Cada dia uma novidade bacana em seguros. A boa do dia vem da parceria entre a Bradesco Seguros, que junto com a Harley-Davidson Financial Services (HDFS) anunciará no dia 12 de novembro o lançamento de um seguro sob medida para os amantes das motocicletas Harley-Davidson. O evento acontecerá na Sala São Paulo 1, no Sheraton São Paulo WTC Hotel, na capital paulista, a partir das 9h30. Nessa oportunidade também será apresentado o balanço das operações da Harley-Davidson no Brasil, inclusive os resultados de 2013 até o momento.
A Harley-Davidson Financial Services foi fundada em 1992, nos Estados Unidos, e está presente globalmente com o objetivo de promover uma experiência ainda mais completa com a marca oferecendo produtos que vão de financiamentos e seguros a cartões de crédito e garantia estendida. Presente no País desde dezembro de 2011, as operações nacionais contam com a parceria do banco Bradesco para a comercialização de financiamentos para as motos da marca.
Parabéns querida Kelly Lubiato (seu sapato nude estava um arraso!!!!) e Max Thiermann por apoiar esse prêmio por sete anos!!!
Release – Já é possível conhecer as nove reportagens vencedoras da sétima edição do Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo: elas foram reveladas na noite desta quarta-feira, 6, durante evento ocorrido na nova sede da Allianz, em São Paulo. As ganhadoras foram escolhidas a partir de 2.157 inscrições vindas de 63 cidades, com trabalhos sobre os temas Seguros e Sustentabilidade – Mudanças Ambientais.
No tema Seguros, as reportagens escolhidas foram: “Seguro de carro usado é muito caro e nem sempre vale a pena”, de Sílvio Ribas, do Correio Braziliense; “A palavra é eficiência”, de Kelly Lubiato, da revista Apólice; Minimizar os riscos para salvar vidas”, de Felipe Datt, da revista Valor Financeiro; e “Apesar de caro, seguro para celular pode valer a pena?”, de Priscila Yazbek, do site Exame.com.
No tema Sustentabilidade – Mudanças Ambientais, foram contempladas “A água que ninguém vê”, de Alice Giraldi, da Unesp Ciência; “Rastros do mercúrio”, de Henrique Kugler e coautores, do Ciência Hoje On-line; “Gás de xisto: problema ou solução?”, de André Trigueiro, com reportagem de Jorge Pontual e coautores, transmitida no programa Cidades e Soluções, da GloboNews; e “Reciclagem: do combate ao desperdício à oportunidade de negócio”, de Ana Lúcia Caldas e coautores, transmitida nos programas Repórter Brasil e Repórter Nacional, da Rádio Nacional.
As matérias citadas ganharam um troféu, um certificado e um prêmio no valor de R$ 15 mil.
O jornal Folha de S.Paulo e a revista Consumidor Moderno receberam menções honrosas por terem sido os veículos que mais deram espaço a notícias relacionadas ao mercado segurador, considerando apenas as matérias inscritas na subcategoria Impresso Nacional e Regional. A Folha de S.Paulo concedeu 4 mil cm/col a esse tipo de matéria, e a Consumidor Moderno, 7,4 mil cm/col. Na subcategoria Especial Comunicação Corporativa, do tema Sustentabilidade – Mudanças Ambientais, a matéria “Energia do bem”, de Ricardo Soncini Cazarino e equipe, publicada na revista On Brasil, também recebeu menção honrosa.
Os trabalhos selecionados passaram por rigorosa análise de dois comitês, formados por pesquisadores e acadêmicos de instituições como o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), a USP (Universidade de São Paulo) e a Universidade Metodista de São Paulo, além de jornalistas consagrados da grande imprensa e atuantes em organizações como WWF (World Wide Fund for Nature) e SOS Mata Atlântica.
Durante a cerimônia, Max Thiermann, presidente do conselho de administração da Allianz Seguros, afirmou que a informação é um fator chave para qualquer mudança. “Foi uma verdadeira surpresa receber 2.157 inscrições nesta sétima edição do Prêmio. Somente quando a gente conhece as causas e consequências das nossas atitudes é que conseguimos mudá-las. Premiar o jornalista que se dedica, é investir na disseminação do conhecimento para a população, empresas e setor público”.
Criado em 2007, o prêmio tem como objetivo incentivar e valorizar o trabalho da imprensa na cobertura do setor de seguros. O tema Sustentabilidade – Mudanças Ambientais passou a integrá-lo em 2008, quando a Allianz assumiu compromisso mundial com o assunto. Como reconhecimento desse esforço, a seguradora foi eleita este ano líder do setor de seguros no Índice Dow Jones de Sustentabilidade (Dow Jones Sustainability Index – DJSI).
Veja abaixo lista dos vencedores da sétima edição do Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo:
Tema Seguros
Categoria Linguagem Escrita
Impresso Nacional e Regional
“Seguro de carro usado é muito caro e nem sempre vale a pena”, de Sílvio Ribas – Correio Braziliense
Impresso Especializado em Seguros
“A palavra é eficiência”, de Kelly Lubiato – Apólice
Impresso Economia e Finanças
“Minimizar os riscos para salvar vidas”, de Felipe Datt – Valor Financeiro
On-line
“Apesar de caro, seguro para celular pode valer a pena?”, de Priscila Yazbek – Exame.com
Tema Sustentabilidade – Mudanças Ambientais
Categoria Linguagem Escrita
Impresso Nacional e Regional
“A água que ninguém vê”, de Alice Giraldi – Unesp Ciência
On-line
“Rastros do mercúrio (série)”, de Henrique Kugler e coautores – Ciência Hoje On-line
Categoria Linguagem Audiovisual
Telejornalismo
“Gás de xisto: problema ou solução?”, de André Trigueiro, com reportagem de Jorge Pontual – GloboNews
Equipe de reportagem: Klara Duccini, Pascale Pfann, Vladimir Ribeiro, Bruno Torres e Magno Mendonça.
Radiojornalismo
“Reciclagem: do combate ao desperdício à oportunidade de negócio”, de Ana Lúcia Caldas e coautores – Rádio Nacional
Dezesseis anos depois do primeiro livro sobre os seguros de Responsabilidade Civil – que se tornou um clássico, o maior especialista do país na matéria, Walter Polido, lança agora a sua mais completa obra “Seguros de Responsabilidade Civil – Manual Prático e Teórico”, recém editado pela Juruá Editora.
“Não se trata de atualização do livro anterior, mas de uma nova obra totalmente revigorada”, esclarece Polido. Desde 1997, ano de edição do primeiro livro, diversos fatores influenciaram as transformações e evolução do seguro de RC no país. Entre os principais estão a substituição do Código Civil, a consolidação do Código de Defesa do Consumidor, a abertura do mercado de resseguros, o crescimento da economia e, principalmente, o surgimento de novos direitos, que mudaram a forma de pensar e aplicar a responsabilidade no país.
Resultado de 39 anos de pesquisa e prática na área, o livro se constitui, segundo o próprio Polido, em seu “legado ao mercado segurador brasileiro”. Em 1.304 páginas e sete capítulos, o autor aborda a realidade da responsabilidade por perdas e danos e os riscos garantidos pelo seguro de responsabilidade civil; a estrutura, características e princípios que norteiam o seguro de RC; as modalidades de seguro do ramo de RC Geral; o seguro de RC de riscos profissionais; os riscos de poluição ambiental; os riscos decorrentes de ensaios ou experimentos clínicos em seres humanos; e, por fim, a regulação e liquidação dos sinistros.
No prefácio do livro, o jurista Bruno Miragem destaca a sua abrangência. “É indisfarçável seu compromisso com a completude do exame a que se propõe. Porém, não de qualquer forma, mas com uma refinada e profunda análise do que de mais importante há a se dizer sobre o seguro de responsabilidade civil”.
Miragem também assimila a mensagem de transformação transmitida pelo autor. “Walter Polido parece nos dizer: atenção, o mundo mudou! As exigências sociais e econômicas relativas ao mercado segurador em geral também mudaram! E no caso do seguro de responsabilidade civil, também os riscos garantidos sofreram enormes transformações. E os modelos estatísticos que fundamentam o negócio pouco servem se não houver a correta interpretação destes riscos”, observou.
Polido revela que escreveu sobre os seguros de RC sem se ater a quaisquer limites, apenas com o olhar para a técnica e o Direito, com conceitos e situações alinhadas às práticas internacionais dos mercados mais experimentados que o brasileiro nessa área. “Esta obra esmiuça os novos contornos na busca da justificação da responsabilidade civil, segundo a pós-modernidade. O mercado segurador deve estar atento e atuar em conformidade com os novos contornos e anseios da sociedade”, diz.
O livro “Seguros de Responsabilidade Civil – Manual Prático e Teórico” pode ser adquirido em livrarias de Direito e também pela internet, na Juruá Editora: www.jurua.com.br ou pelo televendas (41) 3352-1200.
– Informações à imprensa com Márcia Alves – (11) 2293 1854 / 9.9882 4780 – madlis@uol.com.br
Entrevista
Walter Polido fala sobre o seu recém-editado livro “Seguros de Responsabilidade Civil – Manual Prático e Teórico”.
• Como surgiu a ideia de lançar o livro?
Walter Polido: Este livro nasceu a partir da vontade de elaborar a segunda edição da obra Seguros de Responsabilidade Civil Geral no Brasil & Aspectos Internacionais, referente à primeira edição de 1997. Contudo, as mudanças foram de tamanho alcance de lá para cá, que tornaram impossível a manutenção do desejo inicial. O Código Civil de 1916 foi substituído em 2002; o mercado de resseguro foi desmonopolizado em 2007; o CDC de 1990 se solidificou no país; a economia brasileira se globalizou de forma maximizada, também encurtando as fronteiras antes existentes nos mercados de seguros e de resseguros do país.
A sociedade brasileira passou a rumar no caminho da evolução e conhece e exige e também compra, cada vez mais, sendo que o país inteiro após o processo de redemocratização se voltou para a conquista dos direitos dos cidadãos, antes adormecidos. As pessoas passaram a contratar muito mais seguros de responsabilidade civil, buscando a garantia em face de seus múltiplos interesses, além dos seguros para os bens materiais que antes prevaleciam de maneira quase que exclusiva (automóvel e propriedades).
Novas situações ou mesmo novos direitos surgiram ou foram exacerbados neste período: dano moral individual e também coletivo; do dano existencial; a perda de uma chance ou de oportunidade; direito da informática e internet; da biotecnologia e o biodireito; da exacerbação do direito ambiental; da responsabilidade compartilhada e a logística reversa em relação aos resíduos sólidos; e tantos outros.
Em razão de todos esses fatores modificadores e construtivistas de um novo pensar não seria possível apenas atualizar os textos daquele primeiro livro. Nova obra precisou nascer totalmente revigorada.
• Em comparação à sua obra anterior sobre seguros RC, em que esta difere?
Polido: Este livro é muito mais profundo na pesquisa e nas explicações exegéticas dos fundamentos dos seguros RC em relação ao anterior. Aquele, na verdade retratou a realidade de uma época em face do mercado fechado, apenas apresentando reflexões pontuais sobre as práticas internacionais.
Havia, portanto, moldura firme e muito respaldada nas deliberações unilaterais do ressegurador monopolista sobre os contornos e os limites da carteira RCG. Fui muito além, agora, e desbordei aquelas molduras encontradas na tarifa referencial de RCG que existiu e que era utilizada de forma universal pelo mercado brasileiro para fins de resseguro em 1997, a qual perdurou até muito recentemente.
Realizei pesquisas da evolução do instituto jurídico da responsabilidade civil, indicando sucintamente os principais pontos deste trabalho acadêmico neste livro, e todos eles em face dos seguros de responsabilidade civil, uma vez que esta obra versa sobre a técnica do seguro e não especificamente sobre o Direito.
Impossível, de qualquer maneira, relatar a evolução dos seguros de RC ignorando a sua base fundamental e jurídica, sem a qual o seguro em si não teria razão de ser. Escrevi sobre os seguros de RC sem limite algum, apenas com o olhar para a técnica e o Direito, certamente com conceitos e situações alinhadas às práticas internacionais daqueles mercados mais experimentados do que o nosso nesta área. Não há como ser doméstico em seguros de RC. Ele é muito mais amplo do que este limite. Não há como padronizá-lo unilateralmente também.
• O livro explora um novo e amplo conceito dos seguros de RC, que parte de sua concepção e função, como um dever ou necessidade social. Como explica essa função de dever social?
Polido: Os seguros de responsabilidade civil diferem de outros ramos de seguros da área de danos, os quais têm como objeto a reparação ou reposição dos próprios bens afetados por uma situação de risco acontecida. Seria muito conveniente se todos os cidadãos pudessem contratar os mais variados seguros de responsabilidade civil, de modo que todo e qualquer dano causado aos membros de uma sociedade pudesse ser efetivamente indenizado.
Essa ideia de dever social decorre da necessidade social. O plexo relacional de indivíduos, cada qual podendo causar danos e perdas a outro membro da coletividade e cada indivíduo lesado repercutindo o seu prejuízo também a outras pessoas, necessita de garantia de indenização, de modo a manter o equilíbrio econômico e social.
Qualquer dano causado à outra pessoa gera conflito social, pois que repercute na sociedade como um todo. Dificilmente uma pessoa é afetada sozinha, quando prejudicada por um dano. A família sofrerá privações, a partir do momento em que seu provedor deixar de exercer a atividade que a sustenta; cada cidadão é um elo que afeta toda a sociedade organizada – o plexo social.
• Considerando esse aspecto social dos seguros de RC, então seria o caso de torná-los obrigatórios?
Polido: Nos países europeus há forte socialização dos prejuízos, via instituição de seguros obrigatórios na área de responsabilidade civil. Esse princípio está longe de ser aplicado com eficácia no Brasil, apesar das razões favoráveis que fundamentam sua adoção, não pela ausência da necessidade social, mas em consideração ao fato de que a sociedade brasileira não tem e não terá o mesmo comportamento dos europeus.
Também o mercado segurador nacional não alcançou maturidade suficiente a ponto de poder articular-se frente à instituição desenfreada de vários seguros de responsabilidade civil de natureza obrigatória, ao mesmo tempo. De mais a mais, o brasileiro ainda não reclama indenizações na mesma intensidade que os europeus, muito menos ainda se comparado aos norte-americanos. Pesa contra os brasileiros o fato de a justiça local ser burocratizada e lenta, além da considerável onerosidade representada por um processo judicial. Não está no ideário do brasileiro receber com naturalidade a instituição de seguros obrigatórios, sejam eles de responsabilidade civil ou não. Os seguros obrigatórios já existentes no Brasil não funcionam adequadamente, com raras exceções.
• A obra promove a análise da responsabilidade civil muito além de sua figura jurídica e função reparatória. Essa análise reflete o atual estágio da sociedade brasileira?
Polido: Não há como, modernamente, analisar a responsabilidade civil como apenas uma figura jurídica estanque, que pode ser acionada como moldura para a resolução de um problema relativo ao pagamento de uma indenização, em razão de um dano sofrido. Esta obra esmiuça os novos contornos na busca da justificação da responsabilidade civil, segundo a pós-modernidade. O mercado segurador deve estar atento e conforme os novos contornos e anseios da sociedade.
A responsabilidade civil não se situa apenas na moldura apertada da pretensão de obter a reparação ou a compensação, se determinada situação de injustiça social, p.ex., não puder ser reconduzida ao estado anterior (ainda de injustiça). A aplicação desse instituto, portanto, transcende à indenização do dano. É neste campo, muito mais amplo, e com vistas à concretude dos direitos sociais que a moderna doutrina conduz a responsabilidade civil.
Através dessa nova visão epistemológica da responsabilidade civil, de vertente ética e política, o campo de ação se amplia e muito, abrangendo mesmo situações que certamente são alheias ao segmento de atuação do mercado securitário, mais voltado a aspectos patrimonialistas, sim, e também da integridade moral e física dos cidadãos, pelo menos no atual momento da sociedade brasileira.
Este é o novo lume da crista da onda, a nortear todos os caminhos inerentes à responsabilidade civil. Com base nos anseios da atual sociedade, o princípio da dignidade humana parece ser o ideal almejado. Desta forma, deixa de causar eventual perplexidade o fato de o princípio da dignidade humana motivar também as relações contratuais.
• Sobre os seguros de responsabilidade civil de riscos profissionais, o livro destaca a questão da responsabilidade pela confiança. Explique
Polido: Considerando-se que este trabalho visa justamente não só apresentar a técnica dos seguros de RC, mas também o fundamento jurídico subjacente ao conjunto delas; tem também por princípio difundir ideias e pensamentos norteadores do Direito, todos eles focados especialmente no consumidor de seguros. Necessário, portanto, explorar com maior detalhamento a questão da responsabilidade pela confiança.
Nos seguros de RC, a questão da expectativa da confiança está mais alinhada em face da obrigação da seguradora para com os segurados dela e não muito em relação aos segurados e os terceiros, em se tratando de seguros RC. Pode acontecer, todavia, da referida teoria ser lembrada em se tratando de riscos profissionais, pois que certamente o fator confiança é primordial quando da escolha de qualquer prestador de serviços. Mas o adquirente de produtos também o compra com base no fator confiança que ele tem naquele determinado bem de consumo.
• O livro analisa as transformações do seguro de responsabilidade civil operadas pela legislação, doutrina e jurisprudência. Foi proposital a exclusão das mudanças regulatórias?
Polido: Nesta obra, é necessário ressaltar, que não me ative ao padrão Susep em termos contratuais, o que limitaria consideravelmente o meu trabalho intelectual, caso permanece nele como real e único paradigma vinculante do ramo RCG no país. Ao contrário disso, retratei os seguros RC e seus elementos configuradores de forma livre e aberta, buscando retratar o estágio atual de desenvolvimento encontrado nos diversos mercados, dentre eles os mais desenvolvidos no segmento.
O ramo, de aberta interrelação com outros mercados, deve buscar parâmetros estruturantes encontrados em outros países e de modo a não ficar apartado da realidade mundial. O Brasil cresce e se desenvolve, exportando cada vez mais seus produtos e serviços, inclusive com a criação de filiais de empresas nacionais no exterior ou de empresas domésticas que adquirem empresas estrangeiras, as chamadas transnacionais com controle brasileiro.
Este segmento exige a formatação de produtos específicos de programas mundiais de coberturas RC. Também as empresas estrangeiras aqui representadas necessitam da formatação de programas locais de seguros RC sob a égide dos programas mundiais das matrizes delas. Qualquer intervenção estatal mal dimensionada neste sentido pode coibir este tipo de procedimento, inclusive prejudicando a formação de maior volume de prêmios no Brasil. Cada caso constitui modelo “tailor made”, o que inviabiliza qualquer tipo de estratificação padronizada sobre eles.
Mais sobre o autor
Walter Polido atuou por 23 anos no IRB-Brasil Re (1974-1998); dez anos na Munich Re do Brasil (1998-2008) e, voltando a estudar academicamente, realizou pós-gradução strictu sensu em Direitos Sociais, com concentração em Direitos Difusos e Coletivos pela PUC-SP (2006-2008).
Outros livros de Walter Polido
Seguro de Responsabilidade Civil Geral no Brasil & Aspectos Internacionais. São Paulo: Editora Manuais Técnicos de Seguros, 1997 [esgotado].
Uma introdução ao Seguro de Responsabilidade Civil Poluição Ambiental. São Paulo: Editora Manuais Técnicos de Seguros, 1995 [esgotado].
Seguros para Riscos Ambientais. São Paulo: RT, 2005
Cláusulas Contratuais de Resseguro – princípios técnicos e jurídicos. Particularidades sobre Responsabilidade Civil. 1ª ed. Rio de Janeiro: Escola Nacional de Seguros, 2008
Contrato de seguro: novos paradigmas. São Paulo: Roncarati, 2010 [pode ser adquirido via reembolso através da própria Editora – 11-30711086 ou pelos sites da Cultura, Saraiva]
Cláusulas Contratuais de Resseguro – princípios técnicos e jurídicos. Particularidades sobre Responsabilidade Civil. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Escola Nacional de Seguros, 2011. [pode ser adquirido nas unidades da Escola Nacional de Seguros – www.funenseg.org.br]
Programas de Seguros de Riscos Ambientais no Brasil: estágio de desenvolvimento atual. Rio de Janeiro: Escola Nacional de Seguros, 2012. [pode ser adquirido nas unidades da Escola Nacional de Seguros – www.funenseg.org.br]
A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea, divulgou na quarta-feira, 6, os dados da indústria automobilística referentes ao mês de outubro e do acumulado do ano. A produção no mês – recorde histórico para o período – foi de 323,8 mil unidades, alta de 0,5% com relação as 322,2 mil de outubro de 2012 e redução de 2,5 contra as 332 mil de setembro passado.
Na soma dos dez meses transcorridos do ano o acréscimo é de 12,4% quando confrontadas as 3,17 milhões deste ano com as 2,82 milhões de 2012. Foi a primeira vez na história que a marca de três milhões de unidades foi superada ainda no mês de outubro – nos últimos três anos tal marco foi atingido somente em novembro.
De acordo com Luiz Moan Yabiku Junior, presidente da Anfavea, as exportações e o Inovar-Auto são preponderantes no desempenho da produção: “O aquecimento dos mercados externos é um dos motivos, mas o Inovar-Auto, que incentiva a produção local, sem dúvida é outro importante fator que sustenta o crescimento da produção. A queda na participação dos importados no licenciamento, que em outubro foi de 18,8%, comprova que o acerto do programa”.
As exportações ascenderam 30,6% no acumulado do ano, com 480 mil unidades em 2013 ante 367,4 mil do ano anterior – o volume deste ano até outubro já superou o resultado completo de 2012. Só em outubro 51,8 mil unidades deixaram o País, o que representa aumento de 22,9% frente as 42,2 mil do mesmo mês do ano passado e de 13,9% com relação as 45,5 mil de setembro de 2013.
O licenciamento de outubro deste ano, de 2012 com 330,2 mil unidades, avançou 6,6% quando comparado com o mês anterior, que registrou 309,9 mil, e recuou 3,3% com relação as 341,6 mil de outubro de 2012 – o resultado está acima da média de 308,9 mil unidades comercializadas dos primeiros nove meses do ano. No acumulado de 2013 a retração foi de 0,7%: foram 3,11 milhões de unidades licenciadas contra 3,13 milhões de 2012.
Máquinas agrícolas
Assim como nas exportações de autoveículos, o resultado das vendas internas de máquinas agrícolas de janeiro a outubro já superou todo o ano de 2012. Nestes dez meses foram vendidas 71,2 mil máquinas, 21,7% acima das 58,5 mil do ano passado. No comparativo mês a mês, as 7,3 mil unidades comercializadas em outubro de 2013 representam redução de 2,4% com relação ao mesmo mês de 2012 e de 0,9% perante setembro deste ano.
Na produção novo recorde foi superado: as 10 mil unidades colocam outubro de 2013 como o melhor mês da história. O resultado representa ainda aumento de 29,4% contra as 7,7 mil de outubro de 2012 e de 13,9% quando defrontado com as 8,8 mil de setembro deste ano. No acumulado, também recorde histórico, a alta é de 20,8%: foram 85,8 mil unidades produzidas nos dez meses de 2013 enquanto no mesmo período de 2012 este número era de 71,1 mil.
Em outubro de 2013 as associadas da Anfavea agregaram quase 1,5 mil pessoas em sua força de trabalho, o que elevou o nível de emprego da indústria automobilística para 156,1 mil profissionais – 4,4% a mais que outubro do ano passado e 0,9% se comparado com setembro deste ano.
A SulAmérica Seguros, Previdência, Investimentos e Capitalização já está organizando sua agenda de sustentabilidade para 2014. A companhia é a primeira marca a confirmar patrocínio da Conferência Internacional Sustainable Brands Rio 2014. A Sustainable Brands é a maior comunidade internacional voltada para discussão de ações e estratégias para associar marcas à modelos de negócios sustentáveis. O evento faz parte de uma programação global de conferências, que além do Rio de Janeiro, inclui San Diego, Londres e Istambul. A agenda ainda está sendo fechada e promete trazer especialistas de vários países para enriquecer os debates.
“A conferência da Sustainable Brands é o que há de mais atual no debate sobre como sustentabilidade empresarial pode gerar valor à marca. O patrocínio da SulAmérica reforça a preocupação da companhia em disseminar as melhores práticas de sustentabilidade” diz a superintendente de Sustentabilidade Empresarial, Adriana Boscov.
O evento será realizado nos dias 24 e 25 de abril no Centro de Convenções SulAmérica no Rio de Janeiro.
A Icatu Seguros abrirá as primeiras filiais em João Pessoa (Paraíba) e Manaus (Amazonas) essa semana. Com essas duas cidades, a seguradora chega a 29 filiais em todo o Brasil. A abertura dessas filiais faz parte da estratégia de crescimento nos mercados locais de seguros de vida e previdência complementar. O objetivo é aumentar a visibilidade da marca, consolidar a relação com os atuais parceiros e atrair novos negócios. A expectativa é de crescimento de 30% em João Pessoa e 40% em Manaus em 2014 com a abertura das novas filiais.
A evolução do Seguro Educacional tem contribuído significativamente para o setor de educação no Brasil, beneficiando alunos e instituições de ensino. Ainda novo no mercado, ele cresce de forma rápida diante da procura cada vez maior, considerando o baixo custo versus o benefício, razão pela qual já é considerado um diferencial na hora da matrícula.
Ofertado tanto por escolas voltadas ao ensino fundamental e médio quanto por instituições de ensino superior, o seguro tem como objetivo principal quitar diretamente, perante a instituição de ensino, as mensalidades escolares se o responsável pelo pagamento ficar desempregado, impossibilitado temporariamente de desempenhar suas funções por causa de um acidente ou doença (por um período de entre três e seis meses), inválido ou morrer (até o final do atual ciclo ou até o aluno concluir seus estudos).
“Para quem o contrata, o seguro funciona como uma bolsa, uma vez que garante a continuidade dos estudos nas situações de impossibilidade de pagamento das mensalidades. Para a instituição que o oferta, o seguro é uma maneira de reter o aluno, e funciona como uma alternativa à redução da inadimplência, uma vez que o desemprego é o principal motivo da evasão”, explica Sergio Wagner Barbosa, diretor de Seguros de Pessoas da BB e Mapfre.
Colégios e universidades, em convênio com seguradoras, podem oferecer planos coletivos que, por esse motivo, custam mais barato. O seguro custa em média 1% a 3% da mensalidade escolar e podem ser incluídas diversas coberturas adicionais.
No produto Mapfre Proteção Educacional Multiflex, por exemplo, além das coberturas de morte, invalidez e perda de renda do titular, o seguro custeia material escolar e uniforme, repetência, formatura e pré-vestibular. Outro item importante é o fornecimento da Carteira de Estudante nos padrões estabelecidos pelo MEC, o que contribui na redução de custos para as escolas.
“Podem ser contratadas adicionalmente as coberturas de recolocação profissional para o responsável financeiro pelo estudante, ou para ele mesmo, em caso de desemprego, reforço escolar e assistência funeral”, diz Barbosa.
Em se tratando da escola, podem ser contratadas as coberturas por quebra de contrato, danos a veículos, despesas médicas de aluno, funcionários, professores e terceiros em caso de acidente ocorridos no estabelecimento, além de danos morais.
Considerando o número de instituições privadas de ensino no país é possível medir o tamanho do campo a ser explorado pelo setor de seguros. Estima-se que cerca de apenas 5% das instituições de ensino privadas ofereçam este benefício a seus alunos. O potencial compreende mais de 7 milhões de alunos matriculados em de ensino fundamental e médio.
Outro fator importante é que o seguro não se destina exclusivamente às instituições de ensino tradicionais, podendo também ser oferecidos por intermédio de toda a diversidade de instituições de ensino, como idiomas, profissionalizante, ensino a distância, entre outros.
“Os gastos estimados para as famílias das classes B e C educarem seus filhos da pré-escola à faculdade estão estimados entre R$ 400 mil e R$ 800 mil, mas toda a expectativa pelo futuro dos herdeiros pode ser comprometida em caso de desemprego, invalidez ou morte do responsável pelo aluno”, lembra Barbosa. “Por isso, o seguro educacional surgiu, justamente para apoiar as famílias nessas situações e garantir a permanência do aluno na instituição de ensino.”
O seguro educacional é complementar ao seguro de vida, uma vez que a indenização relativa ao produto é destinada exclusivamente à garantia da continuidade dos estudos. Outra vantagem é que ele oferece assistência em momentos de desemprego, o que não é previsto na apólice de vida comum ou nos planos de previdência privada.
“Uma alternativa seria tentar fazer uma reserva para garantir a escola dos filhos se os pais tiverem algum problema; entretanto, a construção dessa poupança leva tempo, e um incidente pode comprometer ou inviabilizar esse planejamento. Com o seguro, a responsabilidade de honrar o compromisso fica com o administrador do seguro; ou seja, o pai ou a mãe das crianças nunca precisará se preocupar com isso, é uma tranquilidade”, afirma.
Há limites de idade para a contratação do seguro, que pode ser feito, inclusive, pelo próprio aluno. A idade mínima é de 16 anos e a máxima varia entre 65 e 70 anos, dependendo da seguradora. É exigida comprovação de bom estado de saúde e de exercício de atividade profissional.
Com o aniversário de um ano da supertempestade Sandy no final de outubro, a Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), braço de resseguros do Grupo Allianz, adverte que muitas empresas ainda não fizeram as mudanças adequadas para evitar ou reduzir prejuízos gerados por eventos climáticos extremos.
O estudo da AGCS “Supertempestade Sandy: Lições Aprendidas – Uma Perspectiva de Gestão de Risco” examina o custo do desastre e descreve o que as corporações devem saber para reduzir o impacto financeiro de futuras tempestades.
Muitos clientes da AGCS foram duramente atingidos pelo fenômeno, com a resseguradora respondendo por aproximadamente 900 sinistros, variando desde carga danificada a estabelecimentos inundados. O impacto financeiro total para a AGCS foi de US$ 113 milhões.
“Muitas empresas não estão preparadas como deveriam para os eventos climáticos que são os ‘novos normais’,” diz Tom Varney, gerente regional da Allianz Risk Consulting para as Américas. “Para algumas corporações leva tempo para preparar o orçamento e realmente efetuar as mudanças necessárias. Para outras pode ser somente uma questão de centrar na coisa certa no momento certo. A Allianz tem o compromisso de ajudar os clientes a identificar as vulnerabilidades e mitigar riscos.”
Sandy foi a tempestade mais mortal que atingiu o nordeste dos Estados Unidos em 40 anos e a segunda de mais alto custo na história da nação, com muitas empresas e pessoas ainda se recuperando dos seus danos. O evento deixou importantes lições empresariais a serem aprendidas.
A AGCS identificou quatro etapas que as empresas devem seguir para se preparar melhor para futuros eventos climáticos extremos:
1. Atualizar e testar planos de preparação para emergência: A preparação antes da tempestade minimiza os danos aos bens e reduz a interrupção dos negócios. A AGCS recomenda que cada empresa tenha um plano de resposta a emergências avaliado e testado anualmente. Um bom plano conta com a definição das responsabilidades e com o suporte do gestor sênior.
2. Avaliar dos planos de contingência de negócios: Sandy atingiu o nordeste dos Estados Unidos numa segunda-feira, o que dificultou o desenvolvimento e a execução de planos de contingência de negócios. Um plano bem desenvolvido fornece ferramentas para a empresa se erguer e voltar a funcionar o mais rápido possível.
3. Entender sua apólice de seguro: Os donos de negócios devem reservar um tempo para ler sua apólice atual e discutir com seus corretores o que é coberto e onde podem existir lacunas. Devem também considerar a inclusão do termo de garantia estendida da cláusula indenizatória na cobertura da interrupção do negócio, dando assim suporte à empresa até o retorno da condição financeira normais.
4. Saber para o que se preparar: O planejamento para um vendaval envolve aspectos diferentes da preparação para uma inundação. No caso de Sandy, a tempestade atingiu a costa durante a maré alta na lua cheia, provocando inundações ainda mais graves. A preparação para a Sandy foi baseada em eventos de ventos fortes, deixando muitos negócios desprevenidos para a inundação causada pela tempestade. Conforme modelos mais sofisticados de rastreamento são introduzidos no rastro de tempestades, mais informações precisas estarão disponíveis para a população.
O estudo também apresenta comentários dos especialistas da AGCS:
· Especialista em furacões, Andrew Higgins da Allianz Risk Consulting, se concentra na ascensão de tempestades na área de Nova de Iorque e em como as empresas podem proteger melhor seus bens dos danos causados por enchentes.
· Terry Campbell, chefe de Sinistros Marítimos da AGCS Américas, examina como o setor de seguro foi capaz de responder aos desafios da supertempestade Sandy e regular os sinistros de forma rápida, ajudando os negócios a se recomporem.
A Seguros Unimed, por meio da Unimed Seguros Saúde S.A., adquiriu a carteira de segurados da Tempo Saúde Seguradora S.A., uma subsidiária da Tempo Participações S.A. (Tempo Assist), empresa de capital aberto listada no Novo Mercado da BM&F Bovespa [TEMP3].
A conclusão da operação depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
O grupo Tempo Assist é uma das principais companhias do país na prestação de serviços de seguro saúde, planos odontológicos, assistências especializadas, home care e soluções em saúde. A Companhia administra redes pulverizadas em cada um de seus negócios, contabilizando mais de 50 mil prestadores de serviços em todo o Brasil.
Com o acordo, a Seguros Unimed reforça sua estratégia de crescimento sustentável, baseado no core de seus negócios. “Somos reconhecidamente uma empresa que atua com diferenciais nesse mercado, tais como amplo leque de produtos e serviços, baixa sinistralidade da carteira, agilidade do reembolso e capilaridade da rede”, informa Rafael Moliterno Neto, presidente da empresa.
A Tempo Assist, por sua vez, se capitaliza para investir em áreas mais estratégicas, como o setor de prestação de serviços de saúde. “Estamos certos de que a Seguros Unimed será capaz de dar continuidade aos nossos serviços, garantindo o bem-estar dos segurados e oferecendo um elevado nível de atendimento. Ao mesmo tempo, a transação permitirá à Tempo Assist concentrar-se em negócios mais estratégicos”, informa Marcos Couto, presidente da Tempo Assist.
Os resultados consolidados até setembro deste ano demonstram a performance da Seguros Unimed. Destaques para o crescimento de 24,4% dos prêmios ganhos e contribuições, que chegaram a R$ 1,1 bilhão e a valorização de 13,2% do resultado que as posiciona como o melhor investimento dentre os ativos disponíveis no país.
Este ano, a Seguradora abriu também outras três importantes frentes: consolidação da Unimed Odonto, reforço do posicionamento em Previdência Privada e a entrada oficial em Seguros Patrimoniais.
A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) realizará o Insurance Service Meeting 2013, maior evento de tecnologia do mercado de seguros brasileiro. O evento será realizado em parceria com a IBM, Deloitte, Price Waterhouse Coppers, Plusoft e CSC, entre os dias 8 e 10 de novembro, no Club Med Rio das Pedras, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.
As palestras abordarão temas como a captura de dados à distância (telemática) e seu impacto para as indústrias automotivas e de saúde; a posição do Brasil na geopolítica; a importância da análise preditiva para a subscrição automática de riscos corporativos e pessoais; as utilidades do iCloud e como ele pode auxiliar o mercado de seguros; os aspectos relevantes do Big Data – termo popular usado para descrever o crescimento, a disponibilidade e o uso exponencial de informações; a transição de linhas de negócio para a segmentação de clientes; e a posição no Brasil no desenvolvimento mundial.
Entre os palestrantes estarão o estrategista sênior da Zurich Global, James Moffatt, o jornalista e apresentador da CNN Internacional, Andrés Oppenheimer, o gerente do IDC, Alexandre Campos Silva, o sócio-diretor do Data Popular, Renato Meirelles, e o diretor do RC Consultores, Paulo Rabello de Castro.
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