Comunicadores de seguros projetam o futuro com insights do SXSW 2025

Por Kelly Lubiatto, da Revista Apólice

 A transformação do mercado de seguros esteve no centro da discussão na reunião presencial e online promovida pela Comissão de Comunicação e Marketing da CNseg, realizada na tarde de ontem (15). O encontro teve como objetivo compartilhar as principais tendências e inovações observadas durante o South by Southwest (SXSW) 2025, maior festival de tecnologia, inovação e comportamento do mundo, realizado em Austin, nos Estados Unidos.

Participaram do evento profissionais de seguradoras, gestores de comunicação e marketing, além de especialistas em inovação, que formaram a comitiva brasileira enviada ao festival com o apoio institucional da CNseg. O grupo trouxe ao setor reflexões estratégicas sobre temas emergentes como inteligência artificial, redes sociais, futuro do trabalho e saúde mental.

O encontro, que aconteceu no auditório da Seguros Unimed, em São Paulo, e foi mediado pela superintendente de comunicação da CNseg, Carla Simões, mostrou que a inteligência artificial, em especial, é apontada como um dos principais vetores de transformação. O foco dos debates em Austin foi além da aplicação tecnológica e concentrou-se em questões como ética, regulação e o impacto da IA na relação com os consumidores. Para o setor de seguros, a tendência aponta para um novo modelo de negócios, mais centrado no cliente, com uso responsável e transparente das tecnologias.

Outro ponto de destaque foi a chamada “intersetorialidade”. Vanessa Mathias, co-fundadora da White Rabbit, fez uma apresentação na qual ela mostrou que, segundo os especialistas, os limites entre as indústrias estão cada vez mais fluidos, exigindo que o setor de seguros se conecte com outras áreas como saúde, mobilidade, finanças e varejo. O comportamento do consumidor também entrou em pauta, com destaque para a crescente valorização do propósito nas relações de consumo. Para as seguradoras, isso representa um chamado à ação em temas como comunicação transparente, práticas ESG e relacionamento com o cliente.

Além das tendências tecnológicas, o encontro discutiu os impactos da cultura digital acelerada no cotidiano das organizações. “A chamada “digitalização do tempo” impõe um ritmo veloz de mudanças e desafia empresas a repensarem suas estratégias com base na relevância, e não apenas na velocidade”, pontuou Vanessa.

Os participantes destacaram ainda a importância das habilidades socioemocionais no contexto atual. Liderança empática, resiliência e capacidade de adaptação foram elencadas como competências essenciais para navegar no novo cenário. “O relatório “Future of Jobs 2030”, do Fórum Econômico Mundial, foi citado como referência ao apontar que, nos próximos cinco anos, a inteligência artificial deve substituir 9 milhões de postos de trabalho, ao mesmo tempo em que criará cerca de 11 milhões de novas vagas”, expôs Vanessa.

Durante o evento, também foram debatidos temas como a reinvenção das redes sociais, saúde mental em tempos de sobrecarga de informação e o papel dos líderes na construção de ambientes colaborativos. Em todos os blocos temáticos, que contaram com a participação de executivos que visitaram a SXSW 2025, a palavra de ordem foi transformação – não apenas tecnológica, mas cultural. Eles participaram dos debates e ainda deram dicas sobre pontos que podem fazer a diferença na comunicação das seguradoras com seus colaboradores, corretores e clientes.

A reunião ainda contou com a participação do Consultor Daniel Costa, especialista em Comunicação Corporativa, Endomarketing & Liderança Comunicadora, e Hamilton dos Santos, diretor executivo da Aberje. O evento reforçou o compromisso das lideranças com um mercado mais conectado, empático e preparado para o futuro.

Valor: aumento de IOF e VGBL: veja o que muda na previdência privada

Fonte: Valor Investe

Já está valendo o decreto do Governo Federal que traz uma série de mudanças na cobrança do Imposto sobre Operações Financeira (IOF), imposto federal cobrado de pessoas físicas e jurídicas (empresas) em alguns tipos de operações financeiras. As mudanças anunciadas nesta quinta-feira são sobre três grupos de operações: crédito de empresas, câmbio e seguros. E com o novo IOF para seguros, quem faz aportes em seguro de vida com cláusula de sobrevivência, como VGBL, deve estar atento às novidades, que desagradaram especialistas ouvidos pela reportagem.

Com o decreto, passará a incidir IOF de 5% sobre aportes mensais superiores a R$ 50 mil em plano de previdência do tipo Vida Gerador de Benefícios Livres (VGBL). A tributação é aplicada no momento do aporte.

O governo diz que a função do decreto, como um todo, é a harmonização da política fiscal com a tributária, de forma a impulsionar o esforço do Banco Central para a redução de juros. Mas, na prática, o IOF cobrado sobre a maior parte das operações financeiras serve para gerar receita para a União. Com o novo decreto, parte dessa nova receita virá desse seguro.

O secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, afirmou que a medida busca corrigir uma brecha de evasão fiscal. Os planos de previdência, segundo a autarquia, estavam sendo usados por pessoas de alta renda como se fossem fundos de investimento.

“Com o início da tributação dos fundos de investimentos fechados no ano passado houve uma migração do público de alta renda para o VGBL, que não tem a chamada come-cotas e permite, ao se optar pela tabela regressiva de Imposto de Renda, a tributação só no resgate. A mudança de agora é para que essa importante ferramenta de previdência não seja usada pra evitar tributação”, afirmou.

A Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi) ainda não comentou as mudanças.

Mas na avaliação de Edgar Santos Gomes, sócio do TAGD Advogados, o governo se aproveita do fato de que sobre planos de seguro de vida com cobertura por sobrevivência (VGBL) não incidem o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) para aplicar uma nova tributação.

“Essa suposta distorção, se existente, deveria beneficiar com o imposto estados e não o Governo Federal. A alíquota instituída de 5% é, inclusive, superior ao do ITCMD em alguns estados, como São Paulo, Paraná e Espírito Santo, por exemplo. Não passa de novo aumento da carga tributária federal sob alegação de justiça fiscal”, argumenta.

Para Jean Paolo Simei e Silva, sócio do Fonseca Brasil Advogados, a brecha de evasão fiscal citada pelo governo como motivadora da mudança de tributação pode persistir se houver fragmentação de aportes para evitar o limite.

Já para Raphael Okano Oliveira, advogado especialista em Direito Tributário e sócio do CTM Advogados, a medida do governo pode ser eficaz, mas não se descarta a possibilidade de um afastamento do público desse produto em específico.

“De fato, essa tributação vai atingir apenas aqueles contribuintes de alta renda, mas pode haver uma migração para outros produtos que são tributariamente mais benéficos e atraentes. Então, nesse cenário você tem seguro de vida internacional, você tem alguns outros produtos oferecidos que não contemplariam essa tributação. Minha impressão é que é mais uma medida arrecadatório do governo”, pontua.

O IOF foi criado para cumprir uma função extrafiscal (regulatória), ou seja, induzir determinados comportamentos econômicos, como incentivar ou desestimular o consumo, incentivar ou desestimular o crédito, incentivar ou desestimular remessa de recursos para fora. Mas também contempla a função fiscal, que é arrecadar recursos para o governo federal.

Para Victor Bastos da Costa, advogado especialista em Direito Tributário e sócio da Andrade GC, as mudanças feitas pelo governo em relação ao IOF “deixam clara a insistência em medidas fiscais meramente paliativas e de curto prazo” e jogam uma luz cinzenta sobre quem faz uso de planos de previdência complementar, como o VGBL.

“Há uma presunção perigosa de que qualquer aporte superior a R$ 50 mil é sinônimo, então, de uso previdenciário ilegítimo. Parte-se da premissa de má-fé das pessoas que se utilizam do VGBL. Afirmam que essa linha de corte tem por objetivo preservar os investidores com aportes de até R$ 50 mil, mas na verdade não se ataca o núcleo estrutural dos problemas da economia. O Brasil arrisca ainda mais sua reputação e afasta investidores, transmitindo insegurança e falta de seriedade”, critica.

O Governo afirma que, em conjunto, os ajustes no IOF sobre crédito de empresas, câmbio e seguros podem gerar impacto na arrecadação de R$ 20,5 bilhões em 2025 e R$ 41 bilhões em 2026.

Guilherme Martins, sócio de tributário do Souza Okawa Advogados observa que o IOF tem um potencial baixo de arrecadação em comparação a outros tributos, representando pouco mais de 2% do volume total dos tributos arrecadados pelo Fisco Federal. Além disso, a decisão de passar a tributar em 5% os aportes mensais em VGBL superiores a R$ 50 mil pode esvaziar a atratividade do instrumento e a sua principal função.

“A justificativa é a correção de distorções, sob o argumento de que os planos vinham sendo utilizados como instrumentos de baixa tributação — o que não é necessariamente verdade, já que a alíquota inicial do Imposto de Renda é de 35% e somente passa para 10% quando mantido o investimento por mais de dez anos. A redução gradual na alíquota do IR ao longo do tempo existe justamente para estimular a manutenção dos aportes para cumprir a função de plano de previdência. Com a tributação, estimula-se a busca por opções que não prestigiam os resgates de longo prazo.”, analisa.

Na avaliação de Morvan Meirelles Costa Junior, sócio fundador do Meirelles Costa Advogados, mesmo que a medida seja vista por alguns como “bem-intencionada”, ela não parece adequada aos objetivos fiscais e econômicos esperados, e ainda pode acabar sendo contestada na Justiça no futuro.

“Do ponto de vista da justiça fiscal, considerar apenas o valor investido pelo contribuinte pode ser uma simplificação exagerada, deixando de lado outros fatores que fazem parte da sua realidade. Essa abordagem pode, inclusive, ser questionada por violar princípios constitucionais, como os da livre iniciativa e da isonomia. Não é difícil imaginar que alguém que, de fato, busca segurança para a aposentadoria e tem recursos suficientes para investir nisso, acabe sendo penalizado de forma injusta – o que pode configurar uma discriminação inconstitucional”, argumenta.

Nicolau Daudt foi nomeado como o novo CEO Global de Specialty na corretora de resseguros Oneglobal

Nicolau Daudt foi nomeado como o novo CEO Global de Specialty. Daudt, atualmente em Miami, se mudará para Londres ainda este ano. Como parte dessa reorganização, José Miguel Gonzalez, atual Chief Commercial Officer da América Latina, será promovido a CEO da LatAm, sucedendo Daudt.

“Estou honrado em assumir o cargo de CEO Global da área de Specialty na Oneglobal. Esta posição representa não apenas um novo desafio, mas também uma oportunidade para continuar impulsionando a inovação e a excelência que são marcas registradas da nossa empresa. Estou ansioso para colaborar com nossos talentosos times em Londres e ao redor do mundo, levando nossas operações a novos patamares. Roger e eu trabalharemos juntos para continuar construindo a Oneglobal em sua próxima fase.” Nicolau Daudt.

Conexão Sancor reúne parceiros em Curitiba e reforça compromisso com crescimento sustentável 

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Fonte: Sancor

A Sancor Seguros promoveu no dia 15 de maio mais uma edição do Conexão Sancor, desta vez em Curitiba (PR). O encontro reuniu corretores, parceiros estratégicos e lideranças da seguradora, reforçando a proposta de aproximação com o mercado local e de construção conjunta de um futuro pautado pela sustentabilidade.

Durante o evento, Paulo Dawibida, Chief Commercial Officer da Sancor, apresentou a história e os diferenciais da companhia, desde sua fundação na Argentina até sua trajetória de expansão no Brasil. Ele também compartilhou detalhes do Plano Ambição 2030, uma estratégia da Sancor com base em inovação e fortalecimento de parcerias.

Também estiveram presentes no encontro Milene Azzolini (Gerente Comercial), Martin Villafane (Gerente Canal Corretor), Náthan Bailly (Gerente Patrimonial), além do time comercial da região Sul.

Milene Azzolini destacou a importância de eventos como o Conexão Sancor para consolidar vínculos regionais. “Curitiba e o Paraná têm papel estratégico no crescimento da companhia no Brasil. Estar próximo dos nossos parceiros, entender suas realidades e apresentar nossas diretrizes com transparência é essencial para construir relações sólidas e duradouras. O evento superou nossas expectativas em engajamento e acolhimento”, afirmou.

De acordo com os corretores, o evento foi uma oportunidade de troca de informações necessárias. Anderson Schultz, CEO da Schultz Assessoria e Corretora de Seguros, destacou a credibilidade reforçada durante a apresentação e a qualidade do relacionamento estabelecido. “Com certeza supera todas as expectativas e encanta os parceiros. A gente consegue ver o crescimento até aqui e para onde a companhia está indo”, comentou.

Fabiana Guarenghi, da Critério Corretora de Seguros e diretora do Conselho Fiscal do Sincor-PR, também ressaltou a importância da iniciativa. “É um momento de troca e escuta, que gera valor real para nós corretores. A Sancor trouxe informações transparentes e dados que raramente vemos em eventos do setor, como o índice baixíssimo de judicialização frente à quantidade de sinistros.

Entre os diferenciais mais valorizados pelos participantes, destacam-se o programa de benefícios ao corretor — que inclui comissões adicionais, bonificações e experiências exclusivas —, a transparência nas informações compartilhadas e o reconhecimento do corretor como parceiro estratégico.

A seguradora reafirma seu propósito de seguir lado a lado com seus parceiros em cada região onde atua, priorizando a escuta ativa, a valorização e o compromisso com o futuro.

Zurich Seguros reforça presença territorial e relacionamento ao redor do país

zurich seguros marcio benevides

Fonte: Zurich

Ser a melhor seguradora para o corretor trabalhar e estar sempre presente junto aos corretores não são só mensagens que a Zurich Seguros se esforça em posicionar com clareza para seus parceiros de negócios. Continuamente, a companhia traz ações concretas que tangibilizam esses compromissos, para além do dia a dia.  

Mesmo pós-pandemia, a seguradora não só manteve abertas todas as 27 filiais estrategicamente espalhadas pelo país, como repaginou os espaços para melhor receber os parceiros, além de ter intensificado a presença das equipes comerciais junto aos corretores. A parceria com as assessorias e a possibilidade de relacionamento remoto aos corretores parceiros que assim desejarem, através da Filial Digital, complementam essa estratégia. 

“Nós sabemos que o mercado passou por uma transformação bastante significativa no pós-pandemia, principalmente no que diz respeito ao modelo de trabalho, canais de atendimento e formatos de relacionamento”, pontua Marcio Benevides, diretor executivo de Distribuição da companhia. “Nós estamos atentos a essas mudanças, mas nunca deixamos de acreditar no relacionamento próximo e presente junto aos parceiros, que segue sendo muito relevante tanto da seguradora para os corretores, quanto dos corretores para seus clientes”, explica o diretor. 

Uma das principais iniciativas para intensificar essa proximidade está nas filiais da Zurich. Desde a repaginação do escritório principal da seguradora em São Paulo, em 2021, 19 das 27 filiais da seguradora já passaram por uma modernização completa – e outras duas estão previstas até o final de 2025. A ideia é que as filiais sejam uma extensão da matriz, com espaços novos, modernos e aconchegantes, adaptados ao perfil open space, o que proporciona mais integração aos colaboradores e corretores. 

“Nós queremos que as nossas filiais sejam a segunda casa dos corretores”, explica Benevides. “São espaços integrados e modernos, pensados para receber parceiros e clientes, que possibilitam que o corretor tenha um ponto de apoio comercial fora de seus escritórios. Toda a comodidade e facilidade, com infraestrutura completa para agendas pontuais com nossos times comerciais ou até mesmo para um dia produtivo de trabalho, se o corretor estiver em viagem”, exemplifica. 

“Sabemos a importância da disponibilidade dos times comerciais para atendimento ao cliente e corretor. Nossas filiais estão sempre abertas nos dias e horários comerciais, assim como nossos times comerciais, que estão completos e disponíveis para atender os corretores nesses períodos”, adiciona o diretor. 

Segundo Benevides, a seguradora também teve a preocupação de estender o relacionamento qualificado e próximo para localidades estratégicas em que não há uma filial física – esse trabalho é feito sobretudo junto às assessorias, com quem a Zurich já soma mais de 85 parcerias no território brasileiro. 

Outro modelo de relacionamento aos corretores que não foge a essa lógica é a Filial Digital, que promove atendimento personalizado, exclusivamente remoto, aos corretores que assim desejarem. O lançamento ocorreu em 2023, inicialmente na região de Minas Gerais e Centro-Oeste, e diante do sucesso, a Zurich já expandiu o modelo para todo o território nacional ao longo dos últimos dois anos. 

“Os profissionais que atuam na Filial Digital estão alocados em espaços exclusivos dentro das cinco filiais-sede das nossas diretorias regionais, para garantir que conheçam a localidade em que estão atuando e possam prestar o melhor atendimento a nossos corretores, com orientações adequadas ao contexto da regionalidade”, esclarece. “O objetivo é estarmos próximos dos corretores e atendê-los da maneira que preferirem, oferecendo orientações comerciais, apresentando soluções com mais agilidade e ampliando o fechamento de negócios”. 

Segundo ele, tudo isso é parte do objetivo maior da companhia de se aproximar ainda mais dos corretores, oferecendo produtos inovadores e atividade comercial eficiente em qualquer lugar do Brasil. Não à toa, segundo ele, a Zurich mais do que dobrou a quantidade de corretores ativos trabalhando com os produtos da companhia nos últimos dois anos. 

“Estamos falando da vida e do patrimônio das pessoas, é preciso estabelecer laços de confiança e intensificar o relacionamento para aprimorar nossos produtos e processos, de um lado, e para fidelizar os clientes, de outro. Além de soluções eficientes, temos nos esforçado em todas as frentes de relacionamento e atendimento para ser a melhor seguradora para os corretores operarem. E vamos continuar ouvindo suas necessidades, melhorando nossas iniciativas em prol desta parceria e de ampliar a proteção securitária em toda a sociedade”, finaliza o diretor. 

CEO do Grupo HDI é reconhecido como “Executivo do Ano” no 2025 Insurance Corp Awards

eduardo dal ri ceo hdi

Nesta semana ocorreu o 2025 Insurance Corp Awards – Melhores do Seguro e Resseguro, em que Eduardo Dal Ri, CEO do Grupo HDI, segundo maior conglomerado segurador do Brasil, foi reconhecido como “Executivo do Ano”.

“Nos últimos anos, o Grupo HDI passou por uma verdadeira transformação – com aquisições estratégicas e a construção de uma nova cultura, que reflete quem somos e o que queremos ser daqui pra frente. Fazer parte desse momento tão significativo da história da companhia tem sido uma jornada incrível. Nosso compromisso diário é entregar experiências de excelência para nossos clientes, parceiros e colaboradores. Receber esse reconhecimento é motivo de orgulho, mas, acima de tudo, representa a confiança que corretores e parceiros depositam em nosso trabalho”, comenta Eduardo Dal Ri.

A 7ª Edição da premiação apontou indicações no que se refere a vários quesitos, voltados às seguradoras, resseguradoras, corretores de seguros e brokers de resseguro, profissionais, prestadores de serviços e entidades representativas do mercado.

A conquista também reforça os resultados expressivos e a excelência das soluções entregues pelas marcas do Grupo – Yelum Seguradora, HDI Seguros e Aliro Seguro – ao longo de 2024, consolidando seu compromisso com a transformação do mercado de seguros no Brasil.

Diretora Jurídica da CNseg é eleita “In-House Counsel of the Year Insurance”

CNseg STF
Legenda: Glauce Carvalhal, diretora jurídica da CNseg: definição da Selic como taxa para atualização de débitos civis está em linha com o momento econômico do país.

A diretora Jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, acaba de ser agraciada no “The Latin American Lawyer Women Awards 2025” com o prêmio de “In-House Counsel of the Year Insurance”.

De acordo com a entidade, a profissional foi reconhecida por sua visão estratégica e expertise regulatória no setor de seguros, com seu trabalho contribuindo para o avanço das melhores práticas e para o fortalecimento da cultura jurídica e de conformidade no setor.

A cerimônia de premiação, em sua segunda edição, ocorreu em 21 de abril, no Tivoli Mofarrej São Paulo Hotel, com o objetivo de reconhecer as conquistas das principais advogadas da região, tanto na prática privada quanto dentro de instituições.

“Ter meu nome aclamado entre as vencedoras do Latin American Lawyer Women Awards 2025 é mais que emocionante e profundamente gratificante. É uma inspiração para toda trajetória construída com muito trabalho, dedicação e propósito. Sou imensamente grata à CNseg e a todos que, direta ou indiretamente, caminham ao meu lado nessa missão de fortalecer a cultura jurídica, a ética e o compliance na nossa indústria”, afirmou a executiva.

Joint Colloquia Latam São Paulo 2025 debate temas como Transformação Digital de Seguros, Inteligência Artificial, Risco Climático e ESG

da esquerda para a direita:o presidente do IBA, Giancarlo Germany, a presidente do IAA, Bozenna Hintom, o CEO da Caixa Vida e Previdência, Benjamin Sacksteder, e a diretora institucional do IBA, Raquel Marimon Crédito: Tiago Nana

por Karem Soares

O Instituto Brasileiro de Atuária (IBA) e a International Actuarial Association (IAA) promoveram a primeira edição Latam do JoCo (Joint Colloquia), para São Paulo. O evento aconteceu entre 18 e 22 de maio de 2025, reunindo atuários de todo o mundo e membros das Seções do IAA, que contaram com a participação dos principais players do setor, com apresentações sobre Risco Climático, Sustentabilidade, ESG, Inteligência Artificial (IA) e Big Data, Solvência e a Transformação Digital de Seguros.

Com o tema “Atuários em Sustentabilidade”, as seções reuniram especialistas das ciências atuariais, para discutir as últimas pesquisas e desafios, decorrentes de novos campos de atuação profissional e acadêmica, incluindo trabalhos e interpretações em torno do desenvolvimento sustentável. A abertura contou com a participação da presidente do IAA, Bozenna Hinton, do presidente do IBA, Giancarlo Germany e do CEO da Caixa Vida e Previdência, Benjamin Sacksteder. 

A presidente do IAA, Bozenna Hinton, falou sobre o propósito da realização do evento no Brasil. A Associação Brasileira de Atuária apoia as iniciativas da Associação Internacional de Atuária no Brasil. “O objetivo é impulsionar o desenvolvimento e aprimoramento de áreas como serviços financeiros, mudanças climáticas e outros setores, utilizando a experiência e as reuniões globais já realizadas. A participação no evento foi essencial para aproveitar as oportunidades de crescimento e o desenvolvimento de habilidades no país”.

Giancarlo Germany, presidente do IBA, afirmou que o JoCo São Paulo colocou os participantes para debater temas importantes da sociedade. As seções realizadas detalharam questões como seguridade social, seguros em geral, previdência, mudanças climáticas, riscos em geral. “O mundo atuarial trata de gestão de risco. E aqui a gente fala sobre o que acontece na nossa sociedade, não só local, mas de maneira global. Vamos entender os problemas do Brasil e entender os problemas de fora. E como a gente consegue criar soluções para isso tudo, é o que nos traz para esse momento”.

A programação do JoCo São Paulo 2025 contou com reuniões restritas para presidentes, membros e convidados e debates separados pelas seções AFIR-ERM (Riscos Financeiros e ERM), ASTIN (Seguro Não Vida), IAAHS (Seguro Saúde), IAALS (Seguro de Vida e Anuidades), Seção IACA (Atuários Consultores) e PBSS (Pensões, Benefícios aos Empregados e Previdência Social). 

Raquel Marimon, diretora de Relações Institucionais do IBA, explicou que a entidade, através das relações institucionais com o IAA, trouxe para o Brasil um evento que discute assuntos relevantes para o setor. “Todas essas áreas de risco onde o atuário atua são uma oportunidade única do Brasil estar conectado com a comunidade internacional e se atualizar, com relação às melhores práticas. Foi uma oportunidade dos estrangeiros conhecerem os profissionais brasileiros e suas competências”.

FGTS: Multa por justa causa deve ser contabilizada 

A tese de que a multa do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por demissão sem justa causa deve ser mensurada e contabilizada nos livros da empresa que contabiliza planos de benefícios, foi defendida por Marco Pontes, diretor Instituto Brasileiro de Atuária (IBA), ao participar de uma seção sobre “Planos de Compensação e Benefícios”, junto com os professores da Universidade de São Paulo, Luis Afonso e João Vinícius Carvalho, durante a primeira edição Latam do JoCo (Joint Colloquia), que se encerra nesta quinta-feira, em São Paulo.

Segundo ele, essa obrigação deveria ser vista sob a ótica de um benefício pós-emprego, por se tratar de um benefício definido. Para o especialista, não há razão para não contabilizar essa obrigação, que ele considera uma indenização vista pelo empregado como um benefício. Pontes destacou que a pandemia evidenciou essa questão, quando muitas empresas tiveram um impacto significativo no Resultado devido à necessidade de demitir uma grande porcentagem da força de trabalho. Se a multa estivesse sendo provisionada, o impacto não teria sido tão grande.

A não contabilização dessa obrigação gera algumas “ciladas” para as empresas, segundo Pontes. Ele citou casos em que empresas foram orientadas por suas matrizes a realizar cortes substanciais na folha de pagamentos, como 20% ou 30% da massa de empregados.

O diretor do IBA explicou que, apesar de o RH possuir métricas próprias para avaliação de colaboradores (produtividade, engajamento, qualidade, entre outras), muitas empresas tiveram que lidar com situações críticas. Houve casos em que funcionários que preenchiam todos os requisitos para demissão tiveram seus nomes retirados da lista pela área financeira, simplesmente porque o pagamento da multa de um grupo de colaboradores resultaria em valores vultosos que afetariam negativamente o resultado da empresa.

“Essa situação gerou um desgaste enorme dentro de algumas empresas. Métricas de avaliação, que deveriam ser cruciais, foram deixadas de lado por causa do impacto financeiro significativo no resultado. Se esses valores tivessem sido provisionados ao longo do tempo de serviço do empregado, nada disso teria acontecido”.

Acrescentou que “existem outras razões muito importantes para que essa contabilização seja feita. A principal delas é que a não contabilização da multa vai totalmente contra o princípio do regime de competência. Além disso, essa é uma informação de grande interesse para o investidor. E tem outro ponto crucial que eu sempre destaco: o elevado número de empresas que estão enfrentando dificuldades financeiras. Só em 2024, mais de 2,4 mil empresas, segundo dados do Serasa Experian, solicitaram recuperação judicial. Uma parte significativa disso vai se tornar insolvente, e o trabalhador, infelizmente, ficará sem a sua indenização.”

Fórum de Seguros Brasil-França discute mudanças climáticas, inovação e oportunidades de investimento

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), em parceria com a France Assureurs, entidade representativa do setor segurador na França, realizam, no próximo dia 4 de junho, a primeira edição do “Fórum de Seguros Brasil – França”, que tem como tema central: “Diálogo e Inovação para uma cooperação bilateral”. O encontro, que tem apoio institucional da seguradora CNP, reunirá executivos e autoridades brasileiras e francesas para debater temas e desafios comuns para o setor em ambos os países.

O fórum, que será realizado na sede da CNP, em Paris, terá uma mesa de abertura com a participação de Dyogo Oliveira, Presidente da CNseg, de Florence Lustman, Presidente da France Assureurs, Marie-Aude Thépaut, Presidente da CNP, e Ricardo Alban, Presidente da Confederação Nacional da Indústria – CNI.

Na sequência, serão três painéis divididos da seguinte maneira:

Painel 1 – Seguro e Clima no Mundo em Transformação, que vai debater o cenário atual de aumento de desastres naturais e a importância do setor segurador na proteção social e de investimentos. Participam deste painel:

Pedro Farme d’Amoed, CEO da Guy Carpenter;

Michèle Lacroix, Head de Sustentabilidade da SCOR;

Timothy Bishop, Consultor sênior da OCDE

Christian Pierotti, executivo da GFIA (moderador).

Painel 2 – Regulamentação de IA, segurança cibernética e combate à fraude, que tratará das oportunidades e desafios, à medida que os Estados buscam o equilíbrio entre a inovação e a supervisão ética, tendo como pano de fundo o arcabouço legal para a IA que o Brasil vem discutindo. Participam desse painel:

Richard Vinhosa, CEO da EZZE Seguros;

Marie Aude Thépaut, CEO da CNP Assurances

Eduardo Gomes, Senador e Vice-Presidente do Senado Federal

Arthur Ravier, Consultor de Tecnologia da France Assureurs (moderador).

Painel 3 – Seguros para a Proteção de Investimentos em Infraestrutura, que vai destacar os desafios regulatórios para o Brasil ampliar as oportunidades de investimento em infraestrutura e o papel do setor segurador para garantir viabilidade e a participação do setor privado por meio de parcerias público-privadas (PPPs). Participam do painel:

Paulo Gonet, Procurador-Geral da República;

Leonardo Deeke, Presidente do Conselho de Administração da Junto Seguros

Philippe Taffin, Head do departamento de Economia e Finanças da France Assureurs (moderador.

O fórum terá ainda uma mesa de debate acerca do Open Insurance, na qual o diretor Técnico, de Estudos e Relações Regulatórias da CNseg, Alexandre Leal, e o diretor Digital da France Assureurs, Jérôme Balmes, sob moderação do presidente do Conselho Diretor da CNseg, Roberto Santos, vão tratar dos desafios e oportunidades para o Brasil e para a França com o Open Insurance.

O Fórum de Seguros Brasil-França conta com patrocínio da EZZE e Guy Carpenter.

Sompo anuncia Juliana Nascimento como nova Superintendente de Gestão de Riscos, Compliance e Atuarial

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A Sompo, subsidiária da empresa responsável pelas operações de seguro e resseguro do Grupo Sompo Holdings fora do Japão, anuncia a chegada de Juliana Nascimento como nova Superintendente de Gestão de Riscos, Compliance e Atuarial. A executiva assume a posição com o desafio de fortalecer ainda mais a governança corporativa, a cultura de integridade e a gestão de riscos e os controles internos da companhia, em um cenário de constante evolução regulatória e de negócios.

Juliana Nascimento conta com mais de 20 anos de trajetória no meio corporativo, dos quais 12 dedicados a posições de liderança em Governança, Gestão de Riscos, Compliance, Controles Internos e Negócios Internacionais. Com Mestrado em International Business Law pela Steinbeis University Berlin (Alemanha) e MBA pela USP, construiu uma carreira sólida em Big Four, empresas nacionais e multinacionais, com destaque para os setores de Seguros e Saúde Suplementar.

Reconhecida pela visão estratégica e pela capacidade de fortalecer a gestão de riscos, a integridade corporativa e a cultura organizacional, Juliana também é referência no ecossistema de GRC e ESG. É acadêmica da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP), associada à Sou Segura, membro ativa dos comitês da International Chamber of Commerce (ICC) e cofundadora do Compliance Women Committee (CWC), coletivo internacional de mulheres líderes em Governança, Riscos e Compliance.

“Assumir essa posição na Sompo é uma oportunidade de contribuir com uma organização que valoriza a ética, a transparência e a inovação. Nosso desafio é integrar ainda mais a gestão de riscos e compliance à estratégia de negócios, promovendo uma cultura organizacional sólida e resiliente frente às transformações do mercado”, afirma Juliana.

“Juliana é uma profissional influente no ecossistema de GRC, que chega com sua experiência para contribuir com os nossos planos de consolidar uma atuação ainda mais estratégica e integrada aos negócios da companhia. A Sompo acredita que seu principal ativo é o capital humano e, por isso, investe continuamente em profissionais altamente qualificados para desenvolver seus negócios de forma sustentável, sempre pautada por uma política séria de ética e transparência”, destaca Cristiane Martins da Silva, Diretora Executiva de Gestão de Riscos, Compliance e Atuarial da Sompo.

A nomeação de Juliana Oliveira Nascimento reforça o compromisso da Sompo com a excelência em gestão e com a construção de um ambiente corporativo cada vez mais ético, transparente e preparado para os desafios do futuro.