ICES volta a crescer pelo segundo mês consecutivo

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A melhora na projeção do desenvolvimento da economia brasileira influenciou o crescimento pelo segundo mês consecutivo do Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras (ICES), que chegou a 109,4 em outubro. O valor representa uma variação de 5,3% em relação ao obtido no mês de setembro, quando chegou a 103,8.

“Nos últimos dois meses, o fato que mais apresentou melhora, em termos relativos, foi o que avaliou o comportamento futuro da economia”, observa o economista Francisco Galiza, diretor da Rating de Seguros e responsável pela aferição do Índice realizado em parceria com a Revista Cobertura.

Para 70% dos executivos o crescimento da economia brasileira será igual nos próximos seis meses, enquanto 17% afirmaram acreditar que será melhor e 13% disseram que vai piorar. Na análise do mês anterior, o índice era de 67%, 8% e 25%, respectivamente.

Já quanto à Rentabilidade das Seguradoras, 67% mantiveram a opinião de que o desempenho será igual, 24% melhor e 9% pior. No mês anterior, 73% mantiveram a estabilidade, 20% acreditavam na melhora e 7% na piora.

No quesito Faturamento das Seguradoras, 54% dos executivos disseram que será igual; 42% melhor e 4% pior.

Auto continua favorável

Acompanhando o crescimento das vendas para 2013, o ramo de seguro automóvel segue com desempenho favorável e mantendo os números obtidos em setembro. Para 58% dos profissionais, o desempenho será igual; 32%, maior, e 10% menor.

Entenda como é calculado o ICES

O ICES é um trabalho desenvolvido pela Rating de Seguros em parceria com a Revista Cobertura que teve início em novembro de 2012. A criação de um Índice exclusivo das seguradoras tem como objetivo equiparar o mercado de seguros a outros setores da economia brasileira e mundial.

O Índice é elaborado mensalmente e, para tanto, os seguradores respondem a cerca de quatro perguntas de múltipla escolha e de ordem qualitativa sobre o crescimento da economia, a rentabilidade e o faturamento das seguradoras para os próximos seis meses.

As respostas são sigilosas e os indicadores são transformados em números, que variam entre zero e 200, justamente para o 100 ser a média.

IESS anuncia vencedores do III Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar

saudeO Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) premia, no próximo dia 7, os vencedores do “III Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar”. A cerimônia acontece às 19h, no hotel Transamérica International, na Alameda Santos, 981, em São Paulo.

O “Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar” tem o objetivo de promover a pesquisa e valorizar estudos com qualidade técnica e capacidade de contribuir para a evolução do setor de saúde suplementar. São premiados os melhores trabalhos de pós-graduação (especialização, MBA, mestrado ou doutorado) relacionados à saúde suplementar, inscritos nas três categorias do Prêmio: Promoção da Saúde, Economia e Direito.

O primeiro lugar de cada categoria recebe um prêmio de R$ 6 mil e, o segundo, de R$ 3,5 mil.

Conheça os vencedores de cada categoria:

Promoção da Saúde

1° colocado: João Mendes Succar – Mestrado em Administração na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Título: O cliente como coprodutor do serviço: a adesão do paciente a programas de gerenciamento de doenças crônicas

2° colocado: Thiago Inocêncio Constancio – Mestrado Acadêmico em Saúde Coletiva na Universidade Federal Fluminense (UFF).

Título: Trajetórias assistenciais de pacientes com câncer: aspectos do cuidado integral em operadora de autogestão

Economia

1° colocado: Denilson Queiroz Gomes Ferreira – Doutorando em Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento e mestrado em administração pela UFRJ.

Título: Os determinantes da Integração Vertical na Saúde Suplementar Segundo a Teoria dos Custos de Transação

2° colocado: Fernando Ferreira Kelles – Doutorado em Demografia no Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Título: Mudanças Demográficas no Brasil e Sustentabilidade dos Planos de Saúde

Direito

1ª colocada: Amanda Salis Guazzelli – Mestre em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP)

Título: A busca da justiça distributiva no Judiciário por meio das relações contratuais: uma análise a partir dos planos de saúde

2ª colocada: Carolina Lopes Zanatta – Mestre em Administração de Empresas pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (EAESP/FGV)

Título: Principais efeitos da regulamentação dos contratos entre operadoras e prestadores de serviços no mercado de saúde suplementar

Urbanização de mercados emergentes traz estímulos e desafios ao setor de seguros

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A população mundial tem previsão de crescimento de 1,4 bilhões para 5 bilhões de pessoas entre 2011 e 2030, 90% desse crescimento virá dos mercados emergentes. O último estudo divulgado pela Swiss Re “Urbanização em mercados emergentes: benefício e perdição para seguradoras” analisa o rápido crescimento das cidades nesses locais. Ele também aponta as oportunidades e desafios que a urbanização apresenta a respeito de gerenciamento de riscos.

China e India estarão a frente dessa onda de urbanização. Ásia e Africa verão a maior elevação nas taxas de urbanização nas próximas décadas, como também das populações urbanas. “Estima-se que a China será responsável por 20%, ou seja, 276 milhões de pessoas, e a Índia por 16% ou 218 milhões de pessoas, do crescimento da população urbana global entre 2011 e 2030”, diz Amit Kalra, coautor do estudo.

Uma característica importante da urbanização será o rápido crescimento de pequenas e médias cidades juntamente com o desenvolvimento contínuo de aglomerados urbanos. O número de “megacidades” – aquelas com mais de 10 milhões de habitantes – no mundo irá crescer de 23 para 37 no mesmo período. 19 dessas cidades estarão nos mercados emergentes, com China e India, que terão juntas 13 cidades.

Urbanização apresenta novas oportunidades para o mercado de seguros

A necessidade de acomodar toda a população urbana dos mercados emergentes irá ocasionar grandes investimentos em infraestrutura, estimados em US$ 43 trilhões entre 2013 e 2030, e produzirá cerca de US$ 68 bilhões em prêmios de coberturas para construções. O desenvolvimento de aglomerados urbanos/ industriais e a expansão de instalações de produções deverão impulsionar a demanda por seguro comercial. Os ramos de Aviação, Engenharia e Responsabilidade Civil também deverão ser beneficiados.

Aumentos dos níveis e posse de bens gerados pela urbanização deverão ter forte crescimento nos prêmios dos ramos de não-vida, incluído seguro auto e residencial. Em 2012, o seguro de automóveis foi responsável por 45% do total de prêmios de não-vida dos mercados emergentes e há previsão de maior crescimento, baseada na demanda em larga escala por serviços de logística.

A principal oportunidade de seguros e resseguros estará na Ásia emergente, onde a taxa de urbanização é menor do que na América Latina, América Central e Europa Oriental. Espera-se que China e Índia sejam responsáveis por cerca de metade das oportunidades de seguro para infraestruturas.

O setor de seguros de vida deve ser beneficiado também. O nível mais elevado de educação financeira do ambiente urbano em relação à vida rural pode facilitar as vendas de produtos mais complexos para seguros de vida, como soluções para acúmulo e distribuição de riquezas.

“Seguro de vida tradicional, a longo prazo, farão com que as famílias queiram proteger o fluxo de renda do provedor da casa”, comenta Kurt Karl, OCE da Swiss Re. A maior taxa de participação de mulheres no mercado de trabalho cria ainda uma perspectiva de um cliente em potencial para seguros de vida.

A evolução do estilo de vida e hábitos das áreas urbanas, com um aumento de “doenças urbanas” como doenças cardiovasculares, câncer de pulmão e obstrução pulmonar crônica, e o grande risco de transmissão de doenças contagiosas em áreas de grande densidade populacional, darão suporte ao forte crescimento do seguro saúde. A demanda por soluções com cuidados de saúde a longo prazo deverá crescer, particularmente pelo envelhecimento da população menos habilitada a depender da geração mais nova para um suporte pós-aposentadoria.

O desafio do gerenciamento de risco das cidades

A urbanização traz uma mudança socioeconômica fundamental e um novo panorama de riscos. Com uma maior densidade populacional e concentração de ativos, as cidades são mais vulneráveis aos riscos de saúde e inclinadas a grandes perdas caso sejam atingidas por desastres naturais. Além disso, há um reconhecimento crescente entre os formuladores de políticas em mercados emergentes da importância de fornecer acesso às necessidades básicas como moradia, cuidados com a saúde e escolas.

Recentemente, mais atenção também é dada às questões ambientais como poluição de ar e água. Com uma implementação de perspectiva, resseguradoras e seguradoras podem trazer sua experiência e partilhá-la com os governantes para administrar os desafios das cidades modernas. Transferência de riscos do setor privado pode ser uma parte importante do gerenciamento de riscos, ajudando a aliviar a carga financeira e pessoal que podem atingir muitos em eventos catastróficos.

Para Gabor Jaimes, líder de gerenciamento de Property na região Ásia-Pacífico: “Urbanização é a principal causa de enorme concentração de valores de propriedade – particularmente nos mercados de grande crescimento. Dada a ainda muito baixa penetração dos seguros nesses mercados, isso pode resultar em um gap massivo com potencial de perda econômica nos pagamentos de seguros caso uma metrópole seja atingida por catástrofes naturais. É importante que as seguradoras trabalhem em conjuntos com as demais partes interessadas para aprimorar a cobertura de riscos e reduzir o potencial fardo financeiro para governo e indivíduos decorrentes de eventuais catástrofes naturais”.

O resseguro pode ainda dar suporte ao gerenciamento de exposição de riscos em locais segurados desses mercados. A fim de permanecer solvente , seguradoras locais precisam ter capital ou resseguro adequado para serem capazes de lidar com eventos de grandes perdas. Preços ajustados ao risco muitas vezes são um desafio para seguradores e mercados emergentes, pela má qualidade dos dados sobre perdas históricas e a falta de experiência nos modelos de exposição potencial de riscos.

Fashion Week tem proteção da Chubb Seguros

gigi spfwAdoro cobrir o mercado segurador por vários motivos. Primeiro porque tem a função de proteger as pessoas em momentos de dificuldade. Já vi o seguro mudar o rumo da vida de muita gente. De empresários ao menor renda. Segundo porque posso me aprofundar em diversos temas, uma vez que o seguro está presente em todos os segmentos da economia. Hoje, por exemplo, é dia de curtir moda.

A Chubb do Brasil é, pela primeira vez, a seguradora oficial do São Paulo Fashion Week – principal evento de moda da América Latina, que acontece entre 28 de outubro e 1º de novembro, no Parque Villa Lobos. Mostrando as principais tendências para a temporada outono/inverno 2014, o evento tem o apoio da Chubb em mais uma ação para reafirmar o DNA de marca premium.

Cá estamos, eu e Gigi, apreciando a moda e tranquilas que temos a proteção de uma seguradora. Afinal, ao aceitar fazer o seguro do evento, a Chubb colocou em prática o gerenciamento de risco. Significa que levantou muitas probabilidades de acidentes e criou mecanismos para mitigá-los. Afinal, mais importante do que pagar uma indenização é fazer de tudo para que acidentes não ocorram.

A Chubb possui uma equipe altamente especializada e treinada para avaliar riscos e oferecer o melhor seguro para eventos de todos os portes. “A nossa experiência, o compromisso com o cliente e a excelência de nossa equipe são os fatores que tornam a Chubb uma das líderes nesse mercado no Brasil e no mundo”, garante Juliana Santos, responsável pela carteira de entretenimento da empresa.

A Chubb do Brasil é, também, pela primeira vez, a seguradora oficial do Fashion Rio, consolidado na cena carioca por impulsionar, desde 2002, milhões em negócios, e que será realizado entre 6 e 9 de novembro, no Pier Mauá.

Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo recebe presidente da Porto Seguro para falar sobre aposta na consultoria e prestação de serviços

alexandre camillorelease

Fabio Luchetti, presidente do conglomerado Porto Seguro e Serviços, é o convidado especial do próximo encontro do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP). Acompanhado de sua diretoria executiva, Luchetti irá falar sobre a Porto Seguro, que sempre priorizou a prestação de serviços e a atuação dos corretores, e atenderá os associados do CCS-SP nos debates.

Há pouco mais de um ano, Luchetti assumiu a presidência da importante seguradora quebrando a sucessão familiar dos fundadores da empresa, numa demonstração de confiança do antecessor Jayme Garfinkel.

“Luchetti construiu uma carreira brilhante na Porto Seguro e agora comanda a empresa com a mesma paixão da família Garfinkel. Segue a linha consagrada de investir em serviços para atender o segurado durante toda a vigência da apólice e, por isso, tem o trabalho consultivo dos corretores como parceria ideal”, afirma o mentor do CCS-SP, Alexandre Camillo.

O evento que acontece na próxima terça-feira, dia 05/11, em almoço no Restaurante do Circolo Italiano, encerra o ciclo de palestras promovido pelo CCS-SP em 2013, que contou com a participação de outros presidentes de seguradoras, do presidente da Fenacor, da FenSeg e do superintendente da Susep, favorecendo a proximidade dos associados com importantes líderes do setor. É aberto para a participação de jornalistas.

Seguro da Liberty protege cabeleireiro de perdas com acidentes

foto-11MATÉRIA EXTRAÍDA DA REVISTA DIGITAL DA LIBERTY SEGUROS, EDIÇÃO 3

A preocupação em criar um produto voltado para cabeleireiro surgiu de um levantamento da Liberty que contou com cerca de 300 mil salões de cabeleireiro no país; a maior parte deles micro salões que não possuem seguro. Com a estratégia de criar uma massiva carteira de clientes a partir dos estabelecimentos menores, a seguradora pretende consolidar uma análise de exposição melhor gerenciável. A decisão também segue a política da Liberty de se especializar em alguns segmentos e oferecer serviços que atendam às necessidades de cada negócio.

É essencial para o dono de um pequeno salão poder se sentir seguro em relação a roubo de bens, de valores, incêndios, danos elétricos, assistência 24 horas para quebra de vidros e muito mais, tudo isso levando em conta que existe um grande investimento feito em equipamentos e mobiliário que o empreendedor precisa proteger.

Segundo Erílio Barbosa de Lucena, gerente de Property Commercial Lines da Liberty Seguros, “esse produto é muito importante, porque é totalmente diferenciado e muito segmentado. É o primeiro desse mercado, e garante uma série de coberturas específicas para o salão, como a Responsabilidade Civil, que cobre qualquer dano corporal acidental que possa acontecer com um cliente, como cortes, irritação no couro cabeludo, reações a tratamentos. Essa é uma cobertura exclusiva que garante a tranquilidade ao profissional do salão.”

Seguro de Riscos de Engenharia reduz tempo e custo de obras

LIBERTY ANDRE GUIDETTIMATERIA EXTRAÍDA DA REVISTA DIGITAL DA LIBERTY SEGUROS, EDIÇÃO 3

A cratera aberta em 2007, durante a obra da linha 4 do metrô de São Paulo, causou fatalidades e sérios atrasos na conclusão da estação Pinheiros. O acidente foi reconhecido por especialistas como um dos maiores sinistros de riscos de engenharia no Brasil. Esse é um mercado em forte expansão no país para seguradoras, devido principalmente às grandes obras de infraestrutura executadas para sediar a Copa do Mundo FIFA 2014 e Olimpíadas de 2016. De acordo com a Susep (Superintendência de Seguros Privados), a crescente demanda movimentou R$ 458,3 milhões em 2010 e R$ 877,8 milhões em 2011, registrando um aumento de 48%.

Atualmente, bancos e empresas financeiras exigem que construtoras contratem um o seguro de riscos de engenharia para liberar empréstimos, o que por si só já aumenta consideravelmente a procura pelo produto. A Liberty International Underwriters (LIU), divisão de riscos especiais da Liberty Seguros, realiza uma minuciosa analise de riscos tanto durante o processo de contratação deste seguro, impactando diretamente no preço, quanto durante a execução da obra com o propósito de minimizar a probabilidade de acidentes e consequentemente os impactos negativos no prazo e custo da obra.

O Seguro de Riscos de Engenharia garante a indenização dos prejuízos ocorridos durante as obras civis em construção como rodovias, portos, aeroportos, túneis, pontes e indústrias em geral, por meio da contratação de coberturas básicas e acessórias. E para instalação e montagem: garante a indenização dos prejuízos ocorridos durante a fase de montagem e instalação de máquinas e equipamentos, tais como turbinas, geradores, caldeiras, etc. E as coberturas acessórias: despesas extraordinárias; tumultos; testes de equipamentos; riscos do fabricante (aos bens em montagem); erros de projeto (em obras civis em construção), entre outras.

“Este é um seguro que chamamos de ‘All Risks’, ou seja, cobre qualquer dano até mesmo decorrente de um erro de projeto/execução incluindo todas as despesas relacionadas a esta perda. A amplitude das coberturas contratadas neste seguro permite que a obra ou montagem de um equipamento estejam completamente protegidas durante a sua execução e até mesmo após a sua entrega definitiva, através da cobertura de manutenção. Possui também a opção de cobertura para danos financeiros relacionados aos lucros esperados. Este seguro se destaca justamente por essa amplitude de coberturas devido à alta exposição a danos de causa externa (natureza) como danos de causa interna (tecnologia / falha humana)”, informa André Guidetti, superintendente de Riscos de Engenharia da LIU, divisão de Riscos Especiais da Liberty.

Receita da Willis tem alta de 5,7% no 3º trimestre de 2013

willisRelease

A Willis Group, consultoria de riscos e corretora de seguros e resseguros global, anuncia seus resultados mundiais referentes ao terceiro trimestre deste ano. Entre os destaques do período, encerrado em 30 de setembro de 2013, estão a receita de US$ 791 milhões no terceiro trimestre comparado com US$ 749 milhões no mesmo período de 2012.; o crescimento orgânico em comissões e fees de 5,7% comparado com 2,2% no terceiro trimestre de 2012; e a margem operacional ajustada de 9,6% no trimestre e 21,2% no resultado acumulado dos primeiros nove meses de 2013.

A companhia global registrou crescimento orgânico em comissões e fees de 5,7%. As três unidades de negócio do Grupo contribuíram positivamente para o desempenho deste trimestre, sendo: alta de 7,8% da Willis Internacional – na qual o Brasil está inserido –, Willis Global com aumento de 6,4% e crescimento de 3,9% da Willis América do Norte.

“Mais uma vez entregamos resultados fortes, este foi nosso quarto trimestre consecutivo de crescimento orgânico com contribuições positivas de cada uma de nossas unidades de negócios”, afirma Dominic Casserley, CEO da Willis Group. “Acreditamos que este balanço está condizente com os objetivos estabelecidos em nossa Conferência de Investidores, que ocorreu em julho, de receitas crescentes com alavancagem operacional positiva para melhorar o fluxo de caixa e entregar sólidos retornos para os acionistas”, completa Casserley.

A divisão Internacional, na qual o Brasil inclui-se, alcançou 7,8 % de crescimento orgânico em comissões e taxas no terceiro trimestre de 2013 em comparação ao mesmo período em 2012. Operações na América Latina cresceram em torno de dois dígitos, provenientes das altas dos maiores países da região, assim com as da Ásia. A Australásia também teve elevações. Operações na Europa Ocidental permaneceram estáveis ​​no trimestre. Já a Europa Oriental não apresentou aumento, assim como as transações no Reino Unido – ambas com leves recuos.

OGX entra com pedido de recuperação judicial e deixa executivos do mercado segurador apreensivos

perdas 5Depois de roerem as unhas durante os últimos dois meses, aconteceu o que todos previam: o império X deverá ser responsável por um grande volume de acionamento de seguro garantia. A petroleira OGX, do empresário Eike Batista, entrou com pedido de recuperação judicial nesta quarta-feira, informou a assessoria de imprensa da 4a Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, à agência Reuters. O pedido de recuperação da empresa –o maior da história por uma empresa da América Latina– já era amplamente esperado, depois que fracassaram as negociações com detentores de US$ 3,6 bilhões em bônus da OGX no exterior para uma reestruturação da dívida.

O pedido de recuperação judicial da OGX pode ter implicações sobre o destino da empresa-irmã, a construtora naval OSX, que foi criada para fornecer plataformas de exploração à petroleira. A OSX, entretanto, disse nesta semana que não tem intenção de entrar com pedido de recuperação judicial. O valor atribuído à toda OGX, de acordo com o plano apresentado aos credores, é de 2,7 bilhões de dólares –principalmente composto pelo valor de Tubarão Martelo (1,4 bilhão de dólares) e do campo Atlanta (1,1 bilhão de dólares). Com o pedido de recuperação judicial, a negociação das ações da OGX na bolsa paulista ficará suspensa.

© Copyright 2012 CorbisCorporationEnquanto isso, o mercador segurador aguarda pedidos de indenizações das obras que não foram concluídas e contavam com seguro garantia. Em recente evento, uma das profissionais da corretora Aon comentava que a regulação de sinistros estava a todo vapor. Nada ainda tinha a ver com o pedido de recuperação judicial da OGX. Eram para pagamentos de indenizações por acidentes com máquinas, danos causados pelo clima e outras perdas de rotina em empresas do império X. A grande expectativa era com o pedido de recuperação judicial, uma vez que uma empresa nesta situação acaba por não concluir os contratos que assumiu e para muito dos quais tinha seguro garantia. “Agora, como o peddo de recuperação judicial, perdemos a esperança de alguma outra empresa assumir a companhia e tocar as obras. é só contabilizar”, disse um executivo do segmento de seguro garantia ao blog Sonho Seguro.

Ninguém quer falar do tema hoje no mercado segurador. Os executivos alegam confidencialidade, restando apenas as informações sobre seguros divulgadas nos balanços das empresas X, com poucos detalhes das apólices em geral, com foco apenas no seguro de responsabilidade civil dos executivos, conhecidos como Directors & Officers (D&O). Em matéria publicada no dia 04/09/2013, o Valor Econômico informou que o grupo EBX contrata apólices de D&O com grande importância segurada e que somente a OGX possuía uma apólice de R$ 200 milhões. “Em nossa experiência, em momentos como o vivido pela empresa é muito comum procurarem responsabilizar Diretores e Administradores, por essa lógica é de se esperar ocorrência de grandes reclamações que devem impactar as apólices contratadas pelo grupo e dependendo do valor desses sinistros podem acarretar em um aumento de preço para empresas de capital aberto e para empresas pré-operacionais no país”, disse um executivo do segmento de linhas financeiras.

Mas só para se ter uma idéia do peso que o empresário Eike Batista dava a seguros (comentava que seu primeiro ganha pão na vida foi como corretor de seguros), veja abaixo o comunicado enviado em 2010, aos acionistas. É apenas uma menção ilustrativa, pois as apólices citadas neste comunicado tinham vencimento em um ano. E nesse período que se passou até hoje, mais de três anos, podem não ter sido renovadas.

© Copyright 2010 CorbisCorporationRio de Janeiro, 12 de agosto de 2010 ‐ A OGX Petróleo e Gás Participações S.A. (“OGX”) (Bovespa: OGXP3, OTC: OGXPY), empresa brasileira de óleo e gás natural, responsável pela maior campanha exploratória privada no Brasil, comunica a seus acionistas e ao mercado em geral que, após a perfuração de 17 poços nas bacias de Campos e Santos, desde setembro de 2009, a Companhia em conjunto com a Aon, sua consultora de risco, renegociou os termos do seu atual programa de seguros “Offshore”, o que resultou em uma economia estimada de US$ 1,5 milhão para os próximos 12 meses.

Nesta renegociação foi considerado o substancial progresso obtido pela OGX até o presente momento. A OGX atraiu a atenção das seguradoras inicialmente em agosto de 2009, e desde então, o contínuo sucesso na campanha de perfuração se refletiu em uma performance excelente não havendo ocorrido nenhum sinistro. O momento desta renegociação foi desafiador em especial devido ao recente impacto que o evento no Golfo do México teve sobre o mercado de seguros. A OGX e a Aon trabalharam intensamente para diferenciar os riscos da companhia, inerentes à atividade de perfuração, e também demonstrar como as técnicas de gestão de risco desenvolvidas e implementadas durante a campanha exploratória resultaram em um alto padrão de segurança.

Após apresentações em Londres e no Rio de Janeiro realizadas em julho deste ano, algumas seguradoras comentaram como tais apresentações as ajudaram a entender o comprometimento da OGX com a busca pela excelência operacional:

(i) “Nós estamos muito satisfeitos em nos associar a um cliente que possui alto grau de comprometimento com o gerenciamento de risco. Nós apreciamos o tempo que o time de operações da OGX disponibilizou para nos apresentar como eles gerenciam diariamente suas operações de perfuração. Os controles de monitoramento incluindo o suporte em tempo real endossam nossa visão sobre a companhia e como ela gerencia suas operações”, comentou Iain Hawker, da Zurich Global Energy Underwriter.

(ii) “A apresentação foi bastante completa e esclarecedora”, disse Paul Dawson, Energy Underwriter da Beazley syndicate. “Ela com certeza contribuiu para aumentar a reputação da OGX junto ao mercado segurador londrino”. (iii) “O profissionalismo e o entusiasmo do time da OGX e de suas operações se destacam” mencionou Jason Poulastides, Energy Underwriter do Novae syndicate.

“A Aon está orgulhosa de ter se associado à OGX e de apoiá‐la como sua consultora em gerenciamento de risco”, disse José Felipe, CEO da Aon Risk Solutions no Brasil. “É gratificante trabalhar com uma companhia que ativamente constrói relacionamentos próximos com o mercado segurador. Isso não só ajuda no resultado final, como também demonstra que sua expertise no setor pode ajudar a aperfeiçoar a segurança do pessoal e a eficiência operacional”.

“Os favoráveis termos alcançados no nosso programa refletem o reconhecimento do mercado em função de uma campanha exploratória altamente bem sucedida com foco na excelência operacional e segurança”, comentou Paulo Mendonça, diretor geral da OGX. “A OGX considera a saúde e a segurança de seu pessoal com muita seriedade e a companhia tem como filosofia investir em profissionais altamente qualificados com significativa percepção de risco e entendimento de medidas de mitigação.”

Lucro da SulAmérica cresce 9,7% e receita total atinge R$ 4 bi no trimestre

gabriel portelaRelease

A Sul América finalizou o terceiro trimestre de 2013 com lucro líquido de R$ 117,1 milhões, alta de 9,7% em relação ao mesmo trimestre de 2012. A receita consolidada total da companhia no trimestre, resultante das operações de seguros, previdência, gestão de ativos e capitalização, chegou a R$ 4 bilhões. Deste total, R$ 3,2 bilhões foram em prêmios de seguros, que registraram crescimento de 14,8% em relação ao mesmo período de 2012. Um dos destaques do trimestre foi a marca de R$ 1 bilhão em receita de prêmios de seguros em um único mês, atingida pela primeira vez pela companhia.

O índice combinado, indicador que demonstra a eficiência operacional da companhia, melhorou e ficou abaixo de 99% no trimestre. O índice total de sinistralidade registrou melhora de 0,4 pontos percentuais no terceiro trimestre e de 0,7 p.p. no acumulado do ano. “Os resultados financeiros do período, acompanhados da marca inédita de R$ 1 bi em prêmios em um único mês, reforçam a crença em nossas decisões estratégicas. Estamos atentos aos desafios do mercado e trabalhando para atender às exigências com a estrutura e solidez de uma empresa prestes a comemorar 118 anos de existência”, afirma o presidente da SulAmérica, Gabriel Portella.

O segmento de automóveis superou o ritmo de crescimento dos outros períodos com aumento de 24,1% em prêmios emitidos na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Fruto de uma política de subscrição equilibrada, o índice de sinistralidade apresentou redução, registrando melhora de 4,3 p.p. passando de 65,4% para 61% no trimestre, e chegando a 60,1% no acumulado do ano.

Algumas linhas de negócios, como seguro saúde e odontológico, foram favorecidas pelos efeitos sazonais típicos do período. Nesse segmento, as carteiras que mais cresceram em prêmios no terceiro trimestre foram saúde PME, com evolução de 23,8%, seguida da de planos corporativos, incluindo planos coletivos por adesão, com alta de 16%. A carteira de planos odontológicos teve incremento de 17% na receita, e já totaliza cerca de 620 mil segurados.

Os resultados da operação de Previdência foram impactados pela volatilidade do mercado e apresentou queda de 5,5% no trimestre, mas registrou crescimento de 56,5% no acumulado dos últimos nove meses. As reservas alcançaram R$ 3,9 bilhões no terceiro trimestre, uma alta de 8,3% em comparação ao mesmo trimestre de 2012.

Em Ramos Elementares, a carteira de produtos massificados teve expansão de 31,5% no terceiro trimestre, contribuindo para o desempenho desse segmento. A receita de prêmios mostrou queda de 3,6% no trimestre e alta de 4,7% no acumulado do ano.
Desde maio, com a conclusão da aquisição da SulAmérica Capitalização pela SulAmérica, os resultados da operação de Capitalização passaram a ser consolidados aos resultados da companhia. No terceiro trimestre, a arrecadação de títulos de capitalização foi 23,6% maior que no mesmo período do ano passado e alcançou R$ 485,8 milhões.

Frente ao terceiro trimestre de 2012, o resultado da operação da área de Gestão de Ativos obteve crescimento de 25,5%, reflexo do aumento de 25% na receita com taxas de administração de fundos.