No próximo dia 27, a Aon recebe, no Grand Hyatt, na capital paulista, clientes, parceiros e profissionais de 200 das maiores empresas do Brasil no principal evento do setor: o Financial Lines Day. O encontro terá como destaque o Seguro Garantia Judicial, o qual terá suas alterações legislativas e procedimentos para a contratação colocados em pauta. Recentemente, a modalidade passou por mudanças com a divulgação pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) de uma nova portaria (164/2014), que dá diretrizes para o oferecimento do seguro como garantia em processos de execução fiscal.
Adriano Almeida, diretor de produtos financeiros da Aon, afirma que as alterações mais importantes do novo texto são a definição clara ao prazo mínimo de dois anos para a vigência das apólices, a revogação do acréscimo de 30% sobre valor da garantia e o fim da obrigatoriedade de comprovação de resseguro para valores acima de R$ 10 milhões de importância segurada. “A nova Portaria reforça o instrumento Seguro Garantia Judicial para execuções fiscais, dando ainda mais força na aceitação pelo Judiciário, além de aumentar ainda mais a competitividade em relação à carta de fiança bancária ou outras formas de garantia”, argumenta.
Segundo estimativas da empresa, o Seguro Garantia Judicial atingiu volume de prêmios superior a R$ 500 milhões em 2013. Para este ano, Almeida prevê que o mercado em geral de garantias obtenha crescimento de 5% a 10% e da Aon na ordem de 50%, em parte puxado pela grande procura da modalidade judicial.
O executivo informa também que serão abordadas no Financial Lines Day novas aplicações do seguro de crédito, modalidade que oferece proteção para recebíveis das empresas contra o risco de perdas causadas por inadimplência, insolvência ou eventos de ordem política. De acordo com ele, um estudo da divisão de gestão de risco da Aon aponta que grande parte do capital de giro das grandes companhias estão vinculados ao fluxo de contas a receber e 80% de suas vendas são concentradas em 20% dos seus clientes. “Essas estatísticas reforçam a importância do produto” afirma.
O diretor de produtos financeiros da Aon destaca que serão discutidos no encontro outros temas atuais do mercado nacional: o seguro de Responsabilidade Civil Profissional (E&O), o Cyber Insurance e o seguro para operações de M&A, grande novidade que acaba de chegar ao país.
O Financial Lines Day é promovido pela Aon com o patrocínio da AIG, Ace, Austral Seguradora, BTG Pactual, JMalucelli Grupo Segurador e Swiss Re Corporate Solutions. O evento também tem apoio do Banco Fator, Chubb Seguros, Fairfax Brasil, Pottencial Seguradora e Zurich Seguros.
Pelo segundo ano consecutivo, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros do mundo, foi eleita uma das “Melhores Empresas para Trabalhar” pela pesquisa conduzida pelo Great Place to Work® Brasil e publicada pela Revista Época. A Companhia foi reconhecida na categoria “Grande Porte” na edição 2014 da maior pesquisa global de avaliação do índice de confiança dos funcionários no ambiente de trabalho e análise das melhores práticas de gestão de pessoas. Este ano, a empresa saltou do 47º para o 22º lugar no ranking.
A cerimônia de premiação foi realizada ontem, 18 de agosto, em São Paulo. O evento reuniu executivos das principais empresas do País e premiou as melhores organizações corporativas nas categorias “Grande Porte” (70 empresas com mais de mil funcionários); “Médio Porte – Multinacionais” (30 empresas, de 100 a 999 funcionários) e “Médio Porte – Nacionais” (30 empresas, de 100 a 999 funcionários). A Tokio Marine foi eleita uma das Melhores Empresas para Trabalhar em 2003, 2004, 2005, 2006 e agora, 2013 e 2014.
“A Tokio Marine é uma companhia que tem como um dos pilares da estratégia de crescimento a qualidade e o compromisso do time de Colaboradores. Realmente acreditamos que nossa equipe faz a diferença e este reconhecimento é mais uma demonstração do quanto estamos no caminho certo ao valorizar e desenvolver o Capital Humano. Temos profissionais muito capacitados e vamos continuar investindo para tornar a Tokio Marine uma excelente empresa para trabalhar e, como consequência, atingir nossas metas”, comemora o presidente José Adalberto Ferrara.
A Seguradora participa da pesquisa e utiliza seus parâmetros como um instrumento de gestão. Recentemente, a Companhia lançou programas importantes, como day off na premiação por Tempo de Casa, horário flexível e novas práticas de qualidade de vida. De acordo com Ferrara, em apoio a todas as equipes da Tokio Marine, a área de Recursos Humanos tem como missão implementar as ações relacionadas a gestão de pessoas na matriz, em São Paulo, e nas 54 sucursais espalhadas pelo País, cultivar um ambiente que respeita a diversidade, incentivar os Colaboradores a agir de forma proativa em busca de melhorias contínuas de produtos e serviços e promover ações de desenvolvimento profissional.
“Ter um time de Colaboradores motivado e comprometido em atender com excelência Corretores, Assessorias e Clientes é a essência da Tokio Marine no Brasil. Estamos muito felizes em ter, mais uma vez, este retorno tão positivo de nossas equipes”, afirma o Presidente.
A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), entidade que reúne 38% dos beneficiários de todo o mercado de Saúde Suplementar no país, registrou R$ 9,4 bilhões em despesas assistenciais nos três primeiros meses de 2014. Em comparação com o mesmo período de 2013, quando estas despesas somaram R$ 8,1 bilhões, houve crescimento de 15,6%. Em contrapartida, as receitas das associadas à Federação cresceram a uma taxa menor: 12,8%, registrando R$ 11,6 bilhões no primeiro trimestre de 2014 contra R$ 10,3 bilhões no mesmo período do ano passado.
A série histórica aponta para a tendência do crescimento das despesas com assistência à saúde superior à expansão das receitas. Ao analisar os períodos de janeiro a março de 2010 a 2014, as despesas assistenciais entre as associadas à entidade aumentaram em 98,1%, enquanto a evolução das receitas foi de 92,1%.
O comportamento do mercado de Saúde Suplementar também acompanha tendência verificada pelas associadas à FenaSaúde, com crescimento das despesas com assistência médica em 67,9% nos últimos cinco anos, e receitas evoluindo 62,1%. “Na avaliação da Federação, o aumento das despesas assistenciais tem como razões a contínua incorporação de novas tecnologias médicas, o aumento do custo de materiais e medicamentos e a judicialização, que frequentemente garante a um bom número de beneficiários procedimentos que eles, por livre escolha, não contrataram ou que não estão acolhidos pelas normas da Agência Nacional de Saúde Suplementar, o que gera desequilíbrio nas contas do setor”, afirma Marcio Coriolano, presidente da FenaSaúde. Tais distorções afetam todos os beneficiários de planos e empregadores que os oferecem como benefício, únicos provedores dos recursos para a assistência.
No que se refere à solvência, as associadas à Federação apresentaram um incremento de 54,3% nas reservas financeiras nos últimos três anos, levando-se em consideração a comparação do primeiro trimestre de 2014, quando foram alcançados R$ 11,8 bilhões, com os R$ 7,6 bilhões registrados no mesmo período de 2012.
Este crescimento foi proporcional ao observado no mercado de Saúde Suplementar no período, que foi de 54,4%. Essas reservas técnicas são constituídas ao longo dos anos e devem ser mantidas pelas operadoras de planos e seguros de saúde, por determinação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), com a finalidade de garantir a capacidade de pagamento de todos os compromissos assumidos com os beneficiários.
A análise econômica do primeiro trimestre de 2014 – referente a todo o mercado de Saúde Suplementar e às associadas à FenaSaúde – constará no 7º Boletim de Indicadores Econômico-Financeiros e de Beneficiários, editado pela entidade, que será lançado em agosto.
Anthony Vassallo, diretor da área de Energia da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS Re Brasil), aposta no potencial do seguro naval no Brasil, independentemente da crise que o setor enfrenta atualmente. O que não pode acontecer é o mundo corporativo cortar investimentos em gestão de riscos e seguro para proteger o patrimônio de eventuais perdas, o que agravaria ainda mais uma crise em caso de acidentes. Veja abaixo a entrevista concedida por Vassallo ao Blog Sonho Seguro.
Como a crise com a Petrobras e império X afetou o segmento no que diz respeito a seguros?
Qualquer empresa que passe por alguma crise financeira é questionada no que diz respeito à sua carteira de seguros. Isso se aplica especialmente para a indústria de petróleo e gás, já que a manutenção geralmente é uma das primeiras coisas a sofrerem com a redução de custos da companhia. Quando lidamos com operações de produção e exploração offshore, os riscos inerentes a essas atividades são muito altos. Portanto, se um cliente passa por uma crise financeira publicamente, com certeza há uma preocupação sobre os ativos segurados. Por outro lado, a indústria offshore é muito dinâmica e, se algum ativo de uma empresa petrolífera não está mais sendo utilizado, consequentemente eles serão vendidos ou realocados para projetos de outras companhias.
O risco está mais elevado e o seguro mais caro?
Cada ambiente diferente representa desafios diversos na indústria de petróleo e gás. O Brasil é líder em tecnologia de produção e exploração em águas ultra profundas, mas isso não diminui o risco associado. Os prêmios de seguro e resseguro no Brasil são uma atribuição essencial do Mercado global de seguros de energia Brazilian e também para os prêmios e perdas que são pagos à indústria. O Brasil tem tido um período relativamente positivo em relação às perdas seguradas (desde a P36 em 2001) o que levou à “suavização” dos prêmios, termos e condições que são oferecidos aos clientes locais. Entretanto, como a maioria desses clientes são empresas multinacionais, outras perdas significativas que ocorram em outras partes do mundo podem impactar nas condições de mercado do Brasil. Por exemplo, atualmente o Golfo do México enfrenta a temporada de furacões. Caso haja uma grande perda nessa região, os resseguradores certamente irão aumentar os níveis de preços dos prêmios, globalmente.
Como anda a venda de seguros para a indústria naval? O que temos de novidades? Quais os desafios e perspectivas para esse nicho de negócio?
Globalmente falando, houve o surgimento do gás não convencional, ameaçando a economia de grandes projetos de GNL no mundo inteiro. Em 2018, quando os projetos de GNL (grande investimento na Austrália) entrarem em operação, haverá mais de 1/3 da capacidade mundial. Plataformas flutuantes de GNL (uns dos maiores navios do mundo). Independência energética dos EUA devido ao gás de xisto (shale gás). Mudança na legislação do México, com a abertura do mercado para novos investimentos. Recursos não convencionais na Argentina; questões políticas e econômicas na região. Questões políticas na Venezuela, o que dificulta o investimento em projetos. A segurança energética para a Europa ainda conta com a Rússia, que é politicamente muito forte. Outros países da América do Sul explorando buscando seu potencial na indústria de petróleo e gás (ainda que seus recursos sejam menores que os existentes em outros continentes). Riscos Cibernéticos e tecnológicos vem ganhando importância para as companhias de petróleo. A indústria de seguros está desenvolvendo produtos customizados para atender essa demanda.
E no Brasil?
Temos um mercado ativo, passando por profundas mudanças, que vou citar. Atualmente um dos maiores centros de construção de projetos offshore do mundo. Cerca de 30 novas unidades de perfuração serão construídas até – considerando os atrasos. Cerca de 20 novas unidades de produção (FPSOs e plataformas semi-submersíveis) operando no pre-sal até 2018. Desenvolvimento do campo de Libra nos próximos ano. Desafios nas produção e exploração em águas ultra profundas. Produção da Petrobras no pré-sal já atingiu a marca de 500 mil barris por dia de óleo equivalente (extração total de 2.3 milhões de barris por dia); aumentando para 4milhões de barris por dia ate 2020. Novas rodadas de licitação de campos petrolíferos não estão previstas até 2015. Potencial rodada de licitações não convencional da ANP. Responsabilidade Sócio ambiental continua sendo uma preocupação.
Quais os maiores desafios no Brasil?
A entrega de projetos dentro de um curto prazo, a exigência de conteúdo local, pouca experiência e expertise na construção de portos e terminais de navios e FPSOs, águas ultra profundas, o que demanda novas tecnologias, o Brasil tem vantagem pois é lider nesse aspecto – porém para a indústria de seguros e resseguros é um desafio avaliar como é essa operação, já que possuimos pouca experiência nesse campo. Para seguradores e resseguradores, o desafio é obter as informações corretas para que o risco seja avaliado da forma mais precisa possível. O Brasil possui os preços mais competitivos do mercado de seguros mundial. O resseguro é essencialmente oferecido pelos grandes players globais
Quais são os seguros mais contratados? Como está o cenário de resseguro para esse segmento?
A AGCS oferece diversos produtos de resseguros para a indústria de Petróleo e Gás, com liderança de mercado e expertise local. Acreditamos que nossos produtos vão além de preço e capacidade de absorção de riscos, mas no que diz respeito à qualidade da cobertura oferecida. Na área de Petróleo e Gás oferecemos dano aos ativos, controle de poços de exploração e produção, construção offshore, perda de contratação e algumas questões de responsabilidade civil de terceiros.
Triplicar o lucro de uma seguradora em poucos anos, dobrar o volume de vendas com qualidade (melhorando as margens de lucratividade) e criar um clima organizacional que estimule o colaborador a se dedicar ao ponto de perpetuar o ritmo expansão ao longo do tempo são tarefas árduas, mas muito factíveis. O primeiro passo para alcançar esse resultado está em focar realmente no cliente – afinal é ele quem vai permitir que o resultado seja alcançado. Aliado a isso está o desenvolvimento e o estímulo ao pensamento inovador e que prima pela excelência.
Um negócio orientado ao cliente tende a caminhar para o lucro, principalmente em um mundo cada vez mais conectado e no qual as pessoas trocam informações o tempo todo. Manter essa cumplicidade baseada em respeito é fundamental para o negócio. Portanto, é preciso inovar o tempo todo, manter os colaboradores engajados e estar atento aos “insights” fornecidos pelos clientes, às tendências de tecnologia, sociais e de mercado. Tudo com um único objetivo: criar soluções que encantem o cliente fazendo da sua organização a preferida do mercado.
Na Ping An Direct, braço de vendas diretas e online do grupo chinês Ping An, um dos maiores do mundo na oferta de produtos financeiros, os excelentes resultados obtidos ao longo do último ano mostram que essas premissas funcionam e muito bem. Produtos de seguros e financeiros exigem do consumidor uma disposição para entender um pouco mais sobre o que se está adquirindo. Comprar um seguro, conseguir um financiamento pessoal ou investir é diferente de se comprar uma geladeira ou um carro. Por isso, o nosso foco é estar sempre atento e entender o que cada pessoa de fato precisa.
Em busca de atender bem a esse cliente e fidelizá-lo, foram desenvolvidas estratégias específicas, implantadas plataformas tecnológicas extremamente avançadas – com terminais Big Data e softwares de gestão precisos – para não apenas otimizar e agilizar as consultas, mas também para facilitar a compra, que pode ser realizada via call Center, celular, internet e por outros dispositivos móveis. As nossas plataformas de e-commerce tem como prioridade deixar a experiência de compra o mais flexível possível para o consumidor.
Em terceiro lugar, passamos a explorar o marketing pela internet de um jeito inovador: damos tratamento preferencial a todos os clientes. Desenvolvemos aplicativos que oferecem produtos e fazem alertas sobre promoções com até 60 dias de antecedência, mas com inteligência, segmentando os consumidores e oferecendo a eles apenas produtos que de fato são de seu interesse.
A criação de uma cultura de inovação e o investimento em tecnologia, aliás, são o segredo do nosso desempenho recente – em menos de dois anos saltamos de um total de 9 milhões de clientes para 13 milhões de clientes ativos. Mas todo o investimento em ferramentas, plataformas e softwares só foi realizado e teve seu escopo desenhado após uma ampla pesquisa para entender quem é o nosso cliente, o que ele procura e porque ele nos escolheu. Com isso em mãos, a nossa tarefa tem sido fidelizar os que nos prestigiam, conquistar os que ainda estão em dúvida e mostrar aos demais que o cliente é o nosso foco e será sempre.
*Fernando Moreira é especialista em reestruturação de empresas e em varejo digital. Brasileiro, tem especializações em estratégia, gestão e inovação em modelos de negócios na Harvard Business School, London Business School e Insead. é CEO da Ping An Direct. Foi CEO do HSBC Seguros no Brasil e tambem da Cigna na China.
O Grupo Tempo Assist [BM&FBovespa: TEMP3], uma das principais Companhias do país na prestação de serviços de assistências especializadas, planos odontológicos e home care, encerrou o segundo trimestre do ano com Receita Líquida de R$ 196,9 milhões, resultando em um crescimento 21,3% superior ao registrado no 2T13. O EBITDA da Companhia teve alta de 42,8% na mesma base de comparação, atingindo R$ 21,8 milhões. Já o Lucro Líquido da Companhia cresceu 61,4%, alcançando R$ 13 milhões. Os resultados consolidados não consideram a Seguradora de Saúde, que transferiu sua carteira de clientes para a Unimed Seguros Saúde S.A. em abril de 2014.
“Continuamos comprometidos com os nossos acionistas. O foco em apenas três negócios, assistências, planos odontológicos e home care, nos permitirá expandir ainda mais todas as possibilidades de melhoria em sistemas e estrutura operacional, garantindo a excelência na entrega de seus serviços”, afirma Marcos Couto, CEO da Tempo Assist.
Entre os anúncios subsequentes, o destaque foi a aprovação, em Assembleia Geral Extraordinária com acionistas da Qualicorp realizada em 13 de agosto de 2014, a transferência da totalidade de ações da Unidade Saúde Soluções, formada pelas empresas Gama Saúde e CRC, para a Qualicorp S.A..
Assistência
A Tempo USS, Unidade de assistências do Grupo que presta serviços para veículos, pessoas e residências por meio de parceiros, continua em acelerada expansão no mercado nacional. A Receita Líquida avançou 28,9% no 2T14 em comparação ao mesmo período do ano passado, atingindo R$ 143,9 milhões. O EBITDA do período ficou em R$ 16,4 milhões. Os resultados positivos foram impulsionados pelos investimentos constantes da Companhia em eficiência e controle da sinistralidade nos últimos 12 meses.
Home Care
A Med-Lar, divisão de serviços de atenção domiciliar da Tempo Assist, segue no processo de reestruturação devido ao atendimento à decisão da justiça do trabalho proferida no início de fevereiro. A Unidade passou a operar com colaboradores diretamente contratados em substituição aos prestadores de serviços e cooperados. Foram tomadas ainda diversas medidas internas com o objetivo de retomar o crescimento do negócio e aperfeiçoar ainda mais a sua estrutura operacional e comercial. No 2T14, a Unidade teve Receita Líquida de R$ 21,3 milhões.
Unidade em desinvestimento
Odonto
A Unidade de planos odontológicos, que aguarda aprovação da ANS para ser transferida à Caixa Seguros Holding S.A., teve crescimento de 13,6% na Receita Líquida diante do mesmo período do ano passado. A sua base de befeniciários atingiu 556,3 mil pessoas atendidas no final do 2T14, beneficiando o segmento, que passou por um reajuste nos preços de seus serviços.
Unidade desinvestida
Saúde Soluções
Nestre trimestre a Saúde Soluções, após renegociações de contratos e eliminação de parcerias deficitárias, apresentou incremento de 22,9% na sua Receita Líquida no 2T14 comparado com o 2T13, chegando a R$ 13,3 milhões.
O segmento de Capitalização da Bradesco Seguros totalizou cerca de R$ 5 milhões (valor bruto) em prêmios de sorteio distribuídos no mês de julho. Foram 147 títulos contemplados, sendo 51 em São Paulo; 14 no Rio de Janeiro; 13 no Rio Grande do Sul; 12 em Minas Gerais; 9 na Bahia e no Paraná; 7 em Pernambuco; 5 no Ceará e em Santa Catarina; 3 no Amazonas, em Goiás, no Maranhão e no Mato Grosso do Sul; 2 em Mato Grosso e em Rondônia; e 1 em Alagoas, no Distrito Federal, no Espírito Santo, na Paraíba, no Rio Grande do Norte e no Sergipe.
Osite bradescocapitalizacao.com.br disponibiliza os resultados dos sorteios dos títulos de capitalização. Para fazer a consulta dos números sorteados, basta acessar o site, clicar em “Resultados dos Sorteios”, em “Confira Agora” e selecionar um ou mais produtos. O site disponibiliza, para conferência, os resultados do mês corrente e anteriores. Além disso, o cliente que possui acesso ao Bradesco Internet Banking tem a facilidade de consultar o seu saldo, combinações pa ra sorteio e o informe de rendimentos dos seus títulos de capitalização.
No primeiro semestre do ano, o setor de Capitalização distribuiu R$ 538 milhões em prêmios a clientes sorteados em todo o país. O valor representa um crescimento de 13,2%, em relação ao primeiro semestre do ano passado e o equivalente ao pagamento de R$ 4,3 milhões por dia útil do período.
O faturamento global no semestre registrou um crescimento de 5,9%, em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo um montante de R$ 10,6 bilhões. As provisões técnicas – valores acumulados pelos clientes que serão devolvidos sob a forma de resgates – atingiram R$ 28,3 bilhões, um avanço de 15,9%. Até junho, o setor injetou na economia mais de R$ 7 bilhões em resgates finais e antecipados, o que representa 15,9% a mais do que no ano passado.
Responsáveis por parte do crescimento, os produtos de incentivos tem contribuído para a expansão do setor, “Hoje o segmento é responsável por 11% de toda arrecadação”, diz Marco Antonio Barros, presidente da FenaCap. A Expectativa é de que os produtos de incentivo cheguem ao fim do ano com 30% de expansão, completa.
Os produtos de incentivo têm conquistado a adesão de muitas empresas, algumas, inclusive, só trabalham com a modalidade. Nesse caso, pessoas jurídicas adquirem série fechadas de títulos, concedendo a seus clientes o direito a concorrer aos sorteios de prêmios em dinheiro. A modalidade vem se consolidando como uma importante ferramenta de marketing, contribuindo para estreitar o relacionamento com clientes, ampliar market share, agregar valor a marcas e fidelizar de clientes. “Ao vincular produtos aos títulos, as empresas passam a dispor de um poderoso instrumento promocional”, acrescenta o presidente da FenaCap. Até junho a modalidade já havia arrecado cerca de R$ 201 milhões, o que representa avanço de 26,8% em relação ao mesmo período do ano passado.
Para atender à crescente demanda de empresas que operam no setor financeiro na região, o XL Group está fortalecendo sua operação de Linhas Financeiras na América Latina com a transferência de Najib Bousakr, Gerente de Instituições Financeiras, para o Brasil. Bousakr já tem atendido os clientes da América Latina há quatro anos, a partir do escritório do XL Group de Londres, e agora passa a fazê-lo de São Paulo. Ele continuará a se reportar a Gerard Bloom, Chief Underwritng Officer do XL Group de Instituições Financeiras, que fica em Londres.
Para Gerard Bloom, “como as instituições financeiras enfrentam condições econômicas e regulatórias desafiadoras, elas procuram por um parceiro forte de seguros que entenda seu negócio e que possa oferecer soluções que agreguem valor de longo prazo a seus negócios. Com a transferência de Najib para o Brasil, levamos para mais perto de nossos clientes e corretores na América Latina o seu profundo conhecimento e sua grande experiência nesse mercado.”
Bruno Laval, Gerente Regional para Ibéria e América Latina das operações de seguro do XL Group, acrescenta: “A experiência de Najib será de grande valor não só para nossos clientes e corretores, mas também para toda nossa equipe de Linhas Financeiras na região. Sua transferência para São Paulo reforça o potencial do mercado de Linhas Financeiras na América Latina, assim como nosso comprometimento com o importante mercado brasileiro.” Najib Bousakr tem 15 anos de experiência com instituições financeiras. Ele tem mestrado em Gestão pela EM Lyon Business School da França.
O Sincor-SP promoveu, na manhã desta segunda-feira (18/8), um fórum online para esclarecer as dúvidas dos corretores de seguros sobre o enquadramento de corretores de seguros no regime simplificado de tributação. O encontro, que aconteceu na sede do Sindicato e foi transmitido ao vivo pelo site da entidade, contou com a presença dos especialistas Egon Antonio Brum, sócio-diretor da EAB Contabilidade, escritório que há 39 anos se dedica à contabilidade de corretoras de seguros, e de Maurício Gonçalves, diretor da Associação das Empresas de Serviços Contábeis do Estado de São Paulo.
Ao comentar, durante do encontro, que a inclusão dos corretores de seguros no Simples é uma conquista sem precedentes, resultado de muitos anos de trabalho e da união de entidades, lideranças e da própria categoria, o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, fez questão de enaltecer, de modo especial, o empenho do presidente da Fenacor, Robert Bittar, do ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, e do candidato a vice-governador pelo Estado de Goiás, Armando Vergílio, presidente licenciado da Fenacor.
Houve a maciça participação de corretores. As duas horas de duração do Fórum foram insuficientes para responder a quase 300 perguntas formuladas pelos corretores presentes no auditório do Sindicato e enviadas pela internet. A audiência não se limitou ao território paulista. Corretores do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e do Distrito Federal também participaram com suas perguntas.
As questões que não puderam ser respondidas foram entregues aos especialistas, que continuarão o trabalho de solucionar as dúvidas por e-mail. A partir de amanhã (19/08), um vídeo, com o Fórum na íntegra, estará disponível a todos os interessados. Basta acessar o site o site da entidade, no endereço www.sincorsp.org.br .
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