A Porto Seguro também vai incentivar o consumo consciente de água, a fim de colaborar com as iniciativas para se evitar o agravamento da crise hídrica que atinge diversas cidades do País. A partir de dezembro, a empresa oferecerá descontos na contratação ou renovação de seguros residenciais, empresariais e de condomínios. Para aproveitar o benefício, o segurado terá que comprovar a adoção de medidas que resultem em economia de água.
Para seguros residenciais, o desconto será de 10%. Já os condomínios e empresas terão uma redução de 5% no valor do seguro. Para garantir a vantagem, será necessário comprovar economia igual ou superior a 20% em relação ao consumo médio mensal de água no imóvel, informando no momento da contratação ou renovação o número de instalação fornecido pela empresa de abastecimento da região (disponível na conta de água) e o CPF/CNPJ do titular da conta.
Para Edson Frizzarim, diretor de Ramos Elementares da Porto Seguro, o benefício pode despertar mais pessoas e empresas a encontrar formas de preservar esse bem indispensável à vida humana. “Seja com iniciativas simples e amplamente conhecidas, seja com o uso de recursos mais elaborados, o importante é participar desse esforço coletivo para poupar água e garantir o abastecimento em meio à estiagem”, explica.
O benefício da Porto Seguro é válido para todo o País e abrange os produtos: Porto Seguro Residência – Habitual, Veraneio e Premium; Porto Seguro Condomínio; e Porto Seguro Academias, Bares e Restaurantes, Clínicas e Consultórios, Empresa, Escolas, Estética e Beleza, Pet Shop e Clínica Veterinária.
Vai financiar grandes obras, com riscos especiais como túneis, ferrovias, portos ou rodovias? Se preocupa com processos nos quais tenha de indenizar terceiros que te acusam de poluição ambiental, má gestão ou perdas operacionais? Tem medo da conta que pode ter de pagar por um recall de produto ou pelo pedido de um sequestrador? Esses são alguns dos riscos que a Liberty International Underwriters (LIU), divisão de riscos especiais do Grupo Liberty Mutual, se especializou mundo afora e trouxe para o Brasil.
“2014 foi um ano de reorganização da operação da LIU, constituída nos Estados Unidos em 1999 e que começou a operar no Brasil em 2008”, conta Ronald Bolaños (foto), diretor da LIU. Além de comemorar o incremento de 44% no volume de vendas de janeiro a novembro sobre os R$ 44 milhões registrados no ano anterior, a equipe comemora a redução do custo operacional em 10% e a melhora da subscrição dos riscos, o que refletiu em uma queda de cinco pontos percentuais no índice de sinistralidade (volume de indenizações pagas em relação ao valor recebido do cliente no contrato das garantias do programa de seguros), para 43%. “Diante de uma economia que praticamente não cresceu, atingir a meta traçada no ano foi uma conquista e tanto”, comemora Bolaños e seus principais executivos.
Em 2014, a equipe de profissionais especializados em riscos responsável pela América Latina, sendo o Brasil o maior mercado, fez diversas apresentações para clientes e corretores. “Fizemos vários road shows em 2014 para divulgar os diferenciais dos produtos da LIU e a especialização de nossos profissionais em cada ramo. Isso atraiu corretores e clientes preocupados com gestão de riscos e nos ajudou a manter as vendas e a rentabilidade da operação num cenário de economia fraca e grande concorrência no mercado de seguros”, acrescentou o responsável pela divisão de riscos especiais.
De acordo com André Guidetti, superintendente de Engenharia da LIU, os bons resultados obtidos são consequentes da melhora na gestão de riscos dos clientes brasileiros, que, segundo ele, estão compatíveis com os níveis internacionais de segurança e serviços adotados por grandes multinacionais. “Hoje os prazos para executar obras são menores e por isso a gestão de risco se tornou uma prioridade para as empresas. Inclusive, o gerenciamento de riscos é um item determinante na composição do custos e condições do financiamento e do seguro”, argumenta Guidetti.
O modelo implementado no Brasil , que difere da atuação do grupo mundialmente — enquanto aqui a LIU atua como seguradora, internacionalmente opera como resseguradora — deu tão certo que agora será levado a outras unidades do grupo na América Latina, como Colômbia, Chile e Equador, mercados nos quais atua como resseguradora e seguradora de varejo. Segundo ranking elaborado pela Fundación Mapfre, a Liberty é a oitava maior da região, atuando com seguros e resseguros. Segundo Bolaños, a contribuição dos profissionais brasileiros, que já estão em cursos avançados de espanhol, é estratégica para o grupo mundialmente. O modelo começará a ser replicado em 2015 e tem dois anos para ser concluído.
Além da atuação regional para manter o faturamento da região em ritmo ascendente, a LIU conta com novos produtos para diversificar a carteira de clientes. Entre as principais novidades estão o seguro para recall, para sequestro e extorsão, para riscos ambientais e bem como coberturas diferenciadas em seguros já consolidados no mercado segurador brasileiro como D&O (seguro de responsabilidade civil de administradores), E&O (proteção de responsabilidade civil para vários tipos de categorias profissionais), plataformas de petróleo e riscos do embarcador.
Apesar das novidades, o crescimento estimado para 2015 é entre 8% e 10%, menor do que o conquistado em 2014. “Nosso foco está no crescimento orgânico e não via aquisições de carteiras”, disse Bolaños, após ser questionado por jornalistas sobre o interesse em adquirir a carteira de grandes riscos da SulAmérica, que está em processo de vendas, mesma estratégia adotada pelo Itaú Unibanco, que vendeu em outubro a carteira de grandes riscos para a ACE.
“O crescimento será fruto dos contratos de obras de infraestrutura já licitados pelo governo, uma vez que novas obras só são esperadas para o final de 2015, quando a nova equipe do governo eleito em outubro passado já estará com as prioridades de investimentos traçadas”, disse Guidetti.
Antonio Lleyda (foto), superintendente de Marine da seguradora, busca consolidar novidades do mundo para o Brasil, como coberturas abrangentes para plataformas de petróleo, assim que esse segmento estiver em um cenário mais favorável do que o atual.
Em riscos ambientais, Luiz Oliveira, superintendente de RC Ambiental e E&O da LIU, vê um mercado para ser explorado. “Nas apresentações que temos feito, os corretores e clientes se mostram mais conhecedores das novas leis, que penalizam severamente os prejuízos por poluição ambiental”, comentou. Oliveira ressaltou a a importância da prevenção, a preocupação com o descarte correto de resíduos perigosos e a necessidade de contratar uma apólice com coberturas sob medida para esse tipo de risco, que, apesar de grande, ainda é substimado pelas empresas brasileiras.
Klaus Baretta, superintendente de D&O K&R e Recall de Produtos da LIU, está otimista. “Segundo a Anvisa, o número de recall aumentou 60% no ultimo ano e isso sinaliza um mercado potencial para nós”. Sem atuar com recall de montadoras, que concentra o maior número de chamados, a LIU preparou coberturas para as indústrias de alimentos, bebidas e farmacêutica. Trabalhar em conjunto com a empresa no gerenciamento de crise, com coberturas acessórias como RV para perdas com recall insatisfatório e perdas com a retirada do produto do mercado estão entre as coberturas básicas.
A expectativa de vida das mulheres brasileiras é 7,3 anos maior que a dos homens, segundo os dados das Tábuas Completas de Mortalidade do Brasil de 2013, divulgadas nesta segunda-feira (1) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Em 2013 a expectativa de vida da população feminina chegou a 78,6 anos enquanto a masculina atingiu 71,3 – a média para ambos os sexos é de 74,9 anos.
O número repete uma diferença histórica, já apresentada em 1980, dado mais antigo harmonizado pelo IBGE. À época, a expectativa de vida das mulheres era de 65,7 anos, contra 59,6 anos dos homens –diferença de 6,1 anos.
A diferença é maior em Alagoas, em que as mulheres vivem 9,5 anos a mais que os homens –75,3 contra 65,8. Já Roraima apresenta a menor diferença, com a população feminina vivendo 5,3 anos a mais que a masculina –73,4 anos menos 68,1.
O aumento na expectativa de vida nacional mantém a tendência de crescimento da taxa. Comparando com 1980, o aumento na expectativa de vida do brasileiro ao nascer foi de 12,4 anos, tendo passado de 62,5 anos para 74,9.
A tabela divulgada hoje mostra a expectativa de vida para todas as idades até os 80 anos. Uma criança de dez anos de idade, por exemplo, tem a expectativa de viver até os 76,3 anos. Um jovem de 18 anos deve viver, em média, até os 76,6 anos.
Uma pessoa de 40 anos tem a expectativa de vida de 78,5 anos. Aqueles que têm 80 anos ou mais têm expectativa média de viver mais 9,2 anos.
Fator previdenciário
As Tábuas Completas de Mortalidade do Brasil são usadas pelo Ministério da Previdência Social como um dos parâmetros para determinar o fator previdenciário, no cálculo das aposentadorias do Regime Geral de Previdência Social.
Com o aumento da expectativa de vida do brasileiro, haverá uma redução média de 0,65% no benefício do trabalhador que se aposentar a partir desta segunda-feira (1º) por tempo de contribuição.
O fator previdenciário é utilizado pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) para tentar adiar a aposentadoria dos trabalhadores mais jovens, penalizando quem se aposenta mais cedo, já que esse segurado, teoricamente, vai receber o benefício por mais tempo.
O cálculo leva em conta a idade ao se aposentar, o tempo de contribuição para a Previdência Social e a expectativa de sobrevida, ou seja, quanto tempo o trabalhador deve viver a mais considerando a idade que tem ao pedir o benefício. A nova tabela do fator previdenciário vale até 30 de novembro de 2015.
Luiz Carlos Trabuco, presidente do Banco Bradesco, Marco Antonio Rossi, presidente da Bradesco Seguros, e vários executivos do grupo receberam mais de uma centena de convidados no camarote VIP montando na Lagoa Rodrigo de Freitas para a inauguração da 19. edição da Árvore de Natal da Bradesco Seguros. Entre eles, Braguinha, João Havelange, Luiz Fernando Pezão, governador do Rio, Paulo Roberto Ribeiro Pinto, presidente da Light (preocupadíssimo com a falta de água e com a crise que afeta o setor elétrico no País).
Havia muita gente (que é e que também já foi) da indústria de seguros, como Roberto Westernberg, titular da Susep, Henrique Brandão, presidente do Sincor-RJ (que pretende levar a discussão sobre “agente” para o Congresso), o especialista em longevidade Alexandre Kalache (que já se dedica ao Fórum de Longevidade a ser realizado no final de 2015), os corretores Marcelo Blay, da Minuto Seguros, e Hélio Novaes, da MDS, entre tantas outras personalidades da sociedade brasileira. Sim. tinha gente de todos os cantos do país nesta festa, que contou com mais de 200 mil pessoas ao redor da Lagoa para assistir ao show de inauguração.
Roberto Westenberger, titular da Susep, está otimista em ser mantido no cargo de xerife do mercado segurador. A indicação do cargo geralmente é feita pelo ministro da Fazenda para o presidente da República. Neste caso, Joaquim Levy fará a indicação de um nome para a Susep para Dilma Rousseff. “Há muito trabalho na Susep e a vida segue a rotina de um regulador focado na solvência das empresas e na proteção do consumidor”, disse, deixando claro o seu desejo de permanecer no cargo.
Tarcysio Godoy, diretor da Bradesco Seguros, desconversa quando questionado sobre deixar o seu cargo na Bradesco para fazer parte da equipe do ministério da Fazenda, conforme rumores nos bastidores de Brasília. Godoy disse desconhecer tais suposições. Na edição desta segunda-feira (1 de dezembro), o jornal Valor Econômico cita: “Para assumir a Secretaria do Tesouro Nacional, ganhou força, nos últimos dias, o nome do ex-secretário Tarcísio Godoy, diretor da Bradesco Seguros e Previdência”.
Lucio Flavio de Oliveira, presidente da Bradesco Vida e Previdência, está confiante no crescimento de dois dígitos do segmento de previdência em 2015. “O setor já mostrou sinais claros de recuperação neste segundo semestre e essa é uma tendência que se manterá no próximo ano porque as pessoas estão conscientes da necessidade de poupar no longo prazo”, disse. Segundo ele, a perspectiva de aprovação do VGBL Saúde em 2015 também ajudará a incrementar a arrecadação de recursos nos planos de previdência privada aberta.
Eugênio Velasques, diretor da Bradesco Seguros, afirmou que o setor tem grandes desafios pela frente para levar o produto certo ao consumidor no ponto de venda que ele quer ser atendido. “Estou confiante que a indústria de seguros manterá o crescimento de dois dígitos em 2015”, afirmou.
“Chegar à 19a edição consecutiva da Árvore de Natal da Bradesco Seguros é motivo de orgulho para todos nós. A Árvore é um símbolo incorporado ao Natal dos brasileiros que encanta o mundo todo e que já faz parte da nossa história, transmitindo uma mensagem de paz e fraternidade. Além disso, a Árvore sempre motiva a reflexão das pessoas sobre os momentos vividos no ano que está terminando e também quanto às expectativas para o ano que se aproxima”, afirmou Alexandre Nogueira, diretor da Bradesco Seguros.”
A Árvore de Natal da Bradesco Seguros criou fortes raízes com a população carioca, foi incorporada ao Natal dos brasileiros e se transformou em referência internacional, contribuindo para projetar ainda mais a imagem do Rio de Janeiro no Exterior. Segundo os organizadores do evento, 90 mil pessoas estavam conectadas no link de transmissão online do evento, disponível em diversas línguas.
Todos estavam reunidos para assistir o show, que contou com a participação do Coral da Fundação Bradesco, dos atores Cláudio Lins e Laila Garin, da cantora Simone, Família Lima e a Orquestra Sinfônica de Barra Mansa. Simone, presente em boa parte das festas de inauguração da árvore, cantou “Aquarela do Brasil” e “Ave Maria” ao lado dos mascotes das Olimíadas e Parolimpíadas, que depois circularam no camarote VIP para tirar fotos com os convidados.
Depois do réveillon e carnaval, a inauguração da Árvore de Natal da Lagoa é considerada o terceiro maior evento do Rio. A festa teve transmissão on-line e tradução em mais de 30 idiomas. Com o tema Natal de Luz, a árvore tem 85 metros (o equivalente a um edifício de 28 andares), 3,1 milhões de lâmpadas e 120 quilômetros de mangueiras luminosas, que ficarão baseados em 11 flutuadores. Ao todo, ela pesa 542 toneladas. A árvore ficará montada até o dia 6 de janeiro e a expectativa diária de visitação é de 80 mil pessoas por dia. A produção para o espetáculo de inauguração começou em setembro. A árvore também já faz parte do Guiness Book.
Eu e minha família fazemos parte daqueles que amam a Árvore. Prestigiamos esse evento há 13 anos!!! Com ou sem convite estamos lá ano a ano. Seja no Camarote VIP ou na grama da Lagoa. O que importa é estar lá para a abertura da temporada de Natal, um natal de Luz, um natal de família, um natal que renova a alma. Até 2015!
A SulAmérica deve concluir a negociação da sua carteira de grandes riscos somente em 2015, de acordo com o presidente da seguradora, Gabriel Portella. As conversas com possíveis interessados, segundo ele, ainda não começaram, pois ainda estão sendo analisadas as alternativas possíveis junto ao banco contratado para assessorar a companhia, o Itaú BBA, para o ativo.
“As alternativas clássicas são parceria, venda, investimento e deixar as apólices vencerem. Ainda estamos avaliando”, disse Portella, em entrevista exclusiva ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.
A decisão de dar um novo destino para a carteira de seguros de grandes riscos não vem de hoje, segundo o executivo. Ele explica que a participação de mercado da SulAmérica neste segmento não estava de acordo com o objetivo da companhia e que, para crescer, teria de investir em detrimento de outros segmentos, nos quais a seguradora tem mais expertise e presença.
Ao vender a carteira de grandes riscos, caso seja essa opção escolhida pela SulAmérica, a seguradora vai em linha com o movimento do Itaú Unibanco, que vendeu seu ativo para a Ace, e de outras companhias que estão tirando o pé deste segmento. Carlos Alberto Trindade Filho, vice-presidente da SulAmérica, disse que esse negócio tende a ficar nas mãos de grupos especializados e resseguradoras (que dividem o risco de grandes apólices com seguradoras).
“A carteira de grandes riscos não tem problema, mas um resultado mais volátil. Quando se tem um sinistro, há uma perda maior de capital”, destacou Trindade Filho, durante palestra em evento para analistas e investidores.
Segundo ele, a SulAmérica tem um foco bem definido no médio risco, uma vez que não quer estar exposta a grandes fábricas, siderúrgicas, grandes usinas. No passado, duas apólices bilionárias da companhia, uma da hidrelétrica de Jirau e outra de um terminal portuário da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), resultaram em brigas judiciais.
Aquisições
Sobre possíveis áreas que receberiam mais atenção da SulAmérica, Portella diz que como uma seguradora multilinha, vai investir nas principais áreas de atuação que incluem saúde, automóvel, capitalização. Há apetite, segundo o presidente da seguradora, para aquisições no segmento odontológico, no qual a companhia está sempre avaliando oportunidades.
Portella destacou, porém, que a estratégica não-orgânica da SulAmérica é seletiva e prioriza a rentabilidade. Em odonto, por exemplo, os ativos estão “caros”, o que faz com que a companhia continue apenas no campo da análise. Diferente de quando comprou a Dental Plan, em 2010, quando precisava criar expertise neste segmento, agora, a aquisição precisa gerar valor adicional ao crescimento orgânico.
“Tínhamos 100 mil vidas e compramos uma empresa com mais 140 mil vidas. Hoje são 600 mil vidas em seguro odontológico. Não buscamos somente o crescimento”, destacou ele, que também participou do 4º AnalistDay da SulAmérica.
Pena que a Alarys, Fundación Latinoamericana de Administracion de Riesgos, dedicada a apoiar a difusão do gerenciamento de risco na região, não convidou a imprensa para cobrir o evento realizado a cada dois anos e que neste foi realizado no Brasil entre os dias 25 e 26 de novembro, no Rio de Janeiro. Jornalistas estrangeiros foram convidados. A instituição reclama que as corporações brasileiras não priorizam o gerenciamento de risco e ela mesma ignora um dos principais riscos: a gestão da comunicação. Além, é claro, de trazer jornalistas estrangeiros e ignorar a mídia local ser algo bem deselegante, sendo Jorge Luzzi praticamente um brasileiro de coração. Mora e trabalha no Brasil. Por muitos anos foi o responsável por gestão de risco na Pirelli, presidente da Associação Brasileira de Risco (ABGR) e hoje está na Herco Consultoria, uma empresa do grupo MDS. Mesmo tendo várias cidadanias, inclusive a suíça, ainda desdenha a imprensa brasileira.
A ABGR e Alarys alegam que muitas empresas não valorizam a contratação de seguros e por isso colocam o patrimônio do acionista em risco. Se isso acontece, boa parte vem da falha na comunicação. Eu sou testemunha que muitos executivos não valorizam a comunicação e por isso perdem oportunidades de difundir a cultura do seguro. Alguns alegam que a imprensa não se interessa por seguro. Eu afirmo que a imprensa tem grande interesse por boas notícias e muito pouco por looby ou discursos centrados no próprio umbigo.
Resumindo, está na hora de entender que a comunicação é um dos itens prioritários no gerenciamento de risco de qualquer governança corporativa. Desculpas não podem justificar a grandeza de superar desafios e transformar oportunidades em ações efetivas e com resultados positivos para todos os envolvidos. Sendo assim, vou apenas traduzir o que a Business Insurance publicou, com autoria do editor Paul Bomberger, sobre o evento realizado nesta semana no Rio de Janeiro. E só faço isso porque o tema é relevante para os leitores do blog Sonho Seguro.
Segue o texto com tradução livre:
Apesar de várias grandes catástrofes desde 2000, incluindo um acidente de avião em São Paulo em 2007 e um afundamento de uma plataforma de petróleo no mar, perto do Rio, em 2001, muitas empresas no Brasil ainda não estão praticando gestão de risco inteligente e não compram um seguro para cobrir a maior parte de seus riscos, disse a presidente da Associação Brasileira de Gestão de Risco (ABGR) disse à platéia dia de abertura quarta-feira no ALARYS 2014, a conferência Latino-americana de gestão de risco bienal. (o texto não menciona, mas a presidente é Cristiane Alves).
“Várias pessoas não entendem o que a gestão de risco é dentro das empresas. O que estamos falando é de gestão de risco de todo o empreendimento”, disse Marcelo D’Alessandro, diretor da ABGR, aos gestores de risco brasileiros.
Os principais players priorizam investimentos e continuam dispostos a implementar programas eficazes de gestão de risco corporativo para tentar mitigar riscos operacionais significativos”, disse D’Alessandro. Segundo ele, apesar de existir uma lei desde 1966 exigindo a contratação de seguros para perdas com riscos patrimoniais e de responsabilidade civil, muitas empresas da maior economia da América do Sul ignoram este decreto. “Os CEOs vão dizer que as seguradoras não fazem o seguro”, disse o gerente de risco que participou da comissão que garantiu o Rio como a cidade anfitriã dos Jogos Olímpicos de Verão de 2016.
D’Alessandro citou vários exemplos convincentes de catástrofes graves em todo o Brasil que afetam os setores público e privado. Ele disse que depois de um desastre torna-se claro que não há cobertura de seguro no lugar e nenhuma previsão para tornar-se mais seguro. Além da queda do avião e afundamento da plataforma da Petrbras, ele mencionou um acidente de 2004 com um trem de passageiros em uma floresta e a seca, em 2007, que aleijou quase todos os sistemas primários de energia hidroelétrica do Brasil. “Há uma falta de preparo para seguros no Brasil”, disse ele. “Nós estamos sempre correndo atrás de problemas em vez de previno-los.
No entanto, um par de gestores de risco de grandes empresas no Brasil explicou que a gestão está melhorando, mas ainda há muito trabalho a ser feito em função da maioria das empresas ter ainda uma equipe reduzida dedicada ao planejamento de riscos.
Andrea Almeida, diretora de gestão de risco da Vale no Rio, disse que durante os últimos dez anos, a empresa de mineração havia se tornado uma empresa mais consciente dos riscos, e que ajudou a empresa a alcançar seus objetivos estratégicos corporativos. “Conseguimos estabelecer objetivos de risco para os próximos cinco anos em todo a empresa”, disse Almeida. O nosso lema é que “o melhor gasto do dinheiro é para a redução do risco.”
O gerente de riscos no Grupo Endesa, Michelle Lyporage Miguel, disse que “o barômetro de risco está começando a chegar no Brasil”. Ele informou que a Endesa monitora ativamente os riscos em toda a empresa e tem programas de cobertura e de transferência de risco adequadas para proteger o patrimônio do acionista. Ela ressaltou que a Endesa é uma das empresas que tentam estimular outras empresas a abraçarem gestão de riscos. “A gestão de risco é a alma da empresa”, disse. “A gestão é que dá a continuidade para a nossa empresa”.
A agenda de dois dias de conferência ALARYS conta com painéis de discussões previstas para quinta-feira, com destaque para programas globais de seguro no Brasil e uma apresentação de empresas sediadas nas Bermudas, o país anfitrião para a conferência de 2016 ALARYS.
A Porto Seguro Faz, empresa de serviços de conveniência e de emergência do Grupo Porto Seguro, oferecerá 42 serviços para casa com descontos de 30% a 55%. Os serviços vão desde instalações de TV até limpeza e fixação de acessórios. Os preços especiais fazem parte de uma ação da empresa para a Black Friday e são válidos até 7 de dezembro.
A empresa elaborou um portfólio especial de serviços para o evento. “O aumento da procura por serviços para casa e a falta de tempo de quem vive nos grandes centros resulta em uma maior demanda por conveniência e agilidade. Por isso optamos por disponibilizar a venda de serviços online.”, afirma José Luís da Silva, diretor da Porto Seguro Faz.
Entre os serviços disponíveis, estão: instalação de TVs de 14” a 39” polegadas de R$229,00 por R$103,50; limpeza de estofado de 3 lugares, de R$229,00 por R$137,40; limpeza de caixa d’água (até 2000 ml), de R$215,00 por R$129,00 e instalações elétricas (chuveiro, lustres, aquecedor de torneiras, etc) de R$R$ 185,00 por R$129,50. As ofertas são válidas exclusivamente para a campanha de Black Friday e não são cumulativas com outras promoções e descontos.
Segundo a E-bit, a edição 2013 da Black Friday brasileira superou as expectativas do segmento de comércio eletrônico. O evento movimentou R$ 770 milhões, superando os recordes de faturamento em um único dia, e apontou um crescimento de 217%, na comparação com o ano de 2012.
Está sendo realizado hoje, dia 27, no Rio de Janeiro, o II Fórum Internacional de Alta Mediação de Seguros (FAMA), promovido pela Federação dos corretores (Fenacor) e o Grupo ADI (da Espanha), com o objetivo de discutir as tendências de crescimento do mercado de seguros da América Latina e fomentar os negócios em todo o contexto da região.
Ainda na parte da manhã, o presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, fez uma apresentação abordando a evolução do mercado segurador brasileiro, que nos últimos 15 anos passou de 1% no PIB nacional para uma representação de 6% e, entre 2004 e 2013, obteve um crescimento de 245,9%, passando do 21º para 12º lugar no ranking mundial.
Somente em 2013, lembrou Rossi, o setor pagou aos segurados, em indenizações, resgates, benefícios e sorteios, R$ 180, 4 bilhões, contribuindo para isso a busca por novos públicos e novas relações de consumo, com o desenvolvimento de novos produtos e atenção às novas tendências, inclusive em relação às formas de subscrição, geração e transferência de riscos.
Referindo-se à CNseg, seu presidente citou sua ativa colaboração para a inclusão do seguro na sociedade e economia brasileira, destacando algumas ações, como a participação na Estratégia Nacional de Educação Financeira, a aproximação com os órgãos reguladores e o Ministério da Fazenda, a colaboração para o aprimoramento do marco normativo do microsseguros, entre outras.
Como desafios futuros, estão a consolidação da inclusão no mercado de seguros da população das periferias, cuja renda avança mais rápido que a média nacional, e o avanço dos meios remotos como canais de distribuição.
Como conclusão, Rossi afirmou que a sociedade brasileira já compreende o seguro como uma necessidade e que o mercado segurador já tem uma base sólida o suficiente para superar todos os desafios e aproveitar todas as oportunidades que se apresentarem.
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O presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, fala aos presentes sobre a evolução do mercado segurador brasileiro
Está sendo realizado hoje, dia 27, no Rio de Janeiro, o II Fórum Internacional de Alta Mediação de Seguros (FAMA), promovido pela Federação dos corretores (Fenacor) e o Grupo ADI (da Espanha), com o objetivo de discutir as tendências de crescimento do mercado de seguros da América Latina e fomentar os negócios em todo o contexto da região.
Ainda na parte da manhã, o presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, fez uma apresentação abordando a evolução do mercado segurador brasileiro, que nos últimos 15 anos passou de 1% no PIB nacional para uma representação de 6% e, entre 2004 e 2013, obteve um crescimento de 245,9%, passando do 21º para 12º lugar no ranking mundial.
Somente em 2013, lembrou Rossi, o setor pagou aos segurados, em indenizações, resgates, benefícios e sorteios, R$ 180, 4 bilhões, contribuindo para isso a busca por novos públicos e novas relações de consumo, com o desenvolvimento de novos produtos e atenção às novas tendências, inclusive em relação às formas de subscrição, geração e transferência de riscos.
Referindo-se à CNseg, seu presidente citou sua ativa colaboração para a inclusão do seguro na sociedade e economia brasileira, destacando algumas ações, como a participação na Estratégia Nacional de Educação Financeira, a aproximação com os órgãos reguladores e o Ministério da Fazenda, a colaboração para o aprimoramento do marco normativo do microsseguros, entre outras.
Como desafios futuros, estão a consolidação da inclusão no mercado de seguros da população das periferias, cuja renda avança mais rápido que a média nacional, e o avanço dos meios remotos como canais de distribuição.
Como conclusão, Rossi afirmou que a sociedade brasileira já compreende o seguro como uma necessidade e que o mercado segurador já tem uma base sólida o suficiente para superar todos os desafios e aproveitar todas as oportunidades que se apresentarem.
Levantamento da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), com base em dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), aponta que, no acumulado de 12 meses seguidos e encerrados em setembro deste ano, a expansão do número de beneficiários de planos médicos foi de 2,8%, totalizando 50,6 milhões de milhões de vidas. Os planos exclusivamente odontológicos seguiram a tendência de crescimento com aumento de 7,0%, alcançando 21,3 milhões de beneficiários em todo o país.
De acordo com Marcio Coriolano, presidente da FenaSaúde, a expectativa é de que o setor de Saúde Suplementar encerre o ano de 2014 com alta de 3,5% no número de beneficiários. “Embora o ano tenha sido de baixo crescimento econômico, o mercado de Saúde Suplementar, influenciado pela estabilidade dos níveis de emprego e pelo aumento do rendimento real habitual, mantém a trajetória de crescimento no curto prazo,” afirma Coriolano.
O Centro-Oeste foi a região que apresentou maior crescimento no número de beneficiários de planos de assistência médica no período, registrando 8,2% de alta, com total de 2,8 milhões de beneficiários. O crescimento de beneficiários de planos exclusivamente odontológicos foi mais intenso na região Norte, com aumento de 16%, abrangendo um milhão vidas.
A Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), do Grupo Allianz, lança mais uma edição do seu estudo anual Global Risk Dialogue. Neste relatório, as extremas condições climáticas aparecem como fator influenciador no balanço financeiro de empresas. Além disso, a nova pesquisa aponta que a segunda maior causa de perda para as companhias são os incêndios, com a interrupção posterior dos negócios impactando mais as empresas do que o próprio dano.
Nesta edição, o Global Risk Dialogue explora as diferentes abordagens de se administrar riscos levando em consideração os “quatro elementos”: terra, fogo, água e ar. Com o atual cenário sendo determinado por questões ambientais complexas, é preciso focar na mitigação de riscos pré e pós perda.
Artigos selecionados da última edição do Global Risk Dialogue:
Terra: Mudança climática – mitigando o crescente impacto originário de questões climáticas
Se a administração de riscos consequentes de catástrofes climáticas não forem regularmente revisadas, o impacto financeiro aumentará consideravelmente.
Fogo: Recuperação após o desastre
De acordo com análises feitas a partir de sinistros de assegurados pela AGCS, os incêndios foram apontados como a segunda maior causa de perdas pelas empresas.
Água: cabos submarinos
Cerca de 70% a 80% dos seguros pagos para parques eólicos dizem respeito a cabos danificados. E, à medida que a busca por maior capacidade de produção através dos ventos aumenta, a proporção para novos incidentes e danos também.
Ar: Segurança na aviação
O desaparecimento do voo Malaysia Airlines MH370 no começo deste ano trouxe um alerta à comunidade aeronáutica sobre o rastreamento de aviões fora dos limites padrões de aviação.
Impressão 3D
O número de possibilidades de soluções geradas a partir de uma impressão 3D será imenso, mas, além da inovação, tal tecnologia também trará um novo debate em torno dos riscos e confiabilidade.
Ataques cibernéticos
Os criminosos cibernéticos usam três diferentes abordagens para atingir seus objetivos. Eles fazem operações de vigilância para obtenção de informações de empresas, roubam dados de clientes e de cartões de crédito e chantageiam companhias, ameaçando interromper suas operações comerciais.
Segue abaixo o link para o estudo: http://www.agcs.allianz.com/assets/PDFs/GRD/GRD_02_2014_EN.pdf .
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