Indenização a vítimas do A320 será processo longo e complexo

Fonte: AFP

As seguradoras da Germanwings reservaram 300 milhões de dólares (279 milhões de euros) para indenizar as famílias das vítimas do Airbus A320, que caiu nos Alpes franceses. Assim, será iniciado o processo de indenização.

Qual é a cobertura dos seguros em caso de acidente aéreo?

A indenização às famílias das vítimas é de responsabilidade das companhias aéreas, em virtude da Convenção de Montreal de 1999, que determina um princípio de responsabilidade civil ilimitada em caso de danos corporais. A convenção prevê também o pagamento de um adiantamento aos familiares para cobrir despesas imediatas. Para atender a esses desembolsos, a companhia contrata um seguro.

No caso do A320, que deixou 150 mortos em 24 de março, as indenizações estão cobertas por um consórcio de cerca de trinta seguradoras, conduzido pelo grupo alemão Allianz.

A Convenção de Montreal limita a indenização a aproximadamente 145.000 euros por passageiro, mas é pouco provável que a companhia Germanwings, filial da Lufthansa, avaliam os profissionais do setor.

Além disso, entram em jogo outros seguros, como o de cartões de crédito usados para comprar as passagens, os de acidente, com montante de um milhão de euros, e os seguros especiais de viagem, cujo valor varia em função do contrato.

Como serão calculadas as indenizações?

A companhia aérea anunciou uma primeira ajuda emergencial de até 50.000 euros por vítima, para cobrir gastos imediatos. Essa quantia se soma aos 279 milhões de euros providenciados pelos seguros, que também cobrirão o custo do avião, os gastos jurídicos e as investigações.

A partir de agora será aberto um processo de negociação entre as seguradoras e as famílias das vítimas para estabelecer o dano econômico e moral, e determinar de forma amistosa uma indenização, com a ajuda de um advogado.

A AM Best, uma agência classificadora especializada no setor dos seguros, afirmou na terça-feira que o valor das indenizações ainda não está claro, mas que “estará vinculado à nacionalidade, ao nível de vida e ao status familiar dos passageiros e da tripulação”.

As famílias das vítimas podem pleitear contra a companhia aérea em diferentes países, como Alemanha e Espanha, de onde são a maioria dos mortos, e também nos Estados Unidos, no caso das duas vítimas norte-americanas. Como as condenações costumam ser maiores nos Estados Unidos do que na Europa, a previsão é de que a companhia e suas seguradoras proponham indenizações mais altas aos norte-americanos para evitar processos na justiça.

Também se levará em conta a situação social da vítima e seu vínculo de parentesco com a pessoa que pede a indenização.

Quais serão as consequências para as seguradoras?

A Allianz foi a principal seguradora dos dois aviões da Malaysia Airlines destruídos no ano passado (um abatido na Ucrânia em julho e outro desaparecido em março entre Kuala Lumpur e Pequim). As indenizações dos passageiros lhe custaram cerca de 30 milhões de euros por avião.

Em geral, as seguradoras são cobertas por resseguradoras, que ficam com parte do risco, o que limita sua exposição. Segundo AM Best, “a maior parte das perdas será absorvida pelo Lloyd’s”, o grande mercado britânico das resseguradoras.

Em função das responsabilidades estabelecidas pela investigação, a asseguradora pode também processar companhia aérea.

Antonio Cassio dos Santos assume o comando das operações na AL e América do Norte da Generali

Antonio Cassio dos Santos, Chairman e CEO de Seguros Gerais da Zurich Seguros para a America Latina_credito divulgacao zurich segurosAntonio Cássio dos Santos está de volta ao mercado segurador depois de uma breve pausa ao deixar o comando das operações da Zurich na América Latina. Volta agora no comando das operações da Generali, segundo anunciou hoje o maior grupo segurador da Itália e um dos maiores do mundo.

O grupo Generali divulgou hoje o reforço em duas operações consideradas estratégicas para o crescimento mundial. Cassio assume a região Américas, com seis países da América Latina e também os negócios na América do Norte.

Jack Howell é o novo diretor regional da Ásia com a responsabilidade pelas atividades da Generali em dez países do continente asiático. Howell tem uma longa experiência nos mercados asiáticos, incluindo Hong Kong, Indonésia, Filipinas e Vietnã, e toma o lugar de Sergio Di Caro, que a partir de janeiro de 2015 é o chefe de Benefícios a Empregados Generali, líder mundial nesta área.

Jaime Anchustegui anteriormente LatAm Regional Officer, foi nomeado EMEA Regional Officer, a área geográfica que inclui doze mercados na Europa, Norte da África e no Oriente Médio. Anchustegui começa hoje suas atividades como CEO da Generali Deutschland.

“A entrada na Ásia e na América como líderes do porte de Jack e Antonio é um sinal claro das grandes oportunidades que vemos para o desenvolvimento do nosso negócio e demonstra nosso compromisso nestas áreas. Juntos, eles formam um grupo de executivos talentosos no comando de alguns dos nossos mercados mais promissores e importante”, comentou o CEO Generali Group, Mario Greco, em comunicado.

Antonio Cássio dos Santos, 50 anos, é formado em Economia e possui diploma de mestrado em várias instituições acadêmicas no Brasil, Espanha e EUA, onde obteve um MBA da Universidade Vanderbilt e graduação em Assuntos Latino-Americanos. Ele tem uma experiência significativa em seguro nos países da América Latina, onde nos últimos 20 anos ocupou o comando de seguradoras como Mapfre e Zurich.

A Generali é uma das principais seguradoras estrangeiras na América Latina, com presença significativa no Brasil, Argentina, Colômbia, Guatemala, Equador e Panamá, com € 1,3 bilhão em prêmios em 2014. O Grupo também está presente na América do Norte com uma ampla gama de produtos e serviços de seguros atendendo clientes multinacionais do grupo.
Release

Grupo Generali está recrutando vinte jovens talentos para carreira internacional

O Grupo Generali está em busca de 20 jovens talentosos ligados às áreas de Economia, Finanças, Negócios, TI, Marketing Digital, Matemática ou Estatística. A inciativa, chamada “Generali Global Graduate Program” irá recrutar novos talentos e ajudá-los a alavancar uma carreira internacional.

Com duração de 18 meses – de setembro de 2015 a março de 2017 – o programa possibilitará aos contratados trabalhar por meio de um “regime de rotação internacional” em diversos setores em alguns dos 60 países onde o Grupo opera. A iniciativa também inclui a participação no curso “Generali MIB – Master in Insurance Management”, desenvolvido em parceria com o MIB, Escola de Gestão de Trieste.

Inicialmente os participantes selecionados serão funcionários da sede da Assicurazioni Generali e, após a conclusão do programa, trabalharão como contratados em uma das empresas do Grupo Generali no mundo.

“A Generali é uma empresa global de grande envolvimento. Procuramos jovens altamente motivados, que desejam trabalhar em um ambiente dinâmico, contribuindo para mudança. O Grupo oferece a oportunidade de se juntar a uma empresa com foco em desenvolver talentos, trabalhando em um ambiente internacional estimulante e desempenhar papéis desafiadores, pois acreditamos no investimento e no treinamento de pessoas.” disse Monica Possa, responsável pela área de Recursos Humanos e Organização do Grupo Generali.

Os candidatos devem ser recém formados ou finalizando a graduação, possuir excelentes qualificações acadêmicas, ter no máximo dois anos de experiência profissional e disponibilidade integral a partir de setembro de 2015. É essencial domínio de pelos menos dois idiomas, sendo a língua inglesa obrigatória, assim como experiência mínima de 4 meses de estudo ou trabalho fora do país de origem.

Além das competências técnicas, é necessário estar altamente motivado, ter interesse em desenvolver uma carreira internacional e compartilhar os valores do Grupo Generali. A data limite para apresentação de candidaturas é 12 de abril de 2015.

Mais informações:
http://www.generali.com/Gruppo-Generali/Lavora-con-noi/Global-Graduate-Program/

GlobalGraduateProgram@Generali.com

Tokio tem aval da matriz, e um cheque de R$ 1,1 bi, para crescer em grandes riscos

tokio eventoCapital, apetite e técnica. Essa é a disposição da Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos de seguros do mundo, para conquistar a conta das principais corporações instaladas no Brasil. Esse é o mantra da abertura do evento Expertise – Grandes Riscos em Foco, que acontece hoje em São Paulo.”Temos metas ousadas, mesmo com o atual cenário da economia brasileira. Apostamos no Brasil, investimos em nossa equipe e sistemas, preparamos a Tokio para crescer entregando produtos de qualidades aos clientes e corretores, o que nos trará a rentabilidade esperada pelos acionistas”, garante José Adalberto Ferrara, CEO da sétima maior seguradora do Brasil, para uma platéia de cerca de 200 pessoas, entre gestores de riscos, corretores e clientes.

Os números obtidos em 2014 e no primeiro trimestre deste ano, períodos de fraco desempenho da economia, sinalizam que as metas dos executivos estão sendo batidas. As vendas avançaram 22% no primeiro trimestre deste ano, mantendo o mesmo ritmo de crescimento de 2014. Em grandes riscos e transportes, segmento alvo do evento realizado hoje, a meta é dobrar o market share para 10%, chegando a R$ 1,3 bilhão no plano Avançar, com meta de chegar a um faturamento total da companhia de R$ 5 bilhões até 2017. Em 2014, o grupo movimentou receitas de R$ 3,2 bilhões. Além de grandes riscos, a Tokio avança em automóveis, vida, massificado e afinidades.

Ao não ganhar a carteira de grandes riscos do Itaú Unibanco, vendida no ano passado para a Ace Seguradora, a Tokio redesenhou a estratégia e partiu para o ataque, uma vez que chorar de nada adianta. Com o apoio da matriz, uma das principais seguradoras do mundo em grandes riscos, e contratou profissionais destacados no segmento. “A sinalização da matriz foi nos dar um cheque de R$ 1,1 bilhão para analisar compras e investir em estratégias que apoiem a meta de estarmos entre as quatro maiores seguradoras do Brasil deste segmento”, afirmou Ferrara.

Segundo ele, mesmo com a crise que o Brasil enfrenta, o consumo de seguro continua, pois mais do que nunca as empresas precisam de proteção para riscos aleatórios, que se não bem mensurados e mitigados com coberturas apropriadas, podem comprometer o patrimônio dos acionistas.

“A realização do evento Expertise reafirma nosso compromisso de atuar fortemente neste mercado. Somos referência nessa área e realizamos investimentos em serviços e contratação de profissionais especializados. Em 2014, crescemos 16,5% em relação ao ano anterior, enquanto a média do mercado foi de 8%”, comemora o diretor executivo de produtos pessoa Jurídica da Tokio Marine, Felipe Smith. O prêmio emitido líquido foi de R$ 761 milhões, contra o montante de R$ 653 milhões registrados em 2013.

Ferrara ressaltou que na próxima semana vão negociar com as resseguradoras do grupo, a Kiln e a Tokio Millenium, para ter maior capacidade para os contratos de seguros no apoio aos programas de grandes riscos das corporações brasileiras.

O diretor executivo comercial, Valmir Rodrigues, e o diretor comercial corporate, José Luís Franco, abordaram a estrutura da companhia para suportar o acelerado crescimento dos produtos pessoa jurídica e a importância do relacionamento com os corretores. “Estamos aqui para atender nossos clientes com produtos diferenciados, inclusive para muitos que não encontram cobertura no mercado. Nossa equipe está disponível para entender o risco e propor uma cobertura sob medida, com preços e franquias adequadas para uma parceria de longo prazo”, afirmou Rodrigues.

tokio 4Chegar a R$ 1,4 bilhão em prêmios em riscos empresariais em 2015. Essa é a expectativa da Tokio e a meta dada a Felipe Smith, diretor executivo de produtos pessoa jurídica. “Preciso do apoio de todos vocês para vencer esse desafio”, brincou o executivo com a plateia. Ele destacou os produtos ofertados, destacando transportes, com 7,9% de market share do segmento, na qual tem capacidade automática para aceitação de risco de US$ 40 milhões. “A decisão é local na aceitação de risco”, informou. Outro diferencial citado por Smith foi a área de prevenção de perdas da companhia, que junto com o cliente podem melhorar as condições do risco e melhorar as condições comerciais do contrato.

Outro segmento destacado foi o de riscos nomeados e operacionais, com 6,4% em market share, com capacidade de resseguros de R$ 350 milhões e outros R$ 20 milhões de aceitação automática. No ano passado, o crescimento da carteira foi de 126%. No foco, os segmentos de energia renováveis, infraestrutura, indústria de base, bens de consumo e estabelecimentos comerciais e de serviços. “Precisamos mudar a mentalidade da inspeção de riscos. Não vamos até a empresa só para ver o que há de errado para agravar o preço. Queremos ofertar serviços para mitigar riscos e sugerir melhorias para ajudar a aperfeiçoar a segurança do dia a dia do grupo e ter um programa de seguros mais adequado”.

“Tenho certeza de que abriremos uma garrafa de saque para comemorar a melhora da economia a partir do último trimestre deste ano e que em 2016 esse período de crise estará superado. Vamos virar o ano com uma outra companhia e um outro país”, finaliza Ferrara, chamando ao palco o ex-ministro da Fazenda, Pedro Malan, que fará uma abordagem sobre os desafios e oportunidades do Brasil neste momento.

Seguradora Líder-DPVAT registrou 6.189 ocorrências de acidente de trânsito no feriado da Semana Santa em 2014

Release

Os brasileiros que desejam aproveitar o próximo feriado da Semana Santa para viajar devem ter muito cuidado. Os números de ocorrências no trânsito registrados nessa época do ano pela Seguradora Líder-DPVAT são alarmantes. Só em 2014, no período da Semana Santa (quinta, sexta, sábado e domingo), foram contabilizadas 6.189 ocorrências de acidentes de trânsito, número 9% superior do que o registrado em 2013. Desse total, 75% dos casos correspondem à invalidez permanente, o que significa que pelo menos 4.687 pessoas ficaram com algum tipo de sequela. Esse número ainda pode ser maior, já que as vítimas têm até três anos para entrar com pedido de indenização.

De acordo com a Seguradora Líder-DPVAT, as principais vítimas continuam sendo os motociclistas. Das 486 mortes no feriado de Páscoa em 2014, 247 (51%) correspondem a acidentes envolvendo motos. “Se olharmos para os últimos cinco anos, os acidentes com motos cresceram 202,6% no feriado da Páscoa, sendo que os casos de invalidez permanente, para esta categoria de veículos, no mesmo período analisado, cresceram 282,4%”, afirma Ricardo Xavier, Diretor-Presidente da Seguradora Líder-DPVAT.

O levantamento feito pela Seguradora Líder-DPVAT aponta que a maior parte dos acidentes com morte acontece na sexta e no domingo – dias em que as pessoas estão indo e retornando da viagem. Em 2014, foram 91 acidentes com mortes na quinta-feira, 138 na sexta-feira, 122 no sábado e 135 no domingo.

“Esse números mostram o quanto é importante ter cuidado na estrada. Antes de viajar, é necessário checar o carro, os equipamentos de segurança, respeitar as leis de trânsito e não ingerir bebida alcóolica”, alerta Xavier.

Perfil das vítimas

Os homens continuam sendo a maioria das vítimas de trânsito. O levantamento da Seguradora Líder-DPVAT aponta que eles foram 78% dos acidentados no último feriado de Páscoa, enquanto as mulheres, 22%. Na análise dos acidentes com mortes, os homens representam 83% das vítimas e as mulheres, 17%. Os jovens de ambos os sexos de 18 a 34 anos são a maior parcela de acidentados (54%). Nos casos com morte, esse segmento etário corresponde a 47% dos casos.

Serviço

Solicitar o Seguro DPVAT é fácil, gratuito e não precisa de intermediários ou advogados. A própria vítima ou beneficiário pode fazer o pedido seguindo apenas três passos:

1 – Escolher um ponto oficial de atendimento. A listagem completa por cidade pode ser acessada pelo site www.dpvatsegurodotransito.com.br ou pelo telefone 0800 022 1204.

Lembre-se: as agências próprias dos Correios também recebem gratuitamente pedidos de indenização do Seguro DPVAT.

2 – Reunir a documentação necessária de acordo com a cobertura – morte, invalidez permanente ou reembolso de despesas médicas e hospitalares .

3 – Preencher o pedido de indenização em um ponto oficial de atendimento e entregar a documentação.

Liberty Seguros estreia nova campanha de comunicação reforçando a experiência do cliente

Com a assinatura #ESTATUDOBEM, a Liberty Seguros lançou no intervalo do Fantástico, da TV Globo, sua nova campanha de comunicação. O filme marca o novo momento de comunicação da empresa no Brasil. “Depois de três anos focados no patrocínio da Copa do Mundo, que nos tornou mais conhecidos, damos um grande passo e começamos a apresentar o que fazemos de melhor. Queremos mostrar aos clientes e corretores os benefícios de escolher a companhia”, comenta Patrícia Chacon, diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros.

A campanha traz os novos embaixadores da marca, o casal Bernardinho e Fernanda Venturini, que foram escolhidos entre mais de 60 personalidades esportivas nacionais e internacionais. “Bernardinho e Fernanda personificam nossos principais diferenciais: foco em soluções, entrega excepcional e solidez, que vão ajudar a nossa marca a continuar a crescer, se tornando ainda mais conhecida e preferida por clientes e corretores”, explica a executiva.

A proposta da campanha é mostrar o foco da Liberty Seguros em estar sempre ao lado de seus clientes, atendendo e resolvendo de forma descomplicada. O filme mostra o casal em situações em que precisam acionar a seguradora. Ao enfrentar problemas do cotidiano, eles buscam o atendimento da Liberty Seguros por meio do aplicativo para clientes, que ajuda a acompanhar o processo de maneira rápida e prática, solucionando todos os dramas pelos quais o casal passa. “Quando está atuando como treinador, Bernardinho é conhecido por suas caretas e, justamente por isso, optamos por um viés bem humorado para a campanha. Ao ser atendido pela Liberty Seguros, ele passa a ficar tranquilo por ter seus problemas solucionados com rapidez e eficiência”, comenta Karina Louzada, superintendente de Comunicação e Marca Institucional da Liberty Seguros.

Para Fábio Burg, CEO do Grupo Rái, responsável pela produção da campanha, os embaixadores estão muito conectados com o novo momento da Liberty Seguros. “O conceito explora as questões familiares do cotidiano e o contexto da decisão de compra de seguro, e o casal entrega muito bem isso, já que essa decisão é feita sempre de forma compartilhada”, diz.

Os esforços de comunicação e marketing ao longo do ano para cliente e corretores somam mais de R$28 milhões e contemplam plano de mídia em TV nas principais praças da Liberty Seguros, do nordeste ao sul do país, regiões que incluem uma cobertura de quase 70% da carteira de clientes da seguradora. A campanha será veiculada até agosto em televisão aberta e paga, em revistas semanais de interesse geral e do segmento de seguros, além de mídia online, mídias sociais e canais próprios de conteúdo.

Fundación Mapfre e OEI firmam acordo que beneficiará 20 mil professores e 600 mil crianças

© Copyright 2010 CorbisCorporationRelease

A Fundación Mapfre acaba de fechar um acordo de colaboração com a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) para a realização do Programa de Inclusão para a Prevenção do Fracasso Escolar – uma iniciativa criada para melhorar o desempenho escolar de alunos em situação de vulnerabilidade (indígenas, afrodescendentes, pessoas em situação de pobreza, portadores de deficiência ou estudantes rurais).

As dificuldades enfrentadas por crianças e adolescentes em situação de risco educacional estão relacionadas não somente às suas condições de vida, mas também às condições de escolaridade. Neste sentido, o objetivo é produzir respostas pedagógicas para situações escolares específicas que afetam a educação de milhares de crianças e adolescentes no Brasil e em mais três países latino-americanos participantes: Chile, Colômbia e México.

A expectativa é beneficiar diretamente 20 mil professores da América Latina e, indiretamente, 600 mil crianças que serão atingidas pelos conteúdos disseminados pelo programa. Para isso, o programa se desenvolverá em três frentes de atuação.

Em cada país participante serão identificadas três escolas que tenham alcançado resultados positivos com a permanência de seus alunos e a continuidade dos estudos. Essas instituições serão premiadas com um estágio para conhecer de perto o sistema educativo finlandês, que é referência mundial por ocupar as primeiras posições nos resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA).

Com o objetivo de capacitar a comunidade educativa nas temáticas propostas, serão promovidos seminários na Colômbia, México e Chile.

E, para apresentar os resultados do projeto e promover o debate sobre a questão do fracasso escolar e da educação inclusiva, está prevista a realização de um congresso internacional no Brasil no segundo semestre de 2015. Paralelamente, também será realizada uma reunião de especialistas e representantes ministeriais, como objetivo de analisar os principais desafios para cada um dos países da região.

“É uma honra atuar em parceria com a OEI para a realização de um programa tão importante como esse, que investe na qualificação de professores com o objetivo de promover a inclusão escolar de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. Esta é, sem dúvida, uma iniciativa alinhada às diretrizes da Fundación Mapfre, que acredita no poder de transformação dos jovens e, para isso, apoia ações capazes de promover o desenvolvimento da sociedade e a inclusão social em diferentes níveis, construindo uma cultura de respeito às diferenças e garantindo a igualdade de oportunidades”, destaca Wilson Toneto, presidente da Mapfre Brasil.

A cerimônia de assinatura do acordo de colaboração entre a Fundación Mapfre e a OEI aconteceu hoje, às 9h30, no Auditório da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. O evento contou com a presença do Secretário Geral da OEI, Paulo Speller, e do presidente da MAPFRE Brasil, Wilson Toneto, que, juntos celebraram esta importante parceria em prol da sociedade.

“Para a OEI essa parceria já consolidada com a Fundación Mapfre vem colaborar mais uma vez com as políticas públicas dos países membros da OEI, no sentido de ampliar e promover a equidade educacional na região a milhões de crianças e adolescentes que são, cotidianamente, excluídos do processo educativo por falta de oferta adequada e condições dos sistemas de ensino”, destaca Paulo Speller, Secretario Geral da OEI.

Este não é o primeiro acordo firmado entre a OEI e a FUNDACIÓN MAPFRE, que já atuam em parceria desde 2009 com o Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas – A Escola Aprendendo com as Diferenças.

ACE muda matriz em São Paulo para novo edifício após dobrar tamanho da equipe

Release

Após ter finalizado em outubro a compra da carteira de Grandes Clientes Corporativos da Itaú Seguros, o Grupo ACE está agora reunindo em um mesmo endereço, em São Paulo, os profissionais advindos da aquisição e os que já se encontravam na empresa. Eles passarão a atuar na nova matriz das operações da companhia no Brasil. Ao todo, aproximadamente 700 funcionários vão ocupar três andares e meio do edifício Eldorado Business Tower, na Marginal Pinheiros. Trata-se de um prédio autossustentável, o único na América Latina e o oitavo no mundo a receber da ONG americana Green Building o selo LEED – Liderança em Energia e Design Ambiental, na categoria Premium.

A mudança está sendo feita em duas etapas. A primeira ocorreu no dia 30 de março, envolvendo os profissionais provenientes do negócio recém-incorporado da Itaú Seguros, hoje denominado ACE Seguros Soluções Corporativas (em aprovação). A segunda etapa, que acontecerá no dia 6 de abril, contemplará a mudança dos funcionários da ACE Seguradora. “Ao unir duas operações absolutamente complementares, a ACE não apenas triplicou o volume de negócios no Brasil, mas também dobrou a sua equipe e, por isso, necessitava ampliar sua matriz”, diz Antonio Trindade, executivo responsável pela nova operação da ACE no País.

Ao se referir ao prédio onde a equipe passará a trabalhar, Trindade destaca a imponência da arquitetura e a sua autossuficiência em água e energia elétrica. Ele conta que a água utilizada para consumo humano provém de dois poços tubulares profundos e recebe tratamento direto de uma estação. Já a energia elétrica é suficiente para atender 100% da demanda do edifício, ininterruptamente. “Este novo local foi escolhido porque está à altura do fato de que o Brasil agora sedia a terceira maior produção em prêmio bruto emitido da ACE, cuja presença global alcança 54 países” observa.

O novo prédio ainda apresenta outros aspectos que o tornam majestoso: 161 metros de altura, 32 andares, 29 elevadores, garagem com 7 pavimentos, auditório para 160 pessoas e heliponto. Ele se encontra no bairro de Pinheiros, na Avenida das Nações Unidas, 8.501. A ACE ocupará os andares 25, 26, 27 e 28. “Será um prazer receber os nossos parceiros nesse belo e confortável local”, finaliza Antonio Trindade.

Raphael de Carvalho é o novo presidente da MetLife Brasil

raphael de carvalhoRelease

O executivo Raphael de Carvalho é o novo presidente da MetLife Brasil. Raphael será responsável por todas as operações da empresa no país e será um membro da Equipe de Liderança Executiva da América Latina. Ele ficará baseado em São Paulo e se reportará diretamente a Oscar Schmidt, CEO da MetLife na América Latina.

Com experiência na indústria de serviços financeiros em toda a América Latina, Raphael de Carvalho atuou recentemente como Country Manager da Visa para a América Latina e Caribe e liderou a Prática de Seguros para a América Latina na empresa de consultoria Accenture. Também foi Diretor e Sócio do Unibanco, onde era responsavel pelo Fininvest, Unibanco Capitalização e Unicard, além da rede de distribuição bancária de varejo.

Raphael é graduado em Matemática e Ciências da Computação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e possui MBA em Finanças na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

Mercado segurador projeta alta de 11,9%

logo-valor-economico-v2Fonte: Valor – Especial Operações Financeiras

Com vendas 10% maiores no ano passado, para quase R$ 200 bilhões (sem considerar saúde), as projeções do mercado segurador para 2015 são de crescer 11,9%, segundo estudo da consultoria Siscorp. Mesmo diante de uma economia combalida, o país permanece na estratégias dos CEOs das maiores seguradoras do mundo.

“O crescimento de economias como o Brasil, a China e a Índia e a revolução digital estão transformando o mercado de seguros. O Lloyd’s e o mercado de Londres estão em posição favorável para aproveitar as oportunidades apresentadas pelas economias atualmente sub-seguradas e em alto crescimento ao redor do mundo”, diz Inga Beale, a primeira mulher a assumir o comando de Lloyd’s of London, que reúne mais de 70 investidores na oferta de proteção aos mais diversos riscos, com negócios em mais de 220 países.

Inga e vários executivos estrangeiros chegam ao Rio de Janeiro em meados de abril para participar do 4º Encontro de Resseguro, realizado pela CNseg. “Temos hoje uma fatia de 12% no mercado de resseguros brasileiro e agora buscamos opções mais amplas de acesso para apoiar ainda mais o crescimento do Brasil”, disse.

O mesmo afirma o presidente da Allianz Brasil, Miguel Pérez Jaime. “Tivemos aprovação de injeção de R$ 700 milhões em aporte de capital para 2014 e 2015 pois o país é um importante mercado e nossos acionistas olham seus investimentos no longo prazo”, disse ele ao lançar o segundo investimento em naming rights no Brasil. O primeiro foi o Allianz Parque, inaugurado em novembro. Em março, anunciou parceria com a Fundação Ayrton Senna para o lançamento do seguro de automóvel Allianz Ayrton Senna.

No Japão, o mesmo entusiasmo. “Apostamos que a partir do terceiro trimestre o clima no Brasil será melhor e quem sabe até as previsões do PIB mudem de queda para estável e quem sabe um pequeno crescimento”, afirma José Adalberto Ferrara, presidente da Tokio Marine, que avançou 17,4% em vendas no primeiro bimestre deste ano. “Continuo fiel em projetar alta de 15% ao ano até 2017, o que nos fará sair os R$ 3,3 bilhões em 2014 para R$ 5 bilhões em 2017.”

As empresas de capital nacional têm o mesmo otimismo. Os três principais concorrentes, Bradesco, Itaú e Banco do Brasil, que juntos detêm mais de 60% do segmento de seguros, previdência e capitalização (exceto saúde), têm estimativas para seguros que se mantém acima das projeções de crescimento do crédito. O Bradesco estima crescer 12% a 15% em 2015. “Além da demanda aquecida para seguros, não se espera instabilidade nos planos de aposentadoria como a registrada no primeiro semestre de 2014”, afirma Marco Antonio Rossi, presidente da Bradesco Seguros, que encerrou 2014 com vendas de R$ 56,2 bilhões.

No Itaú, a expectativa de crescimento é de 9% a 11%. A estratégia do banco tem foco na comercialização de seguros massificados de pessoas e patrimoniais, tipicamente relacionados ao varejo bancário com clientes. Em 2014, o resultado com as operações de seguridade atingiu R$ 6,8 bilhões.

A BB Seguridade, holding que administra empresas de seguros, previdência, sáude e capitalização do Banco do Brasil, obteve lucro líquido de R$ 3,5 bilhões em 2014, 40% acima do ano anterior. A expectativa para este ano, segundo o presidente da Marcelo Labuto, é ter um ganho até 22% maior, considerando-se a projeção com intervalo entre R$ 3,6 bilhões e R$ 3,9 bilhões. “Em 2014, a projeção de rentabilidade era 44% e chegamos a 49%. Isso mostra que estamos aproveitando a baixa penetração de seguro no Brasil com oferta qualificada”, diz Labuto.

Gestão e transferência de riscos juntas criam organizações mais resilientes

O mais recente estudo Business Interruption Insurance Efficacy: Five Key Issues da Marsh, líder mundial em corretagem de seguros e gerenciamento de riscos, mostra que as apólices tradicionais para seguro patrimonial ou mesmo de lucros cessantes não foram desenhadas para fazer frente aos riscos que as empresas têm hoje em seu cotidiano. E o mercado de lucros cessantes tampouco manteve-se atualizado em relação às mudanças no cenário de risco.

A gestão e a transferência dos riscos devem trabalhar juntas de maneira a criar organizações mais resilientes, visto a crescente exposição a grandes desastres e subsequente cessão dos lucros e operações das mesmas. De acordo com o relatório, as atuais limitações nas apólices de lucros cessantes têm resultado em falhas nas coberturas e precisam de inovação imediata.

A estudo Business Interruption Insurance Efficacy: Five Key Issues aponta ainda que há cinco pontos importantes que devem ser avaliados pelas empresas na abordagem do seguro patrimonial e de lucros cessantes. São eles: Somas avaliadas; Períodos de indenização; Cenário de risco para grandes áreas; Cadeia de fornecimento; Acordos de sinistro.

Em complemento ao Business Interruption Insurance Efficacy: Five Key Issues a Marsh acaba de divulger também o Misadventures in Business Interruption Insurance, uma compilação de estudos de casos reais, situações nas quais as apólices de lucros cessantes apresentaram falhas importantes, tanto do ponto de vista das indenizações, como de resposta às perdas sofridas.