Pelo segundo ano consecutivo, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos seguradores do mundo, participa do Brazil Windpower 2015, que será realizado entre os dias 1º e 3 de setembro, no Rio de Janeiro (RJ). Além de ser uma das patrocinadoras, a empresa é a Seguradora oficial da conferência. Como na edição anterior, a Seguradora terá um estande na Feira de Exposição para receber os visitantes e apresentar suas soluções que atendem a toda a cadeia produtiva da indústria de geração de energia. A novidade é que nesta edição a marca da Companhia será exposta em todos os cordões de crachás e nas mochilas dos congressistas.
“Atuamos fortemente no segmento de Grandes Riscos e temos investido no aprimoramento de processos e contratação de pessoal técnico qualificado para atender cada vez melhor os Corretores e Clientes. A participação no Brazil Windpower 2015 reafirma nossa expertise e interesse no setor”, afirma o Diretor Comercial Corporate, José Luís Franco.
De acordo com o executivo, a Tokio Marine está preparada tanto na área técnica quanto na comercial para oferecer as melhores soluções para as empresas que compõem a cadeia produtiva do segmento de energia eólica. Recentemente, a Companhia segmentou e reforçou suas áreas técnicas e passou a oferecer soluções totalmente personalizadas a seus Corretores nas áreas de Grandes Riscos e de Pequenas e Médias Empresas. Agora, a Seguradora conta com underwriters especialistas, responsáveis por fazer a análise da operação, sugerir o produto e as condições mais adequadas às necessidades dos Parceiros e seus Clientes.
Segundo Franco, com o novo modelo de negócio, as especificidades de cada setor são consideradas no momento da análise de risco, o que facilita a criação de soluções sob medida. A customização das soluções é reforçada pela dinâmica do segmento elétrico. Em Grandes Riscos, o setor de subscrição da Companhia foi dividido em quatro Unidades de Negócios, sendo que uma delas tem como foco a área de Energia (geração, transmissão e distribuição de energia eólica, térmica, solar e hidroelétrica).
“Os gestores e analistas dessas Unidades têm a responsabilidade de elaborar estudos de produtos mais adequados a cada segmento, acompanhar as questões relacionadas a sinistros, gerenciar o risco e sugerir melhorias”, informa Franco.
Sobre o Brazil Windpower
O Brazil Windpower, maior evento de energia eólica na América Latina, traz aos seus participantes as melhores oportunidades de negócio, além de programação de palestras centrada em questões relevantes sobre o setor eólico.
A cada ano, a conferência recebe um número maior de inscritos, expositores e visitantes, seguindo os passos da tendência de crescimento do mercado de energia eólica no Brasil e na América Latina. O evento é organizado pelo Conselho Global de Energia Eólica (GWEC), pela Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) e o Grupo CanalEnergia.
Na edição passada, o evento obteve um público de 2.207 participantes, representando 804 empresas, com 40 patrocinadores e 102 expositores.
Tradicionalmente, a maioria de nós interage com as seguradoras em três momentos distintos: contratação, renovação e nos sinistros. Há alguns anos, várias seguradoras têm oferecido serviços adicionais à apólice, como checkups em automóveis, reparos em eletrodomésticos, chaveiro, encanador, entre outros. Esses trazem maior conforto e segurança ao cliente e muitas vezes são fator decisivo na escolha entre uma ou outra seguradora. E se esses serviços fossem estendidos para que tivéssemos um parceiro para cuidar do nosso bem-estar no dia a dia?
As seguradoras instalam rastreadores nos automóveis para recuperá-los em caso de furto. Esses dispositivos geram informações ricas sobre nosso comportamento ao volante (localização, rotas usuais, freadas bruscas ou acelerações rápidas) e condições do automóvel (pressão dos pneus, aquecimento do motor, uso do airbag). Poderíamos ter, por exemplo, informações sobre manutenção preventiva dos automóveis ou melhores formas de mobilidade urbana para evitar o estresse dos congestionamentos. Nas estradas, dados instantâneos sobre suas condições ou das paradas para descanso e abastecimento para garantir uma viagem mais confortável.
Contar com um profissional nos momentos de aperto, quando se esquece as chaves de casa ou a máquina de lavar emperra é, sem dúvida, um alívio. Mas se nossas seguradoras nos ajudassem a economizar com as contas de água e luz? Monitorando constantemente os eletrodomésticos poderíamos ter um uso mais consciente desses recursos. Além disso, identificando preventivamente variações de calor, umidade ou movimentação indevida em nossos lares durante nossa ausência, as seguradoras podem nos livrar de dores de cabeça ainda maiores.
Ter uma renda por um acidente que nos obrigue à aposentadoria ou amparar nossa família no caso de incidentes futuros, sem dúvida nos deixa mais tranquilos. No entanto, viver uma vida saudável certamente nos dá mais prazer. Com a ajuda de wearables, dispositivos que podem ser acoplados aos nossos corpos, desde de um chip a um relógio de pulso ou anel, as seguradoras podem nos ajudar a levar uma vida mais saudável com recomendações de exercícios físicos para nossa faixa etária, alimentos orientados aos nossos hábitos, qualidade do sono ou simples caminhadas. Contando com uma rede conveniada de médicos e especialistas da saúde, as seguradoras podem nos direcionar aos profissionais que melhor atendam nossas necessidades de saúde e comodidade.
A mudança de seguradora para um parceiro do bem-estar dos seus segurados é viável por meio de tecnologia e de um ecossistema de empresas que gerem valor ao negócio. A Internet das Coisas permite que sensores capturem dados sobre as pessoas e o meio que as cercam. Essas informações podem ser enriquecidas com outras a partir do contexto em que estão inseridas (mapas, clima, grupos de comparação) para que análises mais precisas possam ser geradas. Os smartphones, por exemplo, fazem com que as interações sejam realizadas no momento mais oportuno para nós. E para citar apenas algumas, empresas especializadas em mobilidade urbana, monitoração de residências, concessionárias de energia, água ou gás, além de agentes da saúde, complementarão os serviços oferecidos pela seguradora. Nesse momento, teremos alguém com quem contar não só nos momentos difíceis, mas em todos os momentos, para que eles sejam cada vez mais agradáveis.
A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) promoverão, amanhã (1/09), em São Paulo, o workshop de seguros massificados para jornalistas, com o objetivo de disseminar a cultura do seguro e esclarecer questões importantes ligadas ao produto.
Para a diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, a imprensa tem um papel fundamental na divulgação clara e transparente do seguro para o consumidor. “O mercado de seguros massificados é amplo e complexo, mas acreditamos que simplificar a linguagem seja o caminho para ampliar o entendimento do produto. Foi pensando assim que idealizamos este evento, especialmente para os jornalistas”.
Para o diretor executivo da FenSeg, Neival Rodrigues de Freitas, “o evento é de suma importância para esclarecer questões básicas e responder dúvidas mais específicas sobre o produto”. O workshop abordará a história, o mercado e a relevância dos seguros massificados no Brasil, bem como questões ligadas aos direitos do consumidor.
Durante o workshop será apresentado um estudo inédito sobe o índice de penetração do seguro residencial no Brasil, que, segundo levantamento da FenSeg, mostra que as regiões Sudeste e Sul são as que têm os maiores índices de penetração do produto. No entanto, menos de 15% das residências são seguradas.
Na ocasião também será lançada a cartilha sobre o seguro residencial, desenvolvida por meio de uma parceria entre CNseg e FenSeg. A publicação é a segunda da série “Conhecendo seu seguro”, lançada no dia 12 de março deste ano com o tema seguro de automóvel. A cartilha segue a mesma diretriz do workshop : tornar a linguagem do seguro mais próxima do público e, com isso, responder às dúvidas e questões sobre o produto.
O workshop de seguros massificados acontecerá no Hotel Golden Tulip (Alameda Santos, 85), em São Paulo. A cerimônia de abertura está agendada para as 9h30. Ao final do evento os jornalistas presentes poderão fazer perguntas.
Programação:
9h30 – Abertura
Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora executiva da CNseg
Paulo Marraccini, presidente da FenSeg
9h50 – O Seguro Massificado no Brasil
Neival Freitas, diretor executivo da FenSeg
10h20 – A importância da informação para o consumidor
Danilo Silveira, presidente da Comissão de Riscos Patrimoniais Massificados da FenSeg
10h50h – Intervalo
11h15 – Análise do Seguro Residencial no Brasil
Claudio Cabral de Assunção (Bradesco Seguros)
11h40 – Perguntas dos jornalistas
12h20 – Encerramento
12h30 – Almoço
Local: Hotel Golden Tulip Paulista Plaza (Alameda Santos, 85)
A ação publicitária entra no ar no próximo dia 01/09 e será divulgada através do site (www.essor.com.br), mídias digitais (como a página no Facebook e Youtube) e distribuição eletrônica aos corretores. É um reconhecimento à parceria da categoria com a seguradora e um convite aos corretores de seguros a participarem da equipe da empresa. A Essor conclama o corretor de seguros a ser o “Parceiro da Inovação” e a se engajar nos novos projetos da companhia para o Brasil nos segmentos de Construção Civil, Transporte de Passageiros e Agricultura.
Após um primeiro semestre de observação do momento econômico nacional, a empresa, de origem francesa, volta a apostar todas as fichas no Brasil e convoca os corretores de seguros para uma nova etapa de trabalho, voltada para a exploração e conscientização de nichos de mercado ainda pouco conhecidos dos brasileiros.
“Investimos e elaboramos esta campanha de conscientização para consolidar o bom relacionamento que temos com os corretores de seguros e para reforçar que viemos para ficar, para crescer e compartilhar bons resultados com a categoria”, afirma o CEO da Essor, Fabio Pinho.
Em ações de agradecimento aos corretores, a seguradora reconhece que o corretor de seguros motiva a Essor a buscar novas ideias e são fonte de inspiração na concepção dos produtos oferecidos aos seus clientes. A empresa também atribui à confiança da categoria na empresa o fato de ter conseguido transformar e aprimorar o mercado de seguros no Brasil e garantir mais credibilidade aos segmentos em que atua.
Em uma peça publicitária dirigida à categoria, a Essor convida os corretores que ainda não atuam com a seguradora e com seus parceiros operacionais a fazerem parte do time. Desta forma, a seguradora poderá oferecer produtos inovadores, inspirados nas melhores práticas do mercado europeu, adaptados às necessidades brasileiras.
Os resultados da parceria com os corretores obtidos nos dois anos e meio de operação da companhia no Brasil e as solicitações para integrar a equipe da Essor estarão disponíveis no site e no facebook da empresa, onde a campanha será veiculada.
Aprovação – O presidente do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ), Jayme Torres, vê com bons olhos e entusiasmo a iniciativa da empresa. “Estamos vivendo um período de grandes transformações no mercado brasileiro e em busca de novos produtos diferenciados e inovadores para atrair novos clientes e diversificar as carteiras dos antigos clientes. Toda iniciativa que visa valorizar a ação do corretor de seguros e, principalmente, convoca-lo a participar e compartilhar das medidas que visam melhorias no mercado e na captação de vendas será muito bem-vinda e terá o apoio do nosso Clube e, certamente, dos corretores de seguros, de uma maneira geral. O mercado segurador sente os efeitos da crise e esta é uma ótima oportunidade para o corretor inovar atuando em segmentos que normalmente não opera. É louvável que uma companhia de raízes europeias, conforme a Essor, nos convoque para buscar soluções eficientes e inovadoras junto com a seguradora, visando o aprimoramento do mercado e a ampliação de oportunidades de negócios. O trabalho em parceria é sempre mais produtivo e eficaz”, afirmou.
A SSP, líder global no fornecimento de tecnologias para seguradoras, e a Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, assinaram contrato de prestação de serviços para ajudar as companhias de seguros pessoais do Reino Unido a realizarem suas ambições digitais, substituindo sistemas legados e tornando-se mais competitivas.
A parceria faz uso da vasta experiência da Capgemini no setor de seguros, como integradora e especialista na melhoria de processos por toda a cadeia de valor, para implementar a plataforma Select Insurance, da SSP, além de seus serviços de distribuição e dados.
A plataforma Select Insurance oferece uma potente combinação de funções flexíveis e ágeis de subscrição de seguros, administração de apólices e sinistros, com uma sofisticada distribuição multicanal, que possibilita aos clientes interagir diretamente com sua seguradora por meio de desktops, smartphones e tablets. A tecnologia foi adotada por duas importantes empresas do setor no último trimestre, já demonstrando progresso com a implantação de programas digitais com foco nos ramos residencial e automotivo.
Como integradora de sistemas, a Capgemini leva um grande conhecimento e melhores práticas às seguradoras na era digital, que procuram acessar e impulsionar suas competências por meio de diversos canais. Com sólida experiência na otimização de dados, a empresa aplica uma metodologia para criar soluções líderes de mercado para os seus clientes, garantindo rapidez na geração de valor.
As empresas trabalharão em conjunto para agilizar a implementação de plataformas digitais, juntamente com a migração de negócios atuais e sistemas legados. “Com um mercado cada vez mais competitivo, oferecer uma experiência consistente aos clientes em todos os canais é mais importante do que nunca. Estamos felizes por trabalhar com a Capgemini para complementar nossa capacidade de criar soluções digitais inovadoras para empresas de seguros, acelerando o ritmo com o qual conseguimos ajudá-las a realizar suas ambições”, afirma o diretor administrativo para seguradoras da SSP, Stephen Lathrope.
“O mercado está buscando maneiras econômicas de obter as competências das quais precisam para gerar crescimento rentável. As plataformas legadas não oferecem a flexibilidade e agilidade que as seguradoras necessitam para enfrentar a concorrência, mas adotar novas tecnologias e realizar uma migração eficiente pode ser algo desafiador”, diz o vice-presidente e líder de Seguros da Capgemini no Reino Unido, Nigel Walsh. “Temos um histórico de sucesso no atendimento ao mercado de seguros e na oferta de estratégias digitais, design, implementação e gestão de sistemas críticos. Estamos realmente felizes por trabalhar com a SSP e a solução Select Platform”, finaliza.
O processo de integração das marcas Yasuda Marítima está indo de vento em polpa e o cronograma segue dentro do que previsto, independentemente da crise que assola o Brasil. Em 2014, o grupo beirou os R$ 3 bilhões em prêmios emitidos líquidos e apresentou crescimento significativo em carteiras como a de seguros corporativos (53%), massificados (17%), pessoas, (13,5%) e saúde (10%). “Agora, com a unificação e repaginação de alguns produtos e a criação de outros, vamos trabalhar para incrementar ainda mais nossa participação no mercado nacional, que é estratégico para a Sompo Holdings”, afirma Francisco Caiuby Vidigal Filho, diretor-presidente da Yasuda Marítima Seguros. Veja abaixo a entrevista.
Quais as metas do grupo para 2015?
A Yasuda Marítima vem passando pelo processo de unificação, que é atípico dentro de uma empresa, mas que vem propiciando experiências bastante edificantes na companhia. Por meio dele também implementamos novos processos, investimos em tecnologia, pudemos estudar cada um dos produto que disponibilizamos e, com isso, incrementá-los ainda mais para que os parceiros corretores tenham na Yasuda Marítima, produtos que atendam a todos os segurados que integrem sua carteira de clientes. Uma das metas do grupo é expandir a atuação pelo Brasil, já que observamos oportunidades de crescimento de diversas carteiras em diferentes regiões. Com a integração das marcas que deram origem à Yasuda Marítima, observamos um incremento na agilidade e na gestão de uma série de processos, melhora na eficiência operacional; sem contar na motivação da equipe de toda a companhia, que está imbuída em alcançar nossas metas. Além disso, agregamos novos talentos em várias áreas para contribuir para que nosso planejamento estratégico seja concretizado.
Quais segmentos são prioritários?
Para 2015, estamos com um foco em incrementar nossa participação nos seguros de Pessoas, Transportes, RE Compreensivos (Residencial, Condomínio e Empresariais, por exemplo). Alguns movimentos relacionados a esses segmentos já foram colocados em prática. Nos seguros de Pessoas, lançamos em parceria com a PET Assist uma cobertura por meio da qual o bichinho de estimação tem sua qualidade de vida garantida caso seu tutor venha a faltar. Também lançamos o Vida PME Supersimples, que é um produto de fácil contratação, voltado para pequenas empresas. Ainda na área de Vida, lançamos a campanha Selfie dos Campeões, para estreitar o relacionamento com os parceiros corretores de seguros de todo o Brasil e incentivá-los nas vendas dos produtos desse segmento. Ao fechar contratos em qualquer um dos produtos de pessoas, o corretor terá a oportunidade de acumular pontos que podem ser trocados por prêmios que vão desde equipamentos eletrônicos até um carro 0 km. Vale ressaltar que trouxemos especialistas de diversos segmentos que incrementam com know how de décadas de mercados áreas importantes para a companhia, a exemplo de Desenvolvimento de Produtos, Transportes, Sinistros e Operações, Patrimonial (Empresarial e Massificado), entre outros.
Algum deles se torno estratégico em razão da crise do Brasil?
Nosso Planejamento Estratégico 2015 contempla crescimento nas regiões com base nas carteiras com maior demanda local. Por exemplo, Seguros de Transportes deve apresentar uma demanda significativa em regiões, como por exemplo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Minas Gerais e Rio Grande do Sul; independente do arrefecimento da economia. Isso porque, ainda que o segmento logístico sofra com os reflexos da economia, seus executivos vão precisar encontrar meios de reduzir custos e serem mais eficientes. Um desses meios é a gestão de risco, que é um dos trabalhos que a Yasuda Marítima realiza na área de Transportes e pode contribuir sobremaneira no ganho de eficiência e economia para seus segurados. Outro ponto é que ainda há muito espaço para crescer nessa área em muitos Estados.
Quais os principais riscos que ameaçam as metas em 2015?
É claro que, num cenário de adversidades temos que ficar atentos a fatores que podem influenciar direta ou indiretamente o mercado de Seguros. A queda na empregabilidade tende a afetar a área de Benefícios e a expectativa de queda na produtividade e no consumo influencia na contratação de outras categorias. Mas observamos que, segmentos nos quais temos trabalhado significativamente, ainda há muito espaço para concentrarmos esforços. A Yasuda Marítima, por exemplo, tem produtos na linha Empresarial que tem especial apelo para PMEs. Basta verificar que o número de Pequenos Negócios no Brasil saltou de 5,6 milhões em dezembro de 2011 para 9,8 milhões em abril deste ano, segundo o SEBRAE. Além disso, de janeiro a maio deste ano, mais de 800 mil novas empresas foram criadas, a grande maioria PMEs. Muitos desses empreendimentos, que acabam de ser formalizados por todo o País, vão demandar não só o segmento Empresarial, mas diferentes produtos de seguros; como Frotas, Vida, Responsabilidade Civil e outros.
Há um plano B para o segundo semestre?
Nosso planejamento estratégico contempla um leque de produtos e uma área de abrangência bem significativos. Para dar suporte às nossas estratégias, nossas equipes de venda e relacionamento com o corretor, bem como área de marketing já têm estruturadas ações para marcar ainda mais presença da nossa marca nos nossos mercados-alvo. Eventualmente, como já é comum numa estratégia ampla como essa, ajustes podem acontecer no desenvolvimento das iniciativas. Mas nada que não esteja previsto. Para traçarmos planos e metas que pudessem ser alcançadas, realizamos uma série de reuniões que envolveram desde os executivos de nossas regionais até o board da companhia. Fizemos um raio X dos ramos com mais potencial para atender as demandas de cada região e estabelecemos os meios que vamos adotar para dar suporte ao corretor local para atender ao seu segurado. Dessa forma, acreditamos que a capilaridade e o potencial de mercados “verdes” em muitos segmentos serão um ponto a favor para conquistarmos market share.
Como vê a consolidação do setor?
Isso já era um movimento esperado. O setor de seguros vem ampliando sua participação no PIB no Brasil. E isso, sem dúvida, iria atrair a atenção de players globais. Na verdade, pode-se dizer que houve uma transformação desde a abertura do mercado de resseguros no País. Isso só fez aumentar o potencial local para subscrição de risco, que ainda é bastante atraente. Basta verificar o número de resseguradoras inscritas na SUSEP. Da mesma forma, o mercado está cada vez mais concorrido e conhecer a realidade local é uma vantagem competitiva. A Yasuda Marítima conta com o suporte e know how da Sompo Holdings, que é um dos maiores grupos seguradores do mundo. Isso, aliado ao conhecimento de nossa equipe do mercado brasileiro são requisitos que consideramos valiosos.
É comprador/vendedor?
Nós consideramos salutar e benéfico para o mercado o movimento de consolidação e também dos IPOs do IRB e Caixa Seguridade. Estamos atentos às oportunidades para expansão de nossas carteiras nas diferentes modalidades de seguros. Porém, no momento, temos outras prioridades estratégicas.
Há vida mesmo com crise. Esse é o foco das seguradoras no Brasil, em especial da XL Catlin. “Ao mesmo tempo em que damos continuidade ao processo de integração, a XL Catlin quer reafirmar seu valor no mercado. Temos US$ 17 bilhões do capital total, US$ 10 bilhões em prêmios líquidos e detemos a posição de número 1 no Lloyd’s. A marca XL Catlin expressa o que acreditamos que uma empresa deva ser hoje. Adaptabilidade. Agilidade. Inovação. Uma personalidade aberta e corajosa”, afirma Renato Rodrigues, gerente geral da operação de seguros da XL Catlin no Brasil. Veja abaixo entrevista concedida pelo executivo.
Quais são as metas do grupo para 2015?
Queremos construir sobre o crescimento e a expansão dos quais usufruímos nos últimos anos. Continuamos a desenvolver e fornecer soluções novas e inovadoras e agregamos talentos de destaque do mercado. No que se refere ao Brasil, tenho plena convicção de que se trata de uma parte importante de nossa estratégia de crescimento para a operações de seguros em 2015. O Brasil é a maior economia da América Latina em termos de PIB. Embora o crescimento econômico brasileiro tenha se abrandado nos últimos 2 a 3 anos, as expectativas de crescimento para os próximos anos permanecem principalmente por conta do desenvolvimento de infraestrutura e da internacionalização. Vamos direcionar nossa expansão no país com base em novos setores como energia e transportes, que estão se tornando cada vez mais importantes.
Quais segmentos são prioridades?
Novos segmentos de negócio estão surgindo no Brasil devido à grande quantidade de dados consolidados de exportação do país e à criação de empresas regionais na América Latina, também conhecidas como Multilatinas. São empresas multinacionais criadas nos últimos 10 anos, com forte poder econômico no Brasil e com negócios globais. Para se proteger, essas empresas precisam de programas globais de seguro com apólices locais cuidadosamente integradas. Apoiamos o crescimento geral do país e das grandes empresas de setores como Manufatura, Logística, Alimentação e Bebidas ou Linhas Financeiras. Por isso, nosso plano é nos concentrarmos em áreas como Transporte Marítimo, Responsabilidade Naval, Linhas Financeiras e cobertura de Responsabilidade Civil e Patrimoniais para apoiar as operações e estratégias de crescimento dessas empresas. Mas também planejamos lançar novas soluções durante o ano para apoiar ainda mais nossos clientes no Brasil.
Como você vê o movimento de consolidação neste setor?
O que estamos vendo agora são as seguradoras se posicionando melhor para lidar com certas forças que estão moldando o mercado. Cito cinco delas:
• consolidação das corretoras, o que exige que as (re) seguradoras sejam mais relevantes;
• a globalização dos clientes, o que nos obriga a ser cada vez mais globais;
• O imperativo de utilizar dados e análises para tomar decisões melhores e mais inteligentes, o que requer investimento e inovação;
• O capital alternativo que continua a remodelar o mercado e que pode também ser aproveitado para a inovação;
• Mudanças regulatórias que exigem maiores níveis de capital a serem realizados, dando uma vantagem para empresas maiores.
De acordo com matéria publicada pelo Chicago Tribune, a Allstate, segunda maior empresa de seguros dos Estados Unidos, patenteou um sistema chamado “Traffic-based Driving Analysis”. Tal sistema poderá monitorar todo tipo de ação executada pelo motorista quando estiver em seu veículo.
Oficialmente, a proposta da Allstate é verificar quais são os motoristas que adotam as medidas mais seguras ao volante, permitindo que eles tenham descontos maiores ao contratar uma apólice. Para isso, serão utilizados monitores e câmeras capazes de capturar uma porção de atividades.
Será possível, por exemplo, observar quantas pessoas estão no carro, quem está dirigindo (se é o segurado ou outra pessoa), se o motorista usa o telefone ao volante, se come enquanto guia, se carrega algum item que possa causar distração (animais, mochilas, lixo), sua postura ao volante e, possivelmente, o volume do sistema de som e a pulsação do motorista.
A grande polêmica está no fato de a Allstate ter liberdade para vender essas informações a quem estiver interessado. Em outras palavras, seria um mecanismo similar ao utilizado pelo Google para entender quem você é e, a partir disso, passar a exibir conteúdo publicitário personalizado. O problema seria saber se terceiros também poderiam ter acesso a esses dados, de modo a comprometer a segurança do motorista.
Uma segunda etapa desse processo de monitoramento também abrangeria o ambiente ao redor do carro do segurado: outros carros, padrão de tráfego, condições meteorológicas, condições de pista, pedestres, entre outros. Por enquanto, porém, ainda não há estimativa de data para que o Traffic-based Driving Analysis entre em funcionamento.
De acordo com notícia publicada pela Agência Estado, o mercado de seguros brasileiro deve deixar para trás os “níveis eufóricos” de crescimento conquistados nos últimos anos como reflexo da desaceleração que o Brasil atravessa, na opinião do superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Roberto Westenberger. Ainda que o segmento tenha baixa participação no Produto Interno Bruto (PIB), com a economia em crise, sua expansão neste ano será, conforme ele, “muito mais modesta”, de cerca de 6% em termos reais (descontando a inflação).
“Nosso Produto Interno Bruto (PIB) está andando de lado. Devemos crescer, em termos reais, abaixo de dois dígitos, em torno de 6%. É uma performance ainda a se comemorar e comprova a tese de que o mercado de seguros está preenchendo um gap histórico no Brasil”, avalia ele, em entrevista exclusiva ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.
De janeiro a junho, de acordo com Westenberger, o mercado de seguros brasileiro cresceu em torno de 14% em termos nominais e entre 6% e 7% em números reais, acompanhando a retração da economia local. Esse patamar de expansão deve ser mantido na segunda metade do ano, conforme o superintendente, em meio às oportunidades para o segmento avançar em áreas poucos exploradas. Contribui ainda o fato de o período ser tradicionalmente mais forte, impulsionado, principalmente, por maiores contribuições de planos de previdência privada.
Para Westenberger, crescimento é a principal tendência para o mercado de seguros brasileiro. Tal expansão, porém, tem de ser, na visão dele, voltada ao preenchimento das necessidades atuais da sociedade, com soluções securitárias para a área de infraestrutura, que garantam a aposentadoria das pessoas e protejam a baixa renda de infortúnios. “O brasileiro vai demandar produtos sintonizados com suas necessidades e que não necessariamente condiz com as ofertas que temos hoje no mercado”, admite ele.
Há quase um ano e meio à frente da Susep, Westenberger defende ainda que o mercado de seguros seja também mais funcional para a economia brasileira e que as seguradoras se posicionem como um suporte de investimento institucional para o País. Esse também é o desejo do Ministério da Fazenda, pasta à qual a Susep está submetida.
A matéria afirma que algumas novas soluções securitárias podem sair do papel ainda este ano, de acordo com o superintendente da Susep. Uma delas, conforme ele, é voltada para os fundos de pensão na esteira do convênio firmado com a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), que regulamenta o setor. Trata-se de uma cobertura que visa a cobrir os risco de longevidade dos participantes, ou seja, de os beneficiários viverem mais do que os recursos que acumularam ao longo da vida.
Outro estudo prioritário da Susep, de acordo com entrevista de Westenberger à Agência Estado, é a ampliação do seguro de garantia para obras públicas, que garante que as mesmas sejam concluídas conforme previsto em contrato. Essa apólice representa hoje apenas 5% do valor total do projeto e o objetivo da Susep é ampliar esse porcentual, talvez para 30% ou até mesmo 100%. “Estamos preparando a passos largos um produto que cubra efetivamente o risco de conclusão. Para isso, os níveis de garantias precisam ser substancialmente aumentados”, ressalta o superintendente.
Apesar de admitir que paradigmas no passado frustraram a agenda de grandes obras e, consequentemente, a expectativa das seguradoras que viram muitos projetos ficarem só no papel, ele diz que, por parte da Fazenda, tais problemas não devem se repetir. A urgência na retomada do crescimento, conforme Westenberger, está no radar de qualquer órgão do governo com poder decisório e tão logo as questões atuais que atravancaram o País sejam resolvidas as obras de infraestrutura poderão ter um melhor desempenho.
Neste contexto, o superintendente da Susep vê como positivo o recente movimento de vendas de carteiras no País, principalmente, no segmento de grandes riscos, com as multinacionais ocupando mais espaço diante da necessidade de dividir riscos no mercado global. O setor de seguros, segundo ele, é muito dinâmico, portanto, é natural que isso aconteça.
“O Brasil está demandando produtos mais sofisticados, mais parrudos, nesta área de grandes riscos. É positivo também ter mais empresas operando no País. Evidentemente, que sempre as transações passam pela aprovação do regulador, que vai balancear a conveniência desta empresa operar, capital, solidez financeira, preparação tecnológica”, diz Westenberger.
A mais recente foi a venda das seguradoras do HSBC com o banco para o Bradesco. O pedido para obtenção do aval da Susep já foi feito. A expectativa do Bradesco é que esse e as demais autorizações, que incluem Banco Central (BC) e Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) saiam ainda neste ano.
Segundo notícia publicada pela Agência Estado, o compartilhamento de risco de longevidade dos fundos de pensão com as seguradoras deve abrir um mercado inicial de R$ 20 bilhões para essas companhias, segundo estimativa da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Os pedidos para a formatação dos primeiros produtos já foram enviados à autarquia e devem ser autorizados, de acordo com Roberto Westenberger, superintendente do órgão regulador, ainda este ano.
Caso de fato sejam aprovados, é possível que a transferência de risco de longevidade dos fundos de pensão gere para as seguradoras, já em 2016, algo em torno de R$ 10 bilhões em seu primeiro ano. Na prática, esse seguro tem como objetivo cobrir o risco de os beneficiários dessas entidades viverem mais que a previsão para o acúmulo de recursos feitos ao longo da vida para a aposentadoria.
“Esse (risco de longevidade) é um mercado novo e extremamente atrativo que está se abrindo para as seguradoras. Os R$ 20 bilhões não serão realizados a curtíssimo prazo, mas ao longo de um horizonte que não é de muitos anos. A necessidade de proteção para o risco de longevidade é imediata”, diz Westenberger, em entrevista ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.
Tal montante representa, conforme ele, 5% de todo o faturamento do mercado de seguros brasileiro no ano passado, de cerca de R$ 400 bilhões, e, por isso, é um “acréscimo substantivo” ao segmento. O superintendente da Susep explica que no caso de um indivíduo viver mais que o previsto terá de desembolsar mais recursos. Esse cálculo é feito com base em uma tábua atuarial, que considera a expectativa de vida dos indivíduos e a renda a ser paga no futuro.
A transferência do risco de longevidade para as seguradoras impede, conforme Westenberger, que ocorra um “curto circuito” para os fundos de pensão e comprometa as reservas para pagar as aposentadorias no futuro. Sobre se o custo do produto seria atrativo para essas fundações, ele diz que a autarquia vai olhar a questão da razoabilidade dos prêmios, mas que o mercado é livre, embora, competitivo. Como as grandes fundações têm estrutura e equipe para fazer essa análise, a expectativa do mercado é de que menores fundos tenham maior interesse pelo produto.
“O próprio mercado vai definir um patamar razoável (de preço) desse seguro. O conceito de caro ou barato tem de ser analisado a luz da possibilidade de um fundo de pensão ter prejuízo ou até não ter reservas para honrar seus compromissos em meio à longevidade crescente na economia brasileira”, destaca o superintendente da Susep.
Desde março, os fundos de pensão foram autorizados a transferirem o risco de longevidade para as seguradoras. Começou, então, a corrida por parte das seguradoras para criarem produtos sob medida para esta necessidade. De acordo com Westenberger, a nova solução também está no âmbito do acordo de cooperação assinado no ano passado entre a Susep e a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), que regulamenta os fundos de pensão.
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