12 corretores, entre eles Robert Bittar e Armando Vergílio, criam uma nova rede de vendas

© Copyright 2010 CorbisCorporationA consolidação dos corretores no Brasil e no mundo está aquecida. Profissionais se juntam para otimizar custos com uma maior carteira de clientes e maior abrangência geográfica. No Brasil tivemos alguns negócios relevantes nos últimos anos, como a Lojacorr, uma rede de que reúne 120 corretores espalhados em oito estados e não pára de crescer,com 165 mil apólices emitidas, volume de R$ 220 milhões em prêmios e R$ 42 milhões em comissões em 2014. Temos também casos que não deram certo, como a BR Insurance, listada em bolsa, mas que amarga uma grande desvalorização por problemas de gestão.

A notícia de hoje é o surgimento da A12 Corretora de Seguros, que reúne 12 corretores e iniciou suas operações no mercado brasileiro em abril de 2015. Segundo nota divulgada pelo grupo, a empresa já tem um volume de emissão anual de R$ 250 milhões de prêmios em seguros e benefícios. Sediada em São Paulo, na Vila Olímpia, a companhia, que começou a ser projetada em 2010, já está operando em parceria com algumas das principais seguradoras do país, com corretoras estabelecidas em sete estados, sendo eles São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Distrito Federal e Goiás, e atuação em todo território nacional.

Entre seus idealizadores, a A12 reúne grandes nomes do mercado securitário, como Armando Vergílio, empresário e corretor de seguros com mais de 30 anos de atuação no setor, que tem ocupado importantes cargos na esfera pública e privada, como presidente da FENACOR (Federação Nacional dos Corretores e das Empresas Corretoras de Seguros, de Capitalização, de Previdência e de Resseguros), uma das funções que assume hoje. Vergílio já foi deputado federal e esteve à frente da Susep (Superintendência de Seguros Privados), principal órgão que regulamenta o mercado segurador.

Outro nome de destaque entre os sócios é Robert Bittar, que atua no segmento desde 1971. O executivo foi presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Paraná, por três gestões, e atualmente é vice-presidente da FENACOR, tendo-a presidido em dois períodos intercorrentes, além de ser Presidente da Escola Nacional de Seguros desde 2005.

A atuação do Grupo A12, que é gerido por um Conselho Deliberativo e uma Diretoria Executiva, é bem diversificada e seu mix é composto por Auto (57,1%), Benefícios (24,7%) e Demais Ramos (18,2%). Em 2014, as corretoras do Grupo obtiveram um crescimento de 14,53% no volume de negócios, comparado ao ano anterior, número acima da média de mercado e que demonstra o grande potencial de crescimento desta nova operação.

De acordo com Renner Fidelis, conselheiro, diretor executivo da A12 e sócio da Apoliseg Corretora de Seguros, a globalização trouxe e traz ameaças e oportunidades. “Diante do novo cenário econômico do país, decidimos, em 2013, criar um novo grupo através da união de 12 companhias sólidas que tinham a mesma filosofia, ou seja, promover diversas soluções que trouxessem maior musculatura, competitividade, redução de custos e melhoria no lucro, seja através da conquista de novos mercados, assim como pelo aumento da rentabilidade da operação”, explica ele no comunicado divulgado à imprensa.

“Temos como visão ser uma das maiores e melhores corretoras de seguros da América Latina, desenvolvendo e provendo soluções que proporcionem segurança e conforto aos nossos clientes, estabelecendo sólidos relacionamentos com as seguradoras de mercado, gerando satisfação aos nossos colaboradores e rentabilidade aos acionistas”, ressalta Luis Fernando de Paula Henrique, conselheiro, diretor executivo da A12 e sócio da Liga Vitória Corretora de Seguros.

Segundo Sérgio Quintella Martins, conselheiro, diretor executivo da A12 e sócio da SMB Corretora de Seguros, estrategicamente, o Grupo está presente em vários estados do Brasil e conta com a somatória de experiência de corretoras inovadoras e tradicionais com mais de 35 anos de atuação. “O Grupo A12 tem ainda, como meta, criar um novo modelo de distribuição a ser implementado no Brasil e também em outros países em um processo de internacionalização da empresa”.

Conheça as empresas que integram o Grupo A12:

– ALMANZA (Uberlândia-MG)

– APOLISEG (Goiânia-GO)

– BEZLIM (Goiânia-GO)

– BSBCOR (Brasília-DF)

– LIGA VITÓRIA (São Paulo-SP e Vitória-ES)

– MULTISEG (Curitiba-PR)

– PERSPECTIVA (Vitória-ES)

– RA INSURANCE (Brasília-DF)

– SEGNA (Rio de Janeiro-RJ)

– SELTSEG (Belo Horizonte-MG)

– SMB (São Paulo-SP)

– SOL DIAMANTE (Goiânia/GO)

Ana Cláudia Calil é a nova Head da área Comercial da Mondial Assistance

ana_calil_altaAna Cláudia Calil é a nova Head da área Comercial do segmento de Bancos e Seguradoras da Mondial Assistance. A executiva possui mais de 20 anos de experiência no mercado segurador, atuando nos segmentos de Operações, Vendas e Gestão de Pessoas. Possui passagens por grandes empresas do setor como Sul América Seguros e Europ Assistance, além de ter sido CEO da corretora Costa Duarte Brasil. Ana Cláudia é formada em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com MBA em Gestão Estratégica e de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas e também pela Funenseg, em Seguros e Resseguros.

Depois de 6 anos, Câmara aprova VGBL Saúde; agora FenaPrevi investe para o Senado aprovar

Osvaldo_Nascimento cnsegDepois de seis anos de discussões, o mercado segurador conseguiu que a Câmara dos Deputados aprovasse o o Projeto de Lei 10/15, apresentado inicialmente pelo ex-deputado Armando Vergílio e agora apresentado ao Congresso pelo filho, o deputado Lucas Vergílio (SD-GO). O PL regulamenta o VGBL Saúde, um plano de previdência catalogado como um seguro de vida com cobertura de sobrevivência.

“A intenção é incentivar a poupança de longo prazo. Pesquisas mostram que as pessoas estão mais preocupadas com os custos com planos de saúde na velhice do que com aposentadoria. Elas acreditam receberão do governo a aposentadoria, mas são descrentes de serão atendidas pelo SUS”, comentou Osvaldo do Nascimento, presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi).

Ele explica que o VGBL Saúde poderá ser contratado, com benefícios fiscais, pelas empresas para os seus empregados. O patrimônio acumulado no fundo tem de ser usado para pagar despesas com saúde para ser isento de IR. Mas se o funcionário sacar os recursos acumulados para outras despesas, a parte depositada pela empresa será tributada integralmente, diferente do que acontece no VGBL tradicional, onde apenas o rendimento é tributado. “Essa foi a forma encontrada para não provocar um desiquilibro no sistema.

Nascimento explica que o diferimento tributário dos PGBLs corporativos, que permitem ao titular deduzir as contribuições até o limite de 12% da renda bruta tributável, beneficia quem faz a declaração do IR no modo completo, ou seja, aqueles com salários mais altos. “A nova lei, ao resolver essa assimetria em relação ao VGBL, vai permitir às empresas montarem programas previdenciários mais efetivos, de acordo com a faixa de renda dos empregados, oferecendo o PGBL para funcionários com renda mais alta e VGBL para pessoas que ganham menos e usam a declaração simplificada”, diz o presidente da Fenaprevi.

Sem projeções para o futuro, Nascimento diz que essa é uma agenda positiva do setor dentro de um cenário de pautas bombas. “Além de estimular a poupança de longo prazo, trata-se de um fundo que fará frente às despesas de saúde no longo prazo ajudando o cidadão a ter condições de tratamentos adequados, ao mesmo tempo que essa iniciativa visa desafogar o SUS dando ao cidadão seus próprios recursos acumulados para garantir atendimento privado”, comenta. Para o setor de saúde é um novo mercado que surge, uma vez que as micro e pequenas empresas não ofertam planos de saúde para seus funcionários.

O projeto segue para votação no senado e o executivo sabe que será preciso investir tempo para que o texto seja aprovado. “Agora a nossa agenda é fazer com que o projeto seja bem recebido no senado, afirmou ao blog Sonho Seguro. Um dos argumentos é mostrar que enquanto no Brasil 85% do patrimônio administrado pelas empresas de previdência privada vem de poupança de pessoas físicas, nos Estados Unidos a relação é inversa, com 85% das reservas provenientes de planos empresariais. “A agenda está lançada e o resultado veremos nos próximos 10 a 20 anos”, disse.

Nascimento acredita que o produto terá maior simpatia dos corretores independentes, que hoje não se interessam pela venda dos planos de aposentadoria PGBL e VGBL, com distribuição concentrada nos bancos. No entanto, o formato financeiro do fundo é praticamente igual aos planos comercializados hoje, com margem de ganho pequena para não comprometer a rentabilidade para o participante. Se o corretor carregar na comissão, o cliente ficará insatisfeito com o rendimento financeiro e certamente optará por outros produtos financeiros. “A competição e o acesso à informação gerada pela internet irá regular o mercado”, acredita Nascimento, acrescentando que é um produto que precisa de escala para se formar uma carteira rentável ao longo do tempo para o corretor.

As contribuições para planos abertos de previdência somaram R$ 46,3 bilhões no primeiro semestre do ano, crescimento de 28,4% sobre mesmo período do ano passado. O VGBL representa contribuições de R$ 42 bilhões e o PGBL R$ 3,83 bilhões e os planos tradicionais R$ 446 milhões. Mais de 12 milhões de pessoas possuem planos de previdência complementar aberta. Dessa total, cerca de nove milhões possuem planos individuais e o restante refere-se aos planos empresariais.

Levantamento da Brasil Assistência aponta que as ocorrências mais comuns acontecem no intervalo entre as aulas

machucadoLevantamento interno da Brasil Assistência mostra que o maior número de intercorrências escolares acontece com crianças entre 5 e 12 anos de idade, e com maior incidência durante os intervalos, por volta das 10h. “Crianças, jovens e adolescentes, em idade escolar, passam boa parte do dia nas instituições de ensino e, por estarem acostumadas a correr e brincar, grande parte de incidentes leves e até alguns acidentes mais graves, são registrados neste período e em ambientes escolares”, comenta Izadora Arreche, coordenadora de Assistência Médica Internacional da Brasil Assistência, em comunicado distribuído à imprensa.

Entre as ocorrências mais comuns – e leves – estão as quedas da própria altura, colisões com colegas, torções no tornozelo e cortes no supercílio. Entre as mais graves, as de maior incidência, de acordo com o levantamento, envolvem quedas de muros e escadas.

A maioria das ocorrências registradas por clientes da companhia que contam com a Assistência Educacional se dá nos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. “Em nossa Central de Atendimento são registrados acionamentos desde indicação de hospitais para avaliações de quedas simples, até atendimentos decorrentes para traumas sérios. Os chamados veem principalmente da região Sudeste”, explica.

Lucro líquido da Tokio Marine cresce 13,5% no primeiro semestre

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Após registrar o melhor desempenho de sua história no Brasil em 2014, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros no mundo, continua a se destacar com excelentes resultados no mercado segurador nacional. Nos seis primeiros meses de 2015, a empresa registrou expressivo crescimento de 22% no prêmio emitido sobre o mesmo período do ano passado, com uma receita líquida de R$ 1,89 bilhão. O Índice Combinado foi de 99,5% e o Lucro Líquido de R$ 74,3 milhões, 13,5% maior do que o primeiro semestre de 2014.

“Os números comprovam que estamos no rumo certo para alcançar as metas do Plano Avançar, que prevê um crescimento médio de 15% ao ano até 2017”, diz o presidente da Companhia, José Adalberto Ferrara. No geral, o desempenho no primeiro semestre deste ano foi 22% maior, enquanto o crescimento do mercado foi de 5%, sem VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre).

Além de apresentar bons resultados operacionais e financeiros, a Seguradora registrou redução de 0,9 ponto percentual nas despesas de comercialização, se comparado com os seis primeiros meses de 2014. O percentual do 1º semestre de 2015 foi de 18,7% contra 19,6% do mesmo período do ano anterior. Em 30 de junho de 2015, o Patrimônio Líquido foi da ordem de R$ 1.024,4 milhões, contra R$ 914,9 milhões de dezembro do ano anterior.

Há três anos consecutivos, a carteira de Automóvel da Companhia tem obtido o maior crescimento do mercado brasileiro, e o bom desempenho se manteve no primeiro semestre de 2015. Nesse período, o resultado foi 26,8% superior ao do ano passado, enquanto o mercado cresceu 5,5%. Atualmente, a Tokio Marine ocupa a sétima posição no ranking nacional desse segmento. Já na carteira de Ramos Diversos Massificados, o destaque foi o produto Condomínio, que teve um crescimento de 42,5% em relação ao mesmo período de 2014. O dado coloca a Companhia como a quinta maior do mercado nessa modalidade. “O excelente resultado é reflexo dos investimentos contínuos e do cuidado com a qualidade do atendimento aos Corretores e Segurados, além do compromisso em oferecer produtos, serviços e processos inovadores”, explica o presidente.

Outro resultado importante da Diretoria de Produtos Massificados foi o do segmento de Pessoas, que cresceu 15,8% no semestre, enquanto o mercado subiu 9,6%. A meta da Tokio Marine é ser uma das cinco maiores empresas independentes de Vida em Grupo e figurar entre as dez maiores Seguradoras de Pessoas do País até 2018, de acordo com as diretrizes do Plano Avançar. A Companhia também registrou um bom desempenho no segmento Afinidades. O produto Garantia Estendida, por exemplo, teve um desempenho 200,3% superior em relação ao primeiro semestre do ano passado.

Em uma clara demonstração de solidez, a Diretoria de Produtos Pessoa Jurídica da Tokio Marine cresceu 37% no primeiro semestre de 2015, enquanto a média do mercado foi de 1,6%. O prêmio emitido líquido no período foi de R$ 485 milhões. Com esses números, o market share da Seguradora passou de 3,9% para 5,3%.

“Entre as carteiras, o destaque absoluto é a de Garantia, que cresceu 547% nesse período. Com esse resultado, a Companhia passou do 14º para o 10º lugar no ranking nacional. Outros excelentes desempenhos foram registrados nas carteiras de Riscos Nomeados (110,8%), RC Geral (108,9%), Aeronáutico (102,7%) e Riscos de Petróleo (97,9%)”, afirma Ferrara.

O Produto Empresarial teve um desempenho 40,7% superior ao do primeiro semestre do ano passado. No consolidado de Transportes, o desempenho da Seguradora foi 11% maior nos seis primeiros meses de 2015, com destaque para o crescimento de 82,3% no segmento Internacional.

Segundo o executivo, a Companhia também está focada em desenvolver mais produtos específicos e customizados voltados a determinados nichos, como o segmento de pequenas e médias empresas. A estratégia consiste em crescer organicamente, sustentada pelos pilares de qualidade e compromisso do time de Colaboradores, qualidade dos produtos e, especialmente, qualidade na entrega dos serviços.

“O trabalho da Tokio Marine é feito com base em seis valores difundidos por toda a Companhia: respeito, ética, transparência, trabalho em equipe, excelência em produtos e serviços e compromisso com a satisfação dos 3C´s: Colaboradores, Corretores e Assessorias e Clientes. Queremos contribuir para o crescimento do mercado de seguros no Brasil”, finaliza o presidente.

Plenário aprova VGBL Saúde!!!!

O Plenário da Câmara aprovou há pouco o Projeto de Lei 10/15, do deputado Lucas Vergílio (SD-GO), que concede benefícios para incentivar empresários a custear planos de seguros com cobertura de sobrevivência (VGBLs) para os empregados.

Pelo texto aprovado, o seguro contratado terá a função de permitir aos funcionários complementar o valor de sua aposentadoria pela Previdência Social e ajudá-los a arcar com os custos de planos de saúde quando forem desligados do plano empresarial por demissão ou aposentadoria.

O plano será chamado de VGBL-Saúde, e a empresa que contribuir terá os mesmos benefícios fiscais aplicados aos planos de benefícios de previdência complementar.

O Plenário aprovou uma emenda para que a lei só entre em vigor 180 dias após a publicação da lei.

Mesmo diante do cenário econômico desafiador, a perspectiva é continuar investindo, afirma CEO da SulAmérica

gabriel portellaMesmo diante do cenário econômico desafiador, a perspectiva é continuar investindo, afirma o presidente da SulAmérica, Gabriel Portella. A companhia divulgou lucro líquido de R$ 123,5 milhões no segundo trimestre de 2015, crescimento de 130,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. O volume de prêmios chegou a R$ 3,8 bilhões no trimestre, aumento de 13,2% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Apesar das turbulências e ratings revistos por agências de classificação de riscos, a meta é clara: seguir no objetivo de inovar e atrair clientes com produtos diferenciados, serviços personalizados e corretores treinados. Por isso, a seguradora se mantém nas recomendações de analistas, como a XP Investimentos. Veja abaixo a entrevista concedida por Portella.

1) Quais as metas do grupo para 2015?

Diferentemente de outros países em que o setor de seguros já se encontra mais desenvolvido e consolidado, a maior parte da população brasileira ainda não possui opção de seguros algum. Essa baixa penetração representa uma enorme oportunidade de crescimento, mesmo diante do cenário econômico desafiador. Nossa perspectiva é continuar investindo na expansão de nossa presença física e se beneficiar da versatilidade de sermos uma companhia multilinha, que oferece soluções de seguros para diversos momentos da vida dos clientes e dos negócios das empresas. A força de vendas é outro diferencial. Neste sentido, a companhia já conta com mais de 30 mil corretores espalhados por todas as regiões do país.

E as novidades em termos de produtos?

Ampliar o portfólio para oferecer ainda mais benefícios aos nossos clientes também é uma preocupação constante. Em Capitalização, segmento em que a SulAmérica é a maior entre as independentes, a companhia tem focado estrategicamente em dois produtos com os quais é líder: Garantia de Aluguel, titulo que tem a função de caução em contratos de locação, e Incentivo, que permitem a realização de promoções mediante a realização de sorteios por empresas de diversos ramos de atividades (indústria, comércio, serviços). Pioneiro no mercado, o Garantia de Aluguel detém 60% do market share de garantia locatícia com uso de título de capitalização. Além das chances de sorteio inerentes ao produto, oferece benefícios para locatário (assistência residencial e a devolução de 100% do valor aportado como garantia), locador e imobiliária. Já o Incentivo têm se mostrado como uma excelente solução de negócio, eficaz para empresas que planejam girar estoque, fidelizar clientes ou elevar a adimplência, entre outras necessidades. A SulAmérica também é líder no segmento de promoções com 25% de participação de mercado.

E como está a parceria com a Healthways?

A associação da SulAmérica com a norte-americana Healthways, maior provedora independente de soluções em saúde e bem-estar do mundo, vai possibilitar a abertura de novos segmentos de mercado em que a nova empresa poderá oferecer soluções de bem-estar, tendo como alvo os empregadores, planos de saúde públicos e privados, prestadores e indivíduos em todo o Brasil. O segmento odontológico também tem espaço para crescer, pois apenas cerca de 11% da população (21,4 milhões de brasileiros) tem seguro odontológico. A companhia quer intensificar sua presença nesse segmento explorando as possibilidades de cross sell não apenas com a carteira de saúde, mas também com outros produtos da seguradora, como vida e automóvel.

Quais segmentos são prioritários?

A SulAmérica se beneficia do modelo de negócio multilinha e, dentro desse escopo, seguimos apostando no segmento de pequenas e médias empresas (PMEs), um dos principais alvos estratégicos da companhia. Oferecer ao empresário a proteção para estruturar e garantir a continuidade do seu negócio é um dos pilares essenciais do seguro, sendo uma das grandes contribuições que o nosso setor pode dar ao desenvolvimento do país. Nossa estratégia envolve ainda considerar as necessidades específicas deste segmento e tentar atendê-las da forma mais inovadora possível. Além das PMEs, certamente ainda há espaço para o nosso mercado crescer em diversos segmentos de seguro. A Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg), estima que o mercado de seguros cresça em torno de 12% esse ano.

Quais os principais riscos que ameaçam as metas em 2015?

Os resultados que temos apresentado nos últimos trimestres reportados demonstram que, apesar do cenário macroeconômico observado, conseguimos nos manter bem posicionados, capturando as oportunidades nos segmentos em que atuamos. Os constantes ajustes econômicos, a desaceleração do mercado e o crescimento abaixo da média podem impactar o setor. Mas, para uma companhia sólida como a SulAmérica, que conta com a força do modelo de negócios multilinha, esses impactos ficam mais diluídos. Nossa estratégia de expansão comercial permite a manutenção e ampliação da base de clientes.

Com vê a consolidação do setor?

O mercado brasileiro de seguros se adaptou rapidamente a questões como evolução tecnológica, hábitos de consumo, maior exigência dos reguladores. Essa adaptação tem impactado os seguradores e, também, os corretores.Por exemplo, maiores exigências regulatórias na saúde suplementar têm incentivado a consolidação do setor. O número de operadoras de saúde caiu praticamente pela metade nos últimos 15 anos. Apesar dos avanços no setor, precisamos acelerar o nosso processo criativo de produtos para acompanhar as transformações que estamos vendo no mundo e em nosso país. Temos total condição de superar as barreiras internas para uma projeção ainda maior da atividade de seguros no Brasil.

Pesquisa sobre Mobilidade Urbana da Liberty Seguros revela o desejo do brasileiro de viver em cidades compactas

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De acordo com dados do último censo do IBGE, mais de 84% da população moram em centros urbanos. Nesse cenário, a Liberty Seguros, em parceria com o Instituto Teor Marketing, realizou, pelo segundo ano consecutivo, uma pesquisa sobre mobilidade urbana para entender as implicações desse tema no cotidiano dos habitantes das principais capitais do país. Os dados foram coletados em entrevistas envolvendo mais de mil pessoas em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Salvador, Curitiba e Belo Horizonte. Do total de entrevistados, 60% são homens e 40% mulheres. A faixa etária média ficou nos 29,3 anos.

A Liberty Seguros propôs em sua “Pesquisa de Mobilidade Urbana 2015” que os participantes imaginassem a cidade ideal. Independentemente de local, faixa etária e sexo dos entrevistados, para 82% deles, ela apresenta as características de uma cidade compacta, onde moradia, trabalho e compras estão, no máximo, a 20 minutos a pé. Na “cidade compacta” a dependência do carro é menor e mais serviços são oferecidos nos bairros. Mulheres e pessoas acima de 31 anos são as que mais almejam viver em cidades desse estilo, mesmo que isso represente abrir mão de algumas conquistas.

Para José Mello, superintendente de Inteligência de Marketing e Inovação da Liberty Seguros, “o desejo de viver em cidades compactas é evidente em resultados como estar perto do trabalho e de áreas de lazer, a disposição de se deslocar a pé ou de bicicleta, a vontade de usufruir mais dos espaços públicos, a intenção de compartilhar mais e possuir menos bens.”

O estudo revela que, hoje, o Rio de Janeiro é o melhor exemplo de cidade compacta no Brasil, com 58% das pessoas que se deslocam a pé para realizar atividades do dia a dia, incluindo trabalho e lazer. Além disso, os cariocas valorizam a proximidade do local de trabalho ou estudo, e de áreas para a prática de atividades de lazer foram indicados como os principais para 31% e 27% dos habitantes da capital fluminense, respectivamente.

A pesquisa confirma a tendência de uma economia compartilhada, que vem ganhando força globalmente. Ainda que dividam pouco atualmente, 89% dos entrevistados afirmaram que gostariam de ter menos posses e mais acesso a bens compartilhados, desde itens triviais como livros, DVDs e utensílios domésticos até carros e cômodos da própria casa. Os moradores da cidade de São Paulo se destacaram como os menos dispostos a este compartilhamento. Por outro lado, Salvador, surge como a região mais disposta a dividir.

Os dados do levantamento da Liberty Seguros mostram que as pessoas mais dispostas a compartilhar tendem a ser mais “expostas”, ou seja, moram em casas de rua, conhecem seus vizinhos e andam de ônibus. Os jovens, na faixa etária entre 18 e 25 anos, se destacam nesse grupo, e representam 36% do total dos pesquisados, que já conjugam o verbo compartilhar. Quando a pesquisa faz o recorte por gênero, 60% dos homens ouvidos no estudo se declaram dispostos a dividir.

Lazer ao ar livre e uso do espaço público

Confirmando um resultado já observado na pesquisa realizada em 2014, para 81% dos entrevistados o local de lazer ideal é próximo de casa e ao ar livre. Esse índice reflete o desejo de estender os espaços das casas, que vem diminuindo principalmente nas áreas centrais das cidades, e de retomar o espaço público.

No que diz respeito à mobilidade no cotidiano, a pesquisa deste ano confirmou a diminuição do uso do carro. Em 2014, 50% dos entrevistados realizavam seus deslocamento diários de carro. Neste ano, o número caiu para 36%, sendo que houve um aumento do uso da bicicleta e dos deslocamentos feitos a pé.

Quando o assunto é a mobilidade no tempo livre, atualmente, na cidade de São Paulo, o carro responde por 37% dos deslocamentos para locais de lazer, enquanto a caminhada e o uso do trem e ônibus representam 28% e 22%, respectivamente, que somados representam 50% da preferência dos entrevistados.

Moradia, Vizinhança e Trabalho

Pensando na cidade ideal, 53% dos entrevistados responderam que realizariam seus deslocamentos a pé e de bicicleta, concordando que o carro não deve ser o principal meio de transporte.

A moradia ideal também foi um dos assuntos abordados na pesquisa. Os resultados mostraram um equilíbrio entre aqueles que preferem viver em um apartamento com varanda grande e ter opções de lazer no condomínio (33% dos entrevistados), em casa ou apartamento menores, mas próximos dos locais de estudo ou trabalho (28%) ou morar em uma casa espaçosa e afastada do trabalho (28%). Vale ressaltar que 12% dos paulistanos declararam que não abririam mão de nada para ter a moradia ideal.

No que diz respeito aos fatores que determinam a escolha do local de moradia, a proximidade de estações de metrô, trem ou ônibus e de locais para a prática de atividades de lazer foram indicados como os principais para 27% e 23% dos paulistanos, respectivamente.

Quando perguntados sobre onde desejam fazer suas compras do cotidiano, de produtos básicos e serviços de conveniência, ainda que demonstrem gostar da praticidade de compras pela internet, cerca de 55% dos entrevistados, 4% a mais do que no ano anterior, optariam por pequenos comércios de bairro, que pressupõe uma exposição maior e relacionamentos mais próximos. As mulheres são as responsáveis por puxar essa média. 59% delas preferem os comércios de bairro para a compra de produtos básicos e 42%, para os serviços de conveniência.

O desejo de aproximação com os vizinhos é um dado que merece destaque. 50% dos participantes da pesquisa admitem que teriam uma relação mais próxima com seus vizinhos e 30% não se importariam de abrir mão da privacidade para que essa aproximação aconteça.

A pesquisa observou uma insatisfação dos brasileiros com as formas tradicionais de trabalho. A flexibilidade e o controle do tempo são os principais anseios dos entrevistados. 57% declararam que abririam mão de até 20% do salário, desde que isso representasse mais liberdade de escolha versus menos tempo no trânsito. Atualmente, os brasileiros perdem até 90 minutos nos deslocamentos diários entre residência, trabalho e local de estudo.

“A pesquisa comprova que o desejo de viver melhor está disseminado entre os habitantes das cidades e é muito semelhante, mesmo em partes diferentes do Brasil. Com ações voltadas para a mobilidade urbana, a Liberty Seguros apoia e faz parte dessa transformação”, finaliza José Mello.

Um infográfico com informações sobre a pesquisa está disponível no link: http://www.libertyseguros.com.br/Clippings/Pesquisa%20Cidades%20Compactas%202015.pdf

Fatca: Brasil e EUA concluem acordo

Fonte: CNseg

O Fatca, um dos temas de interesse institucional da CNseg, teve mais um capítulo concluído nesta terça-feira e prevê a troca de informações financeiras de cidadãos americanos com contas no Brasil e de brasileiros com investimentos naquele país até o fim de setembro. É o que determina decreto que regulamenta o Ato de Conformidade Fiscal de Contas Estrangeiras (Fatca, na sigla em inglês), publicado no Diário Oficial da União. Este era o passo final para o intercâmbio entre Brasil e Estados Unidos entrar em vigor, desde que o acordo foi assinado em setembro do ano passado e ratificado pelo Congresso Nacional em julho deste ano.

A medida alcançará contribuintes de um país com contas correntes com saldo de pelo menos US$ 50 mil no outro país. Pelo regulamento, bancos, corretoras e seguradoras terão de encaminhar à Receita Federal o valor de depósitos, dividendos, reservas e investimentos de pessoas físicas e empresas americanas no Brasil, que repassarão as informações aos Estados Unidos. Em contrapartida, as instituições financeiras americanas terão de fazer o mesmo com correntistas brasileiros e informar ao Internal Revenue Service, órgão norte-americano equivalente ao Fisco, que transmitirá os dados à Receita. No caso das seguradoras, a informação de interesse é o valor que o cliente tem direito a resgatar ou dar em garantia de empréstimo, tanto nos planos de pessoas, como nos de previdência, quando superior a US$ 50 mil.

Em 2016, além dos saldos, os dois países trocarão automaticamente informações sobre rendimentos de aplicações financeiras, além das movimentações realizadas (aportes e resgates).
O Fatca permite ainda que haja a solicitação, não de forma automática, de informações complementares, como imóveis comprados por brasileiros no exterior. A expectativa da Receita Federal é trocar informações com outros países a partir de 2018. O intercâmbio multilateral depende de os países do G20 (grupo das 20 maiores economias do planeta) ratificarem acordos assinados entre os membros do bloco.

Em setembro, os dois países passarão a trocar informações relativas a 2014. Em setembro de 2016, serão trocados dados financeiros de 2015. Por causa do limite mínimo de US$ 50 mil em conta-corrente, o coordenador-geral de Relações Internacionais da Receita Federal, Flávio Araújo, esclarece que um pequeno número de correntistas será afetado. “São poucos contribuintes, mas que detêm grande patrimônio e têm potencial de sonegação e de elisão”, informou ele. “São poucos contribuintes, mas que detêm grande patrimônio e têm potencial de sonegação e de elisão”, concluiu.

Caixa Seguridade pede à CVM registro para abrir capital, informa Estado de São Paulo

Fonte: Jornal Estado de São Paulo

Logo depois do IRB Brasil RE, a Caixa Seguridade, braço de seguros do banco estatal, pediu à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o registro de sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). A oferta, que deve girar cerca de R$ 10 bilhões, conforme fontes, será apenas secundária, ou seja, o dinheiro levantado não irá para o caixa da companhia.

No prospecto preliminar ainda não constam datas para a realização da oferta, mas fontes destacam que a expectativa até aqui é de que ela ocorra no final de outubro. A oferta será realizada no Novo Mercado, que é o segmento de mais elevadas exigências de governança corporativa da BM&FBovespa.

O IPO da Caixa Seguridade é a oferta mais aguardada para este ano no mercado. A expectativa em torno da operação ganhou um ânimo extra após o IPO da Par Corretora em junho último, que além de alcançar uma demanda dez vezes superior à oferta, apresentou na estréia na Bolsa uma alta de mais de 12% das ações.

A Caixa consta no prospecto como o acionista vendedor. O IPO daCaixa Seguridade,assim como o do ressegurador IRB, vem naesteira do esforço para a composição do superávit primário, previsto hoje em 0,15% do Produto Interno Bruto (PIB).

“ACaixa Seguridade é o quarto maior grupo segurador do País, agregando as participações societárias da Caixa Econômica Federal nos ramos de seguridade e corretagem de seguros (…), sendo a empresa líder no segmento de seguros habitacionais”, destaca a companhia em seu prospecto preliminar. No mesmo documento a companhia frisa que um de seus pontos fortes é a exclusividade “de acesso a uma base de cerca de 80 milhões de clientes da Caixa e a potenciais novos clientes nos canais não-bancários”.

O prospecto ainda não abre quantas ações serão ofertadas e nem a faixa indicativa de preço, mas detalha que além de um lote principal haverá, caso tenha demanda, um lote adicional (até 20% do principal) e um suplementar (até 15% do principal).

IRB. O ressegurador IRB Brasil RE pediu aval à CVM na segunda-feira para realizar sua oferta. A oferta também será secundária e pode girar, segundo fontes, mais de R$ 3 bilhões.

O prospecto ainda não possui datas em relação ao cronograma da ofertas, mas a intenção é de que o IPO aconteça no início de outubro, destacam fontes. A abertura de capital da empresa, que possui participação da União, acontece na esteira do ajuste fiscal, por isso irá testar o humor dos investidores mesmo em momento de alta aversão ao risco. A União possui 11,69% das ações, o FGEDUC (Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo) 15,76%, BB Seguros 20,43%, Itaú Seguros 14,72%, Itaú Vida 0,22% e FIP Caixa Barcelona 9,85%.

O prospecto ainda não mostra quanto cada acionista irá se desfazer, mas fontes afirmam que o governo federal vai vender todas as ações que possui na empresa que estão fora do acordo de acionistas Ainda de acordo com fontes, a União realizará a venda por meio do Fundo de Garantia de Operações do Crédito Educativo (FGEDUC), “um fundo para o qual a União transferiu suas ações no IRB que estão fora do acordo”, destaca uma fonte.

O FGEDUC tem por finalidade garantir parte do risco em operações de crédito educativo no âmbito do Fies. A garantia é de, no máximo, 90% do valor da operação.