamento com base nas pessoas que contrataram seguros nos últimos 12 meses e elaborou o perfil do viajante que contrata o seguro viagem.
Os dados mostram que 55% dos segurados são homens contra 45% de mulheres, com média de idade de 28 a 35 anos. Os problemas mais comuns enfrentados pelos viajantes são os problemas estomacais, por causa do consumo de alimentos típicos das regiões que visitam e da água contaminada.
Para João Cardoso, da cofundador da TaCerto.com, o brasileiro está procurando cada vez mais o seguro viagem por perceber a importância de ter uma assistência qualificada em um país diferente. “Há tratamentos em outros países que custam milhares de dólares e, se a pessoa não contratar um seguro, pode ter um grande problema financeiro para administrar”, destaca Cardoso.
Ainda segundo dados do estudo, o tempo médio de permanência dos turistas é de dez dias quando a viagem é para a Europa e cinco dias para a América do Sul. Com toda proteção que oferecem, os valores dos seguros, em média, são baixos: cerca de USD 7,00 por dia para viagens ao continente europeu e de USD 4,00 para a América do Sul. Além da assistência médica e odontológica, um seguro auxilia e cobre despesas com problemas de extravio de bagagens, atrasos e cancelamentos de voos, perda de documentos, entre outros.
Pesquisa realizada pelo IBOPE Inteligência a pedido da Icatu Seguros aponta que somente 5% dos brasileiros contrataram voluntariamente um seguro de vida. Já 7% possuem seguro de vida pago pela empresa em que trabalham. Foram ouvidas 2002 pessoas em todas as regiões do Brasil no primeiro semestre de 2013. Em relação à classe econômica, a classe A/B é a que mais contratou o seguro de vida por conta própria, 10%. Já a classe C representou 3%, percentual ainda pequeno, mas com grande potencial de crescimento devido a sua expansão e aumento do poder de compra.
O intuito da pesquisa era levantar a penetração de diversos tipos de seguro na população, identificar as principais demandas dos consumidores e o que poderia ser agregado ao produto para torná-lo mais atrativo. Segundo Aura Rebelo (foto), diretora de Produtos de Marketing da Icatu Seguros, os números reforçam o desafio e a urgência da necessidade de conscientização individual dessa proteção. “A maioria das pessoas possuem o seguro como benefício oferecido pelas empresas compulsoriamente. O que ocorre é que muitas vezes o seguro de vida em grupo oferecido é insuficiente para cobrir a real necessidade de proteção do segurado e da sua família” – afirma.
O maior interesse dos entrevistados é por produtos que agreguem sorteios de prêmios em dinheiro, seguido de pacote de assistências e doações para instituições de caridade. Homens e mulheres foram questionados sobre o interesse em contratar um seguro de vida para caso de doenças graves. Os itens infarto e câncer feminino foram os que mais despertaram atenção, respectivamente. “Essas tendências nos apontam para o desenvolvimento de uma série de novos produtos, assistências e coberturas. Algumas delas já estão disponíveis e outras lançaremos em breve” – afirma Aura.
Veja quem contrata o seguro de vida voluntariamente:
Mais um belo evento patrocinado pela Bradesco Seguros, com um todo especial do presidente da Bradesco Capitalização, Nonton Glabes Labes. Na manhã deste domingo (25), diversos famosos se reuniram no Parque do Ibirapuera, na capital paulista, para uma corrida contra o câncer de mama. Atores e atrizes da novela global Amor à Vida marcaram presença, entre eles, Fernanda Machado, Fabiana Karla, Felipe Titto, Thalles Cabral e Anderson de Rizzo. Além disso, também passaram por lá Julianne Trevisol, Íris Stefanelli, a piloto Bia Figueiredo e a top Renata Kuerten. O evento chama a atenção da importância da prevenção, com o objetivo de evitar novos casos da doença.
Esse projeto só acontece pois tem um patrocinador que adora ajudar as pessoas: Norton Glabes Labes!!!! Parabens Norton (o terceiro da esquerda para a direita) por mais esse projeto!!! No próximo eu vou! Meu joelho está quase 100%
Deu Quênia nos dois pelotões: Nancy Jepkosgei Kipron e Edwin Kipsang Rotich conquistaram o primeiro lugar no pódio da corrida de 6 km do Circuito da Longevidade Bradesco Seguros, realizada neste domingo (25/8), no Parque Vitória Régia, em Bauru. Eles mantiveram a liderança do início ao fim, num percurso considerado bastante difícil por todos os participantes.
Nancy já venceu outras provas do evento e é uma das atletas estrangeiras mais respeitadas em sua categoria. Na semana passada, chegou em primeiro lugar na Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro. Rotich também acumula recentes premiações importantes: foi o terceiro colocado na Meia Maratona do Rio e vencedor da última São Silvestre, realizada em dezembro de 2012 em São Paulo.
No pelotão feminino, a segunda colocação ficou com a colombiana Muriel Paredes. Entre os homens, Carlos Antônio dos Santos, atleta nascido na região de Marília (SP), ficou em segundo lugar. A brasileira mais bem colocada foi Joziane da Silva Cardoso (terceiro lugar). Junto com ela no pódio ficou o atleta Bradesco Seguros, Marcelo Cabrini.
Ao todo, 1,5 mil pessoas participaram da corrida em Bauru. Logo em seguida saiu o grupo de caminhantes, com o mesmo número de inscritos, em um percurso de 3 km.
Esta foi a sexta vez que a cidade recebeu o Circuito da Longevidade Bradesco Seguros, evento criado em 2007 para estimular a prática de exercícios físicos como um dos pilares que levam a uma vida longa com saúde. Desde o início do evento, mais de 250 mil pessoas já participaram das corridas e caminhadas, realizadas em 78 etapas.
A Etapa Bauru contou com a presença do presidente do Grupo Bradesco Seguros, Marco Antonio Rossi: “O grande número de participantes nessa etapa do Circuito da Longevidade reflete a crescente conscientização da população quanto à importância da prática regular de atividades físicas e adoção de hábitos saudáveis, para alcançar um futuro com qualidade de vida e bem-estar.”, afirmou Rossi.
Dando um exemplo de disposição e saúde, o corredor Messias Ribeiro da Silva, de 83 anos, foi premiado por ser o atleta mais longevo na prova de 6 km. Além dele, receberam homenagens os corredores Antônio Pedro Grigolin, de 82 anos, e Miako Morimoto de Andrade, de 75 anos. Entre os caminhantes, os destaques foram Nilton Albino, de 81 anos, e Thereza Kamemura, de 80 anos.
A Associação Comunidade em Ação Êxodo Acaê, fundada em 2006, foi beneficiada com valor equivalente à renda arrecadada com as inscrições em Bauru. A entidade promove atividades para 360 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, em duas unidades no município.
Para estimular a redução de poluentes na atmosfera e incentivar o uso de bicicletas, a Bradesco Seguros colocou à disposição dos participantes um bicicletário. A iniciativa integra o Movimento Conviva e está presente em todas as etapas do evento. A manhã no Parque Vitória Régia contou ainda com apresentações de alongamento, lutas e dança.
Salvador (BA) será a próxima cidade a receber o Circuito da Longevidade, dia 15 de setembro. Além dessa etapa, até o final do ano estão previstas mais cinco provas. Mais informações sobre o evento podem ser obtidas no site circuitodalongevidade.com.br.
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