Bradesco Saúde cresce mais de 15% no Rio Grande do Norte

A Bradesco Saúde ampliou em 15,4% sua base de beneficiários para o mercado do Rio Grande do Norte em 2024, na comparação com o ano anterior. O crescimento é quase cinco vezes o registrado pelo setor no estado (3,2%), de acordo com o balanço da ANS sobre o fechamento do último ano, considerando todas as operadoras.

O crescimento da Bradesco Saúde no mercado potiguar é resultado da reformulação de sua estrutura comercial, com a criação de equipes comerciais locais especializadas, que atuam em parceria com corretores e com agências do banco Bradesco na comercialização dos planos. E, também, da oferta de produtos customizados para as necessidades das empresas que buscam oferecer o benefício do plano de saúde a seus funcionários.

“Esse crescimento é reflexo das nossas ações integradas, com a nossa força de vendas, corretores de seguros e agências Bradesco empenhados em levar soluções cada vez mais personalizadas para as empresas-clientes. Ter um plano de saúde é um dos principais desejos dos brasileiros, além de ser um dos benefícios mais valorizados pelos funcionários. Buscamos entender a necessidade de cada cliente, para oferecer a solução mais adequada à sua realidade”, comenta Pablo Guimarães, superintendente sênior de Negócios da Bradesco Saúde para a região Nordeste. 

Wiz Co atinge R$ 1 bilhão em receita líquida em 2024

Fonte: Wiz Co

A corretora Wiz Co divulga seus resultados consolidados de 2024, quando registrou diversos recordes nos indicadores. A Receita Líquida ex Comissões da empresa atingiu a marca de R$ 1 bilhão, montante 9,8% maior que registrado em 2023. Já o EBITDA Consolidado Ajustado foi de R$ 686,0 milhões, crescimento de 18,3%.

Em 2024, o Lucro Líquido Ajustado do grupo foi de R$ 439,2 milhões, valor19,2% maior que em 2023. Registre-se também o crescimento de 13,1% no Lucro Líquido da Controladora, que totalizou R$ 160,1 milhões.

No balanço da companhia, destaque para o acumulado do ano passado nos segmentos em que ela atua e nos quais tem se destacado no mercado. No de Seguros, foram alcançados R$ 559,9 milhões em receita, volume 19,4% maior que o registrado no ano anterior. Já nos segmentos de crédito e consórcios, a receita total foi de R$ 155,3 milhões, crescimento de 22,2%.

“O ano de 2024 teve muitas incertezas macroeconômicas, além de tensões geopolíticas. Ainda assim, a nossa sensação é de dever cumprido, já que registramos diversos recordes em diversas frentes, que reafirmam o compromisso com o crescimento consistente de nossos negócios”, diz o CEO da Wiz Co, Marcus Vinícius de Oliveira.

Ele complementa: “Evoluímos na geração de receita, fomos disciplinados com nossos custos e continuamos investindo em tecnologia proprietária, cientes de que este é o fio condutor que nos levará ao próximo patamar. Um exemplo é a plataforma tecnológica proprietária Wiz Pro, que tem sido utilizada nas rotinas de seis unidades do grupo e é composta por quatro módulos: vendas, gestão, operações e engajamento. A ferramenta que está em constante evolução e promove maior conectividade entre nossas operações e parceiros de negócios, é a grande protagonista de nossa estratégia de transformação digital. E assim continuará sendo em 2025”.

Contribuição das Unidades de Negócios nos resultados do grupo

Por meio das Unidades de Negócios (UN), a Wiz Co soube aproveitar as oportunidades que surgiram ao longo de 2024, resultando no crescimento da empresa. Juntas, somaram R$ 3,6 bilhões em prêmio emitido, o que representa evolução de 26,2% em comparação com o registrado em 2023.

Inter Seguros emitiu R$ 317,1 milhões em prêmio de seguros durante o ano passado (+51,9% frente a 2023) – número que foi o melhor da história da UN. No período, ela atingiu 5,3 milhões de contratos ativos, o triplo do período anterior. 

BRB Seguros somou R$ 764,6 milhões (+26,7%) em prêmio, com destaque para os produtos prestamista e residencial. A receita bruta da unidade teve um salto de 5,5% quando comparada a 2023.

Bmg Corretora totalizou R$ 980,0 milhões em prêmio emitido (+20,4%). Deste montante, destaque para o produto prestamista, que somou R$ 485,8 milhões.

Wiz Corporate também teve o melhor ano de sua história, graças a um portfólio diversificado, dedicado no bancassurance de atacado. O incremento foi de 35,5% em prêmio emitido, totalizando R$ 667,6 milhões. 

Omni1 atingiu R$ 234,0 milhões em prêmio emitido (+32,7%), graças à implementação de campanhas comerciais, à oferta de assistências e à evolução na emissão de prêmio de todos os seus produtos.    

Promotiva, que atua com a oferta de crédito e consórcios por meio de correspondentes bancários (coban), teve crescimento de 22,2% na receita líquida, que somou R$ 155,3 milhões. Em 2024, a UN bateu recorde na produção líquida de crédito para pessoas físicas e de cartas de consócios, que foram respectivamente de R$ 7,1 bilhões e R$ 2,3 bilhões, totalizando R$ 9,4 bilhões (+8,8%). Ressalte-se também o aumento de 21,2% na rede de distribuição da UN, que chegou a 782 cobans no final de 2024.

Wiz Concept somou R$92,2 milhões em Receita Líquida ex Comissões  com EBITDA de R$ 10,6 milhões, 19,5% maior que 2023.

Outros marcos da Wiz Co em 2024

Wiz Co fechou 2024 com dívida líquida de R$ 445,6 milhões, montante R$ 162,9 milhões inferior que no final de 2023; comparando-se os períodos, a redução foi de 26,8%. “Isto deu-se graças à realização do pagamento de parcelas do Contas a Pagar de aquisições e reforça o compromisso da Wiz com a eficiência e otimização de recursos”, destaca Marcus Vinicius. 

A corretora encerrou o ano com a maior emissão de prêmio de seguros e distribuição de crédito e consórcio de sua história de mais de meio século de atuação no mercado. No total, foram R$ 20,5 bilhões distribuídos ao longo dos 12 meses de 2024 – 15,9% a mais que em 2023.

Por fim, destaque também para o Resultado de Participações registrado pela Wiz Controladora, que foi de R$161,0 milhões. O resultado é R$8,6 milhões superior que o apresentado no final de 2023 e representa crescimento de 36,2%.

Corretora Insert, especializada em seguro transporte, contrata Paulo Alves como diretor executivo

A Insert Seguros anuncia a chegada de Paulo Alves como diretor executivo para liderar a expansão da empresa no mercado de seguros para o segmento logístico. A contratação de Alves reforça o compromisso da Insert Seguros em acreditar no potencial do mercado brasileiro e em aproveitar as oportunidades do setor.

Com vasta experiência em seguros — mais de 30 anos atuando nas principais seguradoras do setor em seguros de transporte, como EZZE, AXA, Zurich e AIG, Paulo Alves chega para consolidar o novo momento da corretora Insert Seguros, considerada a mais especializada neste segmento e, consequentemente, com forte demanda das seguradoras.

“Estou bastante entusiasmado com o momento da Insert e de me juntar ao time comprometido com o segurado e com o mercado de seguros e meu compromisso e acelerar essa jornada é protagonizar a construção de prover soluções customizadas, manter a proximidade às necessidades dos segurados e gerar sinergias com a proposta de valor junto aos parceiros de negócios”, comentou Alves, considerado um dos principais especialistas em transporte no Brasil.

Desde sua fundação em 2006, a Insert Seguros tem se destacado no mercado de seguros de transporte, acumulando 18 anos de experiência e um portfólio de soluções que atendem às necessidades dos clientes. Com um histórico de mais de 800 clientes atendidos e um valor total de indenizações que superou R$ 28 milhões em 2024, a empresa é citada como líder no setor.

Em seu novo cargo, Alves será responsável pelo desenvolvimento e implantação de novas coberturas de seguro de transporte, com foco em riscos emergentes e oportunidades do setor logístico no Brasil. Além disso, ele também será responsável por expandir a colocação das coberturas exclusivas no mercado internacional.

“Acreditamos que a chegada de Paulo Alves fortalecerá nossa posição no mercado e nos permitirá oferecer soluções inovadoras e personalizadas para nossos clientes do setor logístico. Ele traz sua expertise em gestão e melhores práticas para elevar a governança corporativa da empresa”, afirma Roberto Schimith, CEO da Insert Seguros. “Sua experiência e conhecimento serão fundamentais para impulsionar o crescimento da Insert Seguros e consolidar nossa relevância no mercado de seguros de transporte.”

Sancor Seguros reforça compromisso com corretores e projeta crescimento no Brasil

Fonte: Sancor

Na noite da última quarta-feira, 19 de março, a Sancor Seguros promoveu um encontro exclusivo com corretores no restaurante Laloka – Bar e Parrilla, localizado na Avenida Nova York, 62, bairro Auxiliadora, em Porto Alegre (RS). O evento reforçou a ambição da companhia para os próximos anos, destacando seu compromisso com os corretores e parceiros estratégicos.

Durante a ocasião, o CEO da Sancor Seguros, Edward Lange, compartilhou um panorama da trajetória da empresa no Brasil e os desafios superados ao longo dos anos. Ele ressaltou que, após um período difícil entre 2019 e 2022, a seguradora conseguiu reestruturar suas operações e retomar o crescimento.

“Os anos iniciais foram desafiadores, passamos por um período de reestruturação muito dura e depois enfrentamos a COVID. A casa ficou bagunçada, muitos projetos foram engavetados, investimentos em relacionamento, marca e tecnologia ficaram parados. Mas nos últimos dois anos retomamos e lançamos várias iniciativas para melhorar processos, um novo programa de relacionamento com corretores e um reposicionamento da marca.”

Lange destacou que a empresa está focada em consolidar sua presença no Brasil e expandir suas operações com novas linhas de negócios. “Hoje estamos confiantes. Migramos todos os nossos sistemas legados para a nuvem, lançamos novos produtos e aprimoramos coberturas e processos internos. Em 2024, crescemos 21,6%, mais que o dobro do mercado, que cresceu entre 10% e 11%. Todas as nossas linhas de negócios tiveram crescimento forte, e já temos resultados positivos há dois anos.”

O executivo finalizou enfatizando a importância dos corretores nesse crescimento e a necessidade de fortalecer ainda mais essa parceria: “Estamos animados porque o projeto continua crescendo e precisamos ainda mais dos corretores.”

Paulo Dawibida, CCO da Sancor Seguros, também reforçou a estratégia da empresa para os próximos anos. Ele destacou a ambição da companhia de expandir sua rede de canais e parcerias até 2030, consolidando sua atuação no mercado brasileiro. “Já estamos indo para o terceiro ano de resultados positivos, demonstrando a solidez do Grupo Sancor Brasil e sua evolução como holding.”

Gallagher alcança segundo lugar no ranking de valor de mercado na Bolsa de Nova York, ultrapassando Aon

Screenshot

Os acionistas da Gallagher comemoraram hoje um marco significativo para o grupo: pela primeira vez, a empresa assumiu o segundo lugar no ranking de valor de mercado na Bolsa de Nova York, ultrapassando a Aon, que agora ocupa a terceira posição. O valor de mercado da Gallagher atingiu US$ 85,408 bilhões, uma diferença estreita, mas simbolicamente importante, em relação aos US$ 85,06 bilhões da Aon. Em um segmento tão competitivo como o de seguros e corretagem, cada “centavo” é motivo de celebração.

A liderança do ranking continua com a Marsh, maior corretora de seguros do mundo, que hoje possui um valor de mercado de US$ 114 bilhões. A Gallagher, agora em segundo lugar, consolida sua posição como uma das principais players do setor, seguida pela Aon. Outras empresas relevantes no mercado incluem a Brown & Brown, com um valor de mercado de US$ 34,29 bilhões, e a Willis Towers Watson, avaliada em US$ 33,7 bilhões.

Vale destacar que a Aon já tentou adquirir a Willis Towers Watson em um movimento que poderia ter alterado significativamente o panorama do setor. No entanto, a transação não se concretizou. Mesmo assim, o mercado de seguros e corretagem tem sido palco de intensas movimentações em fusões e aquisições, com as grandes empresas buscando ganhar escala e fortalecer sua presença global.

No Brasil, o cenário não é diferente. As corretoras de seguros têm anunciado uma série de compras e parcerias estratégicas, refletindo a tendência global de consolidação. Empresas como MDS, Lockton e It’sSeg estão entre as que têm se movimentado ativamente para expandir suas operações e capturar uma fatia maior do mercado.

Arthur J. Gallagher & Co. anunciou em fevereiro deste ano a aquisição do Grupo Case, empresa com sede em São Paulo, Brasil. Os termos da transação não foram divulgados. O Grupo Case é uma corretora e consultoria especializada em soluções de benefícios corporativos para colaboradores e saúde, atendendo clientes em todo o Brasil. A equipe do Grupo Case, liderada por Rafael Motta, permanecerá em sua atual localização, sob a liderança de Luiz Araripe, Country Manager das operações da Gallagher no Brasil. “A expertise de mercado do Grupo Case em soluções de benefícios corporativos e saúde ampliará nossas capacidades no Brasil”, disse J. Patrick Gallagher, Jr., Presidente e CEO. ” Estou animado para receber Rafael e seus associados à nossa equipe global em plena expansão.”

A ascensão da Gallagher ao segundo lugar no ranking de valor de mercado é um testemunho do crescimento e da estratégia agressiva da empresa, que tem se destacado em um setor cada vez mais dinâmico e competitivo. Enquanto isso, a Aon, agora na terceira posição, terá que se reinventar para recuperar seu lugar de destaque. O mercado, por sua vez, segue atento às próximas movimentações, que prometem continuar redefinindo o cenário global de seguros e corretagem.

FenSeg esclarece cobertura de incêndio em apartamento no Leblon causado por bicicleta elétrica

Screenshot

Na semana passada, um incidente ocorrido no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, levantou uma dúvida sobre a abrangência de itens cobertos pelo seguro residencial. No caso, uma bicicleta elétrica, carregando em uma tomada dentro do quarto de um jovem, pegou fogo durante a madrugada. O acidente causou um estrondo, seguido por uma rápida propagação das chamas que devastaram parte do apartamento.

De acordo com Magda Truvilhano, vice-presidente da comissão de Riscos Patrimoniais Massificados da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), esse tipo de ocorrência está coberto pelo seguro residencial. “Em geral, a resposta é sim. A maioria dos seguros residenciais disponíveis no mercado garante a cobertura não apenas da estrutura do imóvel, mas também dos bens dentro dele. Isso inclui móveis, eletrodomésticos e equipamentos, como no caso da bicicleta elétrica envolvida no incidente”, explica a executiva, no novo episódio da série #DicasFenSeg, que passa a contar com o apoio institucional da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor).

Cobertura essencial para os consumidores

A contratação de um seguro residencial adequado exige atenção por parte do consumidor. Segundo a representante da FenSeg, é essencial avaliar as coberturas oferecidas pelas seguradoras, para garantir proteção contra riscos variados, como incêndios, explosões, danos elétricos, roubo, entre outros. A cobertura contra incêndio e explosão é em geral obrigatória, mas há outras opções que podem ser essenciais para a proteção completa do patrimônio de quem reside no imóvel.

“Além disso, é importante que o consumidor esteja ciente das exclusões de cobertura, verificando se determinados bens ou situações não são contemplados pela apólice contratada. Esse cuidado ajuda a evitar surpresas em caso de sinistro”, alerta a executiva.

O papel do corretor de seguros

Neste cenário, ressalta Truvilhano, o corretor de seguros desempenha um papel fundamental ao orientar os consumidores na escolha do produto ideal. Com seu conhecimento especializado, o corretor pode ajudar a identificar as coberturas e modalidades mais adequadas às necessidades do cliente, assegurando a tranquilidade de uma cobertura completa e sem lacunas.

“É fundamental que o consumidor busque um corretor de confiança para entender as coberturas disponíveis e adequá-las à sua realidade. Cada residência tem características e necessidades específicas, e o corretor é a pessoa mais capacitada para indicar a melhor solução”, afirma.

A recomendação, em resumo, é esta: ao contratar um seguro residencial, os consumidores devem estar atentos a todos os detalhes da apólice, desde as coberturas até as exclusões, garantindo assim a proteção adequada para o imóvel e seus bens.

Grupo HDI promove encontros regionais do Cresça Corretor para divulgar seguro residencial

Fonte: HDI

Com o objetivo de sempre manter os corretores atualizados sobre as novidades do mercado, o Grupo HDI, um dos principais conglomerados seguradores do Brasil, realizou os encontros regionais do Cresça Corretor durante os meses de fevereiro e março. Voltados especialmente para o segmento de seguros de Residência, os eventos tiveram como principal objetivo ouvir as demandas dos parceiros para aprimorar e trazer novidades nos produtos Premium e Básico das marcas HDI e Yelum.

Os encontros ocorreram em três cidades, reunindo executivos e equipes comerciais para fortalecer parcerias e estratégias. O primeiro evento aconteceu em São Paulo Capital, no dia 20 de fevereiro, com a presença de Paul Canarin, diretor regional de SPC, além dos gerentes da filial e das equipes comerciais e da Fácil Assist, empresa de assistência 24h do grupo.

Em março, mais duas reuniões foram realizadas: no dia 11, em Ribeirão Preto, com a participação de Paulo Ricardo, diretor regional de São Paulo Interior; e Rogério Borin, gerente comercial da filial Ribeirão Preto. Já no dia 18, em Brasília, marcaram presença Alexandre Moreira, diretor regional de Minas Gerais, Centro-Oeste e Rio de Janeiro; e Sebastião Marciano, gerente comercial da filial Brasília. Em ambas as ocasiões, Paula Tassi, gerente de produto Residencial e Imobiliário e a equipe comercial da Fácil Assist, empresa de assistência 24h do Grupo HDI, também estiveram presentes.

Dando continuidade, um novo encontro já está programado para Belo Horizonte, no dia 24 de abril. O evento contará com a presença de Alexandre Moreira, diretor regional de Minas Gerais, Centro-Oeste e Rio de Janeiro; dos gerentes Igor Maximiliano e Rogério Alvarenga; além das equipes comerciais do Grupo e da Fácil Assist. 

A iniciativa faz parte da estratégia da companhia para 2025, que busca consolidar uma abordagem integrada e colaborativa, que valoriza o diálogo aberto e alinhado com os corretores, garantindo que os produtos da companhia atendam às reais necessidades do mercado. Ao priorizar a escuta ativa e a troca de experiências com os corretores, o Grupo HDI reforça seu compromisso em desenvolver produtos mais aderentes ao perfil dos clientes, fortalecendo as parcerias e ampliando as oportunidades de negócio no segmento de seguros Residência.

Bernardo Castello assume a presidência da Bradesco Vida e Previdência e José Pires a de Capitalização

MATÉRIA ATUALIZADA DIA 25 DE MARÇO

O Grupo Bradesco Seguros anunciou hoje uma importante reestruturação em sua liderança executiva. Bernardo Castello assumiu a presidência da Bradesco Vida e Previdência. Com quase 20 anos de trajetória dentro da companhia, Castello substitui Jorge Nasser, que anunciou sua aposentadoria no final do ano passado e atualmente ocupa um assento no Conselho de Administração do grupo. Outra mudança relevante: a Bradesco Capitalização, agora está sob o comando do executivo José Pires, que deixa a diretoria comercial da Bradesco Vida e Previdência para assumir a presidência da unidade.

Essas movimentações refletem a estratégia do Grupo Bradesco Seguros de fortalecer sua governança e ampliar sua presença em diferentes frentes do mercado de seguros, capitalização e previdência e se manter competitivo num momento de profundas mudanças no setor de seguro brasileiro, impactado por reorganização do marco legal, inovação, uso massivo de inteligência artificial e exigências de consumidores — de até cinco gerações — cada dia mais conscientes e com hábitos de compra diferenciados.

 “Com enorme honra, compartilho mais um momento importante dessa caminhada: a partir de agora, recebo a responsabilidade de ocupar o cargo de diretor-presidente da Bradesco Vida e Previdência, dentro do Grupo Bradesco Seguros. Com quase 20 de casa, sei que esta empreitada vem junto a uma missão ainda maior do que nossos negócios: estamos, eu e um time que considero olímpico, abrindo caminhos para transformar a educação financeira dos brasileiros. E, mais uma vez, revalido meu compromisso de nadar a fortes braçadas para nos levar ao pódio e conquistar resultados ainda mais significativos no setor! Obrigado a nosso presidente, Ivan Gontijo, aos colegas de diretoria e a todos que estão ao meu lado nesse caminho. O cargo muda, a responsabilidade aumenta, mas os valores ficam. Sigo, ainda mais forte, com vocês. Seguimos juntos, mais uma vez!”, escreveu Bernado Castello em sua página no Linkedin.

José Pires traz também uma mensagem aos seus seguidores. “A liderança em que acredito é feita de ações consistentes, de visão e, principalmente, de compromisso com as pessoas ao nosso redor. É com muita alegria e um enorme senso de responsabilidade que dou mais um passo importante na minha trajetória dentro do Grupo Bradesco Seguros. Hoje, assumo com orgulho o cargo de diretor-presidente da Bradesco Capitalização”.

Ele relatou que trabalha no grupo há mais de 30 anos. “Ao refletir sobre tudo o que vivi até aqui, percebo que boa parte do que sou e do que acredito foi moldado pelos ensinamentos do meu querido pai. Ele me ensinou, acima de tudo, a nunca me esquivar de responsabilidades e a sempre agir com integridade. Esses valores me acompanharam todos esses anos e continuam sendo a base do meu trabalho e das decisões que tomo. Hoje, mais do que nunca, sigo buscando honrar esse legado, com a mesma dedicação e paixão de sempre. O cargo pode mudar, mas o compromisso, a ética e a vontade de fazer a diferença no setor continuam os mesmos”.

O Grupo Bradesco Seguros registrou lucro líquido de R$ 9,1 bilhões em 2024, o maior da série histórica da empresa, com alta de 0,8% e ROAE de 22,4%. O resultado é parte significativa do lucro recorrente de R$ 19,6 bilhões obtidos pelo Banco Bradesco. No quarto trimestre do ano, o braço segurador registrou ganho de R$ 2,5 bilhões, crescimento de 6,6% frente ao trimestre anterior. Já o banco alcançou R$ 5,4 bilhões.

O faturamento (receitas de prêmios, contribuições de previdência e receitas de capitalização) somou R$ 121,1 bilhões em 2024, representando evolução de 13,6% perante 2023. Além da significativa evolução das receitas, a performance do índice de eficiência administrativa, que atingiu o patamar de 3,6%, e a redução do índice de sinistralidade em 4 pontos percentuais contribuíram para o avanço de 7,5% do resultado das operações de seguros, que encerrou o ano na faixa superior do guidance. Para 2025, o guidance situa-se entre 6% e 10%.

Novo marco legal de seguros é a pauta número um da FenSeg, que definiu desafios para o triênio 2025-2027

A primeira reunião da nova diretoria da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) definiu o principal foco da entidade para o triênio 2025-2027. Entre os principais desafios destacados estão as adaptações operacionais das seguradoras com a entrada em vigor da nova Lei de Seguro, em dezembro deste ano, e o acompanhamento da regulamentação da nova legislação pela Susep. 

O encontro, realizado na última quinta-feira (13), também marcou a eleição para a presidência das Comissões Técnicas da FenSeg, que agora somam 14, com a inclusão da nova Comissão de Cascos Marítimos e Aeronáuticos.

Para o presidente Ney Ferraz Dias, a missão da nova diretoria – composta por 22 diretores – é seguir representando as seguradoras que atuam no segmento de seguros de danos e responsabilidades, especialmente na promoção dos mais de 90 ramos e modalidades oferecidos pelo setor.

“Nos próximos três anos, enfrentaremos desafios importantes. Um, porém, exige nossa atenção imediata: apoiar as seguradoras nas adaptações com a nova Lei de Seguro e acompanhar de perto, junto à Susep, a sua regulamentação”, explicou o presidente da FenSeg.

Além disso, Dias destacou a responsabilidade constante da FenSeg em comunicar de forma clara os benefícios dos seguros de danos e responsabilidades à sociedade. Em 2024, esse segmento pagou mais de R$ 60 bilhões em indenizações, o que representa um crescimento de 8,4% em relação ao ano anterior.Já a arrecadação do setor ficou em R$ 134,4 bilhões, aumento de 7,4%, conforme dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), analisados pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e pela FenSeg.

Na avaliação do dirigente, o desempenho do segmento reflete uma expansão geral em seus diversos ramos, evidenciando o crescente reconhecimento dos brasileiros sobre a importância do seguro na proteção de seus bens e riscos pessoais e empresariais. “É relevante observar que todos os ramos de seguros de danos e responsabilidades apresentaram resultados positivos, desde os mais tradicionais, como automóvel, rural e residencial, até aqueles voltados para grandes obras de infraestrutura e para empresas de diferentes portes, passando por embarcações, aeronaves e transporte de carga”, afirma.

Destaques do mercado:

Automóvel: R$ 57,6 bilhões em arrecadação (+3,2%) e R$ 33,5 bilhões em indenizações. Observação importante: a procura pelos serviços de Assistência e outras coberturas cresceu 29,1% (R$ 7,9 bilhões arrecadados), enquanto os valores indenizados subiram 20,1% (ou R$ 3,7 bilhões). Além disso, a cobertura de Responsabilidade Civil Facultativa, que cobre danos a terceiros, teve crescimento de 8,7% (R$ 13,1 bi arrecadados), com aumento de 7,6% nas indenizações pagas, que somaram R$ 7,8 bilhões. 

Rural: R$ 14,1 bilhões arrecadados (+1,5%) e R$ 4,2 bilhões em indenizações. Aqui, também vale observar a aceleração da procura pelas modalidades Seguro Vida Produtor e Penhor Rural, que arrecadou R$ 7,9 bilhões, aumento de 15,6%; e Seguro Pecuário, expansão de 72,3% na arrecadação (R$ 170,3 milhões).

Patrimoniais Grandes Riscos: R$ 8,7 bilhões (+14,4%) e R$ 6 bilhões em indenizações.

Além disso, o avanço mais expressivo na arrecadação foi observado nos seguintes ramos:

Condomínio: +29,4%

Fiança Locatícia: +23,3%

Cascos Marítimos e Aeronáuticos: +21,1%

Garantia: +17,6%

Crescimento robusto em outros segmentos:

Residencial: R$ 6 bilhões (+16,5%)

Habitacional: R$ 7,1 bilhões (+11,2%)

Empresarial: R$ 4,3 bilhões (+11,5%)

Transportes: R$ 6,1 bilhões (+5,5%)

Garantia Estendida: R$ 3,8 bilhões (+10,9%)

O grupo de seguros de Responsabilidades foi um destaque à parte, ao arrecadar R$ 4,4 bilhões, representando um aumento de 11,9%. As diversas modalidades de Responsabilidade Civil tiveram desempenhos positivos: RC Geral (R$ 1,98 bi arrecadados, crescimento de 10,2%); RC D&O, seguro para executivos (R$ 1,1 bi/7,7%); RC Profissional (R$ 866 milhões/18,7%); Riscos Ambientais (R$ 193 milhões/20,9%); Riscos Cibernéticos (R$ 238 milhões/16,8%). No total, este grupo de seguros pagou R$ 1 bilhão em indenizações.

Em conjunto, o grupo de seguros de responsabilidades pagou R$ 1 bilhão em indenizações.

Além da maior percepção de valor sobre os seguros que protegem contra danos e cobrem responsabilidades civis, alguns eventos climáticos extremos contribuíram para a expansão, tanto nas contratações quanto nas indenizações pagas, a exemplo das enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul e as queimadas que avançaram sobre diversas regiões do país.

A FenSeg, que representa 78 seguradoras do segmento de Danos e Responsabilidades, conta com os seguintes dirigentes em sua diretoria:

Presidente: Ney Ferraz Dias (Bradesco Auto/Re)

Vice-presidentes:

1º Vice: Felipe Nascimento (Mapfre)

Eduard Folch Rue (Allianz)

José Rivaldo Leite da Silva (Porto Seguro)

Marcelo Goldman (Tokio Marine)

Rafael de Gouveia Ramalho (HDI)

Diretores:

Alfredo Lalia Neto (Sompo)

Amauri Aguiar de Vasconcelos (Brasilseg)

Bruno de Almeida Camargo (Fairfax)

Carlos Frederico Ferreira (Austral)

Cristina dos Santos Domingues (Starr)

Edson Morikazu Toguchi (Berkley)

Eduardo Nogueira Domeque (Itaú Seguros)

Fabio José Pereira Leme (Zurich Minas)

Fernando Correa Soares (Suhai)

Filipe Bonetti Alves (Essor)

Guilherme Perondi Neto (Swiss Re)

João de Lima Géo Neto (Pottencial)

Luis Antonio Nagamine (Mitsui Sumitomo)

Luciano Alves Santos (Chubb)

Roque Junior de Holanda Melo (Junto)

Saint’Clair Pereira Lima (Bradesco Auto/Re)

Membros titulares do Conselho Fiscal:

Flavio Sá (AIG)

Gustavo Genovez (180 Seguros)

Paulo de Oliveira Medeiros (AllSeg)

Suplentes:

Carlos Alberto Trindade (Aliança da Bahia)

Nova regra de capital para seguradoras pode afetar crescimento de seguro de vida e previdência, diz CNseg 

Fonte: Valor

Novas regras de capital para seguradoras e a constante variação da taxa de juros podem afetar o crescimento e encarecer produtos de longo prazo, como seguros de vida, planos de previdência e títulos de capitalização, segundo a avaliação da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

No fim de dezembro, o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) aprovou uma nova norma para “acertos pontuais” em uma resolução de 2021, em especial nos dispositivos relativos aos capitais de risco de subscrição e operacional.

As novas regras aumentaram a exigência de capital das empresas, sem que, na visão do setor, tenha havido aumento proporcional dos riscos assumidos pelas empresas, conforme a CNseg.

“A regra impôs exigências que não consideram as particularidades dos produtos de longo prazo, aumentando o custo de capital das empresas que oferecem esses produtos. O problema se agrava com a volatilidade das taxas de juros, que podem forçar as seguradoras a reservar mais capital, mesmo quando suas contas estão equilibradas”, diz a CNseg em nota.

A entidade criou um grupo de trabalho para analisar modelos internacionais de solvência, como o Regime de Solvência II, adotado na Europa. O estudo identificou diferenças entre o modelo brasileiro e o europeu, “sugerindo ajustes que poderiam tornar as regras nacionais mais alinhadas às melhores práticas globais”, diz o comunicado.

A CNseg pretende apresentar alternativas à Susep e ao Ministério da Fazenda que conciliem a estabilidade financeira do setor com a necessidade de um mercado competitivo e acessível. “Se as regras atuais não forem ajustadas, as seguradoras podem ser obrigadas a reduzir sua atuação, impactando diretamente a oferta de coberturas e o crescimento do setor”, diz.

Segundo o diretor técnico, de estudos e relação regulatório da entidade, Alexandre Leal, a regulação prudencial é essencial para manter a segurança financeira do setor e proteger os consumidores, mas “quando as exigências estão desequilibradas, podem limitar a oferta de produtos e aumentar os preços para os clientes.”