Marina não tem responsabilidade sobre avião de Eduardo Campos, diz PSB

Fonte: iG

Marina Silva possa para fotos ao lado de eleitores na Bienal do livro, em São Paulo
Para o PSB, a candidata à Presidência Marina Silva não vai responder sobre o avião que era usado por Eduardo Campos e que caiu em Santos no dia 13 de agosto. O político e as seis pessoas que estavam no Cessna PR-AFA morreram no acidente. A aeronave não havia sido declarada à Justiça Eleitoral e, agora, o partido afirma que Marina Silva, que assumiu a candidatura, não tem que ser envolvida no caso.

Leia também: Documentos sobre avião podem ter sido destruídos no acidente, diz PSB

Segundo informações desta terça-feira (26) do jornal O Globo, Marina tem um novo comitê de campanha, com um novo CNPJ, como determina a lei eleitoral em caso de morte de um candidato. O avião usado por Campos era de responsabilidade do comitê de campanha do ex-governador de Pernambuco e que já foi extinto com a sua morte.

Diante disso, Marina não teria que respoder na Justiça pelo uso do avião. Quem deveria prestar contas e explicar o motivo para a aeronave não ter sido declarada na prestação de contas ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é o antigo comitê, segundo dirigentes do PSB. Um dirigente disse ao jornal que com a morte de Campos, uma prestação de contas se interrompe e começa uma outra com Marina.

Entenda: Marina promete respostas sobre compra do jato que matou Campos

A publicação diz ainda que a versão do PSB para o assunto reforça uma tese de que o avião teria entrado em um caixa dois na campanha de Campos, ou seja, o gasto não foi declarado regularmente.

Ainda segundo O Globo, o partido segue duas linhas para explicar a falta de declaração. Uma delas é que Eduardo Campos poderia ter feito um acordo verbal com empresários. Outra é que os documentos estariam dentro do avião e também foram destruídos no acidente. Márcio França, novo tesoureiro da campanha presidencial do PSB, também levantou a segunda hipótese na segunda-feira (25), antes de um debate para o governo de São Paulo. Nos dois casos, o PSB reconhece que não haveria recibo registrado no TSE, como exige a lei.

ACE Brasil destaca envolvimento de rede mundial de engenheiros na cobertura de riscos de infraestrutura

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A ACE Brasil vai destacar a importância da gestão de riscos relacionados com infraestrutura no evento denominado Brazilian Risk Management Summit, que transcorrerá no dia 28 de agosto em São Paulo, no The Hilton São Paulo Morumbi. Durante o encontro, a companhia vai contribuir com os conhecimentos de sua área de engenharia de riscos de propriedade.

“Em questões de infraestrutura, os sinistros simplesmente não podem ocorrer, tendo em vista que, quando acontecem, costumam ser muito severos”, diz Cícero Humberto Aidar, responsável na América Latina pelo setor de Engenharia Global de Riscos de Propriedade da ACE. Ele afirma que esta realidade é a mesma em todo o mundo. “Por esta razão, a companhia desenvolve seus conhecimentos em engenharia de riscos de infraestrutura com base nas unidades que possui em diferentes mercados de 54 países”, conta.

Cícero Aidar afirma que a ACE tem concedido coberturas para riscos complexos com agilidade, aproveitando a sinergia entre suas equipes de engenharia de riscos e de subscrição. “Entre outras tarefas, nós trabalhamos a conscientização do cliente a respeito dos benefícios das técnicas de prevenção de sinistros e mitigação de prejuízos. Neste processo, ele passa a enxergar com mais clareza que pode passar a oferecer um risco mais atraente para a seguradora e diminuir as chances de interromper sua operação em função de acidentes”.

Cícero afirma que a ACE conta com a atuação direta da equipe de engenharia de riscos em toda a sua operação mundial. “Temos ainda um representante na alta diretoria da operação global. Desta forma, a empresa utiliza conhecimentos em engenharia de riscos desde as decisões estratégicas que toma para todo o mundo. Isto faz grande diferença no momento da subscrição, considerando riscos de diferentes complexidades”, finaliza.

Prudential do Brasil está entre as melhores empresas para se trabalhar

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Pelo quinto ano consecutivo, a Prudential do Brasil Seguros de Vida S.A. está entre as 130 melhores empresas para se trabalhar no Brasil e entre as 35 melhores empresas para se trabalhar no estado do Rio de Janeiro, de acordo com a pesquisa realizada pelo instituto Great Place to Work.

O ranking é organizado anualmente pela empresa global especializada em avaliação de ambiente de trabalho e, no Rio de Janeiro, conta com o apoio da seccional carioca da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH).

O estudo exclusivo apontou as companhias que se destacam pelas práticas de gestão de pessoas, pelo elevado nível de satisfação dos funcionários em relação ao ambiente de trabalho e pelo índice de confiança nas relações entre líderes e colaboradores.

No ranking regional, a Prudential se classificou em 13º lugar (15 posições acima da classificação em 2013). A companhia destaca-se por uma série de iniciativas de Recursos Humanos que valorizam o clima organizacional, a gestão de talentos e a qualidade de vida dos funcionários.

O programa Viver Bem, por exemplo, busca a integração entre a vida pessoal e a profissional de seus funcionários, como o incentivo à prática de esportes, campanhas de vacinação e encontros de aproximação dos familiares de funcionários na seguradora.

Outras ações de destaque da Prudential do Brasil são a sala de amamentação, o transporte de ônibus exclusivo para os funcionários e o horário flexível da jornada de trabalho. Além disso, a empresa possui canais permanentes de sugestões e pesquisas periódicas que avaliam a opinião dos funcionários sobre a companhia, em iniciativas como o Café com o Presidente e o Troca de Ideias, este último conta com a presença do vice-presidente de Recursos Humanos.

“Acreditamos que um ambiente de trabalho bom e ético seja fruto da união entre políticas adequadas de benefícios e uma equipe de profissionais dinâmicos, dispostos a crescer cada vez mais junto com a companhia e colaborando ativamente neste processo. Pelos resultados, creio que estamos no caminho certo”, diz Paulo Leão, vice-presidente de Recursos Humanos da Prudential do Brasil.

Allianz Global Corporate & Specialty começa a atuar no mercado de resseguros do Peru

angelo colomboRelease

A Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS Re Brasil) expande suas operações na América do Sul e passa a oferecer soluções de resseguros no Peru. No país, a AGCS vai atender clientes e seguradoras locais, fornecendo sua expertise em subscrição como resseguradora para riscos independentes ou como parte de programas globais.

A iniciativa faz parte da estratégia de crescimento da AGCS Re Brasil nos principais mercados da América do Sul, usando sua licença de resseguradora brasileira e apoiada no rating ‘A’ (Excelente) concedido pela agência A.M. Best e ‘brAAA’ dado pela Standard & Poor’s por sua excelência como resseguradora local. A abordagem é similar à usada na entrada da empresa nos mercados de resseguros do Chile e da Colômbia.

Liderada na América do Sul pelo CEO regional, Angelo Colombo, a AGCS Re Brasil tem como meta crescer em 15% os prêmios na região até o final de 2014. A expectativa é baseada no sucesso atingido pela empresa no primeiro ano de atuação no Brasil, onde ganhou licença para atuar como resseguradora local em 2013.

Usando os escritórios brasileiros como base para sua expansão no mercado sul-americano, a AGCS Re Brasil oferecerá sua capacidade de liderança de mercado para atender os riscos mais complexos no mercado peruano, incluindo Aviação, Transportes, Petróleo e Gás, Linhas Financeiras, Engenharia, Responsabilidade Civil e Riscos Patrimoniais, com suporte técnico de engenharia de risco oferecido pelo time de consultoria de risco da Allianz.

“Nós identificamos uma grande demanda por nossa expertise especializada no mercado Peruano. Por isso, essa iniciativa é, globalmente, um passo natural para a AGCS, à medida que continuamos a construir nossa rede de serviços em mercados em desenvolvimento acelerado”, explica Art Moossmann, chefe de Regiões & Mercado e membro do comitê executivo da AGCS SE.

Pedidos de indenizações podem somar US$ 2,1 bi com terremoto na Califórnia

Fonte: Agência O Globo

O terremoto de magnitude 6 que atingiu o norte do estado americano da Califórnia, no último domingo, feriu mais de 200 pessoas e deixou prejuízos que podem chegar a US$ 4 bilhões, segundo estimativas preliminares que consideram os danos às vinícolas e seu impacto em negócios no setor turístico.

Os seguros deverão cobrir cerca de US$ 2,1 bilhões, de acordo com uma estimativa da Kinetic Analysis Corp., que projetou o prejuízo no dobro desses valor. Mas muitos comerciantes não têm seguro, tendo que arcar com os gastos. “A maior parte dos pedidos de seguro deverão partir de vinhedos e vinícolas e outros estabelecimentos comerciais”, disse o preisdente do instituto, Robert Hartwig, nesta segunda-feira. “Vai levar algum tempo para os comerciantes se recuperarem”, disse.

O terremoto, o mais forte a atingir o norte da Califórnia em 25 anos, atingiu o Vale do Napa, danificando prédios históricos e deixando milhares de pessoas sem energia elétrica e água. Cerca de 200 pessoas ficaram feridas.

Nesta segunda-feira, muitas escolas não tiveram aula. Pelo menos 33 casas foram consideradas inseguras na cidade de Napa, e muitos prédios ainda precisavam ser inspecionados.

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Indenizações do Seguro DPVAT saltam 14% nos primeiros seis meses do ano

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O Seguro DPVAT pagou 340.539 indenizações no primeiro semestre de 2014. Essa quantidade representa um crescimento de 14% de pagamentos, perante o total realizado nos primeiros seis meses do ano passado. O número de mortes continuou em queda, desta vez, de 13% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em contraste com esta redução, as indenizações por invalidez permanente saltaram 21% e chegaram a 259.845 pagamentos em todo o Brasil. O levantamento foi realizado pela Seguradora Líder-DPVAT, administradora do seguro no País.

Mesmo com a redução de óbitos, o trânsito brasileiro ainda requer muita atenção dos órgãos públicos e privados. Para efeito de comparação, de acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgados no fim de julho, o confronto entre palestinos e israelenses deixou mais de 1.300 mortos. Em um mês, o trânsito brasileiro mata, em média, 4.100 pessoas. O panorama não é diferente quando analisado o quadro de feridos. Ainda segundo os dados da ONU, Gaza tem média mensal de 6 mil feridos, enquanto o trânsito supera 43,2 mil por mês.

Para o diretor-presidente da Seguradora Líder-DPVAT, Ricardo Xavier, os números refletem dois cenários. “O avanço do pagamento de indenizações está relacionado a dois fatores. O brasileiro está conhecendo melhor seus direitos e recorrendo ao Seguro DPVAT. Entretanto, um ponto que deve servir de observação e política pública é o real aumento de acidentes de trânsito no País, principalmente os envolvendo as motocicletas”, explica Xavier.

A mortalidade no trânsito está caindo, mas a invalidez permanente continua aumentando. Além do número absoluto de indenizações, o percentual desta cobertura em relação às demais era de 66% no primeiro semestre de 2012. Dados do mesmo período deste ano apontam para 76%.

Veículos

As motocicletas continuam na liderança das estatísticas do Seguro DPVAT. Os acidentes envolvendo o veículo de duas rodas representaram 75% de todas as indenizações pagas pela Seguradora Líder-DPVAT no semestre (256.387). A alta incidência de acidentes nesta categoria contrasta com sua proporção na frota nacional, equivalendo a 27% do total de veículos.

Os automóveis, que somam aproximadamente 60% da frota, foram responsáveis por 23% dos benefícios pagos (67.906).

Mapa das indenizações

O Nordeste registrou o maior número de acidentes indenizados pelo Seguro DPVAT, em suas três garantias (Morte, Invalidez Permanente e Reembolso de Despesas Médicas e Hospitalares) : 34% (113.99) durante o primeiro semestre de 2014, apesar desta região ter apenas a 3ª maior frota do País. Já o Sudeste, que possui a maior frota, ficou em segundo lugar, representando 26% (89.466) das indenizações pagas no período. As regiões Sul, Norte e Centro-Oeste registraram, respectivamente, 19%, 11% e 10% do total pago.

O Sudeste, entretanto, lidera o quadro de benefícios pagos por morte, somando 37% do total pago no primeiro semestre. Nordeste ficou em segundo lugar, com 29%. Quando analisadas as indenizações por morte regionalmente segmentada por tipo de veículo, a tendência é de maior letalidade em acidentes envolvendo automóveis.

O panorama muda, entretanto, nas regiões Nordeste e Norte, onde as motocicletas são responsáveis por 59% e 57% das mortes, respectivamente. São as únicas regiões do país em que a frota do veículo de duas rodas supera o número de carros.

Perfil das vítimas

Com base nas estatísticas de pagamento do Seguro DPVAT, a Seguradora Líder-DPVAT traçou o perfil das vítimas de acidentes de trânsito. Em sua maioria são homens (75%). Um dado que requer atenção é a idade dos acidentados: 52% são jovens entre 18 e 34 anos que morreram ou ficaram inválidos, o que consolida uma tendência registrada em levantamentos anteriores.

Seguro DPVAT – o seguro de todos os brasileiros

O Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, mais conhecido como Seguro DPVAT, existe desde 1974. É um seguro de caráter social que indeniza todas as vítimas de acidentes de trânsito no Brasil, sem apuração de culpa, seja motorista, passageiro ou pedestre. O Seguro DPVAT oferece cobertura para três naturezas de danos: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e hospitalares (DAMS).

A atual responsável pela administração do Seguro DPVAT é a Seguradora Líder-DPVAT, que tem o objetivo de assegurar à população, em todo o território nacional, o acesso aos benefícios do Seguro DPVAT. Com esta diretriz, a Seguradora consolidou em junho de 2013 a parceria com todas as agências próprias dos Correios do País, ampliando, ainda mais, o número de pontos de atendimento.

Ricardo Xavier, diretor-presidente da Seguradora, explica que o procedimento para o recebimento do seguro pelas vítimas de trânsito é simples e gratuito, e alerta para o fato de que não é necessário intermediário para dar entrada no pedido de indenização.

“Ninguém melhor que o próprio cidadão para preservar seus direitos. Para ter acesso ao benefício, basta apresentar os documentos no ponto de atendimento escolhido no prazo de três anos a contar da data da ocorrência do acidente. Em caso de dúvidas, dispomos de um site com a relação completa de locais de atendimento e os documentos necessários para solicitar cada tipo de indenização,” afirma.

O pagamento da indenização é feito em conta corrente ou poupança da vítima ou de seus beneficiários, em até 30 dias após a apresentação da documentação necessária. O valor da indenização é de R$ 13.500 no caso de morte, até R$ 13.500 nos casos de invalidez permanente, variando conforme o grau da invalidez, e de até R$ 2.700 em reembolso de despesas médicas e hospitalares comprovadas.

Os recursos do Seguro DPVAT são financiados pelos proprietários de veículos, por meio de pagamento anual. Do total arrecadado, 45% são repassados ao Ministério da Saúde (SUS), para custeio do atendimento médico-hospitalar às vítimas de acidentes de trânsito em todo País. 5% são repassados ao DENATRAN, para aplicação exclusiva em programas destinados à educação e prevenção de acidentes de trânsito. Os demais 50% são voltados para o pagamento das indenizações.

HDI Seguros expande negócios no Rio de Janeiro

A seguradora HDI acaba de inaugurar um filial na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. No mês passado, começaram a operar outras duas filiais, uma em Campos dos Goytacazes e outra em Niterói. As três unidades marcam a expansão da companhia no estado fluminense, onde tem atuação com escritório próprio desde 2000.

Precisávamos investir no estado que possui a segunda maior frota segurável do país e acreditamos que este seja o melhor momento , afirma o presidente da HDI, João Francisco Borges da Costa. Além da abertura da unidade carioca na Barra, o escritório da empresa localizado no Centro da cidade foi transferido para novo endereço, ainda na região central. As unidades Campos dos Goytacazes, Niterói e Barra contarão com centros de atendimento rápido de sinistros, os chamados HDI Bate-pronto.

Com essas unidades, a HDI totaliza 70 filiais e escritórios no país, sendo quatro fluminenses, além de 45 centrais Bate-pronto e três Bate-pronto Móveis para atendimento de sinistros dos segurados. As centrais Bate-pronto foram criadas para atender o segurado com excelência, num local acolhedor, com profissionais capacitados e agilidade. O atendimento de sinistros nesses locais é realizado no máximo em até 30 minutos , afirma Flávio Rodrigues, vice-presidente Comercial da HDI. Atualmente, 56% dos sinistros da empresa (120 mil por ano) são atendidos nessas centrais. A ideia é elevar esse percentual de atendimento para otimizar custos operacionais, o que resulta em preços ainda mais competitivos aos nossos clientes , complementa Rodrigues.

Para os corretores, a empresa tem aprimorado continuamente a plataforma de cotação on-line, o HDI Digital, que disponibiliza ofertas instantâneas aos clientes na hora da cotação. Além disso, os corretores podem acompanhar todos os processos de sinistro online e ter acesso a relatórios de produção e de comissão. Também foi criado recentemente o HDI Online, ferramenta de cotação para ser alocada em sites ou perfis de mídias sociais de corretores independentes, facilitando as vendas pela internet.

Outra iniciativa da seguradora é a criação de produtos complementares que favorecem a venda de apólices automotivas. Um desses produtos é o HDI Duo, seguro de auto e residência criado em 2013. O HDI Duo possui coberturas automotivas personalizáveis e assistência domiciliar premium, que disponibiliza, além dos serviços básicos, a remoção de entulho por caçambas. Só nessa modalidade foram seguradas 100 mil residências e automóveis em 2013.

Atualmente, a HDI possui 1,5 milhão de veículos segurados, o que a coloca na quinta posição no ranking das seguradoras de autos no Brasil. A HDI é uma empresa do grupo alemão Talanx AG, que tem classificação A+/Estável pela Standard&Poors.

A HDI Seguros – Com 1,5 milhão de veículos em carteira e 70 filiais no Brasil, a HDI Seguros é hoje a 5ª maior seguradora automotiva do País, de acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia que regula o mercado segurador brasileiro. Dois dos grandes diferenciais da HDI são a agilidade e a eficiência no atendimento e na busca contínua de soluções para seus segurados. Nesse sentido, destacam-se as Centrais HDI Bate-pronto, que já somam 45 unidades e cujo conceito inovador consolidou ainda mais a sua bem-sucedida posição no mercado. As centrais Bate-Pronto são unidades de atendimento a sinistros que liberam os casos de forma rápida e com o mínimo de burocracia. Em média, os segurados da HDI atendidos nessas unidades têm seus casos encaminhados e liberados pela seguradora em até 30 minutos. Uma pesquisa recente comprovou a satisfação dos clientes da HDI Seguros em relação a essas centrais e ao Serviço de Atendimento aos Clientes (SAC). A nota média das centrais foi 9,6 e a nota do callcenter, 9,2.

Especialistas debatem seguros envolvidos no trágico acidente que tirou a vida de Eduardo Campos

eduardo-campos-20140813-92-size-598O seguro do acidente trágico que matou Eduardo Campos, que concorria a presidência da República, é o tema das conversas de bastidores nesta semana na indústria de seguros.

Claudio Humberto afirma em sua coluna no portal Diário do Poder, que “ainda não se sabe ao certo quem era dono do jato Cessna, prefixo PR-AFA, cuja queda tirou a vida de Eduardo Campos e mais seis pessoas, muito menos quem pagará indenizações milionárias, inclusive a quem teve imóveis destruídos ou danificados. Oficialmente, o jato é operado pela empresa AF Andrade, de José Carlos Andrade, que, sob recuperação judicial, o teria vendido “informalmente” à empresa Bandeirantes Companhia de Pneus S.A., que admitiu ter sondado a aquisição da aeronave. Ao Jornal Nacional empresa também informou que operação não foi concluída. O Cessna pertence oficialmente à Cessna Finance Corporation, que fez um leasing (arrendamento) à AF Andrade Empreendimentos e Participações. Um regulador de seguros agora avalia o acidente, porque a lei pode livrar a seguradora das indenizações, em caso de falha técnica ou humana. O Cessna estava à venda até o dia 9, quatro dias antes da tragédia. O dono oficial do jatinho, “quebrado”, não teria como pagar indenizações. Se não tiver cumprido exigências legais para alugar ou obter o jato, o PSB é passível de ação judicial. Mas o partido não quis se pronunciar. Pelo Código Brasileiro de Aeronáutica, indenizações de acidente aéreo fatal são dever do dono, do transportador ou do explorador do avião.

Ok. Essa é a notícia do colunista. Vamos aos fatos relatados por quem entende do assunto: técnicos entrevistados pelo Blog Sonho Seguro.

Se o Citation pertence oficialmente à Cessna Finance Corporation, não interessa quem de fato era o “dono” no Brasil. O Citation é arrendado a alguém aqui no Brasil, seja a AF Andrade, seja um usineiro de Pernambuco. Isso porque a dona do avião é a Cessna Finance Corporation (CSF), que ao arrendar a aeronave exige comprovação do seguro. A CSF certemente tem suas regras de gerenciamento e de gestão de risco, o que, por pior que possa ser estruturada, não deixaria de obrigar, em contrato de arrendamento de avião, a contratação de um seguro com condições mínimas de cobertura para indenizar terceiros, bem como um seguro para o casco do avião, que é o valor de Mercado. Obviamente, a cobertura de responsabilidade civil com Limite Único Combinado (ou Combined Single Limit) é a mais importante é a principal exigida. Afinal, todos sabem do potencial destruidor de um acidente e que se o arrendatário não tiver feito um seguro a Cessna Finance Corporation perde o avião e ainda tem que indenizar todo mundo afetado.

Alguns questionam sobre quanto seria o seguro vida do Eduardo Campos? E os dos demais ocupantes? A seguradora de cada um deles vai pagar só o limite de cada apólice, mas pode regressar contra o dono ou o operador da aeronave, dependendo de quem for a responsabilidade. Então… este é um momento delicado da investigação e que leva tempo. Mas uma coisa é certa: alguém tem que pagar. E será a seguradora contratada no Brasil, caso o seguro tenha sido regularmente contratado. A Cessna, que tem centenas de aviões arrendados no Brasil, sabe bem que o seguro tem que ser contratado no país. Mesmo que tenha contratado lá fora, alguém recebeu o prêmio e agora tem que indenizar os prejuízos do trágico acidente.

De acordo com os especialistas, é um grande engano dizer que “a lei pode livrar a seguradora das indenizações, em caso de falha técnica ou humana”. Falha técnica ou humana não exime o direito das vítimas de receber indenização. A discussão é quem vai pagar e isso é briga entre as respectivas seguradoras, seja da seguradora da turbina ou da residência, que geralmente tem cobertura para queda de aeronave. Paga-se o cliente e depois busca ressarcimento. Essa é a essência de um contrato de boa fé. Afinal, seguro que é seguro existe para essas horas sinistras.

Bradesco patrocina Tour do Rio 2014

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A Bradesco Seguros patrocina, pelo quinto ano consecutivo, o “Tour do Rio”, a maior competição de ciclismo da América Latina. A prova começará nesta terça-feira, 26 de agosto, na Barra da Tijuca, e terminará no domingo, dia 31, na Quinta da Boa Vista. Os ciclistas de elite passarão por mais de 20 cidades num percurso de aproximadamente 937.3 km, nos moldes do tradicional Tour de France. Os mais de 60 atletas disputarão seis etapas em rodovias que interligam os municípios de Angra dos Reis, Volta Redonda, Três Rios, Teresópolis e Rio das Ostras, pedalando entre cenários que variam entre praias, se rras, fazendas coloniais e muitas outras belezas naturais do Rio de Janeiro.

O Tour do Rio objetiva difundir a importância da bicicleta como modalidade esportiva, trabalhando conceitos relacionados ao meio ambiente, saúde, educação, cultura, desenvolvimento sustentável e turismo. Além disso, busca ainda revelar futuros nomes do ciclismo para os Jogos Olímpicos Rio 2016, que contam com o patrocínio do Bradesco Seguros.

Como patrocinadora do Tour do Rio 2014, a Bradesco Seguros estará presente em toda a competição. A marca ilustrará toda a comunicação visual do evento, como o pórtico de largada e chegada, troféus e medalhas, além das camisetas e dos kits dos participantes. Por meio do “Movimento Conviva”, a Bradesco Seguros apoia iniciativas como o Tour do Rio e CicloFaixa de Lazer São Paulo. O “Conviva” vem desempenhando importante papel na conscientização da sociedade para uso da bicicleta como opção de lazer e locomoção urbana, visando à convivência harmoniosa entre motoristas, ciclistas e pedestres.

PROGRAMAÇÃO DO 5º TOUR DO RIO 2014

1º Etapa – 26 de Agosto – RIO DE JANEIRO / ANGRA DOS REIS – 162,8km

Largada: 11h – Av. Lúcio Costa, S/N° – entre N°s 1.996 e 2.174, Praça do Ó (Praça São Perpétuo), Barra da Tijuca.

2ª Etapa – 27 de Agosto – ANGRA DOS REIS / VOLTA REDONDA – 110 km

Largada: 11h – Avenida Ayrton Senna da Silva, S/Nº. (em frente ao Prédio da TurisAngra), Praia do Anil.

3ª Etapa – 28 de Agosto – VOLTA REDONDA – TRÊS RIOS – 167,2km

Largada: 11h – Rua Francisco Lau, S/Nº. (Estacionamento da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer – SMEL Av. Alexandre Polastre Filho, 791). Bairro -: Ilha São João

4ª Etapa – 29 de Agosto – TRÊS RIOS – TERESÓPOLIS – 120,3km

Largada: 12h – Av. Prefeito Alberto da Silva Lavinas, S/Nº, Centro.

5ª Etapa – 30 de Agosto – TERESÓPOLIS / RIO DAS OSTRAS – 196,3 km

Largada: 7h – Av. Feliciano Sodré, nº. 675 (Estacionamento da Câmara & Prefeitura Municipal de Teresópolis), Várzea.

6ª Etapa – 31 de Agosto – RIO DAS OSTRAS / RIO DE JANEIRO – 180,7km

Largada: 7h – Rua Campo de Albacora, Nº 75 (Em frente à Prefeitura Municipal de Rio das Ostras), Loteamento Atlântica.

Sobre o Tour do Rio

O Tour do Rio é uma realização do Instituto Faça e homologação da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), Union Cycliste Internationale (UCI) e aprovado na Lei de Incentivo ao Esporte pelo Ministério do Esporte. São patrocinadores do evento o Grupo Bradesco Seguros, Light, IRB Brasil RE e Rede Globo. O apoio é da Shimano. Chegando a sua 5ª edição este ano, o Tour do Rio já contou com a participação de 512 atletas, ciclistas de 15 nacionalidades, teve 3.223,3 km percorridos e R$ 850.400 distribuídos em prêmios. Na última edição, em 2013, o grande vencedor do Tour do Rio foi o ciclista espanhol Oscar Sevilla, da equipe EPM-UNE, da Colômbia. Este ano ele volta à com petição para tentar conquistar o bicampeonato.

Prudential abre a quarta agência no país em menos de cinco meses em 2014

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Já conhecida como líder no estado do Rio de Janeiro como seguradora independente, não ligada a banco, no segmento de vida individual, a Prudential do Brasil expande suas atividades no estado e inaugura mais uma agência, no Centro da capital fluminense. É a quinta agência na cidade. No total a seguradora tem 25 unidades em seis estados do Brasil, além do edifício sede, também no Rio, e de dois escritórios comerciais.

De acordo com dados consolidados sobre todas as seguradoras de vida individual no estado, apurados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), a Prudential do Brasil ocupa a 2ª posição com 19,7% de market share (Susep – março de 2014). Além disso, nos últimos três anos, a seguradora vem crescendo em média 29% ao ano apenas no Rio de Janeiro.

“O Rio de Janeiro tem grande potencial econômico e a capital é a cidade com o segundo maior PIB do país. Essa iniciativa reforça o nosso posicionamento na região e o desejo de levar o seguro de vida para cada vez mais cariocas, aumentando nossa participação no mercado”, diz o diretor Comercial da Prudential do Brasil no estado, Daniel Macchion.

Há menos de cinco meses, a seguradora inaugurou mais duas agências no Paraná e uma no Rio Grande do Sul, com o objetivo de atender à crescente demanda da região Sul do país. Outra medida que a companhia tomou recentemente para atender às necessidades dos clientes de alta renda foi a elevação do valor do capital segurado por vida, que passou de R$ 15,8 milhões para R$ 30,8 milhões, um dos mais altos do mercado.