A SulAmérica Seguros acaba de inaugurar duas unidades do Centros Automotivos de Super Atendimento (C.A.S.A.s) em shoppings da grande São Paulo: o Shopping Tamboré e Shopping Villa Lobos. Os lançamentos fazem parte de uma nova etapa da parceria estabelecida com a rede BRMalls, iniciada esse ano com o objetivo de expandir a visibilidade da marca SulAmérica nesse tipo de empreendimento e atrair novos segurados.
“Com essas inaugurações, atingimos a marca de 37 unidades dos C.A.S.A.s espalhadas pelo Brasil, 14 delas concentradas no estado de São Paulo. A parceria com a rede BRMalls viabiliza nossa estratégia de ampliação do leque de serviços e benefícios de qualidade disponíveis aos nossos segurados de automóveis”, declara o vice-presidente da SulAmérica, Carlos Alberto Trindade Filho.
A instalação dos Centros Automotivos nos shoppings levará ainda mais comodidade para os clientes SulAmérica Auto, que contarão com um atendimento de qualidade em locais de fácil acesso. Nas duas novas unidades dos C.A.S.A.s os segurados poderão realizar o aviso de sinistro, fazer o orçamento e obter a autorização de reparo antes de prosseguir com o veículo para uma oficina referenciada. E ainda contar com os serviços de vistoria prévia do veículo e constatação de dano.
A primeira etapa da parceria teve início em janeiro quando começou a vigorar o benefício de desconto para clientes do seguro auto na tarifa avulsa ou serviços de vallet em estacionamentos de 33 shoppings da rede BRMalls, distribuídos em oito estados do país. Para utilizar o benefício, basta o segurado apresentar seu cartão do Seguro Auto SulAmérica no guichê de pagamento.
Também na internet a Lojacorr é a “Corretora do Futuro”. O slogan da empresa, que define sua atuação e direciona suas atividades, se tornou endereço eletrônico: www.corretoradofuturo.com.br. O novo site oferece acesso rápido a todas as informações sobre a sociedade de corretoras, desde os benefícios para os acionistas até depoimentos de corretores e dirigentes de seguradoras, e é voltado principalmente a quem não conhece ainda o inovador modelo de negócios da Lojacorr. O site institucional e oficial da empresa, www.lojacorr.com.br, continua ativo.
A página inicial do site Corretora do Futuro apresenta de forma clara e acessível todo seu conteúdo, distribuído em cinco abas do menu. Além desta facilidade, a página tem visual moderno, com banners que se revezam de forma randômica, apresentando desde as chamadas para novos associados até os depoimentos de acionistas.
Na opção “A Lojacorr” os visitantes do site Corretora do Futuro têm acesso às principais informações da rede de corretoras, como funcionamento, serviços, números e dados institucionais. Na mesma opção, o submenu ainda informa sobre composição da equipe, seguradoras parceiras, localização em vários pontos do País etc. O novo site da Lojacorr também traz informações importantes sobre as diversas unidades regionais e de negócios da empresa, espalhadas pelas regiões Sul e Sudeste, com endereço e contato.
No site da Corretora do Futuro, os corretores (pessoa física ou jurídica) e outros profissionais da área de seguros que quiserem se tornar acionistas da Lojacorr, identificarão na aba “Soluções para você” se o seu perfil se encaixa nessa condição. Já na aba “Serviços” do menu, os corretores conhecerão bons motivos para se tornarem acionistas, entre os quais o acesso facilitado às seguradoras, suporte tecnológico e operacional, agência de publicidade, programas de incentivo, backoffice operacional, ferramenta de multicálculo e muitos outros.
Valéria Schimtke, diretora de Legal & Compliance da Zurich Seguros, acaba de tomar posse como presidente da Comissão de Assuntos Jurídicos da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). Paulo Robson Alves, diretor de Transportes da Zurich Seguros, é reeleito para a presidência da Comissão Técnica de Transportes da Federação.
De acordo com Valéria Schmitke, sua principal atribuição será conduzir as discussões dos membros na área de Seguros Gerais. “Presidir esta comissão, que auxilia o mercado no âmbito legal, é uma grande honra. Espero influenciar positivamente na aplicação do Direito neste importante órgão consultivo para todos os associados da FenSeg”, ressalta.
Valéria Camacho Martins Schmitke se incorporou ao Grupo Zurich em Setembro de 2008, após uma ampla trajetória na área jurídica. Formada em Direito pela USP e em Letras pela Faculdade Hebraico Brasileira Renascença, Valéria cursou MBA Executivo em Administração de Seguros pelo IBMEC/Funenseg e Pós-Graduação em Direito Empresarial pelo Mackenzie. A executiva está há 18 anos no mercado de seguros, com passagens em empresas como SulAmérica, Unibanco, Real Seguros e Metlife. Atua como professora do curso de MBA Jurídico da Escola Nacional Superior de Seguros. É membro atuante da Comissão de Assuntos Jurídicos da CNseg e do Comitê de Diretores e Vice-Presidentes Jurídicos da AMCHAM.
Oferecer soluções rápidas e adequadas às necessidades do corretor de seguros é a proposta da Berkley Brasil, que assina hoje (27/08) uma parceria com o SINCOR-SP para a comercialização do seguro RC Profissional de corretores. Através do acordo, a companhia traz condições diferenciadas para os sindicalizados, especialmente no que diz respeito ao sistema desenvolvido pela companhia que permite que o próprio corretor faça a cotação deste produto, sem a necessidade de abrir suas informações confidenciais a outras pessoas. Inclusive, essa estrutura possibilita aos corretores emitirem, de uma única vez, outros seguros que forem contratados por eles, tais como RC Empregador, prestação de serviços em locais e terceiros ou mesmo o RC Geral para uso e conservação do imóvel.
O seguro atende 100% das coberturas, com limites agregados, franquias adequadas, além de oferecer rapidez nos processos de emissão e atendimento aos profissionais. Outro diferencial da Berkley é que, em caso de sinistro, a companhia não exige que a reclamação seja feita na forma judicial, considerando que a simples notificação do terceiro prejudicado é suficiente para que possa ser iniciado o processo de regulação.
Somente entre janeiro e junho desse ano, foram roubados ou furtados 229.280 veículos em todo o País. Os números são de um levantamento feito pela CNSeg (Confederação Naconal das Empresas de Seguros Gerais e Previdência Privada) feita com base em dados do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito). Segundo a pesquisa, são roubados em média 1.256 veículos por dia, ultrapassando 38 mil ocorrências mensais, número que pode chegar a mais de 458 mil até o final do ano se a média se manter. O Sudeste, região que concentra a maior frota, também é a que mais sofre com os roubos, responsável por 63,43% dos incidentes. A região Sudeste é seguida da Sul (14,65%), da Nordeste (10,69%), da Centro-Oeste (7,88%) e da Norte (3,35%).
A pesquisa ainda mostra que, só na cidade de São Paulo (SP), onde a frota é de mais de 4,8 milhões de veículos, foram roubados 108.278 carros de janeiro a junho desse ano. O Rio de janeiro é o segundo estado que mais sofre com os roubos, com 20.288 casos registrados nos primeiros seis meses do ano, e o Rio Grande do Sul é o terceiro estado mais visado pelos ladrões, com 14.492 mil carros roubados, em uma frota de aproximadamente 557 mil veículos.
A Brasilcap patrocina o show comemorativo do músico Edu Lobo, que celebra seus 50 anos de carreira no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em 29 de agosto (quinta-feira). Bena Lobo, Chico Buarque de Holanda, Maria Bethânia e Mônica Salmaso marcarão presença no espetáculo, que terá a gravação de um DVD. A roteirização do show será do jornalista Hugo Sukman. Em 13 de setembro (sexta-feira), é a vez de São Paulo receber Edu Lobo, no Auditório Ibirapuera. Acompanham o cantor Bena Lobo e Mônica Salmaso, na banda e uma orquestra de cordas.
O sistema de previdência aberta brasileiro foi um dos exemplos mais citados no primeiro painel “Aposentadoria e Anuidades”, do segundo e último dia da 2013 Conferência Latino-Americana Limra Loma, realizado em Foz do Iguaçu, quando o assunto é produtos de previdência modernos e potencial de crescimento das vendas de planos de previdência complementar para uma classe média que já representa 50% da população do Brasil
Joseph Montminy, vice-presidente da LIMRA, abordou o funcionamento do mercado americano, enquanto Eduardo L. Cassese, consultor e aposentado pela MetLife, traçou um panorama dos sistemas previdenciários da America Latina. Ambos elogiaram o sistema de previdência do Brasil, que mescla o sistema oficial com sistema privado. Considerando-se os fundos privados e estatais, abertos e fechados, o Brasil contabiliza apenas US$ 600 bilhões. Sendo US$ 200 bilhões dos fundos de previdência aberta e o restante dos fundos fechados. Um volume muito pequeno considerado as trilhões de dólares do mercado Americano, no qual a previdência tem um peso equivalente a um PIB anual dos Estados Unidos, que ultrapassa US$ 17 trilhões.
Cassese ressaltou o produto PGBL, muito similar ao um dos planos mais vendidos nos Estados Unidos, o 401K. Segundo ele, o benefício do diferimento fiscal é algo importante e que pode convencer muitas pessoas a ingressarem no sistema de previdência voluntária. “O Brasil tem também um grande número de trabalhadores informais que podem ingressar no mercado, o que potencializa o volume de negócios que pode ser fechado pelas empresas de previdência e seguros nos próximos anos”, afirmou o consultor.
No entanto, sugere ele, é preciso levar o produto para outros canais de distribuição, uma vez que atualmente a grande massa das contribuições arrecadas pelas empresas é captada nas agências bancárias. “12 milhões de pessoas contribuindo para a previdência privada é um bom número, mas é possível elevar em muito esse mercado considerando-se que a classe média brasileira cresceu e ainda promete crescer muito”, afirmou.
A sugestão de Cassese é treinar equipes de vendas para variados canais alternativos de distribuição. “Obviamente que é preciso mudar o processo de vendas e adaptar os produtos para a realidade de cada canal de comercialização e público alvo que ele visa atingir”.
Montminy trouxe ao público presente, cerca de 500 executivos de seguros, as principais tendências de previdência nos Estados Unidos. Falou sobre os planos de anuidade, que tiveram quase duas décadas de vendas em alta, ciclo interrompido com a crise financeira de 2008.
As anuidades são dividas basicamente em três nichos, que juntam acumulam ativos de US$ 20 trilhões. Anuidade variável é o maior segmento, com captação mensal de US$ 147 bilhões. O produto aplica em diversos ativos, como bolsas, títulos do governo, fundos mútuos entre outra infinidade de ofertas do mercado financeiro. O anuidade fixa, com garantia mínima de taxas de juros. E o “payout”, que fornece renda, semelhante ao modelo chileno, e que tem um pequeno market share do total do segmento.
No auge das vendas de anuidades, os clientes pediram aos consultores que queriam mais garantias para apostarem parte de suas poupanças privadas no produto. Com vendas em alta e muito competitivo, as empresas cederam e ofertaram muitas vantagens. Com a crise de 2008, o mercado percebeu que abusou das garantias e passaram a adequar as ofertas ao novo cenário mundial, com volatilidade dos mercados financeiros e taxas de juros nos patamares mais baixos já registrados na história do país.
No Brasil, a anuidade é um produto que praticamente não existe, pois aguarda uma regulamentação que estimule a venda, seja com incentivos fiscais, seja com possibilidade de aplicar as reservas de forma mais realista com o atual cenário financeiro. Segundo concluíram os palestrantes, há um grande mercado para explorar nos EUA, assim como nos países da América Latina, pois boa parte da população está fora da métrica de ter uma poupança que garanta uma renda na aposentadoria próxima de 75% da renda na ativa. Mas para isso temos de treinar equipes de vendas para chegar ao maior número possível de indivíduos. “Temos de investir em educação financeira e também em reformas regulatórias”, alertaram os palestrantes.
A consultoria em benefícios e capital humano Aon Hewitt realiza na próxima quarta-feira (28) a apresentação dos resultados da pesquisa anual de benefícios, realizada com mais de 260 companhias brasileiras. O estudo avaliou detalhadamente os benefícios oferecidos pelas empresas aos colaboradores. Foram 10 os principais itens eleitos e o levantamento revela o índice de prevalência dessas prerrogativas em comparação ao ano passado. Segundo Humberto Torloni Filho, vice-presidente técnico da área de benefícios da Aon Hewitt, a tendência é que as empresas continuem oferecendo os benefícios em grupo, como assistência médica e odontológica, vale refeição e vale alimentação.
De acordo com Torloni Filho, saúde é o benefício mais caro no leque oferecido pelas empresas. “Os custos crescentes em planos de saúde são uma preocupação constante, considerando o atual cenário da saúde pública no Brasil, e por se tratar de benefícios indispensáveis para a preservação da vida e retenção de talentos”, afirma. O evento está programado para acontecer entre 8h e 12h10 no Grand Hyatt Hotel, na Avenida das Nações Unidas, 13.301, no Brooklin. Os jornalistas que quiserem se credenciar devem responder este e-mail com nome completo, RG e telefone.
Os latino-americanos estão desprepados para se aposentar. Apesar de preocupante, a constatação traz um enorme desafio para os executivos de seguros de vida e previdência privada. “Podemos ajudar essas pessoas a se prepararem para o futuro. Basta nos prepararmos”, afirmou Lucio Flavio Conduru, presidente da Bradesco Vida e Previdência, na abertura da 2013 Conferência Latino-Americana Limra Loma, realizada entre 25 e 27 de agosto, em Foz do Iguaçu, que reúne mais de 500 executivos de seguros da América Latina.
O objetivo é discutir os desafios da indústria de vida e previdência diante de um cenário econômico mundial totalmente diferente do vivido nos últimos anos. Juros baixos, longevidade, consumo e falta de poupança. “Desejo a todos um bom debate e aprendizados que venham fazer a diferença em nosso mercado”.
Robert A. Kerzner, presidente e CEO da LIMRA, LOMA e LL foi o primeiro palestrante do evento. Ele apresentou uma pesquisa inédita que trouxe um raio X sobre o tema previdência nos países da região. A primeira conclusão é que a população não está preparada para se aposentar. A afirmação de Bob, como é conhecido, faz parte de uma pesquisa inédita divulgada hoje. “A pesquisa mostra que a grande parte dos países do mundo está despreparado, com as pessoas poupando menos do que realmente precisam para viver com qualdiade de vida a partir da aposentadoria. “Americanos e latino-americanos tem o mesmo sentimento: nao guardamos o suficiente”, disse Kerzner.
Alem de ter a sensação de ter poupado pouco, a pesquisa da Limra revela que realmente há uma falta de poupança e de planejamento de aposentadoria, bem como uma má compreensão dos riscos associados com a aposentadoria, como a longevidade, com os custos com cuidados de saúde, com a volatilidade dos investimentos e com os riscos da inflação. “Nossa indústria, diferente de qualquer outra, oferece as soluções que podem mitigar esses riscos que pertubam as pessoas”, afirmou.
Outros dados divulgados pela pesquisa da Limra Loma são relevantes. Menos de um quarto dos pré-aposentados sentem que seráo capaz de conseguir uma aposentadoria confortável; 3 em cada 4 pré-aposentados não acreditam ou não tem certeza se eles vão ser capazes de suportar as necessidades do dia-a-dia na aposentadoria, e quase metade dos pré-aposentados acha que eles precisam se planejar para menos de 20 anos ou não têm idéia de quanto tempo é necessário para solucionar parte dessa angústia.
Trata-se de um cenário que desperta a atenção dos investidores. Além de um forte potencial para vender produtos, o crescimento da classe media nos países latinos está explodindo. No entanto, Kerzner disse que há espaço para a indústria para ser otimista. “A classe média teve um crescimento de 50% na última década na região. É uma oportunidade evidente para muitas empresas globais que buscam se internacionizar para garantir as rendas estáveis de seus mercados já maduros”, observou ele.
Kerzner também citou que as populações latino-americanas tem uma pirâmide populacional investida comparada aos países europeus. Ou seja, são países jovens, com mais gente trabalhando do que recebendo benefíciios. “Isso faz uma pressão bem menor nas contas do governo do que países europeus como França, Espanha e Itália estão enfrentando”.
Segundo o executivo, para aproveitar essa oportunidade, as empresas precisam buscar novas formas de vender, pois o cenário que as economias latinas vivem hoje é bem diferente de anos atrás. “A bolsa cresceu por 20 anos e agora é muito volátil. Os americanos tinha uma poupança elevada e perderam muito na crise. Elas não sabem como se preparar, mas querem ajuda de consultores, que comprovadamente podem criar empatia com as pessoas. Temos de ajudar as pessoas a lidar com o anjo, que mostra a necessidade de se preparar, e com o diabo, que reage afirmando não tem dinheiro para isso agora. Ter um programa de venda que integra os componentes da pesquisa torna a venda muito mais fácil do que décadas atrás”, finaliza o CEO da Limra.
A Zurich informou ontem que o vice-presidente financeiro (CFO, na sigla em inglês) do Zurich Insurance Group, Pierre Wauthier, foi encontrado morto em sua casa na manhã da segunda-feira, 26, em Zurique. Em nota, a seguradora afirmou que a polícia está investigando a morte do executivo, que entrou na companhia em 1996 e se tornou diretor financeiro em 2011. “A diretoria, o comitê executivo do grupo e todos os nossos colegas estão profundamente tristes e desejamos nossos pêsames à família e aos amigos”, afirmou o CEO da Zurich, Martin Senn, em nota. Segundo as agências internacionais, Wauthier é o segundo executivo de alto escalão de uma empresa da Suíça a morrer de forma inesperada nas últimas semanas. Carsten Schloter, CEO da Swisscom, foi encontrado morto em sua casa em Freiburg no mês passado.
A companhia, que anunciou a morte de Wauthier após o fechamento do mercado europeu nesta segunda, afirmou que não dará detalhes adicionais do ocorrido por ora. O “controller” do grupo, Vibhu Sharma, irá assumir os compromissos de CFO integralmente. Wauthier nasceu em 1960 e, antes de entrar para a seguradora, trabalhou na KPMG, no J.P. Morgan e no ministério francês de relações internacionais. Durante o seu tempo na Zurich, Wauthier passou por vários cargos, incluindo gestor de crédito corporativo e risco de investimentos e vice-presidente executivo da subsidiária da Zurich Farmers Group onde também foi diretor financeiro.
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