Lojacorr entra no Ranking 2013 da Revista Amanhã entre as 500 Empresas Emergentes do Sul do país

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A Lojacorr S.A. Rede de Corretoras de Seguros, está pelo segundo ano consecutivo, entre as 500 Emergentes do Sul do país. O maior e mais completo ranking empresarial da Região Sul, promovido pela Revista Amanhã. A classificação revela indicadores de mil empresas, apontando as 500 maiores e as 500 emergentes do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Utilizando como única fonte os balanços oficiais publicados pelas companhias.

No ano anterior a Lojacorr estava classificada em 840º, já neste ano, demos um salto, passando para posição 805º. A Lojacorr teve faturamento em 2012 de R$ 23,12 milhões e em 2013 passou a ser de R$ 31,13 milhões, representando um crescimento de 34,66%. Dessa forma é possível ver o desenvolvimento da empresa, sendo esse o resultado de muito trabalho do grupo.

O ranking 500 Emergentes, tem foco na região sul e o critério de classificação é um indicador conhecido como Valor Ponderado de Grandeza (VPG), Receita Bruta e Patrimônio Líquido. Para realização do ranking, também são analisados os balanços financeiros das empresas listadas, tanto demonstrações contábeis de grupos como de empresas individuais.

Para Diogo Arndt Silva, vice-presidente da Lojacorr S.A., fazer parte do ranking pelo segundo ano consecutivo é uma grande referência. “Mostra que nosso modelo de negócio está em sinergia com as necessidades do mercado e que nossa proposta de valor está sendo percebida pelos corretores e seguradores”.

O vice-presidente conta ainda, que por meio do salto de posição obtido pelo ranking, é notável a responsabilidade que a empresa tem. “Percebemos que temos uma grande responsabilidade, em continuar a busca por pontos de melhoria que gerem valor para nossos clientes, só assim poderemos continuar olhando o futuro com otimismo”, enfatiza.

Inscrições para o Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros vão até 30 de setembro

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O período de inscrições do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros 2014 entra, este mês, em sua reta final. Para os que desejam fazer parte dessa importante iniciativa da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), é hora de realizar os últimos ajustes e garantir a participação de seu trabalho.

Os projetos devem ser inscritos por meio do hotsite da premiação (www.premioseguro2014.com.br) até o dia 30 de setembro, sendo classificados de acordo com uma das três categorias existentes: Comunicação, Produtos e Serviços e Processo. O 1º lugar de cada uma delas receberá como prêmio o valor de R$20 mil, enquanto o 2º e o 3º receberão R$10 mil e R$5 mil, respectivamente.

A primeira etapa de avaliação, que elegerá os nove finalistas do Prêmio, consiste na análise individual dos projetos. Entre os critérios estabelecidos, o de maior peso será a inovação. Os autores e coautores dos trabalhos selecionados terão então a oportunidade de defender seus projetos presencialmente para a Comissão Julgadora, composta por profissionais reconhecidos nas áreas acadêmica, de seguros, de inovação e da imprensa.

Colaboradores de empresas de seguros, previdência privada, saúde suplementar, capitalização, resseguros, corretoras e corretores de seguros e resseguros autônomos podem participar. Aproveitar esta oportunidade demostra compromisso com o futuro do mercado de seguros e o desenvolvimento socioeconômico do país.

O Prêmio

O Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros foi criado pela CNseg em 2011 com o objetivo de estimular a evolução do setor segurador e o aprimoramento das relações com o consumidor. Para isso, busca reconhecer o trabalho dos colaboradores da indústria de seguros que contribuem para a inovação no mercado. Com um número cada vez maior de projetos inscritos, a premiação vive agora a sua quarta edição.

Para conhecer o regulamento do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros 2014 , acesse www.premioseguro2014.com.br

Chubb participa do Congresso Nacional de Executivos de Finanças

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A Chubb Seguros foi uma das apoiadoras da XXV CONEF (Congresso Nacional de Executivos de Finanças), que ocorreu nos dias 17, 18 e 19 de setembro, em Belo Horizonte. Com o tema “Brasil – Desenvolvimento e estratégias para o crescimento econômico vigoroso e contínuo”, o evento trouxe painéis sobre o cenário econômico atual e novas medidas para redução de risco nas transações financeiras.

O Diretor de Linhas Especiais da companhia, Eduardo Viegas, foi um dos debatedores do tema “Novos tempos, novos riscos, novas coberturas de seguro”. “Participar de eventos como este nos dá a oportunidade de estar com renomados empresários e executivos do mercado mineiro, o que consideramos extremamente importante para a expansão deste segmento”, contou Viegas.

Com mais de 15 anos de atuação no Brasil em linhas financeiras, a Chubb alia a experiência internacional ao conhecimento do mercado local, acumulado pela seguradora mais antiga em operação na América Latina. A companhia tem em seu portfólio diversos produtos visando a proteção de eventuais perdas financeiras de seus segurados, como Seguro Garantia, D&O (Directors & Officers), Crime (fraudes corporativas), VCAP (Venture Capital Asset Protection) e FIPI (Financial Institution Professional Indemnity).

Chubb será a seguradora oficial do 7º ECOS em Cascavel

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A Chubb do Brasil será a seguradora oficial do 7º Encontro de Corretores e Seguradores do Paraná (ECOS), promovido pelo SINCOR-PR no dia 22 de setembro, em Cascavel. “Mais uma vez vamos ter a honra de participar de um evento que contribui para o desenvolvimento do profissional de seguros”, ressalta Leonardo Neustadt, executivo responsável pela região Sul da Chubb Seguros. “Além de compartilhar ideias e informações com o mercado de seguros paranaense, esta é uma excelente oportunidade para os participantes ampliarem o networking”, completa Neustadt.

O evento também é realizado nas principais regiões do estado – Curitiba, Londrina, Ponta Grossa e Maringá -, locais onde a companhia espera aumentar ainda mais a presença devido à relevância estratégica que o estado do Paraná tem para a Chubb.

Semana Nacional de Trânsito terá ações da Liberty Seguros com o projeto Sinal Livre nas cidades de Fortaleza e Porto Alegre

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Com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a importância da faixa de pedestres, o Projeto Sinal Livre- iniciativa criada pela Liberty Seguros em 2012 – realizará durante a Semana Nacional de Trânsito, ações de conscientização em Fortaleza e Porto Alegre. O objetivo é chamar atenção dos motoristas e pedestres sobre uso correto deste instrumento que garante a segurança de todos no trânsito. As ações contarão com parcerias de ONGs em cada e com a utilização da hashtag #meuexemplo nas redes sociais.

Hoje, 19 de setembro, a ação acontece em Fortaleza, em parceria com o Instituto Cuca, no cruzamento da Av. Santos Dumont com a Rua Barbosa de Freitas, das 9h às 12h. Já em Porto Alegre, a ação será no dia 23 de setembro, no cruzamento da Av. Borges Medeiros com a Av. Ipiranga, em parceria com a NCC Belém, das 15h às 18h. Nas duas cidades haverá, além da faixa com frase de conscientização sobre o tema, apresentações artísticas circenses durante o período em que o semáforo fecha.

O Instituto Cuca é mantido pela prefeitura de Fortaleza e atende por mês mais de três mil jovens em cursos de formação e esportes. Além disso, atende quatro mil pessoas em atividades culturais, abertas ao público de todas as idades.

A NCC Belém é uma organização beneficente que promove a inclusão social da comunidade por meio de trabalhos culturais, sociais, educativos, além de oficinas e palestras. Em reconhecimento a esse trabalho, em 2006 receberam o Prémio Direitos Humanos da UNESCO.

A Semana Nacional de Trânsito, prevista na Lei 9.503, de 23 de setembro de 1997, do Código de Trânsito Brasileiro, é comemorada entre os dias 18 e 25 de setembro. As ações do Sinal Livre estão totalmente alinhadas com o tema deste ano, que prioriza o pedestre: “Década Mundial de Ações para a Segurança do Trânsito – 2011/2020: Cidade para as pessoas: Proteção e Prioridade ao Pedestre”.

Sobre o Sinal Livre – A mobilidade urbana é um dos maiores desafios do mundo contemporâneo, e é constante a busca por soluções criativas para amenizar as dificuldades de locomoção nos centros urbanos. Por conta desta problemática, a Liberty Seguros idealizou o projeto Sinal Livre, que tem como principal objetivo a difusão de boas práticas para estimular o engajamento e a conscientização das pessoas para uma locomoção mais segura. O público do projeto abrange estudantes da rede pública de ensino no Ensino Fundamental 2 e Ensino Médio interessados em aprender sobre o tema. Os jovens aprendem por meio da educomunicação – metodologia pedagógica que usa os meios de comunicação para gerar conteúdo, na maioria das vezes multimídia – orientados por educadores. Desde 2012, já foram mais de 370 jovens capacitados, 70 projetos realizados e mais de 10 mil pessoas impactadas pelas ações dos projetos realizados pelos alunos.

Mais informações sobre o projeto podem ser acessadas no canal oficial do projeto no Youtube.

Tokio Marine contrata Luiz Barsotti como Consultor Executivo Exclusivo

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Com o objetivo de ser uma referência também no segmento de Pessoas, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros no mundo, contratou Luiz Barsotti como Consultor Executivo Exclusivo. Com mais de 20 anos de experiência, o executivo é um dos mais conceituados do mercado nacional na área de seguros de Vida e Previdência. Barsotti vai auxiliar na estratégia da Companhia, que quer dobrar seu market share no período de três anos.

“Traçamos um plano bastante agressivo, que prevê um crescimento acima da média de mercado, com uma meta de 14% já para este ano. Além disso, queremos estar entre as cinco maiores seguradoras independentes de Vida em Grupo do País em médio prazo – e a chegada do Barsotti vem agregar muito valor ao nosso projeto”, afirma o Presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara.

Uma das principais atribuições do consultor será a elaboração de um plano de ação para envolver os Corretores. “Existem muitas particularidades no relacionamento, na comercialização, nas análises e negociação dos seguros de Vida. O objetivo é que eu contribua, de forma dedicada, para a construção de um modelo de engajamento dos Corretores e Assessorias, melhoria dos produtos, proposta de valor alinhada a excelência de serviços do grupo, estabelecimento e avaliação de padrões de performance e distribuição que acompanhe a força da capilaridade existente no Brasil, entre outras ações”, informa Luiz Barsotti.

Atenta ao potencial do mercado de Seguros de Pessoas, a Tokio Marine criou este ano a Superintendência Nacional Comercial de Vida, sob o comando de Marcos Kobayashi. Para o consultor Luiz Barsotti, ter uma estrutura dedicada é fundamental para o sucesso da estratégia da seguradora. “A Companhia hoje tem uma operação muito eficiente e de qualidade e se diferencia pelo estreito relacionamento que mantém com os Parceiros de Negócios. Tenho certeza de que o fortalecimento da atuação em Vida será bem-sucedido”, conclui.

Baixo crescimento e inflação mais alta interrompem ciclo de queda da desigualdade

Fonte: CNseg

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013, divulgada nesta quinta-feira (18) pelo IBGE, apresenta um retrato mais melancólico do mercado de trabalho e das condições de vida no País, algo que tem relação direta com o baixo crescimento e avanço da inflação. A população brasileira, estimada em 201,5 milhões de pessoas- 51,5% de mulheres; 46,1% de brancos e 37,6% de pessoas de 40 anos ou mais de idade- assistiu a uma piora dos indicadores. A população desocupada cresceu 7,2% em relação a 2012, e a ocupada cresceu 0,6%. A taxa de desocupação se elevou de 6,1% para 6,5% em 2013 (foi o ano com a segunda menor taxa na série harmonizada de 2001 a 2013). O trabalho com carteira assinada, no entanto, continuou a crescer, subindo 3,6% em relação a 2012 e abrangendo 76,1% dos empregados do setor privado. O trabalho das crianças e adolescentes recuou 12,3% em relação a 2012, o equivalente a menos 438 mil crianças e adolescentes com idade entre 5 e 17 anos no mercado de trabalho. O País registrou aumento real de 2012 para 2013 no rendimento mensal domiciliar (de R$ 2.867 para R$ 2.983), de todos os trabalhos (de R$ 1.590 para R$ 1.681) e de todas as fontes (de R$ 1.516 para R$ 1.594). As medidas de distribuição de renda (índices de Gini) ficaram praticamente estáveis em todas as comparações com o ano anterior, mas melhoraram em relação a 2004. Todas as categorias de emprego obtiveram ganhos reais de rendimento do trabalho principal em 2013, sendo o mais expressivo entre trabalhadores sem carteira (10,2%).

O número de domicílios particulares permanentes no País foi estimado em 65,1 milhões em 2013, 85,3% deles com rede de água, 64,3% com rede de esgoto, 89,8% com coleta de lixo, 99,6% com iluminação elétrica e 92,7% com telefone. O percentual de domicílios que tinham computador com acesso à Internet aumentou para 43,1%. Cerca de 86,7 milhões de pessoas de 10 anos ou mais de idade acessaram a Internet no período de referência dos últimos três meses em 2013, 50,1% do total nessa faixa etária. A pesquisa traz também uma série de resultados harmonizados, de 2001 a 2013 (que exclui as áreas rurais de Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará e Amapá), na qual é possível constatar redução nas taxas de analfabetismo (de 12,4% em 2001 e para 8,2% em 2013) e de desocupação (de 9,4% para 6,6%), além de aumento no percentual de empregados com carteira de trabalho assinada (de 55,3% para 65,2%) e no rendimento mensal real de trabalho (de R$ 1.300 para R$ 1.681) e de todas as fontes (de R$ 1.315 para R$ 1.594). A PNAD é realizada pelo IBGE desde 1967 e apresenta informações sobre população, migração, educação, trabalho, rendimento e domicílios para Brasil, grandes regiões, estados e regiões metropolitanas. Dados populacionais.

Em 2013, a população residente no Brasil foi estimada em 201,5 milhões de pessoas, 0,9% (1,8 milhão) acima de 2012. As mulheres corresponderam a 51,5% na população. A única região em que os homens tiveram uma participação maior que a das mulheres foi a Norte, com 50,1%. As pessoas de 60 anos ou mais de idade corresponderam a 13,0% da população, 0,4 ponto percentual maior que em 2012. A participação da faixa etária até 24 anos foi de 38,8%, 0,7 ponto percentual menor que em 2012. Em 2013, 46,1% da população residente (93,0 milhões de pessoas) se declararam de cor branca; o grupo de pessoas de cor parda (90,6 milhões) representou 45,0%; 8,1% se declararam de cor preta (16,3 milhões); e 1,7 milhão de pessoas (0,8%) declararam outra cor ou raça (indígena e amarela).

As estimativas de migração por faixa etária em 2013 mostraram que as pessoas de 40 a 59 anos eram as mais representativas entre os migrantes, tanto em relação ao município (33,8%), quanto em relação à unidade da federação (35,6%). Logo depois estavam as pessoas de 18 a 39 anos, com participação de 33,7% e 33,6%, respectivamente. Em 2013, as pessoas não naturais em relação à unidade da federação de residência somavam 31,8 milhões, 15,8% da população do país. Em relação ao município de residência, o contingente de pessoas não naturais foi de 79,4 milhões, 39,4% da população.

Situação educacional. Em 2013, a taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade foi estimada em 8,3%, o que corresponde a 13,0 milhões de pessoas. Em relação a 2012 (8,7%), houve redução de 0,4 ponto percentual (menos 297,7 mil analfabetos). A taxa pode ter sido influenciada pelas taxas de analfabetismo dos grupos etários de 40 anos ou mais, que correspondiam a 37,6% da população: a taxa era de 9,2% no grupo de 40 a 59 anos e 23,9% para as pessoas com 60 anos ou mais, enquanto que estava abaixo de 3,0% entre as pessoas com menos de 30 anos. A maioria dos analfabetos era de mulheres (50,6%), indicador que se repetiu nas regiões Sudeste (56,2%), Sul (55,6%) e Centro-Oeste (50,5%). Apesar de a taxa de analfabetismo ter diminuído principalmente no Nordeste (de 17,4% em 2012 para 16,6% em 2013), essa ainda é a região com a taxa mais elevada do país, concentrando 53,6% do total de analfabetos. A taxa de escolarização das pessoas entre 4 e 5 anos de idade alcançou 81,2%, 3,1 pontos percentuais acima de 2012 (78,1%). A maior taxa de escolarização ocorreu entre crianças de 6 a 14 anos (98,4%), faixa de idade que corresponde ao ensino fundamental.

Trabalho. A população ocupada totalizou 95,9 milhões de pessoas em 2013 e cresceu 0,6% em relação a 2012. A população ocupada masculina totalizava 54,9 milhões de pessoas e a feminina, 41,0 milhões. Na região Norte houve a única redução dessa população (-0,8%), enquanto Nordeste e Sul tiveram os maiores aumentos percentuais: 1,2% e 0,9%, respectivamente. O nível da ocupação (proporção de pessoas ocupadas na população em idade ativa) foi de 61,8% em 2012 para 61,2% em 2013. Em 2013, a população em idade ativa (PIA), isto é, com 15 anos ou mais de idade, chegou a 156,6 milhões. Nesse universo, cerca de 102,5 milhões (65,5%) compunham a população economicamente ativa (PEA) e 54,1 milhões de pessoas (34,5%) formavam a população não economicamente ativa (PNEA). Frente a 2012, PIA, PEA e PNEA cresceram 1,6%, 1,0% e 2,9%, respectivamente. A taxa de atividade (proporção de pessoas em idade ativa que estavam na PEA) foi de 65,5% em 2013, contra 65,9% em 2012 e 68,6% em 2008. O Nordeste permaneceu com a menor taxa (62,7%) enquanto Sul (68,5%) e Centro-Oeste (67,8%) tiveram as maiores.

Emprego. Em 2013, o número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado cresceu 3,6% em relação a 2012 e chegou a 36,8 milhões de pessoas. Com isso, o percentual de empregados com carteira assinada passou de 74,6% para 76,1% no setor privado. O aumento ocorreu em todas as regiões e os maiores acréscimos foram no Nordeste (6,8%) e no Sul (5,3%). A proporção de empregados com carteira assinada no setor privado foi maior no Sudeste (81,5%) e no Sul (83,4%). O Nordeste continuou com a menor proporção (61,0%), mas teve o maior crescimento em relação a 2012 (2,8 pontos percentuais). Em 2013, 61,9% dos ocupados (59,3 milhões de pessoas) contribuíam para a previdência. A expansão do contingente foi de 3,4% em relação a 2012, quando o percentual de contribuintes entre os ocupados era de 60,3%. A proporção de contribuintes foi mais alta que a média no Sudeste (70,9%), no Sul (72,7%) e no Centro-Oeste (65,0%), mas ficou abaixo da metade no Norte (44,8%) e no Nordeste (44,2%). Em 2013, entre os 19,7 milhões de trabalhadores por conta própria, cerca de 3,5 milhões (18,0%) trabalhavam em empreendimentos registrados no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). Em 2012, este percentual era 16,8%. Dentre os 3,6 milhões de empregadores, 2,9 milhões (79,1%) trabalhavam em empreendimento com CNPJ. Em 2012, eram 76,2%.

Desocupação. A taxa de desocupação (proporção de pessoas desocupadas em relação à população economicamente ativa) se elevou de 6,1% para 6,5% em 2013. Foi o ano com a segunda menor taxa na série harmonizada de 2001 a 2013. Entre as grandes regiões, a menor taxa foi observada na região Sul, 4,0%, e a maior, 8,0%, na Nordeste. A maior variação frente a 2012 ocorreu na região Norte, onde esse indicador cresceu 1,0 ponto percentual, atingindo 7,3% em 2013. De 2012 para 2013, a taxa de desocupação foi de 21,0% para 23,1% entre as pessoas de 15 a 17 anos de idade; de 13,2% para 13,7% na faixa de 18 a 24 anos; de 4,8% para 5,3% entre as pessoas de 25 a 49 anos e de 2,2% para 2,4% na faixa de 50 anos ou mais. O contingente de desocupados (pessoas sem trabalho que estão tentando se inserir no mercado) era de 6,7 milhões em 2013. Em relação a 2012, houve crescimento de 7,2%, ou mais 450 mil pessoas nessa condição. A desocupação cresceu no Norte (17,2%), Centro-Oeste (11,0%), Sudeste (7,8%) e Nordeste (6,2%), e recuou no Sul (-2,2%).

Trabalho infantil. Em 2013, havia 3,1 milhões de trabalhadores de 5 a 17 anos de idade no Brasil, o que representou uma redução de 12,3% (438 mil crianças e adolescentes) no trabalho das crianças e adolescentes em relação a 2012. Cerca de 2,6 milhões (84,5%) eram adolescentes de 14 a 17 anos de idade. Em relação a 2012, a queda percentual mais relevante foi no grupo com 5 a 9 anos de idade (-29,2%), ou menos 24 mil crianças trabalhando. O nível da ocupação das pessoas de 5 a 17 anos de idade era de 8,4% em 2012 e caiu para 7,4% em 2013. Esse indicador recuou em todas as regiões. Em 2013, o rendimento mensal domiciliar per capita real dos trabalhadores de 5 a 17 anos de idade (R$ 557) era menor que o daqueles que não trabalhavam (R$ 620). Entre a população ocupada de 5 a 13 anos de idade, 63,8% estavam na atividade agrícola.

Escolaridade. Quanto à escolaridade, reduziram-se de 2012 para 2013 as proporções de trabalhadores com fundamental incompleto (de 27,9% para 25,7%) e médio incompleto (6,7% para 6,5%) e aumentaram as proporções dos sem instrução (6,6% para 7,0%), com fundamental completo (10,3 para 10,5%), com ensino médio completo (30,0% para 30,4%), com superior incompleto (5,2% para 5,4%) e com superior completo (13,1% para 14,2%, a maior alta). Em 2013, 46,0% dos ocupados (44,1 milhões) atuavam no grupamento de atividade serviços, contra 45,1% em 2012. O total de ocupados nos serviços cresceu 2,5% (ou 1,1 milhão de pessoas) de 2012 para 2013, enquanto a população ocupada do país cresceu 0,6% no mesmo período. Outro destaque foi a construção: seu contingente de trabalhadores cresceu 5,9% (493 mil pessoas) em 2013 chegando a 8,8 milhões. A construção respondia por 8,7% da população ocupada em 2012 e essa participação subiu para 9,2% em 2013.

Rendimento. De 2012 para 2013, quando se consideram os 60,8 milhões de domicílios com rendimento, o rendimento médio mensal real domiciliar passou de R$ 2.867 para R$ 2.983, um aumento de 4,0%. A região Centro-Oeste apresentou o maior rendimento domiciliar (R$ 3.525) e a região Nordeste, o menor (R$ 2.011). Essas duas regiões foram as que apresentaram as maiores desigualdades na distribuição desse rendimento, com o índice de Gini em 0,507 no Nordeste e 0,510 no Centro-Oeste. Na média do Brasil, em 2013, o índice de Gini do rendimento domiciliar ficou em 0,500. O índice de Gini mede o grau de concentração de renda, variando de zero (perfeita igualdade) a um (a desigualdade máxima). Em 2013, 44,8% dos domicílios brasileiros que declararam ter algum tipo de rendimento contavam com até um salário mínimo por morador do domicílio. Em relação ao ano anterior, o crescimento do rendimento médio mensal real domiciliar per capita no Brasil foi de 4,8% (de R$ 1.110 para R$ 1.163).

Média salarial. O rendimento médio mensal real de todos os trabalhos das pessoas de 15 anos ou mais ocupadas com rendimento em 2013 foi estimado em R$ 1.681, valor 5,7% superior ao de 2012 (R$ 1.590). A região Sul foi a que apresentou o maior incremento, 8,1% (de R$ 1.731 para R$ 1.872), e a região Centro-Oeste, com o maior valor médio (de R$ 1.906 para R$ 1.992), apresentou a menor variação (4,5%). A região Nordeste mostrou um crescimento de 5,7%, mas possui o menor rendimento médio (de R$ 1.086 para R$ 1.148). Três unidades da federação apresentaram redução nesse tipo de rendimento: Acre (de R$ 1.342 para R$ 1.302), Amapá (de R$ 1.632 para R$ 1.616) e Espírito Santo (de R$1.577 para R$ 1.557). O índice de Gini da distribuição do rendimento médio mensal real de todos os trabalhos ficou em 0,498 em 2013, frente a 0,496 em 2012. O menor grau de concentração de renda foi encontrado na região Sul (0,457). A região Nordeste apresentou o maior nível de desigualdade (0,523). Ao observar o rendimento médio mensal real de todas as fontes das pessoas de 15 anos ou mais de idade com rendimento, o aumento foi de 5,1% em relação a 2012, passando de R$ 1.516 para R$ 1.594. O crescimento de 7,8% da região Sul (de R$ 1.690 para R$ 1.822) foi o maior, seguido pela região Nordeste, que teve aumento de 5,7% (de R$ 1.014 para R$ 1.072), mas possui o menor rendimento médio de todas as fontes. Esse tipo de rendimento aponta um índice de Gini para o país de 0,505, igual ao de 2012 e decrescente desde 2004 (0,555). A região que mostrou maior desigualdade no rendimento de todas as fontes foi a Centro-Oeste (0,519), onde também foi observada a maior média desse rendimento (R$ 1.911).

Desigualdade por gênero. A proporção do rendimento de trabalho das mulheres em relação ao rendimento dos homens passou de 72,8%, em 2012, para 73,7%, em 2013. Em média, em 2013, os homens receberam R$ 1.890 e as mulheres R$ 1.392. Uma outra forma de observar o diferencial do rendimento por sexo é pela análise da proporção de pessoas que receberam até um salário mínimo em 2013: 21,1% dos homens ocupados contra 29,8% das mulheres ocupadas. Além disso, havia proporcionalmente mais mulheres ocupadas e sem rendimento ou recebendo somente em benefícios (8,5%) do que homens (4,7%).

Informalidade. Todas as categorias de emprego tiveram acréscimo no rendimento médio mensal real do trabalho principal de 2012 para 2013, sendo de 6,2% na média (de R$ 1.423 para R$ 1.511). Os outros empregados sem carteira assinada tiveram o maior aumento, 10,2% (de R$ 869 para R$ 958), seguidos por militares e estatutários, com 5,9% (de R$ 2.576 para 2.728); trabalhadores domésticos sem carteira assinada, com 5,0% (de R$ 519 para R$ 545); trabalhadores com carteira de trabalho assinada, com 4,4% (de R$ 1.483 para 1.548); e trabalhadores domésticos com carteira assinada, com 2,3% (de R$ 857 para R$ 877).

Domicílios. O número de domicílios particulares permanentes no país, em 2013, foi estimado em 65,1 milhões, um crescimento de 2,1% em relação ao ano anterior (63,8 milhões). Considerando a condição de ocupação em 2013, observou-se a seguinte distribuição: 74,5% eram próprios (sendo 69,4% quitados e 5,1% em aquisição), 17,9% eram alugados, 7,2% cedidos e 0,4% em outra condição. Quanto à posse de bens duráveis, houve aumento no número de domicílios com fogão (1,3 milhão a mais, atingindo 98,8% do total em 2012 e 2013), televisão (1,3 milhão a mais, atingindo 97,2% em 2012 e 2013) e máquina de lavar (2,8 milhões a mais, com o percentual crescendo de 55,2% para 58,3%). Dos 32,2 milhões de domicílios do país que apresentaram microcomputador em casa (49,5% do total, 2,6 milhões a mais que o ano anterior, quando respondiam por 46,4%), 28,0 milhões tinham acesso à Internet (43,1% do total de domicílios, 2,3 milhões a mais que em 2012, quando representavam 40,3%). Observou-se um decréscimo dos domicílios com aparelho de rádio (2,3 milhões a menos, caindo de 80,9% para 75,8% do total) e DVD (1,3 milhão de domicílios a menos, caindo de 76,0% para 72,4%). Quanto aos veículos, houve crescimento no número de domicílios em que ao menos um morador possuía carro (1,3 milhão a mais, aumentando de 42,5% para 43,6%) e motocicleta (175 mil a mais, variando de 20,0% para 19,9%). De 2012 para 2013, foram observados crescimentos no número de domicílios atendidos por serviços de rede geral de abastecimento de água (1,1 milhão a mais, com o percentual no total de domicílios variando de 85,4% para 85,3%), rede coletora de esgoto ou fossa séptica ligada à rede (1,5 milhão a mais, crescendo de 63,3% para 64,3%), coleta de lixo (1,8 milhão a mais, aumentando de 88,8% para 89,8%) e iluminação elétrica (1,4 milhão a mais, variando de 99,5% para 99,6%). Também aumentou o número de domicílios com algum tipo de telefone em 2,2 milhões, aumentando o percentual de atendimento de 91,2% para 92,7% do total. Em 2013, 1,8 milhão de domicílios possuíam somente a telefonia fixa (2,7% do total), número inferior ao registrado em 2012 (1,9 milhão, ou 3,0% do total). O número de domicílios com acesso apenas à telefonia móvel celular apresentou crescimento de 1,8 milhão de unidades, aumentando de 51,4% do total em 2012 para 53,1% em 2013.

Tecnologia. No Brasil, aproximadamente 86,7 milhões de pessoas de 10 anos ou mais de idade acessaram a Internet no período de referência da pesquisa em 2013, um crescimento de 2,9% em relação ao ano anterior. De 2012 para 2013, a proporção percentual de internautas passou de 49,2% para 50,1% do total da população residente. Mais da metade dos internautas tinham de 10 a 29 anos de idade (52,6%). O levantamento indicou que um total de 130,8 milhões de pessoas de 10 anos ou mais de idade tinham telefone móvel celular para uso pessoal, um crescimento de 6,3 milhões em relação ao ano anterior. O percentual dos que possuíam o aparelho aumentou de 72,8% em 2012 para 75,5% em 2013 no total da população de 10 anos ou mais.

Analfabetismo. Os resultados da comparação histórica de 2001 a 2013 foram harmonizados com a cobertura geográfica da PNAD existente até 2003. Isso exclui as áreas rurais de Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará e Amapá, o que pode gerar diferenças na comparação com os dados completos. Nesta série, a taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade diminuiu de 12,4% em 2001 e para 8,2% em 2013, o que corresponde a uma redução de 2,7 milhões de analfabetos. Nos dados completos, a taxa de 2013 ficou em 8,3%. Houve uma diminuição da proporção de pessoas até 17 anos de idade no total da população, ao passo que aumentou o percentual das pessoas com idade acima de 40 anos. A proporção de pessoas de 0 a 9 anos caiu de 18,7% em 2001 para 13,9% em 2013, e na faixa de 10 a 17 anos passou de 15,9% para 13,4%. Já a proporção de pessoas entre 40 e 59 anos aumentou de 19,8% para 24,7%, e das pessoas de 60 anos ou mais se elevou de 9,0% para 13,0%. O comportamento do nível de ocupação das pessoas de 15 anos ou mais de idade variou entre 60,7% em 2001 e 63,6% em 2008, quando atingiu seu valor máximo, caindo para 61,1% em 2013. Para as pessoas de 5 a 17 anos de idade, o nível da ocupação caiu de 12,7% em 2001 para 7,2% em 2013. De 2001 a 2013, a taxa de desocupação apresentou tendência de queda, com poucos momentos de alta. Atingiu seu nível mais baixo em 2012 (6,2%), com leve alta no ano de 2013 para 6,6%, porém em patamar abaixo dos anos 2001 (9,4%) a 2009 (8,3%), com seu nível mais alto no ano de 2003 (9,7%). Em 2001, 55,3% do total de empregados (exclusive trabalhadores domésticos) possuíam carteira de trabalho assinada. Em 2002, essa proporção atingiu o menor patamar, 54,5%. A partir de 2003, houve crescimento do emprego com carteira de trabalho assinada, alcançando 65,2% em 2013. O mesmo movimento é observado no percentual de ocupados contribuintes de instituto de previdência: 46,9% em 2001, 46,2% em 2002 e 62,7% em 2013. A evolução do rendimento médio mensal real de trabalho durante o período de 2001 a 2013 apresentou momentos distintos: perdas anuais de 2001 (R$ 1.300) a 2004 (R$ 1.169) e ganhos anuais de 2005 (R$ 1.222) a 2013 (R$ 1.681). O crescimento de 2001 até 2013 foi de 29,3%. A evolução do rendimento médio mensal real de todas as fontes apresentou evolução semelhante: perdas anuais de 2001 (R$ 1.315) a 2004 (R$ 1.167) e ganhos anuais de 2005 (R$ 1.226) a 2013 (R$ 1.594). Comparando com 2001, o crescimento foi de 21,2% em 2013. Constatou-se melhora nas distribuições dos rendimentos de trabalho e de todas as fontes. De 2001 para 2012, o índice de Gini (quanto maior, mais desigual) da distribuição do rendimento de trabalho diminuiu continuamente, de 0,563 para 0,496, mas em 2013 ficou em 0,498, patamar inferior ao de 2011 (0,499). O índice da distribuição do rendimento de todas as fontes também caiu continuamente: ficou estável em 2001 e 2002 com coeficiente de 0,569, diminuiu para 0,504 em 2012, mas em 2013 também voltou ao patamar de 2011, de 0,505. A distribuição da população ocupada por grupamento de atividade mostra redução da participação de ocupados na atividade agrícola de 20,0% em 2001 para 12,5% em 2013. A participação de ocupados na indústria de transformação foi de 13,8% em 2001 e cresceu até 14,5% em 2007 e 2008, mas reverteu para uma tendência de queda, atingindo seu menor nível em 2013 (12,7%). A atividade de comércio e reparação aumentou de 17,0% em 2001 para 18,1% em 2013. Quanto aos serviços básicos, destaca-se o crescimento das proporções de domicílios atendidos por rede geral de abastecimento de água (de 81,1% do total em 2001 para 86,4% em 2013), rede coletora de esgoto ou fossa séptica ligada à rede (de 54,7% para 65,3%), coleta de lixo (de 83,2% para 90,9%) e iluminação elétrica (de 96,0% para 99,7%). Houve aumento na proporção de domicílios em que pelo menos um dos moradores tinha acesso ao serviço de telefonia (móvel e/ou fixo) de 58,9% para 93,3%, redução daqueles com apenas telefone fixo convencional (de 27,9% para 2,8%) e crescimento dos que tinham apenas telefone móvel celular (de 7,8% para 53,1%). Quanto à posse de bens duráveis, cresceram as proporções de domicílios que possuíam fogão (de 97,6% para 98,9%), geladeira (de 85,1% para 97,7%), televisão (de 89,0% para 97,5%), microcomputador (de 12,6% para 50,1%) e microcomputador com acesso à Internet (de 8,5% para 43,7%). Já a proporção de domicílios com freezer recuou de 18,7% para 16,8%.

Campanha da Seguradora Líder faz ‘pegadinha’ com alunos de autoescola

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Questionar a ação de muitos motoristas no trânsito brasileiro. Como este foco, a Seguradora Líder-DPVAT, administradora do Seguro DPVAT no País, lança hoje um vídeo com uma pegadinha realizada durante a aula prática de uma autoescola. O conteúdo traz a reação de futuros motoristas ao serem instigados a realizar uma condução agressiva do veículo e questiona: “se não é assim que você aprendeu, por que é assim que você faz?”. O material pode ser acessado no blog da Seguradora, o Viver Seguro no Trânsito e lembra também que todos são pedestres em algum momento do dia.

A campanha é uma das ações da Semana Nacional do Trânsito, promovida pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e que ocorre de 18 a 25 de setembro. Além disso, o blog Viver Seguro no Trânsito trará informações educativas e explicativas como por exemplo comportamento no trânsito, direção defensiva e sobre o Código Brasileiro de Trânsito.

“Nossa intenção com esta campanha é promover uma análise de consciência de toda a sociedade civil e poder público. Além de questionar políticas de trânsito, precisamos questionar nossas atitudes enquanto atores,” explica Marcio Norton, diretor de Relações Institucionais da Seguradora Líder-DPVAT.

O Brasil é um dos países em que mais se morre no trânsito. Apenas nos seis primeiros meses do ano foram pagas 25.181 indenizações por morte e 259.845 benefícios por invalidez permanente. Destas, 31% e 20% foram para pedestres, respectivamente.

Serviço Campanha para a Semana Nacional do Trânsito:

Blog Viver Seguro no Trânsito – http://www.viverseguronotransito.com.br/

Vídeo – http://we.tl/Kn9i44qqyC

Canais de Comunicação para indenizações:

SAC DPVAT – 0800 022 1204

Site – http://www.dpvatsegurodotransito.com.br/

Começa hoje o V EMSEG

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Entre hoje e amanhã (18 e 19 de setembro) acontece no Iate Clube de Aracaju o V EMSEG – Encontro do Mercado de Seguros, o evento anual mais aguardado do setor no Estado de Sergipe.

Com o tema “A Evolução do Setor de Seguros do Nordeste”, palestrantes de alto nível vão se desdobrar para dar conta da programação. São eles: o presidente da Porto Seguro Fábio Luchetti, o presidente da Seguradora Líder Ricardo Xavier, o presidente do Ibracor Paulo dos Santos, o professor da Escola Nacional de Seguros e consultor Maurício Tadeu Barros Morais, com o tema “Plano de Marketing – Satisfação e Fidelização”, e muito mais. Confira a programação completa no site http://www.sincor-se.com.br/emseg/programacao.php

Esta edição do EMSEG terá um toque especial. Na cerimônia de abertura, o Sincor-SE celebrará seus 25 anos de trajetória fazendo uma sequência de homenagens aos associados que foram decisivos na fundação e construção da entidade. O ponto alto da festa de abertura será o show de Luiz Arnaldo e Banda, acompanhado do coquetel de boas-vindas.

Com a palavra Érico Melo, presidente do Sincor-SE e anfitrião do V EMSEG: “O setor de seguros atravessa um grande momento em todo o Brasil e em especial no Nordeste. O tema escolhido não poderia ser outro: abordaremos a evolução do setor na região e as perspectivas e formas de continuarmos apresentando números tão significantes. Em cinco anos o setor de seguros em Sergipe apresentou crescimento de quase 200%, o que nos motiva a, cada dia mais, abastecer o corretor de seguros de informação, conhecimento e capacitação e possamos continuar nessa trajetória de sucesso, para o setor com um todo e, especialmente, os corretores de seguros”, finaliza Érico. São aguardados em Sergipe cerca de 400 congressistas, dentre corretores, seguradores e autoridades do Sistema.

Seguros diferenciados

Fonte: O Estado de S.Paulo

Com o desenvolvimento do mercado de seguros os mais diversos objetos e situações começaram a ser segurados. Para os mais precavidos, até na hora da morte há seguro: o chamado seguro funeral. Segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), o auxilio funeral, que prevê coberturas de despesas com o sepultamento, somou R$ 154,9 milhões em prêmios no primeiro semestre, volume 22,22% maior que o registrado no primeiro semestre de 2013. Além deste, outras situações podem ter coberturas, como o não comparecimento a um show. Confira abaixo cinco seguros exóticos do mercado:

Seguro pet
Desde o ano passado, a AIG passou a segurar cães e gatos de estimação. O seguro cobre a morte do animal, despesas com funeral e/ou cremação, acidentes ou danos materiais causados pelo animal a terceiros e serviços emergenciais.

Seguro contra arrastão
Bares, restaurantes e lojas atualmente podem se precaver contra arrastões. Tal tipo de seguro cobre não só os danos materiais causados no estabelecimento como também os objetos roubados dos clientes, segundo a Porto Seguro.

Seguro de ingresso
Para quem se atrapalhou na agenda e não poderá comparecer a algum show ou evento do qual já comprou o ingresso, há no mercado o seguro de ingresso, que devolve o valor pago caso a pessoa não possa ir. Uma das seguradoras que oferece é a AIG.

Seguro funeral
Diante do falecimento de algum familiar, uma das partes mais incômodas é lidar com a burocracia e custos do velório. Diversas empresas atualmente atuam com seguros na área. Na Porto Seguro, por exemplo, a família do segurado recebe até R$ 3 mil para realizar o funeral. Alguns serviços de assistência funeral também incluem ajuda com a papelada. Há também planos personalizados, como o do Grupo Memorial que oferece um funeral com artefatos e decoração do Corinthians.

Seguro de bolsa
Contra roubos de bolsa e de objetos que estejam dentro dela, a ACE possui um seguro específico. A indenização cobre óculos, carteira, celular, entre outros.