Seguradora fecha contrato para o transporte dos vagões da Mac Logistic

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A Generali Brasil Seguros fechou apólice com a Mac Logistic, empresa especializada em logística integrada, com o intento de segurar o translado das 40 composições para o VLT (Veículo Leve sobre Trilho) de Cuiabá, no Mato Grosso. Principal obra de mobilidade urbana para a Copa de 2014 em Cuiabá, o VLT, o primeiro da América Latina, ligará o centro da cidade ao aeroporto.

A Generali participou do processo de locomoção dos vagões oferecendo o seguro de transportes do porto de Santos até o pátio de operações em Cuiabá. “Este produto foi desenvolvido para proporcionar coberturas customizadas para o transporte dessa operação diferenciada que é o VLT. Esse seguro garante ao contratante indenização por eventuais perdas e danos causados enquanto o trânsito das composições. O trajeto é longo, e com isso, foi necessário pensar em uma logística eficaz e segura”, ressalta Ricardo Cestenário, Superintendente de Transportes .

Para Cláudia Papa, Diretora Executiva Comercial da Generali, “o contrato com a MAC Logistics está em linha com a atuação da Generali, pois segue nossa estratégia de oferecer produtos mais customizados possíveis e que agreguem ao negócio do nosso cliente”.

Seguro rural: obrigatoriedade preocupa profissionais do setor

agricultor familiarArtigo – Munich Re

A ESALQ/USP, em parceria com a Munich Re, realizou o segundo Seminário de Seguro Rural, que vem facilitando o debate a respeito do seguro rural orientado para a demanda de seguro agrícola há vários anos. Sessenta pessoas participaram de um interessante programa e se envolveram em discussões com a presença de representantes do Governo, Produtores, Mercado de Seguros e Resseguros e Instituição de Ensino, Pesquisa e Extensão.

A lei que estabelece a obrigatoriedade do seguro rural para todos os empréstimos para produção rural de até R$ 300.000 entrará em vigência a partir de 01/07/2014. O objetivo é alavancar a contratação de cobertura de seguro rural que, em geral, é bem aceito no setor. No entanto, os participantes manifestaram dúvidas a respeito da disponibilidade de recursos públicos suficientes e sobre a capacidade de o mercado fornecer, de uma hora para outra, cobertura de seguro para a maior parte dos produtores rurais elegíveis. Sem recursos públicos suficientes, não haverá ampla cobertura de seguro contemplada para os tomadores de empréstimos rurais.

Embora o MDA (Ministério de Desenvolvimento Agrário) tenha oferecido uma atualização das melhorias do programa público Proagro (seguro para beneficiários do Pronaf e Pronamp), nem o MAPA (Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento), responsável pelo PSR, nem a Fazenda, responsável pelos orçamentos do PSR e Proagro, estavam presentes para discutir as preocupações apontadas.

Neste evento, uma representante dos agricultores dos Estados Unidos compartilhou a experiência dos produtores rurais dos EUA que sofreram uma seca catastrófica em 2012. No passado, em épocas em que o seguro rural dos EUA estava pouco desenvolvido, os produtores rurais constantemente demandavam auxílio para catástrofes; em 2012, nenhuma solicitação deste tipo foi feita devido ao seguro rural amplamente disponível e apoiado pelo governo. Os bancos dos EUA exigem cobertura de seguro rural para o pedido de empréstimos; no entanto, não há obrigação legal.

A Superintendente Técnica da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária), Rosemeire dos Santos, declarou que o seguro rural apoiado pelo governo era prioridade máxima para a CNA, mas que o suporte governamental era insuficiente para torná-lo amplamente disponível a custos menos onerosos para os produtores rurais brasileiros. Rosemeire dos Santos percebe uma grande discrepância entre as metas declaradas das politicas públicas e seu cumprimento pelas autoridades.

Alysson Paulinelli, Presidente da Abramilho e Ex-Ministro da Agricultura, enfatizou a oportunidade perdida de uma ferramenta eficaz de gestão de risco para a agricultura brasileira via uma parceria público-privada para o seguro rural. Tendo sido tomadas medidas importantes pelo governo, Alysson Paulinelli demandou outras medidas urgentes para aumentar a produtividade e alavancar o potencial internacional do setor agrícola no Brasil.

Os representantes de produtores de SP e do PR enfatizaram a necessidade crescente de soluções de transferência de risco, também sem vinculo obrigatório com os empréstimos. A maior preocupação está no grande contraste com a falta de acessibilidade e confiabilidade do orçamento do Programa de Subsídio ao Prêmio do Seguro Rural. Mesmo para estados como o PR, que oferecem subsídio ao prêmio adicional, a incerteza dos subsídios federais limita significativamente e complica o esforço do estado em oferecer um Programa confiável e seguro para os produtores rurais.

O TCU (Tribunal de Contas da União) anunciou um trabalho de auditoria sobre aspectos operacionais e financeiros dos programas de gestão de risco sustentados pelo governo no início de 2013, que resultará num relatório que será publicado em breve. O setor viu com muitos bons olhos este esforço na esperança d um sistema de seguro rural sustentável. O seminário terá continuidade em 2014.

CSN e SulAmérica fazem acordo de US$ 168 milhões, informa Valor

ernestoA Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) fechou um acordo de US$ 168 milhões com a SulAmérica e o IRB como indenização de prejuízos que ocorreram no terminal portuário da CSN em Sepetiba, no Rio de Janeiro. As partes encerram, assim, uma disputa judicial em torno do valor a ser pago que se arrastava há dois anos, informa o advogado da CSN, Ernesto Tzirulnik, ao Valor. Um executivo do mercado de seguros com conhecimento das negociações, disse que a administração do IRB preferiu por uma solução amigável, uma vez que teve abertura da parte da CSN e que as partes fizeram concessões mútuas para chegar a um consenso.

Preocupação com a economia interrompe alta do ICES

© Copyright 2010 CorbisCorporationApós dois meses consecutivos em elevação, o Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras (ICES) caiu em novembro de 2013. O indicador chegou a 102,0, uma queda de 6,7% em relação ao valor computado em outubro. “Nesse último mês, o fato principal foi uma piora nas expectativas com relação ao comportamento futuro da economia brasileira”, justifica Francisco Galiza, responsável pela aferição do Índice realizado em parceria com a Revista Cobertura.

Em novembro, 61% dos executivos das seguradoras afirmaram que o desempenho será igual nos próximos seis meses, 30% que será pior e 9% melhor. No mês anterior, as proporções eram de 70%, 13% e 17%. Segundo Galiza, durante o ano de 2013 há uma variação negativa acumulada de 14,9%.

Mesmo com a queda em relação ao mês anterior, os executivos continuam otimistas, já que pela metodologia utilizada um indicador acima de 100 sinaliza o otimismo. Já a rentabilidade das seguradoras será mantida para 63% dos entrevistados, para 23% será melhor e 14% pior, ante os 67%, 24% e 9% registrados no mês passado. Quanto ao faturamento, para 50% será igual, no mês anterior eram 54%; para 39% melhor, antes eram 42%, e 11% disseram que será pior, ante os 4% de outubro. O ramo automóvel segue favorável, conforme o economista. Para 47% dos executivos, o faturamento do seguro auto será igual, enquanto 35% será maior e 18% menor.

Entenda como é calculado o ICES

O ICES é um trabalho desenvolvido pela Rating de Seguros em parceria com a Revista Cobertura que teve início em novembro de 2012. A criação de um Índice exclusivo das seguradoras tem como objetivo equiparar o mercado de seguros a outros setores da economia brasileira e mundial. O Índice é elaborado mensalmente e, para tanto, os seguradores respondem a cerca de quatro perguntas de múltipla escolha e de ordem qualitativa sobre o crescimento da economia, a rentabilidade e o faturamento das seguradoras para os próximos seis meses. As respostas são sigilosas e os indicadores são transformados em números, que variam entre zero e 200, justamente para o 100 ser a média.

Empresas que compõem a BB Seguridade aderem ao Refis

Segundo nota do Valor com base em fato relevante, a BB Seguridade informou o mercado ontem que aderiu ao Programa de Recuperação Fiscal (Refis) do governo federal. Com isso, encerra pendências jurídicas com o fisco e ganha redução integral de multas e juros de mora e de ofício. Como o provisionamento era maior do que o valor das obrigações perante o Refis, a BB Seguridade terá um ganho com a reversão do saldo das provisões após o pagamento ao fisco. O valor das provisões que sobra trará um “impacto positivo líquido no resultado”, conforme o fato relevante da BB Seguridade enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários). A BB Corretora terá um desembolso de R$ 71,4 milhões e uma reversão das provisões de R$ 12,6 milhões. A Mapfre Vida terá um desembolso de R$ 184,6 milhões e a reversão de um saldo de R$ 105,9 milhões. E a Mapfre Seguros Gerais vai desembolsar R$ 524,3 milhões e terá um impacto líquido no resultado de R$ 217,1 milhões. Segundo o fato relevante da BB Seguridade, o “pagamento será à vista e permitirá redução de 100% das multas de mora e de ofício, de 100% das multas isoladas, de 100% dos juros de mora e de 100% sobre o valor do encargo legal”.

Cresce demanda e salário dos profissionais de seguros, segundo Robert Half

mulheresA sexta edição do Guia Salarial da Robert Half aponta para uma desaceleração na inflação salarial observada nos últimos anos. O levantamento da líder mundial em recrutamento especializado apresenta as principais faixas de remuneração pagas nas áreas de Finanças, Contabilidade, Mercado Financeiro, Seguros, Engenharia, Marketing, Vendas, Jurídica e Recursos Humanos – esta última no guia pela primeira vez. Outra novidade é o cálculo da variação percentual dos salários de 2014 em relação aos pagos em 2013. Para a elaboração do guia, são considerados os cargos mais demandados de média e alta gerência em empresas de todos os portes.

“Em 2013 vimos as empresas mais cautelosas e exigentes em relação às contratações”, diz Fernando Mantovani, diretor de operações da Robert Half no Brasil. “Impactadas pelo cenário global, as empresas no País readequaram orçamentos e direcionaram investimentos para ganho de competitividade, rentabilidade e minimização de riscos”, completa.

Apesar da mudança no comportamento das contratações, Mantovani não vê um cenário pessimista. Segundo o diretor, segmentos como as indústrias de serviços, agronegócios e bens de capital continuam em aceleração e impactaram nas altas salariais. Áreas onde há escassez de profissionais como engenharia, tecnologia, finanças e contabilidade foram menos afetadas pelo desaquecimento do mercado e também devem registrar aceleração em alguns cargos.

No mercado de Seguros, os principais destaques foram nas áreas comerciais com valorização dos gerentes de novos negócios e executivos de contas, em função da busca das organizações por competitividade. Outra posição em alta é a do gerente de riscos de engenharia, profissional responsável por avaliar e precificar os riscos das obras.

“A demanda por esses executivos continuará nos próximos anos por conta dos investimentos que estão sendo realizados em infraestrutura, logística e projetos ligados à Copa do Mundo e Jogos Olímpicos”, aponta Ana Guimarães, gerente da divisão de Mercado Financeiro da Robert Half. Segundo a especialista, em 2013 as empresas do segmento demandaram contratações com foco em substituição de profissionais, mas para 2014 a tendência é de expansão de equipes.

Corretora Willis apoia expedição de jovem em busca de recorde mundial na Antártida

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A Willis Group, uma das maiores corretoras de seguro no mundo, patrocina a Willis Resilience Expedition. O desafio do jovem norte-americano de 19 anos, Parker Liautaud, é percorrer, com esquis, 640 quilômetros, em 22 dias, tornando-se o homem mais novo e rápido a fazer o percurso da Costa da Antártida ao Polo Sul. O adolescente, que aos 14 anos já esteve em uma jornada no Polo Norte, irá coletar amostras de gelo e outros materiais para auxiliar pesquisas sobre as mudanças climáticas. “As pessoas discutem sempre sobre mudanças climáticas para as gerações futuras. Nós somos a geração futura, por isso estamos envolvidos nesse projeto” afirma Liautaud, que atualmente cursa Geofísica na Universidade de Yale, nos Estados Unidos. A expedição começa amanhã, dia 3 de dezembro, e poderá ser acompanhada em tempo real pelo portal oficial da Willis Resilience Expedition, ou nos sites da Willis, twitter ou LinkedIN.

Com o intuito de testar os limites da resistência humana em ambientes extremos, a Willis quer ampliar as informações existentes sobre as mudanças climáticas e os riscos associados a ela. “Embora os perigos naturais ainda sejam considerados raros, quando nós examinamos estatísticas, vemos que as corporações têm 30% de chances de experimentar uma inundação, um desastre natural ligado ao vento, ou um terremoto nos próximos 20 anos” declara Jose Otávio, CEO da Willis Brasil. Somente nos últimos três anos, a economia mundial registrou perdas de US$ 758 bilhões com as catástrofes naturais, segundo estudos da Swiss Re. Desse montante, estima-se que apenas 33% estavam segurados.

“O coração desta expedição está estritamente alinhado ao negócio da Willis. Com a análise dos resultados que serão obtidos é possível construir uma estratégia de resistência aos riscos. Não será apenas uma aventura extraordinária de Parker, mas um verdadeiro teste da resistência humana em ambientes extremos” declara o CEO mundial do Willis Group, Dominic Casserley.

Aventura no gelo

Na Antártida, Parker irá percorrer 30 km por dia em temperaturas entre -28°C e -60°C. Isso tudo com uma bagagem de cerca de 82 Kg, o equivalente ao seu próprio peso. O jovem explorador terá que esquiar durante 10 horas por dia para completar o desafio e irá gastar 4 horas para fazer e desfazer acampamento, e cozinhar suas refeições. Essas, por sinal, devem ser rigorosamente calóricas e dar energia ao jovem para garantir que ele consuma 6 mil calorias necessárias em seu dia.

Além das temperaturas extremas da região, o trajeto cruza os Montes Transantárticos – a terceira maior cadeia de montanhas do continente -, que alcançam até 4 mil e 500 metros em seu ponto mais alto. Além do frio, ele terá a forte pressão pela frente.

Em seu perfil no Facebook, Parker descreveu que os treinos na Islândia, realizados em setembro, incluíam técnicas de escalada no gelo e até resgate em “fendas polares”. Na Antártida, elas podem chegar à profundidade de 45 metros e ter até 20 metros de diâmetro. Como são cobertas por uma espécie de ponte de neve, são difíceis de serem identificadas.

Termômetro Antártida

A Antártida é um dos raros locais do planeta onde o solo guarda registros do clima há milhares de anos. E durante o trajeto, Parker irá coletar amostras de neve, e enviar dados meteorológicos a cada 30 minutos. Essas amostras são fundamentais para sanar dúvidas importantes sobre as alterações que estão ocorrendo no clima. Os estudos poderão auxiliar a humanidade a se preparar para viver em ambientes de temperaturas extremas daqui a alguns anos. Além de frio, o vento e a pressão, o continente conta com apenas 200 milímetros de chuva por ano, o que torna o mais seco do mundo, um verdadeiro deserto de gelo.

Segundo a British Antartic Survey, a Antártida é uma das regiões polares de mais rápido aquecimento no planeta, o que torna essencial a análise de dados que será enviado por Parker para atualizar estudos do provável aumento do nível do mar com o derretimento do gelo dos polos. Com o apoio da EMC Corporation, empresa especializada em serviços de TI no mundo, e do IPCC, Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, a expedição irá informação coletada em nuvem e analisada por especialistas em mudanças ambientais.

O percurso acontece em dezembro, uma época que a Antártida é banhada 24 horas pela luz do sol e poderá ser acompanhado ao vivo pelo site oficial (www.willisresilience.com) da expedição transmitindo o desafio.

Obras do Itaquerão são retomadas

itaquerao folhaTexto: Agência Brasil – Foto: Folha

As obras do estádio do Corinthians foram retomadas hoje (2) com todo o efetivo de 1.350 trabalhadores. As atividades ficaram suspensas durante três dias – por motivo de luto – após a queda de um guindaste, na quarta-feira (27), que provocou a morte de dois operários. No início da manhã, os trabalhadores fizeram uma oração, como de costume. O Itaquerão, como é conhecido, sediará a abertura da Copa do Mundo de 2014 mais cinco jogos da competição, em junho do próximo ano.

As obras ficarão concentradas nos prédios oeste, norte e sul, arquibancadas e gramado. Estão interrompidas as atividades no prédio leste, onde ocorreu o acidente, que corresponde a 10% do estádio. A área está interditada pela Defesa Civil e só poderão ser feitas obras emergenciais, mediante permissão. De acordo com a Odebrecht, construtora responsável pela obra, a previsão de entrega do Itaquerão era dezembro deste ano. Ainda não foi informada nova data para a conclusão dos trabalhos.

Também não haverá operação com guindastes em razão da interdição da Superintendência do Ministério do Trabalho em São Paulo, feita no dia seguinte ao acidente. As nove máquinas usadas na obra serão liberadas somente após a construtora apresentar documentos que comprovem a manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos, adoção de procedimentos de segurança e treinamento dos trabalhadores que operam esse tipo de equipamento.

A construtora informou que na zona oeste da obra pisos e paredes serão revestidos, vidros, colocados, camarotes, pintados, e o sistema elétrico e hidráulico, instalado. Não houve alteração do cronograma de implantação dos assentos definitivos nas arquibancadas, o qual terá continuidade hoje. Aproximadamente 26 mil cadeiras estão instaladas. As atividades de manutenção do gramado também segue a rotina conforme o planejado. Nos setores sul e norte, também serão feitos serviços de acabamento e instalações.

Argos vai investir mais US$ 10 milhões no Brasil

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Nos últimos dias o CEO mundial Mark Watson III veio ao Brasil acompanhado de Nigel Mortimer, Diretor para Mercados Internacionais, para alinhar as estratégias do Argo Group e da Argo Seguros Brasil. Mark Watson confirmou o aporte de US$5 milhões para o estabelecimento de uma resseguradora admitida e outros US$5 milhões para dar suporte ao crescimento da Argo Seguros Brasil.

“O Brasil é um mercado estrategicamente importante para o Grupo Argo, não só pelo seu enorme potencial próprio, mas também por nos posicionar na América Latina”, diz o CEO do Grupo Mark Watson III.

A Argo Seguros iniciou sua operação no Brasil em 2012 e consolidou seu balanço anual com R$ 101,6 milhões de prêmios emitidos, superando as metas estabelecidas para o seu primeiro ano de operação. Atuando com base em especialização e diferenciação e com foco em nichos selecionados nos segmentos de pequenas e médias empresas, a Argo Seguros oferece um portfólio de 17 produtos em três áreas de negócios (Riscos Patrimoniais, Transportes e Linhas Financeiras). Esse posicionamento estratégico vem produzindo resultados positivos também em 2013, com um volume acumulado de prêmios emitidos de R$114,5 milhões até setembro, crescimento de 75% em relação ao ano passado. Foram R$ 37,7 milhões em Transportes, R$ 26,2 milhões em Riscos Patrimoniais e Engenharia, e R$ 21,2 milhões em Linhas Financeiras, resultando num portfólio de riscos bem equilibrado.

“Em menos de dois anos de operação conseguimos uma ótima resposta do mercado para a nossa proposta de uma seguradora especializada e diferenciada. Os volumes crescentes de prêmios em todas as linhas em que trabalhamos são para nós uma medida do sucesso da nossa estratégia”, afirma Pedro Purm, CEO da Argo Seguros Brasil.

“Neste último trimestre, estamos investindo mais US$10 milhões no Brasil, sendo US$ 5 milhões para a Argo Seguros, para dar suporte ao contínuo crescimento de prêmios, e outros US$ 5 milhões para estabelecer a Argo Re como resseguradora admitida no Brasil, seguindo aprovação prévia recebida recentemente da Susep”, complementa Mark Watson III.

O Grupo Argo reportou resultados consolidados muito positivos nos primeiros nove meses do ano, atingindo prêmios emitidos de US$ 1,5 bilhões, crescimento de 8,8% em comparação com o mesmo período de 2012, com um Índice Combinado de 98.3%. “Os resultados positivos em todos os nossos segmentos de atuação refletem mais um progresso da Argo em comparação com o ano anterior e são frutos dos nossos investimentos em talentos e tecnologia”, finaliza o CEO Mundial do Grupo Argo.

Anderson Silva estrela nova campanha da HDI

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A HDI Seguros lança neste sábado (30), campanha publicitária estrelada pelo ex-campeão mundial da divisão peso médio do UFC, Anderson Silva. Na peça, o lutador ironiza a derrota sofrida para Chris Weidman em 06 de julho último, e estimula as pessoas a cotar apólices de seus veículos com a empresa.

De dentro de um automóvel, Anderson diz: “Eu já bati em muita gente. Bati muito. Até que um dia, bateram em mim. Foi duro. E não foi só um arranhãozinho, não. Bom, pelo menos, eu tenho o seguro da HDI. E quer saber? Saiu barato”. No final, o vídeo traça um paralelo entre ele e os preços da seguradora, ambos “difíceis de bater”.

A iniciativa de comunicação em massa vem num momento de consolidação da marca HDI junto ao consumidor final. Atualmente a quinta maior empresa de seguros automotivos do Brasil, líder na região Sul, muito forte no interior paulista e em outros estados, a HDI iniciou, há quatro anos, a sua expansão para a Grande São Paulo.

Recentemente, começou investimentos no Rio de Janeiro, onde planeja, em 2014, abrir três novas filiais com Bate-Prontos, os centros de atendimento a sinistros da empresa. “A HDI já é reconhecida por mais de 1,4 milhão de proprietários de veículos como uma empresa que presta serviços de excelência com preços competitivos. Nossa expectativa é que este trabalho consolide a marca HDI junto ao grande público”, afirma o diretor de marketing, Paulo Moraes.

A campanha é assinada pela agência paulistana Pátria. Segundo o presidente e diretor de criação, Ricardo Lordes, o objetivo da peça é agregar valor à marca HDI. “O termo ‘preço competitivo’ já está em desuso. Pensamos então na expressão ‘difícil de bater’ e, com isso, pensamos no Anderson, pois, assim como o lutador, o preço da HDI não é impossível de bater, mas é algo muito difícil”, explica.

Anderson não teve problemas em fazer alusão a sua derrota em julho. “Ele não só foi receptivo à ideia, como brincou durante as filmagens. Quando errava, pedia desculpas à equipe atribuindo o erro às muitas pancadas que levou na cabeça”, diz Lordes. A campanha será veiculada na TV Globo e nos canais Globosat. Também estão previstas inserções em rádios de todo o País e na revista Veja.

Para assistir o vídeo, clique no link a seguir:

https://www.dropbox.com/sh/vvgx8ed54ai0gtc/vuNDRyLL6W

Para fazer download de imagens da campanha, clique no link a seguir:

https://www.dropbox.com/sh/zpmkvvnzf3raxjm/0rQ0PX1HCG