Ações da CNseg são compartilhadas no México

Fonte: portal da CNseg

A diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, listou as principais ações da entidade em termos de proteção do consumidor e de educação financeira durante a 10ª Conferência Internacional de Microsseguros, realizada semana passada (de 11 a 13), na Cidade do México. Ao participar do painel “O papel das associações de mercado na proteção do consumidor”, a palestrante assinalou que as entidades de seguros de todo o mundo têm desafios comuns, sobretudo após os desdobramentos da crise financeira internacional de 2008, procurando transformar em realidade a sustentabilidade dos mercados, tema que domina o discurso dos órgãos reguladores de seguros em todo o mundo, ao lado de tratamento justo dos segurados.

Antes de compartilhar algumas das ações institucionais da CNseg, Solange Beatriz apresentou um quadro atual da sociedade brasileira e da conjuntura econômica, para demonstrar que a abordagem do seguro à população de baixa renda no País ocorre ao lado de ações de políticas públicas com objetivos semelhantes, algo que, naturalmente, influencia o desenvolvimento do setor.

Ao destacar o ambiente de proteção social do País- seguro desemprego, FGTS, previdência social pública com aposentadoria por invalidez ou tempo de contribuição, seguro para o trabalhador rural e outras medidas assistenciais, e os mais recentes benefícios, como o Bolsa Família, este responsável direto pela drástica redução da miséria extrema, e o “Minha Casa, Minha Vida”, que gerou redução no déficit habitacional – ela assinalou que este contexto diferencia o Brasil de outros países que possuem magapopulações e enfrentam o desafio de ampliar a penetração do seguro, em especial entre as classes de menor renda. Nesse quadro, ela afirma que o seguro (em particular o microsseguro) deve ser compreendido como uma ferramenta complementar ao conjunto de políticas públicas. Este processo também ocorre na área de saúde, tendo em vista que o Brasil é um dos poucos países do mundo a garantir acesso universal e gratuito para toda a população.

Para ela, o Brasil obteve avanços econômicos e sociais nos últimos anos, gerando impactos sensíveis na vida cotidiana da população. “Fomos capazes de passar pela crise financeira internacional sem maiores abalos e observamos um crescimento substancial do salário mínimo, que triplicou entre 2004 e 2014”, lembrou. Das ações de educação financeira ou de proteção ao consumidor, Solange Beatriz citou a participação ativa da CNseg na Semana Nacional de Educação Financeira, uma mobilização dos setores públicos e privados para divulgar procedimentos que ajudem as pessoas a administrar melhor seus recursos financeiros; e, no campo institucional, o diálogo permanente com o órgão regulador do mercado, algo fundamental para um marco regulatório mais equilibrado, como ocorrido no caso da legislação do microsseguro; ou a campanha de esclarecimento do Seguro Garantia Estendida, por exemplo. Todas essas ações destinadas a projetar para a sociedade a imagem de um setor responsável e comprometido com a proteção dos interesses dos consumidores.

Para Nelson Barbosa, desafio do novo governo Dilma é retomar o crescimento rápido da economia

nelson barbosaFonte: O Globo

Cotado como um dos possíveis nomes para comandar a equipe econômica, o ex-secretario executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, disse nesta sexta-feira em São Paulo, durante o 35º Congresso Brasileiros dos Fundos de Pensão, que os principais desafios da presidente Dilma Rousseff em seu segundo mandato serão fazer a economia voltar a crescer mais rapidamente, com maior taxa de investimento, trazer a inflação para o centro da meta, recuperar a capacidade fiscal do governo e manter a inclusão social, aumentando a oferta de serviços públicos como saúde e educação, além da transferência de renda.

“Essa é basicamente a plataforma que foi colocada na reeleição do governo, tem pautado suas ações, e eu concordo plenamente com isso. É preciso ajustar a macroeconomia à nova dinâmica do Brasil e do mundo”, afirmou Barbosa. Perguntado se foi convidado ou sondado para substituir o ministro Guido Mantega, da Fazenda, o ex-secretário executivo da pasta disse que não recebeu o convite e nem vai alimentar especulações sobre isso.

“Não recebi o convite e não vou mais alimentar especulações da imprensa ou boatos de Brasília. Essa é uma decisão da presidente Dilma, a quem dei meu apoio na reeleição. Tenho certeza que ela vai fazer um ótimo segundo mandato”, afirmou Barbosa, garantindo que continua dedicado a sua carreira na Fundação Getúlio Vargas (FGV), onde é professor.

Quando perguntado sobre qual ajuste fiscal seria possível em 2015, Barbosa respondeu que “não está no governo e, portanto, não vai fazer ajuste fiscal”. Mas lembrou que este ano a economia está crescendo perto de zero, o que traz impacto para o resultado fiscal. “O ideal seria que superavit primário fosse sempre o maior possível. Mas ele também é consequência do nível da economia. É sempre muito difícil falar num número para 2015, por causa da volatilidade da receita. O que tem sido sinalizado e até discutido pelo mercado é que é necessário recuperar a trajetória fiscal de longo prazo. Não é o primário de um ano, é uma sequência de primários, garantindo que a dívida pública vai parar de crescer e eventualmente voltar a cair. Esse é um trabalho para ser feito em mais de um ano, dois três anos. Mas o primário de 2015 certamente será mais elevado do que neste ano”, afirmou.

O ex-secretário executivo do Ministério da Fazenda afirmou que a presidente enfrentou uma conjuntura muito desfavorável em seu primeiro mandato, tanto internacional como climática, o que trouxe reflexos para a economia. “E apesar dessas dificuldades, o governo conseguiu manter a economia gerando empregos, em volume considerável, com baixa taxa de desemprego, e preservando o bem estar da população brasileira.”

Ele disse que o governo enfrentou esses desafios da maneira possível e, por isso, foi reeleito. Barbosa disse, durante sua palestra no Congresso da Abrapp, que os órgãos reguladores de fundos de pensão e seguros, como a Susep e a Previc, poderiam se fundir, transformando-se numa autarquia ou numa agência reguladora. “Essa é uma discussão que já vem do final do governo Lula. Poderia ser uma autarquia ou agência, é uma discussão de direito administrativo. Um cuida de previdência aberta e outro de fechada. É uma discussão que eu lancei para reflexão. Não é uma medida para ser tomada de uma mês para outro, mas para ser discutida”, afirmou.

Operações de seguridade respondem por 30% do resultado do grupo JMalucelli

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O Paraná Banco divulgou hoje os resultados do terceiro trimestre de 2014. O Lucro líquido recorrente consolidado atingiu R$ 35,3 milhões no 3T14 e R$ 111,3 milhões no 9M14, equivalente a um crescimento de 13,5% e 9,2% na comparação com o mesmo período de 2013, respectivamente. A carteira de crédito total apresentou um crescimento de 23,4% no acumulado do ano encerrando o terceiro trimestre com saldo de R$ 3,4 bilhões.

O grupo segurador respondeu por 30% do resultado consolidado da Companhia no 3T14. A JMalucelli Seguradora permanece líder do mercado de seguro garantia com participação de 24% e apresentou um crescimento de
15,1% e 26,1% do lucro no 3T14 e 9M14, respectivamente, comparando ano a ano.

Destaque para o crescimento de 62,1% da carteira de crédito Empresarial,
quando comparado ao 3T13, atingindo o montante de R$ 682,3 milhões, como também a carteira de crédito consignado do setor público com crescimento de 14,4%, totalizando R$ 2,5 milhões e a carteira de crédito
imobiliário que atingiu R$ 35,8 milhões.

O crescimento das carteiras veio acompanhado da excelente qualidade
dos créditos, com apenas 2,2% da carteira total vencida acima de 90 dias versus 3,0% no 3T13, juntamente com a redução de 11,9% na despesa de provisão no 3T14 e 6,2% no 9M14. A elevada capitalização contínua sendo uma marca do Paraná Banco que encerrou o 3T14 com um Índice de Basileia de 31,4%.

Meios Remotos, perspectiva ou realidade? Para Eugênio Velasques, realidade

Três dias de debates sobre como usar a tecnologia para atrair mais e mais clientes para a indústria de seguros, dona de um faturamento anual de quase R$ 300 bilhões. Essa é a proposta da 8a. edição do Insurance Meeting Service, que acontece neste fim de semana (14 a 16 de novembro), em Angra dos Reis. O blog Sonho Seguro entrevistou Eugênio Velasques, presidente da Comissão de Microsseguros e Seguros Populares da CNseg e mentor do evento para contar um pouco mais sobre qual o papel da tecnologia dentro da estratégia do setor em estar entre os dez maiores mercados de seguros do mundo nos próximos anos. “Em um mundo onde a tecnologia tem um papel cada vez mais determinante em qualquer ramo de negócios, sobretudo no relacionamento com os clientes, o evento pretende deixar um legado para a indústria de seguros avançar cada dia mais na sofisticação do atendimento ao consumidor em todos os canais de relacionamento”, diz o executivo, que também é diretor da Bradesco Seguros.

eugenio velasquesNo Brasil, o preço ainda é um fator de decisão de compra. Quais as prioridades das seguradoras para ofertar um produto com preço acessível a todos os públicos, do perfil de alta renda ao do microsseguro?

Concordo com afirmativa de que preço ainda é um fator de decisão de compras no Brasil. Mas quem busca diferenciais encontra nas diversas ofertas hoje disponibilizadas pelas seguradoras. A acirrada concorrência tem estimulado investimentos significativos em uma grande variedade de produtos para conquistar os clientes. Por isso está cada dia mais difícil estabelecer o critério “preço” para decisão somente pela avaliação absoluta na comparação de custos. A decisão para o público de alta renda ainda continua sendo a avaliação custo benefício e também a credibilidade, solidez e garantia oferecida pela seguradora, bem como dos serviços praticados por ela ou pelas corretoras. Ainda considerando o portfólio tradicional, as pessoas possuem bens, sonhos, desejos e necessidades de proteção que levam praticamente as seguradoras terem várias opções de produtos para que um deles se encaixe na melhor relação custo benefício daquele cliente ou família. Já no seguro de automóvel sempre passamos muitas vezes pela avaliação somente do valor, o que leva esse segmento a ter cada vez a busca da excelência em serviços e agilidade e efetividade desde a emissão até a regulação de sinistros.

E no microsseguros?

No segmento de microsseguros a comparação de preços também acaba sendo possível, pois os produtos são muitos simples, mas para este público o que fará a diferença será a forma e o momento certo de uma oferta que realmente faça sentido para que este cliente pague por aquilo que é oferecido. Para isso, necessitamos cada vez mais investir na educação financeira deste mercado.

Há um perfil de público que não em importa de pagar um pouco a mais para ter um serviço diferenciado. Em termos de tecnologia, quais as novidades para atender a esse consumidor mais exigente?

Podemos dizer que para todo o público que é alvo da indústria de seguros, com exceção do mercado de menor renda, se torna cada dia mais exigente. Eles cobram por pagar mais por meio da exigência em qualidade, não só em serviço diferenciado, como principalmente na segurança da instituição que ele está optando em ter como fornecedora do produto. Porém pagar mais tem um limite e voltamos novamente a equação custo benefício. Nesta hora, não só a tecnologia, mas toda a cadeia produtiva, terá de ter um processo enxuto para que o produto possa chegar a um preço acessível ao consumidor, sem sacrificar as margens de rentabilidade da operação. A tecnologia, nestes tempos de pessoas cada vez mais sem tempo, deverá oferecer comodidade, conveniência e convergência visando facilitar cada vez mais a vida de segurados e dos corretores. A fidelização destes certamente passará por uma análise criteriosa e será um fator determinante de compra.

Há uma previsão de quanto o setor investirá em tecnologia em 2015 (e quanto investiu em 2014 ou últimos anos)?

Não temos como consolidar os números dos investimentos feitos em tecnologia na indústria de seguros, mas podemos dizer que investimos mais de uma dezena de bilhões de reais e que isto tende a crescer por mais uns 3 ou 4 anos.

O setor tem investido muito em preparar novos canais de distribuição para estar onde o cliente quer ser atendido. Quais as principais novidades lançadas em 2014 e quais as previstas para 2015?

O setor tem investido no desenvolvimento de novos canais de distribuição como principalmente em canais de atendimento. Mas como você mesmo afirma, quem vai definir onde quer ser atendido ou onde quer comprar o seguro é o cliente. Cabe às seguradoras e corretoras demonstrarem aos seus clientes as facilidade de interação, comunicação e resolutividade que elas oferecem. Estamos em uma fase de consolidação de lançamentos feitos nos três últimos anos, tais como utilização de telefonia celular móvel e POS, mas neste ano tivemos lançamento de venda de seguro tradicionais em “vending machines”. O aperfeiçoamento do uso de tabletes, andróides, celulares, além da utilização mais intensa da internet, das ATM’s, POS entre outros para prospecção e atendimento serão os grandes desafios de 2015 e 2016, bem como o lançamento de produtos adequados a estas novas soluções. O nosso evento tem com tema central esses desafios.

E quanto ao investimento em criar “apps” que criam conveniência e interação com o consumidor, quais as principais novidades lançadas em 2014 e quais as previstas para 2015?

Temos os chamados “apps” ainda em uma fase muito inicial e ele são comparáveis aos nossos sites nos anos 90. Ajudam a conhecer as seguradoras, seus produtos e, principalmente, são usados como convivência e instrumento de comunicação com os segurados e corretores. Ainda passaremos um bom tempo com os nossos principais parceiros utilizando outras tecnologias, pois precisamos de tempo da desenvolver e testa os “apps” e também aguardar as máquinas se tornarem mais populares e acessíveis. A funcionalidade da internet hoje está nos “apps” de amanhã e também discutiremos isto no Insurance Service Meeting.

Bradesco continua líder do setor na América Latina

FullSizeRenderO mercado segurador da América Latina mostrou sua fortaleza em 2013 em um difícil contexto internacional. As seguradoras que atuam na região alcançaram um crescimento global com volume de prêmios de 3,7%, até 125.511 milhões de euros, conforme destaca o estudo publicado pela FUNDACIÓN MAPFRE, pelo 12º ano consecutivo, onde é analisado detalhadamente o negócio dos 25 maiores grupos seguradores na região.

A valorização do euro em relação às moedas destes países influenciou no menor crescimento do volume de prêmios expressos em euros para estes grupos, frente aos aumentos experimentados em moeda local. Este efeito foi mais significativo no caso do mercado brasileiro, devido ao peso importante no ranking das companhias brasileiras ou de multinacionais com grande presença neste mercado.

O Bradesco lidera, por mais um ano, o ranking total de prêmios com lucros de 9.914 milhões de euros e share de 7,9%. O grupo brasileiro aumentou seu volume de prêmios 7,5% em moeda local, mas, a forte valorização do euro frente ao real resultou em uma queda de 5,4%.

O grupo Mapfre, por sua vez, teve alta de 7,9%, com 8.875 milhões de euros, graças às fortes taxas de crescimento em moeda local de suas filiais na região que compensaram o efeito negativo da taxa de cambio. Graças a este crescimento a Mapfre supera no ranking o Itaú Unibanco, e ganha share (de 6,8% para 7,1%). Os prêmios do Itaú Unibanco tiveram queda de 6,1% em moeda local e 17,2% em euros, que explica a queda de posição para o 3º lugar.

Descrição: Descrição: Captura

O negócio Não Vida, na América Latina, atingiu um volume total de 67.569 milhões de euros, 7% a mais em relação ao ano anterior. Os 25 maiores grupos da região registraram share Não Vida de 60,6%, e apresentaram aumento de 5,3%. O ranking Não Vida continua liderado pela MAPFRE, que, com 6.404 milhões de euros em 2013, acumula 9,5% dos prêmios.

Com relação ao negócio de Vida, novamente em 2013 o ranking esteve liderado por três grupos brasileiros, encabeçados pelo Bradesco. No conjunto, o setor alcançou um volume de prêmios de 57.942 milhões de euros, sem mudanças em relação ao ano anterior, a MAPFRE se mantém no 6º lugar do ranking, com um crescimento de 11,6% no volume de prêmios, até 2.471 milhões de euros.

O ranking publicado pelo Instituto de Ciências do Seguro, da Fundación Mapfre, foi elaborado a partir dos dados dos Órgãos Reguladores dos distintos países e incorpora comentários sobre os principais movimentos empresariais produzidos no mercado segurador da região.

Consulte a versão completa do Relatório:

http://www.mapfre.com/documentacion/publico/i18n/catalogo_imagenes/grupo.cmd?path=1080436

Bradesco Seguros comemora cinco anos da CicloFaixa de Lazer

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Neste domingo, 16 de novembro, serão comemorados os cinco anos de uma iniciativa que vem contribuindo para mudar o hábito dos paulistanos, ao aliar exercício físico e diversão. Trata-se da CicloFaixa de Lazer de São Paulo – opção de lazer de todos os domingos e feriados nacionais que interliga diversos pontos da cidade. Criada pela Prefeitura de São Paulo, em 2009, a CicloFaixa conta com o apoio do Grupo Bradesco Seguros por meio do movimento “Conviva”, criado pelo Grupo Segurador para incentivar a convivência harmoniosa entre motoristas, ciclistas e pedestres. A cada edição, entre 7h de 16h, cerca de 150 mil pessoas circulam pelos 120,7 km de extensão da CicloFaixa.

Se o hábito de pedalar faz parte, hoje, do cotidiano dos paulistanos, a CicloFaixa de Lazer contribuiu muito para isso. É o que concluiu o Instituto Qualibest, em pesquisa feita este ano com ciclistas que frequentam a CicloFaixa. Dos entrevistados, 84% admitiram ter passado a pedalar mais e 98% reconheceram que a CicloFaixa de Lazer mudou para melhor seu lazer. Além disso, 86% dos motoristas ouvidos pela pesquisa disseram ter passado a respeitar mais o ciclista.

– Esse estudo reforça o papel do conviva, que busca promover a conscientização da sociedade para o uso da bicicleta como opção de lazer e atividade física, além da convivência harmoniosa dos ciclistas com motoristas e pedestres. A CicloFaixa de Lazer está integrada a diversas ações desenvolvidas pelo Grupo Segurador direcionadas para o bem-estar e vida saudável -, afirma Alexandre Nogueira, Diretor do Grupo Bradesco Seguros.

Para comemorar os cinco anos da CicloFaixa de Lazer de São Paulo, no domingo, às 11h, será realizado um passeio ciclístico no trecho da Avenida Paulista (partindo da Praça do Ciclista). A participação é gratuita. Na Praça do Ciclista e no Parque das Bicicletas, haverá pontos de empréstimo de bicicletas, sem custo. Os frequentadores da CicloFaixa de Lazer também poderão registrar, no facebook e twitter, um momento especial vivido nesses cinco anos. Postando sua foto com a hashtag #CicloFaixa5Anos, os participantes se candidatam a entrar na galeria de fotos. As comemorações vão culminar com o lançamento do novo portal do movimento “Conviva” (www.movimentoconviva.com.br), que reúne diversas dicas de segurança no trânsito para motoristas, ciclistas e pedestres.

Lucro da Qualicorp sobe 283% no 3º trimestre, para R$ 69 milhões

Fonte: Valor Econômico

A administradora de planos de saúde Qualicorp registrou lucro líquido de R$ 69 milhões no terceiro trimestre, uma alta de 283% em relação a igual período do ano passado. O balanço da companhia foi divulgado nesta quinta-feira à noite.

Esse foi o primeiro trimestre com a alíquota reduzida de impostos PIS/Cofins, com efeitos recorrentes e retroativos nos resultados. O ajuste tributário compensou a atualização monetária da administradora Aliança, empresa na qual a Qualicorp aumentou sua fatia de 60% para 75% em setembro.

A carteira de beneficiários total cresceu 13,4% na comparação anual, alcançando 5,2 milhões de vidas. A receita líquida aumentou 22,5%, para 391 milhões. O reajuste de preços dos planos de saúde aumentou, em média, 17% no período.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado aumentou 27% no trimestre, para R$ 157 milhões. A margem Ebitda foi de 40,2%, um ganho de 1,4 ponto percentual.

A dívida líquida da companhia diminuiu 23,5% entre o terceiro trimestre do ano passado e igual período deste ano, para R$ 285,8 milhões.

O período de julho a setembro também foi o primeiro trimestre completo da companhia sob o comando do médico Maurício Ceschin. Ex-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o executivo também já havia presidido a Qualicorp entre 2008 e 2009. José Seripieri Filho passou a atuar como presidente do conselho da companhia.

Seguradora Líder-DPVAT lança campanha de alerta ao uso de celular no trânsito

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A Seguradora Líder-DPVAT lança, neste domingo (16), no intervalo do Fantástico, da TV Globo, campanha publicitária para alertar sobre o perigo do uso do celular no trânsito. De acordo com estudo internacional do Centro de Tecnologia Allianz (Allianz Center for Tecnology – AZT), da Alemanha, um terço dos acidentes do mundo acontecem pela utilização de celulares, sendo a principal causa de acidentes no mundo.

Em duas peças, a Seguradora mostra situações em que um pedestre e um motorista são vítimas de acidentes de trânsito enquanto utilizam seus celulares. A ideia é alcançar, com a peça, principalmente os jovens, principais vítimas de acidentes, segundo as estatísticas de pagamento de indenizações do Seguro DPVAT. Cinco a de cada dez indenizações pagas pela Seguradora Líder-DPVAT no primeiro semestre de 2014 foram em consequência de acidentes envolvendo jovens entre 18 e 34 anos.

Para Ricardo Xavier, Diretor-Presidente da Seguradora Líder-DPVAT, a intenção da campanha é de mostrar o quão perigoso pode ser o uso de um celular no trânsito. “As pessoas estão se conscientizando da importância do cinto de segurança, de não combinar ingestão de bebida alcoólica com direção. Estamos percebendo um avanço do uso de aparelhos celulares no trânsito, o que pode causar graves acidentes por tirar a concentração do motorista e, até mesmo, de um pedestre. Temos a preocupação de atingir os jovens, maiores vítimas de acidentes e principais usuários de celulares”, explica.

A campanha é composta por duas peças de 15 segundos cada e terá veiculação nacional. A previsão é que as peças circulem na televisão por 30 dias. A Agência Master assina a campanha.

CNseg realiza Insurance Service Meeting no Rio de Janeiro

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Com o objetivo de abordar as mudanças tecnológicas e sociais que impactam o mercado de seguros, a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) realiza a oitava edição do Insurance Service Meeting. Durante o encontro, que acontece no período de 14 a 16 de novembro, no Club Med Rio das Pedras, em Mangaratiba, no Rio de Janeiro, representantes de seguradoras e líderes do segmento de TI levantarão temas em torno da influência da tecnologia na interação entre clientes e empresas.

Durante o talk show sobre a expectativa do mercado diante do novo cenário tecnológico e regulatório, o presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, debaterá, entre outros assuntos, a comercialização por meios remotos, que reestruturará o ambiente de negócios mundial. “Entendo que o desafio a ser enfrentado pelas empresas que atuam no nosso segmento consiste em escolher ou criar um contexto de investimento contínuo em recursos humanos e tecnológicos, com o objetivo de produzir vantagens competitivas, com o propósito de levar a relação empresa-consumidor a um novo patamar de excelência”, analisa Rossi. Participam também desse painel, o presidente da FenSeg, Paulo Marraccini; o presidente da FenaSaúde, Marcio Coriolano; o presidente da FenaCap, Marco Barros; e o diretor da FenaPrevi, Alfredo Lalia.

Esse ano, a programação do encontro trará uma novidade. Será a primeira vez que haverá um painel com a participação dos órgãos reguladores do setor com a presença do superintendente da Susep, Roberto Westenberger, e do especialista em Regulação da ANS, João Matos. “A presença dos reguladores é fundamental para o desenvolvimento estratégico do mercado e para que seja montada uma agenda de trabalho para os próximos anos”, avalia a diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes.

A importância do digital para a geração de negócios na indústria de seguros será o tema da palestra do presidente do Google Brasil, Fabio Coelho, e o evento contará ainda com as participações do executivo da Fjord para América Latina, Matthew Rosenblatt; e do especialista em Estratégia Corporativa da ECC 5, Daniel Domeneghetti. Em sua oitava edição, o Insurance Service Meeting será realizado em parceria com Atento, IBM, Deloitte, Price Waterhouse Coppers, TransUnion, Cetip, Alog e Capgemini e reunirá um público de 300 pessoas.

Quedas nas vendas afeta resultados da Brasil Insurance

brasil insuranceA Brasil Insurance divulgou lucro líquido ajustado de R$ 14 milhões no terceiro trimestre deste ano, queda de 57% quando comparado ao terceiro trimestre de 2013. A receita líquida ficou em R$ 58,3 milhões no terceiro trimestre deste ano, queda de 21,5% sobre os R$ 74,3 milhões do mesmo período do ano passado. A receita, segundo dados publicados no portal da companhia e em informe na CVM e Bovespa, , foi impactada pelo baixo nível de crescimento orgânico. No terceiro trimestre deste ano, as despesas operacionais totalizaram R$ 51,4 milhões, um aumento de 63,6% quando comparadas mesmo período de 2013.

O grupo realizou na última segunda-feira um encontro com os principais clientes em São Paulo para contar como anda o processo de reestruturação desencadeado desde que Edward Lange assumiu o comando da holding, em junho deste ano. A base do processo é dar um tempo no processo de aquisição de corretoras para consolidar as compras feitas desde a criação da holding, em 2007, com 27 corretoras. Desde então, investiu R$ 488 milhões em aquisições. Neste ano, fez apenas uma compra – a da ISM, por aproximadamente R$ 18 milhões, a 52ª empresa integrada à holding. Quando chegou ao mercado, a Brasil Insurance informou que pretendia agrupar 80 empresas.

Enquanto esse processo corre, o grupo amplia o foco de atuação para aumentar as vendas e quer se aliar a pequenas redes de varejo, operadoras de cartões de crédito, times de futebol, entidades de classe e empresas para oferecer seguro.