Generali aumenta a sua presença em Portugal

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A Generali ampliou a sua presença mundial e passa a operar em Portugal como empresa de direito português, tornando-se sociedade anônima e deixando de operar como sucursal da Assicurazioni Generali, S.p.A.

A transferência da carteira de seguros da Sucursal para a Generali – Companhia de Seguros S.A. teve início no dia 1 de Janeiro de 2015, com a aprovação dos institutos reguladores Português (ISP) e Italiano (IVASS). A Companhia irá operar no mercado do Ramo Não Vida, juntando-se à Generali Vida – Companhia de Seguros S.A., empresa fundada em Portugal em 1990.

Com faturamento de € 200 milhões (cerca de R$ 624 milhões), a Generali detém uma quota de 3,5% do mercado Não Vida em Portugal e tem sido uma das companhias de seguros, não ligadas a uma entidade bancária, com maior crescimento ao longo dos últimos anos.

Tensões geopolíticas aumentam riscos para as empresas

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Apesar da análise negativa, o Brasil ficou na lista das nações com riscos político, macroeconômico e operacional médios para investimentos. E 2017, segundo o estudo, será um ano crucial para riscos políticos com uma série de eleições internacionais programadas na França, Alemanha, Hong Kong, Irã e Coréia do Sul, entre outros países
O aumento das tensões geopolíticas, violência política e movimentos separatistas, combinados com a queda dos preços das commodities, estão agravando os riscos políticos e trazendo mais desafios para os investidores no mundo todo. É o que mostra o Mapa de Risco Político 2015 da corretora Marsh, líder mundial em corretagem de seguros e gerenciamento de riscos, que analisa o grau de exposição de 170 países com base em três indicadores: risco político, risco macroeconômico e risco operacional durante o ano de 2014.

Entre as principais conclusões do relatório está o possível impacto da queda dos preços sobre os países dependentes do petróleo. Enquanto os preços mais baixos podem beneficiar muitos países importadores de petróleo e da economia global como um todo, um período prolongado de preços mais baixos poderia impactar negativamente os países que dependem fortemente de receitas de exportação do produto para equilibrar os orçamentos. Neste cenário, o Mapa classifica Angola, Chade, Guiné Equatorial, Irã e Venezuela como sendo de risco grave de uma maior deterioração em seus perfis de risco político, segundo o mapa elaborado com base em dados do Business Monitor International, consultoria do Grupo Fitch.

Além disso, a violência política é uma preocupação no Oriente Médio e Norte da África (MENA), Ucrânia, Tailândia e Hong Kong em 2014, de acordo com o Mapa. Outros países podem ser suscetíveis à agitação e à violência em 2015, particularmente onde as populações estão cada vez mais preocupadas com a economia.

O Brasil, segundo o mapa de risco político, passou para o bloco dos países emergentes que não apresentam grandes oportunidades para investidores, ao lado da Rússia e da África do Sul. Apesar da análise negativa, o Brasil ficou na lista das nações com riscos político, macroeconômico e operacional médios para investimentos. A Rússia foi classificada da mesma forma e a África do Sul, em um grupo de mercados um pouco mais instáveis. De acordo com o relatório baseado nos indicadores do mapa, a Rússia continua a ser mais problemática, em parte devido à sua anexação da Crimeia, o que resultou em sanções econômicas impostas pelos EUA e outros governos.

Em 2015 a tendência é de crescente continuação dos riscos políticos em muitas partes do mundo. Por conta disso, as organizações multinacionais precisam ficar à frente das principais questões que afetam os países e regiões em que operam. E necessitam estruturar amplos planos para fazer frente aos riscos e proteger os seus interesses estratégicos. E em 2017, segundo o estudo, será um ano crucial para riscos políticos com uma série de eleições internacionais programadas na França, Alemanha, Hong Kong, Irã e Coréia do Sul, por exemplo, entre outros países.

ACE adquire da Allianz a operação da Fireman’s Fund referente a linhas pessoais de alta renda

A ACE Limited divulgou hoje que assinou um acordo definitivo para adquirir a operação de seguros da Fireman’s Fund referente a linhas pessoais de alta renda, nos Estados Unidos, da Allianz, por US$ 365 milhões. A aquisição amplia a posição da ACE como a maior seguradora de linhas pessoais para o segmento de alta renda nos Estados Unidos.

A operação de seguros da Fireman’s Fund será integrada à atual linha de seguros pessoais de alta renda da ACE, o ACE Private Risk Services, que oferece uma ampla gama de coberturas que incluem residência, automóvel, responsabilidade civil complementar, coleções particulares e iates. Em 2013, a Fireman’s Fund tinha US$ 891 milhões em prêmios brutos de seguros pessoais e ocupava o terceiro lugar entre as seguradoras que atuam no mercado de alta renda nos EUA.

“A linha de seguros pessoais de alta renda permanece uma área estratégica de crescimento para a ACE e o ACE Private Risk Services estabeleceu seu espaço rapidamente” disse Evan G. Greenberg, presidente e CEO da ACE Limited. “A adição da operação de seguros da Fireman’s Fund reforçará e ampliará a posição da ACE como o principal fornecedor de seguros para o mercado de alta renda”, disse.

A ACE também será conquista profissionais especializados em sinistros, underwriting, área atuarial e marketing. “A equipe da Fireman’s Fund que se junta a nós possui profundo conhecimento do mercado de alta renda e forte relacionamento com agentes e corretores que atendem a esta exigente clientela. Além disso, porque construímos o ACE Private Risk Services para crescer, temos uma infraestrutura forte que nos dá oportunidade de absorver o negócio, alavancar nossas operações e sistemas e desenvolver este segmento de forma eficiente e imediata.”

A aquisição inclui os direitos de renovação, tanto dos negócios novos como dos já existentes, resseguro de todas as reservas e acesso a uma rede de aproximadamente 1.100 agentes e corretores. A transação, que está sujeita às condições normais de compra, incluindo as aprovações regulatórias, deve estar concluída no segundo trimestre de 2015 e será acrescida ao resultado imediatamente.

Mongeral Aegon comemora 180 anos em grande estilo

mongeral 180 anos180 anos não é para qualquer um não. Só aqueles que inovam conseguem tal façanha. Ainda mais em um país que registra elevadíssimo índice de fechamento de empresas, considerando-se desde a burocracia e elevadas taxas de impostos, até as dezenas de planos econômicos para colocar a economia em um circulo virtuoso. A Mongeral Aegon resistiu e no dia 10 de janeiro completou 180 anos de história no Brasil com um grande encontro no Hotel Windsor Barra, no Rio de Janeiro, exclusivo para mais de 800 funcionários de todo o Brasil e um grupo de seis jornalistas.

De acordo com a edição de 180 anos do livro que conta a história da companhia através das principais mudanças políticas e econômicas do país ao longo de 18 décadas, lançado no evento, há apenas uma representante do ramo de finanças no grupo restrito das empresa mais duradouras do país. A Mongeral e a quarta mais antiga em atividade ininterrupta, estabelecida no Rio de Janeiro em 1835, fundada por Aureliano de Sousa e Oliveira Coutinho.

Nilton Molina e Fernando Mota, que presidiram o grupo nas três últimas décadas, contaram um pouco da história antes do jantar de encerramento da convenção anual da Mongeral Aegon. “Não poderia encontrar melhor presidente para me substituir do que você Molina”, disse Fernando Mota. Nilton e Fernando assumiram como presidente e vice-presidente, respectivamente, e também como membros do Conselho Deliberativo em 1994, após a renúncia da diretoria executiva presidida por José de Almeida, que estavam a frente de uma fase indefinições.

molina e fernandoNilton Molina e Fernando Mota criaram a Mongeral a partir de outras companhias adquiridas. Hoje, Nilton é presidente do Conselho e Mota conselheiro. “O grande mérito foi transformar uma seguradora de vida e previdência num país que pouca cultura tem ainda de comprar seguro nisto que vemos hoje, uma das principais seguradoras do país”, comentou Mota.

Dez anos depois, Helder Molina assumiu o cargo do pai. A empresa fechou 2014 com faturamento próximo a R$ 750 milhões, 700 vezes mais do que 20 anos atrás. Hoje são mais 1 milhão de clientes e 194 milhões de benefícios pagos. Ao longo dos últimos dez anos, o número de funcionários saltou de 95 para 1,2 mil e a empresa passou de uma seguradora a um grupo formado ainda pelo fundo de pensão multipatrocinado, uma empresa de gestão previdenciária – Data A – e uma asset, a Mongeral Aegon Investimentos.

helder e premiados 2014Segundo Helder Molina, a convenção anual sobre o desempenho de 2014 gerou muitos puxões de orelha. “Não foi um ano fácil diante do fraco crescimento da economia, mas mesmo assim temos muito o que comemorar”, comentou ele ao blog Sonho Seguro. A partir dos debates realizados nos dois dias de convenção, serão feitas as correções na estratégia para fazer de 2015 um grande ano para a seguradora, mesmo que não seja para o Brasil.

Conhecido por ser um gestor a frente de seu tempo por balancear as decisões movido pela razão e pelo coração, Helder Molina não conteve as lágrimas em seu discurso no jantar de encerramento. “São as pessoas que fazem uma seguradora de vida e previdência ter perenidade. Somos produto delas, da mesma forma que nossa história é fruto da passagem do tempo. Agradeço a todos vocês que nos ajudam a construir a história da Mongeral”, disse durante a cerimônia de entrega de uma estatueta que simbolizava a Gratidão aos funcionário com mais de 20 anos de casa. “Não tenho como não me emocionar olhando para esse mar de gente maravilhosa que vejo aqui de cima, que nos ajudam a construir essa companhia sem igual, uma seguradora que valoriza pessoas”.

mongeral claudeteUma delas é a Claudete de Paula Almeida, que foi comigo no voo da Gol com destino a festa de 180 anos da Mongeral. Ela estava eufórica. Era a primeira vez que andava de avião e que visitava o Rio. “To indo pra festa da firma que faz 180 anos. Trabalho com seu Molina há 25 anos!!!!”, contou quase sem respirar de tanta alegria. Segundo Molina, Claudete aprendeu educação financeira na raça e que pode servir de exemplo para muitos no Brasil “Com o salário que recebe, sustenta cerca de dez pessoas, tem casa própria e se prepara para comprar uma casa na praia”, contou Molina. Claudete confirma: “É sim. Vou comprar uma casa na praia logo, se Deus ajudar”, disse ao Sonho Seguro.

Além dos desafios e oportunidades, a Mongeral contou aos presentes que conseguiu vencer os aspectos burocráticos e lançou oficialmente o projeto de revitalização da Travessa Belas Artes, onde tem sua sede desde 1841, que devolverá para a região parte da arquitetura que marcou época no centro histórico do Rio de Janeiro. Um presente para os 450 anos da cidade.

mongeral croquiA Travessa Belas Artes será exclusiva para a circulação de pedestres e terá as fachadas históricas restauradas, seguindo o estilo da época. Para homenagear a antiga Academia Imperial de Belas Artes, que funcionava no endereço e dá nome à rua, será construída uma réplica de seu portal em estilo neoclássico que, atualmente, serve como pórtico do Jardim Botânico, após a demolição da academia em 1938. A revitalização vai contribuir para as iniciativas de recuperação da memória do Centro, como a revitalização do Saara e da Praça Tiradentes, próximos ao local.

Também foi lançada a edição de 180 anos do livro que conta a história da companhia através das principais mudanças políticas e econômicas do país ao longo de 18 décadas. A evolução da empresa é contada por pessoas que construíram o que, hoje, é a quarta maior seguradora brasileira independente (não ligada a banco). Para isso, foram selecionadas cinco histórias de famílias que viram suas vidas transformadas na relação com a empresa, traduzidas pelas lentes da fotógrafa Fifi Tong, uma apaixonada pelo registro do tempo em sua obra.

Segundo o grupo, outras mudanças vêm contribuindo para o crescimento da empresa, como a reestruturação da área comercial, com inauguração de novas unidades – ao todo são 60 escritórios em todo o Brasil -, e uma estratégia integrada de multicanais, com a criação de uma loja online.

Com um propósito que vai além da estratégia de negócio, a Mongeral Aegon quer ajudar as pessoas a assumirem a responsabilidade pelo seu futuro financeiro e a se precaverem quanto aos três riscos sociais aos quais todos estão expostos: morte prematura, invalidez e aposentadoria.

“A soma das idades de nós dois (Nilton e Fernando) dá 170 anos. Daqui a dez anos, a soma dará 190 anos e teremos um grande orgulho de estarmos aqui com vocês novamente para comemorarmos mais uma década de história”, enfatizou Nilton Molina aos presentes, que se divertiram com show do grupo Monobloco, um dos mais importantes do Rio de Janeiro, até o dia raiar.

Aplicação em previdência privada aberta cresce 17,58% em novembro e soma R$ 8,2 bi

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As contribuições feitas por titulares de planos abertos de caráter previdenciário somaram R$ 8,2 bilhões em novembro, valor que representou crescimento de 17,58% em comparação a igual mês de 2013 (R$ 7 bilhões). Os dados são da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que representa 71 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país. Segundo a entidade, a captação líquida (diferença entre arrecadação e resgates) fechou novembro com saldo positivo de R$ 5,6 bilhões contra R$ 3,9 bilhões no mesmo mês do ano anterior.

Os planos individuais foram os que mais receberam recursos em novembro: R$ 7,4 bilhões, volume 17,89% superior ao valor registrado no mesmo mês do ano anterior. Os recursos destinados a planos para menores também avançaram. Foram R$ 150,9 milhões em contribuições, alta de 8,91% frente aos R$ 138,5 milhões registrados em novembro do ano passado. Também houve forte crescimento nos planos empresariais. A modalidade recebeu R$ 704,9 milhões em contribuições, valor 16,43% superior aos R$ 605,4 milhões do mesmo mês em 2013.

Os dados da FenaPrevi mostram que o sistema registrava em novembro 103.086 pessoas já usufruindo benefícios (aposentadorias, pecúlios, por morte e por invalidez, e pensões, por morte e por invalidez) pagos por planos abertos de caráter previdenciário. Em novembro de 2014, foram computados também 2.787.833 adesões a planos empresariais (estoque e não novos entrantes) e 10.399.837 planos individuais contratados, estes últimos, por 8.606.159 pessoas físicas (números relativos a quantidade de CPF’s).

Resultado acumulado – Janeiro a Novembro de 2014

No acumulado de janeiro a novembro de 2014, as contribuições feitas por titulares de planos abertos de caráter previdenciário somaram R$ 72,4 bilhões, alta de 11,13% frente aos R$ 65,2 bilhões registrados no mesmo período em 2013.

Na análise por modalidade, as contribuições para planos individuais totalizaram R$ 63,4 bilhões, registrando alta de 10,05% na comparação com os R$ 57,6 bilhões no período em 2013. Já o total de recursos destinados a planos para menores cresceu 11,49%, totalizando R$ 1,7 bilhão no período entre janeiro a novembro de 2014. No acumulado de janeiro a novembro de 2013 foram R$ 1,5 bilhão. Já os planos empresariais receberam R$ 7,3 bilhões no período de janeiro a novembro de 2014, 21,34% superior aos R$ 6 bilhões nos primeiros 11 meses de 2013.

Carteira de investimento

Com o desempenho dos planos abertos de caráter previdenciário em novembro, a carteira de investimentos fechou o mês com R$ 433,8 bilhões, expansão de 17,91% em relação a novembro de 2013. Na análise por tipo de produto, a carteira de investimentos do VGBL passou de R$ 237,6 bilhões em novembro de 2013 para R$ 293,3 bilhões em novembro de 2014 (alta de 23,47%). Já a carteira do PGBL cresceu de R$ 79 bilhões em novembro de 2013 para R$ 89 bilhões no mesmo mês em 2014 (alta de 12,77%). A carteira dos planos tradicionais, por sua vez, registrou R$ 50,8 bilhões em novembro de 2014, enquanto que o valor no mesmo mês do ano anterior foi de R$ 50,8 bilhões.

Tratamento fiscal

A opção por planos de caráter previdenciário deve considerar e priorizar uma visão de longo prazo, dada a tributação diferenciada para o poupador. No PGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda (IR) pelo formulário completo, o poupador pode deduzir anualmente da base de cálculo do tributo, o valor total das contribuições efetuadas a planos de previdência complementar, durante o exercício social, até o limite de 12% da sua renda bruta, reduzindo o imposto a pagar ou, até mesmo, podendo ter direito à restituição. “É o chamado diferimento fiscal, ou seja, o pagamento do IR devido sobre esses recursos, acrescidos dos rendimentos auferidos, é realizado apenas no momento do resgate total ou parcial, ou do recebimento do benefício”, diz Nascimento.

Para usufruir da dedução, o participante da previdência complementar aberta tem de estar contribuindo para a previdência oficial, inclusive no caso do titular, com mais de 16 anos, ser dependente de quem faz a declaração.

Já no VGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda pelo formulário simplificado, para quem se encontra na faixa de isenção do IR, ou para quem já atingiu o limite de dedução previsto para a previdência complementar (12% da renda bruta), não é possível deduzir da base de cálculo do IR os valores dos aportes realizados ao plano. “No entanto, no momento do resgate ou do recebimento do benefício, o IR incide apenas sobre o valor dos rendimentos auferidos, e não sobre o valor total do resgate ou do benefício recebido, como ocorre no PGBL”, afirma o presidente da entidade.

De acordo com o presidente da FenaPrevi, é importante destacar que, para ambas as modalidades de planos (PGBL e VGBL), não há cobrança do imposto de renda a cada seis meses, sobre os rendimentos obtidos, como ocorre em alguns tipos de aplicações.

Outra característica do PGBL e do VGBL é a possiblidade do poupador optar pelo regime de alíquotas regressivas do imposto de renda, significando, deste modo, que, quanto mais tempo os recursos permanecerem aplicados, menor será a alíquota do Imposto de Renda incidente.

Inflação do Carro fica abaixo do IPC da Fipe

tabela inflaFonte: AutoInforme

Até que não subiu muito o custo do motorista para andar de carro e fazer a manutenção preventiva em 2014. A Inflação do Carro da Agência Autoinforme, que levanta os preços de todos os itens usados pelo motorista, encerrou 2014 com uma alta de 4,1%, índice bem abaixo da inflação no País, que foi de 5,2% conforme o IPC da Fipe.

E se não fosse a crise de abastecimento de água em São Paulo o índice poderia ser menor. É que a falta d’água provocou o fechamento de muitos lava-rápidos e elevou os preços da lavagem do carro. Mesmo sendo um item que não tem muito peso na composição da Inflação do Carro, a lavagem pesou no índice final porque teve um aumento expressivo no ano. O preço da lavagem completa subiu 7,5% e a lavagem simples teve uma alta de 20,1%. Foram os dois itens que mais subiram em 2014.

Mais sete itens tiveram aumentos expressivos no ano passado, acima de 5%. O maior deles foi do estacionamento, que ficou 6% mais caro. O balanceamento subiu 5,8% e alinhamento e lona de freio ficaram 5,3% mais caros. O jogo de velas e a correia dentada subiram 5,1% e a mão de obra 5,2%.

Álcool e gasolina, esses sim com grande peso da composição da Inflação do Carro (os combustíveis representam 30% de todas as despesas do motorista), tiveram aumentos inexpressivos em 2014. Ambos subiram 1,9% no período.

Brasil Insurance: estratégicos desistem; fundos ainda olham

brasil insuranceO portal da revista Veja informa que a Qualicorp e a Marsh Insurance Group abandonaram conversas para adquirir o controle da Brasil Insurance, holding de corretoras de seguros cuja ação derreteu na Bovespa no ano passado e hoje chegou na menor cotação da história. A empresa, que chegou a valer R$ 2,3 bilhões agora tem um valor de mercado de R$ 290 milhões.

Edward Lange foi contratado como CEO para tentar um novo caminho, mas que tem apresentando muitos obstáculos. Segundo a Veja, conversas estavam sendo conduzidas por Fabio Franchini, presidente do conselho da Brasil Insurance. Outros interessados detectados pelo banco Morgan Stanley são os fundos de private equity Gávea, General Atlantic, Carlyle e KKR. No entanto, ao contrário dos players estratégicos, estes investidores financeiros não têm sinergias com a empresa, daí ser improvável que paguem um prêmio para fechar o capital da companhia, informa o blog de Geraldo Samor.

Uma pessoa próxima à Marsh e à Qualicorp disse que é preciso um novo alinhamento de interesses dentro da Brasil Insurance para reengajar os sócios-corretores que, depois de embolsar o que lhes era devido pela venda de suas corretoras, se sentem desincentivados para trabalhar pela companhia.

Tanto a Marsh quanto a Qualicorp queriam trabalhar junto com a Brasil Insurance para redesenhar os incentivos. Depois disso, ambas estavam dispostas a comprar o controle. As empresas competiam entre si. “Apenas um redesenho completo dos incentivos traria real valor à empresa,” disse a fonte próxima aos ex-potenciais compradores ao blogueiro. “O valor do negócio é a capacidade de originação dos corretores, mas comprar na estrutra atual pra consertar a governança depois é algo que não interessa.”

José Sergio Bordin assume Bradesco Auto RE e Ricardo Alahmar a Bradesco Capitalização

bradescoJosé Sergio Bordin teve uma passagem meteórica pela Bradesco Capitalização. Segundo comentários de fontes do setor, ainda não confirmados pelo Blog Sonho Seguro, o executivo deixará o comando da capitalização. Em seu lugar assume Ricardo Alahmar, executivo de carreira, que vinha sendo preparado por Norton Glabes Labes, que deixou a presidência da Bradesco Capitalização em abril de 2014 por ter atingido a idade limite e partiu para novos negócios com sua empresa voltada ao terceiro setor.

Bordin, que era diretor regional do banco antes de assumir a capitalização, assume o lugar de Tarcisio Godoy no comando da Bradesco Auto RE. Godoy, por sua vez, segue para a secretaria do Ministério da Fazenda. A Bradesco Auto RE é responsável pelos seguros de automóvel, de residenciais, de condomínios e de riscos corporativos entre outros do grupo.

Vamos aguardar as confirmações do grupo Bradesco Seguros, controlador de todas as empresas do grupo segurador.

Google pretende vender seguro de carro nos EUA, informa a Reuters

googleFonte: Reuters

O Google pode estar se movendo para o mercado de seguros de automóveis nos Estados Unidos com um site para consumidores compararem e comprarem apólices, afirmou um analista na quinta-feira (9), conforme a companhia segue deslocando sua atenção para a indústria automotiva.

O gigante de buscas planeja em breve o uso preliminar de seu novo site de comparação de seguros automotivos, o Google Compare, escreveu a analista Ellen Carney, da Forrester, em uma nota. De acordo com Carney, a empresa tem mostrado o serviço para operadoras de seguros há mais de dois anos.

O Google, que atualmente dispõe de um serviço no Reino Unido para usuários compararem 125 opções de seguro de automóveis, ganha uma taxa quando um usuário compra seguros online ou por telefone.

Carney espera que o uso preliminar na Califórnia para o novo serviço comece no primeiro trimestre de 2015. O Google já tem licença para vender seguros de automóveis em 26 estados e está trabalhando com um punhado de seguradoras, incluindo a Dairyland, MetLife e outras, disse ela. O Google afirmou que não comenta especulações.

Vendas de títulos de capitalização chegam a R$ 19,8 bi até novembro

fenacapRelease

De acordo com os dados divulgados pela Federação Nacional
de Capitalização (FenaCap), o mercado de títulos de capitalização
distribuiu, entre janeiro e novembro de 2014, R$ 1,085 bilhão em premiações,
19% a mais do que no mesmo período de 2013, o que equivale a R$ 5,7 milhões
em prêmios pagos a clientes contemplados, por dia útil no ano.

No mesmo período, o faturamento cresceu 5,2% em relação ao ano anterior,
atingindo o montante de R$ 19,862 bilhões. “O setor ainda contribuiu para
injeção de recursos na economia, devolvendo, sob forma de resgates, até
novembro, R$ 14 bilhões à clientes que mantiveram seus contratos de
capitalização”, assinala Marco Antonio Barros, presidente da FenaCap. “Desse
modo, o título de capitalização se transforma em um instrumento financeiro
que ajuda a cultivar a disciplina financeira, oferecendo, ainda, a
oportunidade de concorrer a prêmios em dinheiro”, completa Marco Barros.

O volume das reservas técnicas, montante relativo aos depósitos efetuados
por clientes de títulos de capitalização, e que são devolvidos sob forma de
resgates, cresceu 13,2% no período, em relação ao ano de 2013, ultrapassando
a marca de R$ 29 bilhões.