Allianz Parque vira palco de jogo para Xbox Live

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Para comemorar a inauguração da sua mais nova integrante da família de arenas, o Allianz Parque, a Allianz Seguros lança hoje para o Xbox Live, serviço de jogos online dos consoles Xbox da Microsoft, o Allianz Gol, um mini game de futebol que leva os jogadores para dentro da nova arena multiuso e casa da Sociedade Esportiva Palmeiras.

O conteúdo, desenvolvido em parceria com a agência Ogilvy & Mather, traz ainda outras features, como uma galeria de fotos com informações sobre todas as arenas da Allianz ao redor do mundo, que incluem o Allianz Park em Londres, na Inglaterra; o Allianz Stadium em Sidney, na Austrália; o Allianz Riviera em Nice, na França; o Allianz Stadion em Viena, na Áustria e o famoso Allianz Arena, em Munique, na Alemanha, palco de seis jogos da Copa do Mundo de 2006.

Segundo Felipe Gomes, diretor executivo de Gestão de Mercado e Estratégia da Allianz Seguros, a iniciativa tem como objetivo utilizar uma plataforma próxima aos fãs de futebol, especialmente ao público jovem, dando a oportunidade de vivenciar a marca. “Pensamos no jogo como uma maneira de apresentar aos fãs do futebol o Allianz Parque e mostrar que a arena faz parte de uma estratégia global do Grupo Allianz, que envolve outras cinco ao redor do mundo a levar o nome da nossa marca”, explica o executivo.

Liberty traz proposta de novo olhar para a venda de seguros

liberty premiacaoA Liberty Seguros traz para a indústria de seguros uma ação diferenciada, que contribui para que o setor passe a olhar o futuro de uma forma mais realista e promissora. E esse futuro está mais próximo do que todos imaginam. “Está claro que é preciso inovar para crescer num mundo onde cada dia mais as pessoas aderem a um projeto de vida mais sustentável”, afirma Jose Mello, superintedente de inovação e pesquisa da Liberty Seguros.

Esse olhar diferenciado começou a ser colocado em prática há dois anos, com o Projeto Sinal Livre. “O projeto começou, há dois anos, com a idéia de colaborar para reduzir os acidentes de trânsito, uma vez que a Liberty é uma das principais seguradoras de automóvel”, lembra Karina Louzada, superintendente de Comunicação e Marca Institucional da Liberty Seguros. “Agora o projeto visa mudar a mentalidade das pessoas para que assim se construa uma sociedade mais sustentável”, acrescenta.

Segundo pesquisa realizada pelo grupo Liberty neste ano, a busca por uma cidade mais sustentável em termos de locomoção é um sonho do brasileiro. Cerca de 49% dos 950 entrevistados de seis grandes centros urbanos (Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro) daria prioridade a transportes públicos como ônibus, trens e metrôs e 44% usaria bicicletas ou andaria a pé. Se boa parte das pessoas está disposta a aderir a outros meios de locomoção, com bicicletas, carros elétricos, andar à pé e também compartilhar os meios de locomoção, os bens não são mais de ninguém no futuro. “O que iremos segurar? As pessoas. Por isso, temos voltado nosso foco mais para proteger as pessoas do que bens”, comenta Mello.

Os comentários fizeram parte do debate sobre mobilidade urbana realizado no Centro Ruth Cardoso, em São Paulo, mediado pelo jornalista Gilberto Dimenstein, com a participação da diretora financeira de Furnas, Margaret Groff, que contou aos presentes sobre os diversos projetos de mobilidade urbana que a principal hidrelétrica do país está envolvida, com destaque para os estudos de viabilidade de carros elétricos e compartilhamento de veículos entre funcionários da usina, ambos já em andamento em um projeto piloto.

O debate fez parte da abertura da 1ª edição do Prêmio Sinal Livre de Mobilidade Urbana, que tinha como tema “Como a sua iniciativa contribui para uma cidade ideal?”. O projeto Sinal Livre, implementado há dois anos pela Liberty Seguros em parceria com a Lynx Consultoria, tem como principal objetivo a difusão de boas práticas para estimular o engajamento e a conscientização das pessoas para uma locomoção mais segura. Entre os cinco projetos finalistas, o vencedor por voto popular foi o projeto Fairbikes – Faça estas bicicletas aparecerem!

liberty premiacao 2“O projeto Sinal Livre ganha cada dia mais corpo dentro da Liberty como dentro da sociedade. E isso nos traz grande estimulo para seguirmos no caminho de desenvolver empreendedores que ajudam a mudar a mentalidade das pessoas, que passam a agregar valores mais sustentáveis para as cidades e governos”, comentou Patrícia Chacon, diretora de Marketing da Liberty Seguros ao blog Sonho Seguro.

Assim como o Fairbikes, os outros projetos participantes tinham como alvo contribuir para uma cidade ideal ao promover a integração de pessoas e incentivar a replicação do modelo em outras comunidades. Tais comunidades, sejam elas de jovens, idosos, praticantes de esportes, moradores de condomínios entre outras tantas, são alvo da Liberty para agregar valor ao negócios de seguros.

“Temos hoje barreiras de crescimento do setor de seguros no Brasil”, diz Mello, citando como principais desafios trazer produtos com preço mais acessível e ampliar os canais de distribuição. “Entender o risco por meio de grupos facilita a criação de coberturas sob medida e também permite a prática de preços mais adequados ao padrão de risco de cada comunidade, duas variáveis que nos ajudarão a popularizar o seguro”, diz, acrescentando que ao colocar o foco em seguro de pessoas e não mais em seguro de bens faz com que o céu seja o limite em termos de inovação.

Uma prova disso foi que em pleno debate surgiu mais um projeto. O compartilhamento de carros entre estudantes universitários em São Paulo, idéia apoiada imediatamente pelo jornalista fundador da portal Catraca Livre, portal que tem como alvo desenvolver soluções que criam novas formas de relacionamento entre pessoas e marcas, e por Margaret, idealizadora da plataforma Mobi.Me e que tem a Liberty como parceira para os projetos de mobilidade. “Podem contar comigo na divulgação e apoio a um projeto de compartilhamento de veículos entre universidades”, disse Dimestein, acompanhado da empolgação de Margaret, que também se dedica a um projeto que visa a valorização das mulheres no trabalho e também na intermediação junto ao governo para a regulamentação dos carros elétricos.

Os participantes deixaram claro que o conhecimento nasce do encontro como esse, que de pequenos se transformam em ferramentas para mudar a mentalidade da sociedade. “Encontros como esse funcionam como um ecossistema. As empresas privadas devem promover encontros que reúnam empreenderes para debates e os governos devem se dedicar a cria as condições regulatórias para viabilizar projetos que objetivem uma sociedade melhor”, disse a diretora de marketing da Liberty.

Dimenstein ressaltou que as melhores cidades do mundo são as mais inventivas, que juntam a diversidade com a proximidade e isso só ocorre quando há mobilidade, ressaltando a importância do tema do projeto trazido pela Liberty para debate com a sociedade. “Em São Paulo hoje as pessoas precisam ser convencidas a deixar o conforto de assistir filmes no Netflix para enfrentar o transtorno que tem sido se locomover na cidade de São Paulo”, comentou.

A diretora da Liberty foi a primeira a se entusiasmar com a idéia. Patrícia comentou que durante seu período de estudos em Boston, na universidade de Havard, o compartilhamento de carros era uma realidade entre os estudantes. “Essa atitude facilitava muito a vida de todos, além de contribuir para menos carros na rua e menos emissões de CO2”, citou. Novos projetos com a mesma filosofia já estão no forno para serem viabilizados em 2015, segundo Mello.

Segundo dados dos organizadores, o Projeto Sinal Livre contabiliza 20 mil pessoas impactadas indiretamente e 500 pessoas treinadas para promover o engajamento da mobilidade urbana desde 2012.

Foto: Thiago – CQCS

Perdas econômicas com catástrofes somam US$ 113 bi em 2014, sendo US$ 34 bi recuperados por quem tinha seguro

catastrofe cheia rio madeiraAs perdas econômicas totais com catástrofes naturais e desastres provocados pelo homem totalizaram US$ 113 bilhões em 2014, abaixo dos US$ 135 bilhões em 2013, segundo estimativas preliminares divulgadas pela divisão de estudos da resseguradora Swiss Re. Do total de perdas econômicas, as seguradoras pagaram indenizações de US$ 34 bilhões em 2014, queda de 24% comparado aos US$ 45 bilhões em 2013. Os desastres tiraram cerca de 11 mil vidas em 2014 e 27 mil em 2013.

Das perdas econômicas totais, as catástrofes naturais causaram US$ 106 bilhões, abaixo dos US$ 126 bilhões em 2013. O valor também ficou bem abaixo da média dos últimos 10 anos, de US$ 188 bilhões, segundo estudo a que o blog Sonho Seguro teve acesso. Em vidas, A perda total da vida de 11 000 a partir de catástrofe natural e de catástrofes provocadas pelo homem eventos este ano seja menor que os mais de 27 000 mortes em 2013.

As tempestades nos EUA no início de 2014 causaram perdas seguradas de US$ 1,7 bilhão. Em meados de maio, uma onda de fortes tempestades com grandes pedras de granizo atingiu muitas partes dos EUA ao longo de um período de cinco dias, resultando em perdas seguradas de US $ 2,9 bilhões, o mais alto do ano.

A temporada de furacões do Atlântico Norte foi relativamente leve novamente em 2014. No entanto, o México foi afetado pelo furacão Odile do leste do Pacífico, em setembro. Os ventos fortes e chuvas pesadas resultou em perdas seguradas de US $ 1,6 bilhão, como Odile arrasando o Cabo San Lucas e outras áreas famosas por abrigar hotéis de luxos e grande número de segurados em riscos empresariais. Isso fez do furacão Odile o segundo evento catastrófico mais caro no México depois do furacão Wilma em 2005.

Do outro lado do Pacífico, as Filipinas, foi a região mais atingida por um tufão no início de dezembro. As primeiras estimativas de perda para o Tufão Hagupit indicam menos danos do que Tufão Haiyan em 2013. Além disso, os procedimentos de evacuação com base nas lições aprendidas com a experiência do Haiyan significaram menos perda de vida, revela o estudo.

Na Europa, uma série de eventos pequenos causaram danos significativos a imóveis e automóveis em partes da França, Alemanha e Bélgica, resultando em perdas seguradas global de US$ 2,7 bilhões. Bulgária também foi atingida pela atividade granizo em junho. Outros eventos climáticos severos foram as fortes chuvas e inundações no Reino Unido, Sérvia, Croácia, Itália e França em momentos diferentes durante o ano.

Enquanto alguns lugares registraram perdas com excesso de chuvas, alguns lugares sofreram com a falta de água. Algumas áreas da China tiveram um verão muito seco, levando a condições severas de seca que afetaram a produção agrícola. As estimativas de perda para estes eventos não são ainda conhecidas.

Facebook e Youtube recebem 9 entre cada 10 acessos à redes sociais

midias sociais 2Quem se interessa em acompanhar asp redes sociais para conquistar clientes, eis um interessante levantamento divulgado pela Serasa Experian. O Facebook e o YouTube receberam 9 entre cada 10 acessos a redes sociais no Brasil em novembro. Em novembro, o Face teve 64,82% dos acessos no país. Já o YouTube teve 26,04%. O terceiro lugar do ranking de novembro ficou com o Yahoo Respostas Brasil, que registrou 1,47% de participação de visitas, segundo levantamento da Serasa Experian. Em seguida temos Twitter (1,36%), Google+ (0,70%), Instagram (0,54%), Habbo Brasil (0,47%), Badoo (0,36%) e Bate-papo UOL (0,35%). O décimo lugar é ocupado pelo Linkedin, com 0,30%.

O tempo médio de visitas ao Facebook foi de 27 minutos e 13 segundos em novembro de 2014. Já no YouTube, os internautas gastaram, em média, 24 minutos e 59 segundos na navegação. Jovens entre 18 e 24 anos representam a maioria dos usuários de redes sociais no país: 54,36%. Em seguida, fica o grupo de 25 a 34 anos (29,77%). A região Sudeste concentra 58% dos acessos.

Vale lembrar que o mercado de seguros avança mês a mês na busca da palavra seguro nas mídias sociais.

Susep decreta a liquidação da Confiança Seguros

juizA Superintendência de Seguros Privados (Susep), decretou hoje a liquidação Extrajudicial da Confiança Cia de Seguros. A seguradora vinha enfrentando dificuldades e buscando soluções desde o início de 2014. A GBOEX, controlador da companhia, chegou a injetar capital, contratar uma nova equipe de gestores e a vender imóveis para pagar indenizações e comissões de corretores que estavam em atraso, bem como impostos e fornecedores. Tentou até a entrada de um novo sócio. Mas não conseguiu. Em outubro, a Susep decretou a direção fiscal na seguradora e praticamente dois meses depois decidiu pela liquidação. Segundo fontes informaram ao blog Sonho Seguro, a origem da crise foi má gestão ao longo dos últimos anos, principalmente com a subscrição de riscos negados pelos concorrentes, com prática de preço comercial e não técnica.

A Confiança Companhia de Seguros, com sede em Porto Alegre, é uma das mais antigas seguradoras do país, criada em 11 de janeiro de 1872. Em 24 de maio do ano de 1974, o controle acionário da Companhia passou a ser do GBOEX – Previdência Privada. Desde então, a Confiança vinha assumido uma posição de destaque no ranking das empresas de seguros do Rio Grande do Sul, na comercialização de seguros de automóveis, vida e acidentes pessoais.

VALOR – Especial Maiores Grupos – A briga esquenta

Fonte: Valor Econômico – Especial 200 maiores grupos

valor 20 maioresDe olho em uma indústria que cresce a um ritmo de dois dígitos anuais há pelo menos uma década, empresas estrangeiras buscam oportunidades para participar do mercado segurador brasileiro, que levantou só no primeiro semestre deste ano R$ 154,9 bilhões em prêmios.

Mesmo com a desaceleração econômica, as empresas do setor esperam avançar 12% em 2014 sobre o volume de R$ 291,1 bilhões negociado em 2013. Para 2015, a meta é de alta de 10%. Apesar dos números grandiosos, a indústria de seguros no Brasil ainda é considerada pequena se comparada a outros países mais maduros. E com muito potencial para crescer, o que explica o número de fusões c aquisições concluídas na última década.

Na maioria das vezes o casamento se dá entre grupos seguradores estrangeiros e grandes bancos com operação nacional. Outras vezes por meio de compra de seguradoras nacionais de nichos específicos por multinacionais. “Tem muita seguradora estrangeira ainda querendo entrar no Brasil. Sonsos o 12º país no mundo em consumo de seguros. Representamos apenas 6% do Produto Interno Bruto (PlB) e há muito a crescer, principalmente na base da pirâmide social do país” afirma Marco Antônio Rossi, presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNSeg) e da maior seguradora do país, a Bradesco Seguros, com R$ 150 bilhões com prêmios arrecadados.

As companhias de seguro, especialmente aquelas ligadas a bancos, aparecem nas melhores posições entre os destaques do setor de finanças. Ocupam as primeiras posições no ranking dos 20 melhores desempenhos em quatro indicadores. É o caso da Caixa Seguros, que obteve 31,8% de rentabilidade sobre o patrimônio e ocupa a primeira colocação no ranking desse indicador. Foi dela um dos primeiros movimentos de consolidação no mercado. Foi em 2001 quando a seguradora francesa CNP adquiriu 51% do capital da instituição. Mas foi só nos últimos anos que a estratégia de crescimento da Caixa Seguros se intensificou por conta de metas mais agressivas. O grupo segurador, no ano passado, faturou R$ 6,35 bilhões, teve lucro líquido de R$ 1,4 bilhão e prevê avançar mais 12% neste ano. Já nos nove primeiros meses de 2014. lucramos R$ 1.2 bilhão” comemora Thierry Claudon, presidente do grupo Caixa Seguros, sexta maior seguradora do pais.

Para dar suporte a um crescimento mais acelerado e em nichos ou regiões onde ainda não possuem presença relevante, a Caixa foi às compras. Primeiro, com a aquisição da seguradora gaúcha Previsul em 2013 por R$ 70 milhões que agregou uma equipe de 10,3 mil corretores a sua operação. “Outra aquisição, concretizada em janeiro deste ano foi da Odonto Empresas, por R$ 133,6 milhões pois não atuávamos em seguro odontológico” revela. Para Claudon a meta é assumir a terceira posição neste mercado em cinco anos. Para tanto, há um plano de reformulação e divulgação de uma nova logomarca sendo inesperado. “Vamos unir todas as marcas da Caixa Seguros em uma só. Mais simples de ser identificada. Por isso estamos otimistas.”

Em segundo lugar, entre as instituições que tiveram melhor rentabilidade patrimonial cm 2013, está o grupo Banco do Brasil (BB) Mapfre, que alcançou 28,1%. Está logo abaixo da Caixa também entre os 20 maiores lucros líquidos. Os dois grupos também ocupam a sétima e a oitava posições. Com R$ 1,4 bilhão cada um. Resultado da fusão entre a espanhola Mapfre e o Banco do Brasil, ocorrida há três anos, somente neste ano é que a integração de todos os sistemas e processos pôde ser quase que plenamente concluída. O grupo vê como positiva a consolidação e a maior concorrência no setor, e concorda com a Resolução 316, que estabelece regras de capital mínimo para funcionamento das seguradoras.

“Esse movimento torna o mercado mais completo e eficiente. A abertura das operações de resseguros também vem a complementar a competição”, avalia Marcos Eduardo Ferreira, presidente do grupo. O executivo comenta que a associação entre a estrutura especializada da Mapfre com a capacidade de distribuição dos produtos do BB criou uma força comercial enorme com produtos tecnicamente bem desenhados.

“Os indicadores melhoraram com a fusão. Nosso índice combinado que mede quanto da receita está comprometida com o pagamento de sinistros c gastos administrativos – está em 88,2%, enquanto a média de mercado é de 96%”,garante. O BB Mapfre, que opera principalmente nos produtos vida, auto, grandes riscos, rural e habitacional registrou lucro líquido nos primeiros nove meses de 2014 de R$ 1,25 bilhão, 43% superior a igual período de 2013. “Além da força do BB e de 20 mil corretores, temos parceria com outros 15 bancos que comercializam mais de 120 produtos”. E para reforçara estrutura de atendimento do pós-venda, o grupo está investindo R$ 16 milhões na inauguração de um novo call enter no fim do ano. “Inicialmente serão 400 operadores. Até o fim de 2015, mil pessoas” diz.

No topo do ranking das instituições financeiras que mais cresceram no Brasil no ano passado, a Zurich, da Suíça, incrementou em 41% o total de sua receita. Atuando em parceria com o banco Santander na distribuição de parte de seus produtos como auto, residencial, vida e previdência, a seguradora vê um aumento de demanda espontâneo por seguros nos últimos dez anos por conta da alta da renda da população e o baixo nível de desempenho. “Tudo isso se refletiu na melhora do poder de compra inclusive dos produtos de segurança de bens e das pessoas”, afirma Edson Franco, presidente da Zurich Santander no Brasil. Na sua opinião, a união das duas operações desde 2011 trouxe melhora na gestão de risco, na gestão técnica, na sofisticação dos produtos, com maior escala de distribuição. O grupo contabilizou R$ 297,08 milhões de lucro líquido nos últimos 12 meses encerrados em junho de 2014,35% superior ajunhode2013.

O caso mais recente de incorporação por parte de uma empresa estrangeira foi aprovado em outubro deste ano pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Trata-se da aquisição da seguradora santista Marítima pelo grupo japonês Sompo Japan Insurance por meio de uma de suas subsidiárias, a Yasuda. Francisco Caiuby Vidigal, presidente da Yasuda Marítima, está animado com a operação e com as possibilidades que o marca do brasileiro traz. A nova empresa nasce com expectativa de faturamento de R$ 3 bilhões em 2014 (incluindo a subsidiária Marítima Saúde), valor 15% superior â soma do que foi obtido pelo grupo Marítima (Marítima Seguros e Marítima Saúde) e Yasuda Seguros em 2013. A companhia conta hoje com cerca de um milhão de segurados e registra perto de R$ 1,2 bilhão em ativos totais, patrimônio líquido de R$ 990 milhões e filiais em todo o território nacional. O Brasil se torna assim a principal operação do grupo fora do Japão. O lucro líquido deste ano deve ficar 40% menor do que em 2013, devido aos gastos com a integração. “Nos últimos cinco anos, investimos R$ 600 milhões nas operações no Brasil. A compra da Marítima nos coloca entre as dez maiores seguradoras do país. Queremos em breve estar entre as cinco”, planeja Vidigal.

IRB Brasil RE mantém rating Excelente (A-) pelo quarto ano consecutivo

O IRB Brasil RE obteve classificação de risco Excelente (A-), com perspectiva de estabilidade para o próximo ano, em avaliação realizada pela agência internacional A.M. Best, a mais antiga empresa especializada em avaliação de risco do segmento de seguros.

De acordo com o comunicado oficial da Agência, divulgado nesta quarta-feira (17/12), o resultado reflete, pelo quarto ano seguido, o forte perfil de negócios do IRB no mercado de resseguros do Brasil, o sólido desempenho financeiro e sua excelente capitalização ajustada ao risco. “Desde que o mercado de resseguros brasileiro foi aberto no Brasil em 2007, com o aumento da competição, a empresa continua a manter a liderança no país, por uma ampla margem”, diz o documento que atesta a força financeira do maior ressegurador Latino-Americano.

Ainda segundo o texto, o IRB tomou várias iniciativas para sustentar essa posição e preparar-se para uma expansão internacional, calcado em uma estratégia bem definida e pessoal experiente para executar os seus planos de negócios.

Em um cenário adverso da economia mundial, a avaliação é um atestado de eficiência e solidez financeira que credencia o IRB Brasil RE a participar dos principais programas nacionais e internacionais de resseguros e dá sustentação à sua estratégia de expansão dentro e fora do Brasil.

*A.M. Best Company é a empresa mais antiga e de maior autoridade de ratings e fonte de informação do mundo. Para mais informações, visite www.ambest.com.

Carteira de investimento soma R$ 424,3 bilhões em recursos acumulados nos planos abertos

Release

As contribuições feitas por titulares de planos abertos de caráter previdenciário somaram R$ 7,6 bilhões em outubro, volume que representou crescimento de 11,45% em comparação a igual período de 2013 (R$ 6,8 bilhões). Os dados são da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que representa 71 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país. Segundo a entidade, a captação líquida (diferença entre arrecadação e resgates) fechou outubro com saldo positivo de R$ 4 bilhões contra R$ 3,6 bilhões no mesmo período do ano anterior.

Os planos individuais foram os que mais receberam recursos em outubro: R$ 6,7 bilhões, volume 11,63% superior ao valor registrado no mesmo mês do ano anterior. Os recursos destinados a planos para menores também avançaram. Foram R$ 165,1 milhões em contribuições, alta de 10,15% frente aos R$ 149,9 milhões registrados em outubro do ano passado. Também houve forte crescimento nos planos empresariais. A modalidade recebeu R$ 721,7 milhões em contribuições, valor 10,09% superior aos R$ 655,5 milhões do mesmo mês em 2013.

Os dados da FenaPrevi mostram que o sistema registrava, em outubro, 104.047 pessoas já usufruindo benefícios (aposentadorias, pecúlios, por morte e por invalidez, e pensões, por morte e por invalidez) pagos por planos abertos de caráter previdenciário. Em outubro, foram computados também 2.838.949 adesões a planos empresariais (estoque e não novos entrantes) e 10.236.978 planos individuais contratados, estes últimos, por 8.673.032 pessoas físicas (números relativos a quantidade de CPF’s).

Resultado acumulado – Janeiro a Outubro de 2014

No acumulado de janeiro a outubro de 2014, as contribuições feitas por titulares de planos abertos de caráter previdenciário somaram R$ 64,2 bilhões, alta de 10,35% frente aos R$ 58,2 bilhões registrados no mesmo período em 2013. Na análise por modalidade, as contribuições para planos individuais totalizaram R$ 56 bilhões, registrando alta de 9,10% na comparação com os R$ 51,4 bilhões no período em 2013. Já o total de recursos destinados a planos para menores cresceu 11,75%, totalizando R$ 1,6 bilhão no período entre janeiro a outubro de 2014. No acumulado de janeiro a outubro de 2013 foram R$ 1,4 bilhão. Já os planos empresariais receberam R$ 6,6 bilhões no período de janeiro a outubro de 2014, 21,89% superior aos R$ 5,4 bilhões nos primeiros dez meses de 2013.

Carteira de investimento

Com o desempenho dos planos abertos de caráter previdenciário em outubro, a carteira de investimentos fechou o mês com R$ 424,3 bilhões, expansão de 16,27% em relação a outubro de 2013. Na análise por tipo de produto, a carteira de investimentos do VGBL passou de R$ 234,1 bilhões em outubro de 2013 para R$ 285,9 bilhões em outubro de 2014 (alta de 22,14%). Já a carteira do PGBL cresceu de R$ 78,7 bilhões em outubro de 2013 para R$ 88 bilhões em outubro de 2014 (alta de 11,85%), no mesmo período. A carteira dos planos tradicionais, por sua vez, registrou R$ 49,9 bilhões em outubro deste ano, enquanto que o valor no mesmo mês do ano anterior foi de R$ 51,7 bilhões (-3,48%).

“Já tiramos do nosso negócio uma parte relevante que dava muito trabalho, muito risco e pouco resultado”, diz Roberto Setubal

lucro 2Sem titubear, Roberto Setubal, presidente do Itaú Unibanco, responde às perguntas de analistas presentes na apresentação a investidores realizada ontem em São Paulo. Como estava cobrindo o almoço de final de ano da Cnseg e divulgação dos finalistas da edição 2014 do Prêmio Inovação em Seguros, fiquei sabendo deste evento por executivos presentes, fato relevante enviado pelo banco à CVM e também pela reportagem publicada hoje pelo Valor Econômico.

“Estamos vendendo algumas áreas de seguros, como vendemos o negócio de [seguros de] grandes riscos”, disse Roberto Setubal, presidente do Itaú, Em julho, o banco vendeu essa operação para a Ace Seguros por R$ 1,5 bilhão. “Já tiramos do nosso negócio uma parte relevante que dava muito trabalho, muito risco e pouco resultado”, afirmou Setubal. Questionado sobre quais negócios estariam à venda, disse que não se pronunciaria. No entanto, informa o Valor, o executivo afirmou que a Garantec (que concentra seguro garantia estendida), a participação no IRB Brasil Re e a carteira de DPVAT não são estratégicas para o banco. Essas operações deram ao Itaú um lucro líquido recorrente de R$ 100 milhões de janeiro a setembro de 2014, enquanto os demais negócios de seguro geraram R$ 2 bilhões.

Já seguros de vida, proteção financeira comercializada por meio do cartão de crédito, prestamista, habitacional, automóvel e residencial (em parceria com a Porto Seguro), previdência e títulos de capitalização estão embaixo do chapéu “estratégias”. Apesar da decisão de vender algumas operações, Setubal diz que o objetivo do Itaú é crescer no segmento de seguros, mas em áreas de baixo risco.

Para dar mais transparência e entendimento a atuação do banco em seguros, o Itaú Unibanco incluiu uma nova abertura na apresentação do resultado da Itaú Seguridade, informa comunicado enviado à CVM. A análise gerencial da operação terá as divisões “Atividades foco” e “Demais atividades”, que inclui Grandes Riscos, Garantia Estendida, DPVAT, Saúde, IRB e Outros. “Essa abertura contribui para uma melhor análise da performance e rentabilidade dos direcionadores de valor dos negócios da Itaú Seguridade. Também evidencia nossa estratégia de atuação com foco na comercialização de seguros massificados de Pessoas e Patrimoniais, tipicamente relacionados ao varejo bancário, aos nossos clientes (modelo de bancassurance)”, informou o banco.

Chubb comemora resultado de investimentos em TI

chubbOs investimentos em TI realizados pela Chubb do Brasil nos últimos 5 anos para o atendimento a sinistros reverteu em aumento de 20% na produtividade da equipe, 15% de melhoria de eficiência do atendimento e 94% de clientes satisfeitos. “Um índice de satisfação alta resulta em maior fidelização e renovação por parte dos segurados. Porque é na hora em que precisa do seguro que o cliente percebe a qualidade do serviço que contratou”, afirma Fernando Valentim, diretor Técnico Executivo da Chubb do Brasil.