A Chubb Seguros acaba de lançar o Guidepoint, nova ferramenta global das áreas de Subscrição e Loss Control, área responsável pela prevenção de perdas, que será oferecida a todos os segurados corporativos da companhia a partir de junho. Com a novidade, os processos serão todos automatizados, garantindo maior agilidade e ganho de eficiência operacional aos profissionais da companhia.
“O Guidepoint irá simplificar a avaliação de riscos, melhorar o apoio em prevenção de perdas e fortalecer cada vez mais as propostas em engenharia de prevenção de perdas”, explica Jaime Gutierrez, Gerente de Loss Control da Chubb. Entre as vantagens, a ferramenta deve economizar cerca de 30% o tempo dos colaboradores da Chubb, que terão mais disponibilidade para as atividades de serviço que são oferecidas sem custo para os clientes segurados.
Além de otimizar os prazos, a plataforma acessível na web faz acompanhamento automático das melhorias nos processos, procedimentos, controles e proteções nas operações dos segurados, agilizando o trabalho de corretores e profissionais da Chubb.
O Loss Control é um importante diferencial da Chubb no mercado e é oferecido há mais de 65 anos. O serviço exclusivo de consultoria, prestado por profissionais altamente qualificados e especializados, com a parceria de corretores e clientes, tem o objetivo de reduzir tanto a severidade quanto a frequência dos sinistros que possam ocasionar danos pessoais, materiais e à imagem das empresas seguradas. O departamento destaca a companhia no mercado pela prestação de serviços personalizados na prevenção de riscos empresariais, responsabilidade civil e de transportes nacionais e internacionais.
Com oito operações realizadas no primeiro trimestre deste ano, dobrou o número de fusões e aquisições no setor de seguros se comparado com o mesmo período de 2013. Os dados constam numa pesquisa feita trimestralmente pela KPMG e que envolve 43 segmentos da economia.
Dentre as transações fechadas nos três primeiros meses deste ano, cinco foram domésticas (envolvendo apenas empresas brasileiras) e três foram realizadas por estrangeiros comprando companhias brasileiras estabelecidas no país.
“Além de, neste primeiro trimestre, dobrar o número de operações em relação ao mesmo período de 2013, o setor de seguros registrou em apenas três meses 40% de todas as negociações realizadas ao longo do ano passado. Ou seja, o segmento começou 2014 bem aquecido e podemos chegar próximo dos números de transações dos anos mais movimentados”, afirma o sócio da KPMG e responsável pela pesquisa, Luís Motta.
Segundo uma análise feita pela KPMG sobre as operações do segmento de seguros nos próximos anos, a tendência é de crescimento com expansão permanente. O levantamento ainda apontou os dez pontos principais que devem nortear essa expansão: oportunidades criadas pelo uso da tecnologia; aumento da atividade de private equity na área; novas demandas oriundas da Ásia; crescimento esperado na América Latina; mercados da África, Turquia e Oriente Médio começam a chamar a atenção; mudanças regulatórias continuam a impulsionar os negócios; aumento de fusões e aquisições em economias em desenvolvimento; seguradoras tradicionais devem focar no seu core business,gerando negociações de setores secundários; criação de infraestrutura básica em países de alto crescimento; e utilização de base de dados.
“Muitas seguradoras estão repensando seu modelo de negócio, devido a mudanças econômicas e regulatórias. O objetivo é garantir o crescimento rentável, entrar em novos mercados e racionalizar as operações que não são centrais. Por isso, transações de fusões e aquisições são cada vez mais importantes e devem se intensificar em nível global”, analisa a sócia da área de seguros da KPMG, Luciene Magalhães.
A economia brasileira reduziu o ritmo de crescimento, mas o setor de seguros continua aquecido. O crescimento em 2013 manteve os dois dígitos da última década. Segundo projeções da Confederação Nacional das Seguradoras, a CNseg, o faturamento estimado para o ano passado é de R$ 290,6 bilhões, 14% acima do registrado em 2012. Os números oficiais devem ser divulgados neste mês pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).
A contabilidade do setor inclui as vendas de seguros, previdência, capitalização e saúde. O volume chega a representar 6% do Produto Interno Bruto (PIB). O percentual é menor do que os 17% projetados no início de 2013, revisados em função da previdência privada, que sofreu com a volatilidade dos mercados financeiros durante o ano, afetando o volume de captação de recursos, explica Marco Antonio Rossi, presidente da CNseg e também da Bradesco Seguros. Para 2014, a meta de crescimento se mantém em dois dígitos.
As seguradoras buscam conquistar os brasileiros que ainda não consomem produtos e serviços de seguros. E são muitos os produtos e muitas pessoas para conquistar, afirma Eugênio Velasques, diretor da Bradesco Seguros. “Temos um crescimento orgânico potencial e isso nos faz investir tempo e dinheiro para conquistar clientes que temos dentro de casa”, diz ele. Em maio deste ano, o grupo finalizou uma grande reestruturação, tendo apenas uma diretoria de vendas e uma diretoria de oferta comercial.
“Agora temos apenas ajustes pontuais nessa estrutura, que tem como meta elevar a penetração de seguros na nossa base de clientes”, diz. Segundo estudo da seguradora, cerca de 24% dos clientes têm algum produto do grupo. Porém, há segmentos com grande potencial, como automóvel, no qual se observou que apenas 2% dos clientes têm o seguro. Em ramos elementares, que reúne produtos como residência, seguros patrimoniais para empresas e condomínios, apenas 3,9% dos clientes potenciais já compraram um produto. Capitalização tem índice de penetração de 8,9%, vida de 21,7% (em boa parte prestamista), previdência de 4,1%, saúde 3,6% e dental 2,4%.
O panorama da maior seguradora da América Latina espelha a realidade do mercado segurador brasileiro. Praticamente todas as companhias realinharam suas estratégias e partem agora para a conquista de clientes por meio da segmentação por clientes e por regiões. A BB Seguridade, destaca Ângela Assis, diretora comercial, está alinhada para atuar em todos os ramos, em todas as regiões do Brasil e com todas as classes sociais. Em 2013, a seguradora realizou o maior IPO do mundo por ter ainda muito a explorar na operação bancassurance. “A venda de seguro no canal bancário é um dos pontos de maior valorização das ações da companhia”, afirma ela.
As estrangeiras Liberty, Tokio Marine, Allianz, RSA, Generali, Chubb, Berkley, ACE e AIG também apostam suas fichas na segmentação, tanto por nichos de clientes, como seguros de luxo, proteção para pequenas e médias empresas – com a oferta de produtos sob medida para médicos, hotéis, supermercados, petshop, consultórios, clínicas de estéticas entre outros -, bem como em produtos diferenciados, como seguro sequestro, seguro ambiental, seguro para animais, seguro viagem e seguros financeiros.
Para Alfredo Lalia Neto, CEO da HSBC Seguros, é preciso melhorar a comunicação com os diferentes tipos de clientes e criar produtos pensando no cliente. “Complicamos o clausulado porque o nosso jurídico pensa no Supremo Tribunal Federal e não nos clientes, que raramente entendem a complexidade dos contratos”.
Já Roberto Westenberger assume o comando da Superintendência de Seguros Privados (Susep) com a meta de dobrar a participação do setor no PIB. “Ainda não temos um plano piloto pronto, mas tenho esse sonho: equilibrar os interesses dos principais players do mercado, pois sem seguradora não há competição e sem consumidor não há mercado. E o corretor é o elo entre essas duas pontas”.
O segmento de corretores de seguros, com mais de 70 mil profissionais cadastrados pela Federação Nacional de Corretores de Seguros (Fenacor), está em ebulição. Há movimentação desde fusões e aquisições, startup de corretoras on-line e até movimentos de preparação de abertura de capital na bolsa quando o mercado estiver mais favorável. “Vende-se no Brasil um seguro a cada sete minutos. O que sinaliza que todas as formas de vendas são necessárias para chegar ao consumidor e elevar o mercado de seguros brasileiro para patamares de países com uma economia do tamanho da nossa. Há espaço para todos”, afirma Bento Zanzini, vice-presidente da BB e Mapfre.
De acordo com Alexandre Camillo, desde maio presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP), o corretor de seguros enfrenta uma série de obstáculos que impedem seu desenvolvimento profissional. “Entre esses desafios destaco a concorrência com diversos canais de distribuição que surgiram ao longo dos anos – em especial os bancos e lojas que vendem apólices de seguros sem a presença de um corretor”.
Outro desafio é a dificuldade operacional enfrentada pelo corretor em seu dia a dia, desde a composição do seu quadro de colaboradores até equipar adequadamente sua empresa com recursos para que possa desenvolver sua atividade de forma lucrativa. Muitos corretores de seguros ao invés de investir na própria corretora, canalizam seus recursos para outras atividades, diante da incerteza quanto à perpetuação de seu negócio com a falta de interesse dos filhos por suceder o pai na empresa construída há décadas. “Temos muitas corretoras construídas por famílias que se encontram com uma imensa carteira de clientes e sem familiares com interesse para tocar o negócio”, diz Carlos Aparecido Cunha, sócio da Insurance Broker, de Campinas (SP).
Uma saída das corretoras médias e pequenas é juntar esforços. Segundo Diogo Arndt Silva, vice-presidente da Lojacorr – que administra o compartilhamento de acesso às companhias seguradoras, sistemas de gestão, multicálculo e centralização de backoffice operacional para cerca de 400 corretores acionistas -, a categoria está atravessando um momento repleto de oportunidades e o fortalecimento do empreendedorismo do grupo será uma forma de alavancar o desenvolvimento do mercado. “Este momento de mudança está alinhado com o novo modelo de negócios da Lojacorr, que também se aprimora para oferecer aos seus acionistas o ambiente necessário para o seu crescimento”, afirma.
A venda on-line viveu seu auge nos últimos dois anos e agora passa a consolidar sua estratégia de longo prazo. A Minuto Seguros abraçou o desafio de vender apólices na Internet mas, mesmo atingindo o sucesso em poucos anos de vida, ainda busca a forma 100% on-line – onde o processo se inicia e termina na página, com o seguro sendo adquirido em rápidos passos on-line. “Mas isso ainda não acontece”, diz Marcelo Blay, sócio e fundador. Segundo ele, o seguro é um serviço que a pessoa compra para eventualmente usar depois, se resguardando de alguns riscos cobertos por contrato que naturalmente geram dúvidas.
A Zurich Seguros, multinacional de origem suíça e presente há mais de 30 anos no Brasil, está com inscrições abertas para o Programa de Estágio – Nova Geração Zurich com vagas para a cidade de São Paulo (SP).
Podem participar do programa, jovens universitários com previsão de formatura para julho de 2015 ou julho de 2016 das áreas de Ciências Atuariais e Estatística. As inscrições devem ser feitas através do site www.hiring.com.br.
O processo seletivo é composto por 5 etapas: inscrição e triagem de currículos, teste online, dinâmica de grupo, painel, e entrevista com o gestor.O Programa de Estágio – Nova Geração Zurich tem duração de dois anos, focado na área atuarial, com objetivo de construir um celeiro de talentos.
Segundo Andrea Destri, diretora de Recursos Humanos da Zurich Seguros, o Programa de Estágio – Nova Geração Zurich traz ao universitário a oportunidade de planejar e construir seu futuro profissional. “Na Zurich Seguros, estimulamos o estudante a desenvolver sua carreira profissional por meio de treinamentos teóricos e ‘on the job’. Além de dar todo suporte, por meio de mentor e coach do estagiário com a possibilidade de atuar em diversas áreas estratégicas da seguradora (job rotation)”, explica Andrea Destri.
A companhia, que está presente no Brasil desde 1982, conta com 1.300 colaboradores e, atualmente, é um dos maiores grupos seguradores do país.
A área de investment banking (conhecida como I.B.) do BI&P – Banco Indusval & Partners está à frente de um importante projeto que movimentará, e muito, o setor de seguros. Trata-se da criação de uma seguradora, ao lado de um corpo societário de 36 grupos empresariais de planos funerários que se uniram e estão articulando uma parceria com uma grande empresa do ramo de seguros de vida e previdência. A ideia é que essa nova seguradora explore a carteira de clientes desses grupos funerários, um universo compreendendo cerca de seis milhões de vidas. Vai ofertar produtos e serviços complementares aos planos de auxílio funerário hoje oferecidos pelos sócios, como seguro de vida e seguro residencial, entre outros.
A estimativa do diretor de I.B. do BI&P, Rogério Pacheco, é de que a seguradora parceira nessa empreitada seja anunciada em meados de julho deste ano. Segundo o executivo, a expectativa é que a nova seguradora seja rentável já em seu segundo ano de operações, com retorno anual esperado de cerca de 25% sobre o capital investido.
Os preços médios dos planos de resseguros no Brasil devem continuar abaixo das cotações internacionais ainda por mais dois ou três anos, em virtude da acirrada disputa travada entre os mais de 100 players atuantes no País e do excesso de oferta de capacidade do mercado global.
A previsão foi feita pelo presidente do IRB Brasil RE, Leonardo Paixão, em palestra no seminário “O futuro do mercado de previdência, de seguros e de resseguros”, realizado pelo jornal Valor Econômico, na sede do BNDES, nesta quarta-feira, 28, e patrocinado pela CNseg, IRB Brasil RE, Abrapp, Instituto San Tiago Dantas de Direito e Economia.
No mundo, as cotações estão baixas porque, além das resseguradoras, existe um crescente número de investidores interessados em aplicar em títulos de catástrofe (os cat bonds), dada sua taxa de retorno mais elevada que os fundos de renda fixa ou renda variável, embora haja também riscos maiores de os recursos virarem pó, tendo em vista possibilidade de catástrofes. Acredita-se que os cat bonds respondam por 15% das coberturas dos riscos globais.
Para Leonardo Paixão, enquanto as taxas de juros mundiais continuarem baixa, os investidores globais vão permanecer atuantes no mercado de coberturas para catástrofes, de olho na alta rentabilidade, quando não há sinistros vultosos. Semelhantes às operações no mercado de opções, estes recursos captados entre investidores globais afetam os preços finais do resseguro, barateando-o em todo mundo.
Na sua opinião, esta temporada de mercado soft de resseguro beneficia as seguradoras, que podem assumir mais riscos e reparti-los com as resseguradoras, e torna-se uma alternativa viável para os riscos de longevidade, problema que começará a preocupar os fundos de pensão e operadoras de saúde, em virtude da perspectiva de gastos maiores.
Sem dar detalhes, Leonardo Paíxão informou que já encaminhou à Susep a nota técnica de um plano de resseguro que poderá atender aos fundos de pensão, tendo como objetivo os riscos da longevidade. Tanto que, aproveitou o encontro no BNDES, para exortar os gestores de fundos de pensão a conhecerem as soluções que o IRB Brasil Re planeja oferecer no mercado brasileiro logo.
Leonardo Paixão lembrou que a abertura de resseguro, se produziu queda nas taxas dos prêmios, ainda está devendo em termos de inovação dos produtos. O mercado ainda está tímido nesse capítulo, reconheceu.
Qual é a opinião do brasileiro em relação à segurança no trânsito? O que as pessoas acreditam que é preciso fazer para garantir um trânsito mais seguro? Que fatores influenciam na segurança do trânsito?
Para responder estas e outras perguntas, a FUNDACIÓN MAPFRE realizou pesquisa nacional de opinião pública ouvindo brasileiros de todas as regiões do País. O trabalho foi desenvolvido pelo instituto Opinião Informação Estratégica, de Brasília.
O levantamento foi realizado entre os dias 10 de fevereiro e 7 de março de 2014. Para garantir uma abordagem mais profunda sobre o tema, os entrevistados foram divididos em dois grupos: a população em geral e executivos de órgãos e entidades que integram e participam do Sistema Nacional de Trânsito.
No primeiro grupo, 1.419 pessoas, maiores de 18 anos, foram ouvidas em todos os estados brasileiros. No segundo grupo, foram realizadas entrevistas em profundidade com representantes das três esferas de governo (federal, estadual e municipal) e do setor privado (frotistas, motofretistas e formadores de condutores).
Os resultados
1) 20% dos entrevistados estiveram envolvidos em acidentes de trânsito,
2) Quase a metade (47%) já teve um familiar morto ou ferido no trânsito,
3) Em uma escala de 0 a 10, a nota média da segurança no trânsito foi 4,6,
4) Os brasileiros entrevistados relacionam o trânsito a “caos”, “congestionamento”, “engarrafamento”, “perigo”, “violência”, “acidente”,
5) As vias urbanas são de má qualidade, com nota média de 4,4
6) A percepção das calçadas também é muito ruim, com nota de 3,4
7) Nove em cada dez entrevistados afirmaram que os motoristas não respeitam os pedestres e ciclistas e que 80% não respeita as leis de trânsito
8) A formação dos condutores no Brasil não tem qualidade e a educação de trânsito praticamente não existe.
*** Nunca havia sido realizada no Brasil uma amostragem, com base científica e estruturada, que pudesse concentrar essas informações.***
Esta é a primeira vez que se realiza no Brasil uma pesquisa para medir a percepção dos brasileiros sobre segurança no trânsito. Ela serviu para confirmar uma série de ideias e conceitos que os especialistas imaginavam que o brasileiro tivesse sobre o nosso trânsito. Um exemplo claro disto é a associação espontânea que a população faz da palavra trânsito com sentimentos negativos como “caos”, “perigo”, “violência” e “acidente”.
Por essa razão, numa escala de 0 a 10, a nota média dada à segurança no trânsito foi de 4,6 revelando que os entrevistados se sentem inseguros nas ruas e estradas brasileiras. A magnitude do fenômeno é reforçada pelo índice de pessoas que afirmaram já terem sofrido algum acidente de trânsito que resultou em feridos ou vítimas fatais: 20% ou seja, 2 em cada 10 entrevistados. Além disso, quase metade das pessoas ouvidas (47%) já teve um familiar morto ou ferido no trânsito.
Quando solicitados a dar uma nota de 0 a 10 para os aspectos que mais influenciam na segurança do trânsito, os entrevistados apontaram a utilização do cinto de segurança e a manutenção dos veículos como os fatores principais.
Utilizando essa mesma escala, todos os itens de infraestrutura avaliados foram reprovados: sinalização (nota 4,9), estradas (4,6), vias urbanas (nota 4,4), ciclovias (4,0) e calçadas (3,4). Ainda segundo a pesquisa, 9 em cada 10 entrevistados afirmaram que os motoristas não respeitam os pedestres e ciclistas e que 80% não respeitam as leis de trânsito.
Quando perguntados sobre o que precisa ser feito para melhorar a segurança no trânsito de sua cidade, os entrevistados indicaram a educação dos motoristas (com 38% das citações) e a fiscalização (34%) como os aspectos mais relevantes.
Nas entrevistas em profundidade, os gestores e representantes do sistema viário afirmam que existem iniciativas isoladas, mas não uma política de segurança de trânsito consistente no Brasil. Apesar das cobranças da sociedade, o estado brasileiro não oferece respostas adequadas para melhorar a situação: a educação de trânsito praticamente não existe, a fiscalização é precária e a infraestrutura deixa a desejar.
Segundo as opiniões levantadas com esse público, a principal razão para a ocorrência de acidentes é a imprudência de motoristas, motociclistas, pedestres e ciclistas, que assumem riscos elevados no trânsito. A formação dos condutores, segundo os entrevistados, também não é de qualidade.
“Os resultados jogam luzes sobre aspectos até hoje nunca mensurados. A percepção dos brasileiros sobre a segurança do trânsito é uma questão maior e indica que a sociedade está madura para receber e apoiar grandes projetos nessa área”, analisa David Duarte Lima, diretor do Instituto Opinião Informação Estratégica e responsável pela coordenação da pesquisa.
Para o presidente do Grupo MAPFRE no Brasil, Wilson Toneto, “um dos focos de nossa instituição é disseminar atitudes preventivas e conscientizar a sociedade sobre a importância da segurança viária. Para isso, realizamos uma série de programas com foco educacional e destinados a todos os públicos – crianças, jovens, adultos e idosos – e incentivamos a disseminação de informações para toda a sociedade, com a realização de pesquisas e seminários”, finaliza.
Você já pensou na importância de proteger um patrimônio tão valioso quanto a sua residência? Pois saiba que um seguro residencial custa, em média, 0,2% do valor do imóvel. Pouco, não acha? Pois é. Apesar desse custo tão baixo, atualmente, apenas 10% das residências brasileiras possuem um seguro.
De acordo com Marcelo Goldman, diretor da Tokio Marine Seguradora, além de muito barato, o seguro residencial é a melhor maneira das pessoas evitarem os prejuízos causados por roubos e outros eventos. “Em geral, as pessoas levam 10, 20, até 30 anos para adquirirem sua residência própria. E podem perder o imóvel em poucos minutos, devido a algum desastre. Nada mais correto, então, do que procurar proteger esse patrimônio tão valioso com um seguro que possa evitar ou minimizar prejuízos em caso de algum acontecimento indesejado, como roubo e incêndio”, afirma Goldman.
O diretor lembra que, no caso do seguro residencial, a relação custo-benefício é realmente muito vantajosa para o consumidor – e um fator que, quando conhecido, pode estimular a contratação. Ele destaca que a maioria da população desconhece essa informação, mas, em média, o custo de um seguro residencial gira em torno de 0,2% do valor do imóvel. Isso quer dizer que, para um imóvel de 200 mil reais, por exemplo, o consumidor vai pagar apenas R$ 400 reais (R$ 33 por mês, cerca de um real por dia). Realmente, é um valor muito baixo para proteger um bem tão precioso.
Outro ponto importante é a assistência ou serviços diferenciados oferecidos aos clientes que contratam o seguro residencial da Tokio Marine. “Oferecemos três planos com serviços diferenciados: Assistência 24 horas, Assistência Especial e Assistência VIP”. De acordo com o pacote contratado, o consumidor poderá ter à sua disposição serviços como limpeza de caixa d’água, descarte de móveis e equipamentos de forma sustentável, consertos de aparelhos eletrodomésticos, computadores, entre outros. São serviços que, no mercado, custam caro para o cliente, mas que a seguradora oferece gratuitamente.
Para mais informações sobre o seguro residencial e outros tipos de seguro, acesse www.tokiomarine.com.br.
Em 2013, os mercados de seguros, resseguros, capitalização e previdência complementar aberta contabilizaram R$ 185 bilhões em receitas, o que representou um aumento de 13.7% em relação ao exercício anterior e correspondendo a cerca de 3.8% do PIB, sem considerar os recursos captados pelos planos de saúde, regulados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e a Previdência Complementar Fechada, regulada pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). No período, as reservas técnicas totais constituídas somaram, aproximadamente, R$ 477 bilhões, proporcionando expressiva contribuição para a construção da poupança nacional e para o desenvolvimento econômico.
Vale destacar entre os resultados de 2013 que o mercado de resseguros atingiu no ano passado o total de R$ 7 bilhões em prêmios, representando um crescimento de 23,2% em relação ao ano anterior. Esse aumento demonstra a continuidade do intenso processo de expansão do setor, influenciado tanto pelo desenvolvimento do mercado primário de seguros, como pela execução de grandes obras e projetos de infraestrutura em curso no País, que carecem de cobertura de resseguros para sua viabilização.
Desde o início da operação do Sistema de Registro Eletrônico de Produtos (REP), em janeiro de 2013, até a data de hoje, foram registrados 3.116 novos produtos (1.371 de seguros, 548 de Previdência complementar aberta e 1.197 de capitalização) e 4.008 produtos foram migrados do modelo físico para o eletrônico (2.309 de seguros, 1.481 de Previdência complementar aberta e 218 de capitalização), totalizando 7.124 produtos registrados eletronicamente.
Atuam nesses mercados 119 sociedades seguradoras, 19 sociedades de capitalização, 24 entidades abertas de previdência complementar e mais de 85 mil corretores de seguros. Há, ainda, 129 resseguradoras cadastradas e autorizadas a fazer negócios no País, dos quais 14 são locais, 32 são admitidas e 83 são eventuais, além de 38 corretoras de resseguro.
Este site utiliza cookies para aprimorar a sua experiência enquanto navega. Desses cookies, os que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador visto que são essenciais para o funcionamento básico do site. Nós também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa o site — esses só são armazenados no seu navegador mediante a sua autorização. Você também tem a opção de cancelar esses cookies, mas isso pode impactar a sua experiência de navegação.
Cookies necessários são absolutamente essenciais para este site funcionar de forma apropriada. Esta categoria só inclui cookies os quais garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.