Bradesco Seguros e Swiss Re Corporate Solutions lançam linha de seguro de responsabilidade civil para 11 profissões 

Fonte: Swiss Re

Após o lançamento do Seguro Engenharia – Construção e Reforma, a Bradesco Seguros e a Swiss Re Corporate Solutions apresentam, por meio de sua joint venture, a cobertura de Responsabilidade Civil Profissional para 11 áreas de atuação, incluindo profissionais e instituições da saúde, advogados, arquitetos e engenheiros, contadores e auditores, entre outras.

Destinados a Pessoas Físicas e Jurídicas, os novos seguros de Responsabilidade Civil oferecem proteção financeira e defesa da reputação profissional, resguardando profissionais e empresas contra prejuízos significativos e possíveis ações legais decorrentes de falhas na prestação de serviços. Esses produtos foram desenvolvidos para garantir uma experiência ágil e eficiente, permitindo cotação e contratação de forma 100% digital, sem necessidade de envio de documentos. 

Além disso, os seguros são personalizados de acordo com a área de atuação. Por exemplo: um escritório de advocacia que contrata o Seguro de Responsabilidade Civil para Advogados protege não apenas a empresa, mas também todos os profissionais que nela atuam. 

Com coberturas desenhadas sob medida pela Swiss Re Corporate Solutions, a joint-venture consegue atender às necessidades reais do mercado, garantindo proteção contra imprevistos e promovendo a continuidade dos negócios. “Seguimos no nosso compromisso de seguir inovando e ampliando nossa oferta de produtos digitais, dando acesso a soluções de seguros que ofereçam proteção, previsibilidade e confiança para quem mais precisa, pequenas empresas e profissionais liberais”, ressalta Guilherme Perondi, presidente da Swiss Re Corporate Solutions.

Para Ney Dias, diretor presidente da Bradesco Auto/RE, a criação de uma linha de soluções de seguros voltada para diversas profissões representa um grande avanço na proteção e no desenvolvimento sustentável do mercado. “Cada atividade profissional possui riscos e desafios específicos, e oferecer produtos customizados garante que empresas e trabalhadores tenham a segurança necessária para operar com tranquilidade. Além de mitigar riscos financeiros, essa abordagem fortalece a economia ao proporcionar mais estabilidade para profissionais liberais, autônomos e empresas de diversos setores”, explica o executivo que acrescentou: “Esse tipo de proteção já é muito contratada em países mais maduros. E, para o corretor, representa mais uma oportunidade de atendimento das necessidades completas de seus clientes”.

Os valores de garantia da apólice podem chegar a R$1 milhão para pessoas físicas e jurídicas que faturam até R$50 milhões por ano. A cobertura abrange reclamações feitas durante a vigência da apólice ou no período adicional, para pagar danos causados por eventuais falhas nos serviços prestados.

Soluções disponíveis:

1. Administradores e corretores de imóveis
Para empresas e profissionais do setor imobiliário, cobrindo custos de defesa, ressarcimento de prejuízos financeiros, quebra de sigilo profissional e extravio, furto ou roubo de documentos.
2. Advogados
Para empresas e profissionais do Direito, abrangendo honorários advocatícios, perdas financeiras, ressarcimento de prejuízos e cobertura para acordos judiciais ou extrajudiciais.
3. Arquitetos e Engenheiros
Para empresas e profissionais de arquitetura e engenharia, cobrindo perdas financeiras por erros em projetos, fiscalização e execução de obras, além de custos de defesa.
4. Agentes de viagem e entretenimento
Para organizações e profissionais especializados em viagens e eventos, incluindo cobertura para custos de defesa, ressarcimento de prejuízos e proteção contra extravio de documentos.
5. Contadores e Auditores
Para profissionais e empresas contábeis, abrangendo custos de defesa, ressarcimento de prejuízos, quebra de sigilo profissional e proteção contra extravio de documentos.
6. Notários e Oficiais de Registro
Para instituições e profissionais que lidam com contratos e registros, oferecendo cobertura similar a outras categorias.
7. Profissionais da Saúde
Para empresas e profissionais de diversas especialidades da saúde, cobrindo indenizações por danos materiais, estéticos, corporais e morais, além de custos de defesa.
8. Serviços Científicos
Para empresas, pesquisadores e consultores, protegendo contra riscos associados a erros em experimentos, falhas metodológicas e interpretação de dados.
9. Consultoria Empresarial
Para empresas e consultores de estratégia e gestão, cobrindo custos de defesa, ressarcimento de prejuízos e proteção contra quebra de sigilo e extravio de documentos.
10. Serviços de Mídia
Para empresas e profissionais da comunicação, cobrindo erros, omissões e falhas no setor, além de custos de defesa e ressarcimento de prejuízos.
11. Serviços de Tecnologia
Para empresas e profissionais de TI, cobrindo falhas na implementação de sistemas, custos de defesa, ressarcimento de prejuízos, quebra de sigilo e extravio de documentos.

BVIX Seguradora comemora seu 1º. Aniversário e anuncia Edson Calheiros como CEO

Cerca de 200 pessoas, entre parceiros de negócios, colaboradores, corretores de seguros, resseguradores, prestadores de serviços e demais profissionais do mercado segurador marcaram presença nesta terça-feira, 6, no Espaço Bisutti Zero Onze, em São Paulo. No evento, que teve caráter festivo, a diretoria da BVIX recepcionou os convidados e fez os cumprimentos de praxe. O diretor de Planejamento Estratégico e Comercial da seguradora, Ed de Almeida Carlos, exibiu vídeos que destacaram os fatos mais relevantes do primeiro ano de atuação da companhia.

A seguradora apresentou Edson Calheiros como seu CEO, que agradeceu o empenho de toda a diretoria para que a BVIX alcançasse posição de destaque no setor. E enalteceu o papel indispensável do canal de distribuição: “Você, corretor de seguros, pode ter a certeza de que a BVIX está de portas abertas para recebê-lo. Por meio desta parceria, já alcançamos R$ 30 milhões em produção. Isso é um recorde”.

Calheiros atribuiu os bons resultados obtidos no primeiro ano de atuação dada a performance multilinha e a parceria com o mercado de resseguros. “Quando fomos nos apresentar ao mercado internacional (Miami – EUA), todos os resseguradores nos receberam muito bem. Temos firmado bons contratos”, ressaltou. 

Trajetória – A BVIX, desde a sua fundação, em maio de 2024, vem investindo em várias frentes, desde a criação de soluções inovadoras para seguros inclusivos a produtos corporativos de grande alcance. “O mercado é feito de parcerias e, por isso, começamos a trabalhar em novas frentes”, apontou Ed Carlos, ao revelar que a seguradora irá operar em seguro-viagem, garantia e linhas financeiras. Em sua visão, o seguro precisa ser mais próximo das pessoas, ser justo e humano.

Os acionistas da companhia, Edis e Marlon Amaral, lembraram da trajetória vitoriosa da BVIX. “Estamos orgulhosos com esse aniversário. O nosso papel é democratizar o acesso ao seguro, sobretudo, ao vislumbrar o tamanho deste mercado”, declarou Edis. Já Marlon considera a seguradora como um “projeto vitorioso”, cuja equipe diferenciada é fator relevante para a expansão da seguradora.

“Nós assumimos o desafio de construir uma empresa grande desde o seu nascimento. Sabemos que é um trabalho árduo, mas precisamos ser muito estratégicos neste objetivo”, destacou o diretor administrativo da BVIX, Matheus de Freitas Assunção. “Agradeço à equipe da BVIX, aos corretores e acionistas que acreditaram no seu potencial desde o início. O primeiro ano foi fantástico”, afirmou Marcelo Vieira, CEO da OWTS Holding e cofundador da BVIX.  O diretor financeiro e controller da companhia, Luis Artur, acrescentou: “Relembrar a montagem da equipe até a execução dos projetos neste primeiro ano é algo muito prazeroso”.           

Parcerias estratégicas – A BVIX celebrou parcerias de negócios com importantes corretoras, o que a tornou ainda mais competitiva no mercado. “É fundamental crescer com a BVIX, oferecendo soluções diversificadas. E o mais importante: atuar de forma consistente do Norte ao Sul do País”, afirmou Cristiano Schweizer, diretor comercial e técnico da Ouroseg Corretora de Seguros. Segundo, José Leão, CEO da BMS Re, “Nossa parceria em apoiar a BVIX desde o início de suas operações, foi fundamental ao ajudar na constituição da estrutura de resseguro que viabiliza sua atuação nas diferentes linhas de negócios.”

“A BVIX tem sido uma grata surpresa para o mercado segurador, ao oferecer soluções que o mercado realmente estava necessitando”, acrescentou Rogério Bruch, CEO do Grupo Fetra. O head de subscrição da Beyond Seguros, Sandro Povegliano, elogiou o trabalho conjunto com as linhas de negócios de P&C, “Do ponto de vista da aceitação de riscos e de uma subscrição especializada, o trabalho com a BVIX tem sido exemplar.”

Para mitigar impactos do cenário tarifário, as empresas devem construir cadeias de suprimentos resilientes

O cenário tarifário global, em rápida mudança, provavelmente, impactará as cadeias de suprimentos agrícolas, de manufatura e de energia na América Latina, de acordo com análises da Marsh McLennan (NYSE: MMC), líder global em risco, estratégia e pessoas. Segundo a empresa, em meio a essa crescente volatilidade e incerteza, as organizações que conseguem entender rapidamente as implicações dos riscos tarifários emergentes podem buscar novas oportunidades de negócios e maior resiliência.

“As cadeias de suprimentos globais estão sofrendo pressão significativa devido a uma série de mudanças políticas implementadas por governos em todo o mundo. Apesar dos níveis atuais de volatilidade da cadeia de suprimentos, as organizações na América Latina — especialmente aquelas nos setores de agricultura, manufatura e energia — podem obter maior segurança adotando uma abordagem proativa e estratégica em relação aos riscos”, comenta Carlos A. Rivera, CEO da Marsh McLennan para a América Latina e o Caribe.

As análises da Marsh McLennan se concentram no impacto dos aumentos de tarifas comerciais sobre organizações latino-americanas, detalhando como elas podem proteger e fortalecer suas cadeias de suprimentos.

As medidas de mitigação de riscos, de acordo com a empresa, devem incluir o monitoramento do impacto dos riscos da cadeia de suprimentos por país, componente ou produto, usando ferramentas em tempo real com tecnologia geoespacial/IA; a construção de mapas de exposição da cadeia de suprimentos; a identificação de vulnerabilidades ocultas ou novos riscos em mercados alternativos; a simulação de cenários financeiros e seu impacto no fluxo de caixa; e a atualização dos planos de contingência organizacionais.

Gerardo Herrera, Líder Regional de Consultoria de Riscos da Marsh, explica o aumento das tarifas é apenas uma parte da incerteza do cenário econômico global. “É vital que as organizações na América Latina avaliem suas operações e busquem diversificação para mitigar riscos futuros. Construir cadeias de suprimentos resilientes não é apenas uma medida defensiva, mas uma estratégia para inovação e crescimento sustentável”, diz.

Ele explica que através do Sentrisk — que usa inteligência artificial para mapeamento da cadeia de suprimentos e imagens geoespaciais de satélite, a Marsh McLennan auxilia organizações na avaliação de suas exposições na cadeia de suprimentos e no desenvolvimento de estratégias que não apenas mitigam os impactos imediatos, mas também fortalecem suas posições de longo prazo. “As avaliações de risco abrangentes do Sentrisk fornecem análises detalhadas de vulnerabilidades de risco, categorizando-as em níveis baixo, médio e alto. Eles também oferecem alertas sobre interrupções perto de ativos críticos, bem como acesso a serviços de consultoria de risco que abrangem eventos naturais, geopolíticos, climáticos e de reputação.”

“Com o Sentrisk, as empresas podem obter mais insights para embasar sua estratégia. Com informações sobre onde estão os riscos em sua cadeia de suprimentos, eles estarão mais bem preparados para antecipar riscos em resposta a eventos globais e tomar medidas proativas antes que ocorram interrupções nos negócios”, acrescentou Herrera.

Capitalização arrecada R$ 5,09 bilhões no primeiro bimestre

Fonte: Fenacap

A Capitalização fechou o primeiro bimestre de 2025 mantendo o ritmo de crescimento verificado pelo segmento no último ano, com arrecadação de R$ 5,09 bilhões. O valor representa um aumento de 6% em relação ao mesmo período de 2024, como mostram os dados mais recentes da Superintendência de Seguros Privados (Susep), analisados pela Federação Nacional de Capitalização (FenaCap). Para a entidade, os produtos de Capitalização estão se tornando cada vez mais conhecidos pelas pessoas e empresas. 

“Os números refletem o papel estratégico da Capitalização no fortalecimento da economia nacional. O desempenho positivo de diversas modalidades reforça a confiança dos consumidores e evidencia a versatilidade do setor em atender diferentes necessidades de empresas, com segurança e credibilidade”, afirma o diretor-executivo da FenaCap, Natanael Castro. Ele lembra que, dentre as modalidades de Capitalização, há aquelas direcionadas ao público final, com estímulo à formação de reserva financeira e ainda o uso dos Títulos de Capitalização como garantia, em substituição ao fiador na locação de um imóvel ou para execução de serviços, como obras e contratos. 

Já para empresas, destaca o executivo, os títulos podem ser utilizados para ações de relacionamento, retenção e fidelização de clientes, no caso da modalidade de Incentivo, e até para contratação de obras públicas e licitações. “A Capitalização traz soluções para qualquer segmento da economia, contando com o aspecto lúdico dos sorteios. Como um importante estímulo para geração de riqueza do país, o segmento tem se tornado cada vez mais conhecido pelos brasileiros, que enxergam nos títulos uma ferramenta de disciplina financeira e a possibilidades de fazer negócio com transparência e normas regulamentadas”, explica Natanael.

Modalidades em destaque

Os resultados da Capitalização também seguem expressivos no que diz respeito aos sorteios: foram pagos R$ 340 milhões à sociedade, um incremento de 10,1% na comparação com o mesmo período do ano passado. Já os resgates somaram R$ 4 bilhões nos dois primeiros meses deste ano. Isso significa mais recursos incorporados na economia brasileira, um valor que faz diferença para o consumo das famílias. 

Importante ferramenta de disciplina financeira, utilizada por pessoas físicas que buscam uma reserva financeira para imprevistos ou realização de um sonho, os Títulos de Capitalização da modalidade Tradicional seguem tendência de alta, sobretudo pela chance de concorrer a prêmios nos sorteios: no primeiro bimestre a arrecadação foi de R$ 3,8 bilhões, um aumento de 7% se comparado ao ano anterior. 

Em relação à Filantropia Premiável, produto em que o consumidor cede o direito ao resgate e faz uma doação para instituição de apoio social, a receita chegou a R$ 652 milhões. A confiança da população nesta modalidade permitiu o repasse de R$ 382 milhões a entidades filantrópicas, alta de 6,4%. Com o envio desses recursos a instituições de todo o país, milhares de pessoas em situação de vulnerabilidade social podem receber atendimento em áreas prioritárias como saúde e educação.

O Instrumento de Garantia é outra modalidade que se destacou no período, com resultado de R$ 612 milhões. Esta é uma opção para clientes que buscam, por exemplo, uma alternativa à figura do fiador ao negociar o aluguel de um imóvel ou até na contratação de serviços, como garantia para a sua execução. 

O balanço também apresenta um panorama do desempenho da Capitalização por região do país:

MetLife leva corretores de seguros ao Atacama e reforça parceria do programa Be Private

No meio das montanhas avermelhadas e do céu cristalino do deserto do Atacama, no Chile, Ramon Gomez, vice-presidente comercial da MetLife, recebeu cerca de 35 dos maiores corretores da seguradora com seus acompanhantes para mais uma edição do Be Private, programa que já virou tradição no calendário da empresa e na agenda dos corretores de seguros, um dos principais canais de distribuição da filial brasileira da maior seguradora de vida dos Estados Unidos e uma das principais do Brasil no segmento vida e dental.

“No Peru, no ano passado, levamos vocês para apreciarem as conquistas dos homens, desnudando as maravilhas do império Inca. Desta vez, queremos que vocês apreciem os feitos de Deus neste lugar incrível e percebam que somos parte de algo muito maior. O privilégio desta constelação envolve magia, cosmos e mistérios”, disse o sempre irreverente e carismático Ramon na abertura do evento.

A viagem também é uma oportunidade para reforçar laços, discutir estratégias e celebrar conquistas junto aos principais porta vozes, como o CEO Breno Gomes, Luiz Gevaerd (Geva), diretor de planejamento comercial, e os “guardiões” do canal corretor: Gustavo Toledo, diretor comercial, Gabriela Geesdorf, diretora regional Sul, e Alessandra Castellano, diretora comercial da MetLife no Rio.

Definitivamente, a viagem dos corretores Be Private não é um encontro comum: é uma experiência única. Vai muito além de uma simples viagem de incentivo. É sempre parece que será difícil que a próxima viagem supere a atual, mas cada ano todos se surpreendem. Foi assim nas últimas quatro edições (Amazônia, Fernando de Noronha, Peru/Machu Picchu e agora Deserto do Atacama) que o Sonho Seguro participou. A Motivation Travel, agência parceira da MetLife na realização destes eventos, realiza todas as ideias da equipe de Ramon, que tem em mente instigar o desenvolvimento da alma.

Com uma agenda de tirar literalmente o fôlego, todos foram envolvidos em uma experiência profunda, encantadora e até hipnotizante. Mergulhados em cada detalhe do Atacama, desde os primeiros raios do sol iluminando o deserto até o vapor quente dos Geyser del Tatio, os convidados foram instigados a repensar a forma como encaram os desafios diários. Diga-se de passagem, são muitos neste ano de 2025. Tanto para seguradoras, com adaptações a novas regras regulatórias, como para corretores, muitos em busca de empreender, desenvolver a sucessão ou até mesmo validar um processo de fusão ou aquisição para ganhar mais escala.

Como escreve Rafael Baltresca no livro O poder é seu — um dos presentes entregues pela MetLife aos convidados no final do evento — fomos treinados a lidar com situações que exigem processos racionais, mas muitas vezes negligenciamos os emocionais. “Quem somos nós? Somos uma energia. Somos uma vibração. O nome, o trabalho e até o corpo podem ir embora. A vibração fica. Se aceleramos a matéria, ela vira energia. Se aceleramos a energia, ela vira espírito. E se somos espíritos, chegamos perto de Deus”, escreve Baltresca, que também é mágico, engenheiro, psicoterapeuta e empreendedor, além de comandar o canal Hipnólogo, com mais de 600 mil inscritos.

O resultado foi exatamente o prometido nos três vídeos enviados dias antes da aventura começar: “Quando a sua mente se abre para o novo, ela nunca volta para o seu tamanho original. Prepare-se para permitir que sua mente mergulhe em algo maravilhoso”. O objetivo foi concluído com sucesso, de acordo com relatos de boa parte dos convidados ao final da viagem, confiantes de que a MetLife segue comprometida a entregar aos corretores e segurados tranquilidade, confiança e acima de tudo respeito com soluções de vida, dental e previdência.

Com 16 anos de experiência no mercado de seguros e conhecido por seu estilo próximo, direto e carismático, Ramon compartilha nesta entrevista bastidores do programa, reflexões sobre as mudanças no trabalho e no consumo de seguros, além de revelar os caminhos que a MetLife está trilhando para seguir crescendo no Brasil, especialmente entre pequenas e médias empresas. Ele também fala sobre as decisões que tornam o Be Private um evento único — capaz de transformar corretores em parceiros ainda mais engajados. Confira abaixo os principais trechos da entrevista:

Como são definidos os destinos das viagens do Be Private e por que o deserto do Atacama foi escolhido este ano?
Desde o início, a ideia sempre foi escolher destinos diferentes, que fugissem do lugar comum. Não queríamos entrar na disputa de orçamentos com gigantes e suas viagens tradicionais, mas sim apostar em experiências únicas, que os corretores têm vontade de conhecer, mas talvez nunca coloquem na lista de viagens pessoais. Já cogitamos Disney, Paris, Istambul, mas escolhemos o Atacama como uma forma de proporcionar algo especial. Eu me envolvo pessoalmente no processo, inclusive escrevendo as cartas enviadas aos premiados. Para nós, esses eventos não são só comerciais — tratam de confiança, parceria e construção de uma relação verdadeira.

Quantos corretores participam do Be Private 2025 e como esse grupo evoluiu ao longo dos anos?
A MetLife tem cerca de 6 mil corretores no total. Dentro desse universo, o Private reúne os top 75 — são profissionais com maior produção e integração, que demandam mais atenção. Depois temos o Exclusivo (cerca de 150 a 160 corretores), o Especial (um grupo menor) e, por fim, cerca de 3 mil corretores atendidos pela filial digital, que funciona como um berçário para futuros upgrades. Quem sobe de segmento passa a ter acesso a benefícios diferenciados, não apenas viagens, mas pacotes de marketing, comissões e produtos exclusivos.

O que os corretores mais valorizam para permanecer no topo?
Eles não querem perder as vantagens, que vão desde comissões melhores até verba de marketing personalizada, brindes exclusivos e importância segurada diferenciada. Eles entendem o valor da proposta e lutam para subir de nível. Este ano, criamos o programa Fest Pass: ao trazer uma apólice nova, o corretor já pode virar Private no primeiro ano, desde que atinja o corte de produção necessário.

Como a MetLife apoia os corretores na venda de seguros de vida e planos odontológicos, especialmente em tempos de transformação digital?
Nosso foco é desenvolver o canal. Não basta ensinar como vender dental ou vida; queremos que os corretores entendam macroeconomia, inteligência artificial, tendências de mercado. Investimos nisso todo ano, com iniciativas como o MetLife On Conecta. Temos especialistas dedicados para diferentes perfis de negócio — affinity, PME, grandes contas — e essa especialização nos impede de ser superficiais. Quando erramos, corremos atrás, porque não estamos acostumados a ter problemas de pós-venda. Isso ajuda muito na retenção dos corretores, que têm como principal propósito cuidar de seus clientes. E é para isso que nos dedicamos de corpo e alma: ofertar produtos e serviços que realmente agreguem valor a todos.

Quais lançamentos marcaram o último ano e o que vem por aí?
Destaco a transformação do dental em uma unidade de negócios independente, com gente muito experiente, olhando rede, produto, precificação. Também estamos evoluindo no uso de inteligência artificial em ferramentas como cotadores. O mercado de PME já representa cerca de 50% das vendas no canal corretor, o que é um salto significativo. Há oportunidades imensas para cobrir lacunas deixadas por planos de saúde e oferecer produtos como vida, assistência para doenças graves e apoio em saúde mental, especialmente para pequenas empresas, que muitas vezes não têm cobertura estruturada.

Como a MetLife trabalha a personalização dos produtos?
Estamos construindo um ecossistema de benefícios, não apenas soluções isoladas. Queremos atender as empresas em suas necessidades reais, ajudando-as a gerir riscos como saúde mental, que já virou problema laboral no Brasil. A legislação brasileira, especialmente a Lei nº 14.831/2024 e a atualização da NR-1 (Norma Regulamentadora nº 1), estabelece a obrigatoriedade de as empresas promoverem a saúde mental de seus trabalhadores. Isso inclui a implementação de medidas para identificar e mitigar riscos psicossociais no ambiente de trabalho, com o objetivo de prevenir afastamentos e promover um ambiente mais saudável. E isso é algo que o setor de seguros sabe fazer. Estamos atentos, e os corretores de seguros têm um grande espaço como consultores das empresas neste desafio que passou a valer em maio. Isso exige uma abordagem holística e produtos que façam sentido para empresas de diferentes portes, e estamos debruçados sobre como apoiar nossos corretores neste tema.

O Brasil ainda oferece muitas oportunidades. O que falta para crescer mais, especialmente em um cenário com menos CLT?
O mundo do trabalho está mudando, e acompanhamos isso de perto. Hoje, por exemplo, temos uma apólice para o iFood que liga e desliga conforme as entregas — algo impensável há alguns anos. A pandemia acelerou discussões sobre flexibilidade, e quanto mais qualificada a mão de obra, mais exigente ela será. O mercado de PME já tem mais de 11 anos para nós, mas o movimento importante foi construir uma distribuição sólida. Hoje este segmento já representa cerca de 50% das vendas pelo canal corretor. Não dependemos de um ou dois grandes parceiros: nossas vendas são muito dispersas, o que nos dá resiliência. Também estamos vendo uma troca geracional no mercado, com startups trazendo ideias novas, facilitando processos e nos ajudando a entregar a melhor jornada para corretores e clientes.

Você tem uma relação próxima com os corretores. Qual é o segredo para manter essa conexão forte, mesmo com o crescimento das metas e operações?
Eu começo sempre pela confiança. São 16 anos no mercado, e o que mais levo comigo são as pessoas que conheci. Trato todos com franqueza: se algo não é possível, digo diretamente, sem enrolação. E eu adoro o que faço. Tenho uma equipe que compra essa filosofia, então, honestamente, é muito difícil dar errado. Seguimos a filosofia do no surprise: cada lado sabe o que esperar, e isso mantém o relacionamento saudável.

Chubb e Vivo firmam parceria para oferta de seguro residencial

chubb leandro martinez

A Chubb, líder mundial em seguros, e a Vivo, líder em telecomunicações do Brasil, firmaram acordo para levar aos clientes da operadora uma oferta de seguro residencial alinhada às suas necessidades de proteção e com fácil contratação. A novidade já está disponível para contratação no app Vivo e nas cerca de 1,8 mil lojas da marca em todo o país.

O lançamento deste seguro mostra-se bastante acertado, segundo os resultados de um estudo realizado pela Chubb recentemente. Em consulta a 3.150 entrevistados, cerca de 85% dos brasileiros afirmaram ser importante contar com um seguro para proteger o patrimônio familiar contra riscos aos quais suas casas estão expostas. Apesar dessa percepção de relevância, apenas 24% afirmam ter contratado um seguro residencial.

“Estamos felizes em poder disponibilizar essa proteção aos milhões de clientes da Vivo, uma das marcas mais conhecidas no Brasil”, diz Vanessa Delly, Vice-presidente Consumer Lines da Chubb Brasil. “Buscamos aproximar os seguros das famílias brasileiras para que possam proteger seus bens e seu lar. A disseminação da cultura do seguro, proteção e estabilidade financeira é nossa prioridade e, embora tenhamos avançado, ainda há um longo caminho a percorrer e a parceria com players tão relevantes quanto a Vivo certamente ajuda a acelerar esse processo”, completa a executiva.

“A Vivo se posiciona como uma empresa de tecnologia que, além de oferecer excelente conectividade, presta serviços em outras áreas, como é o caso das soluções financeiras que oferecemos sob a marca Vivo Pay. Nosso portfólio diversificado vai de empréstimo pessoal a consórcio de celular, passando por antecipação de FGTS, parcela PIX e seguros para celular e tablet. A parceria com a Chubb é estratégica para complementar e ampliar nossa oferta em um segmento tão estratégico, no qual registramos receitas de R$ 461 milhões em 2024, evolução de 14,5% na comparação anual”, afirma Leandro Coelho, diretor da Fintech da Vivo.

Desenhados em parceria pelas equipes da Vivo e da Chubb, os planos de Seguro Residencial foram concebidos considerando as necessidades e especificidades dos perfis de clientes da operadora. Entre as soluções agregadas às apólices estão coberturas voltadas a atender as demandas do brasileiro. A concepção do seguro e toda sua operacionalização, do processo de disponibilização da oferta nos canais da Vivo, passando pela contração e envio de apólices, até o atendimento a sinistros, foram viabilizados graças ao Chubb Studio, plataforma de integração tecnológica da Chubb que permite a oferta de seguros de forma ágil e segura por parceiros da companhia em suas próprias plataformas.

Pesquisa: Segurança e Proteção: O que os latino-americanos protegem em suas casas”

O estudo “Segurança e Proteção: O que os latino-americanos protegem em suas casas”, realizado pela Chubb, revelou que, ao serem questionados sobre o que mais desejam proteger em suas residências, 55% dos brasileiros apontaram os documentos pessoais como principal preocupação, seguidos da proteção da estrutura e construção (50%), equipamentos eletrônicos (42%) e eletrodomésticos (39%). No entanto, no momento de contratar um Seguro Residencial, as prioridades mudam: a proteção da estrutura e da construção se torna a principal consideração para 78% dos entrevistados. O estudo também indicou que, para 85% dos brasileiros, um seguro existe para proteger contra os riscos aos quais as residências estão expostas. No entanto, apenas 24% afirmam ter contratado um seguro residencial.

Receios em deixar a residência quando viaja

O estudo também abordou o receio das pessoas ao deixar suas residências sozinhas, seja por conta de viagens de férias ou a trabalho. Aproximadamente 60% dos entrevistados se disseram “muito preocupados” ou “bastante preocupados” com o tema. Quanto às estratégias que os brasileiros utilizam para proteger suas residências, 64% confiam a segurança a terceiros, 32% instalaram câmeras de segurança e apenas 18% optaram por contratar um seguro para sua casa enquanto estão viajando.

Metodologia

Os resultados se baseiam em uma pesquisa online quantitativa com entrevistados maiores de 18 anos, acesso à internet e previamente registrados, realizada pela Artool SPA. A pesquisa foi aplicada na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México, Panamá, Peru e Porto Rico, totalizando 3.150 participantes (350 pessoas por país), gerando uma margem de erro de cerca de 1,7%, considerando a máxima variação e um nível de confiança de 95%, simulando uma amostra probabilística.

Uma opção para cada necessidade

O cliente Vivo pode escolher entre três tipos de seguro residencial, todos com acesso a serviços de assistência 24 horas, incluindo chaveiro, encanador, eletricista e vidraceiro. O seguro é pago em parcelas mensais, cobradas na fatura do serviço de telecomunicações. A contratação é feita de forma rápida e fácil, pelo aplicativo Vivo, na aba Vivo Pay.

• O plano Proteção Essencial, o mais acessível – R$ 13,90/mês -, é ideal para imóveis de até 49 metros quadrados e atende às demandas dos proprietários de apartamentos compactos, que chegaram para ficar nos grandes centros urbanos do país. Oferece cobertura contra incêndio, perda de aluguel, danos elétricos e de roubo e furto qualificado.

• O plano Proteção Padrão foi desenhado para imóveis de, aproximadamente, 50 a 100 metros quadrados e oferece as mesmas coberturas, mas com limites de indenização maiores. Sua mensalidade é R$34,90/mês.

• O plano Proteção Completa, concebido para imóveis com mais de 100 metros quadrados, garante até R$ 1 milhão na cobertura de incêndio, R$ 100 mil para cobertura de vendaval e R$ 50 mil para perda de aluguel, além de R$ 5 mil para danos elétricos e o mesmo valor para roubo e furto qualificado. Na lista de serviços de assistência 24 horas, os segurados desta última opção contam também com reparo de eletrodomésticos e de aparelhos de ar-condicionado. O valor deste plano é R$85,90/mês.

It’sSeg anuncia Marcel Giacon como diretor comercial

marcel giacon, head comercial

A It’sSeg, vinculada à Acrisure, anuncia a chegada de Marcel Giacon como diretor comercial de benefícios corporativos, varejo e do Canal It’s Brokers.

O executivo é graduado em Ciências da Computação pela FASP, e especialização em Seguros e Previdência pela FIA/ USP. Possui 22 anos de experiência, acumulando passagens por Bradesco Seguros, Assurant e Faifax, entre outras.

Marcel traz em sua bagagem conhecimento em integração de vendas, digitalização de canais, desenvolvimento de produtos e construção de parcerias.

Seguradoras são obrigadas a indenizar chilenos pela não entrega de GPS

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Cerca de 400 mil consumidores no Chile vão receber indenizações após acordo judicial firmado entre o Sernac (Serviço Nacional do Consumidor) e as seguradoras HDI Seguros e Seguros Generales Suramericana (SURA). O motivo, segundo reportagem da CNN Chile, foi o descumprimento de cláusulas contratuais que previam a entrega gratuita de dispositivos GPS ao contratar ou renovar seguros automotivos — prática exigida pela Lei Antiportonazos, em vigor no país desde 2019.

Segundo o Sernac, o acordo beneficia clientes que não receberam o equipamento ou que tiveram atrasos significativos. No caso da HDI, serão 251 mil consumidores indenizados, totalizando cerca de 771 milhões de pesos chilenos. A SURA pagará 522 milhões de pesos a 148 mil clientes. Somados, os acordos ultrapassam 1,3 bilhão de pesos chilenos, cerca de R$ 7,4 milhões.

Além disso, as seguradoras terão de pagar mais de 13,7 milhões de pesos cada uma ao governo, como parte da sanção aplicada. Para consumidores que formalizaram reclamações diretamente ao Sernac, haverá ainda compensações adicionais.

Os valores individuais variam conforme o tipo de falha no serviço e podem chegar a até 9.600 pesos chilenos (aproximadamente R$ 55) por pessoa. As seguradoras são obrigadas a notificar os beneficiados por e-mail e disponibilizar uma ferramenta online para consulta com o número de identidade (RUT). Os pagamentos serão realizados por transferência bancária e podem levar até dois meses após o envio dos dados pelo consumidor.

A Lei nº 21.170 (Antiportonazos) estabelece que as seguradoras devem fornecer, sem custo adicional, dispositivos GPS instalados pelo proprietário ao contratar seguro automotivo. Em setembro de 2021, o governador de Santiago, Claudio Orrego, apresentou denúncia ao Sernac contra HDI e SURA, apontando descumprimento da norma.

O Sernac apurou que, além de não entregarem os aparelhos em muitos casos, as empresas também transferiram custos de envio para os consumidores e não respeitaram os prazos combinados. O órgão fechou acordos extrajudiciais com outras seguradoras, como BCI Seguros, Liberty e Zurich.

Reflexos para o mercado brasileiro
O episódio chileno serve de alerta também para o setor brasileiro. Cláusulas contratuais, benefícios prometidos em apólices e obrigações acessórias das seguradoras estão cada vez mais no radar de entidades de defesa do consumidor. Ações coletivas, como essa no Chile, reforçam a importância de transparência, entrega de benefícios e respeito a prazos em todas as etapas do relacionamento com clientes.

Portais, corretores e especialistas brasileiros que acompanham tendências internacionais devem observar como decisões como essa impactam a reputação das marcas e influenciam regulações locais. O episódio também destaca a força das entidades de defesa do consumidor como agentes de mudança no setor.

BB Seguridade alcança lucro líquido de R$ 2 bilhões no 1º trimestre

A BB Seguridade registrou lucro líquido de R$ 2 bilhões no primeiro trimestre de 2025, crescimento de 8,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Considerando o ajuste pelo efeito de descasamento temporal na atualização dos passivos de planos tradicionais, o lucro seria de R$ 2,1 bilhões.

O resultado operacional combinado da holding e de suas investidas, líquido de impostos, cresceu 4,0%, impulsionado pelas receitas de corretagem na BB Corretora e pelo aumento nos prêmios ganhos e redução de sinistralidade na Brasilseg. O resultado financeiro combinado das empresas do grupo alcançou R$ 319,6 milhões, alta de 37,9% na comparação anual, refletindo maior volume de aplicações financeiras, melhora no resultado de marcação a mercado e crescimento das receitas em aplicações pós-fixadas, em função da elevação do CDI e da taxa Selic.

No segmento de seguros, o lucro líquido subiu 8,7%, apoiado pela expansão do resultado financeiro (39,7%) e pela queda da sinistralidade (0,3 ponto percentual). Os prêmios emitidos recuaram 5,9%, influenciados pelo desempenho nos produtos de seguro agrícola e seguro prestamista, enquanto outras linhas apresentaram crescimento, como vida produtor rural (39,4%), vida (4,3%), habitacional (10,6%) e residencial (13,6%).

A operação de previdência registrou lucro líquido de R$ 356,1 milhões, alta de 16,6% sobre o primeiro trimestre de 2024. O avanço foi impulsionado principalmente pelo resultado financeiro positivo de R$ 37,3 milhões. O resultado operacional não decorrente de juros aumentou 1,8%, refletindo crescimento das receitas com taxa de gestão (3,4%) acompanhando a expansão das reservas de previdência.

Na capitalização, a arrecadação somou R$ 1,7 bilhão nos três primeiros meses de 2025. Foram distribuídos R$ 16 milhões em prêmios de sorteio, volume 20% superior ao do ano anterior.

A BB Corretora, no segmento de distribuição de produtos de seguridade, reportou lucro líquido 7,1% maior que no primeiro trimestre de 2024, com aumento de 0,3 ponto percentual na margem operacional e crescimento de 38,3% no resultado financeiro. As receitas de corretagem avançaram 4,1%, impulsionadas pelas vendas de produtos de seguro.

Yelum apoia o Festival Internacional de Luzes de São Paulo

andre truzzi HDI seguros Yelum

Fonte: HDI

Reforçando seu compromisso com a cultura, inovação e inclusão social, a Yelum Seguradora anunciou o patrocínio do Festival Internacional de Luzes de São Paulo 2025, como parte da estratégia de projetos incentivados do Grupo HDI – um dos principais conglomerados seguradores do Brasil. Promovida pela Visualfarm, a iniciativa apresenta intervenções artísticas de grande impacto visual utilizando tecnologia de ponta como drones, luzes, lasers e projeções mapeadas, em sintonia com o espírito livre e a essência luminosa da marca.

Neste ano, o festival foi dividido em seis etapas, sendo três fases de teaser e três apresentações principais, com o objetivo de transformar espaços urbanos em galerias de arte a céu aberto e conectar o público à inovação artística contemporânea. A primeira fase de teaser ocorreu nos dias 2 e 3 de maio no Visualfarm Gymnasium e marcou a abertura do edital para os artistas interessados em participar da programação principal do evento. Ao todo, serão selecionados 18 profissionais: seis de São Paulo, oito de outros estados e quatro internacionais. 

“O Festival de Luzes é mais do que um evento cultural, ele é uma oportunidade de promover a arte como agente transformador, acessível e conectado com as novas gerações e com as tecnologias emergentes”, afirma André Truzzi, vice-presidente de Transformação do Grupo HDI. “Patrocinar um projeto que tem a luz como principal manifestação artística reforça a essência da Yelum Seguradora de iluminar o mercado de seguros, inspirar segurança, clareza e excelência. Um seguro para viver livre para quem quer explorar novos caminhos, sem abrir mão da proteção e da confiança.”

As duas fases seguintes do festival acontecerão em junho e julho, com projeções mapeadas e intervenções a laser em diferentes pontos de São Paulo, incluindo o Boulevard das Artes e áreas do centro expandido. Já as apresentações principais ocorrerão em agosto, com ativações no Beco do Batman, Praça dos Arcos, Boulevard das Artes, região da Paulista e do Pacaembu, além de um grande espetáculo de encerramento no Monumento às Bandeiras e na Praça Ibrahim Nobre, que reunirá projeções, lasers e mais de 300 drones.