Foram realizadas ontem, dia 07 de maio, na sede própria da Associação das Empresas de Assessoria e Consultoria de Seguros do Rio de Janeiro (ACONSEG-RJ), as eleições da nova diretoria da entidade para o biênio 2014/2016. Com apenas uma chapa inscrita, Olívio Américo foi reeleito presidente e anunciou ainda mais integração em seu próximo mandato.
“Em primeiro lugar, gostaria de agradecer a todos os que me apoiaram durante essa gestão e ainda por me confiarem mais dois anos no comando da diretoria da ACONSEG. Fizemos a inauguração desta sede no ano passado e minha meta agora é incorporar ainda mais assessorias a esta entidade, que hoje conta com 21 associadas. Isso deve nos fortalecer frente às questões pelas quais temos lutado, como por exemplo, a modificação do Artigo 18 da Resolução 297”, agradeceu o presidente reeleito, reafirmando o seu compromisso.
Esta será a quarta vez que Olívio Américo presidirá a ACONSEG. Seus primeiros mandatos, também consecutivos, foram os biênios 2004-2006 e 2006-2008. “A minha nova reeleição atesta que, aos olhos das assessorias que compõem esta Associação hoje, estou fazendo um bom trabalho. Nessa nova gestão, vamos avançar ainda mais na integração com outras entidades e com as seguradoras, a exemplo dos Cafés da Tarde que já promovemos com importantes nomes do mercado segurador”, afirmou Américo.
A SulAmérica Investimentos realiza amanhã (9) o Summit 2014. Voltado para clientes institucionais, o evento terá como tema “Brasil: Para onde vamos? Como alinhar seu portfólio a essa realidade”. O Summit 2014 será comandado pelo vice-presidente da SulAmérica Investimentos, Marcelo Mello, e contará com a presença do presidente da SulAmérica, Gabriel Portella. Aproximadamente cem fundos de pensão de todo o Brasil e representantes de empresas e conglomerados, assim como clientes de alta renda e distribuidores, devem comparecer ao evento.
Palestras e debates serão organizados em torno de quatro painéis:
· “Cenário Econômico Brasil – Desafios para o próximo governo”
· “Cenário Político: Eleições 2014 – Mudança com continuidade?”
· “Alocação de Ativos diante dos desafios macroeconômicos”
· “Gestão na era pós-digital”
Entre os participantes dos painéis estarão especialistas da asset, como o economista-chefe, Newton Rosa, o diretor de renda fixa, Marcelo Saddi, o diretor de renda variável, Fernando Tendolini, e fundações e consultorias parceiras.
O painel “Gestão na era pós-digital” terá presença do presidente do Google Brasil, Fábio Coelho, e do presidente da agência Grey Brasil, Walter Longo.
A SulAmérica Investimentos é a gestora de ativos de terceiros do grupo SulAmérica, que completa 118 anos. De perfil fundamentalista e multiproduto, a asset tem 17 anos de atuação e recebeu rating máximo da Standard & Poor’s (AMP 1 – Muito Forte) pelo quinto ano consecutivo.
O Summit 2014 acontece no hotel Hyatt, em São Paulo.
Dia 13 de maio será uma data especial para o Clube Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP), que receberá em seu tradicional almoço mensal o ex-mentor, e agora presidente do Sincor-SP, Alexandre M. Camillo. Afastado da mentoria do CCS-SP, em janeiro, para concorrer à presidência do Sincor-SP, ele se encontrará com os associados e convidados da entidade, desta feita para apresentar, juntamente com a diretoria executiva do sindicato, o plano de gestão para os próximos quatro anos.
Em março, quando ainda estava em campanha eleitoral, Camillo participou de almoço do CCS-SP, juntamente com seu opositor, Mário Sérgio, apresentando os pontos principais de seu programa gestão. O programa está estruturado em quatro pilares: Negócios do Corretor de Seguros; Divulgação da Importância do Corretor e do Sincor-SP; Benefícios que Atendam às Necessidades; Eficiência da Gestão do Sincor-SP.
O mentor Adevaldo Calegari ressalta que nas últimas três décadas o Sincor-SP foi presidido por corretores de seguros associados ao Clube dos Corretores. “Para a nossa honra e privilégio, o novo presidente foi mentor desta casa, o que muito nos orgulha”, diz. Para ele, o almoço do próximo dia 13 será uma oportunidade para os corretores paulistas conhecerem e debaterem cada um dos pilares que compõem o plano de gestão da atual diretoria do Sincor-SP. “Um evento imperdível”, acrescenta.
Almoço do CCS-SP com o novo presidente do Sincor-SP e diretoria
Data: 13 de maio – terça-feira
Horário: 12h
Local: Restaurante do Circolo Italiano – Av. Ipiranga, 344 – 1º andar – Edifício Itália – Centro – São Paulo
Para participar é imprescindível confirmar presença pelo e-mail: atendimento@ccssp.org.br ou telefone (11) 3104-0416, com Kátia Freitas.
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (7) um texto base do Projeto de Lei Complementar 221/12, que universaliza o acesso do setor de serviços ao Simples Nacional (Supersimples), o regime de tributação das micro e pequenas empresas. Contudo, por acordo entre os partidos, os destaques apresentados à matéria ainda serão analisados na próxima semana, o que deve provocar mudanças nesse texto.
O texto aprovado sofreu várias críticas de diversos parlamentares, incluindo o deputado Armando Vergilio (SDD-GO), presidente da Comissão Especial que discutiu mudanças no Estatuto da Micro e Pequena Empresa. Esssa Comissão aprovou, no final de 2013, por unanimidade, um substitutivo tratando da matéria. Armando Vergílio alerta que o texto aprovado nesta quarta-feira (06/05), se não for alterado, vai aumentar a tributação das empresas de serviços, que foram incluídas no Simples em uma tabela intermediária.
Segundo ele, esse texto representará apenas “um pequeno avanço” se não for mudada, por exemplo, a tabela VI. “A emenda 22, de minha autoria, e que será votada na próxima terça-feira (13/05), reduz essa tabela perversa em 20% e aí sim teremos um benefício bem maior”, comenta o deputado, que lamenta o fato de o texto votado não ter sido o do substitutivo aprovado na Comissão Especial.
Muito já foi feito – inclusive um simpático samba pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) – para divulgar o seguro de forma simples para a sociedade. “Mas ainda há uma infinidade de ações que precisam ser tomadas para contribuirmos com o desenvolvimento do Brasil. O crescimento é consequência das escolhas das pessoas. E quanto mais educadas elas forem, mais capazes serão de trilhar um caminho de empreendedores”, comentou Marcio Coriolano, presidente da FenaSaúde e da Bradesco Saúde, responsável pela moderação do 7 painel — Iniciativas de Educação Financeira – O que é seguro, para que serve, qual o valor para o segurado – realizado na 4ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros, em São Paulo.
Nelson Le Coq, diretor de autorização da Susep, seguiu na mesma linha do moderador e afirmou que boa parte da crise do subprime foi consequência da pouca noção financeira das pessoas que tomaram mais crédito do que poderiam. Em sua opinião, a educação financeira é a melhor forma de regulação do mercado. A idéia é que quanto mais o consumidor estiver preparado, mais consciente será a sua escolhas, além de ter condições de comparar produtos financeiros e optar pelo produto mais adequado para a realização de seu sonho. Caso contrário, o sonho pode se transformar em um pesadelo chamado “inadimplência”. “Educação financeira tem a capacidade de dar poder ao consumidor que torna mais efetiva a ação do Estado na regulação dos mercados”, conclui Le Coq.
Entre as várias ações da Susep, que faz parte do Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF), responsável pela coordenação da Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), está o projeto “Torcedor Seguro”. Desenvolvido em parceria com a CNseg, a ação é focada em divulgar o seguro em praças públicas, com distribuição de material informativo e uma encenação teatral com o objetivo de conscientizar a população da importância do seguro e da previdência complementar para suas vidas.
Uma das grandes colaborações do grupo Bradesco no desenvolvimento da cultura de seguro é a Universeg, que completa 10 anos em 2014 e já contabilizou mais de 1 milhão de participações de funcionários e colaboradores. “Nosso objetivo é promover um ambiente que propicie desenvolvimento”, afirmou Rosana Gonçalves de Rosa, sub-gerente do departamento de desenvolvimento e gestão de pessoas de pessoas da Bradesco Seguros. “Até mesmo com cursos para nossos líderes, que são considerados educadores e vitais para impulsionar o desenvolvimento das equipes”. Uma das novidades para os próximos dias é o lançamento de mais uma edição da Maratona do Conhecimento, um projeto que visa incentivar que os funcionários mantenham-se atualizados.
Nuno David, diretor de marketing da Mongeral Aegon, destacou a importância do mercado segurador em desenvolver mecanismos mais simples para a divulgação dos produtos, como usar exemplos que todos têm dentro de casa, como os clientes que receberam benefícios. “Tanto os corretores como as pessoas beneficiadas são a principal propaganda que podemos fazer do produto seguro”, afirmou ele para a plateia, disponibilizando dois vídeos de curta duração, porém de grande apelo sentimental.
Segundo David, há um mercado potencial gigantesco para ser alcançado com a venda de seguro de vida. “Enquanto no Brasil menos de 6% da população tem seguro de vida, nos Estados Unidos esse percentual ultrapassa 70%”. Diante disso, a Mongeral tem investido em diversos canais de venda e geração de conteúdo que mostrem à sociedade a importância do seguro de vida e da previdência. A loja online, lançada em outubro, por exemplo, já começa a dar lucro. “Isso mostra que há demanda pelo produto até mesmo por meio da internet”, conclui.
Paulo Rossi, diretor de marketing da BB e Mapfre, apresentou o projeto Traduzindo o Segurês, que teve inicio em 2009, embalado pelo resultado de uma pesquisa da IBM que afirmava que 65% dos entrevistados acreditava que teria problemas se precisasse usar o seguro. O ponto de partida do grupo foi transformar esse problema em oportunidade de estar mais próximo do cliente e tentar encartar o consumidor. Durante a implementação do projeto, a equipe descobriu que precisa mudar muito mais do que palavras. “Precisamos mudar centenas de atitudes”, disse. Outra coisa que se transformou foram os imensos textos do clausulado em imagens, que falam mais do que palavras e isso foi bem recebido pelo cliente”, contou. O projeto foi implementado para automóvel, vida, residencial e agora o grupo caminha para finalizar a implementação do Traduzindo o Segurês na operação de previdência.
Sandro Leal, gerente-geral da FenaSaúde, elegeu dois itens para reduzir as frustrações dos consumidores com planos de saúde. “Uma se refere ao uso em si e outra a preço”, explicou. Uma das frases mais ditas por segurados insatisfeitos é “Paguei a vida toda e quando fui utilizar….”. Segundo Leal, isso advém de um equívoco financeiro. “O que sustenta a saúde suplementar não é a acumulação. Diferente da previdência, na qual se acumula o patrimônio com os depósitos mensais, no seguro de saúde o pagamento e o risco são mensais. Essa é uma abordagem que nos traz desafios”, afirmou.
Outra questão que mostra dificuldade de entendimento é o reajuste dos custos de saúde. O setor chama de inflação médica o que na verdade é custo da utilização, tanto com aumento de preço de serviços médicos e medicamentos, como de quantidade de uso. “Isso é a inflação médica e é por esse parâmetro que é calculado o reajuste do plano”.
Outra dúvida na área de saúde é sobre a diferença do preço cobrado do idoso e do jovem. Apesar da diferença dos valores, parte dos custos dos planos dos idosos, que utilizam muito mais os serviços, é subsidiado pelos mais jovens, que usam menos. Se não houvesse diferenças de preços por faixa etária, os planos dos mais jovens seriam muito mais caro, o que reduziria sua presença no mercado, encarecendo ainda mais os valores dos planos dos mais velhos. Essa falta. “Isso gera muitas demandas aos órgãos de defesa do consumidor e acreditamos que se conseguirmos levar a educação financeira à sociedade, conseguiremos reduzir boa parte dos conflitos”, sentenciou Leal.
“Começamos 2014 com um trimestre de sólido crescimento e com contribuições positivas de cada um dos nossos segmentos. Willis Internacional e Willis Norte América ambos cresceram fortemente. Willis Global cresceu com uma forte contribuição dos negócios de resseguro, pela área de varejo no Reino Unido e também pelas empresas de seguros de especialidade,” disse o CEO do Grupo Willis, Dominic Casserley. “O lucro operacional ajustado correspondente ao ano anterior, enquanto nós continuamos a investir em regiões de maior crescimento tais como mercados emergentes, empresas como Global Wealth Solutions na Ásia e melhorias de serviço ao cliente como nossa iniciativa Connecting Willis.”
Casserley complementa, “Em nossa Conferência com os Invetidores em 2013, traçamos uma estratégia de longo prazo, com investimentos contínuos que guiem o crescimento orgânico. Além disso, estabelecemos que o spread entre as receitas e despesas deve ser, em média, igual ou superior a 70 pontos-base resultando na geração de um maior fluxo de caixa. Permanecemos confiantes nisso e comprometidos com esse plano. Além disso, a medida que continuamos a investir para aumentar as receitas, também temos a oportunidade de tomar novas ações em relação às despesas. Hoje estamos lançando um programa plurianual de melhoria operacional desenhado para fortalecer o atendimento ao cliente e garantir uma economia de custos de aproximadamente $420 milhões até 2017 e outros 300 milhões a partir de 2018”.
Divisão Internacional
A Divisão Internacional reportou um crescimento orgânico de 7.2% em comissões e fees no primeiro trimestre de 2014, comparado com o mesmo período em 2013. As operações da América Latina cresceram dois dígitos no período, com resultados fortes no Brasil e um bom desempenho da Venezuela, Argentina, Chile e México. As operações na Europa Ocidental também registraram crescimento com contribuições positivas de quase todos os países da região. Já a Europa Oriental registrou crescimento de dois dígitos e as operações na Ásia estiveram fortes, lideradas por China e Hong Kong.
Entre os principais destaques do trimestre, encerrado em 31 de março de 2014, estão:
· Receita de US$ 1,097 bilhão no primeiro trimestre, comparado com US$ 1,046 bilhão referente ao mesmo período de 2013.
· Lucro por ação de $1,35, um crescimento de 8,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.
· Lucro líquido de US$ 246 milhões em comparação aos US$ 219 milhões no mesmo período de 2013.
· Crescimento orgânico em comissões e fees de 4,2%
O lucro líquido da Swiss Re caiu 11% no primeiro trimestre deste ano, para US$ 1,2 bilhão, de US$ 1,4 bilhão no mesmo período do ano passado. A queda é explicada, em parte, pelos ganhos excepcionais que haviam sido registrados nos três primeiros meses de 2013, quando a seguradora fechou um acordo de US$ 610 milhões com o Berkshire Hathaway, do investidor Warren Buffett, sobre algumas apólices.
No segmento de resseguros para propriedades e acidentes, sua principal divisão individual, os prêmios subiram quase 8%, para US$ 3,8 bilhões, com o lucro líquido quase inalterado em US$ 1,0 bilhão. A proporção combinada da unidade, uma medida importante da lucratividade que compara quanto a companhia paga em indenizações com quanto ela recebe em prêmios, ficou em 78,8%.
Um dos desafios do mercado segurador é como vender seguro para quem não tem capacidade de ler contrato. “O Brasil tem um elevado índice de pessoas analfabetas, que não sabem ler e escrever, e maior ainda, que chega a 14%, de analfabetos funcionais, que são aqueles que sabem ler e escrever, mas não compreendem. Na média, o índice desses dois tipos ultrapassa 40% em algumas regiões do pais. Como vender seguro a eles?”, questionou o moderador Vitor Morais de Andrade, presidente da Associação Brasileira das Relações Empresa-Cliente Abrarec. Outra brecha citada pelo presidente da Abrarec é deixar claro ao consumidor de quem ele é cliente. “Se compro um celular não sei se sou cliente da operadora, da loja do varejo ou da fabricante do aparelho e fico confuso na hora de decidir quem devo procurar”.
Ele foi mediador do painel 5 — experiência das ouvidorias na solução de controvérsias de consumo –, realizada no segundo dia da 4a. Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros, realizada em São Paulo. Segundo Silas Rivelle Junior, presidente da Comissão de Ouvidoria da CNseg, as ouvidorias das 33 empresas que representam 95% do faturamento do mercado segurador receberam 63.623 demandas em 2013. Tais solicitações chegaram para a ouvidoria depois de tentativas de solução no canal de atendimento da companhia.
De acordo com Rivelle Júnior, que também é ouvidor da Unimed Seguros, o seguro de bens foi o principal tema a ser trabalhado pelos ouvidores, com 38.516 queixas, seguido pelo seguro de pessoas, com 13.888, previdência, com 10.479, e capitalização, com 3.740 manifestações recebidas no ano passado. Do volume total, 24.538 foram encaminhadas diretamente pelos segurados aos ouvidores das empresas; 13.151 vieram pela Susep, 11.889 pelos órgãos de defesa do consumidor (Procons) e 4.097 via Banco Central.
As principais queixas, cerca de 46,6%, se concentram na hora do pagamento da indenização, devido a conflitos em relação a regulação do sinistro. Dúvidas em relação ao pós-venda representam 23,1%; contratação, venda e negócio participaram com 17,7%, problemas com a comunicação ficaram com 7% das estatísticas, assistências com 3,8%, produto com 1,4% e os conflitos em relação aos corretores tiveram um baixo índice, com apenas 0,3% das estatísticas computadas pela comissão de ouvidoria da CNseg.
A maior queixa registrada no ramo de seguros gerais se refere ao tempo na regulação do sinistro, com 21%, seguida pelo valor indenizado, com 11%. Em previdências, as desavenças entre clientes e empresas se refere a portabilidade, com 18%. No segmento de pessoas, os cancelamentos geraram a maior demanda por ouvidor, com 13,% do total. Em capitalização, 33% das reclamações dizem respeito ao resgate, revisão e ao benefício.
Silas Rivelle ressalta que 96% das demandas foram respondidas no prazo regulamentar de 30 dias, considerando-se os dois tipos de ouvidorias: as Internas, que fazem parte da estrutura das próprias empresas; e as Independentes, que são contratadas (terceirizadas) e possuem estruturas separadas da empresa. No caso de grupo empresarial, é facultativo instituir uma única Ouvidoria para todas as sociedades ou entidades que o integrem.
Segundo os palestrantes, a educação financeira é a principal arma das companhias e dos ouvidores para reduzir os conflitos com consumidores, tanto no que diz respeito a usar a experiência do ouvidor para mudar processos como para levar cada dia mais produtos adequados ao público final.
As ouvidoras Gisele Garuzi, superintendente da Bradesco Seguros, e Camila Lana, analista de ouvidoria da Zurich Brasil Seguros, apresentaram a dinâmica do dia a dia departamento. Ambas afirmam que muitos casos são tratados individualmente, pois em alguns casos o lado emocional tem que ser ponderado e prevalece sobre o aspecto técnico. “Além disso, todos os casos analisados são levados para um comitê executivo na busca de mudanças de processos operacionais que tragam melhoria na relação empresa e cliente”, disse Gisele.
A Zurich apresentou um case que tem gerado muitas notícias: o seguro de celular. A questão a ser resolvida envolve a apresentação de nota fiscal na hora do sinistro, sendo que esse procedimento não é solicitado no momento da compra do seguro. “Pedir a nota fiscal na hora da venda é visto como algo burocrático”, explicou Camila. “Mas temos de pedir na hora do sinistro para inibir fraudes e temos como segurança que a exigência da nota fiscal é citada como obrigatória nas cláusulas do contrato disponível no contrato entregue ao consumidor e também nos meios digitais”, acrescentou.
Uma novidade no novo IRB Brasil Re, a maior resseguradora local do país. Lucia Maria da Silva Valle, a primeira mulher no primeiro escalão do ressegurador, foi indicada semana passada como vice-presidente de riscos. No IRB do passado, Emília Gitahy de Alencastro foi nomeada como presidente do ressegurado estatal em 1961, por Jânio Quadros. Apesar de ter tido uma gestão relâmpado, ela faz parte do quadro do IRB. Também há registro de Dulce Pacheco Fonseca da Silva Soares no cargo de diretora na história do IRB controlado pela governo.
Graduada em Ciências Atuariais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pós graduada em Amostragem pela Escola Nacional de Ciências Estatísticas, Lucia Maria é especializada em Mercado de Capitais pela Fundação Getúlio Vargas. Com mais de 25 anos de experiência em seguros e previdência, foi superintendente atuarial no Unibanco AIG Seguros e Previdência e diretora atuarial nas seguradoras Zurich Brasil e MetLife. Entre 2009 e 2013, atuou em empresas de consultoria da área de seguros, período que também foi membro do Comitê de Auditoria no IRB Brasil RE, é membro do Instituto Brasileiro de Atuária.
As mudanças de clima causadas pela atividade humana são uma realidade e já estão a afetar seriamente os Estados Unidos, conclui um relatório científico norte-americano apresentado nesta terça-feira pela Casa Branca.
As consequências são o aumento de fenómenos extremos, como chuvas torrenciais em regiões mais húmidas ou falta de água em zonas secas. O aumento da temperatura, com ondas de calor mais fortes e mais frequentes, a subida do nível do mar, que contribui para cheias mais frequentes e mais dramáticas, ou o aumento de grandes incêndios são outros dos fenómenos associados à mudança de clima, que tem como principal causador, diz o estudo, a maior concentração de gases com efeito de estufa.
«A mudança de clima, em tempos vista como uma questão para um futuro distante, mudou-se firmemente para o presente», conclui o relatório «Avaliação do Clima Nacional», elaborado por um painel científico alargado sob a égide do Governo norte-americano e que pretende ser o estudo mais exaustivo já realizado nos EUA sobre clima.
O presidente dos EUA, Barack Obama, vai assumir pessoalmente a divulgação deste relatório, pretendendo chamar a atenção para o problema e insistir na necessidade de introdução de medidas para o combater, como a limitação da emissão de gases.
Este site utiliza cookies para aprimorar a sua experiência enquanto navega. Desses cookies, os que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador visto que são essenciais para o funcionamento básico do site. Nós também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa o site — esses só são armazenados no seu navegador mediante a sua autorização. Você também tem a opção de cancelar esses cookies, mas isso pode impactar a sua experiência de navegação.
Cookies necessários são absolutamente essenciais para este site funcionar de forma apropriada. Esta categoria só inclui cookies os quais garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.