SulAmérica patrocina corrida Nigth Run

night runA partir deste ano, a SulAmérica passa a apoiar também eventos esportivos de participação. A estreia acontece no Night Run, circuito de corrida de rua noturno, em que a companhia vai apoiar 12 provas em 11 cidades brasileiras e convidar corretores, clientes e prestadores a participarem, oferecendo inscrições limitadas com valor reduzido.

O evento integra o Circuito SulAmérica de Música e Movimento, programa da seguradora para incentivo à cultura e aos esportes. “O apoio aos esportes faz todo sentido para a SulAmérica, especialmente em se tratando de eventos de participação. Acreditamos que iniciativas como esta aproximam as pessoas de hábitos saudáveis”, afirma o vice-presidente de Planejamento e Marketing da empresa, Renato Terzi.

A primeira prova será no próximo dia 28, no Sambódromo do Anhembi (SP). As largadas acontecerão às 19h30 (5 km) e 20h30 (10 km). Mais informações sobre o evento e como realizar a inscrição no link https://nightrun.ativo.com/fogo-sp/.

Night Run – próximas datas

11/04: Porto Alegre (RS)

25/04 Rio de Janeiro (RJ)

09/05: Brasília (DF) e Belo Horizonte (MG)

16/05: Recife (PE) e Salvador (BA)

23/05: Curitiba (PR) e Fortaleza (CE)

30/05: Campinas (SP)

27/06: Ribeirão Preto (SP)

29/08: Rio de Janeiro (RJ)

Minuto Seguro lança campanha que reforça a importância do corretor

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A Minuto Seguros, uma das principais corretoras de seguros do país, lança nesta semana uma ampla campanha institucional. Criada pela agência CP+B Brasil, a campanha tem como conceito, o oferecimento de um processo transparente e descomplicado. A campanha mostra como até quem vê tudo, deixa alguma coisa passar batido.

A corretora usa da sua expertise e excelência comprovada no atendimento para levar ao cliente todas as informações necessárias para a aquisição de coberturas adequadas ao perfil específico de cada cliente, otimizando a relação custo x benefício.

Para reforçar o conceito e lançar a nova assinatura “A gente olha por você”, a CP+B Brasil criou um filme, que será veiculado na TV aberta e em canais da TV paga. Denominado “Olheiro”, o comercial conta a história de Nelson, um profissional de sucesso no futebol que, apesar de todas as qualidades como descobridor de talentos, deixou passar batido um item importante na apólice de seguro do seu carro.

O novo posicionamento da Minuto Seguros também está refletido no logotipo da empresa e no site, que, além de uma mudança de layout, ganhou uma nova versão mobile, muito mais completa e eficiente. “Estamos muito empolgados com a campanha criada pela CP+B Brasil e acreditamos que ela será um sucesso, pois é um movimento pioneiro no setor”, afirma Marcelo Blay, CEO da Minuto Seguros. “Um dos objetivos, além de fortalecer a nossa marca, é o de contribuir para o crescimento do próprio mercado”, conclui.

Bradesco Seguros patrocina equipe de atletas

Equipe Bradesco SegurosRelease

A Bradesco Seguros, seguradora e patrocinadora oficial dos Jogos Rio 2016, apresentou nesta terça-feira, 17 de março, seu time de corrida. Coordenada pelo preparador físico Lauter Nogueira, a Equipe de Atletas Bradesco Seguros, que terá apoio para atingir sua melhor performance esportiva, é composta por cinco integrantes de alto rendimento: Adriana Cristina Silva da Luz, Damião Ancelmo de Souza, Ederson Vilela Pereira, Leandro Prates Oliveira e Marcelo Cabrini.

A Equipe de Atletas Bradesco Seguros vai ao encontro da estratégia de atuação da seguradora, de investir em ações que sensibilizem a população sobre a importância da prática esportiva como um dos pilares para a conquista de uma vida longeva, com saúde e bem-estar. A equipe refor ça, também, a importância da parceria entre a iniciativa privada e o esporte brasileiro, uma paixão nacional que, além de tudo, é uma poderosa ferramenta de inclusão social, de formação de caráter e que proporciona qualidade de vida.

“Os cinco atletas são embaixadores da prática esportiva, estimulando a população em geral a manter hábitos saudáveis e uma vida mais ativa. Atrelar nossa marca a esses jovens atletas será um ganho exponencial, ainda mais em um momento tão importante como agora, a menos de dois anos para os Jogos Rio 2016”, ressalta Alexandre Nogueira, Diretor da Bradesco Seguros.

O patrocínio abrange odesenvolvimento profissional da Equipe de Atletas Bradesco Seguros, desde o treinamento, participação em competições esportivas, até a gestão de suas carreiras. Lauter Nogueira, que tem vasta experiência no atletismo nacional e internacional, está à frente da gestão técnica do time. “Os atletas da Equipe de Atletas Bradesco Seguros foram escolhidos não apenas pelo fato de representarem a excelência no esporte, mas também por ratificarem o espírito olímpico em que hoje vivemos no País”, destaca Lauter Nogueira, coordenador técnico do time.

Como patrocinadora máster da equipe, a Bradesco Seguros tem todas as propriedades do projeto. A marca está presente nos uniformes dos atletas, em treinos, provas oficiais, entrevistas e ativações. Os cinco atletas participarão de todas as etapas Circuito da Longevidade Bradesco Seguros, que em 2015 completa seu nono ano consecutivo difundindo a importância do exercício físico para uma vida longeva com saúde, qualidade de vida e bem-estar por meio de provas de corridas (6 km) e caminhadas (3 km) pelo País. A primeira etapa ocorrerá em Marília, em 29 de março, com a participação de 3 mil pessoas. Desde a primeira edição, em 2007, o evento já marcou presença em 18 cidades — entre municípios do interior de São Paulo e em oito capitais, além do Distrito Federal, reunindo mais de 300 mil pessoas desde o início do projeto.

EQUIPE DE ATLETAS BRADESCO SEGUROS

Adriana Cristina Silva da Luz

Nascida no Maranhão, filha de mãe ex-atleta, Adriana se mudou aos 12 anos para Belo Horizonte. Na capital mineira, contra a sua vontade, começou a acompanhar a mãe em treinamentos de corrida, para que tivesse mais qualidade de vida. Porém, com o tempo, se apaixonou pelo esporte e acabou se tornando uma grande promessa do atletismo nacional, sonhando em conquistar uma vaga para os Jogos Rio 2016. Em 2012, aos 19 anos, conquistou o título mais importante da carreira: o Sul-Americano de Meia Maratona, realizado no Paraguai, que lhe rendeu a oportunidade de disputar o Mundial da categoria, em Kavarna, na Bulgária. Adriana é detentora dos títulos da Meia Maratona Golden Four de Belo Horizonte em 2012 e de Porto Alegre em 2013 e da Meia Maratona Internacional de Belo Horizonte em 2012. Hoje, aos 22 anos, é a atual Campeã brasileira Sub 23 nos 5.000 e 10.000 metros.

Damião Ancelmo de Souza

O alagoano começou tarde no esporte, apenas aos 23 anos. Antes, fez de tudo um pouco, foi inclusive vaqueiro. Descobriu o atletismo nas aulas de educação física, quando voltou a estudar. Logo em sua primeira prova, uma corrida de oito km em Paulo Jacinto, sua cidade natal, conquistou o quinto lugar, iniciando uma carreira de sucesso. Hoje, aos 35 anos, Damião é considerado um dos fundistas mais completos em atividade no Brasil. O grande objetivo da carreira do atleta é uma medalha olímpica na Maratona nos Jogos Rio 2016, coroando uma carreira recheada de conquistas, incluindo a Meia Maratona de São Paulo e a Meia Maratona Linha Verde, em Belo Horizonte, ambas em 2009, a Terceira Meia Maratona de Belo Horizonte em 2012 e a Copa do Brasil Caixa de Cross Country em 2011. Em 2014, foi o vice-campeão e melhor brasileiro na Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro.

Ederson Vilela Pereira

Paulista de Caçapava, Ederson é um atleta jovem com aspirações olímpicas. Começou a correr aos 10 anos, seguindo os passos do irmão mais velho que corria. Campeão brasileiro nos 5.000 metros em 2013 e nos 10.000 metros em 2014, busca a vaga para as duas provas nos Jogos Rio 2016. Ederson é muito versátil, com bons resultados em provas de 1.500, 3.000, 5.000, 10.000 e cross country, além de meia Maratona e Maratona. Participante de quatro campeonatos mundiais de Cross Country (2008, 2009, 2011 e 2013), tem títulos de campeão brasileiro juvenil dos 5.000 e 10.000 metros conquistados em 2009 e foi campeão dos Jogos Abertos do Interior, também nos 5.000 metro s, em 2013.

Leandro Prates Oliveira

Baiano de Vitória da Conquista, Leandro é um dos mais respeitados e vencedores meio-fundistas brasileiros. Aos 32 anos, tem uma carreira recheada de conquistas em torneios internacionais, como a medalha de ouro nos 1.500 metros do Pan-Americano de Guadalajara, em 2011. De olho em uma vaga para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, Leandro iniciou no atletismo aos 19 anos, em provas longas e de rua, porém, após alguns problemas de saúde, resolveu se dedicar aos 1.500 3.000 metros. Tem no currículo, além do ouro no Pan-Americano de 2011, ouro nos 1.500 metros no Ibero Americano de 2012, ouro nos 3.000 metros no Ibero-Americano de 2010, bicampeão brasileiro nos 1.500 metros e campeão Sul-Americano na mesma prova.

Marcelo Cabrini

Aos 30 anos, o paulista de Araraquara se dedica ao atletismo desde quando tinha apenas 12 anos. É formado em Educação Física e pós-graduado em Fisiologia do Exercício, o que o faz um atleta diferenciado, já que além de treinar, ele estuda e pesquisa, com foco no treinamento esportivo. O atleta planeja fazer um mestrado e se dedicar à docência quando se aposentar. Mas não é só fora das pistas que Marcelo se destaca. O paulista é pentacampeão dos 5.000 e dos 10.000 metros nos Jogos Abertos do Interior, venceu os 10km da Disney Magic Run 2014 realizado em São Paulo, além de ser detentor de alguns recordes no Circuito da Longevidade Bradesco, com o ser o atleta com mais vitórias em etapas entre 2009 e 2013, subindo ao pódios 55 vezes em 62 etapas disputadas entre agosto de 2008 e outubro de 2014.

Legenda da foto – Da esquerda para direita: Marcelo Cabrini, Leandro Prates Oliveira, o diretor da Bradesco Seguros Alexandre Nogueira, Damião Ancelmo de Souza, o técnico Lauter Nogueira, Adriana Cristina Silva da Luz e Ederson Vilela Pereira.

Artigo: A importância do seguro na era do consumidor consciente

eugenio velasquesPor Eugênio Velasques, Diretor do Grupo Bradesco Seguros

A criação do Código de Defesa do Consumidor (CDC) completa 25 anos como importante marco para a sociedade brasileira, cada vez mais consciente de seus direitos e deveres nas relações com fornecedores de produtos e serviços. O CDC, porém, fez mais do que proteger legalmente o consumidor. O Código transformou-se em importante ferramenta para os diferentes segmentos da economia, entre os quais o do mercado segurador. Conhecer as demandas, as críticas e a forma como um produto ou serviço chega ao consumidor e como ele é tratado em sua relação com a empresa é essencial para o aperfeiçoamento das relações de consumo.

O caminho mais seguro para preservar as boas relações é o da transparência. É na troca sincera de informação, sobretudo a intermediada por veículos de comunicação – que cumprem o importante papel de serem pontes entre as empresas e seus diferentes públicos -, que todos crescemos, construímos relações melhores, fortalecendo o papel do consumidor e, portanto, a economia do País. Há motivos de sobra para comemorarmos essa caminhada, que nunca termina, mas que se aperfeiçoa a cada dia com o CDC.

Estamos convencidos de que, quanto mais consciente a população, inclusive dos diferentes riscos a que está exposta, mais demandante será do mercado segurador, por exemplo. O seguro, sempre é bom ressaltar, oferece proteção não apenas a bens materiais, mas também à própria vida em seus diferentes aspectos, entre eles os da saúde e da previdência privada, ao proporcionar ao segurado uma vida ativa e um futuro com bem-estar tanto físico quanto financeiro. São questões que se tornam ainda mais fundamentais quando sabemos que a população brasileira tem avançado, de maneira crescente, em longevidade, assim como a medicina, em tratamentos cad a vez mais eficazes.

O mercado de seguros, isso é um fato, evolui na medida exata em que se ampliam as necessidades da população por proteção. É essa proteção que torna o setor importante para o amadurecimento do consumidor, no entendimento de suas demandas, na minimização dos efeitos sempre prejudiciais dos riscos aos quais todos estão expostos.

O CDC estabeleceu ainda as bases para que o mercado segurador, procurando atender os consumidores nas suas necessidades, possa proteger um bem, para o qual o cidadão irá empenhar seus recursos financeiros. Essa segurança permite ao consumidor investir sua renda em novos e outros produtos ou mesmo atividades de lazer, fazendo girar a economia em vários segmentos.

O Grupo Bradesco Seguros tem muito orgulho de contribuir para a consolidação da cultura do seguro no Brasil, atuando em um setor estratégico para o desenvolvimento da sociedade como instrumento de defesa do consumidor, se assim considerarmos a proteção oferecida aos riscos a que todos estamos sujeitos. Neste ano, a nossa importante área de Ouvidoria completa 12 anos de atuação, exercendo o papel de acolher opiniões, críticas e sugestões, que são tratadas com absoluta agilidade, senso de justiça, equidade, confidencialidade Trata-se de desafio diário e permanente, que implica melhorar a qualidade dos serviços prestados, ma nter elevado padrão de atendimento e gerar valor para os variados públicos.

Crédito da foto: Léo Pinheiro

Moody´s ratifica grau máximo do rating à Chubb do Brasil

chubbRelease

Pelo oitavo ano consecutivo, a agência de classificação de risco Moody’s Investors manteve o rating da Chubb do Brasil em Aaa.br na escala local, o mais alto grau de investimento. De acordo com a agência, a classificação reflete a diversificação favorável de produtos da empresa, a sólida capitalização e sua eficiência de distribuição através de múltiplos canais.

A avaliação também destaca o fato da capacidade operacional da companhia ser sustentada por uma infraestrutura local bem estabelecida e pela troca de experiência e conhecimentos com sua matriz e filiais nas principais áreas operacionais – como a subscrição, finanças, atuarial e sinistros.

Argo encerra 2014 com faturamento de R$ 158 milhões

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A Argo Seguros Brasil, subsidiária do Argo Group Internacional Holdings, divulgou R$ 158 milhões em prêmios emitidos em 2014. Para 2015, a expectativa da seguradora é crescer 25%, apostando em sua estratégia segmentada de foco nos clientes e parceiros de distribuição, oferecendo uma ampla gama de produtos e serviços diferenciados e apresentando novidades em sua plataforma digital Protector.

“O ano de 2015 promete ser um ano muito desafiador para os negócios em função do ambiente econômico desfavorável no Brasil. Entretanto, apesar de cautelosos, estamos otimistas quanto aos nossos resultados neste ano. Fechamos 2014 muito próximos da nossa meta de crescimento, com melhorias significativas nos índices de sinistralidade e despesas operacionais, e consolidando a nossa atuação junto a clientes, corretores e demais parceiros. Além disso, fortalecemos a nossa estrutura operacional, preparando a companhia para um novo ciclo de crescimento sustentável, melhorando a eficiência e o ambiente de governança. Assim, mesmo com um cenário com características recessivas, estamos confiantes de que conseguiremos atingir um crescimento de 25% neste ano”, explica Pedro Purm, CEO da Argo Seguros Brasil.

Com R$ 59,8 milhões de prêmios emitidos, a carteira de Seguros de Transportes é a principal da companhia. Ela representou 38% do total de prêmios emitidos em 2014, posicionando a Argo entre as 12 maiores seguradoras nas linhas em que atua, com 2,1% de marketshare. Os Seguros de Responsabilidades representaram 18,5%, com R$29,3 milhões, seguidos por Patrimoniais com R$20,6 milhões e 13,0% e Riscos Financeiros, com R$17,7 milhões e 11,2% do total de prêmios emitidos. Em termos de número de segurados, os seguros de Responsabilidade Civil Profissional representam o maior volume, com mais de 10 mil apólices emitidas em 2014.

Com atuação global, o Argo Group International Holdings apresentou um volume de prêmios emitidos de R$1,91 bilhões em 2014, alcançando lucro líquido de R$183,2milhões, com um índice combinado de 96,2%. O total de ativos atingiu R$6,36bilhões e o patrimônio líquido R$1,65 bilhões.

RSA pode vender operações na América Latina; Brasil tem perda de R$ 25,6 milhões em 2014

Sites especializados citam que o grupo britânico RSA pretende vender ou “’seeking to offload’ as operações na América Latina, que incluem unidades na Argentina, Chile, Brasil, México, Colômbia e Uruguai, estimados em US$ 750 milhões. A RSA tem se retirado de mercados secundários para ajudar a fortalecer seu balanço e mudar o foco de sua estratégia depois que um escândalo contábil em sua unidade irlandesa alimentou uma série de alertas de lucro.

No Brasil há mais de 60 anos, a seguradora emitiu prêmios de R$ 553 milhões em 2014 e registrou prejuízo de R$ 25,6 milhões, segundo dados da Susep. A perda operacional foi de R$ 41,8 milhões, compensada por resultado financeiro positivo de R$ 24,8 milhões. O grupo atua com foco em quatro pilares estratégicos: Transportes, Automóvel Frotas, Seguros para Pequenas e Médias Empresas e Afinidades. Possui mais de 300 funcionários distribuídos em escritórios nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Campinas, Ribeirão Preto, Salvador, Goiânia e Fortaleza.

Tokio Marine amplia atuação comercial para atingir os objetivos do Plano Avançar

Tokio Marine diretor comlRelease

A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos de seguros do mundo, iniciou o ano de 2015 a todo vapor. Depois de atingir a expressiva produção de R$ 3,26 bilhões no ano passado, o que representou um crescimento de 22,9%, a Companhia reforça sua atuação na área comercial para alcançar os objetivos do Plano Avançar de maneira sustentável. As ações envolvem reforço das equipes, aberturas de novas sucursais e fortalecimento do relacionamento com os Parceiros de Negócios nos quatro canais de distribuição: Varejo, Corporate, Afinidades e Contas Japonesas.

“Sem dúvida, 2014 foi um ano extraordinário, no qual superamos todas as metas e, ainda mais importante, mantivemos a satisfação dos nossos Colaboradores, Corretores, Assessorias e Clientes. Agora estamos focados na estratégia do Plano Avançar, que prevê chegarmos a uma produção de R$ 5 bilhões até 2017. Sabemos que nosso objetivo é bastante arrojado, mas as expectativas são bem realistas. Prova disso é que no primeiro mês deste ano nossa produção cresceu 19% em relação a janeiro do ano passado”, afirma o Diretor Executivo Comercial da Seguradora, Valmir Rodrigues.

No Canal Varejo, a Tokio Marine está ampliando sua atuação com a abertura de novas Sucursais, escritórios e operação home office em várias regiões do País. A ideia é ficar cada vez mais próxima dos Corretores e oferecer soluções adequadas às demandas locais. A Companhia também está investindo no reforço das equipes. Na Superintendência de Vida, por exemplo, já foram contratados 13 novos gerentes comerciais para fortalecer o time que tem como objetivo dobrar a participação da Companhia neste mercado em três anos.

No Canal Corporate, a reestruturação das áreas técnicas, com a contratação de especialistas, e a renovação dos contratos de resseguros de forma abrangente e muito mais competitiva são grandes diferenciais para que a Seguradora também dobre sua presença no segmento de Grandes Riscos. Já em Afinidades, o reforço passa pelas nomeações de duas profissionais de grande experiência para a diretoria e a superintendência da área, entre outras iniciativas, o que tem gerado o fechamento de novos contratos e perspectivas promissoras para 2015. O Canal Contas Japonesas também foi reestruturado para atender os Corretores de forma ainda mais assertiva.

Segundo o Diretor Executivo Comercial, todas as metas foram estabelecidas com base em análises criteriosas de tendências e potencial de mercado. “Além disso, é muito importante destacar que a Companhia está preparada para sustentar este crescimento. Temos investido muito em tecnologia, especialmente em aperfeiçoamento de processos internos, produtos e serviços, para facilitar o dia a dia e fidelizar nossos Corretores e Clientes. As áreas comercial, técnica e administrativa formam um time unido em torno do mesmo objetivo”, salienta Valmir Rodrigues.

O executivo destaca ainda o esforço da Tokio Marine em atingir a satisfação de seus Parceiros de Negócios e segurados. “Acompanhamos diariamente uma série de indicadores relacionados à qualidade da prestação de nossos serviços. Temos o compromisso de fornecer cada vez mais soluções de excelência em seguros. Em 2014, atingimos a expressiva marca de 19 mil Corretores, com 2.400 novos cadastros. Isso demonstra que nosso trabalho e os programas de relacionamento/remuneração estão bem equilibrados e competitivos. Vamos fortalecer ainda mais esse vínculo. Afinal, eles são nosso único canal de distribuição, fundamentais para o crescimento da Tokio Marine no Brasil”, finaliza o diretor.

Liberty Surety Culture marca a entrada da Liberty Mutual Surety no Brasil

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A Liberty Mutual Surety (LMS), divisão de risco Garantia do Grupo Liberty Mutual, acaba de iniciar suas operações no Brasil. Para marcar o lançamento, a companhia criou o Liberty Surety Culture, um evento que acontecerá semestralmente para discutir temas relevantes da América Latina e atualizar o mercado sobre as ações do Grupo Liberty na região.

A primeira edição aconteceu no início deste mês, em São Paulo, e reuniu mais de 80 participantes, entre importantes nomes do direito, profissionais do mercado de seguros e corretores, que debateram temas relacionados ao Seguro Garantia Judicial.

No primeiro painel, o Prof. Dr. Cândido Dinamarco, Desembargador aposentado do Tribunal do Estado de São Paulo; o Dr. Humberto Gouveia, ex-procurador da Fazenda Nacional; e Dinir Rocha, advogado, abordaram os principais pontos da reforma do Código de Processo Civil, que altera a lei de execução fiscal, permitindo o uso do Seguro Garantia Judicial como forma de garantia para execuções fiscais. Tal alteração traz benefícios ao contribuinte, com taxas menores comparadas às de fiança bancária e a não redução de linha de crédito bancário.

O segundo painel, formado por Wellington Santos, superintendente da Liberty Mutual Surety; Nicholas Kim, Home Office Liberty Mutual US; e o Prof. Dr. Eduardo Pugliese, ex-juiz do Tribunal de Impostos e Taxas de São Paulo, discutiu tendências, subscrição e lições aprendidas sobre o segmento de Seguro Garantia Judicial, que por conta das alterações do Código de Processo Civil passa a ter uma maior importância no mercado.

Para Marcio Oliveira, diretor da Liberty Mutual Surety no Brasil, o Liberty Surety Culture é uma oportunidade da companhia estar mais próxima de seus parceiros, trazendo um conteúdo relevante e de grande importância para o mercado. “Nosso papel também é contribuir para o crescimento e o amadurecimento do segmento e discutir essa temática nos ajuda a identificar oportunidades e criar soluções que atendam às necessidades do nosso público”, comenta o executivo.

Ouvidor tem de se reportar ao acionista e não ao presidente executivo

cnseg ouvidoria 2015 marcioA ouvidoria consegue ajudar a desenhar o processo estratégico de uma empresa? E como ela devolve para a companhia a sua atuação ao ter uma visão clara das queixas dos consumidores? Assim, Ricardo Mosihita Wada, diretor de pesquisa e projetos do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP) e mediador do painel “O papel estratégico dos Ouvidores do Setor de Seguros, Previdência Privada, Saúde Suplementar e Capitalização” desafiou os Marcio Coriolano, presidente da Fenasaúde, e Nilton Molina, vice-presidente da CNseg e presidente do conselho de administração da Mongeral Aegon a iniciarem suas apresentações.

Todos concordam que o consumidor espera sensibilidade das empresas na solução de conflitos. A tolerância da população diminuiu muito por várias razões e nos vimos isso nos recentes manifestos sociais exigindo do governo uma atuação mais forte contra a corrupção. “Ao soltar a voz, o consumidor quer ajudar a construir uma empresa melhor e ele exige que sua participação seja respeitada”, frisou Wada, que também é professor de Direito do Consumidor.

Segundo os participantes, o ouvidor precisa participar dos processos internos da empresa, pois ele tem um base de informações valiosa. “Na Bradesco somos todos consumidores e por isso somos todos ouvidores. Não adianta empodeirar o ouvidor colocando-o no conselho de administração se ele não tiver acesso a mudanças dos processos dentro da companhia”, defendeu Coriolano.

O presidente da FenaSaúde citou alguns números para contextualizar a importância do setor de saúde para o mercado segurador. São 72 milhões de consumidores de planos de saúde, considerando os 21 milhões exclusivamente odontológicos, que se relacionam com entidades diversas. Tem entidades de todos os tipos, como cooperativas, seguradoras, autogestão e filantropia. Foram pagos R$ 120 bilhões para a sociedade nos primeiros noves meses de 2014 (os dados finais ainda não foram divulgados pela ANS). Foram mais de 1 bilhão de procedimentos, nos quais o consumidor estabelece um relacionamento com as empresas de medicina suplementar”, disse.

Segundo ele, o consumidor está empoderado pelo Código de Defesa do Consumidor, pelo resgate da cidadania a partir da segunda metade da década de 90, pelo acesso à informação com o avanço das redes sociais e também pela criação das ouvidorias. “Isso faz dele um grande alavancador de mudanças de processos internos, que podem ser aprimorados para melhorar cada dia mais o relacionamento de toda essa gigantesca cadeia que é o sistema de saúde suplementar”, disse.

Molina lembrou o slogan da rede varejista Sears: Satisfação garantida ou seu dinheiro de volta. Só que em seguros isso tem de ser entendido de uma forma diferente, pois o seguro surge, muitas vezes, numa hora difícil, seja por um acidente com o carro ou a morte de um ente querido, por exemplo. “O consumidor, quando vai usar, é que percebe o que comprou. O que aumenta a responsabilidade do ouvidor, ainda mais em um setor que tem um linguajar ainda complexo”, diz.

Para Molina a responsabilidade do ouvidor vai além de respeitar normas e leis, que vieram para disciplinar as relações de consumo. “O bom atendimento ao cliente tem de vir do coração da companhia. Da alma”, afirma Nilton Molina. Só assim para a ouvidoria não ser um centro do custo para a companhia, que tem um executivo visto como um chato, ou uma chata. Esse jogo tem de virar”, ressalta.

Os participantes concordam que o ouvidor tem de ser proativo em uma organização, e não ficar de guarda para amansar a reclamação do cliente. Essa posição não produz riqueza ou valor para ninguém, afirmaram. Se for proativo, vai devolver para a gestão da companhia o investimento em seu trabalho. “A direção deve usar as informações do ouvidor para reduzir custos a agilizar a conquista de um atendimento por excelência. Por isso, o ouvidor não pode responder aos executivos da companhia. E sim aos acionistas”, defende Molina.