A Porto Seguro Faz, empresa de serviços de conveniência e de emergência do Grupo Porto Seguro, oferecerá 42 serviços para casa com descontos de 30% a 55%. Os serviços vão desde instalações de TV até limpeza e fixação de acessórios. Os preços especiais fazem parte de uma ação da empresa para a Black Friday e são válidos até 7 de dezembro.
A empresa elaborou um portfólio especial de serviços para o evento. “O aumento da procura por serviços para casa e a falta de tempo de quem vive nos grandes centros resulta em uma maior demanda por conveniência e agilidade. Por isso optamos por disponibilizar a venda de serviços online.”, afirma José Luís da Silva, diretor da Porto Seguro Faz.
Entre os serviços disponíveis, estão: instalação de TVs de 14” a 39” polegadas de R$229,00 por R$103,50; limpeza de estofado de 3 lugares, de R$229,00 por R$137,40; limpeza de caixa d’água (até 2000 ml), de R$215,00 por R$129,00 e instalações elétricas (chuveiro, lustres, aquecedor de torneiras, etc) de R$R$ 185,00 por R$129,50. As ofertas são válidas exclusivamente para a campanha de Black Friday e não são cumulativas com outras promoções e descontos.
Segundo a E-bit, a edição 2013 da Black Friday brasileira superou as expectativas do segmento de comércio eletrônico. O evento movimentou R$ 770 milhões, superando os recordes de faturamento em um único dia, e apontou um crescimento de 217%, na comparação com o ano de 2012.
Está sendo realizado hoje, dia 27, no Rio de Janeiro, o II Fórum Internacional de Alta Mediação de Seguros (FAMA), promovido pela Federação dos corretores (Fenacor) e o Grupo ADI (da Espanha), com o objetivo de discutir as tendências de crescimento do mercado de seguros da América Latina e fomentar os negócios em todo o contexto da região.
Ainda na parte da manhã, o presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, fez uma apresentação abordando a evolução do mercado segurador brasileiro, que nos últimos 15 anos passou de 1% no PIB nacional para uma representação de 6% e, entre 2004 e 2013, obteve um crescimento de 245,9%, passando do 21º para 12º lugar no ranking mundial.
Somente em 2013, lembrou Rossi, o setor pagou aos segurados, em indenizações, resgates, benefícios e sorteios, R$ 180, 4 bilhões, contribuindo para isso a busca por novos públicos e novas relações de consumo, com o desenvolvimento de novos produtos e atenção às novas tendências, inclusive em relação às formas de subscrição, geração e transferência de riscos.
Referindo-se à CNseg, seu presidente citou sua ativa colaboração para a inclusão do seguro na sociedade e economia brasileira, destacando algumas ações, como a participação na Estratégia Nacional de Educação Financeira, a aproximação com os órgãos reguladores e o Ministério da Fazenda, a colaboração para o aprimoramento do marco normativo do microsseguros, entre outras.
Como desafios futuros, estão a consolidação da inclusão no mercado de seguros da população das periferias, cuja renda avança mais rápido que a média nacional, e o avanço dos meios remotos como canais de distribuição.
Como conclusão, Rossi afirmou que a sociedade brasileira já compreende o seguro como uma necessidade e que o mercado segurador já tem uma base sólida o suficiente para superar todos os desafios e aproveitar todas as oportunidades que se apresentarem.
/>
O presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, fala aos presentes sobre a evolução do mercado segurador brasileiro
Está sendo realizado hoje, dia 27, no Rio de Janeiro, o II Fórum Internacional de Alta Mediação de Seguros (FAMA), promovido pela Federação dos corretores (Fenacor) e o Grupo ADI (da Espanha), com o objetivo de discutir as tendências de crescimento do mercado de seguros da América Latina e fomentar os negócios em todo o contexto da região.
Ainda na parte da manhã, o presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, fez uma apresentação abordando a evolução do mercado segurador brasileiro, que nos últimos 15 anos passou de 1% no PIB nacional para uma representação de 6% e, entre 2004 e 2013, obteve um crescimento de 245,9%, passando do 21º para 12º lugar no ranking mundial.
Somente em 2013, lembrou Rossi, o setor pagou aos segurados, em indenizações, resgates, benefícios e sorteios, R$ 180, 4 bilhões, contribuindo para isso a busca por novos públicos e novas relações de consumo, com o desenvolvimento de novos produtos e atenção às novas tendências, inclusive em relação às formas de subscrição, geração e transferência de riscos.
Referindo-se à CNseg, seu presidente citou sua ativa colaboração para a inclusão do seguro na sociedade e economia brasileira, destacando algumas ações, como a participação na Estratégia Nacional de Educação Financeira, a aproximação com os órgãos reguladores e o Ministério da Fazenda, a colaboração para o aprimoramento do marco normativo do microsseguros, entre outras.
Como desafios futuros, estão a consolidação da inclusão no mercado de seguros da população das periferias, cuja renda avança mais rápido que a média nacional, e o avanço dos meios remotos como canais de distribuição.
Como conclusão, Rossi afirmou que a sociedade brasileira já compreende o seguro como uma necessidade e que o mercado segurador já tem uma base sólida o suficiente para superar todos os desafios e aproveitar todas as oportunidades que se apresentarem.
Levantamento da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), com base em dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), aponta que, no acumulado de 12 meses seguidos e encerrados em setembro deste ano, a expansão do número de beneficiários de planos médicos foi de 2,8%, totalizando 50,6 milhões de milhões de vidas. Os planos exclusivamente odontológicos seguiram a tendência de crescimento com aumento de 7,0%, alcançando 21,3 milhões de beneficiários em todo o país.
De acordo com Marcio Coriolano, presidente da FenaSaúde, a expectativa é de que o setor de Saúde Suplementar encerre o ano de 2014 com alta de 3,5% no número de beneficiários. “Embora o ano tenha sido de baixo crescimento econômico, o mercado de Saúde Suplementar, influenciado pela estabilidade dos níveis de emprego e pelo aumento do rendimento real habitual, mantém a trajetória de crescimento no curto prazo,” afirma Coriolano.
O Centro-Oeste foi a região que apresentou maior crescimento no número de beneficiários de planos de assistência médica no período, registrando 8,2% de alta, com total de 2,8 milhões de beneficiários. O crescimento de beneficiários de planos exclusivamente odontológicos foi mais intenso na região Norte, com aumento de 16%, abrangendo um milhão vidas.
A Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), do Grupo Allianz, lança mais uma edição do seu estudo anual Global Risk Dialogue. Neste relatório, as extremas condições climáticas aparecem como fator influenciador no balanço financeiro de empresas. Além disso, a nova pesquisa aponta que a segunda maior causa de perda para as companhias são os incêndios, com a interrupção posterior dos negócios impactando mais as empresas do que o próprio dano.
Nesta edição, o Global Risk Dialogue explora as diferentes abordagens de se administrar riscos levando em consideração os “quatro elementos”: terra, fogo, água e ar. Com o atual cenário sendo determinado por questões ambientais complexas, é preciso focar na mitigação de riscos pré e pós perda.
Artigos selecionados da última edição do Global Risk Dialogue:
Terra: Mudança climática – mitigando o crescente impacto originário de questões climáticas
Se a administração de riscos consequentes de catástrofes climáticas não forem regularmente revisadas, o impacto financeiro aumentará consideravelmente.
Fogo: Recuperação após o desastre
De acordo com análises feitas a partir de sinistros de assegurados pela AGCS, os incêndios foram apontados como a segunda maior causa de perdas pelas empresas.
Água: cabos submarinos
Cerca de 70% a 80% dos seguros pagos para parques eólicos dizem respeito a cabos danificados. E, à medida que a busca por maior capacidade de produção através dos ventos aumenta, a proporção para novos incidentes e danos também.
Ar: Segurança na aviação
O desaparecimento do voo Malaysia Airlines MH370 no começo deste ano trouxe um alerta à comunidade aeronáutica sobre o rastreamento de aviões fora dos limites padrões de aviação.
Impressão 3D
O número de possibilidades de soluções geradas a partir de uma impressão 3D será imenso, mas, além da inovação, tal tecnologia também trará um novo debate em torno dos riscos e confiabilidade.
Ataques cibernéticos
Os criminosos cibernéticos usam três diferentes abordagens para atingir seus objetivos. Eles fazem operações de vigilância para obtenção de informações de empresas, roubam dados de clientes e de cartões de crédito e chantageiam companhias, ameaçando interromper suas operações comerciais.
Segue abaixo o link para o estudo: http://www.agcs.allianz.com/assets/PDFs/GRD/GRD_02_2014_EN.pdf .
Para facilitar o dia a dia de seus Parceiros de Negócios, que trabalham com revendedores de montadoras, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros do mundo, desenvolveu o exclusivo Portal Concessionária. Por meio dele, são oferecidos mais facilidades e controle na gestão de vendas para o Corretor, além de um ambiente estável, ágil e flexível. O layout da página traz funcionalidades para que os profissionais possam administrar seus negócios de forma mais estratégica.
A ferramenta permite o acesso às informações consolidadas ou analíticas dos Seguros com rapidez e segurança, permitindo interações entre os Portais de Vendas e de Oficina, o que proporciona mais agilidade no atendimento ao Cliente.
“O Portal Concessionária traz benefícios que impactam na produtividade, como a integração de dados para o aperfeiçoamento da gestão de vendas e oficinas”, afirma o Superintendente Executivo Comercial Auto Consumidor da Tokio Marine, Wander Viana.
O site traz, ainda, um novo formato da Conta Corrente com um controle hierárquico da verba entre Corretores e Concessionárias, conferindo mais organização e autonomia para ambos. O Corretor recebe a verba na conta e pode distribuir o crédito entre as Concessionárias da forma que julgar mais estratégica. “As Concessionárias são um importante canal de distribuição dos produtos da Seguradora e estamos muito felizes em disponibilizar mais essa facilidade aos nossos Parceiros”, informa Viana.
Pela sexta vez seguida em dez edições, a SulAmérica integrará a carteira anual do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBOVESPA para o período que tem início em janeiro de 2015. Criado em 2005, o ISE tem o objetivo de mensurar e avaliar, de maneira integrada, diversos aspectos relacionados à sustentabilidade das empresas, que incluem práticas de governança e aspectos de seus desempenhos ambiental, social e financeiro.
A nova carteira reúne 51 ações de 40 companhias. Elas representam 19 setores, um a mais do que em 2014, e somam cerca de R$ 1,2 trilhão em valor de mercado, o equivalente a quase 50% do valor de mercado de todas as companhias com ações negociadas na BM&FBOVESPA, com base no fechamento de 24 de novembro de 2014.
“Fazer parte pelo 6º ano consecutivo da carteira do ISE da BM&FBOVESPA é um reconhecimento do sucesso alcançado pela SulAmérica na implantação das melhores práticas de sustentabilidade em suas atividades, confirmando sua posição de liderança no tema no setor de seguros”, afirma a superintendente de Sustentabilidade Empresarial da companhia, Adriana Boscov.
Transparência
Assim como na edição passada, a SulAmérica também aparece entre as 34 empresas que autorizaram a divulgação das respostas de seus questionários, número que agora representa 85% das empresas participantes, contra 22 empresas no ano anterior.
“O compromisso com a transparência é um valor fundamental para a companhia. Por isso, tornar públicas as respostas dos questionários é uma demonstração de nosso empenho nesse sentido”, comenta o vice-presidente de Controle e de Relações com Investidores da SulAmérica, Arthur Farme d´Amoed Neto.
De acordo com o executivo, todo o processo de participação no ISE contribuiu para a identificação de oportunidades de melhorias em políticas corporativas e processos operacionais. Além disso, o fato da companhia integrar a carteira já há alguns anos ajudou na melhor qualificação da companhia junto ao mercado de capitais, tanto junto a investidores com estratégias de renda variável quanto em renda fixa, uma vez que aspectos de sustentabilidade têm se tornado cada vez mais relevantes nos processos de tomada de decisões de investimento.
Resultados
O evento de lançamento da 10ª carteira do ISE acontecerá nessa quinta-feira (27), na sede da BM&FBOVESPA, na capital paulista. Durante a apresentação, haverá também o toque simbólico da campainha, que marca a comemoração dos 10 anos do índice. A nova carteira do ISE terá vigência de 5 de janeiro de 2015 a 2 de janeiro do ano seguinte.
Os roubos de veículos voltaram a cair e foi registrada queda de 11,1% em outubro. A redução foi de 8.683 casos em outubro de 2013 para 7.719 no mesmo período deste ano. Esta foi a quinta queda consecutiva deste indicador. Os furtos de veículos tiveram redução de 1,2%, com 10.720 casos no mês passado ante 10.845 em outubro de 2013. Desde julho, foram fiscalizados 729 desmanches de veículos no Estado. Desses, 394 foram fechados por irregularidades. A Lei dos Desmanches foi criada para combater a venda irregular de veículos e peças usadas, e, consequentemente, diminuir o roubo e o furto de veículo. Os dados fazem parte das estatísticas de criminalidade divulgadas pela Coordenadoria de Análise e Planejamento (CAP), no site da Secretaria da Segurança Pública (SSP), ontem, dia 25.
Os homicídios dolosos caíram 1,8% em outubro no estado de São Paulo. A redução foi de 391 mortes intencionais no mesmo período do ano passado para 384 homicídios no mês passado. Desde janeiro deste ano, este índice acumula queda de 3,5% em 2014, com 130 homicídios a menos do que os 10 primeiros meses de 2013. Foram registradas 3.560 mortes intencionais neste ano, enquanto houve 3.690 homicídios de janeiro a outubro de 2013.
Com seis casos a mais no mês passado – 35 latrocínios – em comparação com outubro de 2013 – 29 roubos seguidos de morte -, os latrocínios tiveram alta de 20,7%. Contudo, os roubos seguidos de morte estão estagnados desde o início do ano, com 319 casos entre janeiro e outubro deste ano ante 319 no mesmo período de 2013. Os roubos cresceram 14% no mês passado, com 26.013 registros em outubro ante 22.818 casos no mesmo período de 2013.
O Grupo Caixa Seguros será a primeira companhia do setor a participar do Black Friday, evento promocional mais famoso dos Estados Unidos, que terá sua quinta edição no Brasil na próxima sexta-feira, dia 28. Nesse dia, a companhia vai realizar promoções e oferecer condições especiais de seguros, previdência, consórcios e capitalização.
Primeira do mercado segurador a oferecer um espaço de vendas 100% virtual, a empresa se associou à Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, a principal incentivadora do Black Friday no Brasil. ”O comércio eletrônico é cada vez mais importante para o mercado segurador. Esse evento será uma excelente oportunidade para fortalecer nossas ações no ambiente virtual”, afirma a diretora de marketing e estratégia da seguradora, Gabriela Ortiz.
A seguradora preparou quatro promoções, uma para cada área de atuação da companhia, válidas somente nesta sexta-feira no hotsite criado especificamente para o evento (www.caixaseguradora.com.br/blackfriday). No consórcio imobiliário e de automóveis, o cliente que adquirir uma carta de crédito não pagará a taxa de administração antecipada, equivalente a 1% do valor da carta. Isso significa na prática economia de até R$ 7 mil se o cliente adquirir as cartas mais altas disponíveis.
Na previdência, também haverá desconto nas taxas. Os clientes terão redução de 0,5% na taxa de administração dos fundos de alguns planos. A empresa oferece ainda desconto de 50% na primeira parcela do título de capitalização CAP Torcedor e parcelamento da contratação ou renovação do seguro de automóveis em 10 vezes sem juros.
E todo mundo quer as as PMES. Depois da RSA divulgar pesquisa hoje, a Zurich também divulgou pesquisa sobre o mesmo tema.
Release
A Zurich, empresa global de seguros que atua em mais de 170 países e está há 32 anos no Brasil, disponibiliza os dados de ampla pesquisa realizada com 3.800 pequenas e médias empresas de 19 países. No Brasil participaram 200 PMEs.
A intenção da pesquisa – e da divulgação dos resultados – é elencar informações e contribuir com o mercado. Foram entrevistados altos executivos de PMEs de diferentes setores, que apontaram expectativas e receios para os 12 meses seguintes à pesquisa. Realizada anualmente, e em diversos países, a pesquisa também estabelece comparativos e aponta caminhos que as entrevistadas pretendem seguir. O levantamento confirma a importância que a Zurich deposita no entendimento dos mercados em que atua.
No segmento de seguros, ficou evidenciado que alguns problemas que as PMEs enfrentam estão sendo reduzidos por meio da oferta de ferramentas para gerenciar riscos. A preocupação com roubos teve 10% de redução de 2013 para 2014. Na pesquisa realizada no ano passado, este tipo de receio era apontado por 24% dos empresários, e agora foi citado por 14% dos empresários. O índice é o menor dentre os países pesquisados da América Latina, a exemplo da Argentina (26%). No México, o roubo é preocupação de 20,5% dos pesquisados.
Outro exemplo que confirma a importância do seguro para os empresários se dá no suporte do supply chain ante a preocupação com falhas de parceiros. Entre todos os receios apontados, este é o que mais se reduziu no último ano (de 32% para 17,5%). A Zurich comemora este resultado, porque entende que sua missão está sendo alcançada: as empresas estão entendendo seus riscos e se precavendo deles. A empresa credita este aspecto positivo ao trabalho incansável de relacionamento entre os diretores e os parceiros corretores, apoiados por veículos de comunicação. Em conjunto, informam os consumidores e favorecem a cultura do seguro no Brasil.
“O seguro desempenha um papel fundamental para ajudar as PMEs a cumprirem suas ambições” afirma Mike Kerner, CEO de Seguros Gerais do Grupo Zurich.
Os resultados da pesquisa podem ser solicitados via Assessoria de Imprensa: roberta@agenciab9b.com.br
Mais sobre a pesquisa:
A análise foi executada pela empresa global de pesquisa GfK, e finalizada no primeiro semestre de 2014. Foram entrevistados executivos de 3.800 pequenas e médias empresas (0-250 empregados em tempo integral). Entre eles CEO / Proprietários, Gerentes Gerais, CFO / Tesoureiros, COO / Chefe de Operações por país foi incluído. A pesquisa foi realizada com PMEs de 19 países: Argentina, Austrália, Áustria, Brasil, Alemanha, Hong Kong, Itália, Irlanda, Malásia, México, Marrocos, Portugal, África do Sul, Espanha, Suíça, Taiwan, Turquia, Emirados Árabes Unidos e UK.
Os líderes das 3.800 empresas foram convidados a identificar até três ações e três desafios para o seu negócio ao longo dos 12 meses anteriores. Zurich e GfK continuam acompanhando as PMEs na intenção de compreender como os desafios estão sendo geridos. A decisão da Zurich em investir nesta ampla pesquisa corrobora seu empenho em entender e contribuir com o mercado.
Empreendedores têm interesse em comprar seguro. Essa foi a grande constatação da pesquisa encomendada pela RSA Seguros para a Conecta, o braço online de pesquisa do Ibope. Segundo a pesquisa quantitativa, com mil entrevistados no mês de agosto, 32% dos entrevistados afirmaram ser “muito importante” e 37% ser “importante” contratar seguro. “Ajudar o corretor a buscar esses 70% de empreendedores que querem comprar seguro é o grande pulo do gato”, frisou o CEO Thomas Batt, informando que a partir de 2015 a seguradora iniciará uma extensa agenda de treinamento dos profissionais interessados.
Segundo o CEO, o resultado da pesquisa estimulou o grupo a treinar os corretores atuais e futuros a buscar os novos clientes, mostrando a eles que esse segmento é muito importante, como mostram os dados da pesquisa. De acordo com a base de dados, 77% dos empreendedores têm interesse em comprar seguro empresarial, 34% seguro saúde, 33% seguro de crédito/financeiro, 30% seguro de vida em grupo, 29% seguro de acidentes pessoais coletivo, 19% seguro odontológico e 18% seguro para frota de veículos.
Embora a maioria considere seguro importante, um terço ainda vê seguros como algo pouco importante, destaca a diretora do Ibope Conecta Laure Castelnau. Do total de empreendedores, 37% nunca pensaram na necessidade de ter um seguro, 33% afirmaram achar o seguro caro e 29% deram a resposta que mostra a importância das iniciativas das seguradoras em criar produtos adequados a um preço acessível. “Ou seja, um terço afirmou não achar importante ter seguro ou não precisar”, destacou a pesquisadora.
O preço ainda é o que mais pesa na escolha do seguro, mas a seguradora também é relevante, de acordo com os empreendedores. Cerca de 91% citou o preço como fator decisivo de compra. Já 70% citou ser importante ter uma seguradora de renome, 56% priorizam aquelas que dão suporte pós venda, 54% deles analisam se o produto ofertado está dentro do que eles necessitam e 54% também valorizam na hora da compra os benefícios adicionais ofertados.
Diante dos dados, a RSA reservou boa parte dos investimentos em 2015 para esse segmento, que hoje representa 17% do faturamento, liderado por transporte e frota de veículos. “É um mercado que cresce muito, 20% em 2013, e por isso estamos investindo neste segmento, que com certeza aponta crescimento de dois dígitos para os próximos três anos”, disse o CEO. “Investimos na qualidade dos produtos e em tecnologia para atrair os corretores com as facilidades proporcionadas pelo sistema desenvolvido para esse nicho”, acrescentou.
A RSA já oferece boa parte dos produtos via web para os corretores, sendo o produto para o nicho de alimentação um dos principais focos do grupo, assim como escolas. “São 6 milhões de PMES. É onde está o crescimento do país e onde apoiamos a nossa estratégia, principalmente considerando que 70% não tem seguro e que representam 44% dos prêmios totais da indústria de seguros”, acrescentou Marcelo Biasoli, diretor de marketing da RSA.
Investir no relacionamento com o corretor é a prioridade da seguradora em 2015, após ter mapeado o segmento. ”A RSA sempre foi uma seguradora de grandes riscos e agora temos como foco estratégico PMES. Então temos um grande desafio em fazer o corretor reconhecer a RSA como uma seguradora de pequenas e medias empresas. Queremos mostrar que a seguradora se especializou, se preparou nesse segmento. É uma questao estratégica da empresa. A partir disso mostrar ao corretor o potencial desse segmento e que a RSA se especializou para atender esses empreendedores”, finalizou Batt.
Outra iniciativa será desenvolver cartilhas em parcerias com associações para mostrar aos empreendedores a importância do seguro, com linguagem simples e objetiva, afirmou Biasoli.
Este site utiliza cookies para aprimorar a sua experiência enquanto navega. Desses cookies, os que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador visto que são essenciais para o funcionamento básico do site. Nós também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa o site — esses só são armazenados no seu navegador mediante a sua autorização. Você também tem a opção de cancelar esses cookies, mas isso pode impactar a sua experiência de navegação.
Cookies necessários são absolutamente essenciais para este site funcionar de forma apropriada. Esta categoria só inclui cookies os quais garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.