Raios? Veja o que o seguro cobre

O Brasil registra mais de 50 milhões de ocorrências de raios por ano, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Além de representar perigo às pessoas, essas descargas elétricas podem causar diversos danos a imóveis. Em situações como esta, é comum a queima de eletrodomésticos e eletrônicos. Nos últimos quatro anos, o Grupo BB e Mapfre atendeu a mais de 60 mil ocorrências de Danos Elétricos, um tipo de cobertura inclusa nas apólices residenciais, condomínio e empresariais.

“É preciso ficar atento, pois não é uma cobertura obrigatória. Contar com essa facilidade é uma opção no momento do fechamento do contrato”, orienta Jabis Alexandre, diretor geral de Massificados da companhia.

Uma forte descarga elétrica também pode gerar curto-circuito e, consequentemente, incêndio. Esse tipo de ocorrência é uma cobertura básica das apólices residenciais e empresariais e é válida somente para os casos em que a queda do raio aconteça dentro do terreno do imóvel segurado.

“Após acionar as autoridades responsáveis, é importante que o proprietário do imóvel entre em contato com a seguradora. Um perito será enviado para analisar o local e, após o laudo, a indenização é finalizada em, no máximo, sete dias após a apresentação da documentação necessária”, explica o executivo.

A queda de raios pode ainda prejudicar jardins e espaços arborizados em residências e empresas. O seguro residencial do Grupo conta com uma cobertura específica para esses casos, garantindo a indenização para a reconstrução do espaço danificado. O segurado poderá contratar até R$ 10 mil para cobrir as despesas e os itens segurados são arbustos, árvores, plantas de quaisquer espécies e gramado existentes no terreno do imóvel.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre seguros, previdência, educação financeira, longevidade e saúde para o blog Sonho Seguro, do qual e fundadora, e para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do SindSeg-SP, entrevistadora em eventos e podcasts, bem como palestrante sobre temas diversos que envolvem o setor de seguros. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 17 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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