Mercado segurador aguarda com expectativa nomeação da equipe de Dilma, responsável por nomear o xerife da Susep

roberto pwcA substituição de Guido Mantega é um evento aguardado pelo mundo. Mas com grande expectativa no que diz respeito ao mercado segurador, que representa mais de 4% do PIB e dono de uma carteira de investimentos superior a R$ 400 bilhões. A Superintendência de Seguros Privados, a Susep, é um território politico, com o titular nomeado pela presidente da República, que tende a aceitar a indicação do ministro da Fazenda. Na mídia circulam nomes como do presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, do ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, do ex-secretário executivo da Fazenda, Nelson Barbosa, e do ex-presidente do Banco do Brasil, Rossano Maranhão.

A boa notícia é que todos eles entendem como funciona a indústria de seguros e conhecem os desafios e oportunidades que esse segmento da economia tem pela frente. A expectativa da maioria, e também do atual “xerife”, é de que Roberto Westenberger, que assumiu o comando do órgão regulador do setor há seis meses, permaneça no cargo. Marco Antonio Rossi, presidente da CNseg e da Bradesco Seguros, fez questão de agradecer a Paulo Rogério Caffarelli, Secretário Executivo do Ministério da Fazenda, durante a cerimônia de abertura do VII Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada, a escolha do nome do ex-sócio da consultoria PwC. Um técnico, com ampla vivência na indústria de seguros.

Apesar dos esforços de todos para manter a gestão dinâmica iniciada pelo especialista em seguros, os executivos aguardam, pois em política tudo pode acontecer. Enquanto isso, Westenberger segue a rotina. “2015 não tem como ser um ano fácil. Será um ano de recolocar a economia nos trilhos”, diz o titular da Susep ao blog Sonho Seguro. “E a Susep não será uma exceção. Estamos aguardando a nomeação da equipe do governo, do novo ministro da Fazenda. Mas todos já sabem que haverá corte do orçamento da autarquia”, afirma.

Há seis meses a Susep está empreendendo um grande plano de organização, com o uso intensificado da tecnologia de informação no sentido de racionalizar os seus processos e o custo regulatório. “A meta é fazer mais com menos. Assim, a redução de recursos pode não significar que vamos fazer menos, e sim que vamos fazer mais com menos”, argumenta. “O meu trabalho está sendo feito. independentemente do mandato, quer seja para eu completar a gestão ou para o meu sucessor, se for o desejo do governo”.

A equipe comandada por ele está trabalhando na viabilização de seis produtos importantes para o crescimento do setor, sendo três deles da área de previdência e vida: VGBL Saúde, Universal Life e o seguro longevidade para os fundos de pensão. “O papel da Susep é induzir à criação de produtos, onde entenda que haja demanda ou necessidade de preenchimento de espaço”, disse.

Uma das iniciativas em andamento é a parceria com a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), entidade de fiscalização e de supervisão das atividades das entidades fechadas de previdência complementar e de execução das políticas. “Pela primeira vez, o superintendente da Susep vai participar do evento da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp)”, antecipou. “Vamos anunciar um convênio de cooperação entre as duas entidades reguladoras para disciplinar a questão de portabilidade entre os fundos de previdência abertos e fechados. Será um anúncio festivo, pois comemora o início de uma relação entre as duas instituições ligadas a instituições que lidam com o risco de sobrevivência da população”.

A 35ª edição do Congresso Brasileiro dos Fundos de Pensão, com público estimado em 4 mil pessoas, acontecerá entre 12 a 14 de novembro, em São Paulo. Westenberger será um dos palestrantes do painel “Projeto de Previdência Complementar para o País”, ao lado de Carlos Alberto de Paula, diretor superintendente da Previc, de Nelson Barbosa, professor da EESP/FGV e do instituto de Economia da UFRJ (sim, também um dos candidatos a ministro da Fazenda cujo nome deverá ser anunciado em novembro, segundo Dilma Rousseff), Nilton Molina, presidente do conselho de administração da Mongeral Aegon.

Os quatro vão abordar temas como a inserção da previdência complementar no programa do governo, efeitos sociais e econômicos par maior cobertura previdenciária, alavancagem econômica e social através de financiamento da iniciativa privada e recursos da população em idade ativa: transferência do consumo para a poupança previdenciária. O mediador do painel será o jornalista Luis Nassif.

As cartas estão na mesa e o lobby está no ar. Será preciso aguardar a decisão de Dilma e de seu novo ministro da Fazenda. Que aconteça o melhor para o setor saltar da 12a. posição no ranking da indústria mundial de seguros para a oitava colocação em 2020, como estima estudo da Munich Re.

PASI se reinventa a cada ano em busca da verdadeira democratização do seguro no país

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Em 2014, o Plano de Amparo Social Imediato – PASI – completa 25 anos e mantém a tradição do início de suas operações: propiciar a cobertura de um seguro para o público de menor poder aquisitivo. Ele foi criado em 1989, com o propósito de resgatar a dignidade dos trabalhadores brasileiros e de suas famílias nas horas mais difíceis. Pioneiro e inovador, o PASI é o seguro de vida em grupo mais conhecido e recomendado do seu segmento e aceito em âmbito nacional.

“Há 25 anos, construímos um modelo de negócios sem precedentes, com um enorme impacto social. E hoje, todo nosso histórico e informações coletadas nos permitem avançar ainda mais para que, muito em breve, possamos nos reinventar e causar um impacto ainda mais surpreendente na sociedade como um todo”, declara Alaor Silva Júnior, presidente do Clube PASI de Seguros.

O PASI representa historicamente a origem do microsseguro no Brasil. Quando foi criado, atendia 4.500 trabalhadores e, hoje, possui mais de 2,5 milhões de beneficiados, mais de 20 mil empresas conveniadas e 300 entidades de classe parceiras. Sua meta é conseguir beneficiar 100 milhões de brasileiros – direta e indiretamente.

“Além do nosso pioneirismo em atender a uma classe com quem ninguém queria trabalhar, inovamos também em conseguir pagar as indenizações em até 24 horas após a entrega da documentação do sinistro. E fomos além, ao abraçar nossa verdadeira vocação que é atender ao público de baixa renda de todos os setores de nossa economia”, relembra Alaor Silva Júnior.

Alaor Silva é enfático ao destacar que o PASI está em constante evolução, mas desde o seu nascimento é responsável pela democratização do seguro de vida e de acidentes pessoais no país. “Somos um laboratório, criamos dinâmica de novas coberturas, mas, temos muitos desafios, como identificar e suprir as necessidades reais da sociedade”, explica.

Segundo o presidente, é preciso oferecer benefícios que de fato sejam utilizados e isso requer muita pesquisa sobre alternativas de produtos e serviços amplos que atendam as necessidades específicas de determinados grupos de risco. As demandas veem com o convívio com as comunidades. “Microsseguro e seguro popular têm que estar no conceito humanitário e cabe a nós, instituições de seguros, acabar com a herança da pobreza no mundo”.

Primeiro seguro popular do Brasil

O PASI protege os trabalhadores ativos legalizados, os trabalhadores em regime de trabalho temporário e os terceirizados, além de empresas de qualquer porte e setor e possui ampla experiência no atendimento a Convenções Coletivas de Trabalho (CCT). Ele foi desenvolvido para aprimorar as questões sociais das empresas oferecendo tranquilidade para o empresário e amparo ao trabalhador. Com processos simplificados, proporciona recursos financeiros imediatos caso ocorra algum dos eventos cobertos pelo plano.

O Plano de Amparo Social Imediato não tem em sua carteira um perfil único de empresas clientes e disponibiliza planos para diversos modelos de corporações, independente do porte. Os benefícios acoplados aos planos são os tradicionalmente conhecidos pelo mercado e os que foram desenvolvidos de maneira diferenciada nos últimos anos, como cestas básicas na ocorrência da morte do titular do plano; reembolso de despesas com rescisão trabalhista para a empresa, em caso de falecimento do segurado; cobertura para invalidez congênita, que oferece assistência ao filho do segurado que tenha uma doença que comprometa sua vida; cobertura para invalidez por doença profissional, e a cesta natalidade, que oferece kits com utensílios para a mãe e o bebê.

Números do PASI

– 2.500.000 segurados, entre titulares e dependentes

– Mais de 20 mil empresas conveniadas

– Parceria com mais de 300 entidades de classe

– Ultrapassou os R$ 116 milhões em valores indenizados

– Presente nas 27 unidades federativas

– 49 mil empresas já experimentaram o seguro PASI

– Mais de 23 mil indenizações efetivadas

– Possui 3.900 corretores de seguros cadastrados

Exclusividades e diferenciais do PASI

– Fácil contratação e manutenção

– Indenizações em 24 horas após o recebimento da completa documentação

– Possui 25 anos de experiência no mercado

– Não há preenchimento de declaração pessoal de saúde

– Plano desenhado de acordo com a necessidade do cliente

– Protege 24 horas por dia, dentro e fora do ambiente de trabalho

– Possui a melhor relação custo x benefício do mercado

– Não há limite de idade para trabalhadores ativos legalizados

– Não possui qualquer tipo de carência

– Atende empresas de qualquer porte

– Contratações a partir de um segurado

– Os trabalhadores estão automaticamente cobertos a partir da data de sua contratação na empresa

Produtos PASI

Coberturas básicas de seguro convencional, assim como as coberturas e benefícios complementares criados pelo PASI para atender as necessidades dos segurados e das empresas:

1991 – Auxílio Alimentação – Cestas Básicas em caso de morte do titular;

1993 – Nascimento de filhos com doença congênita;

1995 – Cobertura extensiva a empregados domésticos;

1997 – Reembolso à empresa das despesas com rescisão trabalhista – caso de morte do titular;

2006 – Pagamento antecipado especial por consequência de doença profissional;

2009 – Cesta Natalidade – Nascimento de filhos

Conquistas, Premiações e Citações

– Prêmio de Melhor Seguro Social Nacional, concedido pela ANSP – Academia Nacional de Seguros e Previdência;

– No estudo realizado pelo CBEDS – Conselho Empresarial Brasileiro – é reconhecido e citado como o microsseguro pioneiro no mercado segurador nacional, constante na linha do tempo na fase intitulada “Primórdios do Microsseguro”;

– No relatório Internacional do CENFRI – Centro de Regulamento e Inclusão Financeira, encomendado pela FUNENSEG – Escola Nacional de Seguros e pela CNSEG – Confederação Nacional das Empresas de Seguros, o PASI é citado como um modelo vitorioso de microsseguro e

– Nos relatórios da comissão consultiva de microsseguros da SUSEP, o PASI é reconhecido e recomendado como pioneiro em seu segmento de atuação e um case nacional de sucesso a ser seguido, assim como no relatório de pesquisa realizado pela FUNENSEG – Escola Nacional de Seguros – sobre produtos da iniciativa privada correlacionados com o microsseguro, onde é dedicado ao PASI um capítulo dentre os programas existentes.

SulAmérica lucra R$ 119,8 milhões no terceiro trimestre

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A Sul América S.A. (BM&FBovespa: SULA11) encerrou o terceiro trimestre de 2014 com lucro líquido de R$ 119,8 milhões, somando R$ 254,1 milhões de janeiro a setembro deste ano, o que representa um crescimento de 32,9% em relação ao mesmo período de 2013. A receita total consolidada foi de R$ 4,4 bilhões no trimestre, acumulando um total de R$ 12,6 bilhões no ano, com aumento de 18,9% na comparação com 2013.

“Contribuíram para os números positivos da empresa o nosso modelo diferenciado de negócios e nossa ampla rede de distribuição, com mais de 30 mil corretores, alicerçado no reconhecimento da marca SulAmérica”, afirma Gabriel Portella, presidente da companhia. Analisando em perspectiva, o executivo acredita que “esses diferenciais permitirão aproveitarmos as novas oportunidades de crescimento apresentadas pelo mercado brasileiro de seguros”.

Os prêmios de seguros cresceram 9,7%, totalizando R$ 3,5 bilhões no trimestre, com destaque para o segmento de saúde e odontológico, que teve aumento de 12,5% na comparação com o mesmo período de 2013 e de 13,8% em relação aos nove meses do ano passado, favorecido pelo início de um novo ciclo de reajuste de preços. Ainda no segmento de saúde e odontológico, a companhia continuou investindo de maneira consistente no incremento das ações de gestão de sinistro e aceleração dos programas de gestão de saúde. O desempenho da carteira de seguro saúde PME foi novamente o destaque, com prêmios crescendo 24,1% tanto na comparação com o 3T13 quanto com os 9M13. A carteira de PME já é responsável por cerca de 15% do total de segurados do segmento. Já os planos corporativos, que também incluem os coletivos por adesão, aumentaram 11,2% no trimestre em comparação ao mesmo período do ano passado.

A capitalização avançou 15,9% em relação ao terceiro trimestre de 2013. Já o segmento de seguro de automóveis apresentou aumento de 5,3% em comparação ao mesmo trimestre do ano passado. No acumulado de 2014, os prêmios de automóveis cresceram 7,6% em relação aos noves meses de 2013, com uma frota segurada de 1,6 milhão de veículos, crescendo a uma taxa de 6,7% no período.

A área de previdência privada registrou rendas de contribuição com expressivo crescimento (aumento de 44,5%) no trimestre em comparação ao mesmo período em 2013. No acumulado do ano, as contribuições atingiram R$ 368,6 milhões, um crescimento de 19,3% em relação ao mesmo período de 2013. As reservas de previdência apresentaram crescimento de 11,4% e atingiram o saldo de R$ 4,4 bilhões ao fim do período reportado, com destaque para o crescimento das reservas de VGBL, que cresceram 24,8% no período.

Em linha com um ambiente de taxas de juros mais elevadas, o resultado financeiro apresentou crescimento de 34,1% no trimestre, chegando a R$ 176,6 milhões. No período de nove meses encerrados em setembro, o resultado financeiro representou o montante de R$ 498,4 milhões, um aumento de 55,7% sobre 2013, impactado positivamente pela rentabilidade da carteira de ativos próprios de 103,1% do CDI. O índice combinado foi de 100,5%, com aumento de 1,7 ponto percentual em relação ao terceiro trimestre de 2013. Já o índice combinado ampliado melhorou 0,3 ponto percentual, consequência do bom desempenho dos investimentos em 2014.
“Estamos reafirmando nossa visão otimista para o mercado segurador e acelerando nossos planos de investimentos. Acredito que temos demonstrado uma clara capacidade de geração de valor de forma sustentável, mantendo uma performance equilibrada mesmo em momentos de maior volatilidade”, afirma Portella.

Executivos apontam mais oportunidades do que desafios para o segmento de vida e previdência daqui para frente

1511231_10203890364714450_44735757893546983_n“O Ministério da Fazenda é parceiro da indústria de seguros e afirmo a vocês que podem contar com o nosso apoio na busca do processo de aperfeiçoamento deste setor, que tem mais oportunidades do que desafios pela frente”, afirmou Paulo Rogério Caffarelli, Secretário Executivo do Ministério da Fazenda, durante a cerimônia de abertura do VII Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada, promovido pela FenaPrevi entre hoje e amanhã, em São Paulo, com a participação de mais de 500 executivos e especialistas do setor para debater tendências do mercado de previdência complementar aberta e de seguros de vida.

Marco Antonio Rossi, presidente da CNseg e que ex-presidente da Fenaprevi, fez questão de ressaltar na abertura do evento que essa é a primeira vez que um representante do Ministério da Fazenda participa do Fórum. “Agradeço a sua presença e também a escolha de Roberto Westenberger como Superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Estamos cercados de pessoas que conhecem o nosso mercado e contribuirão de forma efetiva para o crescimento deste setor, que forma com o governo uma importante Parceria Público Privada ao prover à sociedade proteções securitárias acima do patamar básico garantido pelo governo, com a oferta de planos de previdência complementar, planos de saúde privados e outros seguros que ajudam a construir um cenário melhor para todos”, enfatiza.

Osvaldo Nascimento, presidente da Fenaprevi, destacou o momento politico no qual o evento é realizado. “O Brasil acaba de reeleger Dilma Rousseff como presidência da República numa acirrada disputa, com a menor margem já vista, o que sinaliza claramente que a sociedade deseja mudanças”. O executivo afirmou que a Fenaprevi está alinhada com os compromissos alinhados pela da presidente Dilma logo após ter sido eleita. “Para nós, o mais importante é manter o diálogo”, acrescenta.

Em termos econômicos, Nascimento cita a importância do combate a inflação, a prioridade de uma política fiscal e o foco no crescimento econômico, além do combate implacável à corrupção e mais transparência na gestão pública. “Também destaco que priorizar a educação e fazer a reforma politica mediante consulta popular são desejos da presidente alinhados com os do nosso setor. Com certeza, o maior vencedor será o cidadão brasileiro”, afirma. Referindo-se especificamente ao setor de previdência, Nascimento destaca que é primordial que o País tenha estabilidade econômica, preservação da renda do trabalhador, estabilidade de regras, bem como perspectivas para a previdência social, que deve continuar passando por micro reformas.

De acordo com Roberto Westenberger, superintendente da Susep, a longevidade coloca nos ombros das companhias do mercado segurador uma grande responsabildiade, que foge ao marco econômico e tem um cunho social muito abrangente. “Fico feliz que as cabecas pensantes estão reunidas para debater esse futuro que já esta ai. A Susep está fazendo a sua parte, estimulando o laboratório de produtos, que já conta com cinco na mesa de estudo, entre eles três de previdência: o VBGL Saúde, o Universal Life e o desenvolvimento de resseguro para os fundos de pensão no risco de longevidade”, citou, ressaltando que para conseguir sucesso nessa empreitada é preciso juntar forças. “Regulador, fabricantes dos produtos e corretores são peças fundamentais para levar ao consumidor as proteções ofertadas pela indústria e assim desenvolver ainda mais o mercado segurador do que já presenciamos nos últimos anos, com o salto na participação do PIB de 2,4% em 2003 para 4% em 2013”.

Os investidores apostam no Brasil, afirmou Caffarelli. “As reservas somam US$ 375 bilhões, a dívida líquida correspondente a 35,9% PIB e registramos US$ 66 bilhões de investimento estrangeiro direto neste ano, o mesmo patamar de 2010, quando o crescimento do País foi bastante significativo”, ressaltou. Esses dados, além de mostrar um alívio, não reduzem os desafios do governo com trazer a inflação do teto da meta para um nível mediano e trazer os juros para um patamar internacional.

Mesmo diante de um cenário nacional e internacional desafiador, o secretário periodizou o investimento. “O Brasil terá de priorizar uma série de inventimentos, principamlente em infraestrutura. O volume de recursos que temos, quase R$ 1,5 trilhão nos próximos oito anos. Recursos do BNDES, uma vez que nao temos funding de 20 anos ainda no Pais, mas o grande ator dessa revolução de infraesturutra vai passar pelo mercado de capitais, operações de corporate finance, project finance, poupança interna, na qual as empresas de seguros têm papel fundamental, e também investimento estrangeiro”, citou.

Além de serem investidoras institucionais, com mais de R$ 400 bilhões administrados em ativos, as seguradoras são provedoras de seguros que visam proteger os empreendimentos de perdas patrimoniais por acidetentes aleatórios. “Enfim, temos mais oportunidades do que desafios e quero reforçar que o Ministério da Fazenda está disposto a contribuir para a construção do desenvolvimento deste setor”.

Armando Vergílio, presidente da Fenacor, destacou dois grandes desafios sob a ótica do corretor de seguros. “O primeiro é termos produtos que sejam interessantes para os corretores venderem”, diz. Hoje, boa parte do crescimento da previdência se deve ao VGBL, um produto que não tem grande atratividade de distribuição via corretor e por isso é dominado pela distribuição via bancos. O segundo, acrescenta, é discutir a autoregulação da distribuição via agentes. “Não adianta ter farta distribuição sem ter a fiscalização”. Superando esses dois desafios, o próximo passo é terA produtos atrativos. “E para isso peço ao Caffarelli e ao titular da Susep o apoio na agilização da aprovação do VGBL Saúde que está na pauta do governo há alguns anos”.

Mauro Batista, presidente do Sindseg-SP, comemorou o fato de o setor contar com o apoio do governo no desenvolvimento doseguro, “que passa a cada dia a ter um contexto muito importante na vida das pessoas. Já temos notícias de que a pesoa que vai viver 150 anos já nasceu, E isso sinaliza que muitos seguros serão necessários para todos os ciclos de vida das pessoas”.

Luciano Snel, representante da Comissão Organizadora, agradeceu o empenho de todos para a realização do evento. “A participação de todos foi muito valiosa para trazermos para o evento renomados especialistas internacionais em medicina de seguros, medicina regenerativa, em canais de distribuições e novas tecnologias, que nos ajudaram a diagnosticar os impactos de tudo isso no setor e aprofundar os debates sobre as estratégias que devemos adotar para continuar construindo um setor sólido e moderno”.

Projetos abrem crédito extra para o Ministério da Agricultura

Agência Câmara

A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa um projeto (PLN 32/14) que abre crédito de R$ 310,1 milhões em favor do Ministério da Agricultura. O dinheiro permitirá o pagamento de subvenção econômica ao prêmio do seguro rural nas contratações realizadas pelos produtores rurais junto às seguradoras, em benefício de 25 mil produtores rurais em 2014. A dotação atual é insuficiente para cobrir a demanda pelo benefício na safra de verão.

Os recursos extras serão usados ainda para pagar as despesas com a realização de concurso público para preenchimento de 242 cargos no Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o crédito viabilizará a continuidade do Programa de Vendas em Balcão, a finalização do acompanhamento de safras em 2014 e a compra de mobiliário para as 27 superintendências regionais, para atender as necessidades decorrentes do aumento do número de empregados oriundos de concurso público.

Por fim, o crédito destinado à Conab será usado na reforma e na modernização da matriz da companhia no Distrito Federal e da sede da superintendência regional no Ceará.

Bradesco Seguros é Top of Mind do Datafolha pela 13ª vez consecutiva

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Pelo 13º ano consecutivo, a marca Bradesco Seguros foi apontada pelo Instituto Datafolha como Top of Mind na categoria “Seguros”. A premiação – concedida anualmente às marcas mais lembradas pelo consumidor, com base em levantamento realizado em 171 municípios brasileiros – ocorreu na segunda-feira, 27 de outubro, em São Paulo. O Instituto ouviu 5.694 pessoas, en tre 28 e 30 de julho último.

Essa importante conquista reforça a liderança do Grupo Bradesco Seguros e reflete a sua estratégia de atuar em todos os municípios do País, promovendo ações para oferecer aos seus clientes e corretores excelência no atendimento, assim como a tranquilidade por meio de seus produtos e serviços.

Criado em 1991, o prêmio é resultado de um levantamento anual feito por amostragem com a população adulta, em âmbito nacional, e de diferentes níveis sociais e escolaridades. Em 2014, foram premiadas as marcas mais lembradas pelo consumidor brasileiro em 40 categorias de produtos e serviços.

“Ser a marca mais lembrada reforça a certeza de que a comunicação adotada pelo Grupo Bradesco Seguros se identifica com o cliente ao mostrar a importância de se ter um seguro e a segurança que ele proporciona”, afirma Alexandre Nogueira, Diretor da Bradesco Seguros.

Marca dos Jogos Rio 2016 – Patrocinador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 – sendo a seguradora oficial do evento –, o Grupo Bradesco Seguros trabalha suas áreas de atuação por meio da campanha “Vai que…” No último domingo, 26 de outubro, estreou a nova fase da campanha para falar da importância de contar com um Bradesco Seguro Residencial. A penúltima – relativa ao Bradesco Seguro Auto – foi vista por mais de 5 milhões de visitantes do Youtube. Criada em 2010, a campanha da Bradesco Seguros atraiu a atenção dos consumidores ao mostrar, com humor e leveza – por meio de personagens conhecidos do público, como o Batman, por exemplo -, a importância de ter um seguro da marca Bradesco Seguros e estar preparado para imprevistos.

Uma das mais importantes iniciativas é a Árvore de Natal da Bradesco Seguros – a maior árvore de Natal flutuante do mundo, segundo o Guinness Book of Records —, patrocinada pelo Grupo e montada há 19 edições consecutivas sobre o espelho d’água da Lagoa Rodrigo de Freitas. Com seus 85 metros de altura, o equivalente a um edifício de 28 andares e 542 toneladas, a Árvore é um dos três maiores eventos do Rio de Janeiro, após o Carnaval e o R&eacu te;veillon, e já se tornou referência internacional.

O Grupo realiza também investimentos em ações que promovem a conquista da longevidade com qualidade de vida e bem estar. O “Conviva”, movimento que difunde a prática do exercício físico e o bem-estar e a adoção de hábitos mais saudáveis, como também a convivência harmoniosa entre ciclistas, motoristas e pedestres, é um exemplo dessa política.

Destaque ainda para o Circuito da Longevidade — que desde 2007 promove provas de corridas e caminhadas pelo Brasil, reunindo mais de 300 mil pessoas — e o Fórum da Longevidade (que ocorreu de 15 a 17 de outubro).

Manter uma política de incentivo à cultura é compromisso permanente do Grupo Segurador. O Circuito Cultural Bradesco Seguros apresenta ao público um conjunto diversificado de iniciativas artísticas nacionais e internacionais de grande sucesso. Entre as atrações realizadas recentemente, destacam-se “O Rei Leão”, o “Ballet Kirov” e a exposição “Jogos Olímpicos: Esportes, Cultura e Arte”.

Mapfre Consórcios supera R$ 350 milhões em vendas

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A Mapfre Consórcios, empresa do Grupo MAPFRE, atingiu, até setembro, a marca de R$ 350 milhões em vendas. Com o volume comercializado, a empresa, que surpreendeu o segmento ao ser a primeira companhia digital do ramo, passa a ser um dos principais players do mercado brasileiro, com crescimento real para 2014 superior a 79%.

Para aumentar ainda mais as suas vendas, a Mapfre Consórcios lançou novas cartas de crédito de imóvel, nos valores de 200 mil a 400 mil. A empresa tem como objetivo garantir novas possibilidades aos clientes, oferecendo, dessa forma, uma abrangência maior na escolha do imóvel.

Nestes primeiros 18 meses de atuação, a empresa inovou oferecendo serviços inéditos e personalizados em plataformas digitais, garantindo, dessa forma, mais praticidade e transparência aos consumidores.

Um dos maiores diferencias da Mapfre Consórcios é o canal do consorciado, uma página exclusiva a qual o consorciado pode acompanhar o seu processo de contemplação, ver os resultados das assembleias, retirar o seu boleto, entre outros serviços. A empresa é a única do segmento a oferecer este benefício para o cliente, se destacando ainda mais no mercado.

Outro diferencial da companhia é disponibilizar, após a contemplação, um atendente exclusivo para que ele possa ter tranquilidade na condução de todo o processo até a entrega do bem. Estas características têm contribuído significativamente para a expansão da companhia.

De acordo com o superintendente da Mapfre Consórcios, Alex Korner, o resultado alcançado mostra a força da MAPFRE Consórcios no cenário nacional e seu comprometimento com os clientes. “Temos investido significativamente em tecnologia e em inovações para oferecer aos nossos clientes ferramentas exclusivas que possibilitam um amplo acesso à informação, e que facilitam o dia a dia do consorciado, como a possibilidade de dar lances por SMS, algo inédito no mercado”, finaliza.

Pesquisa FenaPrevi Ipsos revela hábitos de seguros pessoais entre os consumidores brasileiros

fenaprevi 1A maioria dos brasileiros (66%) se preocupa com situações imprevisíveis no futuro, mas apenas 31% toma alguma iniciativa para se precaver. A maioria, 66%, não adota nenhuma ação financeira para se preparar para adversidades. Os dados constam de pesquisa realizada pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), entidade que representa 75 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

Conduzido pelo Instituto Ipsos, com base em entrevistas domiciliares com 1,5 mil indivíduos (53% do sexo feminino e 47% masculino) das cinco regiões do país, das classes A/B, C e D/E, o estudo mostra que entre os precavidos, apenas 35% adota os seguros como instrumento de proteção. As aplicações financeiras vêm em primeiro lugar (36%) e a economia doméstica não convertida em investimentos é a terceira colocada representando a estratégia adotada por 29% dos precavidos. Outras ações (investimentos, por exemplo) responderam por 5% do segmento.

O estudo também procurou entender a posse de seguros de pessoas no país, modalidade que engloba seguros de vida e de acidentes pessoais, entre outros produtos do gênero. Os dados, tomando por base a totalidade da amostra (incluindo precavidos e não precavidos), revelam que apenas 18% da população têm algum seguro pessoal contratado.

A modalidade com maior penetração entre os consumidores brasileiros é o seguro funeral, que cobre despesas com sepultamento e procedimentos burocráticos em caso de falecimento do segurado. Do total da amostra examinada pela pesquisa da FenaPrevi, 11% declararam ter contratado um seguro deste gênero.

O seguro por morte é o segundo colocado, de acordo com a pesquisa, alcançando 8% da amostra. Em terceiro lugar vêm os seguros por invalidez e o seguro de acidentes pessoais, com 4% de penetração cada.

Os seguros por desemprego e perda de renda alcançam apenas 1% da mostra, modalidade que é seguida por seguro viagem (0,5%), seguro educacional (0,3%) e seguro prestamista (0,1%), este último destinado a cobrir o pagamento de parcelas em financiamentos em caso de morte, invalidez, desemprego ou perda de renda do segurado.

Entraves

Não ter renda disponível para adquirir uma apólice, é a principal dificuldade para 53% da amostra analisada. Outros 44% dizem nunca ter se interessado por contratar um seguro, e 15% declaram achar o preço alto para o benefício que o produto oferece. Outros 5% disseram não ter informações suficientes para adquirir um seguro e 1% disse não acreditar em seguros. “Mesmo que a renda tenha avançado nos últimos anos, ela ainda segue sendo um entrave para o crescimento do setor de seguros de pessoas”, analisa Osvaldo Nascimento, presidente da FenaPrevi. “Conforme a pesquisa indica, no contexto da média do orçamento familiar brasileiro, o seguro ainda é um item de proteção financeira inacessível”, complementa.

Embora apenas 5% tenham declarado a falta de informações como obstáculo para contratar um seguro, a questão também é encarada pela FenaPrevi como fundamental para a expansão do mercado.

Conhecimento

Segundo a pesquisa, embora 96% das pessoas declarem já ter ouvido falar sobre seguros de pessoas, 64% não sabem apontar os benefícios dos produtos. O estudo mostra ainda que apenas 35% dos entrevistados compreendem as vantagens de se contratar um seguro pessoal. Neste universo, 53% compreendem as coberturas e veem o ressarcimento e as indenizações como principais benefícios e 32% apontam a prevenção para o futuro como benefício central. “O conhecimento das vantagens é determinante para se contratar um seguro, e a informação é fundamental para conquistar novos consumidores”, diz o presidente da FenaPrevi.

Mais lembrados

No quesito conhecimento dos produtos (já ouviu falar) o seguro por morte é o campeão da popularidade: 90% dos entrevistados conhecem o produto. O segundo colocado é seguro por invalidez, conhecido por 87% dos entrevistados, seguindo por seguros de acidente pessoal e seguro funeral, com 80% de conhecimento cada. Também é alto o percentual (70%) dos que conhecem ou já ouviram falar do seguro por desemprego ou perda de renda.

Mas não são todas as modalidades que atingem este grau de conhecimento primário (sem detalhamento de coberturas e benefícios). Outras modalidades de seguros de pessoas alcançam patamar inferior de lembrança e conhecimento, caso do seguro viagem (52%), do seguro habitacional (40%) e do educacional (39%). O seguro prestamista, que cobre parcelas de financiamento em caso de morte, invalidez ou perda de renda do segurado, é conhecido por 39% dos indivíduos ouvidos pelo levantamento.

Importância de se fazer seguros

A pesquisa da FenaPrevi também investigou a percepção dos brasileiros quanto a importância de se fazer seguros. Apenas 18% dos entrevistados disseram ser indispensável ou muito importante, 54% disseram considerar importante e 22% disseram ser pouco importante contar com a proteção de um seguro. Outros 4% não souberam avaliar.

Segundo estudo, a rede de familiares é a grande fonte de influenciadores para a contratação de um seguro. Do universo que possui algum seguro, 32% ficaram sabendo do produto por intermédio de um familiar. Outra zona de influência vem do trabalho: 20% declararam ter seguro contratado pelo empregador.

Os corretores de seguros surgem apenas como terceira maior fonte influenciadora, tendo sido responsáveis pela apresentação do produto a 18% da amostra. Gerentes de banco foram citados por 17% da amostra. Já os amigos surgem como a quinta principal fonte influenciadora e responsável por apresentar os seguros aos brasileiros, segundo 16% dos entrevistados. O restante da amostra tomou conhecimento do seguro que contratou por meio de propagandas ou anúncios (6%) colegas de trabalho (5%), vizinhos (3%), internet (3%), concessionária de serviço público (2%), call center (2%), orientação do empregador (1%), conta de luza, água, telefone, condomínio (1%) e outros (2%).

“As relações familiares são a principal fonte de informação dos segurados. A referência de boas experiências e a satisfação pessoal é muito importante para propagar os benefícios do seguro. Mas vemos também espaço para ampliar o conhecimento sobre os benefícios desses produtos por outros meios e canais”, explica Nascimento.

Posse e intenção de compra

O levantamento da FenaPrevi também apurou a intenção de contratação de seguros pelos entrevistados. De acordo com os dados apurados, 4,5% dos brasileiros manifestam interesse em contratar um seguro pessoal nos próximos 12 meses. O líder de intenções de compra é o seguro por morte, com 2,3% das intenções, seguido por seguro funeral (2%), seguro por invalidez (1,7%), seguro por acidentes pessoais (1,1%), desemprego e perda de renda (0,9%), seguro educacional (0,3%), seguro viagem (0,2%), seguro prestamista (0,1%). “A intenção de adquirir um seguro pessoal ainda é baixa entre os consumidores brasileiros e o mercado tem o desafio de proporcionar esclarecimento e educação financeira para aumentar a base dos interessados”, diz Nascimento.

Presença por região e classe social

O grande desafio, de acordo com o levantamento, é tornar o seguro de pessoas e suas vantagens mais conhecidas de forma mais uniforme em todo o país. Os diferenciais do produto são mais percebidos no Sul e Sudeste: 43% das famílias do Sul e 42% do Sudeste sabem algo sobre as coberturas e os seus benefícios. No Nordeste, Centro-Oeste e Norte, o índice cai para 24%, 23% e 18%, respectivamente.

Quando analisado o conhecimento dessa modalidade de proteção por classe social, 47% dos entrevistados das classes AB; 32% da classe C; e 16% das classes DE declaram conhecer as vantagens de se contratar um seguro de pessoas. “Ainda é baixo o índice de conhecimento e das vantagens e isso nos traz oportunidades de expansão em novas regiões e classes sociais”, avalia o presidente da FenaPrevi.

Análise por faixa etária e gênero

Quando analisada a percepção dos entrevistados por gênero, embora as mulheres já representem 50% da força de trabalho e serem mais escolarizadas, os homens têm mais informações sobre os seguros, segundo o estudo FenaPrevi/Ipsos.

De acordo com o levantamento, 36% dos homens dizem conhecer os produtos e seus benefícios e 63% não têm conhecimento. Em relação às mulheres, 33% têm conhecimento e 65% não.

Em relação à faixa etária, 37% homens e mulheres com idades entre 23-29, 30-35, 36-44, 45-49 anos sabem sobre as vantagens dos produtos. Entre o público masculino e feminino de 50-59 anos, 35% também conhecem os benefícios. Já entre homens e mulheres com 60 anos ou mais, 27% declaram conhecer as vantagens dos produtos de seguros de pessoas.

Superintendente da Susep participa de encontro com mercado mineiro

Release

O superintendente da Susep, Roberto Westenberger, é o convidado especial do encontro que será realizado no dia 7 de novembro, em Belo Horizonte, com profissionais do mercado segurador mineiro. O evento é realizado pelas entidades representativas dos corretores e seguradores, entre elas ClubCor-MG, CSP-MG, Sincor-MG e Sindseg MG/GO/MT/DF.

Westenberger será recebido pelos dirigentes dessas instituições a partir das 11 horas, no Hotel Promenade, no bairro de Lourdes, onde participa de palestra seguida de almoço. Na oportunidade, o superintendente vai falar das principais realizações de sua gestão frente à autarquia, além de apresentar os projetos voltados para o desenvolvimento dos seguros de pessoas no País.

O evento, intitulado “Conversando com a Susep”, é voltado aos associados das entidades patrocinadoras. Os convidados devem confirmar presença até o dia 3 de novembro.

Serviço

Evento: Conversando com a Susep – Palestra com o superintendente da autarquia, Roberto Westenberger
Data: 7 de novembro (sexta-feira)
Local: Hotel Promenade, Avenida Olegário Maciel, 1.748, Lourdes, Belo Horizonte-MG
Horário: 11h às 14h30
Realização: ClubCor-MG, CSP-MG, Sincor-MG e Sindseg MG/GO/MT/DF

Roubos no Estado de SP aumentam 16,7%

O número de casos de homicídio no Estado de São Paulo caiu 11,9% em setembro deste ano em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública nesta segunda-feira, Porém, os casos de roubos aumentaram 16,7% no mesmo período. O número de latrocínios, roubo seguido de morte, também teve aumento de 19,2%.

Em relação aos números absolutos, os casos de homicídios caíram de 379 em setembro do ano passado para 334 no mesmo mês deste ano. Os roubos subiram de 21.493 em setembro de 2013 para 25.083 no mesmo mês em 2014. Latrocínio passou de 26 casos para 31.

Em relação à capital paulista, os homicídios apresentaram alta de 6,5% – passaram de 92 casos para 98. Os roubos passaram de 10.669 no ano passado para 12.800 no mês passado, alta de 20%. Os latrocínio foram de 8 casos em 2013 para 13 casos neste ano, alta de 62,5%.