Aon reestrutura diretoria de marketing no Brasil

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A Aon anuncia Luis Felipe Barranco como novo diretor de marketing no país. O executivo, que atuava anteriormente como gerente de marketing corporativo da empresa, assume a nova função com a reestruturação da área e tem como principal objetivo potencializar a prospecção de novos negócios e a satisfação dos clientes.

Como estratégia, a Aon também instituiu duas gerências que serão supervisionadas pelo novo diretor. Danylla Campos, com passagens pela Microsoft e ABES (Associação Brasileira das Empresas de Softwares), comandará a gerência de comunicação e eventos, desenvolvendo atividades de relações públicas, mídias sociais e publicidade e propaganda. Já Márcio Martins, que anteriormente atuava no marketing estratégico da Aon, ficará responsável pela gerência de suporte a vendas e retenção de clientes com foco em inteligência de vendas e mercado.

A nova diretoria se reportará ao CEO da Aon Brasil, Marcelo Munerato, além do CCO (Chief Commercial Officer) Guilherme Mendes. “Com a reestruturação, pretendemos gerar novas oportunidades de negócio para a empresa, aperfeiçoar o relacionamento com os clientes e aprimorar o suporte as equipes comerciais”, argumenta Luis Felipe Barranco.

Responsável anterior pelo departamento de marketing, Carla Abrunhosa assume integralmente a função de head de vendas, marketing e comunicação da empresa para a América Latina. A executiva continuará dando suporte a operação da Aon Brasil, em especial a nova diretoria.

Depois do preço e da marca, segurança é o terceiro fator mais importante para consumidor brasileiro de automóvel

Toneto: Acreditamos que as diversas medidas de revisão técnica adotadas em nossa carteira de Auto e a melhora do cenário macroeconômico devem gerar efeitos positivos em nossos resultados locais em 2018

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É evidente a evolução tecnológica pela qual os sistemas de segurança em automóveis passaram nos últimos anos. Este avanço é resultado tanto do crescente interesse por parte dos consumidores, que começam a ver a questão da segurança viária como algo pertinente, quanto ao esforço dos fabricantes, que têm investido no desenvolvimento de novos sistemas e equipamentos de segurança.

Entretanto, ao adquirir um veículo, o consumidor brasileiro ainda prioriza o preço e a marca em detrimento da segurança, que aparece como o terceiro item mais importante. Com o objetivo de provocar a reflexão de todos os envolvidos, principalmente os consumidores, para que decidam a compra do seu veículo baseando-se em parâmetros de segurança, além de preço e marca, a Fundación MAPFRE realizou o estudo “Evolução dos Sistemas de Segurança entre 2007 e 2012 no Brasil. Análise da evolução dos equipamentos de segurança de série em veículos de passeio”.

O trabalho analisa detalhadamente a evolução dos sistemas de segurança de série instalados em veículos dos diferentes segmentos da frota automobilística do Brasil, em um período de seis anos. Assim, além de extrair dados objetivos sobre os itens de segurança de cada modelo, o consumidor poderá decidir sua compra baseando-se em parâmetros de segurança, e não apenas nas alternativas mais baratas ou em promoção.

“Os condutores não nascem seguros: eles se tornam com o passar do tempo. Dirigir um veículo com segurança não é uma técnica que se adquire rapidamente. Pelo contrário, faz parte de um lento processo de aprendizagem. Por isso, a tecnologia presente nos veículos é essencial, não só na etapa de aprendizagem, quando é usada para evitar os erros, mas também posteriormente, como assistência à condução”, alerta Wilson Toneto, presidente da Mapfre Brasil.

A Fundación Mapfre recomenda aos motoristas que, ao comprarem um veículo, solicitem informações exatas sobre as vantagens e as limitações dos dispositivos de segurança. Também ressalta que as informações sobre a segurança dos veículos precisam ser mais compreensíveis para que os compradores possam entender, de forma sucinta e clara, os equipamentos de que todos os veículos à venda dispõem.

Além do Brasil, a pesquisa também foi realizada em outros quatro países onde a FUNDACIÓN MAPFRE atua: Espanha, México, Argentina e Chile. As principais conclusões levantadas na pesquisa feita com o público brasileiro são:

· Para 79% dos consumidores, as informações que recebem dos vendedores no momento da compra sobre equipamentos de segurança são suficientes;

· 42% estão dispostos a pagar uma quantidade extra significativa, entre R$ 1.500 e R$ 3.000 por uma melhora importante em segurança;

· Praticamente 100% dos entrevistados acham que os sistemas de segurança deveriam vir como equipamentos de série e 94% que o governo deveria torna-los obrigatórios.

É importante observar que sistemas de segurança não se resumem mais apenas à ABS e airbags dianteiros, que já são itens obrigatórios desde janeiro de 2014 no Brasil.

Os resultados completos da pesquisa serão apresentados no dia 30 de outubro, das 9h30 às 12h30, na unidade Berrini da Fundação Getúlio Vargas (Av. das Nações Unidas, 12.495 – 2º andar – sala 204 – Edifício Torre das Nações Unidas).

FenSeg inicia ciclo de palestras sobre desmonte legal de veículos

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Com o objetivo de divulgar e debater a Lei Federal 12.977, de 20/05/2014, que regula e disciplina a atividade de desmontagem de automóveis no Brasil, a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) inicia uma série de palestras sobre o desmonte legal de veículos no País. A segunda edição do ciclo já está agendada para o dia 09 de dezembro, em São Paulo, e outras estão previstas para as principais cidades brasileiras. Na semana passada, em parceria com o Sindicato das Seguradoras de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal, Belo Horizonte (MG) recebeu a primeira palestra da rodada.

A iniciativa visa abordar as mudanças proporcionadas pela nova regulamentação e seus benefícios econômicos, ambientais e nas áreas de saúde e segurança pública. Para o diretor executivo da FenSeg, Neival Rodrigues Freitas, as novas diretrizes beneficiam a sociedade como um todo. “A expectativa do mercado de seguros é de que haja uma grande redução dos índices de roubos e furtos de veículos e de casos de latrocínio, principal causa de morte urbana no Brasil”, avalia o executivo, ressaltando que as novas regras para desmontagem de veículos estão diretamente ligadas ao combate à violência e à criminalidade. “Em 2013, mais de 470 mil veículos foram roubados ou furtados no País e menos da metade deles foi recuperada”, conclui.

As novas regras para a legalização do desmonte de veículos, que começam a vigorar em maio de 2015, determinam que a empresa de desmontagem deverá estar registrada no Departamento de Trânsito (Detran) de seu estado, ter inscrição nos órgãos fazendários e possuir alvará de funcionamento expedido pela autoridade local. Além disso, a lei prevê a criação de um banco de dados nacional de registro das peças que poderão ser reutilizadas conforme regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Além do combate ao desmanche ilegal de veículos – que é o destino de quase 50% dos veículos roubados e furtados no Brasil -, a nova lei federal tem um papel fundamental na redução da poluição ambiental. A remoção e o descarte adequado de resíduos fluidos e sólidos, a geração de novos empregos formais, o aumento da arrecadação de impostos, a redução das fraudes em seguros e do ponto de vista da saúde pública, a não contaminação dos solos e a redução da concentração de veículos em pátios o que auxilia no combate a doenças como a Dengue, são alguns dos benefícios que poderão ser disseminados pela nova lei.

Freitas salienta ainda que as peças usadas e com origem comprovada permitirão que a Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia que regula e fiscaliza o setor de seguros, desenvolva produtos específicos, destinados a proprietários de veículos com mais de cinco anos – hoje, um mercado de mais de 40 milhões de veículos no Brasil.

Marsh lidera ranking mundial de corretagem de seguros

ranking corretoras 2013Na briga pelo topo do ranking de corretores, Aon e Marsh se revezam entre as estatísticas divulgadas na imprensa internacional. Nesta semana, a Marsh é a líder, de acordo com publicação da Business Insurance. Semana passada, a divulgação ficou por conta da pesquisa da Finaccord, empresa especializada em pesquisa de mercado no Reino Unido e Europa, com a Aon na liderança, com faturamento de suas linhas comerciais de US$ 6,1 bilhões no mundo, em 2013, seguida por Marsh, com US$ 5,1 bilhões.

Segue release da Marsh distribuído hoje

A Marsh & McLennan Companies (MMC) liderou mais uma vez o ranking anual de melhores corretoras das revistas técnicas do setor de seguros Business Insurance e Best’s Review. Os rankings, baseados na performance das receitas das corretoras no ano de 2013, foram publicados este ano e a Marsh & McLennan Companies ficou à frente de uma grande quantidade de concorrentes. No artigo on-line que acompanha as classificações das melhores corretoras de seguros, a Business Insurance (BI) observou que, apesar dos desafios da economia de modo geral, a receita de corretagem da MMC aumentou 2,9% em 2013 em relação à do ano anterior, que foi de US$ 12,27 bilhões. Segundo Dan Glaser, Presidente e CEO da Marsh & McLennan Companies, a Marsh continua expandindo sua carteira no mundo e superando suas metas em negócios, tanto novos quanto expandidos. “A companhia está particularmente interessada em expandir seu portfolio naqueles clientes já existentes e querem segurar ainda mais linhas conosco”, afirma. “Esta é uma classificação excepcional para nossa empresa e vem de duas das mais renomadas publicações globais do mercado segurador”, complementa Eugenio Paschoal, Presidente e CEO Marsh Brasil e Chairman Marsh & McLennan Companies.

Zurich promove 1ª Edição do Workshop de Engenharia em Prevenção de Riscos

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Referência global em gestão de riscos em negócios Corporate, e tendo como missão ajudar os clientes a entenderem os riscos e se protegerem deles, a companhia global compartilha parte do conhecimento adquirido em 142 anos de existência

A Zurich, empresa global de seguros que atua em mais de 170 países e está presente no Brasil há 32 anos, apresentou a seus clientes e parceiros um workshop técnico de Engenharia em Prevenção de Riscos, área na qual a companhia é líder e referência global.

O evento tem o objetivo de compartilhar práticas e informações absorvidas pela Zurich ao redor do mundo, por meio de seus quase 900 engenheiros de riscos, e que formatam a experiência ímpar da empresa neste segmento. “Nosso objetivo vai além do tema de seguros, afinal, o seguro é a última parte no processo de gestão dos ricos”, conceitua Carlos Cortés, Superintendente de Engenharia de Riscos da Zurich.

“Tendo como missão e compromisso ajudar os clientes a entenderem os riscos e se protegerem deles, a Zurich desenvolve ferramentas para aprimorar a comunicação com nossos clientes”, destaca Mario Orozco, Chief of Risk Engineering Officer LatAm. A ferramenta What If é um bom exemplo: trata-se de um aplicativo que apresenta informação complexa, resultante das avaliações de risco, de uma maneira simples e eficaz (leia mais abaixo). “Outro aplicativo de importante benefício é o My Zurich Portal, que conta com acesso online a recomendações de melhoria de riscos, dados de apólices de seguros, informação de sinistros, além dos Risk Insights”, continua o especialista. O evento aconteceu em setembro.

Werner Stettler, Vice-presidente de Corporate e Commercial de General Insurance da Zurich, explica a importância da mitigação de riscos para os clientes Zurich. “A Zurich é uma empresa de R$ 90 bilhões, sendo R$ 26 bilhões provenientes de negócios Corporate, segmento que ocupa o segundo posto dentro da companhia. Os negócios Corporate de Zurich entregam serviços a 25 mil clientes em 210 países, em alguns deles a partir de parceiros de cooperação, e nossa proposição de valor a estes clientes está no gerenciamento de riscos”, afirma o executivo.

Formas de mitigar riscos

É importante reforçar em questões de organização focada na prevenção de riscos como políticas, procedimentos, treinamentos com o intuito de minimizar a exposição a um sinistro que possa, além de causar danos no patrimônio, impactar negativamente a imagem da empresa e na participação do mercado, que é conquistado com tempo e entrega de um bom serviço. Temas intangíveis do risco e que podem prejudicar muito os negócios.

Como medidas que colaboram/contribuem: melhores conversas internas, fortalecer a cultura de segurança e perdas, além de compartilhar a estratégia com os profissionais das empresas, é fundamental promover a cultura do pertencimento e a melhoria na qualidade do risco.

“Sabemos a dificuldade em justificar os investimentos em mitigação dos riscos, por isso indicamos que o trabalho inicie na concepção do projeto, quando tudo ainda estiver no papel. Este é o momento para envolver a seguradora em quesitos mínimos como prevenção de incêndios. Mas como queremos preservar o patrimônio e ainda obter destaque no mercado, não podemos pensar só no mínimo”, avalia Carlos Cortés.

Investimentos em tecnologia

O palestrante Tom Bossert, altamente graduado em gestão de risco, falou sobre a necessidade de investimentos em tecnologia, melhores procedimentos de TI e de negócios. Mais educação e treinamento, resiliência e plano de mitigação de riscos não apenas para a Internet, mas para os diferentes meios de comunicação. Os hackers se modernizam com a evolução da tecnologia. “A empresas fazem seus planos de tecnologia, mas não os usam”, acredita Bossert.

O especialista usou grandes exemplos como de ataque cibernético como a venda de ingressos da Copa de 2014 e a busca de informações por parte do governo americano aqui no Brasil. O convidado ainda reforçou a importância do controle de acessos dos profissionais aos dados corporativos. “Para evitar que o hackeamento aconteça de dentro para fora da empresa, é fundamental restringir acessos individuais”, e ensina Tom Bossert.

Sobre o What If?

Disponibilizado para cliente, corretores de seguros e profissionais especializados em avaliação e gerenciamento de risco, o aplicativo Zurich Risk Grading- What If?, compatível com smartphones e tablets da Apple, tem formato de fácil compreensão. “Esta ferramenta contribuiu para que nossos clientes possam conhecer a detalhe a nossa metodologia de avaliação de riscos “Zurich Risk Grading” e utilizar a informação para definir as prioridades no processo de implementação dos planos de melhoria de riscos nas empresas”, destaca Carlos Cortés, superintendente de Engenharia de Riscos da Zurich. “Ele dá a oportunidade para que o cliente conheça as ações e formas de evitar riscos para, em seguida, estabelecer prioridades para seus planos de melhoria de risco.”

Desenvolvido pelas equipes de Engenharia de Riscos e Tecnologia da Informação da Zurich, o aplicativo utiliza elementos-chave, que seguem a metodologia global de gerenciamento de riscos da Zurich, em uma representação visual que torna a avaliação de risco mais simples e fornece aos clientes percepções e boas práticas para otimizar resultados. O ‘Zurich Risk Grading – What If?’ conta com uma interface intuitiva, com cada critério de avaliação classificados por meio de uma ferramenta linear. “Ao final da avaliação, gerada automaticamente, é possível visualizar o impacto das ações de melhoria de riscos na pontuação de classificação, o que contribuiu para redução de custos e despesas para nossos clientes”, enfatiza o superintendente Carlos Cortés.

A versão em português do aplicativo ‘Risk Grading – What If?’ está disponível para download gratuito na App Store (iOS). E para mais detalhes, acesse ao vídeo: http://bcove.me/9t00475a .

Presidente do Bradesco entra na lista de cotados para a Fazenda

Trabuco_interna_vii-encontro-fenapreviSegundo a colunista Monica Bergamo, da Folha de São Paulo, Luiz Trabuco, presidente executivo do Bradesco, entrou na semana passada na lista de cotados para o Ministério da Fazenda caso Dilma Rousseff vencesse as eleições. Seguindo regras do banco, ele se aposenta no ano que vem, aos 65 anos. Trabuco teria a capacidade de acalmar o mercado financeiro, que estava claramente contra Dilma. Comandou por vários anos um banco que sempre fez marketing baseado no pequeno poupador. E não poderia ser chamado de banqueiro –ele não é dono da instituição, diz a nota.

Já o portal Infomoney afirma que ter Trabuco como ministro seria um sonho do governo. Entre os candidatos na lista tem também Eduardo Loyo, economista chefe do BTG Pactual, Henrique Meirelles, uma defesa de Lula, e Nelson Machado. Quatro nomes que entendem do mercado segurador.

O banco nem desmente, nem confirma e nem comenta o assunto. Para seu lugar, segundo fontes do blog Sonho Seguro, o mais cotado é Marco Antonio Rossi, que hoje preside a Bradesco Seguros. Trabuco foi um dos principais idealizadores e responsáveis pela inclusão do Cristo Redentor entre as sete maravilhas do mundo anos atrás. Em julho de 2007, quando o resultado foi divulgado pelo governo, estimava-se que a cidade de Rio de Janeiro teria um crescimento de 20% no setor turístico, beneficiando o comércio local como transportes, hotéis, restaurantes, entretenamento e alimentação, que juntos representam 4% do PIB estadual, resultando em um aumento anual de 90 milhões de dólares na economia, e gerando 80 mil novos empregos no setor.

Uma fonte com boa capacidade de avaliação, afirmou ao blog que acha difícil Trabuco aceitar o ministério. “Ele é muito centrado e rígido não aceitando fazer nada que seja contra a maioria. Além de ter o sonho de ser Presidente do Conselho do Bradesco”.

Em nota a Agência Estado, Trabuco informou que o discurso da vitória da presidente Dilma Rousseff, no domingo, 26, sinalizou diálogo, união e reformas, “Foi um momento de pacificação e pleno entendimento das responsabilidades à nossa frente”, avaliou ele na nota ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.

Segundo o executivo, o Brasil é exemplo de democracia moderna, que impulsiona o seu desenvolvimento social e político pelo voto popular. As eleições ontem, conforme Trabuco, foram “limpas” e realizadas em “clima de paz”. “O povo brasileiro deu demonstração de espírito democrático e tolerância, em que pese os acirrados debates e a disputa apertada”, acrescentou.

Trabuco afirmou ainda a agência que o Bradesco acredita no Brasil e que a instituição está confiante de que o governo reeleito vai enfrentar os desafios do presente. Também em nota ao Broadcast, Lázaro de Mello Brandão, presidente do Conselho de Administração do Bradesco, afirmou que a maturidade e a solidez da democracia brasileira foram confirmadas na eleição. O resultado da apuração foi 51,64% dos votos para Dilma Rousseff e 48,36% para o candidato do PSDB, Aécio Neves.

“Temos a convicção de que a presidenta reeleita Dilma Rousseff renovou pelo melhor caminho – o do voto da maioria dos brasileiros – todas as condições necessárias para avançar sobre os grandes desafios que o País tem pela frente. Desejamos-lhe as merecidas saudações, com a crença de que teremos quatro anos de muito trabalho e conquistas”.

AGCS estreia em seguros para empresas de médio porte

A Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), braço de seguros corporativos e especiais do grupo Allianz, anuncia a ampliação do seu Conselho Administrativo e a criação de uma nova linha de negócios para empresas de médio porte. Todas as mudanças estão previstas para acontecer a partir do dia 1° de janeiro de 2015 e passarão por aprovação dos órgãos responsáveis.

“A nossa reorganização regional e a criação de uma linha de negócios para empresas de médio porte refletem o crescimento do AGCS, especialmente, no importante mercado norte-americano de Property & Casualty, bem como o crescimento na diversificação de produtos e na atuação geográfica da companhia”, diz Axel Theis, CEO global da AGCS.

A função de Chefe de Regiões e Mercado da AGCS, que supervisiona os 28 escritórios da empresa e organiza atividades voltadas para o mercado, passará a ter três divisões. Carsten Scheffel, atual CEO regional da AGCS em Londres, passará a integrar o conselho administrativo da empresa, liderando as operações na América do Sul, Reino Unido, Irlanda, Região nórdica, Rússia e Europa Central e Oriental, Oriente Médio, Austrália e Nova Zelândia.

Já Art Moossmann, membro do Conselho de Administração da AGCS e atual Chefe de Regiões e Mercado da América do Sul, passa a liderar o mercado da América do Norte (Estados Unidos, Canadá e México), acumulando responsabilidade de CEO para a região. Este movimento estratégico ocorre para apoiar a integração comercial do Fireman’s Fund Insurance Company (FFIC) com a AGCS na América do Norte.

A responsabilidade pela terceira região, que abrange Alemanha, Áustria e Suíça, a região do Mediterrâneo, Ásia e África permanece inalterada: Andreas Berger continua responsável pelos negócios nesses países e também pela gestão do canal de distribuição para o corretor do Grupo Allianz.

Soluções de seguros para empresas de médio porte

AGCS anuncia a criação de uma nova linha de negócios para atender empresas de médio porte. Hugh Burgess, CEO Regional para a América do Norte, será o Chefe Global da linha de negócios “Mid-Corporate”. A linha “Mid-Corporate” focará em empresas com faturamento anual menor do que o dos clientes regulares da AGCS, que têm receita anual de 500 milhões de euros. A nova linha também vai prover propriedade e responsabilidade civil para empresas de médio porte com faturamento acima de 100 milhões de euros.

Emergentes seguem na mira das seguradoras e resseguradoras estrangeiras, porém com mais cautela

© Copyright 2010 CorbisCorporationDe acordo com especialistas no segmento de grandes riscos do grupo suíço Zurich, o Brasil seguirá crescendo nos próximos anos, ao contrário das economias maduras, que tendem a ficar estáveis. Além disso, qualquer que seja o vencedor das eleições presidenciais, Dilma Rousseff ou Aécio Neves, que acontece neste domingo, a retomada dos investimentos nos projetos de infra-estrutura é uma agenda que não pode mais ser adiada. “Se o novo presidente quiser que o país retome o crescimento da economia, vários projetos terão de virar realidade”, afirmou o vice- presidente de Seguros Gerais da Zurich Seguros, Werner Stettler.

A questão é como sobreviver em um mercado marcado pela acirrada concorrência, com mais de 100 resseguradores disputando contratos no Brasil e dispostos e clientes buscando reduzir custos diante das consequências da parada do crescimento da economia brasileira em 2013, 2014 e possivelmente em 2015, cenário que pode aumentar o risco com políticas de cortes de investimentos em medidas vitais dentro de programas de gerenciamento de risco.

“O fato é que temos um cenário interessante: investimentos em projetos e aumento da percepção de risco, ideal para seguradoras especialistas como a Zurich, preparada para oferecer serviços diferenciados e que atendam às expectativas dos clientes em termos de gestão de riscos, produtos e atendimento no pós venda, ou seja, na regulação de um pedido de indenização em caso da concretização do risco”, disse Michael Raney, CEO Global Corporate para América Latina, ao blog Sonho Seguro. Para ele, dificilmente outro país consiga ser melhor do que o Brasil em termos de negócios em seguros de grande risco. “Na América Latina, com certeza, o Brasil é líder absoluta da atenção do grupo em investimento em produtos e serviços que atendam às expectativas dos clientes corporativos, que demandam mais do que preço. Eles querem prestação de serviços diferenciadas, tanto no desenho do produto, como na redação do clausulado, duas medidas que agilizam o pagamento da indenização em caso de concretização do risco”.

Outros estrangeiros partilham da mesma opinião. Michael Liès, CEO da Swiss Re, principal palestrante do “Insurance Marketing Briefing “, conferência promovida pela AM Best Europa, realizada nesta semana em Londres, afirmou que há oportunidades significativas nos mercados emergentes. Ele também ressaltou a preocupação dos resseguradores com o desafio de manter os contratos dentro de níveis de solvência requisitados pelos órgãos reguladores em um mercado ainda com forte tendência de se manter “soft”, ou seja, preços em baixa diante da forte concorrência e excesso de capital disponível.

A Allianz divulgou a mesma opinião no início da semana. De acordo com notícia divulgada pela agência Reuter, a resseguradora do grupo Allianz teme que uma queda nos preços de resseguros aumente o risco de algumas resseguradoras não ganharem o bastante para estarem preparadas para pagar coberturas convincentes em caso de catástrofes. O preço de cobertura de catástrofes naturais foi cortado em um quarto nos últimos anos, em meio a um declínio geral dos preços no mercado de 5 a 10 por cento.

A queda dos preços está tornando cada vez mais difícil para as resseguradoras gerarem bons retornos, minando sua força de capital e, potencialmente, sua capacidade de agir como escudo financeiro para as seguradoras arcarem com as contas dos clientes em casos de inundação ou tempestade. “Precisamos de um equilíbrio entre comprador e vendedor”, disse Amer Ahmed, presidente-executivo da Allianz Re.

As resseguradores precisam de compensação que permita, de maneira sustentável, que carregar riscos em seus balanços. O contrário pode levar a mudanças na capacidade e preços, o que não seria bom para o funcionamento do sistema. “Minha sensação é que em algumas áreas (a compensação) está claramente abaixo do sustentável”, disse o executivo à Reuters em na cidade de Baden-Baden, na Alemanha, onde resseguradoras e empresa de seguros clientes iniciaram negociações sobre preços e termos de contratos de resseguro para entrar em vigor em 2015, informou a Reuters.

STF considera constitucional valores do DPVAT

dpvatFonte: Valor Econômico

Por maioria, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) consideraram constitucionais as alterações ocorridas entre 2007 e 2009 no seguro DPVAT – como quantias pagas e sistemática de reembolso. Foi proferido apenas um voto em sentido contrário. As ações questionam alterações no seguro. No processo, o PSOL defende que o método anterior de cálculo, em salários mínimos, permitia o reajuste do montante pago, enquanto o valor fixo estabelecido pela MP tende a se tornar irrisório. Para a advogada Ana Paula de Barcellos, do Barroso Fontelles, Barcellos, Mendonça e Associados, que defende a Seguradora Líder-DPVAT na ação, uma reindexação da indenização ao salário mínimo poderia levar a um aumento de 1.011% no valor do seguro. A Seguradora Líder, que atua no caso como amicus curiae, representa as seguradoras que atuam com o DPVAT. Ana Paula alega ainda que a antiga sistemática de reembolsos gerava muitas fraudes.

Empresários poderão conhecer seguro para o ramo Pet em evento do setor

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A Porto Seguro estará presente na 13a edição da Pet South America, um dos maiores eventos do ramo pet no Brasil e que será realizado de 28 a 30 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo. A empresa vai mostrar aos visitantes da feira como a contratação de um seguro com coberturas e serviços exclusivos para o setor é importante para garantir a estabilidade dos negócios em diversas situações.

O público que visita a Pet South America é composto, em grande parte, por proprietários de Pet Shops e Clínicas Veterinárias. Para esse perfil de empresários, a Porto Seguro desenvolveu o Porto Seguro Pet Shop e Clínica Veterinária. O produto possui coberturas básicas para os prejuízos causados por incêndio, explosão ou fumaça no estabelecimento segurado.

O empresário pode ampliar essa proteção contratando coberturas adicionais. Elas preveem garantia para riscos específicos do setor. Por exemplo: se algum dano corporal for causado involuntariamente a cães e gatos, durante o banho e tosa ou no transporte entre o estabelecimento e a residência, os prejuízos estarão garantidos pela cobertura de Responsabilidade Civil abrangendo animais.

Equipamentos de uso exclusivo de pet shops também contam com garantia no produto da Porto Seguro. A cobertura de Equipamentos Eletrônicos pode ser contratada para proteger sopradores, secadores de pedestal, compressores de ar e máquinas de tosa. O cliente pode optar pela cobertura “com subtração”, para garantir os prejuízos contra roubos e furtos; ou “sem subtração”, para cobrir, por exemplo, os danos causados por uma queda de energia.

Se o segurado vier a perder o seu ponto comercial, poderá ter reembolsadas as despesas para encontrar um novo local para instalar seu pet shop ou clínica veterinária. Essa garantia está prevista nas coberturas de Despesas Fixas ou Lucros Cessantes. “Um seguro precisa ir ao encontro das necessidades do cliente. Desenvolvemos este produto para o ramo pet para que o empresário do setor encontre, nele, um apoio para as situações que possam comprometer o crescimento de suas atividades”, comenta Edson Frizzarim, diretor de Ramos Elementares da Porto Seguro.

Serviços para o dia a dia

Além de garantir riscos, o Porto Seguro Pet Shop e Clínica Veterinária oferece serviços que ajudam a manter a empresa sempre em ordem. Os atendimentos incluem: chaveiro, reparos elétricos, hidráulicos e em telefonia, desentupimento, vigilância, check-up de sistemas de informática, entre outros.

Os serviços podem ser solicitados 24 horas por dia e estão disponíveis de acordo com as condições contratadas pelo segurado e regiões de abrangência.

Serviço:

Porto Seguro na Pet South America 2014
Feira Internacional de produtos e serviços para a linha pet e veterinária
Datas: 28 a 30 de outubro
Local: Expo Center Norte – Pavilhões Verde e Vermelho – Rua H, estande 715
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo (SP)
Horário: das 13h às 21h