Mapfre obtém no Brasil um lucro líquido de R$ 330 milhões nos nove meses do ano, 61% a mais que em 2013

Toneto: Acreditamos que as diversas medidas de revisão técnica adotadas em nossa carteira de Auto e a melhora do cenário macroeconômico devem gerar efeitos positivos em nossos resultados locais em 2018

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A Mapfre obteve no Brasil um volume de prêmios de R$12,26 bilhões nos nove primeiros meses deste ano, 15,5% a mais que no mesmo período do ano anterior, e aumentou seu lucro em 61%, chegando a R$330 milhões. O Brasil aporta 22,5% dos prêmios e 13,7% dos resultados da MAPFRE no mundo.

Segundo o presidente do grupo Mapfre no Brasil, Wilson Toneto, “o desempenho positivo das operações no Brasil reforçam a estratégia que combina a solidez financeira, atuação multicanal, a presença em todo o território brasileiro e uma equipe altamente profissional e dedicada. Crescemos mais que o mercado em praticamente todas as linhas de negócio de seguros e produtos financeiros, principalmente nos seguros de Vida, Agropecuário e Riscos Industriais.” O forte aumento das receitas financeiras, em relação ao ano anterior também foi destacado pelo executivo, e é explicado pelos ajustes negativos no valor de mercado de investimentos no ano anterior e pelo aumento das taxas de juros, nos últimos 12 meses.

Na América Latina, a Mapfre obteve um volume de prêmios de 7,085 bilhões de euros nos nove primeiros meses deste ano, 2,1% a mais que no mesmo período do ano anterior, e aumentou seu lucro atribuível na região em 28%, chegando a 721 milhões de euros. A América Latina já aporta quase 40% de prêmios e 30% dos lucros da MAPFRE no mundo.

A Regional Latam Sul (Argentina, Colômbia, Chile, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela) aporta 11,6% dos prêmios e 10,8% do lucro. Seus prêmios chegaram a 2,095 bilhões de euros (-3,4%). Os prêmios da Regional Latam Norte (Costa Rica, El Salvador, Guatemala Honduras, México, Nicarágua, Panamá e República Dominicana), que representam 5,1% do total, chegaram a 914 milhões de euros, o que representa um aumento de 8,6%.

Os crescimentos na América somente não foram maiores em razão da forte depreciação da maior parte das moedas no período, quando comparadas ao euro. Em termos globais, a Mapfre obteve nos nove primeiros meses deste ano receitas de 19,793 bilhões de euros, 1,6% a mais que o ano anterior, o crescimento de prêmios de seguros por sua vez cresceu 1,8%, chegando a 16,857 bilhões de euros. Estes crescimentos foram em grande parte, decorrentes do negócio procedente do Brasil, da recuperação progressiva das vendas na Espanha e da evolução positiva da atividade de Resseguro e Assistência. O índice combinado foi mantido no excelente nível de 95,8%. Em moeda constante (descontando os efeitos das depreciações das moedas), os prêmios cresceram 8,3%.

O lucro antes de impostos e minoritários chegou a 1,454 bilhão de euros, 13% a mais, enquanto o lucro líquido atribuível (líquido de impostos e sócios minoritários) situou-se em 673 milhões de euros, queda de 1,6% em comparação ao mesmo período do ano anterior. A redução se explica parte pelo maior peso dos impostos e parte pela maior divisão de lucros com sócios externos. Em moeda constante, o lucro líquido atribuível cresce 3,7%.

Os prêmios do negócio “Não-Vida” chegaram a 12,553 bilhões de euros, no final de setembro (crescimento de 1%), enquanto no negócio “Vida” cresceram 4,4%, chegando a 4,304 bilhões de euros. A poupança gerida cresceu 13,6%, chegando a 37,734 bilhões de Euros.

“Estes resultados confirmam a evolução positiva do negócio global da MAPFRE, especialmente nos mercados estratégicos. Na Espanha, onde também se percebem sinais cada vez mais claros de reativação da economia, se constata o sucesso da nossa estratégia”, afirmou Antonio Huertas, Presidente da Mapfre.

O Conselho de Administração do Grupo aprovou o pagamento de dividendos vinculados aos resultados de 2014, de 0,06 euros por ação, o que significa aumento de 20% em comparação ao ano anterior. Deste modo, os dividendos totais que serão pagos no ano, aumentarão para 0,14 Euros por ação o que indica que a companhia destinará um total de 431,2 milhões de euros para a retribuição aos seus acionistas.

BB tem lucro líquido de R$ 2,8 bilhões no 3º trimestre de 2014

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O Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 2,8 bilhões no terceiro trimestre de 2014, representando RSPL de 15,5%. A remuneração aos acionistas atingiu R$ 1,1 bilhão, montante equivalente a 40% do lucro líquido, sendo R$ 941,3 milhões na forma de juros sobre capital próprio (JCP) e R$ 155,8 milhões em dividendos. O valor por ação alcançou R$ 0,39. No trimestre o lucro líquido ajustado atingiu R$ 2,9 bilhões, RSPL ajustado de 16,1%.

Os ativos do Banco do Brasil atingiram R$ 1,43 trilhão em set/14, crescimento de 13,7% em 12 meses e 2,2% em relação ao trimestre anterior, favorecido principalmente pela expansão da carteira de
crédito. O Banco do Brasil é líder em ativos entre as empresas do setor financeiro da América Latina.

A carteira de crédito ampliada, que inclui TVM privados e garantias prestadas, atingiu R$ 732,7 bilhões em set/2014, crescimento de 12,3% em 12 meses e 1,9% em relação ao trimestre anterior. Destaques para o financiamento imobiliário e crédito ao agronegócio, que registraram evolução de 73,1% e 21,8% em 12 meses, respectivamente. No período, o BB manteve a sua liderança em crédito no Sistema Financeiro Nacional (SFN), com 21,1% de participação de mercado.

A carteira de crédito orgânica, formada por operações com clientes pessoa física do Banco do Brasil, finalizou o terceiro trimestre de 2014 com saldo de R$ 145,6 bilhões, crescimento de 2,3% no trimestre e de 12,0% em 12 meses. As linhas de menor risco (Crédito Consignado, CDC Salário, Financiamento de Veículos e Crédito Imobiliário) alcançaram 76,1% do total da carteira, crescimento de 13,7% em doze meses.

O Crédito Imobiliário atingiu saldo de R$ 35 bilhões em set/14, aumento de 73,1% em relação ao mesmo período de 2013. O financiamento às empresas cresceu 108,0% em um ano, atingindo saldo de R$ 9,3 bilhões e o financiamento às pessoas físicas evoluiu 63,2% no mesmo período, alcançando um saldo de R$ 25,7 bilhões.

No acumulado em 12 meses, o BB desembolsou um montante de R$ 13,8 bilhões neste tipo de operação, evolução de 44% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Este desempenho permitiu ao Banco elevar sua participação de mercado no último ano, de 5,19% para 7,38%, de acordo com os últimos dados divulgados pelo Banco Central (posição: Jul/14).

O financiamento ao agronegócio encerrou o terceiro trimestre de 2014 com a marca de R$ 158,4 bilhões. Esse montante é 21,8% maior do que o registrado no mesmo período de 2013. Na safra 2014/15, o Banco do Brasil desembolsou R$ 20,6 bilhões em operações de crédito rural, evolução de 33,3% em relação à safra anterior.

O BB mantém a sua liderança neste segmento, atingindo 63,2% de participação conforme os dados do Sistema Nacional de Crédito Rural. Destaques para as operações de investimento, que atingiram saldo de R$ 69 bilhões, evolução de 31,3% em 12 meses.

O saldo de crédito concedido às empresas encerrou set/14 com R$ 342 bilhões, crescimento de 12,8% em 12 meses e 2,0% em relação ao trimestre anterior. As operações de capital de giro1 e de investimento, que representam 72,1% do total, obtiveram crescimento de 11,1% e 23,6% em 12 meses, respectivamente.

No período, o Banco do Brasil manteve-se como principal parceiro do segmento de micro e pequenas empresas (MPE), que engloba as empresas com faturamento bruto anual até R$ 25 milhões. Ao final do terceiro trimestre, o saldo da carteira de crédito relacionado ao segmento alcançou R$ 101,5 bilhões, crescimento de 7,5% em 12 meses.

Os índices de inadimplência do BB se mantiveram em patamares menores do que os observados no SFN. Ao fim de set/14, o índice de operações vencidas há mais de 90 dias representou 2,09% da carteira de crédito. No mesmo período, o SFN registrou índice de 3,0%.

A qualidade da carteira de crédito do Banco do Brasil é evidenciada pela concentração de 94,8% das operações na faixa de risco AA-C. O nível de cobertura da carteira de crédito, que demonstra a relação entre a provisão existente e as operações vencidas há mais de 90 dias, encerrou o mês de setembro em 185,9%, mantendo-se acima do nível apresentado pelo mercado.

As captações comerciais, que incluem Depósitos Totais, Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Operações Compromissadas com Títulos Privados, atingiram saldo de R$ 623,5 bilhões. Destaque para os saldos de LCA e Operações Compromissadas com Títulos Privados que atingiram R$ 105,5 bilhões e R$ 41,2 bilhões, crescimento de 57,1% e 60,6% em doze meses, respectivamente.

Em 2014, o Banco do Brasil atuou em 29 das 48 operações de captação externa realizadas no mercado de capitais internacional, todas elas na condição de joint book-runner. As operações coordenadas pelo BB somaram US$ 28,9 bilhões, mantendo a liderança do BB no ranking ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais), com participação de 69,6%.

No terceiro trimestre, destaque para a coordenação da operação de estruturação e distribuição de CRA (Certificados de Recebíveis do Agronegócio) com lastro em debênture, realizada em conjunto com o Banco Votorantim. No total foram distribuídos R$ 270 milhões, sendo totalmente absorvidos por investidores pessoa física.

O volume de câmbio contratado no BB no 3T14 apresentou crescimento em relação ao observado no mesmo período do ano anterior. No câmbio exportação, o montante comercializado alcançou US$ 15 bilhões, evolução de 4,3% na mesma base comparativa. Considerando-se os valores desembolsados no câmbio importação, o crescimento foi de 1,5%, alcançando US$ 12,5 bilhões. O Banco do Brasil manteve a liderança nestes dois mercados, com 26,3% e 22,3% de participação, respectivamente.

No financiamento às exportações, os desembolsos de Adiantamentos sobre Contratos de Câmbio (ACC) e sobre Cambiais Entregues (ACE) foram de US$ 2,6 bilhões, aumento de 6,3% em relação ao terceiro trimestre de 2013. Com participação de 26,9%, o BB continua na liderança da modalidade.

A BB Seguridade registrou lucro líquido de R$ 822,3 milhões no terceiro trimestre de 2014, resultado 50,1% superior em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado em 9 meses, o lucro líquido atingiu R$ 2,3 bilhões, crescimento de 49,1% sobre o resultado do 9M13. Esse resultado corresponde a um retorno sobre o patrimônio líquido médio anualizado de 51,3%.

As receitas nos segmentos de seguro, previdência e capitalização atingiram R$ 38,1 bilhões em 2014, evolução de 25,6% em relação às receitas do mesmo período de 2013. Destaque para as receitas de corretagem, que totalizaram R$ 1,7 bilhão no mesmo período, crescimento de 31,8% em relação ao ano anterior.

No segmento de previdência, as receitas com contribuições alcançaram R$ 21,6 bilhões no acumulado dos nove primeiros meses de 2014. A Brasilprev, coligada da BB Seguridade, destaca-se no segmento por apresentar índices de resgate entre os melhores do mercado. Em termos de captação líquida, o segmento de previdência atingiu R$ 13,9 bilhões no período, crescimento de 55,5% sobre o mesmo período de 2013. Esse desempenho permitiu à Brasilprev atingir a expressiva marca de 61,7% de participação de mercado nesse critério.

O faturamento com cartões atingiu R$ 172,5 bilhões no 9M14, crescimento de 17,9% sobre o mesmo período de 2013. Destaca-se o volume movimentado em compras no segmento de pessoas jurídicas, que cresceu 29,0%, demonstrando o potencial desse mercado.

O bom desempenho no volume transacionado refletiu no aumento das receitas relacionadas aos negócios com cartões, que atingiram R$ 4,65 bilhões, crescimento de 13,3% sobre igual período do ano anterior.

Em continuidade à estratégia da diversificação de resultados, o BB prosseguiu com o desenvolvimento dos negócios referentes às empresas: Stelo S.A., empresa de meios eletrônicos de pagamento e e-commerce; Livelo S.A., empresa que atuará nos negócios relacionados ao programa de fidelidade, e Movera S.A., empresa que prestará serviços ao segmento de microfinanças.

A BB Consórcios registrou lucro líquido de R$ 50,8 milhões no terceiro trimestre de 2014, incremento de 35,1% em comparação ao 3T13. O resultado acumulado de 2014 atingiu R$ 132,2 milhões, crescimento de 23,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse desempenho corresponde a um retorno sobre patrimônio líquido de 83,1%. As receitas com prestação de serviços apresentaram evolução de 21,7%, totalizando R$ 242,2 milhões. A administradora obteve a terceira posição no ranking geral do mês de setembro divulgado pelo Banco Central, com 557,3 mil cotas ativas. No segmento veículos, a BB Consórcios ocupa a segunda posição, com 522,3 mil cotas ativas.

No 3T14, a BB DTVM alcançou o saldo de R$ 555,8 bilhões em recursos de terceiros com participação de mercado de 22,0%. O resultado representou crescimento de 15,0% em relação ao mesmo período de 2013. A captação no trimestre totalizou R$ 6,9 bilhões, com destaque para os segmentos de previdência (R$ 3,8 bilhões) e referenciado DI (R$ 2,6 bilhões).
De acordo com dados mais recentes da ANBIMA, a BB DTVM é líder nos segmentos de investidor institucional, poder público e varejo. Os maiores crescimentos nos saldos administrados foram registrados nos segmentos varejo (+R$ 9,8 bilhões) e investidor institucional (+R$ 8,2 bilhões).

No terceiro trimestre de 2014, as transações bancárias efetuadas por meio dos canais automatizados tais como internet, mobile banking, terminais de autoatendimento, central de atendimento e POS (point of sale), disponibilizados pelo Banco do Brasil, representaram 92,1% das operações bancárias efetuadas pelos clientes. Destaque para a evolução dos canais internet e mobile, que já representam 48,8% das transações, crescimento de 11,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Os canais automatizados do BB são um diferencial estratégico, disponibilizando uma ampla gama de serviços e produtos aos clientes, além de contribuir no controle de custos.

Senadores defendem seguro para garantir a renda de produtores rurais

Fonte: Agência Senado

A principal queixa dos produtores rurais é a inexistência de um seguro que garanta a renda do agricultor em caso de problemas na lavoura, segundo observaram senadores que participaram de reunião da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado (CRA), nesta terça-feira (4). O debate abordou também a questão do crédito agrícola. Embora o volume de crédito tenha aumentado nos últimos anos, ressaltaram os participantes, os produtores rurais enfrentam dificuldades na obtenção dos recursos, seja pela burocracia na hora de contratar o financiamento, seja pela dificuldade para cumprir o contrato e efetuar os pagamentos.

A audiência faz parte do plano de trabalho da comissão para a avaliação de políticas públicas, no que diz respeito ao planejamento, execução e controle desse tipo de financiamento para produtores rurais.

Segundo o senador Ruben Figueiró (PSDB-MS), que apresentará um relatório sobre a situação do crédito para agricultores, não basta conceder o crédito, mas garantir a tranquilidade do produtor em caso de problemas nas safras, como doenças, secas ou outras alterações climáticas que acabam afetando a lucratividade do setor.

– Ao plantar, acreditamos na ação do governo e contraímos muitos empréstimos. Alguns deles levaram a uma situação de inadimplência de alguns produtores. O que falta realmente é uma assistência técnica, um programa de extensão rural mais preciso e fazer com que os bancos também diminuam a burocracia – apontou.

A senadora Ana Amélia (PP-RS) também se queixou de uma excessiva burocracia que têm dificultado o acesso ao crédito e, disse ser importante o estabelecimento de um seguro de renda que garanta proteção ao produtor, caso ele tenha problemas com a venda na hora da colheita.

– O Proagro (Programa de Garantia da Atividade Agropecuária) é um seguro de crédito, não é um seguro de renda para o produtor. Agora mesmo, no Rio Grande do Sul, tomaram crédito, não conseguiram nem plantar, e estão devendo ao banco. Como é que ficaram eles? Vão ter que pagar a conta de uma lavoura destruída por um temporal – lamentou a senadora ao falar sobre a situação de lavouras de municípios da região central do estado, afetadas por um temporal em outubro.

Atrasos

A garantia de ter renda depois de uma safra é o que também defende o senador Fleury (DEM-GO).

– Seguro neste país serve exclusivamente para gerente de banco cumprir cota. Produtor não tem seguro. O Proagro não cobre nem o custo do banco – apontou o senador ao comentar o funcionamento do atual modelo de seguro agrícola.

De acordo com o Tribunal de Contas da União (TCU), outro problema está nos atrasos com que o governo federal repassa os recursos da subvenção. De acordo com ele, esses repasses são contingenciados ano após ano, o que gera dificuldades para os produtores obterem novos empréstimos.

– Isso tem acontecido. Em parte, é falha de gestão, mas também há o problema do contingenciamento. Então, verificamos alguns repasses, por exemplo, de 2011, sendo transferidos em 2012; de 2012, para 2013, por conta do problema do contingenciamento – apontou.

Exigências

Nem todo dinheiro disponibilizado pelos bancos acaba nas mãos dos produtores. Entre os problemas, está o atraso da regularização fundiária em algumas regiões e o não cumprimento pelos agricultores de exigências das instituições financeiras, conforme apontou Oduval Lobato Neto, do Banco da Amazônia.

– Não é o fato de criar uma linha de financiamento que significa que, imediatamente, ela vai funcionar. Não vai funcionar, porque ela requer uma série de requisitos básicos, que, às vezes, estão da porta do banco para fora – explicou.

José Roberto Dutra Mota, do Banco do Nordeste, observou que o seguro rural é hoje indispensável para liberação de recursos, especialmente no caso do semiárido, região constantemente afetada pela seca.

– Caso tivéssemos uma política de seguro garantia que desse esse conforto para os produtores, com certeza as aplicações no semiárido seriam diferentes – disse Mota.

“O agente financeiro tem obrigação de seguir todo o rito. Ele está sujeito a penalidade caso faça diferente”, resumiu o representante do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Marcelo Porteiro Cardoso.

Políticas Públicas

O aprimoramento da avaliação de políticas públicas no Senado é resultado da Resolução 44/2013 e integra um conjunto de mudanças regimentais promovidas para aperfeiçoar o debate político e fortalecer o papel fiscalizador da instituição. Além do crédito rural, outra responsabilidade da CRA, que é presidida pelo senador Benedito de Lira (PP-AL), é avaliar os recursos hídricos para o semiárido nordestino.

Therezinha Corrêa analisa as novas regras do seguro viagem em evento do CVG-SP

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A experiente advogada tratará dos principais pontos da Resolução CNSP 315/14 em almoço do CVG-SP, no Terraço Itália. Na ocasião, o CVG-SP realizará assembleia para eleger nova diretoria.

O tradicional almoço de negócios do CVG-SP discutirá em sua próxima edição, no dia 6 de novembro, as novas regras do seguro viagem. De acordo com dados FenaPrevi, este seguro movimentou R$ 76 milhões em prêmios nos primeiros sete meses do ano, dos quais R$ 13 milhões apenas em julho.

A apresentação do tema será realizada pela experiente advogada Therezinha Corrê. Ela tratará dos principais pontos da Resolução CNSP 315/14, que dispõe sobre as regras e os critérios de operação do seguro viagem.

O normativo emitido pelo CNSP determina que as coberturas do seguro viagem serão fornecidas exclusivamente por seguradoras. Com a mudança, será proibida a comercialização do seguro viagem por meio de contrato de assistência com características de seguro e, ainda, vetada a venda de forma acessória a contrato de assistência.

“Para explorar este tema, que toca seguradoras, empresas de assistência e demais players do segmento, convidamos a brilhante advogada Therezinha Corrêa, que apresentará estes e outros detalhes pertinentes a esta modalidade securitária”, diz o presidente do CVG-SP, Dilmo B. Moreira.

Eleição de diretoria

O evento do CVG-SP no dia 6 de novembro será precedido por Assembleia Geral de eleição da nova diretoria gestão 2015/2016. A chapa única registrada junto ao Conselho Deliberativo, liderada pelo presidente do CVG-SP, Dilmo B. Moreira, e demais membros da atual diretoria, será apresentada para a votação dos associados.

Além do atual presidente, permanecerão nos cargos na próxima gestão os vice-presidentes Márcio Magnaboschi e Alexandre Crozato Carvalho, o diretor Administrativo Financeiro Claudio do Nascimento, o diretor de Relações com o Mercado Reinaldo Oliveira da Silva, o diretor de Seguros Marcelo de Figueiredo, e o presidente do Conselho Fiscal Francisco A. Toledo Neto.

Serviço

Tema: “Seguro Viagem – Resolução CNSP 315/14”

Palestrante: Therezinha Corrêa

Data: 6 de novembro (quinta- feira )

Horário: das 11h45 às 14h

Local: Terraço Itália – Sala Panorama – Av. Ipiranga, 344 – 42º andar – São Paulo (SP)

Porto Seguro tem lucro de R$ 234 milhões no terceiro trimestre

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A Porto Seguro (PSSA3) divulgou hoje, 4 de novembro, os resultados referentes ao terceiro trimestre de 2014 (3T14) e aos nove primeiros meses do ano (9M14). No terceiro trimestre de 2014 a empresa obteve desempenho consideravelmente superior ao mesmo período do ano anterior, favorecido pelo aumento tanto no resultado operacional quanto no resultado financeiro. Além disso, as principais linhas de negócios evoluíram mesmo diante de um ambiente mais desafiador com a desaceleração dos prêmios na indústria de seguros.

As receitas totais e os prêmios de seguros cresceram 13% e 10% no trimestre e 16% e 12% no acumulado do ano, respectivamente. A frota segurada atingiu 4,9 milhões de veículos (+9%) e o número de residências seguradas aumentou 15%, alcançando 1,9 milhão.

Na operação de seguros, os prêmios dos produtos de automóvel cresceram 8% no trimestre e 11% no ano. Destaque para os prêmios dos produtos patrimoniais, que expandiram 19% no 3T 14 e 17% no 9M14, resultado principalmente da evolução dos produtos Empresarial e Residencial da marca Porto. O segmento patrimonial já é a segunda maior carteira da Empresa.

O desempenho operacional, demostrado pelo índice combinado, atingiu 95,3% no trimestre e 96,6% no acumulado do ano.

No 3T 14 o índice combinado se reduziu em relação ao mesmo período do ano anterior, beneficiado pela melhora na sinistralidade dos produtos saúde, vida e patrimonial, e ainda pelo menor índice de despesas administrativas, fruto da melhoria de produtividade. O índice de despesas administrativas de seguros recorrente do trimestre foi o menor atingindo desde a abertura de capital.

Nas empresas financeiras e de serviços, as receitas cresceram 30% no trimestre e 27% no ano, impulsionadas principalmente pela evolução das receitas de operações de crédito (cartão de crédito e financiamento) que se expandiram 35% no trimestre e no acumulado do ano. A base de cartões de crédito atingiu 1,6 milhão de unidades, um acréscimo de mais 300 mil cartões.

O resultado financeiro do trimestre apresentou aumento de 36%, com rentabilidade de 2,49% (92% do CDI) no 3T 14 e de 7,66% (98% do CDI) no acumulado do ano, excluindo-se os recursos previdenciários. Apesar das estratégias de renda fixa e renda variável terem apresentado performance abaixo do índice de referência, o aumento do CDI médio (+29% vs. 3T 13) contribuiu para o aumento do resultado financeiro, que atingiu R$ 212 MM no trimestre.

Finalmente, o lucro líquido foi de R$ 234 milhões no trimestre e de R$ 606 milhões no ano, correspondendo a um aumento de 33% e 27% respectivamente. O ROAE atingiu 18,5% (+2,5 p.p) no 3T14, enquanto o ROAE do 9M14 atingiu 15,7%, um aumento de 1,2 p.p. (2014 x 2013).

Principais Destaques

– Crescimento das receitas totais de 13% no 3T 14 e de 16% no 9M14 em comparação ao mesmo período do ano anterior.

– Aumento de 10% nos prêmios auferidos de seguros no 3T 14 e de 12% no 9M14

– Lucro líquido no 3T 14 de R$ 234 milhões (+33%) e de R$ 606 milhões (+27%) no 9M14 (sem business combination)

– ROAE de 18,5% (+2,5 p.p.) no 3T 14 e de 15,7% (+1,2 p.p.) no 9M14 (sem business combination)

– Índice combinado de seguros de 95,3% (-0,4 p.p.) no 3T 14 e de 96,6% (+0,7 p.p.) no 9M14 e índice combinado ampliado de 89,7% (-1,4 p.p.) no trimestre e de 90,6% (-1,2 p.p.) no acumulado do ano.

– Índice D.A. (despesas administrativas) de seguros de 15,0% (-0,6 p.p) no 3T 14 e 15,2% (-0,3 p.p) no 9M14.

– Resultado financeiro de R$ 212 milhões no 3T 14 (+36% vs. 3T13) e de R$ 648 milhões no 9M14 (+76% vs. 9M13) – a rentabilidade total atingiu 3,65% (134% do CDI) no trimestre e 8,89% (114% do CDI) no acumulado do ano. A rentabilidade (ex. previdência) foi de 2,49% (92% do CDI) no 3T 14 e 7,66% (98% do CDI) no 9M14. Ajustando (proforma) os resultados para uma performance financeira neutra (100% do CDI), o lucro líquido alcançaria R$ 241 milhões (+32%) no trimestre e R$ 608 milhões (+17%) no acumulado do ano e o ROAE atingiria 19,0% (+2,6 p.p.) no 3T 14 e 15,7% (-0,2 p.p.) no 9M14.

Os resultados da empresa em suas diferentes áreas de atuação serão detalhados e comentados em teleconferências no dia 6, a partir das 11h (em Português e Inglês).

Slides e Webcast: Os slides da apresentação estarão disponíveis para visualização e download na seção de Relações com Investidores, em www.portoseguro.com.br/ri. O áudio da teleconferência será transmitido ao vivo pela Internet no mesmo site, onde ficará disponível após o evento.

AGENDA
Teleconferência
Porto Seguro S.A. – divulgação de resultados 3T14
Quando: quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Português
11h00 (horário de Brasília)
8h00 (horário de Nova York)
Tel.: +55 (11) 3728-5971 ou +55 (11) 3127-4971
Código: Porto Seguro
Replay (disponível por 7 dias): +55 (11) 3127-4999
Código: 20052164
Webcast: http://webcast.neo1.net/Cover.aspx?PlatformId=%2BjC4A%2BrVP4oJEllk2Kgo9w%3D%3D

Inglês
11h00 (horário de Brasília)
8h00 (horário de Nova York)
Tel: +1 (516) 300-1066
Código: Porto Seguro
Replay (disponível por 7 dias): +55 (11) 3127-4999
Código: 40432015
Webcast:
http://webcast.neo1.net/Cover.aspx?PlatformId=Uj1pzBR1sBY3MI8CKgirjQ%3D%3D

Obs: Os participantes devem se conectar aproximadamente 10 minutos antes do início das teleconferências.

Itaú lucra R$ R$ 14,9 bi e destaca operações de seguros

itau seguros logoO Itaú Unibanco divulgou lucro líquido de R$ 14,9 bilhões de janeiro a setembro de 2014. O produto bancário apresentou resultado de R$ 66 bilhões. Desse valor, a margem financeira representou R$ 40 bilhões, a receita de prestação de serviço R$ 18,1 bilhões e valores com seguros, previdência e capitalização totalizou R$ 6,6 bilhões. As perdas com créditos e sinistros totalizaram R$ 11,2 bilhões, sendo apenas com sinistros R$ 1,5 bilhão.

Três destaques sobre seguros no balanço do banco no acumulado de janeiro a setembro de 2014: a venda da carteira de grandes riscos para a Ace, o encerramento do contrato de venda de seguro garantia na Via Varejo, que passou a ser da Zurich, e compra das ações de emissão da BMG Seguradora. Traz também um completo guia de gerenciamento de risco aos analistas e investidores, incluindo a estrutura de gerenciamento de risco da operação de seguridade até efeito de mudanças nas premissas atuariais Em números, as vendas atingiram R$ 16,2 bilhões de janeiro a setembro de 2014, praticamente estável ao resultado do mesmo período do ano anterior. A maior carteira é o VGBL, com R$ 10 bilhões. No terceiro trimestre, o valor atingiu R$ 5,7 bilhões, acima dos R$ 4,2 bilhões do mesmo período de 2013.

O Itaú detalhou em profundidade várias informações sobre o segmento de seguros. Uma interessante é o resumo sobre Risco de Crédito envolvendo seguros. Veja a seguir:

Discriminação dos Resseguradores

A divisão dos riscos cedidos as resseguradoras e a classificação destas de acordo com a agência de rating Standard & Poor’s é apresentada a seguir:

– Operações de Seguros: As operações de prêmios emitidos de resseguro estão representadas basicamente por: IRB Brasil Resseguros com 38,20% (38,55% em 31/12/2013), Lloyd’s (A+) com 16,25% (16,92% em 31/12/2013), Munich Re do Brasil com 5,07% (6,15% em 31/12/2013), American Home Assurance Company (A) com 5,00% (8,64% em 31/12/2013) e Everest Reinsurance Company (A1) 4,96% (2,29% em 31/12/2013).

– Operações de Previdência: As operações de previdência referentes aos prêmios emitidos de resseguro estão representadas em sua totalidade por General Reinsurance AG com 50,00% (48,84% em 31/12/2013) e Munich Re do Brasil com 50,00% (51,16% em 31/12/2013). Nas operações de seguros, os repasses de prêmio de resseguro estão distribuídos em Munich Re do Brasil 55,52% (49,60% em 31/12/2013) e IRB Brasil Resseguros com 44,48% (49,40% em 31/12/2013).

Norte lidera inadimplência, segundo Serasa Experian

© Copyright 2010 CorbisCorporationO estudo inédito Mapa da Inadimplência no Brasil, feito pela Serasa Experian, mostra que a região que concentra mais inadimplentes no país é a Norte, atingindo 31,1% da população, seguida pelo Centro-Oeste, com 26,4%. Ao se avaliar a taxa de inadimplência por capitais estaduais, Manaus, no Amazonas, é a mais inadimplente: 38,1%, seguida por Porto Velho (RO), com 37,2%, e Macapá (AP), com 36,4% – todas na região Norte do país. Já entre as menos inadimplentes, a liderança é de Florianópolis, em Santa Catarina, com 22,3% de taxa de inadimplência. Em segundo lugar vem São Paulo (SP), com 23,9% de inadimplência. O mapeamento também avaliou a inadimplência por idade. A faixa etária mais representativa é entre 26-30 anos, onde a taxa de inadimplentes chega a 29,9%.

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Qual o nível de inadimplência em todo o Brasil, por regiões e cidades – esta foi a pergunta-base para um levantamento inédito da Serasa Experian, que traçou o Mapa da Inadimplência no país referente ao primeiro semestre do ano. O estudo, realizado de forma abrangente pela primeira vez, tomou como base todos os municípios brasileiros com população acima de 1.000 habitantes, revelando que existem diferentes índices de inadimplência de acordo com a maneira que o tema é avaliado – por cidades e regiões brasileiras.

Quando são avaliadas as dívidas atrasadas há mais de 90 dias e com valores acima de R$ 200,00, os inadimplentes totalizam 35 milhões de pessoas, o equivalente a 24,5% da população. A região que concentra mais inadimplentes é a Norte, atingindo 31,1% da população, seguida pelo Centro-Oeste, com 26,4%.

Em seguida, vem a região Sudeste (24,5%) e a Nordeste (23,6%). Segundo economistas da Serasa Experian, o interior do Nordeste possui baixo índice de inadimplência pois grande parte dessa população ainda não possui acesso ao crédito, o que resulta em poucos endividados em relação ao tamanho da população. A região Sul é a que menos apresenta inadimplentes: 22,4% da população se encontram nessa situação.

Ao se avaliar a taxa de inadimplência por capitais estaduais, Manaus, no Amazonas, é a mais inadimplente: 38,1%, seguida por Porto Velho (RO), com 37,2%, e Macapá (AP), com 36,4% – todas na região Norte do país. Economistas da Serasa Experian explicam que Manaus e outras capitais das regiões Norte e Nordeste tendem a ter inadimplência mais alta pois possuem renda per capita menor que a de capitais do Centro-Sul.

Já entre as menos inadimplentes, a liderança é de Florianópolis, em Santa Catarina, com 22,3% de taxa de inadimplência. Em segundo lugar vem São Paulo (SP), com 23,9% de inadimplência (apesar de ser a capital com maior representatividade no ranking, 8%), e Campo Grande (MS) em terceiro, com 24,4%.
O mapeamento também avaliou a inadimplência por idade. A faixa etária mais representativa é entre 26-30 anos, onde a taxa de inadimplentes chega a 29,9%. Em seguida, estão inadimplentes 29,3% dos consumidores entre 31-35 anos, seguidos por pessoas com idades entre 36 e 40 anos, com 28,2% de inadimplência, e o grupo entre 18 e 25 anos, com pouquíssima diferença – a taxa é de 28,1%. A inadimplência diminuiu, segundo o estudo, à medida que a idade aumenta: acima de 70 anos, a taxa é de 10,3%.

O estudo também avaliou a taxa de inadimplência por grupos da população brasileira, de acordo com a classificação do Mosaic Brasil – metodologia de segmentação da sociedade que leva em conta não só a renda, mas também outros critérios, como educação, geografia, demografia, padrões comportamentais e estilo de vida com o objetivo de entender melhor o mercado, a sociedade. Para saber mais sobre cada um dos 11 grupos identificados no Mosaic Brasil, acesse este link: http://www.serasaexperian.com.br/mosaic/

De acordo com o estudo da Serasa Experian e a classificação Mosaic Brasil, o grupo Jovens Adultos da Periferia representa 23% dos inadimplentes no Brasil. O estudo também mostra que 34% do total de pessoas que compõem esse grupo ficaram inadimplentes em 2014, maior percentual dentro dos grupos. Esse grupo representa 16,8% da população brasileira.

No outro extremo, o grupo Experientes Urbanos de Vida Confortável apresentou o menor percentual de endividados, representando 2% dos inadimplentes do Brasil. O segundo grupo com maior representatividade entre o total de inadimplentes do Brasil é o Massa Trabalhadora Urbana, que responde por 17% dos devedores. Segundo o estudo, 30% do total de pessoas que compõem esse grupo ficaram inadimplentes em 2014. A Massa Trabalhadora Urbana representa 14,32% da população do país.

O grupo com o terceiro maior percentual de inadimplentes do país é o de Adultos Urbanos estabelecidos, que representam 14% do total de devedores do Brasil. Do total de indivíduos que compõem este grupo, 33% está inadimplente.
Quando consideramos apenas os percentuais de endividamento dentro dos grupos, os Donos de Negócio se destacam com o maior número: 41% dos indivíduos estão inadimplentes.

Veja a pesquisa completa aqui: www.serasaexperian.com.br/estudo-inadimplencia

Dicas para limpar o nome

1. Faça as contas

Comece avaliando cuidadosamente as contas, de preferência, coloque tudo no papel ou na tela do computador: qual sua renda mensal e quanto já está comprometido com despesas que não podem ser cortadas ou reduzidas? O objetivo desse processo é simples: descobrir o valor disponível mensalmente passível de ser utilizado no pagamento de dívidas.

2. Quantas pendências?

Acesse o Limpa Nome Online (www.serasaconsumidor.com.br/limpa-nome-online) e verifique quantas pendências financeiras existem – estudos da Serasa Experian indicam que cada consumidor inadimplente possui, em média, quatro dívidas. Anote a proposta que foi feita pelas empresas credoras.

3. Se achar necessário, peça ajuda a alguém confiável

O processo de acertar as contas e pagar dívidas exige cuidado. Avalie quanto você pode pagar em cada pendência. Se achar necessário, peça ajuda para parentes ou amigos. É importante que seja alguém de sua confiança. A presença de outra pessoa nesse momento ajuda a dar segurança na hora de avaliar, de forma mais racional, ajudando a definir quanto pagar, se a proposta do credor é boa e se é possível honrar o pagamento.

4. Eleja as prioridades e renegocie suas dívidas

Após saber exatamente quanto pode pagar, comece a negociar suas dívidas pelo site. Lembre-se de que o total das prestações não deve ultrapassar o valor disponível de sua renda. Caso exista mais de uma pendência, tente negociar de forma que todas as prestações juntas caibam nesse orçamento. Estabeleça prioridades usando como critério as dívidas com juros mais elevados.

5. Controle seus gastos

Enquanto estiver pagando as dívidas negociadas, controle seus gastos e, se possível, tente reduzir despesas. Por meio do link http://www.serasaconsumidor.com.br/guia-orientacao/capitulo-3.php você tem acesso ao Guia de Orientação ao Cidadão Serasa Experian, desenvolvido para ajudar o consumidor a controlar melhor sua vida financeira.

Metodologia

O Mapa da Inadimplência no Brasil foi realizado levando em consideração as informações disponibilizadas pelas empresas concedentes de crédito à Serasa Experian, com base nos municípios com população superior a 1.000 (mil) habitantes. Para a consideração de inadimplência, foram avaliadas dívidas atrasadas há mais de 90 dias e com valores acima de R$ 200,00.

Os registros de inadimplência foram classificados de acordo com o Mosaic Brasil, solução da Serasa Experian para análise da sociedade em função da renda, geografia, demografia, padrões comportamentais e estilo de vida, que organiza a população em 11 grupos e 40 segmentos.

Mais informações em http://noticias.serasaexperian.com.br

Liberty Seguros lança Prêmio Sinal Livre de Mobilidade Urbana

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A Liberty Seguros lança o Prêmio Sinal Livre de Mobilidade Urbana com o tema “Como a sua iniciativa contribui para uma cidade ideal?”. Podem se inscrever pessoas físicas e jurídicas em todo o território nacional que tenham iniciativas engajadas na questão da mobilidade. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site www.premiosinallivre.com.br entre os dias 30 de outubro e 30 de novembro. O prêmio é uma ação da seguradora em conjunto com o Projeto Sinal Livre, iniciativa que tem como principal objetivo a difusão de boas práticas para estimular o engajamento e a conscientização das pessoas para uma locomoção mais segura ancoradas nos pilares da Mobilidade Verde, Fluidez e Segurança no Trânsito.

Todos os projetos passarão por uma triagem de um júri que escolherá cinco finalistas. As iniciativas classificadas serão disponibilizadas no site para voto popular. A votação ocorrerá entre os dias 6 a 12 de dezembro. Os internautas precisarão se cadastrar no site para votar, garantindo que cada voto seja computado uma única vez, de acordo com o CPF.

Os cinco finalistas participarão do evento de premiação, que será realizado em São Paulo no dia 18 de dezembro. O vencedor receberá R$ 10 mil. Durante o evento, aberto apenas para convidados, também haverá um debate para promover a discussão sobre mobilidade urbana. “A premiação, além de reconhecer a importância da causa, é um estimulo para que o projeto possa ser ampliado e até mesmo reproduzido em outras locais onde há a necessidade ações de iniciativa de mobilidade”, explica a superintendente de Comunicação e Marca Institucional da Liberty Seguros, Karina Louzada.

A busca por uma cidade mais sustentável em termos de locomoção é um sonho do brasileiro. Uma pesquisa realizada no primeiro semestre deste ano pela Liberty Seguros, em parceria com a Teor Marketing, identificou que 47% dos 950 entrevistados de seis grandes centros urbanos (Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro), utiliza o carro como principal meio de transporte. Índice que contrasta com a perspectiva de um futuro ideal para os moradores das regiões, em que menos de 7% da população optaria pelo uso do carro no dia a dia, 49% daria prioridade a transportes públicos como ônibus, trens e metrôs e 44% usaria bicicletas ou andaria a pé. “Podemos concluir que há um grande desejo na população em propor e implementar mudanças que tornem as cidades mais humanas e com maiores facilidades no deslocamento”, diz o superintendente de Inteligência de Marketing e Inovação, José Mello.

BB Seguridade lucra R$ 822 milhões no 3o. tri e R$ 2,3 bi em nove meses

bb-segurosA BB Seguridade apresentou lucro líquido de R$ 822,3 milhões no terceiro trimestre de 2014, crescimento de 50,1% sobre o mesmo período de 2013. O resultado foi impulsionado pelo forte desempenho operacional e pela evolução do resultado financeiro. O lucro líquido acumulado em nove meses alcançou R$ 2,3 bilhões. No período, foram emitidos R$11,9 bilhões em prêmios de seguros, além de receitas de R$ 21,6 bilhões em contribuições de previdência e R$ 4,7 bilhões arrecadados com planos de capitalização.

A Brasilprev, líder de mercado em arrecadação e captação líquida e segunda maior companhia de previdência complementar aberta em termos de recursos administrados no país, ultrapassou a marca de R$100 bilhões em ativos sob gestão. Nos nove primeiros meses do ano, a arrecadação chegou a R$ 21,6 bilhões, o que representa expansão de 38,0% sobre o mesmo perío- do do ano anterior, em linha com as estimativas divulgadas pela BB Seguridade ao mercado. Destaque também para a captação líquida, que atingiu R$ 13,9 bilhões, valor equivalente a 61,7% de todo o mercado.

A BB Seguridade apresentou, através de suas coligadas, receitas recordes em todos os segmentos de negócio nos primeiros nove meses do ano. Destaque para o avanço das contribuições em planos de previdência privada (Brasilprev), seguros de vida, habitacional e rural (BB MAPFRE SH1) e seguros de auto e danos (MAPFRE BB SH2). O desempenho contribuiu para a consoli- dação da liderança de mercado em segmentos importantes, como seguros de vida, rural, previdência e capitalização.

Segundo divulgação do grupo, o bom desempenho das vendas e o forte controle de despesas, associados a uma melhora do resultado financeiro, impulsiona- ram o crescimento em todos os segmentos de negócio em que a BB Seguridade atua.

O lucro líquido do segmento de vida, habitacional e rural apresentou crescimento de 56,1% sobre os nove meses do ano anteri- or, com desempenho favorável tanto do resultado operacional como financeiro. Destaque também para o crescimento do re- sultado nos segmentos de auto e danos (41,8%), capitalização (69,9%) e na BB Corretora (46,9%), que atua na distribuição de produtos de seguridade na rede de agências do Banco do Brasil.

No acumulado de janeiro a setembro de 2014, a BB Seguridade também registrou R$67,8 milhões em receitas de investimento provenientes do segmento de resseguros. A Companhia adquiriu, em agosto de 2013, participação de 20,5% no IRB-Brasil Re, líder no mercado brasileiro de resseguros.

Das cinco metas que tem para o ano, a BB Seguridade revisou duas: para a operação de seguros patrimoniais (Mapfre BB SH2) a meta de crescimento no ano foi reduzida para uma faixa de 12% a 15%, ante 19% a 26%; e o avanço da operação de títulos de capitalização (Brasilcap) caiu para 3% a 6%, ante 10% a 15% na projeção anterior. A companhia não cumpriu, no acumulado dos nove meses do ano, a meta para a operação de seguros de vida e rural (BB Mapfre SH1). O guidance foi mantido em crescimento de 24% a 32% e a coligada apresentou avanço de 16,7% até setembro.

Para mais informações sobre a atuação da BB Seguridade, favor consultar www.bancodobrasilseguridade.com.br

Thomaz Menezes está de volta na corretora It’s Seg

thomazThomaz Menezes está de volta. Depois de quase dois anos, incluindo um sabático, ele divulga ao jornal Valor Econômico o resultado dos últimos 18 meses de trabalho, na qual teve a sorte de contar com os erros e acertos das primeiras consolidações de corretoras.

Segue um resumo das novidades que Thomaz e seus investidores contaram aos repórteres Vinícius Pinheiro e Thais Folego do Valor Econômico:

A gestora de fundos de private equity britânica Actis fechou um investimento de US$ 100 milhões (R$ 250 milhões) na criação de uma holding de corretoras de seguros no país. Batizada de It’s Seg, a companhia será comandada por Thomaz Menezes, ex-presidente da SulAmérica e da corretora americana Marsh. O executivo também é sócio da holding, formada inicialmente da associação de três corretoras: Torres Benefícios, Grupo Raduan e Barela Seguros, cujas marcas serão mantidas no mercado.

Com foco em planos de benefícios para clientes corporativos, incluindo seguros saúde e odontológico, as empresas possuem pelo menos duas décadas de atuação no mercado. A participação individual dos sócios não foi revelada. A combinação dos negócios formou uma companhia com R$ 1 bilhão em prêmios de seguros intermediados e um total de 400 mil beneficiários. O objetivo é dobrar a receita em um período de três anos, segundo Chu Kong, sócio e responsável pelo escritório local da Actis.

Do investimento de US$ 100 milhões, uma parcela foi destinada à compra de parte das ações dos sócios das corretoras, que permanecem no negócio, agora com participação na holding. A maior parte dos recursos, porém, foi alocada na companhia para tocar o projeto de crescimento via aquisições, o que permitirá a expansão para outros segmentos, como apólices voltadas para pessoas físicas, entre elas de seguro de automóveis. A expectativa é que o primeiro negócio seja anunciado “no curto prazo”, diz Kong. A It’s Seg, que já nasce como uma das dez maiores corretoras de seguros do mercado, foi resultado de um projeto de 18 meses, segundo o executivo.

Com um universo de cerca de 70 mil empresas, trata-se de um segmento extremamente fragmentado. “Isso é música para os ouvidos de um private equity”, afirma. Os executivos da It’s Seg fizeram questão de ressaltar que o seu projeto é bem distinto da iniciativa da Brasil Insurance, a começar pelo número bem menor de corretoras, o que ajudaria no alinhamento de interesses. Outra diferença é que cada sócio entrou com o seu ativo no negócio e já recebeu sua participação na holding, sem resultados futuros atrelados à performance da sua companhia individualmente dentro do grupo, como ocorria no modelo de aquisição da Brasil Insurance. “Todos compartilham da mesma geração de resultado”, diz Kong.

No país, a Actis detém participações em empresas como a rede de ensino superior Cruzeiro do Sul e a escola de idiomas CNA, além da corretora XP Investimentos. A Actis considera duas possibilidades de saída: a venda para uma grande corretora multinacional ou uma abertura de capital. “Já estamos entre as maiores corretoras e planejamos dobrar de tamanho em três anos. Vamos ter escala para qualificar a companhia para um IPO em até cinco anos”, diz Kong.