Anfavea divulga desempenho da indústria no primeiro trimestre

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A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea, divulgou na terça-feira, 7, em São Paulo, o desempenho do setor automotivo em março e no primeiro trimestre. Segundo a entidade o licenciamento de autoveículos no terceiro mês do ano registrou 234,6 mil unidades, alta de 26,2% em relação a fevereiro com 185,9 mil veículos.

No comparativo com março do ano passado a retração foi de 2,6% com 240,8 mil unidades no período. No acumulado do ano, o setor automotivo emplacou 17% a menos do que no ano passado: 674,4 mil unidades este ano e 812,7 mil em 2014. Para Luiz Moan Yabiku Junior, presidente da Anfavea, o resultado positivo de março ante fevereiro era esperado:

“É preciso lembrar que em 2014 as festividades do Carnaval ocorreram em março, enquanto neste ano foram em fevereiro. O fato é que o desempenho do primeiro trimestre confirma a complexidade conjuntural que estamos vivenciando, com diversos fatores com impacto direto na confiança do consumidor e dos investidores”.

A produção no terceiro mês apresentou contração de 7% com relação a março do ano passado – 253,6 mil unidades contra 272,8 mil – e elevação de 22,9% frente a fevereiro de 2015, quando saíram das linhas de montagem 206,3 mil autoveículos. O total de unidades produzidas no trimestre ficou 16,2% abaixo do mesmo período de 2014: foram 663,1 mil unidades este ano contra 791,7 mil no ano passado.

As exportações registraram crescimento de 6,3% na somatória dos primeiros três meses, com 79,4 mil unidades este ano ante 74,6 mil do ano passado. Ao se comparar as 32 mil de março frente as 23,4 mil do mesmo período de 2014 o acréscimo foi de 36,8%. No comparativo com fevereiro, quando 31,3 mil veículos deixaram o País, a expansão foi de 2,4%.

Caminhões e ônibus
O licenciamento de caminhões terminou o mês com crescimento de 25,9% em relação a fevereiro – 6,5 mil e 5,1 mil unidades respectivamente. Contudo, na análise contra as 9,2 mil unidades comercializadas em março do ano passado, a diminuição é de 29,8%. O resultado no acumulado, com 19,3 mil unidades, está 36,6% inferior com relação as 30,4 mil de 2014.

A produção nos três meses já transcorridos deste ano está menor em 49,3% do que no ano passado, quando 42,8 mil caminhões foram fabricados – este ano o volume chegou a 21,7 mil. Em março de 2015 7,4 mil unidades deixaram as fábricas brasileiras, o que significa retração de 5,3% frente as 7,8 mil unidades de fevereiro e declínio de 46,7% contra as 13,8 mil de março de 2014.

No comparativo mensal das exportações o registro é de alta tanto com relação a março do ano passado quanto a fevereiro deste ano: as 1,8 mil unidades de março são 15,8% superiores as 1,5 mil do mesmo mês de 2014 e 25,6% acima das 1,4 mil de fevereiro. Houve registro de queda, porém, ao se analisar os três primeiros meses do ano: 6,7% a menos quando defrontadas as 4,2 mil de 2015 com as 4,5 mil de 2014.

As exportações de ônibus também seguiram alta: 12% na comparação das 1,4 mil unidades do trimestre contra as 1,3 mil de igual período em 2014. Já na produção, março encerrou com 2,8 mil chassis fabricados, um recuo de 2,9% sobre fevereiro com 2,9 mil unidades e de 24,7% contra as 3,7 mil de março do ano passado. Os dados do trimestre apontaram queda de 17,7% no confronto entre os 8,1 mil chassis produzidos este ano e os 9,9 mil no ano passado.

As vendas neste segmento no terceiro mês do ano ficaram 18,1% maior do que em fevereiro: 1,8 mil e 1,5 mil unidades. Na análise contra março do ano passado, quando foram comercializadas 2,4 mil unidades, a baixa foi de 26%. E no período acumulado de 2015 as vendas foram inferiores em 24,8% – 5,2 mil este ano e 6,9 mil em 2014.

Máquinas autopropulsadas
As vendas internas de máquinas agrícolas e rodoviárias no terceiro mês de 2015, com 4,8 mil unidades, avançaram 30,9% ante fevereiro, que registrou 3,7 mil, mas retraíram 12,5% com relação as 5,5 mil de março do ano passado. No acumulado a queda foi de 20,3% com 11,9 mil unidades em 2015 e 14,9 mil em 2014.

A produção em março deste ano ficou 23,5% superior daquela registrada em fevereiro – 6 mil contra 4,9 mil – e 14% abaixo das 7 mil fabricadas em março passado. No acumulado as 15,5 mil unidades apresentaram declínio de 22,1% frente as 19,9 mil de igual período de 2014.

As exportações no trimestre foram de 2 mil unidades, 27,8% menor do que as 2,7 mil do ano passado. Se analisado apenas março, quando 614 máquinas deixaram as fronteiras, a queda é de 25,8% no comparativo com as 828 unidades de fevereiro e de 47,1% contra os 1,2 mil produtos de março de 2014.

Nova projeção
A Anfavea revisou sua previsão de licenciamento, vendas internas e produção de autoveículos e máquinas autopropulsadas para 2015. Na visão do presidente da entidade, Luiz Moan Yabiku Junior, o desempenho do primeiro trimestre ficou abaixo das expectativas e motivaram a revisão dos dados:

“Não tínhamos dúvidas que estes primeiros três meses seriam extremamente difíceis, mas a conjuntura dos fatos nos faz revisar as projeções. Entendemos a necessidade dos ajustes na economia e temos a expectativa de que eles sejam concluídos o mais rápido possível para que as atividades como um todo sejam retomadas”.

Para autoveículos, que engloba automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, a entidade projeta para este ano queda de 13,2% no licenciamento, crescimento de 1,1% nas exportações e declínio de 10% na produção. Já para o segmento de máquinas agrícolas e rodoviárias, a estimativa é de recuo de 19,4% nas vendas internas, de aumento de 1% nas exportações e de retração de 16% na produção.

Chubb lança ferramenta completa para facilitar contratação de seguros para eventos

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A Chubb Seguros desenvolveu mais uma facilidade para os corretores. Trata-se do Sistema de Eventos Chubb, uma ferramenta online que permite a contratação das coberturas de RC Eventos, RD Eventos e Acidentes Pessoais, e garante maior agilidade e autonomia aos corretores no atendimento a seus clientes.

O recurso pode ser acessado pelo site chubb.com.br e o corretor usa seu cadastro prévio. “A Chubb opera continuamente para o aperfeiçoamento de seus serviços e coberturas. Com a ferramenta, o atendimento aos nossos clientes será ainda mais eficiente”, explica Juliana Santos, Gerente de Entretenimento da Chubb, que completa: “Ao criar este sistema, o corretor poderá gerar a cotação e a carta-proposta automaticamente, fornecendo o boleto para pagamento e o certificado, de forma simples e rápida”.

Com a novidade, os corretores podem cotar diversos tipos de eventos como: ações promocionais, cafés da manhã, ações de marketing e de premiações, cocktails, camarotes, casamentos, confraternização de empresas, comemorações de aniversário, convenções, decorações de natal, eventos esportivos, feiras e exposições, musicais, peças teatrais, shows musicais entre outros.

Capemisa fecha parceria com FutebolCard

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A Capemisa Seguradora e o FutebolCard acabam de firmar uma parceria para oferecer tranquilidade aos torcedores de futebol em todo o País. A partir de hoje, dia 7 de abril, os clientes do site – que comercializa ingressos para partidas de futebol e permite que o usuário acesse as catracas dos estádios com o próprio cartão de crédito – terão a opção de adquirir o IngressoPremiável Capemisa, o novo seguro de acidentes pessoais da empresa.

“Além de ressaltar a importância da prevenção e da segurança do público, a Capemisa oferece chances de os torcedores concorrerem a prêmios com um chute a gol virtual, podendo ganhar camisas ou bonés do seu time de coração e ainda participarem de um sorteio de um par de ingressos para assistir a uma partida da Champions League”, destaca Laerte Lacerda, diretor da Capemisa.

De acordo com Laerte, no ato da compra do ingresso, o cliente terá a opção de contratar, por apenas R$ 5, o IngressoPremiável Capemisa. Segundo ele, o produto garante uma indenização ao segurado em caso de morte acidental (cobertura de R$ 1 mil) e uma garantia de despesas diversas por acidentes, que permite o reembolso do ingresso no valor de até R$ 120.

A parceria inclui também um hotsite, disponível no site do FutebolCard (www.futebolcard.com.br), no qual o torcedor poderá conhecer melhor o produto, saber como participar dos sorteios e ainda consultar seus números da sorte em uma área exclusiva.

Seguro ambiental em debate no dia 9

Bom momento para discutir o tema com o incêndio em Santos, com danos visíveis ao meio ambiente…

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A Coordenadora de RC Ambiental da AIG, Nathália Gallinari, ministrará no dia 09 de abril o workshop Seguro Ambiental: Histórico, Caracterização, Aspectos Jurídicos e Ferramentas Associadas. O curso, que ocorrerá na Escola Nacional de Seguros, tem como principal objetivo difundir os conceitos da gestão de riscos ambientais para pequenas e médias empresas, e ensinar como identificar os riscos e as responsabilidades em poluição ambiental.

A executiva da AIG, formada em Engenharia Ambiental e pós-graduada em Gerenciamento de Áreas Contaminadas, abordará durante o curso assuntos como a responsabilidade do poluidor, a poluição súbita e a poluição gradual, além dos tipos de seguros ambientais existentes no Brasil.

As inscrições podem ser realizadas no site da www.funenseg.org.br.

Agenda
Data: 09 de abril
Horário: Das 18h às 21h
Endereço: Av. Rio Branco, 277 – sala 201 – Centro – Rio de Janeiro/RJ
Informações: (21) 3132-1109 / 1110 ou secretariarj@funenseg.org.br

Cartilha orienta consumidores sobre o seguro de automóveis

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Com o objetivo de esclarecer e simplificar o entendimento do seguro de automóvel, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) estão lançando a cartilha “Entenda o seu Seguro de Automóvel”. Esta é a primeira de uma série de cartilhas que irão abordar os diferentes ramos do mercado de seguros e faz parte das ações realizadas pelo setor de seguros com foco em Educação Financeira.

O Diretor Executivo da Fenseg, Neival Freitas, ressalta que o objetivo da ação é “desburocratizar e tornar mais amigável a linguagem de seguros”. Ele lembra que a cartilha “traz dicas que vão além do seguro de automóvel. É a preocupação com a segurança do consumidor.” Neival reforçou ainda a responsabilidade do corretor de seguros e destacou a importância de procurar um profissional habilitado antes de fechar negócio. “O papel do corretor é fundamental e vai ajudar o cliente a identificar suas necessidades antes de contratar um serviço. É necessário que ele esteja a par de quaisquer alterações nas informações fornecidas pelo cliente no momento da contratação de um seguro. É importante também verificar se a seguradora tem registro na Superintendência de Recursos Privados (Susep)”, finaliza.

cnseg cartilha autoA cartilha segue uma ordem precisa para esclarecer passo a passo as dúvidas dos segurados. A primeira informação trata sobre as ofertas de seguros propostas pelo mercado, explicitando sua cobertura, perfil e vantagens. Em seguida, a cartilha fala sobre os serviços oferecidos pelas seguradoras, como assistência residencial, descontos e assistência 24 horas. Lembrando ao segurado que a contratação de serviços à parte é absolutamente opcional, o texto pondera junto ao segurado as adequações de cada novo tipo de serviço às suas necessidades.

Outra questão que levanta muitas dúvidas em quem deseja adquirir um seguro é o quanto isso pesará no bolso. Pensando nisso, a cartilha mostra ao interessado o que é considerado no cálculo do seguro. Nesse ponto, outro esclarecimento relevante diz respeito à fraude no seguro, que é crime e prejudica os próprios segurados.

A cartilha também esclarece quais são os direitos e deveres de quem adquirir um seguro de automóveis. Dúvidas sobre aceitação, documentação, indenização, cancelamento e necessidade de reparos e consertos são explicadas, mostrando como proceder em cada caso. Sobre os deveres, o texto lembra a necessidade de estar em dia com o pagamento do seguro, conservar o veículo por meio de revisões periódicas, informar mudanças nas informações fornecidas no momento da contratação do seguro e como proceder em caso de roubo ou furto.

Além de esclarecer pontos sobre os seguros de automóveis, a cartilha traz ainda dicas para o conforto e prevenção dos segurados. As maiores preocupações são como os donos dos veículos devem proceder antes de uma viagem de carro ou em caso de alagamento. Assim como os cuidados que devem tomar para evitar roubos, furtos e acidentes.

CNseg apoia curso para formação de Ouvidor

cnseg ouvidor 2015Na próxima terça-feira, 7 de abril, começam as aulas da Formação de Analista de Ouvidoria, no Rio de Janeiro (RJ) e em São Paulo (SP). Elaborado com apoio da CNseg, o curso irá fornecer conhecimentos para implantação e administração de ouvidorias eficientes, a fim de melhorar o relacionamento entre empresas e clientes e, dessa forma, ajudar a impulsionar as vendas.

Na capital fluminense o curso será ministrado por Andréa de Albuquerque Barroso, membro da Comissão de Ouvidoria da CNseg e ouvidora do Sindicato das Entidades Abertas de Previdência Complementar, Stael Freire, coordenadora de Demandas Institucionais da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, e Gilberto Fonseca, ouvidor do Grupo D´Or e idealizador do curso.

Já na capital paulista as aulas caberão a Silas Rivelle, presidente da Comissão de Ouvidoria da CNseg e ouvidor da Seguros Unimed, e aos membros da mesma Comissão, Assizio Oliveira, também presidente da Comissão de Controles Internos da CNseg e ouvidor independente, e Márcia Lagrotta, ouvidora da Mongeral Aegon.

Com duração aproximada de uma semana e investimento de R$ 650,00, o curso contempla disciplinas como História da Ouvidoria, Ética, Código de Defesa do Consumidor e Análise e Melhoria de Processos.

Reservas da Capitalização superam R$ 30 bilhões

DSC06879 - Marco BarrosRelease

O setor de capitalização encerrou o primeiro bimestre de 2015 com uma marca histórica: as reservas técnicas, montante relativo aos depósitos efetuados por clientes de títulos de capitalização e que são devolvidos sob forma de resgates ao fim dos planos – ultrapassaram a marca dos R$ 30 bilhões, atingindo R$ 30,081 bilhões. Isso representa um crescimento de 11,2% em relação ao primeiro bimestre de 2014.

“Esse resultado deve ser comemorado. O crescimento das reservas demonstra a maturidade do setor e consolida o título de capitalização como uma das opções mais atraentes para os clientes que desejam iniciar processo de acumulação de recursos, pois contam com o estímulo adicional dos sorteios, ajuda a realizar sonhos e projetos de vida “, diz Marco Antônio Barros, presidente da FenaCap. Ainda segundo executivo, a receita do setor atingiu R$ 2,9 bilhões e, os resgates – economias devolvidas aos clientes -, alcançaram R$ 2,4 bilhões nos dois primeiros meses do ano. “Esses recursos movimentam a economia e voltam ao mercado por meio do consumo consciente, pois são fruto da formação de reservas”, assinala.

O setor distribuiu, no mês de fevereiro, mais R$ 135,3milhões em premiações. O valor corresponde a R$ 3,3 milhões entregues à clientes contemplados em sorteios por dia útil do ano.Dois estados destacaram-se nas premiações no período. São Paulo lidera o ranking, com a maior concentração de prêmios, totalizando R$ 42,9 milhões. O Rio Grande do Sul figura na segunda posição: os gaúchos embolsaram R$ 18,1 milhões. Em terceiro vêm os clientes do Rio de Janeiro, contemplados com R$ 12,3 milhões.

Operação da Ultracargo tem seguro com cobertura até R$ 550 milhões

incendio ultraparFonte: Valor Econômico

A Ultrapar Participações possui seguro para as suas diversas atividades e subsidiárias. No caso da Ultracargo, dona dos tanques incendiados nesta quinta-feira em Santos (SP), o valor máximo indenizável é de até R$ 550 milhões, segundo informações das notas explicativas do balanço de resultados de 2014.

As apólices cobrem diversos riscos, incluindo perdas e danos causados por incêndio, queda de raio, explosão de qualquer natureza, vendaval, queda de aeronave e danos elétricos, entre outros. Os seguros ainda garantem as plantas industriais, bases de distribuição e filiais de todas as controladas.

A nota explicativa informa ainda que o “programa de Seguro de Responsabilidade Civil Geral” atende ao grupo com valor de cobertura global máximo de US$ 400 milhões. Esse contrato visa aos “prejuízos que eventualmente possam ser causados a terceiros decorrentes de acidentes relacionados às operações comerciais e industriais e/ou à distrib uição e comercialização de produtos e serviços”.

Eventos ao ar livre são apostas para a prevenção de doenças

Adriana_CorridaNightRunOK-2Escrito por Adriana Aguilar, que participou da corrida

Com o objetivo de fomentar hábitos de vida saudáveis para a prevenção de doenças, cada vez mais, empresas de Saúde, Vida e Previdência tem patrocinado eventos populares, como caminhadas, corridas e passeios ciclísticos. Pela primeira vez, a Sulamérica está apoiando o circuito de corrida de rua Night Run. A cidade de São Paulo foi a primeira etapa do circuito, que também passará por outras capitais do País ao longo de 2015.

Há uma orientação da Agência Nacional de Saúde (ANS) para que as operadoras de planos promovam um “Programa de Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças”. A recomendação da ANS é a elaboração de um conjunto de atividades ordenadas e sistematizadas pelos planos privados de saúde. Não só para o controle de patologias e agravos, mas também para a prevenção delas.

Segundo o superintendente de Gestão de Saúde da Sulamérica, Gentil Alves, a diretriz da ANS é voltada às doenças crônicas. Atualmente, a Sulamérica tem cerca de 30 mil segurados gerenciados por doenças crônicas, como diabetes, pressão alta, obesidade, entre outras. São pessoas com idade avançada. A iniciativa de apoio à corrida não integra a plataforma de doenças crônicas.

A corrida integra outra plataforma, que é a de bem estar e saúde, voltada aos dois milhões de segurados da Sulamérica em todo País. “Trata-se de uma iniciativa preventiva para um público mais jovem. Se nada for feito para promover a saúde, esse segmento poderá ter doenças crônicas no futuro”, explica Gentil.

A Night Run é a maior corrida de rua noturna do Brasil e tem o perfil de público jovem. Na etapa Fogo, realizada na cidade de São Paulo, no Anhembi, na noite de 28 de março, foi batido o recorde de 14.792 pessoas inscritas. Os corredores com idade de 30 a 39 anos predominaram. Seguidos pela faixa de 20 a 29 anos. Na sequência, fica o segmento de 40 a 49 anos, segundo dados da organizadora do evento, a EsferaBr.

Do total de inscritos, 7.920 eram homens e 6.872, mulheres. A maior parte, 9.930 participantes, largaram às 19h30 para os 5 quilômetros de percurso. O restante largou às 20h30 para o trajeto de 10 quilômetros.

O evento chamou a atenção por sua organização, apesar de o volume recorde de pessoas próximo dos 15 mil. Houve um estímulo forte, via e-mail aos inscritos, para que as pessoas fossem ao Anhembi de táxi, de metrô ou com os veículos totalmente ocupados (grupos de carona).

Outro bom exemplo de organização foi que somente aqueles com chip e número de inscrição no peito puderam acessar ao funil da largada. A organizadora do evento, a EsferaBr, também separou os inscritos de acordo com o ritmo deles. Os dados ficam armazenados de corridas anteriores. Os números de inscrição, no peito dos corredores, apresentavam diferentes cores, correspondentes a quatro diferentes currais de largada – Quênia, Azul, Verde e Branco – , com entradas separadas.

A iniciativa, praticada há anos em corridas nos Estados Unidos, foi bem sucedida na Night Run, na etapa Fogo de São Paulo, porque havia profissionais do staff da EsferaBr barrando a entrada de pessoas sem inscrição no funil da largada. Os fiscais também não permitiram que pessoas passassem de um curral para outro. A separação entre os currais foi feita por faixas de plástico. Sob o olhar dos fiscais, as regras foram respeitadas. E espero que continuem presentes nas próximas provas.

Larguei do curral verde. Considerando que havia 4.862 pessoas inscritas para os 10 quilômetros, até que a organização do evento colaborou para que um corredor não tropeçasse no outro. Fiz o percurso em 52 minutos e 40 segundos. Na classificação geral por sexo, fiquei na 73ª posição, de um total de 6.872 mulheres inscritas no evento.

http://www.ativo.com/evento/night-run-2015-etapa-fogo-sao-pauloNa classificação por idade, F40-44 (tenho 40 anos), fui a 4ª colocada. Júlia Martins, da área de marketing de EsferaBr, disse que 8,90% das mulheres inscritas tinham de 40 a 49 anos. Pela classificação total, considerando os homens e mulheres que largaram (13.199), minha posição é 770. Fiquei surpresa com o meu desempenho. Confesso que não esperava.numeros_NightRun

Primeiramente, porque em novembro de 2014 tive uma lesão no joelho e reduzi o ritmo de corrida. Segundo, ainda continuo com fisioterapia preventiva e com exercícios de musculação específicos para o meu problema. O educador físico Rodrigo Silva (RS Assessoria Esportiva – na foto da camiseta) é quem monta o treino mensal. Terceiro, não tenho o hábito de correr à noite. Sempre estou mais disposta nas corridas matutinas. Diante de todos os fatores, foi uma grande injeção de ânimo fazer o percurso de 10k na velocidade média de 11,3 quilômetros por hora. O resultado foi a coroação pelo meu treinamento contínuo e regrado. Valeu a corrida e que venham mais!

“Sem a busca da competitividade internacional é difícil se chegar a uma sociedade mais igualitária”, afirma Pedro Malan

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Convergir para o centro da meta é uma missão de todos e não de pessoas isoladas como o ministro da Fazenda ou o presidente do Banco Central. Depende de todos, defende o ex-ministro da Fazenda, Pedro Malan, durante sua exposição sobre o cenário econômico para uma plateia de aproximadamente 200 convidados da seguradora Tokio Marine, em evento dedicado ao debate de seguros para riscos empresariais.

A presidente Dilma Rousseff se dá conta que não tem alternativa e terá de fazer algo na área fiscal. “Já vemos sinais de reconhecimento de que a credibilidade foi abalada nessa área e é preciso recuperar. E quanto mais cedo isso acontecer, melhor. Isso abre espaço para discutirmos outros temas que não a macroeconomia nos próximos anos”, diz. Ele ressalta que as grandes batalhas de um país são tratadas no front doméstico. “Primeiro precisamos mostrar para nós mesmo que somos capazes de organizar o Pais. Depois, mostrar regionalmente que o Brasil é um parceiro respeitável e tem papel de liderança. Depois disso passamos a ter mais voz, com credibilidade, para influenciar a opinião e os negócios no mundo. Assim como a Tokio Marine apresentou aqui hoje para vocês o desejo dos acionistas, o plano de negócios para crescer”, comentou.

De acordo com o ex-ministro, o país tem problemas macros que vão ser equacionados a um determinado custo, com aumento de desemprego, impactos com os preços de commodities que não terão extraordinários desempenhos. “Mas não temos um problema derivado do contexto internacional”, afirma. A escolha é saber como crescerá. De forma organizada ou desorganizada. A primeira condição para enfrentar um problema é reconhecer que ele existe, disse, finalizando sua explanação em macroeconomia e iniciando abordagens setoriais.

Pré-sal, energia, saneamento. Esses são alguns dos problemas que o Brasil precisa rever para destravar os investimentos. São ajustes que têm de ser feito, com o consumidor sentindo no bolso, assim como de todo o governo e empresas. Boa parte, segundo ele, vai depender do ministro da Fazenda Joaquim Levy ter apoio na reforma fiscal que precisa ser feita. Tem um enorme potencial de investimento em infraestrutura, que precisam sanear as dúvidas que inibem o apetite dos empresários e investidores em aportarem recursos em projetos essenciais para o País. A grande questão é o tempo, diz, ressaltando os custos da transição e das mudanças.

“Eu tenho três filhos. Penso no Brasil que eles vão viver. É preciso pensar no Brasil adiante, a luz da experiência passada. Estou convencido de que vislumbrar os riscos, desafios, incertezas e oportunidades que o futuro nos trás depende do nosso entendimento. O passado não pode ser reescrito, mas pode ser reinterpretado para situar as questões do presente e do que pode ser feito para o futuro”, explica. “O tamanho da minha esperança é que o Brasil tenha liberdade individual, justiça social e eficiência. Sem a busca da competitividade internacional é difícil se chegar a uma sociedade mais igualitária”, afirma.