Casas financiadas têm direito a seguro para consertos

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Quantas pessoas não sonham com o imóvel próprio? Sair do aluguel e comprar a casa é o desejo de 57,6% dos integrantes da classe média, segundo pesquisa deste ano do Instituto Data Popular. Com a facilidade dos financiamentos, diversos cidadãos conseguem concretizar suas metas. Mas, um “balde de água fria” é jogado quando infiltrações começam a aparecer, rachaduras, entre outros problemas estruturais. Quem mais sofre são as pessoas de baixa renda, visto que o conserto será um gasto a mais, comprometendo o orçamento mensal.

Porém, o que diversos cidadãos não sabem é que têm o direito ao Seguro Habitacional. Segundo Guilherme de Carvalho, do escritório G Carvalho Sociedade de Advogados, ao financiar um imóvel, o consumidor é obrigado a escolher uma seguradora para fazer a apólice. “O Seguro Habitacional pago durante o período que o imóvel for financiado, é justamente para ressarcir o cidadão de futuros problemas e para garantir a integridade do mesmo para o banco caso for para leilão”.

Embora exista a apólice, os moradores não acionam por falta de divulgação e acabam “remendando” as trincas, os telhados, não solucionando quase nada. “Quando se adquiri um imóvel, a seguradora – que não é necessariamente a empresa que o cliente financiou a casa própria – tem que averiguar o estado do bem e fichar qual material foi usado. “Pois se for usado material de qualidade duvidosa, na primeira chuva, os bens serão atingidos e o cliente precisará estar ciente do tipo de construção”, explica Guilherme de Carvalho.

O advogado do G Carvalho Sociedade de Advogados comenta que outro fato comum nesses casos, é o consumidor acionar a seguradora e o problema não ser resolvido. “O morador pode entrar com uma ação para receber os valores que lhe é de direito”. Por fim ressalta que o consumidor não recebe o dinheiro e sim, o material, pois é para literalmente “arrumar a casa” e não para pagar as dívidas.

Caixa Capitalização eleva capital em R$ 30 milhões

A Caixa Capitalização foi autorizada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) nesta sexta-feira a elevar o capital social em R$ 30 milhões, sem a emissão de novas ações. O capital da companhia passa de R$ 150 milhões para R$ 180 milhões, mediante a capitalização da Reserva Legal, sendo dividido em 8.000 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. A decisão está em portaria publicada nesta sexta-feira, 30, no Diário Oficial da União (DOU) e no portal da Susep.

Galiza destaca estudo sobre cenário mundial de resseguros

O consultor Francisco Galiza alerta para mais um estudo interessante sobre o setor. A classificadora de riscos AM Best acaba de divulgar um estudo sobre o mercado ressegurador mundial, denominado “Global Reinsurance – Segment Review, The Capital Challenge”.

Segundo o estudo,ressalta ele em seu artigo, nos últimos anos, apesar das diversidades dificuldades – catástrofes globais, recessão em muitas economias, maior volatilidade e queda nas taxas de retorno dos investimentos, entre outras – as resseguradoras mundiais tiveram margens de rentabilidade relativamente razoáveis. Agora, se delineia um novo desafio. Novos investidores (fundos de investimento, de pensão, etc) passaram a se interessar pelo setor, formando novas empresas ou não, aumentando com isso a capacidade e, assim, pressionando os preços.

resseguros maiores

No texto, há um capítulo especial sobre o Brasil. Nesse caso, alguns pontos se destacam:

Nos últimos anos, o excesso de abundância de capacidade das resseguradoras enfraqueceu os preços, o que desanimou um pouco os agentes.

Apesar disso, o potencial econômico do segmento ainda é muito bom. Por exemplo, novas obras de infra-estrutura, baixa probabilidade de catástrofes, pré-sal, ascensão da classe média, pequena penetração do seguro, todos esses são fatores favoráveis. Visando um melhor equacionamento de custo e ganhos de escala, o estudo aposta em fusões e aquisições no mercado ressegurador brasileiro nos próximos anos.

http://www.bestweek.com/europe/promo/GlobalReinsurance.pdf

Riscos da cadeia de suprimento é tema de palestra da Zurich

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A Zurich Seguros, multinacional de origem suíça e presente no Brasil há mais de 30 anos, participou da Brazilian Risk Management Summit, evento realizado pela Revista Latam Insurance Review, nos últimos dias 22 e 23 de agosto, em São Paulo. O objetivo foi aprofundar uma série de discussões e debates sobre a importância da gestão de risco no cenário econômico e industrial.

No primeiro dia de evento, Carlos Cortés, superintendente de Engenharia de Riscos da Zurich Seguros, participou como moderador da mesa redonda de tema ‘Cadeia de Suprimento e interrupção de negócios’. De acordo com o executivo, o debate entre os convidados foi extremamente importante para promover a cultura da gestão de risco. “Durante a mesa redonda, pudemos compreender os possíveis impactos financeiros, econômicos e no market share que as empresas podem sofrer como resultado da interrupção na Cadeia de Suprimentos”, revela Carlos Cortés.

O executivo de Engenharia de Riscos da Zurich Seguros ainda destaca que a economia globalizada, na qual as empresas estão interligadas na chamada cadeia de suprimento, exige uma análise criteriosa dos riscos. “É extremamente importante analisar todas as vulnerabilidades que envolvem a cadeia de suprimentos e implementar planos que garantem a continuidade do negócio”, revela o executivo da Zurich Seguros. Carlos Cortés ainda ressalta que um dos maiores problemas enfrentados na América Latina está relacionado ao roubo de carga, no entanto as empresas não devem limitar o seu escopo, pois é importante enxergar o cenário completo. Para Carlos Cortés, superintendente de Engenharia de Riscos da Zurich Seguros,
o debate entre os convidados foi importante para promover a cultura da gestão de risco

Riscos emergentes – Já no segundo e último dia da Brazilian Risk Management Summit, a Zurich Seguros esteve presente para debater sobre os chamados riscos emergentes, novas áreas potencialmente expostas ao risco. De acordo com Vinícius Jorge, superintendente de Linhas Financeiras da Zurich Seguros, os desafios emergentes para o Gerenciamento de Risco Corporativo são exponencialmente os riscos cibernéticos e regulatórios. “A prevenção contra ataques cibernéticos e a mitigação dos possíveis prejuízos relacionados às mudanças regulatórias são fatores fundamentais para gestão de riscos nas empresas”, comenta Vinícius Jorge.

O Superintendente de Linhas Financeiras da Zurich Seguros destaca a importância de se proteger as informações e os prejuízos que as falhas na área da Tecnologia da Informação podem causar aos negócios. “A necessidade de mapear os riscos para reduzir os danos é imprescindível no mundo virtual e saber lidar com situações adversas é fundamental”, conta.

Em relação aos riscos regulatórios, Vinícius Jorge destaca questões como alteração nas políticas regulatórias por parte do governo. “Um exemplo bem claro de risco regulatório foi justamente a alteração do preço da energia elétrica, por parte do Governo Federal, que ocasionou mudanças na cadeia produtiva”, finaliza o Superintendente de Linhas Financeiras da Zurich Seguros.

Centrada em torno de uma série de discussões aprofundadas e debates em diversos painéis, o evento de dois dias forneceu uma visão abrangente do cenário da indústria e as principais oportunidades e desafios que afetam os gestores de risco nos dias de hoje.

Mitsui Sumitomo Seguros lucra R$ 2,6 milhões no primeiro semestre

helioA Mitsui Sumitomo Seguros obteve no primeiro semestre de 2013 lucro líquido de R$ 2,6 milhões, uma significativa evolução quando comparado ao prejuízo de R$ 9.5 milhões publicado no mesmo período de 2012. Segundo Helio Kinoshita, vice-presidente & COO da Mitsui Sumitomo Seguros, a melhora do resultado é decorrente dos investimentos em capital humano, readequação de produtos não rentáveis, e da melhora do processo de subscrição de riscos. “Citando como exemplo de melhoria de performance, o produto Automóvel teve a sua sinistralidade reduzida de 79,8% em 2012 para 63.8% em 2013, ambos no período de Janeiro a Junho. Neste mesmo período o montante de Prêmio Emitido cresceu 15,7% neste produto”, comentou.

No primeiro semestre de 2013, foram feitos investimentos em expansão geográfica para ampliar a capacidade de vendas, iniciando atividades nas regiões de Campinas em São Paulo, Região Serrana no Rio de Janeiro e Vitória no Espírito Santo, e em agosto a Mitsui inaugurou uma nova filial em Belo Horizonte, Minas Gerais. “A contínua disciplina na subscrição de riscos aliado a eficiência operacional, através de melhorias dos sistemas operacionais, e expansão de negócios com intensificação na comercialização de seguros corporativos, levará a Mitsui Sumitomo Seguros a atingir sua principal estratégia que é consolidar uma operação com crescimento sustentável e rentável no país”, aposta Kinoshita.

A companhia lançou em abril de 2013 uma campanha chamada “Juntos pela Excelência” para promover uma interação doa corretores e colaboradores na busca da melhoria da qualidade de serviços prestados. “Esta estratégia é fortemente disseminada na Casa Matriz no Japão, onde através dela, adquiriu-se uma sólida relação de confiança e lealdade dos clientes e levou o Grupo MS&AD à posição de liderança no mercado de seguros do Japão”, destaca.

Carlos Cozende assume presidência do conselho da ABGF e Marcelo Pinheiro Franco a diretoria executiva

© Copyright 2010 CorbisCorporationSegundo nota oficial distribuída ontem no início da noite pelo Ministério da Fazenda, foram eleitos e empossados os membros do Conselho de Administração, da Diretoria Executiva e os membros titulares e suplentes do Conselho Fiscal da Empresa Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF), apelidada no mercado de seguros como Segurobrás. A diretoria Executiva da ABGF será presidida por Marcelo Pinheiro Franco, até então vice-presidente de Garantias Públicas da Seguradora Brasileira de Crédito à Exportação.O secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Carlos Cozendey, assumiu a presidência do conselho de administração da ABGF. O Presidente do Conselho Fiscal será eleito na primeira reunião do Conselho.

O ministro da Fazenda Guido Mantega formalizou em assembleia geral a criação da estatal e nomeou os dirigentes da ABGF, que começa a funcionar co um capital social de R$ 50 milhões e poderá trabalhar com uma alavancagem de até quatro vezes. Segundo informa matéria do Valor Econômico publicada no dia 28 de agosto, o fundo destinado a garantir os projetos de infraestrutura só vai começar a operar no próximo ano. A ideia é que haja a migração paulatina de todos os instrumentos de garantia existentes na União, que hoje somam cerca de R$ 22 bilhões, para a nova empresa. Desses, R$ 12 bilhões pertencem ao fundo de garantia às exportações. Os demais somam cerca de R$ 10 bilhões.

BB Seguros paga R$ 547,4 milhões para deter 20,5% do capital do IRB Brasil Re

dinheiro 2O Banco do Brasil (BB) anunciou que a BB Seguros Participações, subsidiária da BB Seguridade Participações, desembolsou R$ 547,4 milhões para comprar 212.421 ações ordinárias de emissão do IRB-Brasil Resseguros detidas pela União. Dessa forma, a BB Seguros passa a deter 20,5% do capital social do IRB.

Veja abaixo a íntegra do comunicado.

O Banco do Brasil S.A. (“Banco do Brasil”) e a BB Seguridade Participações S.A. (“BB Seguridade”), em conformidade com o § 4º do artigo 157, da Lei n.º 6.404, de 15 de dezembro de 1976; com a Instrução CVM n.º 358, de 03 de janeiro de 2002; com as Resoluções n.º 3/2011 e 3/2013 do Conselho Nacional de Desestatização (“CND”), respectivamente de 07.04.2011 e 16.01.2013; e em complemento ao Fato Relevante divulgado pelas duas Companhias em 24.05.2013, e aos Fatos Relevantes publicados pelo Banco do Brasil em 15.10.2009 e 26.11.2012, comunicam que:

1. Em Assembleia Geral Extraordinária (“AGE”) realizada em 20.08.2013, os acionistas do IRB-Brasil Resseguros S.A. (“IRB”) deliberaram pela homologação do aumento do capital social do IRB, que havia sido objeto de aprovação pela AGE realizada em 07.06.2013.

2. A realização da AGE para a homologação do aumento do capital social do IRB era condição precedente para o pagamento, pela BB Seguros Participações S.A. (“BB Seguros”), subsidiária integral da BB Seguridade, do montante de R$ 547.408.917,00, referente à aquisição de 212.421 ações ordinárias de emissão do IRB detidas pela União.

3. Satisfeitas as condições precedentes, a BB Seguros efetivou, nesta data, o pagamento à União, passando a deter 20,5% do capital social do IRB.

4. A aquisição de participação acionária no IRB foi aprovada pelo Conselho Administrativo da Defesa Econômica – Cade, sendo que a eficácia dos atos acima mencionados estará sujeita à aprovação do Tribunal de Contas da União – TCU, e posterior homologação do aumento de capital pela Superintendência de Seguros Privados – Susep.

5. Fatos adicionais, julgados relevantes, serão prontamente divulgados ao mercado.

Brasília-DF, 27 de agosto de 2013

BANCO DO BRASIL S.A.

IVAN DE SOUZA MONTEIRO

Vice-Presidente de Gestão Financeira e de Relações com Investidores

BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A.

LEONARDO GIUBERTI MATTEDI

Diretor de Governança, Finanças e Relações com Investidores

ANSP disponibiliza Pesquisa Acadêmica ao público

Release

A Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP) disponibiliza o resultado final da Pesquisa Acadêmica, estudo sobre os novos caminhos e tendências do setor de seguros para os próximos anos. O trabalho foi realizado com seus acadêmicos e para todos aqueles que tenham interesse em conhecer essa projeção, basta acessar o site da Academia www.anspnet.org.br ou pelo link: http://www.anspnet.org.br/NovoSite/destaquesTextos/resultados-pesquisa-academica-2013.asp

O resultado do estudo consolidou as respostas de quase metade de seus membros e essas informações servirão de base para os próximos trabalhos que a ANSP desenvolverá, além de servir como material de meditação sobre o setor. Ao acessar o conteúdo, além de conferir as expectativas dos acadêmicos, é possível ainda encontrar os comentários e reflexões dos pesquisadores.

A ANSP promoveu sua primeira Pesquisa Acadêmica durante o primeiro semestre de 2013 somente com a participação do corpo de acadêmicos composto de grandes líderes do setor de seguros que opinaram sobre o futuro e expectativas para o mercado segurador previsto para os anos subsequentes.

A coordenação do levantamento foi realizada pelos os Acadêmicos Francisco Galiza, Fernando Simões e Márcio Pires que já estão articulando desdobramentos para novos estudos.

Terra Brasis lança Mapa de Catástrofes Naturais Brasileiras

foto-3Você sabe quais são os locais mais suscetíveis ao risco de inundação no Brasil? Se não sabe, terá uma grata surpresa ao ver “Mapa de Catastrofes Naturais Brasileiras”, desenvolvido pela Terra Brasis Re e baseado nos dados disponibilizados ao publico pela Secretaria Nacional de Defesa Civil.”Nele apresentamos os tipos e quantidade de eventos naturais que atingiram o Brasil nos ultimos tres anos, buscando identificar, de maneira clara e objetiva, os locais mais suscetiveis a catastrofes naturais”, conta Rodrigo Botti, diretor da resseguradora local.

Segundo o executivo, a ideia foi fazer um formato pratico e criativo, mas que, principalmente, deixe clara a importancia desse assunto, que gradualmente continua a ganhar notoriedade. “Esperamos que esta iniciativa contribua para ampliar o debate e estudo sobre o tema, incentivando investimentos publicos e privados no sentido de prevenir, reduzir e transferir riscos catastroficos do mercado brasileiro e culminando em soluções benéficas não só para o mercado (re)segurador mas para toda a sociedade brasileira”, comentou.

O lançamento do mapa faz parte da preocupação e investimento do grupo em reforçar dados estatísticos do Brasil. Ha pouco mais de urn ano, a Terra Brasis publicou a primeira Edigao Especial do Terra Report que focava nas Catástrofes Naturais Brasileiras. Ao contrário do que usualmente se pensa, o Brasil possui significativa e crescente exposição a catastrofes naturais. “Salientamos tambem que os eventos que mais afligem nosso pais são inundagoes, alagamentos, estiagens e secas. Mundialmente, estes eventos são de menor frequência e impacto quando comparados a terremotos, vulcões, furacões e tsunamis, o que contribui para que sejam menos estudados e divulgados”, afirma.

BNP Paribas Cardif do Brasil tem novo CFO

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A BNP Paribas Cardif do Brasil, subsidiária do BNP Paribas Cardif, braço segurador do BNP Paribas, fortalece o departamento Financeiro e Atuarial com a incorporação de Emmanuel Pelege, novo CFO da companhia. O executivo substitui Renato Oliveira, que assume a Diretoria de Marketing.

Emmanuel Pelege juntou-se a BNP Paribas Cardif em 2000, onde pode exercer diferentes cargos, incluindo o semelhante que ocupava na subsidiária colombiana da BNP Paribas Cardif desde 2009. Sua experiência profissional também abrange a passagem por empresas como Crédit Commercial de France, atual HSBC France, em 1998; e a Axa Global Risks, em 1999.

Francês de nascimento, é graduado em engenharia estatística pela Ecole Nationale de la Statistique et de l’Analyse de l’Information (ENSAI) e aperfeiçoado pela pós graduação em finanças e ciências atuariais realizada na Ecole Nationale de la Statistique et de l’Analyse de l’Administration Economique (ENSAE).

“É com grande satisfação que assumo a área Financeira e Atuarial da Cardif Brasil. Tenho plena consciência da responsabilidade e do desafio a serem encarados, já que as operações brasileiras estão entre as maiores do Grupo Cardif no mundo. No País, a companhia ultrapassou R$ 1 bilhão de faturamento em 2012 e todo meu esforço será voltado para que o desempenho permaneça em ritmo positivo”, afirma.