Tokio Marine Seguradora registra crescimento de 26,2% em 2013

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A Tokio Marine Seguradora fechou o ano de 2013 celebrando excelentes resultados. A subsidiária brasileira do mais antigo conglomerado securitário japonês registrou uma receita líquida recorde de R$ 2,6 bilhões, o que significa um crescimento de 26,2% sobre o faturamento do ano anterior. O número refere-se à soma da produção da Tokio Marine Seguradora e da Tokio Marine Brasil Seguradora, incorporada em junho passado. Deste valor, a companhia devolveu R$ 1,35 bilhão à sociedade na forma de pagamento de sinistros.

O lucro líquido combinado antes impostos, considerando ainda as duas companhias existentes antes da integração, foi de R$ 76,1 milhões, contra R$ 67,5 milhões no exercício anterior. No caso da Tokio Marine Seguradora, que é a empresa integradora, o lucro passou de R$ 9,5 milhões em 2012 para R$ 31,4 milhões em 2013.

O índice combinado, que mede o nível de comprometimento do resultado operacional de uma seguradora (quanto menor o índice, melhor é o desempenho), apresentou uma redução significativa de 5,6% quando comparado ao ano de 2012, passando de 108,0% para 102,4%. A sinistralidade caiu 3,8 pontos percentuais, de 57,6% para 53,8%, enquanto o custo de aquisição reduziu meio ponto percentual, passando de 21,4% para 20,9%. As despesas (considerando a soma de despesas administrativas, despesas com tributos, participações sobre o resultado e outras receitas e despesas operacionais) ficaram em 25,1%, baixando 5,5% em relação ao ano anterior.

O Patrimônio Líquido da Tokio Marine Seguradora em dezembro de 2013 foi de R$ 823,4 milhões contra R$ 615,3 milhões em dezembro de 2012, um crescimento de 33,8%. Em 2013, a Seguradora registrou ainda um montante de R$ 223,7 milhões de aumento de capital, com recursos provenientes da Incorporação da Tokio Marine Brasil Seguradora.

“Estamos muito satisfeitos com o desempenho da Companhia. Essas conquistas resultam dos investimentos em capital humano, tecnologia, produtos e serviços e do trabalho realizado pelos Corretores e Assessorias parceiros. Fomos muito vitoriosos em 2013 e estamos confiantes de que neste ano continuaremos crescendo e superando nossas metas”, afirma o presidente da Tokio Marine Seguradora, José Adalberto Ferrara, que assumiu o cargo em julho do ano passado.

Em 2014, a expectativa da Seguradora é fechar com um faturamento de 3 bilhões, atingir um índice combinado inferior a 100% e identificar novos nichos de mercado e oportunidades que atendam às demandas dos segmentos de pequenas e médias empresas, por exemplo. Sob o comando de Ferrara, a equipe de mais de 1500 colaboradores da Tokio Marine se dedica à missão de dar continuidade ao direcionamento estratégico definido com o Plano Vencer, iniciado em 2012, com o objetivo de dobrar o volume de prêmios da empresa até 2016. “Estamos focados e confiantes. Tanto que esperamos já em 2014 atingir a meta de R$ 3 bilhões estabelecida pela holding para o final de 2016”, explica o presidente.

Alterações na estrutura, incorporação e lançamento de produtos e serviços

Os últimos doze meses trouxeram mudanças também na estrutura organizacional, como a chegada de Koichiro Sakai à Diretoria de Contas Japonesas e Adilson Lavrador à Diretoria de Operações e Tecnologia, além das promoções dos executivos João Melo ao cargo de Diretor Comercial Nacional Varejo e Alexandre Vieira à Diretoria de Sinistros. No primeiro semestre de 2013, foi realizada a incorporação da Tokio Marine Brasil pela Tokio Marine Seguradora. Com a unificação, a Tokio Marine Seguradora S.A. tornou-se uma única empresa, mais robusta e competitiva, devido à otimização de custos, sistemas, documentação e processos.

No decorrer do ano, a Companhia também lançou diversos produtos e serviços para facilitar ainda mais a vida de seus clientes e alavancar os negócios de seus parceiros, como o Seguro de Vida em Grupo PME, o Seguro Residencial Premiado Fácil e o Seguro para Caminhões e Utilitários. Com o Tokio Marine Caminhão e o Tokio Marine Utilitário Carga, a Seguradora aumentou ainda mais sua competitividade nesse segmento, passou a atender à crescente demanda do mercado e ampliou o leque de soluções para parceiros de negócios e clientes

De acordo com Ferrara, na área de produtos, a Companhia coloca à disposição do mercado nacional um amplo portfólio, que atende clientes Pessoa Física e Jurídica. A Divisão de Produtos Massificados contempla seguros de Automóvel, Frotas, Residencial, Condomínio, Perda e Roubo de Cartões e Equipamentos Portáteis, além dos seguros de Vida, Acidentes Pessoais e Prestamista para empresas. Já a Divisão de Produtos Corporate (PJ) inclui seguros para pequenas, médias e grandes empresas, Seguro de Transportes, Riscos de Engenharia, Riscos Nomeados e Operacionais, Seguro Garantia, Responsabilidade Civil, Equipamentos, Náutico e embarcações.

“Em 2013, conquistamos prêmios, aprimoramos e lançamos diversos serviços e produtos. Também reafirmamos a importância do relacionamento cada vez mais próximo com nossos Corretores e Assessorias e todos os nossos parceiros de negócios”, completa o executivo.

A Tokio Marine Seguradora investe cerca de R$ 100 milhões ao ano em tecnologia para oferecer serviços inovadores e de alta qualidade a seus Corretores, Assessoras, Colaboradores e Clientes. No ano passado, a Companhia transferiu seu Data Center para a Embratel e criou um Data Center backup em suas instalações na rua 13 de Maio, em São Paulo, para garantir continuidade do negócio em caso de desastre desenvolveu novas funcionalidades em seu Portal Autoatendimento e no Portal Nosso Corretor, além de criar um portal exclusivo para as Assessorias. Mais recentemente, a Tokio Marine lançou um aplicativo mobile em plataforma Android e IOS, com serviços exclusivos para seus segurados.

Caixa Seguros lucra R$ 1,4 bi em 2013

thierry caixaA Caixa Seguros divulgou lucro líquido de R$ 1,4 bilhão, o maior de sua história, com aumento de 16% em relação ao ano anterior e registrou faturamento de R$ 9,3 bilhões. “O resultado de 2013 consolida nossa trajetória de crescimento sólido e sustentável”, afirma o presidente do Grupo, Thierry Claudon. Em 2013, a empresa se destacou por ser a única do setor a oferecer microsseguros e a trabalhar planos de previdência exclusivos para mulheres. “Os consumidores de produtos financeiros estão cada vez mais exigentes. É preciso pensar em todos os segmentos”, diz Claudon. “No caso dos microsseguros, o produto responde a uma demanda dos consumidores e tem importante função de inclusão financeira”, avalia. O ano de 2013 também marcou movimentos de expansão do Grupo CAIXA SEGUROS, que adquiriu a Previsul (companhia de seguros focada na região Sul do Brasil) e a Tempo Dental.

A Caixa Seguros é a mais rentável do setor. Apresentou faturamento de R$ 3,2 bilhões e lucro de R$ 956 milhões em 2013. A empresa oferece produtos financeiros acessíveis aos brasileiros de todas as classes sociais.A Caixa Previdência tem apostando na redução de taxas. Há dois anos, zerou a cobrança de taxa de entrada. A medida deu certo, e o saldo da portabilidade (portabilidades de entradas menos portabilidades de saídas) de planos de previdência de outras instituições para a CAIXA dobrou em 2013.A Caixa Consórcios manteve-se entre as maiores do setor, principalmente no consórcio imobiliário. Durante o ano, a empresa entregou mais de 27 mil bens. A Caixa Capitalização faturou R$ 1,2 bilhão em 2013 e distribuiu quase R$ 42 milhões em prêmios para 9.423 brasileiros em todo o país. A empresa caçula do Grupo apostou na venda massificada de seguros odontológicos, a Caixa Seguros Saúde faturou R$ 68,4 milhões em 2013 e fechou o ano com 57,6 mil vidas seguradas.

Liberty Seguros encerra 2013 com crescimento de 9% nas vendas, para R$ 2,4 bi

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O Grupo Liberty Seguros registrou expansão de 9% na emissão de prêmios no mercado brasileiro em 2013. A companhia, incluindo as operações da Indiana Seguros, adquirida em 2008, movimentou R$ 2,4 bilhões em prêmios no período. O resultado antes dos impostos e participações foi de R$ 50,2 milhões, quatro vezes superior ao período anterior. O lucro líquido do grupo ficou em R$ 40,7 milhões, fechando 2013 com mais de 1,3 milhão de clientes em carteira.

“Em 2013 consolidamos a revisão estratégica iniciada em 2012. Melhoramos as carteiras, adequamos nossa política de preços, fortalecemos as alianças com os canais de distribuição e investimos na ampliação do conhecimento da marca, aproveitando nossa posição de patrocinadores oficiais da Copa de 2014”, diz Pablo Barahona, presidente da unidade brasileira do grupo. “Este conjunto de iniciativas trouxe a companhia de volta ao lucro”.

A carteira de automóveis do grupo, que responde 80% das vendas, encerrou o ano com mais de 1 milhão de veículos segurados e crescimento de 9,4% frente a 2012. Um dos destaques foi o crescimento na carteira de transportes, que fechou 2013 com expansão de 19% frente ao ano anterior.

Em 2014, a companhia irá manter o foco em crescimento com rentabilidade, no desenvolvimento de pessoas e retenção de talentos e em trabalhar fortemente na entrega de uma experiência excepcional aos clientes e corretores. “Nossos esforços estão em prover ferramentas e sistemas mais adequados para que os clientes e corretores tenham mais agilidade nas interações conosco”, diz o executivo, que assumiu a presidência da companhia no país no final de 2011.

Em 2014, a companhia também conclui o ciclo de ativações relacionadas ao patrocínio da Copa de 2014. “O patrocínio da Copa está sendo importante para ampliarmos o conhecimento da marca entre os consumidores brasileiros. Com as ativações em torno do evento, triplicamos nosso conhecimento espontâneo”, diz Barahona. “Durante a Copa e após o evento, teremos muitas oportunidades de explorar o legado que construímos com este patrocínio”, conclui.

Zurich Santander Brasil lucra R$ 477 milhões

NOTA DA AGÊNCIA ESTADO

A Zurich Santander Brasil Seguros e Previdência apresentou lucro líquido de R$ 477 milhões no ano passado, montante 9,2% superior ao visto em 2012, conforme demonstrações financeiras publicadas nesta sexta-feira, 28. Os prêmios ganhos de seguros somaram R$ 2,325 bilhões em 2013, alta de 24,1%, na mesma base de comparação.

Em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras, a companhia cita o processo de reestruturação societária com a conclusão da venda pelo banco Santander das ações na Zurich Santander Brasil Seguros para a Zurich Santander Holding, sociedade com sede na Espanha, cujos controladores são o Zurich Insurance Group, com 51%, e o espanhol Santander com os outros 49%. O preço de compra e venda final foi de R$ 2,744 bilhões.

“A operação está inserida no contexto da parceria estratégica no exterior entre Santander Espanha Zurich, envolvendo aquisição, pela Zurich Santander, de todas as seguradoras de ramos elementares e de vida e previdência do Santander Espanha na Argentina, Brasil, Chile, México e Uruguai”, destaca a companhia, em relatório.

Segundo a Zurich, como parte da operação, o espanhol Santander tem o direito de distribuir exclusivamente os seguros da Zurich, durante 25 anos, na sua rede de agências, com exceção das apólices de automóveis, segmento que não foi incluído na negociação.

A Zurich Santander Brasil Seguros e Previdência encerrou dezembro com R$ 2,077 bilhões, queda de 6,4% ante 2012. O resultado financeiro foi a R$ 161 milhões, alta de 11,4%. Os sinistros ocorridos aumentaram 14,1% em 2013 em relação com 2012, para cerca de R$ 517 milhões.

Susep tem novo comando: sai Luciano Portal entra Roberto Westenberger

roberto pwcSai Luciano Portal Santanna e entra Roberto Westenberger no comando da Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão que regula o mercado segurador brasileiro, responsável por quase 4% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. O decreto foi assinado pela presidente Dilma Rousseff em conjunto com o Ministro Guido Mantega, e publicado nesta sexta-feira, véspera de Carnaval.

Comunicado do Ministério da Fazenda informa que “a saída de Santanna foi discutida e acertada de comum acordo com o Ministério da Fazenda, que agradece os serviços prestados por mais de dois anos e meio à frente do órgão regulador de seguros”.

O assunto já fazia parte do dia-a-dia do setor há cerca de dois meses. Westenberger é formado em Engenharia Elétrica pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) e em Ciências Atuariais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É também mestre em Estatística pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e Ph.D em Ciências Atuariais pela City University em Londres. No plano institucional, foi diretor e presidente do Instituto Brasileiro de Atuária (IBA) e representante do Brasil na Associação Atuarial Internacional (IAA), onde hoje atua como membro da sua Comissão de Solvência. Também foi professor de Seguros da COPPEAD/UFRJ, onde fundou o Centro de Estudos e Pesquisas em Seguros. Foi também professor da PUC/RJ, onde ajudou a implantar o 1º. Mestrado “Stricto Sensu” em Ciências Atuariais no Brasil.

Lembro-me que em uma das entrevistas que fiz com o engenheiro e ex-consultor da PwC, ele apostava na entrada de novos players no Brasil e que seguradoras médias seguem o caminho de conquistar os clientes com serviços exclusivos e classes sociais específicas. “As grandes seguradoras vão explorar a presença geográfica que os bancos estão proporcionando. O apoio dos bancos ao setor é de extrema importância para o crescimento do setor, principalmente de vida e previdência”, disse Westenberger, que na época liderava a área de seguros da PricewaterhouseCoopers, de onde saiu em meados do ano passado, em uma entrevista para especiais sobre o mercado segurador brasileiro.

Que ele traga muito crescimento e transparência para o mercado segurador crescer com sustentabilidade nos próximos anos!!!!

Luciano Portal, que conduziu a Susep nos últimos dois anos, tem feito um balanço positivo da sua gestão na mídia desde o final de dezembro. Nos bastidores, a relação entre Portal e o mercado era tensa, chegando até o titular da Susep deixar de comparecer em eventos do setor em razão de mudanças que desagradavam a maioria, seja do ponto de vista político como técnico. Uma das expectativas de Portal é ser conduzido a um cargo de vice-presidente dentro da esfera do Banco do Brasil, que necessita de executivos com conhecimento de seguro para suportar tamanha exposição da BB Seguridade diante da sociedade local e internacional. Nesta semana, por exemplo, a Bloomberg divulgou análise de especialistas que apontam a seguradora ligada ao BB como a preferida dos analistas no mundo. Isso mesmo. No mundo. Vamos acompanhar o desenrolar dessa história.

Vale guardar esse texto da Bloomberg: BB Seguridade é seguradora mais lucrativa do mundo

bloombergPor Bloomberg

Seguradora mais lucrativa dribla queda da economia no Brasil

A estratégia de carregar nos ombros as 5.400 agências bancárias para vender apólices está convertendo a BB Seguridade na seguradora mais lucrativa do mundo

Bovespa no IPO da BB Seguridade: as ações subiram 37% em São Paulo desde que o Banco do Brasil separou a companhia em abril

São Paulo – A estratégia da BB Seguridade Participações SA de carregar nos ombros as 5.400 agências bancárias da sua matriz corporativa para vender apólices está convertendo-a na seguradora mais lucrativa do mundo.

A companhia registrará um retorno de 44 por cento sobre as ações nos próximos 12 meses, a maior proporção entre as maiores seguradoras do mundo por valor de mercado, mostram as estimativas de analistas compiladas pela Bloomberg.

As ações subiram 37 por cento em São Paulo desde que o Banco do Brasil separou a companhia em abril, o melhor desempenho no índice financeiro BM&FBovespa Brazil. A concorrente local, Porto Seguro SA, ganhou 26 por cento, ao passo que o Ibovespa afundou 14 por cento.

Ao usar as agências do banco para vender seguros residenciais aos clientes que pedem hipotecas, e apólices de automóveis para os mutuários que procuram empréstimos para carros, a BB Seguridade economiza o dinheiro que seria usado para pagar os corretores. É uma vantagem que muitos dos seus colegas globais não têm, pois restrições regulatórias nos EUA e em outros países impedem que os bancos possuam seguradoras, segundo Howard Mills, conselheiro-chefe do grupo do setor segurador da Deloitte LLP, com sede em São Francisco.

“O maior desafio para as seguradoras é gerenciar os canais de distribuição, e a BB Seguridade tem à sua disposição a enorme rede do Banco do Brasil”, disse Rodolfo Amstalden, analista da Empiricus Research, com sede em São Paulo, que recomenda comprar as ações. Não há muitas empresas que podem oferecer um retorno sobre as ações superior a 30 por cento, e a BB Seguridade faz isso principalmente porque está apoiada pela estrutura do Banco do Brasil”.

Países como os EUA começaram a impor regras mais estritas para a indústria financeira após a crise de 2008, mas a regulamentação no Brasil não passou por grandes reformas, disse Amstalden.

O Banco do Brasil, que é estatal e opera a maior rede de agências bancárias no país, alienou 34 por cento da seguradora no ano passado, arrecadando R$ 11,5 bilhões (US$ 4,9 bilhões) na que foi a maior abertura de capital do mundo em 2013.

Embora vender através das agências do banco sempre fosse parte do plano de negócios, a demanda pela abertura foi discreta em meio a uma queda no mercado acionário do Brasil, disse Amstalden. Os resultados financeiros da empresa desde a venda das ações estão convencendo os investidores de que a estratégia está funcionando, disse.

A renda líquida ajustada da BB Seguridade foi de R$ 2,26 bilhões no ano passado, segundo dados compilados pela Bloomberg. A estimativa média de nove analistas foi de R$ 2,19 bilhões. Os gastos operativos em 2013 chegaram a US$ 218,3 milhões, comparados com uma média de US$ 4,01 bilhões entre as maiores seguradoras do mundo, segundo dados compilados pela Bloomberg.

Os benefícios da relação com o Banco do Brasil vão além de simplesmente usar as agências do banco como canal de vendas, de acordo com Werner Suffert, diretor financeiro da BB Seguridade. A seguradora também obtém acesso a dados de clientes, que podem ser usados para estabelecer seus prêmios de modo mais eficiente, disse.

A empresa, com sede em Brasília, também se beneficia com um maior uso dos seguros no Brasil, disse Oliver Leyland, gerente de portfólios na Mirae Asset Global Investments.

No prospecto da sua abertura, a BB Seguridade disse que os prêmios para as apólices de seguro de vida vendidas no Brasil equivalem a 1,7 por cento do seu PIB, comparado com uma razão de 13,9 por cento no Taiwan e de 6,2 por cento na França.

“Os seguros são um setor que está sendo impulsionado por uma baixa penetração e uma alta demanda”, disse Leyland em entrevista por telefone de Nova York. “Gostamos da BB Seguridade”.

Ainda que alguns investidores possam evitar comprar ações de empresas controladas pelo estado, preocupados com que a intervenção do governo possa afetar os lucros, a BB Seguridade está bem gerenciada e o risco político para seu negócio é baixo, disse Amstalden da Empiricus.

“A BB Seguridade é uma exceção entre as empresas estatais”, disse ele. “É uma operação eficiente e capaz de sustentar taxas altas de crescimento no longo prazo. Recomendamos a compra”.

BB e Mapfre consolida lucro líquido de R$ 1,4 bi em 2013

mapfre 2014BB e Mapfre consolidaram prêmios emitidos superiores a R$ 14 bilhões em 2013, crescimento de 24,2% em relação a 2012, quando apurou R$ 11,3 bilhões. O mercado de seguros, nas áreas em que o grupo atua, cresceu 18,2% até novembro de 2013 (dados SUSEP). O lucro líquido atingiu R$ 1,4 bilhão, 58,5% a mais que no ano anterior.

O grupo também registrou redução nos índices de sinistralidade, que ficou em 46,9% (51,1% em 2012); de comissionamento, que foi de 23,0% (25,1% em 2012); e nas despesas administrativas, que representaram 9,3% sobre os prêmios ganhos no ano (9,8% em 2012). Juntos, esses indicadores, aliados a tributos, resseguros e outras receitas e despesas, formam o índice combinado, um dos principais medidores de eficiência operacional, que ficou em 89,7% em 2013, redução 2,7 pontos percentuais com relação ao de 2012. O índice foi beneficiado, segundo o Relatório de Administração do GRUPO, por uma política eficiente de subscrição de riscos e por um constante aprimoramento no processo de gestão de sinistros.

“Nosso crescimento é orgânico, consistente e vem em um ritmo acelerado desde a constituição do grupo BB e Mapfre, em 2011. Esses números refletem o acerto da estratégia multicanal e multiprodutos, a melhoria constante dos processos, o trabalho de uma equipe capacitada e comprometida e o nosso constante foco em melhor atender aos nossos consumidores”, explica o presidente das áreas de Auto, Seguros Gerais e Affinities, Marcos Ferreira.

“Durante o ano de 2013, ampliamos e fortalecemos nossa relação com todos os nossos canais: mantivemos o foco na distribuição por meio da Rede BB, com incrementos expressivos de produção; aumentamos a nossa base de Corretores de Seguros em todo o território nacional, também com ótimo desempenho de vendas, e fechamos importantes acordos comerciais no segmento Affinities”, complementa Ferreira.

“Crescemos em todas as linhas de negócios. Vale ressaltar o desempenho expressivo da carteira de Vida, que cresceu 22,2% impulsionada pelo seguro prestamista, que evoluiu 27,6%; a carteira de Danos, que evoluiu 33%, as carteiras de Rural e Habitacional, que cresceram 63,4% e 92,6% respectivamente, e o segmento Auto, que evoluiu 17,8%, em linha com o crescimento do mercado. O lucro líquido do ano atingiu R$ 1,4 bilhão, crescendo 58,5% em relação ao exercício de 2012, o melhor desempenho desde a formação do Grupo BB e Mapfre”, comenta Carlos Alberto Landim, diretor geral de Controladoria e Planejamento do grupo.

Em 2013, a seguradora também conquistou maior participação de mercado, atingindo 17,0% até novembro de 2013, contra 16,2% em 2012. O GRUPO mantém a liderança na área de Vida, com 20,1% de participação (0,6% a mais que em 2012). A segunda posição no segmento de seguros de Automóveis também foi mantida em 2013, com um crescimento de 17,8% nos prêmios emitidos. O incremento foi conquistado graças à capilaridade na distribuição, tanto no canal bancário como na rede de corretores.

Além disso, para aprimorar a gestão dos negócios o grupo adotou novas ferramentas que trouxeram mais eficiência ao atendimento de sinistros. No segmento de Danos, o grupo aumentou sua participação de mercado de 15,2% em 2012 para 17,2% em 2013. Dentro do segmento, os seguros rurais tiveram crescimento de 63,4% em 2013, devido a um trabalho de disseminação dessa modalidade no agronegócio brasileiro.

Já os seguros Massificados, que tiveram um desempenho 28,5% superior ao de 2012, foram beneficiados por um maior volume de vendas de seguros para smartphones e seguros residenciais, aperfeiçoados no ano passado com o lançamento de assistências orientadas pelo conceito de sustentabilidade. Na área de Grandes Riscos, a posição do grupo foi mantida a partir de um incremento de 40% nos negócios internacionais. Além disso, nas diversas carteiras foram desenvolvidos produtos específicos para democratizar o acesso a seguros, atingindo 3,5 milhões de pessoas no ano.

Neste ano, como pontos relevantes da agenda, a companhia prevê expansão em todas as áreas de negócios e nos canais de distribuição. De forma geral, a empresa prevê lançar no mínimo 10 novos produtos em 2014, e os serviços a clientes serão aperfeiçoados com um novo processo e sistemas de atendimento das Centrais de Relacionamento (SIM 24h) que têm por objetivo melhorar a experiência do cliente, com atendimento muito mais ágil, simples e próximo. O projeto começa a ser implementado em abril. Para suportar o crescimento previsto, o grupo estrutura uma nova sede, na zona Sul de São Paulo, que abrigará, a partir do início de 2015, a quase totalidade das suas operações na capital.

“Nosso objetivo é crescer novamente a uma taxa de dois dígitos este ano, com melhor desempenho em todos os diversos canais de distribuição, aderente ao nosso modelo de negócios baseado em eficiência operacional. O mercado de seguros como um todo tem espaço para crescimento e, internamente, ainda temos sinergias a serem capturadas”, finaliza Marcos Ferreira.

Norton Glabes Labes deixa a FenaCap e a Bradesco Capitalização

fenacap nortonMatéria do Portal da FenaCap

Após mais de meio século de carreira no Bradesco, o vice-presidente da FenaCap, Norton Glabes Labes, se despede da diretoria da entidade e do banco. Em entrevista para o site da FenaCap ele relembra momentos marcantes, fala do avanço do segmento e revela os planos para o início de uma nova vida, sem pensar em parar.

Quando e como o Senhor iniciou as suas atividades profissionais? E no segmento de capitalização?

Ingressei na carreira bancária aos 13 anos de idade como aprendiz de contínuo. Fui transferido para a Bradesco Capitalização como Diretor Geral em 29 de novembro de 2004.

Como foi a experiência no segmento de capitalização?

Conhecer o mundo dos seguros foi uma das melhores experiências. Ao dirigir a Bradesco Capitalização tive a satisfação de sentir por inúmeras vezes a emoção de pagar os maiores prêmios de sorteios a centenas de clientes contemplados. Também me foi dada a oportunidade de conhecer todos os estados brasileiros, visitando diretores e gerentes regionais, que muito me apoiaram para o sucesso da Bradesco Capitalização.

O setor de capitalização vem apresentando taxas de crescimento expressivas. A que atribui esse desempenho?

O setor ficou estagnado por um determinado tempo na época da inflação alta. Com o tempo, o público passou a conhecer melhor o produto de capitalização e percebeu que era uma ótima forma de economizar e manter reservas, concorrendo a prêmios em dinheiro. A FenaCap contribuiu muito para que a mídia e seus jornalistas entendessem melhor o produto, que não é financeiro e muito menos um jogo, uma vez que o comprador do título resgata 100% do valor pago, com correção do período.

Há alguma experiência ou fato marcante que gostaria de registrar?

Todos os clientes premiados ficam extasiados com a notícia, alegando que o prêmio veio em boa hora. E, mais emocionado que o próprio contemplado, ficam os nossos funcionários, que vendem o título e ficam extremamente felizes quando percebem que foram eles quem trouxeram a sorte para o ganhador. Percebi que as pessoas se realizam com a felicidade de seu semelhante e isto é muito gratificante.

Quais são os seus planos futuros?

Após 52 anos e meio de carreira, pude reunir um grande rol de amigos, dentro e fora do meu ambiente profissional. Montarei um escritório, onde vou procurar canalizar parcerias que possam continuar a me motivar. Trabalhando em outros focos de negócios, estarei apoiando os meus filhos profissionalmente, procurando levar a eles toda a experiência adquirida em uma organização como o Bradesco. Vou procurar ter mais tempo para a família e amigos, que sempre me apoiaram em todo o tempo de muito trabalho em minha carreira. Hoje, me comove e percebo que, em minha carreira vitoriosa, estou sendo exemplo e estímulo para os colegas, tanto do banco como da seguradora, que, se focarem, trabalhando corretamente, poderão chegar ao topo dentro de uma organização como a nossa, de carreira fechada. Por último, quero me dedicar, também, ao terceiro setor, como voluntário de algumas ONGs, assim retribuindo tudo que Deus me deu.

Brasil Insurance adquire I.S.M por R$ 18 milhões

A corretora Brasil Insurance, holding que reúne corretoras de seguros e única listada na bolsa, informou que adquiriu a I.S.M. Corretora de Seguros por R$ 18 milhões, segundo fato relevante disponível no portal da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A I.S.M. é especializada em planos e seguros de saúde para empresas e seguros de transportes. Na compra, a BR Insurance vai pagar R$ 4,1 milhões inicialmente, que serão somadas a quatro parcelas calculadas em função do resultado futuro da I.S.M. Corretora.

Grupo Allianz cresce em lucro e faturamento em 2013

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O Grupo Allianz continuou a crescer em 2013. Com base em dados preliminares, as receitas cresceram 4,1% em relação aos €106,4 bilhões do ano anterior, atingindo nova alta recorde de €110,8 bilhões. Excluindo-se os efeitos da taxa de câmbio e da consolidação, o crescimento das receitas totalizou 4,7%. O número total de clientes segurados pela Allianz cresceu em cinco milhões nesse mesmo período, ultrapassando a casa dos 83 milhões de segurados.

O lucro operacional alcançou €10,1 bilhões de euros. Comparado aos €9,3 bilhões de euros registrados em 2012, isso representa um aumento de 7,8%. O rendimento líquido atribuível aos acionistas aumentou 14,6 % em 2013, atingindo €6 bilhões contra os €5,2 bilhões do ano anterior, informa nota enviada ao blog Sonho Seguro. Nos seguros de Property&Casualty (P&C), no Brasil conhecido como seguros gerais, o lucro operacional aumentou, em comparação com o ano anterior, apesar das indenizações maiores pagas aos clientes pela ocorrência de catástrofes naturais. Em Vida e Saúde, os prêmios estatutários cresceram enquanto a volatilidade dos mercados de capital pressionou o lucro operacional. Com um lucro operacional mais elevado, a Gestão Patrimonial seguiu sua trajetória de sucesso, apesar da incerteza em relação à política do Federal Reserve dos EUA, que levou a oscilações nas taxas de juros.

O índice de solvência do conglomerado atingiu 182% no final de 2013, subindo um ponto percentual em relação aos 181% registrados em 1º de janeiro de 2013. O capital próprio dos acionistas que era de €50,084 bilhões no final do ano permaneceu num patamar elevado similar aos €50,388 no início do ano.

O Conselho de Administração irá propor ao Conselho Supervisor da Allianz SE um dividendo de €5,30 por ação, o que representa um acréscimo de 18% comparado ao dividendo de 4,50 por ação em 2012. “Em um ambiente complicado do ponto de vista político e econômico, a Allianz gerou resultados muito bons em 2013, e nós queremos manter esse nível durante este ano também. Portanto, nossa perspectiva de lucro operacional para 2014 é de €10 bilhões, com uma margem de mais ou menos €500 milhões,” declarou Michael Diekmann, CEO da Allianz SE. “O ambiente vai continuar sendo desafiante em 2014, mas o nosso desempenho mostra que estamos bem posicionados com a nossa estratégia focada em três segmentos.”

No segmento de Seguros Gerais (P&C), os prêmios subscritos brutos em 2013 de € 46,6 bilhões ficaram 0,7 % abaixo dos € 46,9 bilhões do ano anterior. O crescimento interno, excluindo a redução decorrente da restruturação da agricultura nos EUA, alcançou 2,5%.

As empresas Allianz na Austrália, França, Alemanha, América Latina e Turquia, assim como os parceiros mundiais da Allianz, registraram um acentuado crescimento nos prêmios em seus respectivos mercados. Houve uma forte demanda por novos produtos, incluindo a cobertura residencial modular “PrivatSchutz”, na Alemanha, e um produto de seguro automotivo na Itália, que tem o apoio da Telemática para levar em conta o comportamento do cliente ao volante.

O lucro operacional nos Seguros Gerais (P&C) subiu para €5,3 bilhões no ano – um acréscimo de 14,2% sobre os €4,6 bilhões em 2012. Esse crescimento deveu-se a um bom resultado na subscrição, apesar das indenizações maiores pagas aos clientes após catástrofes naturais e apesar de um resultado menor dos investimentos.

As catástrofes naturais, especialmente as tempestades na Europa, contribuíram para os 2,9 pontos percentuais do índice de sinistralidade em 2013, comparado à marca de 1,7 pontos no ano anterior. Ainda assim, o índice combinado em 2013 melhorou em 1,9 pontos percentuais, baixando para 94,3% comparado aos 96,2% obtidos em 2012.

”Nós demos apoio imediato a dezenas de milhares de pessoas atingidas por catástrofes naturais, tais como as inundações na Alemanha. Também introduzimos vários novos produtos e aplicativos digitais para ajudar os clientes no mundo atual,” aponta Dieter Wemmer, CFO da Allianz SE. “O resultado confirma o nosso trabalho em anos mais recentes – boa rentabilidade e crescimento em mercados-chave.“

Os prêmios em Vida e Saúde tiveram um crescimento anual de 8,5% em 2013, passando de €52,3 bilhões para €56,8 bilhões. Com os ajustes referentes à taxa cambial e aos efeitos da consolidação, o crescimento interno atingiu 9,1%.

A Itália registrou um forte crescimento, sobretudo devido ao novo produto “Progetto Reddito”, que está vinculado à essa unidade de negócios, e gerou prêmios de €1,3 bilhão. Na Alemanha, os prêmios cresceram, em grande parte devido aos produtos de prêmio único; uma iniciativa nos EUA de venda de anuidades indexadas fixas empurrou para cima as receitas anuais; parcerias de distribuição na França ajudaram a estimular as vendas; na Espanha os prêmios também cresceram em 14%, apesar da retração geral do mercado.

Em 2013, a volatilidade do câmbio e dos juros levou a uma margem de investimento menor. Isso e a restruturação na Coreia do Sul foram as principais razões para o declínio de 8% no lucro operacional que caiu para €2,7 bilhões, em relação aos €2,9 bilhões em 2012. A margem dos novos negócios subiu de 1,8% em 2012 para 2,1%. O valor dos novos negócios aumentou no mesmo período, passando de €790 milhões para €952 milhões.

“As baixas taxas de juros continuarão a nos acompanhar durante algum tempo. Contudo, com os nossos novos produtos e o aumento no valor dos nossos negócios, eu estou otimista em relação às nossas perspectivas,” afirmou Dieter Wemmer. “A Allianz estabelece uma referência com a sua gestão global dos investimentos. Ela nos permite gerar retornos atraentes, através de uma ampla gama de produtos com um mínimo de risco para nossos clientes de seguro de vida no mundo inteiro.”

A volatilidade no mercado de capitais e as flutuações nas taxas de juros durante o segundo semestre de 2013 afetaram o negócio de Gestão Patrimonial. Porém, devido ao bom desempenho do primeiro semestre, as receitas deste segmento tiveram um crescimento total de 5,9%, registrando € 7,1 bilhões em 2013 contra € 6,7 bilhões no ano precedente. Com as devidas correções pelos efeitos da taxa cambial, o crescimento interno bateu em 8,8%. Essa melhora se deveu às taxas de administração e de carregamento majoradas, o que foi mais do que suficiente para compensar os índices de desempenho mais baixos.

O lucro operacional subiu 7% e alcançou €3,2 bilhões no ano, contra €3 bilhões em 2012. A relação custo/rendimento melhorou e chegou a 55,9% em 2013, comparada aos 56,5% do ano anterior. O total de ativos sob gestão atingiu €1,770 trilhão em 31 de dezembro de 2013, ficando 4,4% abaixo do €1,852 trilhão registrado no final de 2012. Os ativos de terceiros sob gestão recuaram nesse mesmo período para €1,361 trilhão de euros contra 1,438 trilhão de euros. A redução de €64 bilhões resultou principalmente dos efeitos cambiais negativos decorrentes do fraco desempenho do dólar americano. Com os ajustes referentes a esses efeitos, a redução totalizou 1 por cento. A Gestão Patrimonial teve a saída líquida de fundos de terceiros da ordem de €12 bilhões em 2013, contra €113,6 bilhões em entradas líquidas no ano anterior.

“Nossa Gestão Patrimonial diversificou ainda mais os seus produtos e a sua base geográfica. Desse modo, ainda que o crescimento dos ativos sob gestão tenha tido uma trégua em 2013, eu estou confiante em relação à robustez contínua desse segmento”, declarou Dieter Wemmer.

Principais destaques de 2013

 Receitas ampliadas em 4,1% e atingem €110,8 bilhões

 Lucro operacional cresce 7,8 % e alcança €10,1 bilhões

 Rendimento líquido atribuível aos acionistas aumenta em 14,6 % e chega aos €6 bilhões  O índice de solvência ficou em 182 %

 O dividendo proposto de 5,30 euros por ação corresponde a um aumento de 18%

 Perspectiva de lucro operacional para 2014: €10 bilhões de euros, com uma margem de mais/menos €500 milhões