A Aon divulgou faturamento de US$ 12 bilhões em 2014, com crescimento orgânico de 3%. O lucro liquido avancou 26%, para US$ 1,4 bilhão. A área de Risk Solution respondeu por US$ 7,8 bilhões do faturamento e a HR Solutions com US$ 4,2 bilhões, segundo balanço divulgado nesta sexta-feira.
Bendine, do BB, na Petrobras, informa Reuters
O atual presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, será o novo presidente-executivo da Petrobras, após o pedido de demissão de Maria das Graças Foster, disseram à Reuters três fontes do governo a par do assunto nesta sexta-feira.
O Conselho de Administração da Petrobras se reúne nesta sexta para eleger um nome indicado pela Presidência da República para ocupar a cadeira de presidente-executivo da petroleira, que está no centro de um escândalo bilionário de corrupção.
Segundo a Folha, a indicação de Bendine também agradou o “mercado”; as ações da Petrobras desabaram mais de 6% após a indicação de Bendine, que é funcionário de carreira do BB. Ivan Monteiro, atual vice-presidente de Finanças do Banco do Brasil, será o novo diretor financeiro da Petrobras, apurou a Folha. O cargo é chave para enfrentar a atual crise pela qual a petroleira passa.
Até nome de Leonardo Paixão surge para presidir Petrobras
O nome de Leonardo Paixão surgiu na noite de ontem como um dos doze cotados para a presidência da Petrobras. O executivo prepara o IRB Brasil RE para um possível IPO quando as condições do mercado financeiro mundial forem mais apropriadas desde abril de 2010. Desde junho de 2009, no entanto, ocupava a presidência do Conselho do IRB.
Depois de deter o monopólio de resseguros por quase 70 anos, há seis anos o ressegurador local enfrenta os desafios da abertura do mercado, com a entrada de mais de uma centena de concorrentes, que chegaram com uma despesa administrativa infinitamente inferior a praticada pelo IRB. Diferente de estatais internacionais que foram a falência com a abertura do mercado, o IRB conseguiu reverter os desafios em oportunidades. Chegou a ter a sua participação de mercado reduzida para 23%, mas com uma ajuda do governo nas mudanças das regras de abertura, reconquistou market share, atualmente em torno de 35%, e conseguiu concluir o processo de privatização em 2013, com a venda das ações do Tesouro para o Banco do Brasil.
Neste ano, o foco é reforçar a estratégia de internacionalização, conquistando clientes em outras partes do mundo. Uma mudança e tanto diante das previsões de que o então gigante monopolista iria à falência diante da chegada de gigantes mundiais.
A preferência do governo, no entanto, para recuperar a credibilidade da estatal, sem desagradar o PT, recai sobre Luciano Coutinho, que integra o conselho de administração da Petrobrás. Também figuram na lista Murilo Ferreira, presidente da Vale, Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco do Brasil, e Paulo Leme, presidente do Goldman Sachs. De acordo com notícias veiculadas no jornal O Globo,, pessoas próximas ao ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles garantem que ele não cogita a hipótese de se tornar presidente da Petrobras, caso venha a ser convidado pela presidente Dilma Rousseff. Em Londres desde o início desta semana para participar de reuniões do conselho da seguradora britânica Lloyd’s, da qual faz parte, o ex-ministro disse a amigos não estar disposto a abrir mão de compromissos assumidos anteriormente com seus atuais empregadores.
Formado em direito pela Universidade de São Paulo (USP), com doutorado em Direito do Estado pela mesma universidade, Leonardo Paixão atuou como professor de cursos de pós-graduação desde 2004, foi presidente do CONAD, é servidor público federal concursado e possui experiência no setor de seguridade, tendo exercido, entre outras funções, o cargo de Secretário de Previdência Complementar entre 2006 e 2008, época em que foi Conselheiro do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP).
Valor: Economia fraca pode afetar receita de seguradoras
Fonte: Thais Fôlego – Valor Econômico
As seguradoras devem apresentar bons resultados no quarto trimestre de 2014, período sazonalmente forte. Mas a atenção dos analistas ao balanço final do ano passado estará mais voltada para a expectativa das companhias quanto ao impacto da desaceleração econômica sobre a receita das seguradoras neste ano – tema que deve dominar as teleconferências.
A estimativa do mercado é que a economia fraca afete mais os resultados futuros de BB Seguridade, pois deve impactar segmentos importantes para a companhia, como os de seguro de vida, previdência, rural e prestamista. Porto Seguro e SulAmérica têm uma dinâmica mais ligada aos ramos em que são focados: seguro de automóvel e saúde, respectivamente.
“O quarto trimestre é tipicamente o mais forte do ano. Não esperamos nada diferente desta vez, mas acreditamos que pode haver indicações crescentes do impacto do cenário macroeconômico mais fraco, especialmente na parte superior. Isso poderia se materializar em crescimento de volume de prêmios mais fraco em automóvel e contribuições de previdência e aumento de indenizações em saúde – em decorrência do aumento do desemprego”, avalia a equipe de análise do Goldman Sachs, em relatório.
Para BB Seguridade, a média das estimativas de cinco analistas consultados pelo Valor aponta lucro líquido de R$ 909 milhões no quarto trimestre, equivalente a um avanço de 29% sobre igual período do ano anterior. Os analistas esperam que o resultado da holding de seguros do Banco do Brasil comece a mostrar alguma acomodação por conta do “efeito base” – no quarto trimestre de 2013, que foi bastante forte, o avanço do prêmio foi de 50% em relação ao mesmo período de 2012.
Quanto aos prêmios emitidos no trimestre, a equipe de análise do Bradesco BBI espera que os destaques positivos sejam a receita de seguro prestamista na operação de vida e rural (BB Mapfre SH1) e o aumento das contribuições de previdência à Brasilprev. Essas duas operações, que contribuem com quase 80% do resultado, são o foco da companhia e, por isso, serão as que continuarão a ter um “guidance” numérico.
Para a Porto Seguro, a média das estimativas de seis analistas consultados é de lucro líquido de R$ 279 milhões, o que representaria um avanço de 20% em relação ao mesmo período de 2013. Os analistas esperam que a companhia mostre uma aceleração do volume de prêmios de seguros de automóvel, principalmente da marca Azul, de custo mais baixo. Tal expectativa e um menor volume de indenizações nessa carteira devem garantir o crescimento da última linha do balanço.
Já para SulAmérica, os analistas esperam recuo do lucro, pois a alta inflação dos custos médicos deve ofuscar a receita sazonal mais alta do trimestre. A média de projeção de seis analistas consultados é de lucro líquido de R$ 266 milhões, equivalente a uma queda de 7%. A equipe do UBS observa que, apesar de mais um forte ano de reajuste de preços do seguro saúde, espera-se uma desaceleração do crescimento do volume de prêmios dessa carteira para 11,5% em 12 meses.
Em eventos do setor e encontros com a imprensa, executivos do setor têm minimizado o impacto da desaceleração do PIB. Eles afirmam que o setor ainda tem pouco alcance na população e representatividade na economia – quando comparado ao desempenho em outros países – e, por isso, ainda deve apresentar crescimento consistente este ano. A Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg) estima aumento das receitas em torno de 12% em 2015.
Munich Re lucra € 3,2 bi em 2014 e prevê redução para este ano
A Munich Re, maior resseguradora do mundo, disse ser improvável que alcance lucro líquido de € 3 bilhões (US$ 3,4 bilhões) em 2015, diante das baixas taxas de juros e diminuição dos preços de resseguro. “Estou confiante de que teremos uma rentabilidade global muito resistente, mas não seria realista esperar um número de 3 bilhões neste atual cenário mundial”, disse o CFO, Joerg Schneider, em teleconferência com analistas.
O grupo divulgou lucro líquido de € 3,2 bilhões em 2014, 3% abaixo dos € 3,3 bilhões de 2013. Schneider informou que a empresa tem mais capital disponível do que precisa e pretende continuar a devolvê-lo aos acionistas. O executivo informou também que o grupo não tem intenção de participar de forma “agressiva” na consolidação da indústria, referindo-se as diversas fusões anunciadas por seus concorrentes, como XL com Catlin e Axis com Partner Re.
A resseguradora divulgou lucro operacional de € 2,9 bilhões (U$ 3,27 bilhões) em 2014, 3,6% acima de 2013. Os prêmios brutos de resseguro recuaram 3,6%, para € 26,8 bilhões em 2014, justificado pelo cenário adverso de crescimento em vários países onde atua.
Campus Party tem campuseiros salvos com noite em Quarto Vip e kits de sobrevivência
Após quatro horas de mistério e tentativas de diversos campuseiros, José Ricardo Costa, de 20 anos, ganhou a noite no ‘Quarto Vip’ do BB Seguros, marca do grupo segurador Banco do Brasil e Mapfre. O sortudo do segundo dia da Campus Party Brasil pode deixar o camping e aproveitar o local, que conta com cama, ar-condicionado e muita tecnologia.
Após seis dicas fornecidas pelo Twitter do BB Seguros, o vencedor desvendou o enigma dessa quarta-feira, 4, e descobriu o ator que se passava por um jornalista que circulava pelo evento. Esse mesmo profissional também desafiou o jovem a resolver uma equação matemática. O ganhador resolveu o problema em poucos minutos e foi premiado com uma câmera Lomography. “Estou bem animado. Completo 21 anos no domingo. Foi o meu presente de aniversário”, afirma José Ricardo Costa.
Além de oferecer o Quarto Vip, o BB Seguros está salvando os campuseiros das mais diversas situações. Basta tuitar com a hashtag #BBSegurosSalva, interagir com a marca e fazer um pedido que a companhia poderá ajudar com colchonetes, kits de higiene, lanches e equipamentos (teclado, mouse etc.).
Mais de 60 campuseiros foram salvos nesses dois primeiros dias de evento.
Alexandre Camillo expõe as novas frentes de trabalho do Sincor-SP
Por Márcia Alves
O Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) recebeu o presidente e a diretoria Executiva do Sincor-SP, dia 3 de fevereiro, em almoço exclusivo para associados, no Terraço Itália. “Ano Novo, política nova e nada mais oportuno do que ouvir o presidente do nosso sindicato”, disse o mentor do CCS-SP, Adevaldo Calegari. O presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, concordou sobre as muitas mudanças em curso, também em nível mundial, reconhecendo que a expectativa de crise econômica deverá movimentar o setor de seguros.
Para ele, a indústria de seguros será uma das poucas fontes de recursos e riquezas, despertando o interesse de profissionais e empresas que não fazem parte do mercado. “Ao verem seus negócios quebrar, muitos poderão se interessar pela carreira de corretor de seguros. Entre as seguradoras estrangeiras, algumas poderão ver no mercado uma maneira de expandir seus negócios para outras localidades, trazendo novas propostas, produtos e hábitos”, disse.
Nesse cenário de mudanças, Camillo reforçou a necessidade de defesa dos interesses da categoria. “É importante iniciar o ano com esse sentimento, porque, mais do que nunca, a nossa representatividade se fará necessária”, disse. Mas, explicou que nenhuma iniciativa poderá ser empreendida do dia para a noite, embora este seja o desejo de parte da categoria. “Antes, é preciso conhecer e entender os processos a fundo”, disse. Em sua avaliação, as ações devem ser pautadas em valores, como conhecimento, respeito, serenidade e assertividade.
Trabalho técnico
No propósito de orientar os corretores sobre as mudanças regulatórias, o Sincor-SP encarregou seu departamento técnico, coordenado por Alexandre Del Fiori, de interpretar a Circular Susep 510, emitida em 22 de janeiro. O trabalho, realizado com a participação do Ouvidor da entidade, Octávio Milliet, foi publicado 48 horas depois da circular. Um dos destaques da circular é a obrigatoriedade de menção em sites de corretores na internet do termo “corretor ou corretora de seguros”, tanto na página principal como nas internas, já que muitos utilizam apenas a palavra “seguros” para identificar a área de atuação. Segundo Camillo, a multa para desobediência à nova regra será pesada.
Outra iniciativa da entidade foi publicar em seu site a cartilha sobre o SuperSimples. Camillo aproveitou o assunto para esclarecer que as corretoras de seguros pessoa jurídica optantes pelo Simples Nacional não estão obrigados a pagar a contribuição sindical, mas devem quitar a contribuição associativa. Já os não optantes pelo Simples Nacional devem recolher ambas as contribuições, sob pena de serem considerados inadimplentes em caso de eventual recadastramento da Susep. “Se o corretor quiser uma entidade representativa, forte, atuante e independente, deve pagar”, disse, reforçando que corretores pessoa física devem quitar as contribuições.
Parceria
O presidente do Sincor-SP convidou os associados do CCS-SP a participarem do evento de lançamento da parceria da entidade com a Caixa Seguros, dia 26 de fevereiro no Expo Barra Funda. Segundo ele, diferentemente de outra seguradora a ligada a banco, que por anos foi combatida por vender seguro sem a participação da categoria, a Caixa Seguros preferiu ter o corretor como seu canal de distribuição do produto Saúde. “Vejam a importância disso: a seguradora estatal se rendeu à nossa força de venda”, disse.
Para o dirigente, o Sincor-SP está cumprindo o seu papel de ajudar os corretores a diversificarem suas carteiras e aumentarem sua rentabilidade, já que, por suas contas, o saúde é bem lucrativo. “Para ganhar a comissão de um plano de saúde de 20 vidas, o corretor teria de vender 20 seguros de automóvel por mês”, calculou. Em seguida, informou que na mesma data do evento haverá reunião de alinhamento com 350 corretores da diretoria do Sincor-SP. “Discutiremos onde estamos e aonde queremos chegar”, disse.
Fim do multicálculo
Uma das novidades anunciadas por Camillo foi o fim do multicálculo e sua substituição por uma ferramenta de gestão, na linha do CRM (Customer Relationship Management), famosa ferramenta de gestão de cliente. “Renegociamos a situação que tínhamos, no âmbito jurídico e financeiro, e repaginamos a proposta para a rentabilidade do negócio”, disse, acrescentando que o assunto ainda será debatido pela diretoria na reunião do dia 26.
Camillo encerrou sua apresentação com dois comunicados. Um, sobre a data de comemoração do Dia da Mulher, que será em 11 de março. Outro, sobre a reabertura, no dia 7 de fevereiro, da Barraca de Santos, no litoral paulista, entre o canais e 4 e 5, exclusivamente para corretores associados e seus convidados.
Homenagem
Em continuidade à programação de homenagens aos seus ex-mentores, o CCS-SP recebeu Milton D’Amelio (mentor na gestão 1990/1992). Camillo leu os dizeres da placa em homenagem a D’Amelio e Calegari a entregou. Outra tradicional homenagem foi feita aos aniversariantes do mês, que, desta feita, em vez de uma bebida, ganharam um jogo de xadrez personalizado.
Sobre a campanha “FAZER O BEM… Transforma”, idealizada pela associada Cristina Favieri, que troca lacres de alumínio por cadeiras de rodas, Calegari comunicou a colaboração de uma escola da Zona Sul e de seus alunos. O mentor foi o intermediário da entrega de 92 garrafas pets de dois litros repletas de lacres, que somadas às garrafas trazidas pelos associados durante o almoço, poderão atingir a quantidade necessária para trocar por uma cadeira, calculada em cerca de 140 garrafas.
Depois da prestação de contas, realizada pelo diretor tesoureiro Paulo Bosisio, Calegari aproveitou a oportunidade para informar o plano de colocar em prática neste ano a deliberação da diretoria de trazer temas novos aos almoços mensais. Segundo ele, a ideia é debater novas propostas e produtos com seguradores e prestadores de serviços. Encerrando o evento, Calegari e Camillo desejaram um bom ano a todos os corretores.
Aumentam os ataques cibernéticos a sites brasileiros, alerta Abranet
A Associação Brasileira de Internet (Abranet), que representa as empresas de internet no Brasil, vem registrando um aumento no número de associados que sofreram ataques cibernéticos DDoS (Distributed Denial of Service, sigla em inglês para Ataques Distribuídos de Negação de Serviços) do exterior. Esse tipo de ataque costuma derrubar sites de comércio, de notícias e data centers, causando prejuízos aos usuários e empresas. “Nossos associados investem muito em segurança, de forma que o usuário pouco percebe o problema, mas é um fator preocupante”, atesta Eduardo Parajo, presidente do Conselho Consultivo da Abranet.
Os ataques DDoS tornaram-se um fenômeno mundial. O 10º Relatório Global de Segurança de Infraestrutura (WISR – World Infrastructure Security Report), apresentado recentemente pela Arbor Networks, mostra que aproximadamente 50% dos 287 provedores de serviço, hospedagem, serviços móveis e corporativos e outros tipos de operadores de redes pesquisados enfrentaram ataques DDoS no período de novembro de 2013 a outubro de 2014. Quase 40% deles tiveram comprometimento na conexão à internet. No relatório anterior, mais de um quarto dos entrevistados registrou 21 ataques por mês. Nesse último relatório, esta porcentagem chegou a 38%.
O DDoS é uma técnica de ataque de múltiplas fontes com um destino específico. IPs de vários locais do mundo são direcionados para acessar um site ou data center ao mesmo tempo, esgotando maliciosamente a capacidade de resposta por sites que estão sendo atacados. “O DDoS espalha diversos boots em várias máquinas pelo mundo e começa a atacar. Como técnica para mascarar o endereço de origem, usam vários IPs que não são possíveis de ser localizados, conseguindo, assim, despistar sua origem”, explica o executivo.
Os ataques DDoS ocorrem diariamente, várias vezes, conforme mostra o mapa http://www.digitalattackmap.com/. Um exemplo de prejuízo causado pelos DDoS está nos data centers. Mais de um terço dos provedores de data center ouvidos pela pesquisa passou por ataques DDoS, sendo que 44% deles enfrentaram perdas de receita.
De acordo com o relatório da Arbor Networks, “os ataques DDoS agora são uma ameaça séria à continuidade do negócio e às operações das organizações. Atualmente, os ataques DDoS integram campanhas complexas de ameaças avançadas, geralmente duradouras”.
Corretor de seguros poderá ampliar vendas com ação inovadora do Sincor-SP
Em linha com a diretriz de facilitar os negócios da categoria no Estado de São Paulo, o Sincor-SP conta agora com o projeto Corretor de Seguros Empreendedor – Módulo Benefícios. Para lançar a novidade, um seguro saúde em parceria com a Caixa Seguradora, o Sindicato realizará apresentação para cerca de 2,5 mil corretores, no Expo Barra Funda, em São Paulo, no dia 26 de fevereiro, seguida de show da dupla Fernando e Sorocaba.
Segundo o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, o programa Corretor de Seguros Empreendedor foi criado para promover parcerias com foco na ampliação dos resultados da maior força de vendas do mercado de seguros no País. “Reforçando a defesa dos interesses de nossa classe profissional e consolidando a representação político-institucional do Sincor-SP em todos os níveis, bem como destacando a gestão eficiente do Sindicato, o movimento é pioneiro e se projeta como uma chancela da entidade para novos e lucrativos negócios”, comenta.
Camillo lembra que se trata do reconhecimento da capacidade técnica e da capilaridade na distribuição, de modo que o acordo com a Caixa Saúde está alinhado com tais atributos. “É a estreia da Caixa com produto desenhado para o canal corretor e, pelo caráter inovador do movimento, estamos muito satisfeitos e otimistas. O programa Corretor de Seguros Empreendedor está aberto a toda e qualquer iniciativa nesse sentido, ou seja, que valorizem e tragam mais oportunidades ao corretor de seguros”.
No evento do Expo Barra Funda, que contará com grande participação de corretores de seguros, as vagas são limitadas e o Sincor-SP vai detalhar as características e diferenciais do produto, por meio da distribuição de folder explicativo, além de entregar cartilha com explicações mais aprofundadas sobre o programa Corretor de Seguros Empreendedor.
Lançamento do Programa Corretor de Seguros Empreendedor do Sincor-SP
Local: Expo Barra Funda
Endereço: Rua Tagipuru, s/nº – Barra Funda – São Paulo/SP
Data e horário: 26/02, a partir das 19h
Anfavea apresenta resultados do primeiro mês de 2015
A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea, divulgou na quinta-feira, 5, os resultados da indústria automobilística no primeiro mês do ano. Foram licenciados 253,8 mil autoveículos em janeiro, queda de 18,8% com relação ao mesmo mês de 2014, quando 312,6 mil unidades foram negociadas. Já no comparativo com as 370 mil unidades de dezembro do ano passado a retração foi de 31,4%.
Na visão do presidente da Anfavea, Luiz Moan Yabiku Junior, o desempenho foi impactado por alguns fatores: “A baixa confiança dos consumidores, o processo de operacionalização das taxas do Finame/PSI e uma expectativa pelo impacto das medidas de ajuste anunciadas no começo do ano influenciaram os resultados. Estes fatores confirmam o cenário extremamente difícil para este primeiro trimestre”.
A produção em janeiro de 2015 apresentou retração de 13,7% em relação ao mesmo mês do ano passado: 204,8 mil e 237,3 mil unidades, respectivamente. Quando se compara com dezembro de 2014, quando 204 mil veículos deixaram as linhas de montagem, o resultado aponta estabilidade.
As exportações neste primeiro mês de 2015 ficaram 27,9% abaixo do registrado em janeiro de 2014 – foram 16,3 mil contra 22,6 mil – e 30,4% menor ante o resultado de dezembro, quando deixaram o País 23,4 mil produtos.
Caminhões e ônibus
Ao analisar o resultado do licenciamento de caminhões, janeiro terminou com contração de 28,8%, com 7,7 mil produtos no mês contra 10,8 mil de igual período do ano passado. Na comparação com dezembro as vendas registraram declínio de 44%, quando comparadas as 13,7 mil unidades comercializadas naquele mês.
Os 8,4 mil caminhões produzidos no início de 2015 ficaram 38,7% abaixo dos 13,8 mil fabricados em janeiro do ano passado e acima em 128,1% ao comparar com os 3,7 mil de dezembro.
As exportações do segmento encerraram o mês com alta de 2,2%, ao se comparar os 1,2 mil caminhões de janeiro deste ano com os 1,1 mil de janeiro de 2014, e apresentou ainda acréscimo de 38,2% ante as 846 unidades que deixaram o Brasil no último mês do ano passado.
O segmento de ônibus registrou crescimento de 8,1% no licenciamento em janeiro: 1,9 mil unidades em 2015 e 1,7 mil em 2014. Na análise contra dezembro, quando 2,3 mil ônibus foram vendidos, o declínio foi de 19%.
Os fabricantes de chassi de ônibus produziram 2,5 mil unidades em janeiro deste ano contra as 604 de dezembro de 2014, um aumento de 311,1%. No comparativo com janeiro de 2014, quando o setor produziu 2,4 mil unidades, o resultado foi maior em 2,1%.
As exportações de ônibus em janeiro ficaram 11,8% abaixo do registrado no mesmo mês de 2014 – foram 285 unidades neste ano e 323 no ano passado. No comparativo com dezembro, com 474 unidades, as exportações retraíram 39,9%.
Máquinas autopropulsadas
No segmento de máquinas agrícolas e rodoviárias as 3,2 mil unidades comercializadas em janeiro ficaram 21,6% abaixo do que as 4,1 mil de dezembro. O resultado do segmento na análise com janeiro de 2014 apresentou redução de 13,9%: foram 3,8 mil produtos no mesmo mês do ano anterior.
Já na produção o segmento apresentou acréscimo de 22,9% em janeiro deste ano no balanço com os dados de dezembro – na ordem, foram 4,6 mil e 3,7 mil unidades em cada mês. Porém, se analisado o desempenho de janeiro de 2015 contra janeiro do ano passado, com 5,2 mil unidades, a produção caiu em 11,3%.
O segmento agrícola e de construção exportou 483 máquinas em janeiro deste ano, o que significa recuo de 13,3% ante janeiro do ano passado com 557 unidades e de 39,7% frente a dezembro com 801 unidades.
Água, energia e resíduos
A Anfavea apresentou também dados que mostram o esforço permanente da indústria automobilística na melhoria de eficiência em seus processos produtivos. As informações mostram que ao longo dos anos houve redução de 42% de resíduos sólidos, 37% de energia elétrica e 29% de consumo de água por veículo produzido.
Para Luiz Moan Yabiku Junior, “a indústria automobilística promove ações sustentáveis não apenas nos momentos de crise, mas de forma constante. O esforço brutal realizado pelas empresas já trouxe resultados expressivos e isto só foi possível com práticas como captação e utilização de água da chuva, substituição de lâmpadas incandescentes por led ou luz natural, geração própria de energia e gestão eficaz de resíduos sólidos, dentre várias outras”.











