A HDI Seguros inicia hoje (6) nova campanha publicitária estrelada pelo nadador olímpico César Cielo, dono do recorde mundial dos 50 metros livres. A campanha com Cielo reforça o conceito “Difícil de bater”, que traça um paralelo entre os grandes feitos dos esportistas da atualidade e os preços da seguradora, atualmente a quinta maior empresa de seguros de autos no Brasil.
No vídeo preparado pela agência paulistana Pátria, o recorde do nadador nos 50 metros livres é apresentado como um feito “difícil de bater”, assim como o preço da seguradora. Iniciado com o atleta na piscina, o locutor fala do recorde de 20 segundos e 91 centésimos de Cielo, dizendo o quanto ele é difícil de bater. Em seguida, o nadador entre em cena e fala que “Difícil de bater mesmo, é o preço da HDI”. A agilidade do nadador na piscina também é associada à velocidade da HDI no atendimento de sinistros, principalmente no HDI Bate-pronto.
Segundo o presidente e diretor de criação, Ricardo Lordes, a frase “difícil de bater” veio com o intuito de evitar um termo muito comum, além de atrelar a força do atleta à marca HDI: “O termo ‘preço competitivo’ já está em desuso. Pensamos então na expressão ‘difícil de bater’ e, com isso, pensamos no César Cielo, pois, assim como o recorde do nadador, o preço da HDI não é impossível de bater, mas é algo muito difícil de se superar”.
A nova investida na comunicação em massa dá continuidade à tradição da HDI de interagir com o seu público-alvo por meio do esporte. A seguradora já foi patrocinadora de um time de futebol e, recentemente, veiculou peça publicitária com o lutador e ex-campeão mundial meio médio do UFC Anderson Silva, também fazendo a alusão de que seu preço é, como o esportista, difícil de ser superado.
Para Paulo Moraes, diretor de Marketing da HDI Seguros, a imagem de César Cielo continua o foco da seguradora na ideia de sempre se superar. E acrescenta: “O César, assim como Anderson Silva, teve muitos obstáculos em sua frente e o comercial é uma forma de homenagearmos isso. Ele se reinventou inúmeras vezes para ser o exemplo de esportista que é, assim como a HDI também sempre buscou a inovação para oferecer o melhor aos clientes. Somos uma empresa com mais de 1,4 milhão veículos segurados que preza por serviços de excelência com preços competitivos. Nossa expectativa é que esse trabalho ajude a consolidar a marca HDI junto ao grande público”.
Recentemente, a HDI Seguros inaugurou nova filial em Ponta Grossa (PR) já com um centro de atendimento a sinistros Bate-Pronto no local. Também criou o Bate-Pronto Móvel: unidades de atendimento a veículos sinistrados que atuarão em picos de demanda pontuais (feriados, por exemplo). Também projeta, ainda para este primeiro semestre, novas unidades no Rio de Janeiro.
A campanha será veiculada nacionalmente nos canais da Globosat (SporTV 1 ,2 e 3 e Globonews), além dos intervalos dos principais programas da TV Globo na região Sul. Também estão previstos anúncios na mídia impressa e inserções em rádios de todo o País e nas redes sociais.
Por um equívoco, alguns dados da tabela foram informados incorretamente. Seguem texto e tabelas com dados corrigidos:
Acaba de sair um resumo do faturamento do mercado segurador em 2013, obtido com base nos balanços publicados pelas seguradoras no mês de fevereiro e editado pela consultoria Siscorp. Segundo o estudo, as vendas do setor atingiram R$ 198,2 bilhões, crescimento de 12,9% em relação a 2012. Esse total inclui R$ 84,9 bilhões (+18,8%) referentes a seguros gerais; R$ 20,9 bilhões (+9,3%) em saúde vendido pelas seguradoras especializadas; R$ 71,2 bilhões (+4,3%) em contribuições para planos de previdência privada aberta e R$ 20,9 bilhões (+26,4%) em arrecadação de títulos de capitalização. A operação de resseguro foi considerada à parte, com prêmios de R$ 4,8 bilhões em 2013, alta de 36,5% em relação ao ano anterior. Mais detalhes no portal da consultoria (www.siscorp.com.br)
Colaborador da Aon desde 1995, Cristiano A. Oliveira é o novo vice-presidente da unidade de seguros massificados e por grupos de afinidade da consultoria e corretora de seguros. O executivo construiu sua carreira na companhia atuando em diversos setores, como relacionamento, comercial, e áreas técnicas de produtos.
Depois de se destacar como executivo de contas, gerente de relacionamento e gerente comercial, Oliveira foi nomeado diretor da filial Campinas, na qual atuou durante os últimos cinco anos. Ele é formado em Direito e possui MBA em Administração pela Fundação Getulio Vargas e pela Kellogg University Catalyst Program, nos Estados Unidos.
Além de vice-presidente da Aon, Cristiano A. Oliveira passa a integrar o Comitê Executivo da Aon Brasil e da Aon Affinity Worldwide. “Na minha gestão, a estratégia é priorizar a busca por inovações em produtos e serviços, além de fortalecer o relacionamento com clientes e parceiros”, diz.
A primeira avaliação do Índice de Confiança e Expectativas do Setor de Seguros (ICSS), realizada pela Fenacor no mês de fevereiro, atinge 97,7 e indica pessimismo. No entanto, conforme ressalta Francisco Galiza, coordenador técnico do estudo, “o valor foi fortemente influenciado pelo pessimismo das resseguradoras, sobretudo no que se refere à evolução futura das taxas de rentabilidade dessas companhias”, explica.
O ICSS é resultado da aferição das expectativas entre as seguradoras (ICES), as corretoras (ICGC) e as resseguradoras (ICER). Nesta primeira amostragem, os corretores indicaram otimismo. Para 80% dos entrevistados, a economia brasileira irá melhorar nos próximos seis meses. Outros 13% crêem na piora; e 7% na melhora. No tocante à rentabilidade do negócio, 40% disseram que irá melhorar, para 33% ficará igual e 27% acreditam na piora. O faturamento do negócio será melhor para 60% e igual para 40%.
Já o ICES, em seu 16º mês de avaliação, atingiu 100,9, queda em relação ao mês de janeiro em que atingiu 104,0. Ainda assim os executivos das seguradoras mantêm o otimismo. Para 53% dos executivos a economia será igual, 41% pior e 6% melhor. Em janeiro eram 60% que acreditavam que seria igual, 31% na piora e 9% na melhora.
No quesito rentabilidade, 58% disseram que será igual, 30% acreditam na melhora e 12% que irá piorar. Em janeiro, os números eram 56%, 29% e 15%. Já no quesito faturamento, 58% acreditam que será mantido, 34% que irá melhorar e 8% na piora, ante os números registrados em dezembro – 49%, 42% e 9%.
O ICER apontou ainda que, para 57% dos executivos das resseguradoras, a economia será igual nos próximos seis meses e pior para 43%. No quesito rentabilidade, 57% disseram que irá piorar, 29% que será igual e 14% que será melhor. Já quanto ao faturamento do negócio, 72% apostam que será igual, 14% em uma melhora e a mesma proporção em uma piora.
A Allianz Seguros lucro líquido de R$ 82,1 milhões em 2013, queda de 32,5% comparado com os R$ 121,6 milhões de 2012. Os prêmios emitidos líquidos totalizaram R$ 3,4 bilhões, 8,4% superior em relação a 2013. “O resultado das operações com resseguros, os custos administrativos e o resultado da empresa controlada influenciaram o número apresentado ao final de 2013”, informa a companhia em relatório que acompanha as demonstrações financeiras. O patrimônio líquido em 2013 totalizou R$ 877,4 milhões, praticamente estável em relação ao ano anterior. Os ativos totais somaram R$ 5,3 bilhões, avanço de 8%, na mesma base de comparação. Oa sinistros avançaram num ritmo maior do que o dos prêmios, com 22,3% em 2013 ante 2012, chegando a R$ 2,2 bilhões.
No final de dezembro, a seguradora implementou uma nova plataforma tecnológica no âmbito da estratégia de consolidar seus sistemas no mundo. Em decorrência disso, vários problemas foram registrados com segurados e corretores, porém a companhia informa que boa parte já foi solucionado. Segundo o grupo, a nova plataforma vai consolidar os dados em uma base única, possibilitando ganho de eficiência na emissão de apólices e na regulação de sinistros, sendo alguns feitos 100% online. “Esse novo sistema deve garantir um aumento de 30% a 40% na capacidade transacional da seguradora”, informa o grupo.
A Berkshire Hathaway, controlada pelo investidor Warren Buffett, registrou lucro de US$ 4,99 bilhões no quarto trimestre de 2013, valor 9,6% superior ao registrado no mesmo período de 2012. No ano de 2013, o lucro líquido chegou a US$ 19,5 bilhões, ante US$ 14,8 bilhões em 2012 e a receita anual atingiu US$ 182 bilhões. O grupo, composto por seguradora e resseguradora entre outros segmentos, creditou a melhora do ganho e da receita a melhora da economia americana.
Na carta anual aos acionistas, também lançada no dia 1o. de março, Warren Buffett comentou que o ganho da Berkshire no patrimônio líquido foi de US$ 34,2 bilhões, após a dedução de encargos. “Em termos operacionais, quase tudo em 2013 foi melhor”.
O aumento da frequência de roubo e furto de veículos nas grandes cidades brasileiras acendeu o sinal amarelo nas seguradoras neste começo de ano. De acordo com a CNseg, 476 mil veículos foram roubados no Brasil, segundo dados fornecidos pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Só no Estado de São Paulo, o montante de roubos e furtos de veículos cresceu 10,1% em 2013, chegando a 225 mil casos.É o maior em 12 anos. Em segundo lugar vem o Rio de Janeiro, com 44,7 mil, Minas com 28,8 mil e Rio Grande do Sul com 28,7 mil. Veja abaixo o quadro com as estatísticas divulgadas pela Cnseg e produzido pelo jornal Gazeta do Povo.
Dados da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo mostram que em 2013 as ocorrências de roubo de veículos superaram as de furto pela primeira vez desde 2011. Segundo as estatísticas da secretaria, dos carros roubados ou furtados 40% são recuperados. No Estado, 50% dos casos de latrocínio estão ligados a roubos de veículos.
Vale ressaltar que o preço do seguro para veículos é calculado de acordo com a avaliação de risco que as seguradoras efetuam, considerando idade do condutor, estado civil, uso do carro e locais de circulação, bem como o impacto da conjuntura que afeta o índice de sinistralidade de suas carteiras, como os índices de roubo e furto de veículos, as frequências de colisões e os custos de peças e reparação dos veículos acidentados.
Para a Porto Seguro, maior seguradora do Brasil em proteção a veículos e residências, o jovem é muito bem vindo. É certo que representam maior risco. Mas para quem é líder, risco faz parte do negócio. “Avaliando o comportamento dos jovens no trânsito e seu índice de sinistralidade, sentimos a necessidade de estarmos mais próximos a eles em seus “primeiros quilômetros” na direção, por meio de dicas e, sobretudo, incentivando e reconhecendo o bom comportamento ao volante”, afirma Marcelo Sebastião, diretor de Auto da Porto Seguro, ao blog Sonho Seguro.
A nova versão do produto Auto Jovem, desenvolvido exclusivamente para condutores com idade entre 18 e 24 anos, traz benefícios que estimulem o segurado a ter um comportamento cada vez mais responsável à direção. Ao contratar, o cliente já ganha de imediato 30% de desconto sobre os valores do seguro e da franquia. Para contar com essas vantagens, o jovem condutor se compromete em participar de um Programa de Relacionamento em que os pontos são concedidos à medida que se cumprem metas relacionadas à velocidade e ao período de uso do veículo. Essa iniciativa reconhece o jovem motorista que se comporta com menos risco ao volante e reforça a ideia do Trânsito+gentil. O condutor deve manter a velocidade de até 90 km/h na maioria do tempo em que dirige. Esse é o limite para dirigir nas madrugadas, período considerado entre 0h30 e 5h30, é de 5% do tempo total em que o segurado permanece em movimento. Os índices são apurados por meio de um dispositivo da Porto Seguro que é instalado no veículo segurado.
O cliente também deve participar dos cursos Direção Segura e Direção Emocional, que podem ser realizados em até quatro meses do início da vigência da apólice. O Direção Segura tem o objetivo de ensinar o jovem a fazer manobras defensivas inesperadamente, além de proporcionar que tenha uma condução preventiva. Por sua vez, o Direção Emocional conscientiza a respeito da importância do controle emocional à direção (descritivos completos adiante).
A soma dos pontos conseguidos por meio do cumprimento das metas previstas no Programa de Relacionamento e dos cursos servirá de base para o cálculo do desconto de até 30% que o segurado poderá manter na renovação da apólice. O cliente poderá acompanhar o seu desempenho a qualquer momento pelo hotsite do produto Auto Jovem, pela fanpage do seguro no Facebook ou ainda por meio de aplicativo no celular. Quando estiver ligado, ganha pontos positivos para o jovem que não enviar SMS ou qualquer outra mensagem escrita ao dirigir. Também há benefícios para pagar, com parcelamento do valor do seguro em até 10 vezes sem juros, no Cartão de Crédito Porto Seguro, ou em quatro vezes, em outros cartões. Há ainda a possibilidade de pagar por meio do débito em conta corrente, também em até 10 vezes. E os benefícios não acabaram. Os pais do jovem motorista têm um desconto de 7% ao contratar o seguro. A relação completa das vantagens pode ser consultada em www.portoseguro.com.br/auto, no menu Benefício
Veja a seguir a entrevista concedida por Marcelo Sebastião, diretor e auto da Porto Seguro, sobre o Auto Jovem, ao blog Sonho Seguro.
Como surgiu a ideia de lançar no Brasil?
O Porto Seguro Auto já tem como prática desenvolver produtos segmentados para públicos específicos, como o Auto Sênior e o Auto Mulher. Avaliando o comportamento dos jovens no trânsito e seu índice de sinistralidade, sentimos a necessidade de estarmos mais próximos a eles em seus “primeiros quilômetros” na direção, por meio de dicas e, sobretudo, incentivando e reconhecendo o bom comportamento ao volante.
Foi feita pesquisa?
Fizemos pesquisas com corretores, clientes e não clientes, principalmente o público jovem. Após muitas delas, identificamos que o produto que já oferecíamos aos jovens poderia evoluir para atender ainda mais as necessidades do segmento durante essa importante fase da vida, o que veio a se concretizar com essa nova versão do Porto Seguro Auto Jovem. A proposta é que o jovem participe de um programa de relacionamento em que mostre como dirige, acompanhe seu desempenho e tenha a oportunidade de mudar alguns comportamentos para manter os 30% de desconto no seguro. O lançamento também proporciona um novo produto aos corretores de seguro, a fim de que possam aumentar o relacionamento com seus clientes e conquistar novos.
Quais os resultados?
Os principais pontos apontados foram os seguintes:
– Poucos são casados ou tem filhos;
– A maioria usa o carro “para tudo”;
– São tomadores de decisão no que diz respeito à compra do carro;
– A maioria é responsável pelos gastos do veículo;
– Maiores despesas: gasolina e estacionamento;
– Maior preocupação: pagar o seguro, a manutenção e a franquia.
Fizeram um teste piloto? Qual o resultado?
Não fizemos nenhum piloto.
Qual a expectativa de vendas?
Ampliar a carteira de jovens em aproximadamente 50% nos próximos 2 anos.
O corretor já deu algum retorno do interesse dos pais pelo produto?
Nos eventos de lançamento para os corretores, o feedback foi de que realmente é um produto diferenciado para oferecer aos clientes jovens, bem como aos pais deles, uma vez que todos serão beneficiados.
E os jovens, vão topar baixar o aplicativo e ficar no trânsito sem usar o celular?
Por enquanto, não temos dados para aferir os resultados. No entanto, acreditamos que os jovens utilizarão sim o aplicativo, pois é uma excelente oportunidade de conquistar pontos adicionais dentro do programa e se beneficiar com descontos. Como é o objetivo do programa, nossa intenção é conscientizar os jovens sobre os perigos de perder a atenção durante a condução do veículo e também reforçar o conceito do Trânsito Mais Gentil, pois pessoas mais cuidadosas ao volante contribuem para um trânsito melhor e mais seguro.
Hoje há um programa, waze, que não permite que o motorista use o programa se estiver dirigindo, apenas se a resposta for que é o passageiro que usa. Tem isso no programa da Porto?
A função do nosso aplicativo é similar, ou seja, incentivar que o motorista não use o celular para teclar enquanto dirige. Acreditamos que o jovem participante do programa é o proprietário do veículo e geralmente será ele quem o conduzirá, até pelo fato de ser o principal condutor. O intuito é conscientizá-lo, motivo pelo qual ele ganha pontos evitando o uso do celular e em momento algum perde, só deixará de ganhar – caso deixe de cumprir o que está previsto no programa de relacionamento do produto.
A SUL AMÉRICA S.A. (“Companhia”), (BM&FBovespa: SULA11), em cumprimento ao disposto na Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) nº 358, de 3 de janeiro de 2002, e do artigo 7º, parágrafo 1º, da Instrução CVM nº 471, de 8 de agosto de 2008 (“Instrução CVM 471”), vem informar aos seus acionistas e ao mercado em geral que, em 28 de fevereiro de 2014, protocolou perante a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (“ANBIMA”), pedido de registro de uma oferta pública de distribuição de debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, da segunda emissão da Companhia (“Emissão” e “Oferta”, respectivamente), ao amparo do procedimento simplificado para registro de ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários previsto na Instrução CVM 471, e no convênio celebrado entre ANBIMA e CVM em 20 de agosto de 2008, conforme aditado em 25 de janeiro de 2010, nos seguintes termos:
1. O montante total da Emissão será de, no mínimo, R$500.000.000,00 (quinhentos milhões de reais) e, no máximo, R$750.000.000,00 (setecentos e cinquenta milhões de reais), sendo emitidas, no mínimo, 500.000.000 (quinhentos milhões), e, no máximo, 750.000.000 (setecentos e cinquenta milhões) de debêntures, nominativas, escriturais, sem a emissão de certificados (“Debêntures”), sem considerar Debêntures Suplementares (conforme definido abaixo) e as Debêntures Adicionais (conforme definido abaixo), com valor nominal de R$1,00 (um real) na data de emissão, qual seja 15 de abril de 2014.
2. A Emissão será realizada em até 3 (três) séries, de forma que a quantidade de Debêntures a ser alocada em cada série será definida conforme o Procedimento de Bookbuilding, nos termos definidos na escritura relativa à Emissão, observado que o somatório das Debêntures da primeira série (“Debêntures da Primeira Série”), das Debêntures da segunda série (“Debêntures da Segunda Série”) e das Debêntures da terceira série (“Debêntures da Terceira Série”) não poderá exceder a quantidade de Debêntures prevista na escritura relativa à Emissão e acima mencionada, sem considerar as Debêntures Suplementares e as Debêntures Adicionais, observado que a Oferta somente será realizada se forem colocadas, no mínimo, 500.000.000 (quinhentos milhões) de Debêntures (“Quantidade Mínima da Emissão”).
3. No prazo de até 30 (trinta) dias contados da data de publicação do anúncio de encerramento da Oferta, a escritura relativa à Emissão será aditada, uma ou mais vezes, independentemente de qualquer deliberação societária da Companhia e de qualquer assembleia geral de Debenturistas, exclusivamente para, conforme o caso, (i) cancelar eventual saldo de Debêntures não colocado no âmbito da Oferta; (ii) refletir a(s) emissão(ões) de Debêntures Suplementares; e/ou (iii) consolidar as Debêntures da Primeira Série e as Debêntures da Segunda Série, caso tenham sido emitidas, em uma única série.
4. Nos termos do artigo 24 da Instrução CVM 400, a quantidade máxima de Debêntures inicialmente ofertada (sem considerar as Debêntures Adicionais) poderá ser acrescida em até 15% (quinze por cento), ou seja, em até 112.500.000 (cento e doze milhões e quinhentos mil) Debêntures suplementares, nas mesmas condições das Debêntures inicialmente ofertadas (“Debêntures Suplementares”), destinadas a atender a um excesso de demanda que eventualmente seja constatado no decorrer da Oferta, conforme opção a ser outorgada pela Companhia aos Coordenadores da Oferta no contrato de distribuição das Debêntures, que somente poderá ser exercida pelos Coordenadores em comum acordo com a Companhia, em uma ou mais datas, até a última Data de Integralização da respectiva série. A critério dos Coordenadores e da Companhia, conforme excesso de demanda verificado na Oferta, as Debêntures Suplementares poderão ser alocadas como Debêntures da Primeira Série, como Debêntures da Segunda Série e/ou como Debêntures da Terceira Série.
5. Nos termos do artigo 14, parágrafo 2º, da Instrução CVM 400, a quantidade máxima de Debêntures inicialmente ofertada (sem considerar as Debêntures Suplementares) poderá ser acrescida em até 20% (vinte por cento), ou seja, em até 150.000.000 (cento e cinquenta milhões) de Debêntures adicionais, nas mesmas condições das Debêntures inicialmente ofertadas (“Debêntures Adicionais”), que somente poderão ser emitidas pela Companhia em comum acordo com os Coordenadores no âmbito do Procedimento de Bookbuilding. A critério dos Coordenadores e da Companhia, conforme verificado pelo Procedimento de Bookbuilding, as Debêntures Adicionais poderão ser alocadas como Debêntures da Primeira Série, como Debêntures da Segunda Série e/ou como Debêntures da Terceira Série.
6. Será adotado o procedimento de coleta de intenções de investimento, organizado pelos Coordenadores, nos termos do artigo 23, parágrafos 1º e 2º, e do artigo 44 da Instrução CVM 400, sem recebimento de reservas, sem lotes mínimos ou máximos, para a definição, com a Companhia (“Procedimento de Bookbuilding”):
I. da verificação de demanda para a Quantidade Mínima da Emissão, e, em sendo verificada a demanda para a Quantidade Mínima da Emissão:
(a) da realização da Emissão em série única, em 2 (duas) séries ou em 3 (três) séries, e
(b) da emissão e da quantidade máxima de Debêntures da Primeira Série, da quantidade máxima de Debêntures da Segunda Série e/ou da quantidade máxima de Debêntures da Terceira Série, observados os limites previstos na escritura relativa à Emissão, sem prejuízo das Debêntures Suplementares e das Debêntures Adicionais; e
II. da remuneração das Debêntures da Primeira Série, observado o limite previsto na escritura relativa à Emissão, e/ou da remuneração das Debêntures da Segunda Série, observado o limite previsto na escritura relativa à Emissão, e/ou da remuneração das Debêntures da Terceira Série, observado o limite previsto na escritura relativa à Emissão.
7. O resultado do Procedimento de Bookbuilding será ratificado por meio de aditamento à escritura relativa à Emissão, a ser celebrado anteriormente à data de concessão do registro da Oferta pela CVM, independentemente de qualquer aprovação societária adicional da Companhia, e será divulgado por meio do anúncio de início da Oferta (“Anúncio de Início”), nos termos do artigo 23, parágrafo 2º, da Instrução CVM 400.
8. A minuta de prospecto preliminar, que foi submetida à analise da ANBIMA e da CVM, está disponível nas páginas da internet da Companhia (www.sulamerica.com.br/ri) e da CVM (www.cvm.gov.br). Os investidores interessados deverão ler o prospecto definitivo, quando do registro da Oferta pela CVM, particularmente as seções “Fatores de Risco Relacionados à Oferta”, “Principais Fatores de Risco Relacionados à Companhia”, “Destinação dos Recursos”, “Informações relativas à Oferta” e o Formulário de Referência, em especial as seções “Fatores de Risco” e “Riscos de Mercado”, antes de aceitar a Oferta.
9. A publicação deste Fato Relevante não constitui uma oferta de venda ou solicitação de uma oferta de compra de Debêntures de emissão da Companhia que não podem ser ofertadas para venda ou compra anteriormente ao registro da Oferta perante a CVM.
10. A Companhia manterá o mercado informado sobre questões relacionadas à Oferta, quando aplicável, nos termos da legislação e normas vigentes.
Rio de Janeiro, 28 de fevereiro de 2014.
Arthur Farme d’Amoed Neto
Diretor de Relações com Investidores
A Prudential do Brasil Seguros de Vida S.A. divulga, nesta sexta-feira, 28 de fevereiro, o seu balanço patrimonial com os resultados de 2013. A companhia registrou um aumento dos prêmios de seguros (1) de 38%, em comparação ao ano de 2012, atingindo a casa dos R$ 497 milhões, e apresentou um lucro líquido de mais de R$ 22 milhões. Este resultado tem como base as práticas contábeis brasileiras (Brazilian Generally Accepted Accounting Principles – BRGAAP).
A Prudential continua elevando a sua base de segurados e encerrou o ano com quase 187 mil apólices de seguro de vida individual, um aumento de 24%, em relação ao ano anterior. Como consequência, também registrou um crescimento expressivo de 45% no Capital Segurado (2) em vigor, passando dos R$ 75 bilhões.
“O ano de 2013 foi marcado por diversos desafios econômicos ocasionados principalmente pelas variadas elevações da taxa básica de juros, a forte valorização do dólar e aumento da inflação. Por outro lado, o aumento de renda da população, acesso ao crédito e o crescimento da classe C, continuaram a motivar mercados como o de seguros, permitindo ainda que os brasileiros possam traçar planos financeiros de longo prazo. Diante deste cenário, o nosso aumento de prêmios registrado em 2013 foi muito satisfatório e esperamos continuar mantendo um bom resultado em 2014”, acentua o presidente & CEO da Prudential do Brasil, Fabio Lins.
Dando continuidade ao plano de expansão, a Prudential do Brasil vai abrir mais três novas agências na região sul do país, duas em Curitiba e uma em Porto Alegre, no mês abril. Em 2013, a companhia inaugurou cinco novas agências, duas em Brasília e três no Rio de Janeiro. Além disso, foram efetivadas três novas parcerias de vendas importantes para a comercialização dos seguros de vida individual da Prudential com o Grupo XP, o Grupo Case e o Grupo Itaú.
Um dos princípios mundiais da Prudential é a devolução do lucro da companhia para a sociedade, em forma de ações sociais e ambientais. Norteado pelos oito Objetivos do Milênio da ONU, o programa de sustentabilidade da seguradora reuniu diversas ações que contribuíram com mais de 50 instituições do terceiro setor, beneficiando quase oito mil pessoas em 2013. Essas organizações receberam doações de donativos, ajuda financeira para reformas, ações de incentivo à educação, a saúde e ao esporte.
Entre os destaques estão o Dia Global do Voluntariado (GVD), que estimula o voluntariado entre os funcionários, os prestadores de serviços e os franqueados que, juntamente com seus familiares, amigos e clientes, são convidados a experimentar a satisfação de ajudar instituições realizando diversos tipos de trabalho voluntário. Em paralelo, a empresa ajudou três creches localizadas na Rocinha, no Rio de Janeiro, e mais uma instituição em Belo Horizonte, Minas Gerais.
(1) Prêmios de Seguros (BRGAAP) = Prêmio Emitido – Cancelamento – Restituição – Desconto – Co-seguro Cedido + Co-seguro Aceito.
(2) Capital Segurado considera Apólices Ativas de Seguro de vida Individual, incluindo as coberturas para Morte Acidental e para Doenças Graves.
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