Registro de incêndio tem aumento significativo no primeiro semestre

Vejam que dados interessantes coletados Instituto Sprinkler Brasil (ISB)

Durante o primeiro semestre de 2013, o Instituto Sprinkler Brasil (ISB) deu continuidade ao monitoramento diário de notícias publicadas sobre os chamados “incêndios estruturais”, ou seja, que ocorreram em diversos tipos de locais construídos e que poderiam ter sido contornados com o uso de sprinklers, como instalações industriais e comerciais, galpões, escolas, hospitais, hotéis, entre outros.

Dentre os incêndios estruturais, só não foram contabilizados os incidentes que aconteceram em residências. Também não foram incluídas informações sobre incêndios florestais. No total, foram encontradas notícias referentes a 634 incêndios, o que daria uma média de 105,6 ocorrências noticiadas por mês.

Ocorrências de incêndios estruturais (exceto residenciais) noticiados no primeiro semestre de 2013 – por ocupação

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Para efeito de comparação, no mesmo período de 2012, foram encontradas 240 notícias sobre incidentes do gênero, o que representa uma média mensal de 40 matérias sobre o tema.

Ocorrências de incêndios estruturais (exceto residenciais) noticiados no primeiro semestre de 2012 – por ocupação

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Este gráfico mostra as ocorrências de incêndio que foram noticiadas por tipo de local. Percebe-se que edifícios industriais e comerciais representam 66% dos incêndios noticiados, uma pequena diminuição em relação à proporção checada na primeira metade de 2012 (74%).

Ocorrências de incêndios estruturais (exceto residenciais) noticiados no primeiro semestre de 2013 – por ocupação

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Isso significa que as notícias sobre ocorrências de fogo em outros tipos de ocupação cresceram proporcionalmente em comparação ao mesmo período (34%, ante 26%).

Ocorrências de incêndios estruturais (exceto residenciais) noticiados no primeiro semestre de 2012 – por ocupação

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O gráfico abaixo detalha o número de ocorrências de incêndios estruturais (exceto residenciais) que foram noticiados em cada estado brasileiro de acordo com o monitoramento feito pelo ISB ao longo do primeiro semestre de 2013.

Número de incêndios estruturais (exceto residenciais) noticiados na Internet no primeiro semestre de 2013 – por Estado

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Como se pode perceber, a quantidade de ocorrências encontradas em São Paulo segue consideravelmente maior do que nas demais unidades federativas, assim como ocorreu no ano anterior. No entanto, deve-se destacar que essa diferença pode ser explicada pela forma como a imprensa de cada estado cobre especificamente este assunto.

Número de incêndios estruturais (exceto residenciais) noticiados na Internet no primeiro semestre de 2012 – por Estado

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Para efeito de comparação, as imagens indicam não apenas um considerável aumento no número de notícias sobre incêndios nos estados, mas também que em todos eles foram encontrados ao menos uma reportagem sobre uma ocorrência local, o que não aconteceu em 2012, quando não foram encontradas notícias sobre incêndios no Acre, Amapá, Sergipe e Roraima.

Houve, também, uma diferença maior entre os três estados com maior número de incêndios noticiados na primeira metade de 2013 em comparação com igual período de 2012. O Rio de Grande do Sul, na terceira posição, teve uma diferença maior para o quarto lugar (Pernambuco em 2012, Rio de Janeiro em 2013), o que pode ser explicado pela ocorrência da tragédia da boate Kiss, na cidade de Santa Maria. Esse grande incêndio pode ser considerado uma explicação tanto para o aumento de notícias no Rio Grande do Sul como nos demais estados brasileiros, já que causou um grande impacto em todo o país e despertou mais atenção para o assunto.

A disposição das unidades federativas com mais notícias sobre incêndios também mostrou mudanças entre os primeiros semestres de 2012 e deste ano. As alterações mais significativas foram Santa Catarina subir da décima para a quinta colocação e o Rio de Janeiro sair do sexto para o quarto lugar. Uma última ressalva que deve ser feita é que para cada ocorrência de incêndio foi contabilizada apenas uma notícia, inclusive nos casos de incêndios de grandes proporções e impactos que tiveram ampla repercussão em vários veículos de comunicação.

Recebido pelo CVG-SP, Edward Lange expôs planos da Allianz para faturar R$ 5,8 bi até 2015

Edward Lange e Dilmo B.MoreiraPor Márcia Alves

Em almoço do CVG-SP, realizado ontem, 27 de agosto, Lange apresentou o desempenho atual e a estratégia da empresa para alcançar suas metas, comentando, ainda, sobre sua expectativa de desenvolvimento do ramo vida. “Não interessa ser a maior seguradora do país, mas a melhor”. Com esta afirmação, o presidente da Allianz Seguros, Edward Lange, definiu a visão da empresa, expondo os planos para atingir a ambiciosa meta de R$ 5,8 bilhões de faturamento até 2015, durante sua participação em almoço do CVG-SP, realizado nesta terça-feira, 27 de agosto, na Sala Panorama do Terraço Itália, em São Paulo (SP). A Allianz também foi representada no evento pelos diretores Ramon Gomez, da área comercial, Marcelo Benevides, de São Paulo e região, e Alexandre Zornig, da área de Saúde.

O presidente do CVG-SP, Dilmo Bantim Moreira, lembrou que a Allianz é parceira antiga da entidade e integra o quadro de beneméritas há 32 anos. “A Allianz é associada desde maio de 1981, data de fundação do CVG-SP”, disse.

Em sua palestra, Lange expôs dados do desempenho do Grupo Allianz, que já atingiu a marca de 78 milhões de clientes em cerca de 70 países, faturamento de 106,4 bilhões de euros em 2012 e alcançou a 25ª posição entre as maiores empresas do mundo neste ano, de acordo com a Forbes. No Brasil, onde a seguradora tem registrado crescimento positivo, acima da média do mercado, o volume de prêmios emitidos já atingiu R$ 4,1 bilhões neste ano, resultado 15,8% superior ao de 2012.

A estratégia da Allianz para atingir os R$ R$ 5,8 bilhões de faturamento até 2015 é focada, segundo Lange, em distribuição, facilidade e valor. De olho no futuro, a seguradora já iniciou sua arrancada por meio de alguns grandes investimentos, como a mudança para o novo edifício corporativo de 42 mil m2, a criação da resseguradora local AGCS e o Allianz Parque, cujo naming rights do estádio do Palmeiras será seu por pelo menos 20 anos.

Os corretores são outro foco de expansão da Allianz, que mantém inúmeros programas de relacionamento. “Temos investido em relacionamento com os corretores porque não temos canal bancário”, disse Lange. Atualmente, a Allianz possui um cadastro de 21 mil corretores, dos quais 14 mil ativos. “Sempre priorizamos o corretor, com qual somos comprometidos”, disse. A estratégia tem surtido efeitos. Na área comercial, os resultados apresentados indicam aumento de 15% no número de apólices e 16% de clientes, no comparativo entre 2012 e 2013.

Na carteira de automóvel, no período de janeiro de 2012 a junho de 2013, o crescimento foi de 34%. Já na carteira de saúde, o número de vidas aumentou 14% nesse período. “Estamos há muito tempo neste ramo, no qual ocupamos a quinta posição no ranking e já alcançamos quase 200 mil vidas”, disse.

Analisando o mercado de seguro de vida no país, Lange reconhece que a penetração ainda é baixa, mas apontou soluções para a expansão do ramo, como o desenvolvimento de produtos “mais adequados ao bolso do consumidor” e a aplicação de “isenção fiscal”. Ambas as soluções, a seu ver, poderiam atender a necessidade de “securitização” do segmento de novos consumidores, formado pelos indivíduos que migraram de classe social.

Segundo Lange, também há espaço no país para os produtos de seguro de vida com capitalização, semelhantes ao Universal Life. Nos países em ramo vida é mais desenvolvido, o grande boom ocorreu, segundo ele, a partir de incentivos fiscais dos respectivos governos. “No Brasil, também precisaremos trabalhar o aspecto regulatório e fiscal dos produtos de vida. É uma oportunidade muito importante”, afirmou.

Encerrando o evento, o presidente do CVG-SP homenageou o presidente da Allianz com placa. Dilmo B. Moreira aproveitou a ocasião, ainda, para divulgar o próximo evento do CVG-SP, cujo tema será fraudes em seguros de benefícios, que será realizado em parceria com a Associação Internacional de Direito de Seguro (AIDA), em 18 de setembro, no Braston Hotel. Em breve, o CVG-SP divulgará mais informações em seu site sobre o evento, bem como sobre a Festa de Final de Ano, que será realizada em outubro, no Espaço Trivento.

Participaram do almoço do CVG-SP com o presidente da Allianz: Jorge Teixeira Barbosa (Aconseg-SP); Angela Tegami (CCS do Litoral Paulista), Pedro Barbato Filho (Camaracor-SP), Paulo Miguel Marraccini (FenSeg), Sonia Regina Ribas (Funenseg), Alexandre Camillo e Adevaldo Calegari (CCS-SP), Mario Sérgio Almeida Santos (Sincor-SP) e Márcio Alexandre Malfatti (AIDA). Também prestigiaram o evento os membros do Conselho Consultivo do CVG-SP, Osmar Bertacini e Paulo Meinberg.

Bradesco patrocina Tour do Rio 2013

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O Grupo Bradesco Seguros patrocina, pelo quarto ano consecutivo, o “Tour do Rio”, a maior competição de ciclismo da América Latina. A prova começou nesta quarta-feira, 28 de agosto, na Barra de Tijuca, e termina no próximo domingo, 1º de setembro, na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro. Serão 10 equipes brasileiras e 08 estrangeiras, totalizando 108 atletas, que percorrerão o trajeto de 827,3 quilômetros entre a capital e cidades do Estado do Rio de Janeiro, nos moldes do tradicional Tour de France.

Os atletas disputarão cinco etapas em rodovias que interligam diversos municípios, como Angra dos Reis, Volta Redonda, Três Rios, Teresópolis e Rio das Ostras, contando com um diferencial que será, certamente, um grande incentivo: pedalar entre os mais belos cenários, como praias, serras, fazendas coloniais e muitas outras belezas naturais do Rio de Janeiro.

O Tour do Rio objetiva difundir a importância da bicicleta como modalidade esportiva, trabalhando conceitos relacionados ao meio ambiente, saúde, educação, cultura, desenvolvimento sustentável e turismo. Além disso, busca ainda revelar futuros nomes do ciclismo para os jogos olímpicos de 2016, que serão realizados no Rio de janeiro/RJ e contam como patrocínio do Grupo Segurador.

Por meio do “Movimento Conviva”, o Grupo Bradesco Seguros apoia iniciativas como o Tour do Rio, World Bike Tour e CicloFaixa de Lazer São Paulo. O “Conviva” vem desempenhando importante papel na conscientização da sociedade para uso da bicicleta como opção de lazer e locomoção urbana, visando à convivência harmoniosa entre motoristas, ciclistas e pedestres.

Começa amanhã o 10º Encor de Porto Alegre

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Chegou o dia que marca o começo do maior evento do mercado segurador do Sul do País. Durante dois dias o Sincor-RS promove em Porto Alegre a décima edição do Encontro Regional de Corretores de Seguros (10º Encor) que vai reunir cerca de mil participantes no Centro de Eventos do Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre.

Entre quinta e sexta-feiras haverá palestras técnicas, motivacionais e um painel com seguradores. A comissão organizadora trabalhou muito para escolher os melhores palestrantes para um público de alto nível. Haverá ainda uma feira, onde os corretores conhecerão os produtos das seguradoras e prestadoras de serviços. Servirá de ponto de convivência, reencontro com colegas, começo de novas amizades e troca de ideias.

O tema do 10º Encor é “Inovar e Empreender para Crescer” e vai colaborar na compreensão do momento atual da economia brasileira e mundial e quais as ferramentas que o corretor de seguros pode usar para seu desenvolvimento pessoal e profissional. O presidente do Sincor-RS, Celso Marini, afirma: “Os palestrantes escolhidos pela comissão organizadora são de excelente qualidade e ao final do evento, todos nós sairemos com mais conhecimentos sobre o nosso setor, sobre relações humanas e sabendo mais sobre a vida.”

A cerimônia de abertura, às 19 horas, terá a presença de autoridades do mercado e políticos, como deputado federal Armando Vergílio, presidente da FENACOR; Robert Bittar, diretor da Escola Nacional de Seguros; Julio César Rosa, presidente do Sindseg-RS, Christiano Henrique de Lucena Machado, representante da SUSEP; deputado federal Jerônimo Goergen(PP-RS); Fabiano Pereira, secretário estadual da Justiça e Direitos Humanos.

Também prestigiarão a abertura: Celso Cunha Azevedo, presidente da ACONSEG; Mauricio Junqueira, Câmara dos Corretores de Seguros; Amauri Flores Bueno,CVG-RS; Jane de Mello Manssur, Funenseg-RS; Miguel Junqueira Pereira, Sindseg, entre outros.

Minuto Seguro oferece backup gratuito de até 5GB de dados guardados na nuvem

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Um estudo recente divulgado pela consultoria Gartner revelou que os smartphones responderam por 51,8% da venda global de telefones celulares no segundo trimestre de 2013. Isso corresponde a 225,3 milhões de aparelhos comercializados. Outra pesquisa mostra que, de abril a junho, foram vendidos mais de 45,1 milhões de tablets.

No Brasil, segundo pesquisa feita pela Nielsen, 36% da população possui um smartphone. Já o levantamento realizado pela CVA Solutions indica que, em 56% das casas nas quais há computadores, a máquina principal é um notebook, e 2% dos aparelhos são tablets. Ter um seguro para eletrônicos hoje não é mais um capricho, mas, sim, uma necessidade, pois é um meio de preservar um patrimônio valioso.

Marcelo Blay, sócio-diretor da minutoseguros.com.br, diz que, para atender à demanda desse público que está sempre conectado e não larga de seus gadgets, a companhia passou a oferecer, de maneira totalmente on-line, a venda de seguro para portáteis. “O seguro que vendemos cobre diversos imprevistos que venham a ocorrer com notebooks, netbooks, ultrabooks, smartphones e tablets. A apólice pode ser feita também para câmeras e filmadoras”, explica Blay.

Oferecidos em parceria com a Porto Seguro Seguros, os planos garantem a reposição do equipamento no caso de subtração do bem (exceto quando o equipamento for deixado no veículo, em mesa de restaurante ou de bar etc.) e a compensação dos prejuízos decorrentes do impacto de veículos, incêndios, explosões ou vendavais. Ainda é possível contratar uma cobertura para danos causados por descargas elétricas ou curtos-circuitos.

Além do aparelho, os arquivos digitais armazenados por eles, como fotos, vídeos e documentos, são para seus donos tão importantes quanto o dispositivo. Por isso, o seguro de portáteis comercializado pela minutoseguros.com.br conta também com o serviço de backup gratuito de até 5GB de dados guardados na nuvem (cloud computing).

Realizada de maneira 100% on-line, a contratação pela minutoseguros.com.br é bastante simples: basta ao interessado preencher os dados no site. Feito isso, a cotação é gerada no mesmo instante, na tela do computador, e a contratação pode ser realizada na mesma hora pela internet. Aquele que comprar o seguro pela corretora terá à sua disposição um suporte de profissionais especializados na área, que poderão explicar, via telefone ou chat, todos os detalhes da apólice, tirar dúvidas e, assim, oferecer o melhor produto de acordo com o perfil indicado. Além disso, o cliente poderá obter informações sobre as coberturas no próprio site da corretora.

O preço do seguro varia de acordo com o equipamento. O segurado recebe a apólice contratada via e-mail, com todos os dados do seguro adquirido. “Nós, brasileiros, gostamos do contato humano e de interagir socialmente. Prova disso é que o Brasil é a segunda maior população mundial no Facebook. Por isso, apostamos forte nesse formato de negócio com uma equipe de atendimento qualificada”, finaliza Marcelo.

Pesquisa da Aon Hewitt revela tendências para pacotes de benefícios

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A consultoria em benefícios e capital humano Aon Hewitt realizou um estudo com mais de 260 companhias no Brasil, que avaliou detalhadamente os benefícios oferecidos pelas empresas aos colaboradores. A pesquisa revelou os 10 principais itens e apontou o índice de prevalência desses benefícios.

O gráfico demonstra que os dez principais benefícios têm prevalência de mais de 50%. Além disso, assistência médica e seguro de vida estão acima dos 90%. Segundo Humberto Torloni Filho, vice-presidente técnico da área de benefícios da Aon Hewitt, a tendência é que as empresas continuem oferecendo os benefícios em grupo, como assistência médica e odontológica, vale refeição e vale alimentação.

De acordo com Torloni Filho, saúde é o benefício mais caro no leque oferecido pelas empresas. “Os custos crescentes em planos de saúde são uma preocupação constante, considerando o atual cenário da saúde pública no Brasil, e por se tratar de benefícios indispensáveis para a retenção de talentos”, afirma.

O estudo mostra que as companhias estão adotando alternativas de prevenção. Atualmente, 24,9% das empresas pesquisadas oferecem programas ou campanhas de promoção à saúde. Quase 50% têm ações de combate ao tabagismo e 60% desenvolvem iniciativas de controle da obesidade.

Para a Dra. Antonietta Medeiros, diretora médica da Aon Hewitt, o investimento em programas de prevenção à saúde é uma tendência positiva, que veio pra ficar. “As empresas que nós ouvimos já fazem um acompanhamento cuidadoso dos funcionários portadores de doenças crônicas, além de investir na promoção de atividades físicas, ginástica laboral e conscientização alimentar”, comenta.

Outra forma de reduzir os custos de saúde é o stop loss, uma espécie de resseguro para cobrir gastos acima do previsto. Segundo Humberto Torloni Filho, esse tipo de cobertura é acionado quando os gastos com a internação de um colaborador ultrapassam o limite imposto pela empresa. “As apólices de stop loss são interessantes para uma variedade de empresas, além de ser a principal maneira de reduzir o valor do prêmio sem a necessidade de fazer o downgrade de benefícios e ainda manter os custos equilibrados.

Porto Seguro divulga serviços para clientes de automóvel

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O Porto Seguro Auto promove, até 14 de setembro, a promoção “Na troca do óleo, o filtro é de graça”. Nesse período, os segurados que realizarem a troca de óleo do veículo levarão o filtro do óleo, gratuitamente. A ação ocorre em mais de 150 Centros Automotivos Porto Seguro, em todo o País.

De acordo com Marcelo Sebastião, diretor de Auto de Porto Seguro, “o objetivo é oferecer ao segurado condições mais vantajosas para que realize a manutenção preventiva do veículo, em um serviço que está entre os mais importantes”. Para melhor desempenho do automóvel, é recomendável que, a cada duas trocas de óleo mineral, seja feita uma substituição de filtro. E sempre que houver troca de óleos semissintético e sintético, o filtro deve ser substituído. Dessa forma, previnem-se problemas relacionados com o acúmulo de resíduos carbonizados no motor.

A promoção é válida para veículos nacionais de passeio, pick-ups leves, esportivos e táxis (exceto movidos a diesel). O serviço pode ser pago com o Cartão de Crédito Porto Seguro, com possibilidade de parcelamento em até dez vezes sem juros, independente do valor. É importante lembrar que os pontos concentrados no cartão geram pontos que, depois, podem ser resgatados para obter desconto na renovação do seguro Auto.

Além de participar da promoção, o segurado poderá aproveitar a visita ao Centro Automotivo Porto Seguro para realizar outros serviços gratuitos em seu veículo, como por exemplo: diagnósticos do sistema de freios, de amortecedores e molas, cristalização dos para-brisas e do vidro traseiro, regulagem do foco dos faróis e reparos em pneus furados.

Nos Centros Automotivos, os clientes têm acesso ainda a serviços com descontos especiais, como alinhamento de direção, balanceamento de rodas, limpeza e assepsia de ar-condicionado, entre outros. As unidades se destacam pelo atendimento de profissionais especializados e garantia dos serviços executados.

Porto Seguro lança serviço “Leva e Traz” gratuito para manutenção

Os segurados Auto da Porto Seguro contam agora com mais uma comodidade: o “Leva e Traz” para manutenção. Trata-se de um serviço gratuito para os segurados que não dispõem de tempo para levar o veículo até a oficina, para realizar as manutenções periódicas. O benefício é válido para todos os serviços pagos que são oferecidos nos Centros Automotivos da empresa, localizados em mais de 155 endereços em todo o País. O automóvel é levado até a unidade mais próxima e, após o atendimento, é devolvido no local combinado com o cliente.

De acordo com Marcelo Sebastião, diretor do Porto Seguro Auto, “o serviço alia necessidade e comodidade, pois atende ao segurado que, em meio aos compromissos do dia a dia, tem problemas para encontrar tempo e levar seu veículo para realizar os serviços que ajudam a melhorar o desempenho e a segurança do carro”.

O cliente pode solicitar o Leva e Traz para realizar os seguintes serviços nos Centros Automotivos Porto Seguro: alinhamento de direção, limpeza e assepsia do ar-condicionado, arrefecimento, balanceamento de rodas e reparos diversos relacionados ao amortecedor e molas, bateria, cabos, cambagem/caster, correias do motor, direção, extintor de incêndio, filtros, freios, ignição, injeção eletrônica, óleo do motor, palhetas do limpador, pneus e suspensão.

O Leva e Traz transporta o veículo em um raio de até 50 quilômetros, no município em que o segurado reside. Cada cliente tem direito a uma utilização do serviço durante a vigência da apólice e o pagamento pode ser feito com o Cartão de Crédito Porto Seguro, em até dez vezes sem juros, não importando o valor. Os pontos acumulados no cartão podem ainda ser resgatados para obter desconto na renovação do seguro auto.

VALOR ECONÔMICO – Boa matéria para quem quer olhar o idoso por outro prisma

valorHoje li essa matéria no Valor Econômico e acho até um dever que todos leiam depois de assistir a palestra de Alexandre Kalache, post abaixo deste.

Na contramão, plano Prevent Senior lucra
por Beth Koike

Um plano de saúde que atende principalmente pessoas com mais de 60 anos, é comercializado exclusivamente na modalidade individual e tem preço máximo de R$ 585,25. Ou seja, todos os atributos que levariam um convênio médico à lona, segundo prega o mercado. A operadora paulista Prevent Senior caminha na contramão do setor e, ainda assim, apurou no ano passado um lucro líquido de R$ 34,5 milhões. Como a conta fecha?

“É uma lenda achar que os idosos gastam mais. A frequência com que eles usam o plano de saúde é seis a oito vezes superior, mas o custo não é necessariamente maior. Fazemos um forte trabalho de prevenção com ações para diabetes, pressão alta, depressão”, justifica Fernando Parrillo, CEO e fundador da Prevent Senior, ao lado do seu irmão, o geriatra Eduardo Parrillo.

“É comum o idoso ir várias vezes ao médico para ocupar seu tempo. Temos psicólogos nas unidades para conversar com esse público e criamos atividades sociais para eles”, complementou Fernando, que há 18 anos era motorista de ambulância atendendo, principalmente, pacientes idosos.

A Prevent Senior tem 190 mil clientes: 88% deles têm mais de 60 anos de idade e nenhum tem menos de 49. Segundo Fernando, as ocorrências com os idosos são previsíveis e já são contabilizadas no orçamento. Ele cita que a maior demanda é em ortopedia e por isso tem um hospital próprio destinado exclusivamente para esse procedimento médico. Há unidades específicas para tratamento oftalmológico, devido à alta incidência de cirurgias de catarata, e ainda para cardiologia e oncologia.

A operadora consegue fechar a conta no azul também porque 90% dos atendimentos são feitos em rede própria com seis hospitais, quatro laboratórios e mais de 20 clínicas. Com o maior controle das contas, foi possível encerrar o balanço de 2012 com sinistralidade de 64%, enquanto a média do mercado fica em 75%. “Acredito que é possível baixar esse número para 60%”, diz o CEO.

Mas, nem tudo é tão azul. O índice de reclamações da Prevent Senior na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é elevado. Em junho, a taxa de queixas de clientes da operadora foi de 1,93 contra a média de 0,99 entre as empresas de mesmo porte.

A taxa de ocupação nos hospitais próprios, da rede Sancta Maggiore, é de 100%. A demanda extra, que corresponde a 10% de seus procedimentos médicos, é atendida em rede credenciada. Para não extrapolar esse percentual e desequilibrar o balanço, a empresa está finalizando o sétimo hospital e um oitavo está em fase de elaboração.

De acordo com o executivo, neste ano já foram investidos R$ 80 milhões e a meta a partir de 2014 é construir dois hospitais por ano. A Prevent Senior tentou adquirir o Hospital Santa Marina, em São Paulo, fechado em 2011. A operadora ofereceu em um lance R$ 50 milhoes pelo hospital com 265 leitos, mas perdeu a disputa para a Amil, que pagou R$ 55 milhoes.

“Esses investimentos são para atender à forte demanda que surgiu a partir do segundo semestre de 2012, com a quebra de cinco operadoras e também porque as outras empresas não querem mais vender planos individuais e para terceira idade”, disse. Porém, vale destacar que um fator delicado para as finanças da operadora são os clientes oriundos de outros convênios médicos que foram à bancarrota e podem migrar para a sua carteira ou para outra operadora do mercado sem necessidade de cumprir carências, segundo normas da ANS. Trocando em miúdos: esses usuários já chegam gastando, mas não passaram por programas de prevenção.

Apostando na contramão do setor, a Prevent Senior espera crescimento expressivo neste ano. A projeção é encerrar 2013 com faturamento de R$ 800 milhões, um crescimento de 42% em relação ao apurado em 2012.

É uma das maiores expansões da operadora fundada em 1996 pelos irmãos Parillo. O maior salto mesmo foi em 1998, quando Eduardo serviu de garoto-propaganda da Prevent Senior em um programa de TV vespertino comandado pela apresentadora Claudete Troiano. “Investimos R$ 2,5 mil numa propaganda na TV oferecendo um plano de saúde para pessoas com mais de 60 anos e custo acessível. Foi um ‘boom’. O telefone não parou de tocar. Na época, só tínhamos 500 clientes e crescemos 120%”, diz Fernando.

Daí em diante, a família toda foi trabalhar na empresa. “Meu irmão analisava os clientes do plano com maior propensão a ter problemas de saúde. Minha mãe acompanhava esses pacientes. Eles mediam a pressão na farmácia e ligavam do orelhão para minha mãe que anotava diariamente”, conta Fernando.

Hoje, a mãe não está mais no negócio e os irmão Parillo dividem seu tempo entre o plano de saúde voltado para os idosos e apresentações para o público jovem. Ambos têm uma banda de rock pesado, a Doctor Pheabes. Em tempo, Fernando e Eduardo têm 45 e 47 anos de idade, respectivamente.

Executivos de seguro e previdência devem participar da revolução da longevidade, afirma Alexandre Kalache

foto-2Feche os olhos e imagine: com que idade vai morrer, de que causa e onde. Pensou? Vamos ao resultado. Assim o médico Alexandre Kalache, presidente do Centro de Longevidade, iniciou sua apresentação sobre os desafios da vida longa durante a 2013 Conferência Latino Americana Limra Loma, realizada entre os dias 25 e 27 de agosto, em Foz do Iguaçu.

Quase 70% da plateia idealiza morrer com idade superior a 80 anos, de doenças rápidas, como um ataque cardíaco, e em casa. “Sinto informar que estão certos para a primeira questão. A expectativa de vida para o Brasil, hoje de 76 anos, vai aumentar nas duas próximas décadas. Mas para as outras duas estão errados. Muitos vão morrer de doenças crônicas, de câncer, de alzaihmer. Doenças de longo sofrimento, tanto do ponto de vista emocional como financeiro”.

Silêncio total na platéia, quebrado pelo otimismo do profissional que estuda saúde e longevidade há muitos anos. “Esse cenário pode mudar. Afinal, a longevidade é algo bom e de forma alguma deve ser encarada como um problema. Tudo vai depender de como vocês conduzem a rota da vida de vocês no sentido de hábitos saudáveis, bem como no tipo de herança profissional que pretendem deixar no mercado de seguros, um dos segmentos que pode ser o propulsor da revolução da longevidade mundial ”, diz.

Para entender melhor o raciocínio de Kalache, importante citar um outro exercício de futurologia realizado com a plateia. Dessa vez ele pediu aos mais de 500 executivos reunidos no auditório do Hotel Borbom Cataratas, que imaginassem aonde estariam na festa de comemoração de 85 anos. “Num asilo”, perguntou o palestrante. Ninguém levantou a mão. “Num hospital geriátrico?” Nada. “Morando com os filhos?” Não. Mais de 80% dos ouvintes levantaram a mão quando a sugestão foi “Viajando com amigos”.

“Novamente tenho de alertá-los. Isso não acontecerá tendo como base as premissas da sociedade que temos hoje. A não ser que vocês reinventem seus produtos e mesmo a sua visão sobre o que é ser idoso atualmente”, sentencia. Hoje, não há seguro viagem para pessoas acima de 70 anos. “Dificilmente os idosos vão correr o risco de sofrer uma queda e perder o patrimônio acumulado ao longo da vida só para arcar com custos hospitalares no exterior”, argumenta Kalache.

Após sensibilizar a plateia, o estudioso no tema longevidade apresentou uma infinidade de argumentos que comprovam que ser amigo do idoso hoje é ajudar a construir uma sociedade de verdade no futuro. Ou seja, um lugar no qual as pessoas vivem com qualidade de vida, independentemente se elas são saudáveis e conseguem se manter atualizadas, como o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, que aos 82 anos esbanja saúde e continua trabalhando e pagando impostos. Ou se nasceram num lar exposto as mínimas condições sanitárias que lhe geraram doenças precoces crônicas. Essas poderão ser auxiliadas pela parcela da sociedade que teve a sorte de FHC ou mesmo a nossa, que estamos aqui trabalhando porque temos saúde. Nós somos responsáveis por ajudar a criar uma política de amparo financeiro aos que mais precisam, com produtos sociais e seguros privados adequados ”, comenta.

No entanto, esse sonho coletivo só acontecerá se as pessoas mudaram a concepção que tem dos idosos. Cobrar caro de um cliente que tem hoje 50 anos é excluí-lo de um mercado que pode ser gigante em pouco tempo. O que temos hoje são produtos que geralmente excluem as pessoas com doenças crônicas, muitas das quais podem ser controladas com medicamentos baratos ou gratuitos, como é o caso da diabete, que permitem que o cidadão se mantenha ativo física, emocional e, consequentemente, profissionalmente. Outro problema citado é o descaso de muitos profissionais da saúde, que pouca atenção dão queixas dos pacientes ou os submetem a cirurgias desnecessárias, que podem causar graves seqüelas.

Reinventar um mercado que ainda tem um formato do início, como o de previdência, criado por Otto Von Bismack, há mais de 130 anos, é uma forma de ajudar a construir uma sociedade melhor. Para começar é preciso mudar paradigmas. Os homens trabalham e se aposentam aos 60 anos. Só que naquela época aos 50 anos a pessoa já tinha perdido saúde, pois não tinha sequer uma aspirina para lidar com a dor. Hoje não. Temos informações de sobra para chegar aos 80 com saúde, como a importância da prática de esporte, de alimentação saudável, um relacionamento mais equilibrado com trabalho e vida familiar, bem como uma medicina avançada, itens que elevam a expectativa de vida em muitos anos.

Oficialmente temos a idade 76 anos no Brasil como parâmetro de expectativa de vida. Daqui a 20 anos poderemos ganhar muito mais anos. “Em mesmo já ganhei quase 40 anos a mais na minha expectativa de vida desde o ano em que nasci”, revela Kalache. Ele propõe uma vida mais colorida, sugerindo regras de trabalho mais flexíveis para as mães cuidarem dos filhos e encontrarem mercado de trabalho após acompanharem o período mais crítico da infância; estímulos para os pais poderem exercer a paternidade, um ano sabático aos 45 anos para todos reinventarem a próxima metade da vida. Programas de mestrados custeados pelas empresas para que aos 50 anos seus funcionários possam se atualizar e continuarem contribuindo para que a empresa seja cada dia mais rentável. Para todas as fases da vida das pessoas, um seguro adequado que proteja a todos de eventualidades como um teto cair na cabeça ou das sequelas de um acidente de carro.

Para lidar com uma população que Kalache chama de Gerontolescência, é preciso qualidade e não só quantidade. Essa geração de 50 anos é fruto de uma época que revolucionou, mudou padrões, conseguiu a liberdade sexual, libertou as mulheres da função “do lar” para presidir empresas, tem dinheiro. É uma geração que vira a mesa por seus diretos e que exige produtos condizentes com seu jeito de ser”. Ele alerta que a adolescência dura geralmente seis anos. A Gerontolescência deve durar duas ou três décadas pelas previsões dos especialistas.

Hoje temos 23 milhões de idosos, o que representa 13% da população do Brasil. Em 2050, a expectativa é ter 64 milhões, ou 29%. A taxa de fecundidade está abaixo do nível de reposição. Ou seja, as famílias tem1,9 filho, o que significa que essa família acabará. Com apenas um filho, quem cuidará dos pais, possivelmente doentes e recursos financeiros insuficientes, como mostram as várias pesquisas sobre aposentadoria reveladas neste evento? O único filho? E quem vai trabalhar para girar a economia com o consumo, com o pagamento de impostos?

Tal constatação traz grandes desafios, principalmente com relação a necessidade de formação de cuidadores de idosos e renda para poder contratá-los. “Teremos um número de idosos superior a população de alguns países da América Latina, com exceção do México e Brasil”, evidencia, acrescentando: “Precisamos de políticas sociais e privadas que ajudem o Brasil a enriquecer antes de envelhecer, pois ser velho em um país pobre realmente está longe do sonho idealizado por vocês no início da palestra”.

Para o estudioso, o setor de seguros é um propulsor de conhecimento, de pesquisas e políticas baseadas em vivência. “Vocês todos podem ajudar a revolucionar o setor de seguros e a construir uma política social para o idoso. A revolução da longevidade não pode ser silenciosa”, finalizou Kalache.