Brasilprev comemora conquistas em 2014, inclusive a marca de R$ 100 bi em ativos sob gestão

Terra-Nova_BrasilprevA Brasilprev comemora muitas conquistas em 2014 e nutre grande otimismo com 2015. Segundo Miguel Cícero Terra Lima, o desafio está na conscientização do brasileiro quanto ao planejamento financeiro. Segundo pesquisa do grupo, cerca de 55% não tem planejamento domestico, 66% não se preocupam com imprevistos, 68% não pensam em guardar dinheiro. Isso mostra o grande potencial do segmento de previdência, que mesmo enfrentando uma crise no início do ano, deverá encerrar 2014 com crescimento de dois dígitos.

“O setor tem feito o dever de casa na criação de produtos, na divulgação e no apoio a educação financeira da sociedade. Isso faz com que dia a dia aumente o número de pessoas que compra planos de previdência privada”, comemora o presidente da empresa de previdência privada aberta do Banco do Brasil em parceria com a americana Principal.

Dos que já estão no caminho de poupar no longo prazo dentro da Brasilprev, 81% efetuam contribuições mensais, o que demonstra a relevância do tema dentro deste universo pesquisado. O valor médio é de R$ 335 mensais entre homens e de R$ 275 entre as mulheres. Cerca de 37% do total dos planos são direcionados a menores. A maioria dos clientes é rotulada de conservador, mas na verdade aproveitam por estar aplicando no mercado brasileiro, que oferece a maior taxa de juros do mundo aos investidores, com a Selic a 11,5%. Em função disso, 93% da carteira de investimento da Brasilprev está alocada em renda fixa e 7% em fundos compostos. Desse pequeno percentual em renda variável, 55% provêm dos fundos Ciclo de Vida, que automaticamente ajustam o mix de investimento à fase de vida do cliente. A região Sudeste concentra 50% das vendas da Brasilprev e o Sul 18%. Nordeste participa com 18%, Centro-Oeste com 9% e Norte com 5%.

“2014 foi um período de recuperação do mercado de previdência, que voltou a crescer em dois dígitos. A BrasilPrev registrou crescimento de 50% em captação líquida, indicador no qual somos líderes desde 2008”, afirmou em encontro com jornalistas nesta quinta-feira. O bom desempenho de deter 57% de market share em captação liquida é creditado ao investimento no treinamento de profissionais qualificados que atendem os clientes do Banco do Brasil, principal balcão de vendas da BrasilPrev, que superou R$ 100 bilhões em ativos sob gestão em novembro de 2014.

Entre os desafios do mercado, Terra Lima cita o incentivo a disciplina financeira, evidenciar as características do produto e aculturar investidores com relação a renda variável com opção para investimentos de longo prazo de acumulação.

Para 2015, o executivo está ansioso. Com lançamentos de produtos, diz. Está no forno um novo produto para o segmento empresarial, com foco nas médias empresas. Entre os diferenciais ele cita a vantagem progressiva individual e coletiva e também serviços exclusivos.

O executivo se mostrou otimista em se manter no comando da BrasilPrev, mesmo ainda sem a presidente Dilma Rousseff ter definido o novo comando do Banco do Brasil, principal acionista da empresa. “Tanto Paulo Rogério Caffarelli como Alexandre Abreu, nomes que circulam na imprensa, são excelentes nomes caso ocorra realmente a substituição de Aldemir Bendine.”

BemMaisSeguro.com, do grupo Assurant, retoma campanha televisiva

BemMaisSeguro-Black-FridayA BemMaisSeguro.com, do grupo Assurant, retoma sua campanha televisiva. Em ação criada pela agência VML, o filme protagonizado pelo ator Márcio Garcia é veiculado na Grande São Paulo, tendo como destaque a tarja “Comprou celular na Black Friday? Faça um seguro agora”.

Já veiculada em outubro deste ano, a campanha alcançou mais de 16 milhões de pessoas em um único mês e registrou um crescimento de 90% de mensagens recebidas/respondidas via Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), no mesmo período.

“Nossa intenção foi impulsionar o crescimento da BemMaisSeguro.com, fortalecer a marca e também divulgar a importância e a facilidade da contratação de seguro para celular. Sabemos que acidentes acontecem no dia a dia, como o exemplificado na campanha”, diz Marcello Ursini, diretor-presidente da empresa.

No filme, Garcia acompanha uma mulher que cai na piscina com o celular na mão, no meio de uma selfie, por causa de um esbarrão. O momento ganhou uma sequência de cenas em super slow.

Nas redes sociais, a mesma linguagem foi adotada para valorizar a importância do seguro. Os posts mostraram uma série de situações corriqueiras, nas quais qualquer pessoa pode perder seu celular. Em todos eles Márcio Garcia, em tom de ironia, constata que “ninguém está imune a acidentes”. A estratégia online também contou com dois webvídeos de 20 segundos, reforçando o mote da campanha: “E você, vai continuar arriscando?”. A fanpage da campanha no Facebook também bateu todos os resultados do mês anterior, com um crescimento na base de fãs de 25%, e de 55% na taxa de cliques dos posts.

Balanço das Comissões reúne 140 participantes

balanco-comissoes-tematicas-geralFonte: CNseg

Pelo menos 140 executivos do mercado segurador participam, nesta quarta-feira, 3, do encontro Balanço das Comissões Temáticas da CNseg, realizado no Hotel Windsor Atlântica. O presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, e a diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, estão entre as lideranças presentes. Cada presidente de comissão destacará os assuntos mais relevantes discutidos no ano, além de apresentar uma prévia da pauta de 2015.

O certo é que o ano de 2014 foi bastante movimentado em termos regulatórios e, consequentemente, de grande atividade nas 18 Comissões Temáticas da Cnseg e nos diversos grupos de trabalho criados para discutir temas específicos. Entre outros temas, a regulamentação do capital de risco baseado no risco de mercado, a ser divulgada em breve pelo CNSP, após mais de 18 meses de discussões entre o mercado e a Susep; o balanço dos trabalhos da Comissão de Investimentos da Susep, que visa o desenvolvimento de normas mais eficazes da aplicação dos ativos das seguradoras no mercado financeiro. Certamente, outro tema relevante envolve as áreas atuariais das empresas, que terão um ano de 2015 bastante intensos. Isso porque o mercado segurador terá sua primeira experiência com a auditoria atuarial, que trará novos desafios aos profissionais do setor. Outras temas como o risco operacional e uma nova metodologia para estimação da estrutura a termo da taxa de juros também estiveram e continuarão na agenda da Comissão Atuarial da CNseg e dos grupos de trabalho constituídos para analisar em profundidade estas questões.

No caso da Comissão de Administração de Finanças, chama a atenção a elaboração de um novo plano de contas para o mercado de seguro e resseguro. Este trabalho é realizado por uma consultoria contratada pela CNseg e supervisionado pelo GT Plano de Contas. Quando concluído, será um importante avanço para o setor, que terá um plano de contas adequado às suas operações e harmonizado com as normas vigentes. Já a Comissão de Controles Internos destacará a constituição de grupos de trabalho permanentes. Eles chamaram para si a tarefa de elaborar pareceres técnicos sobre a validação do relatório semestral da ouvidoria, estabelecido pela Resolução CNSP 279 de 2013, e sobre a adequação da auditoria interna para monitorar as atividades de atendimento a proponentes, segurados e beneficiários por representantes de seguros, conforme estabelecido pela Resolução CNSP 297/13.

Na pauta ainda, as discussões sobre o FATCA, lei norte-americana que, em função do acordo assinado entre o governo brasileiro e o daquele país, possibilitará a troca de informações sobre o patrimônio detido por cidadãos americanos junto a instituições financeiras brasileiras.

Já a Comissão de Assuntos Fiscais tem o grande desafio de destrinchar o complexo sistema tributário de nosso País, avaliar o impacto para as nossas operações e, claro, propor ajustes às normas vigentes e em gestação.

Na Comissão de Processos e Tecnologia da Informação, entre outros temas, há as contribuições para a Central de Serviços da CNseg na condução do projeto de criação de uma única base de apólices e averbações para consulta, pela ANTT, sobre a contratação do seguro de responsabilidade civil obrigatório. Merece destaque também o apoio na discussão de diversos temas originários em outras Comissões Temáticas da CNseg, como o eSocial, o leiaute dos arquivos para cumprimento de obrigações do FATCA, entre outros.

Entre os destaques da Comissão de Microsseguros e Seguros Populares, há um relato da 10ª Conferência Internacional de Microsseguros, que foi realizada pela Munich Re Foundation na Cidade do México, entre os dias 11 e 13 de novembro. Na ocasião, foram discutidas experiências do mercado global de microsseguros, e o Brasil ocupou posição de destaque em diversos painéis. A CNseg lançou a versão online do jogo “Caminhoneiro Seguro” e apoiou o lançamento da Carta do Consumidor Interamericano de Seguros. Merece menção a participação do grupo nas discussões da Circular SUSEP nº 490/14, que foi lançada em resposta à demanda do mercado por mudanças pontuais no marco normativo dos produtos de microsseguros. Na Comissão de Sustentabilidade, vale destacar a pesquisa parcial sobre a implementação das metas do mercado segurador brasileiro para os PSI.

PASI e MetLife anunciam sua nova parceria

fusaoRelease

O PASI – Plano de Amparo Social Imediato – pioneiro e mais consolidado seguro popular e microsseguro do Brasil e a MetLife, uma das maiores seguradoras independentes do país, líder mundial em seguros de vida, anunciam sua nova parceria. A seguradora passou a ser a garantidora oficial dos seguros do PASI, que engloba 20 mil empresas conveniadas e mais de 2,5 milhões de segurados, entre titulares e dependentes.

A parceria foi consolidada entre as empresas no dia 02 de dezembro, em evento exclusivo no Leopolldo Jardins, em São Paulo. Estiveram presentes representantes do PASI, MetLife, presidentes de entidades parceiras, corretores e outros representantes expoentes do mercado de seguros no país.

“Nosso objetivo é democratizar o acesso ao seguro no país, levando este benefício a pessoas que ainda estão excluídas do mercado segurador. Nossa meta é alcançar 100 milhões de brasileiros segurados, direta e indiretamente, através do modelo PASI”, diz Alaor Silva Junior, idealizador do PASI.

Com a parceria, o PASI pode levar a experiência internacional da MetLife a um número cada vez maior de trabalhadores e a seguradora passa a atuar no segmento de Convenções Coletivas de Trabalho, um mercado potencial com muito espaço para expansão no Brasil. “A partir da parceria com o PASI, a MetLife poderá ampliar ainda mais sua presença no mercado de seguro popular e microsseguros, um dos que mais crescem no país”, diz Washington Silva – Diretor de Relações Institucionais da MetLife. “Vamos colocar à disposição do PASI toda a nossa estrutura, tanto em termos de customização de produtos e benefícios como de processos”.

Estudo da Serasa revela onde estão os idosos inadimplentes no Brasil

© Copyright 2008 Corbis CorporationRelease

A velocidade com que a população brasileira está alcançando a longevidade é tanta que a população brasileira de idosos mais que dobrou nos últimos anos. Atualmente, existem cerca de 28,5 milhões de pessoas com mais de 60 anos no país. E diante dessa realidade, um estudo inédito do SerasaConsumidor, braço da Serasa voltado para o consumidor, apontou onde se concentram os idosos inadimplentes no país.

Segundo o levantamento, a taxa de inadimplência das pessoas acima de 60 anos no Brasil é de 12,7%. A região Norte é a que possui maior percentual de inadimplência, de 19,1%. Em seguida, o Centro-Oeste e o Nordeste, com 13,3%. O Sudeste possui 12,3% e a região Sul é a que apresenta a menor taxa, de 11,0%.

No caso dos Estados brasileiros, o Amazonas apresenta a maior taxa de idosos inadimplentes: 24,1%, seguido por Amapá, com 21,2%. Em terceiro, está Roraima, com 19,3%, em quarto, o Pará, com 19,1% e, em quinto, o Maranhão, com 16,5%. Em último está Minas Gerais, com 10,3%.

serasa idososEm relação às cidades brasileiras, Manaus (AM) apresenta a maior taxa de idosos inadimplentes: 28,9%, seguida por São Luís (MA), com 25,0%. Em terceiro, está Porto Velho (RO), com 24,4%, em quarto, Maceió (AL), com 22,3%. Em último está a cidade de São Paulo, com 11,3%.

Metodologia

O estudo da Inadimplência dos idosos no Brasil foi realizado levando em consideração as informações disponibilizadas pelas empresas concedentes de crédito à Serasa Experian, com base nos municípios com população superior a 1.000 (mil) habitantes. Para a consideração de inadimplência, foram consideradas pessoas acima de 60 anos, com dívidas atrasadas há mais de 90 dias e com valores acima de R$ 200,00.

SulAmérica oferece descontos em lojas online no Natal

Release

Para celebrar o Natal com seus segurados, a SulAmérica oferece descontos especiais em lojas online de parceiros. A ação ocorre durante todo o mês de dezembro e vale para clientes, corretores e funcionários.

Os benefícios são exclusivos para compras feitas pelo hotsite da promoção, e os descontos variam de 10% a 40% em utilidades domésticas, televisores e decoração de natal, entre outros produtos, nas lojas online Ricardo Eletro, Walmart e Americanas.com. As compras acima de R$ 99,00 na rede Walmart rendem ainda um par de ingressos para o cinema.

Para obter mais informações, os links das lojas online e utilizar os benefícios nas próximas compras, os segurados, funcionários e corretores devem acessar o site www.sulamerica.com.br/sulamericamais.

Seguradoras de carros prometem descontos se você dirigir no estilo Big Brother

big brotherFonte: Bloomberg

Empresas seguradoras de todo o mundo estão prometendo tarifas mais baixas para a cobertura automotiva. O truque é que elas querem instalar o equivalente a uma caixa preta de avião para monitorar como e onde você dirige.

Aplicativos de smartphone e aparelhos que gravam dados de viagem e do veículo deverão se infiltrar no ramo de seguros automotivos em um ritmo rápido, impulsionados por descontos de até 30 por cento. A consultoria Oliver Wyman prevê que o uso de dados pelos seguros automotivos para estabelecer preços crescerá 40 por cento ao ano e se tornará um mercado de US$ 3,6 bilhões até 2020.

Para as seguradoras, a tecnologia fornecerá informações refinadas a respeito do estilo de direção de um indivíduo, o que inclui dirigir em alta velocidade para evitar um sinal vermelho, com o objetivo de melhorar os retornos neste segmento competitivo. Para os motoristas, o monitoramento estilo Big Brother oferece tarifas mais baixas e resposta mais rápida na eventualidade de um acidente, incluindo assistência médica e reparos. Em qualquer caso, o distanciamento em relação à prática padronizada de classificar os clientes por idade e histórico de direção pode ser inevitável.

Briga pela participação

“Em breve isso se tornará padrão no mercado”, disse Domenico Savarese, que dirige os esforços de informações veiculares da Zurich Insurance Group AG, empresa que oferece cobertura automotiva para cerca de 15 milhões de motoristas em até 30 países. Considerando que os automóveis estão cada vez mais equipados para reunir e transmitir dados, “o seguro automotivo, por definição, precisará mudar”.

A cobertura automotiva na Europa gera cerca de 130 bilhões de euros (US$ 160 bilhões) de receita de prêmios por ano, a maior do segmento depois do seguro de vida. Como o seguro automotivo está em grande parte padronizado, as seguradoras brigam por participação de mercado com tarifas mais baixas.

Fabricantes de veículos como Volkswagen AG e BMW estão construindo carros mais conectados para adicionar recursos que alertam outros veículos a respeito de congestionamentos e, em última análise, para facilitar a direção autônoma. As reguladoras também estão reforçando a disseminação da tecnologia. A legislação da União Europeia exigirá que os carros novos tenham um sistema que notifica automaticamente os serviços de emergência após um acidente sério, transmitindo informações básicas a respeito da localização do acidente, mesmo se o motorista estiver inconsciente.

Descontos da Axa

Contudo, as fabricantes de veículos não tornaram as informações prontamente disponíveis porque buscam proteger seu território. Isso fez com que as seguradoras se afastassem das fabricantes de veículos com aparelhos que reúnem essas informações de forma independente.

“Considerando que as fabricantes de veículos guardam os dados para si, as seguradoras estão tomando um atalho”, disse Jürgen Reiner, sócio da Oliver Wyman. “Isso implica que as seguradoras assumem essa parte do relacionamento com o cliente à custa das fabricantes de veículos”.

Na Irlanda, a Axa SA está promovendo seu programa Drivesave com descontos de até 20 por cento para motoristas de 17 a 24 anos. O serviço usa um aplicativo de smartphone para registrar dados como aceleração, velocidade, distância e força de parada. Outros 10 por cento ao ano podem ser economizados se os clientes continuarem dirigindo de forma segura.

Novo padrão

A Allianz SE, maior seguradora da Europa, está seguindo um caminho similar e abrirá um centro em sua sede de Munique no ano que vem para expandir seu produto de monitoramento do motorista de quatro para 10 países.

Há décadas as companhias aéreas comerciais são equipadas com gravadores de voz e dados que registram informações do voo e podem ajudar a determinar a causa de um acidente. Embora existam preocupações de privacidade na expansão desse recurso para os carros, a atratividade de prêmios mais baixos e uma maior segurança são um incentivo poderoso, especialmente entre os motoristas jovens, que estão acostumados à conectividade permanente.

Embora o seguro automotivo baseado no usuário responda por menos de 5 por cento do mercado, a fatia deverá aumentar para 26 por cento nos EUA e para 38 por cento no Reino Unido até 2020, segundo um estudo de novembro da Roland Berger Strategy Consultants.

“Nós acreditamos que isso acabará sendo imparável”, disse Jürgen Thiele, sócio da Roland Berger Strategy Consultants. “Isso será um padrão de mercado, mesmo se algumas das antigas tarifas permanecerem”.

Lançamento de novos planos para micro e pequenas empresas da Brasilprev completa um ano com recorde de arrecadação

Release

Após um ano do lançamento de uma nova oferta de planos de previdência destinados às micro e pequenas empresas, a Brasilprev Seguros e Previdência registrou ótima aceitação do produto pelo mercado. Segundo levantamento da companhia, de outubro de 2013 até outubro de 2014 a arrecadação superou em 90% as reservas que a Brasilprev já tinha nesse segmento com a oferta disponível anteriormente.

Mauro Guadagnoli, superintendente Comercial da Brasilprev, comenta os diferenciais desses planos: “O sucesso de vendas registrado atesta as características do produto, que traz benefícios tanto para o empresário quanto para o colaborador. Um grande diferencial dessa nova oferta é a chamada vantagem progressiva, que possibilita a redução das taxas cobradas individualmente – à medida que o colaborador atinge patamares superiores de reserva financeira – ou coletivamente – quando o somatório das reservas de todos os participantes vinculados a um determinado CNPJ alcança níveis mais elevados.” Outra vantagem é que estes planos são averbados, ou seja, não contam com a participação financeira da empresa contratante, o que para os pequenos negócios é um facilitador, pois eles não precisam de uma estrutura de gestão de pessoas para coordenar a adesão ao produto.

“Segundo dados do Sebrae, as micros e pequenas empresas são responsáveis por 2/3 das ocupações do setor privado, influenciando a vida de milhões de pessoas. Ao incorporar a previdência privada em seu leque de benefícios, essas companhias garantem aos seus colaboradores condições especiais e acesso facilitado a essa importante ferramenta de planejamento financeiro”, finaliza Guadagnoli.

Celent apresenta relatório sobre inovação em seguros

inovacaoRelease

A Celent apresentou um relatório para o mercado de seguros da América Latina, que produziu o resultado que mais de 95% das seguradoras reconhecem a inovação como crítica e importante para sua estratégia. A mercantilização crescente, a necessidade de aumentar a velocidade para chegar ao mercado, múltiplos canais de distribuição e aumento das expectativas dos consumidores, são alguns dos desafios que exigem inovações que oferecem novas competências empresariais ¿Mas como as organizações lideres com sucesso identificam e implementam mudanças significativas no negócios e na tecnologia? O que realmente funciona no que diz respeito ao planejamento de negócios, tecnologia e onde estão as oportunidades de melhoria?

Em seu novo relatório, “Inovação em seguradoras na América Latina”, a Celent estende esses esforços examinando em detalhes as tendências na América Latina. O relatório é baseado numa pesquisa com mais de 40 seguradoras. Os objetivos da mesma foram: 1) observar a importância da inovação na estratégia de negócios de hoje; 2) identificar os principais benefícios da inovação em processos de seguradoras e 3) detalhar as barreiras comuns na implementação.

“Praticamente todos os entrevistados identificaram a inovação como parte importante ou essencial de sua estratégia corporativa”, disse Mike Fitzgerald, analista sênior do sector de seguros da Celent e co-autor do relatório. “No entanto, a maioria deles também observou que o mercado de seguros como um todo tende a ficar atrás de outras indústrias na implementação bem sucedida de tecnologias e processos inovadores. É evidente que há muito trabalho a ser feito pelas empresas que querem se destacar nesta área”.

“Estamos satisfeitos por, mais uma vez, pela ampla representação geográfica dos que responderam à enquete”, enfatiza Luis Chipana analista do sector Insurance Celent e co-autor do relatório. “As seguradoras na maioria dos mercados participaram e estamos confiantes de que a informação fornece uma foto atual de como eles estão realizando esta importante iniciativa.”

“A esmagadora maioria das seguradoras reconhece a importância da inovação, mas ficam para trás em execução”, diz Juan Mazzini, analista sênior da Celent sector seguro de e co-autor do relatório. “Uma cultura da inovação precisa ser construída rapidamente no DNA das seguradoras se eles querem tirar vantagem das oportunidades que as novas tecnologias trazem para a indústria; caso contrário, as oportunidades se tornaram ameaças nas mãos da competição “.

Em novembro, ICES teve uma melhora expressiva

Em novembro, o ICES teve uma melhora expressiva – a maior variação percentual registrada em um só mês (9,6%), desde que o indicador foi criado, há mais de dois anos. O valor atingiu 84,3, com o principal ganho ocorrendo nas expectativas quanto ao futuro da economia brasileira. Ressaltamos, porém, que, como o índice ainda está abaixo de 100, o pessimismo nas seguradoras permanece, mas agora em menor intensidade. Nos outros indicadores calculados (ICER, ICGC e ICSS), também houve avanços, seguindo a mesma tendência favorável citada acima.