Seguro de pessoas fatura R$ 24,8 bilhões em prêmios até novembro de 2014

O segmento de seguros de pessoas, que inclui produtos como seguros de vida e acidentes pessoais, entre outras modalidades, movimentou de janeiro a novembro, R$ 24,8 bilhões em prêmios. O volume é 6,02% maior que o verificado na soma dos onze meses de 2013. No período, as seguradoras pagaram R$ 6,9 bilhões em indenizações a segurados e beneficiários, alta de 15,72% em comparação a janeiro/novembro de 2013. Ainda no acumulado, o seguro viagem também se destacou com expansão de 45,18% no volume de prêmios pagos por segurados e somou R$ 137,1 milhões. Outro seguro que teve bom desempenho no período foi o prestamista, o qual movimentou prêmios de R$ 7 bilhões com alta de 9,25%. Já os prêmios pagos por segurados para seguros de acidentes pessoais, aquele que oferece coberturas em caso de morte e invalidez permanente (total ou parcial) em acidentes involuntários, foram de R$ 4,6 bilhões, com leve expansão de 3,86%. Os dados são da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que representa 71 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

“O brasileiro está adotando o seguro viagem no planejamento de seus deslocamentos no Brasil e para o exterior, o que explica as altas taxas de crescimento desta modalidade de proteção”, destaca o presidente da FenaPrevi, Osvaldo do Nascimento.

O balanço da FenaPrevi mostra também que o seguro de vida foi o que obteve maior volume de prêmios pagos por segurados em novembro de 2014: foram R$ 921,6 milhões, representando crescimento de 4,20% em relação ao mesmo mês de 2013 (R$ 884,5 milhões). “O crescimento demonstra a preocupação dos indivíduos em garantir a manutenção do padrão de vida dos dependentes na ausência do responsável financeiro da família”, analisa Nascimento.

Outro seguro que teve uma variação significativa no período foi o seguro prestamista (que garante o pagamento de prestações no caso de perda de emprego, morte ou invalidez do segurado), o qual movimentou prêmios de R$ 677,2 milhões em novembro, expansão de 17,01% em relação a novembro de 2013 quando registrou R$ 578,8 milhões.

Nova fusão: Axis com a Partner Re

Como estava previsto, o ritmo de fusões segue acelerado. A notícia desta segunda-feira é a fusão entre duas resseguradoras das Bermudas, AXIS Capital Holdings Limited e PartnerRe Ltd. A negociação cria um grupo com prêmios de US$ 10 bilhões e capital total de US$ 14 bilhões, com ativos acima de US$ 33 bilhões. Essa é a terceira negociação de aquisição e fusão anunciada nas duas últimas semanas, considerando-se a compra do Catlin pelo grupo XL e da Platinum pelo RenaissanceRe’s.

O chairman da PartnerRe, Jean-Paul L. Montupet, permanece com o mesmo cargo na nova companhia e o CEO da Axis, Albert A. Benchimol, será o CEO da nova companhia criada com a fusão.

Raios? Veja o que o seguro cobre

O Brasil registra mais de 50 milhões de ocorrências de raios por ano, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Além de representar perigo às pessoas, essas descargas elétricas podem causar diversos danos a imóveis. Em situações como esta, é comum a queima de eletrodomésticos e eletrônicos. Nos últimos quatro anos, o Grupo BB e Mapfre atendeu a mais de 60 mil ocorrências de Danos Elétricos, um tipo de cobertura inclusa nas apólices residenciais, condomínio e empresariais.

“É preciso ficar atento, pois não é uma cobertura obrigatória. Contar com essa facilidade é uma opção no momento do fechamento do contrato”, orienta Jabis Alexandre, diretor geral de Massificados da companhia.

Uma forte descarga elétrica também pode gerar curto-circuito e, consequentemente, incêndio. Esse tipo de ocorrência é uma cobertura básica das apólices residenciais e empresariais e é válida somente para os casos em que a queda do raio aconteça dentro do terreno do imóvel segurado.

“Após acionar as autoridades responsáveis, é importante que o proprietário do imóvel entre em contato com a seguradora. Um perito será enviado para analisar o local e, após o laudo, a indenização é finalizada em, no máximo, sete dias após a apresentação da documentação necessária”, explica o executivo.

A queda de raios pode ainda prejudicar jardins e espaços arborizados em residências e empresas. O seguro residencial do Grupo conta com uma cobertura específica para esses casos, garantindo a indenização para a reconstrução do espaço danificado. O segurado poderá contratar até R$ 10 mil para cobrir as despesas e os itens segurados são arbustos, árvores, plantas de quaisquer espécies e gramado existentes no terreno do imóvel.

Joaquim Levy aprova o projeto Nova Susep, mas quer seguradoras como investidores institucionais

Em entrevista à Agência Estado, Roberto Westenberger, efetivado no cargo de titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), fala de seus principais desafios: modernizar a autarquia e incentivar o desenvolvimento do seguro para que o setor possa ser utilizado como instrumento de auxílio à política macroeconômica. Embora o projeto, batizado de “nova Susep”, tenha recebido o apoio da Fazenda, o atual ministro Joaquim Levy cobrou, em troca, uma maior representatividade do setor e que as seguradoras sejam investidores institucionais mais “parrudos”, contribuindo para a “árdua” tarefa do governo de colocar o País nos trilhos, informa a reportagem.

Como lição de casa para desenvolver o mercado de seguros no Brasil, além de todo o investimento tecnologia da informação para automatizar a supervisão e torná-la um trabalho, preferencialmente, eletrônico, há ainda o lançamento de ao menos cinco novos produtos, de acordo com Westenberger, que na semana passada esteve com Levy para discutir as prioridades da Susep. São esperadas novidades na área de vida e previdência, como o universal life e o VGBL saúde, para os fundos de pensão, que convivem com o desafio de aumentarem suas reservas para fazer frente aos riscos de longevidade, e um seguro popular para automóvel.

Outro produto, este menos adiantado, é, conforme o superintendente da Susep, o seguro garantia para obras de infraestrutura licitadas pelo poder público. Trata-se de uma modernização da solução já ofertada no mercado, com a ampliação da cobertura existente, de 5% para 30%. “A garantia existente é pouca para os riscos envolvidos nos projetos e isso gera certo desinteresse das seguradoras em participar de grandes obras licitadas”, explica Westenberger.

Nesse processo de transformar a Susep em um regulador mais ágil e confiável, ele descarta, porém, a ampliação do número de servidores. O desafio está, conforme o superintendente da autarquia, em fazer mais com menos. Com um orçamento de pouco menos de R$ 30 milhões para este ano, ainda dependente da sanção do governo, a autarquia procura fontes alternativas de financiamento para tocar o seu projeto de modernização.

Neste momento, negocia empréstimo com o Banco Mundial na linha global que a instituição dispõe para o desenvolvimento de órgãos reguladores. Westenberger não revela, entretanto, valores, já que as conversas ainda estão acontecendo.

“Não estou preocupado com a questão de recursos. Não necessariamente o investimento que faremos, cuja maioria dos recursos será aplicada em TI, virá do orçamento do governo”, finaliza o superintendente da Susep.

É tempo de estruturar times e consolidar estruturas no mercado de seguros

Alexandre Zuvela, sócio para a prática de Seguros na FesaArtigo – Por Alexandre Zuvela*

O ano de 2014 já seria muito desafiador para qualquer setor, em razão do quadro macro de baixo crescimento econômico, indefinições políticas, e seus reflexos nas decisões de investimentos. Além disso, Copa do Mundo e Eleição Presidencial contribuíram para uma certa desaceleração do mercado de contratação de executivos. Na indústria de seguros, além dos fatores mencionados, vimos um ano de mudanças e reestruturações em muitas empresas do setor e ajustes às novas leis, o que criou um ritmo de contratações e movimentações mais brando do que visto em anos anteriores.

Apesar do cenário do ano anterior, 2015 tem potencial para ser um ano melhor, principalmente se os ajustes macroeconômicos levarem a uma mudança nas expectativas dos agentes econômicos. Neste ambiente, a indústria de seguros poderia crescer acima de 12%, com perspectivas de ampliação de novas linhas de negócios em empresas já estabelecidas e entrada de novos players em nichos específicos de atuação. Assim, além de novas posições no mercado, podemos ter uma retomada das contratações pelas empresas já estabelecidas.

De forma geral, continuaremos a ter uma forte demanda para todas as áreas de conhecimentos específicos e técnicos. Porém, vemos potencial para o aumento na busca por profissionais das áreas comercial e de relacionamento, com perfil realizador, proativo e que se antecipem às necessidades do cliente. Apesar da expectativa de um bom crescimento para o setor, o mercado continuará muito competitivo e com margens cada vez mais apertadas. Sendo assim, aqueles executivos com capacidade de identificar e criar demanda por serviços e produtos tendem a ser cada vez mais valorizados.

Com isto, em nossa visão, este será um ano de estruturação dos times, maturação dos executivos em suas posições, busca por opções de profissionais em outros setores e consolidação das estruturas, pois, quem ficar parado, poderá ter que investir muito mais em 2016.

*Alexandre Zuvela é diretor e sócio responsável pela área de seguros da Fesa, consultoria de busca e seleção de altos executivos

Pesos pesados lançam, em Davos, consórcio para atuar em microsseguro

multidao 2Algumas das maiores empresas do setor se uniram e lançaram uma espécie de incubadora de produtos, chamada de Microinsurance Venture Incubator (MVI), no Fórum Econômico Mundial (WEF) em Davos. O consórcio é constituído por AIG, Aspen Insurance Holdings Limited, Catlin Group, Guy Carpenter, Marsh & McLennan, Hamilton Insurance Group, Transatlantic Reinsurance, XL e Grupo Zurich Insurance Group. A MVI se comprometeu a apoiar o lançamento de 10 empreendimentos de microsseguros ao longo da próxima década em mercados ainda não ou pouco explorados. Essas empresas que participam na MVI atualmente avaliam oportunidades na América Latina, África e Ásia, com o empreendimento inicial previsto para ser lançado este ano. Joan Lamm-Tennant, economista e estrategista-chefe de risco global da Guy Carpenter, foi nomeado para servir como presidente-executivo da MVI e será baseado em Nova York.

Pan Seguros e Travel Ace anunciam parceria em seguro viagem

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A Pan Seguros, companhia com capilaridade nacional e foco nos seguros massificados e microsseguros, e a Travel Ace Assistance, líder em assistência aos viajantes na América Latina, firmaram uma parceria exclusiva no mercado de turismo que garante o seguro viagem adaptado de acordo com o destino do cliente. O acordo também oferece adequação antecipada à resolução 315 da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que entra em vigor no segundo semestre de 2015 e inclui despesas médicas, hospitalares e odontológicas, entre outras, como parte das coberturas obrigatórias que deverão ser fornecidas aos consumidores na contratação do Seguro Viagem para o exterior.

“A aposta da PAN Seguros acompanha a representatividade do turismo no Brasil, por isso decidimos investir no setor e já entramos com mais de 50 mil segurados. Com essa parceria exclusiva no País, também pretendemos impulsionar a criação de novos produtos no mercado”, diz José Macedo, presidente da seguradora.

Os termos da parceria atendem a uma série de exigências internacionais, como o Tratado de Schengen, que estabelece regras específicas aos turistas que pretendem visitar a maior parte dos países do continente europeu, por exemplo. “Sob o ponto de vista da rede de operações turísticas e agenciamento de viagens atendida pela Travel Ace, a parceria com a PAN Seguros credibiliza ainda mais a prestação qualificada de serviços ofertada há mais de 30 anos pela nossa rede de assistência em viagens, o que nos permite de imediato lançar um novo plano, altamente competitivo”, comemora Marcello Gonçalves, CEO da Travel Ace Assistance Brasil.

O novo produto possui coberturas e serviços como: despesas médicas hospitalares e/ou odontológicas, morte em viagem, assistência funeral, atraso ou extravio de bagagem, perda e roubo de cartão de crédito em viagem internacional, roubo de bagagem, despesas farmacêuticas, concièrges, entre outros.

A contratação do seguro viagem pode ser feita para qualquer destino ou trajeto, sempre com o suporte de um corretor de seguros ou agente de viagens. “O valor da apólice varia de acordo com o plano adquirido, destino e tempo de viagem. Mas trata-se de um produto com custo muito acessível”, completa Macedo.

O seguro chega às prateleiras das operadoras e das agências de viagens com a assinatura de duas potências em seus respectivos setores, o que, segundo Gonçalves e Macedo, constitui o prenúncio de outras importantes novidades para breve.

SulAmérica anuncia chegada de nova gerente comercial em Manaus (AM)

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Maior seguradora independente do País, a SulAmérica traz novidade em sua operação comercial em Manaus (AM). Vera Lubiana assume a gerência comercial na capital amazonense, passando a liderar a equipe da filial da SulAmérica.

Vera atua no mercado segurador há 13 anos e possui ampla experiência em gestão de negócios, tendo trabalhado na própria SulAmérica em anos anteriores. Formada em Tecnologia de Processamento de Dados, é pós-graduada em Gestão Estratégica de Produção e em Gestão Empreendedora.

A gestora estará à frente dos negócios da seguradora na unidade de Manaus, que registrou crescimento de 8,2% entre outubro de 2013 e setembro de 2014. saúde e odonto, auto e previdência são as carteiras mais representativas da filial. No mesmo período, riscos industriais e comerciais (47,9%), saúde (11,1%) e automóveis (8,9%) apresentaram o maior crescimento.

Brasil Assistência reforça portfólio de serviços para o mercado de seguros residenciais

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O último ano foi de resultados positivos para o setor de seguros residenciais. Segundo dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados), houve crescimento de 14,5% em relação a 2011. Só no primeiro trimestre, o segmento apresentou desempenho 60% melhor na comparação com o mesmo período em 2013, influenciado por fatores como ascensão da classe C e expansão do mercado imobiliário.

Nesse cenário de oportunidades, a Brasil Assistência se destaca com a oferta do mais completo portfólio do mercado de assistência do país, com serviços e produtos inovadores e diferenciados que acompanham as demandas dos consumidores e colaboram para o desenvolvimento e a rentabilização dos negócios de seus parceiros.

“Estamos muito satisfeitos com os resultados do último ano, quando nos destacamos no mercado de serviços para seguros residenciais, com produtos competitivos, diferenciados que contribuem para fidelização do cliente. O perfil dos consumidores está mudando e estamos atentos a essa evolução, muitas vezes nos antecipando às demandas, com novos serviços complementares, sintonizados com as necessidades e tendências atuais, impactando positivamente na decisão de compra do seguro residencial”, afirma André Cuque, superintendente de Novos Negócios.

Hoje mais de 27 milhões de usuários podem se beneficiar dos mais de 28 serviços ofertados pelo plano de Assistência Residencial da companhia. Entre os destaques, estão soluções exclusivas, como Home Organizer, serviços de consultoria residencial por especialistas com a finalidade de organizar e aproveitar melhor os ambientes e espaços da residência; Instalação e Configuração de aparelhos eletrônicos, como TV, videogame, home theater e internet; Descarte Inteligente, para retirada de móveis, equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos, seguindo as práticas de sustentabilidade e normas vigentes; Dedetização; e Consultoria e Orientação Ambiental, com orientações e dicas que colaboram com a economia de recursos naturais.

Com foco na qualidade, a Brasil Assistência tem ainda a maior frota própria de profissionais, responsável pelo atendimento dos serviços na Grande São Paulo. A empresa também exige dos 9,2 mil prestadores de serviços residenciais, que atuam em todo o país com alto padrão de excelência.

HDI alcança 1,6 milhão de veículos segurados no país

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A HDI Seguros, quinta maior seguradora de automóvel do País, começa o ano de 2015 com a marca de milhão e seiscentos mil veículos segurados no Brasil. A conquista reflete o crescimento da companhia, que vem ganhando mercado nas principais regiões com frota segurável, como o Rio de Janeiro, estado onde inaugurou quatro unidades no último ano: na Barra da Tijuca, zona oeste da Capital, no Centro do Rio, em Niterói e em Campos dos Goytacazes, região serrana.

Tendo como principais estratégias de negócios o foco nos segmentos de auto e residência e a qualidade no relacionamento com clientes e corretores, a HDI está no Brasil há mais de 30 anos e atua em todo o território nacional. “Seguiremos investindo em expansão geográfica, mas nossa principal meta é atender cada vez melhor clientes e parceiros. Um dos nossos grandes diferenciais, por exemplo, são as centrais de atendimento ao usuário, que denominamos de HDI Bate-pronto. Nelas o segurado é atendido em cerca de 30 minutos e já sai com encaminhamento para recuperar seu veículo no caso de sinistro. Essa agilidade conta muito para quem precisa acionar o seguro. Aliado a isso, também trabalhamos para oferecer preços competitivos, com o apoio de ferramentas digitais que nos permitem análises precisas do perfil do segurado”, destaca João Francisco Borges da Costa, presidente da HDI Seguros.

Além das centrais físicas para atendimento ao usuário, a HDI inovou no mercado de seguros ao implementar as unidades móveis, vans equipadas para realizar vistoria imediata do veículo e agilizar processos de documentação. Os chamados Bate-pronto Móvel são posicionados em locais que apresentam demanda sazonal, como quando ocorre excesso de movimento por conta de feriado prolongado. “Com o Bate-pronto Móvel reforçamos o atendimento aos segurados e terceiros para garantir excelência em serviços mesmo em períodos críticos. Hoje temos três dessas unidades e nossa intensão é aumentar a frota em breve”, completa Flávio Rodrigues, vice-presidente comercial da seguradora.