Atendendo a uma demanda de seus Parceiros de Negócios, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos securitários do mundo, relança a opção de pagamento em quatro vezes sem juros no boleto bancário. A alternativa é válida para a quitação do prêmio dos produtos Auto Individual. A Companhia informa ainda que permanece inalterada a modalidade de cobrança débito em conta em até seis vezes sem juros, nos bancos conveniados – Banco do Brasil, Bancoob, Bradesco, Caixa Econômica, Citibank, HSBC, Itaú e Santander.
“Temos a prática de ouvir as sugestões dos nossos Corretores e Assessorias e aplicá-las em nosso dia a dia. Sendo assim, decidimos oferecer novamente a possibilidade de pagamento em quatro vezes sem juros na ficha de compensação. É mais uma alternativa para facilitar o trabalho dos nossos parceiros”, explica o Presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara.
De acordo com o executivo, a Seguradora está focada em crescer organicamente, sustentada pelos pilares de qualidade e compromisso do time de Colaboradores, qualidade dos produtos e entrega. “O trabalho da Tokio Marine é feito com base em seis valores difundidos por toda a Companhia: respeito, ética, transparência, trabalho em equipe, excelência em produtos e serviços e compromisso com a satisfação dos 3C´s: Colaboradores, Corretores e Assessorias e Clientes”, finaliza o executivo.
O lucro operacional da RSA para o semestre saltou 84%, para £ 259 milhões, enquanto o lucro antes de impostos subiu 317%, para £ 288 milhões. Os prêmios líquidos ficaram estáveis em £ 3,2 bilhões, porém em queda quando considerados os impactos do câmbio. No mesmo período do ano passado os prêmios totalizaram £ 3,4 bilhões, segundo comunicado divulgado ao qual o blog Sonho Seguro teve acesso. O índice combinado ficou em 96,9% no semestre.
Segundo agências internacionais, o forte desempenho poderia perturbar uma oferta potencial para a empresa britânica pela Zurique, que é entendido como ser considerando uma oferta em £ 5,4 bilhões, menor do que os £ 6,2 bilhões que os advisers calculavam. A esperança é que o com o forte resultado divulgado hoje a oferta suba para £ 5,4 bilhões.
Analistas afirmam que a Zurich só estaria disposta a pagar mais para negócios que gerem retornos de pelo menos 10%. Se isso não for possível, devolverá o dinheiro para os acionistas. A RSA confirmou a venda da operação na América Latina, mas não fez comentários em seu balanço. A performance das operações da AL, Irlanda e Reino Unido contribuiu decisivamente para o bom resultado de semestre.
A Allianz Seguros publica o seu terceiro relatório anual de sustentabilidade que está disponível no endereço: www.relatorioallianz.com.br. Referente à atuação da companhia em 2014, trata o tema nas dimensões social, ambiental e econômico-financeira. O documento foi elaborado com base nas diretrizes G4 – versão mais atual da Global Reporting Initiative (GRI), organização que estabeleceu o padrão de relato de sustentabilidade mais difundido internacionalmente.
“Temos a Sustentabilidade como um de nossos pilares. Em nosso entendimento, a gestão sustentável é a melhor maneira de uma companhia ser próspera nos negócios e realmente estar inserida na sociedade em que atua. Então, ao integrarmos as questões sociais, ambientais e de governança fortalecemos os nossos resultados e impactamos positivamente o presente e o futuro de pessoas e locais com nossas ações”, afirma Ingo Dietz, diretor de Relações Institucionais da Allianz Seguros.
Desenvolvimento da sociedade
O ano de 2014 foi emblemático à Allianz. Além de ter completado 110 anos de operação no Brasil, comemorou os 20 anos da Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz (ABA). Ao longo dessas duas décadas, a instituição atendeu mais de seis mil crianças e adolescentes da comunidade Santa Rita, localizada no bairro de Cangaíba, zona leste de São Paulo.
O My Finance Coach é outra ação da Allianz voltada à sociedade. Totalmente gratuito, é aplicado por jovens aprendizes até membros do Comitê Executivo da companhia a alunos de 10 a 14 anos de escolas públicas e privadas e ONGs das capitais paulista e fluminense. Até o final do último ano, 4.300 jovens de 15 instituições foram beneficiados.
Soluções verdes
Por pertencer a um Grupo conectado com os desafios globais, a Allianz Brasil oferece seguros que auxiliam na mitigação dos impactos ambientais e sociais. Como exemplos, podem ser citados os produtos Agrícola e Floresta, com indenizações em caso de perdas por condições adversas do clima, como também o Residência, Condomínio e Empresa PME, que oferecem consultoria e descarte sustentáveis aos segurados.
Contribuição dos colaboradores
Ao longo de 2014, a região Sudeste, onde está instalada a sede da Allianz e concentrados cerca de 90% dos colaboradores da Allianz, viveu a pior crise hídrica dos últimos 84 anos. Então, como forma de contribuir na contenção desse cenário, a Allianz, com a colaboração de seus empregados, intensificou as ações de uso consciente do recurso.
Além de o prédio em São Paulo obedecer a rígidos requisitos ambientais e de sustentabilidade com certificação ambiental e selo Leadership in Energy and Environmental Design (LEED) e ser preparado, por exemplo, para captar a água da chuva, muita disciplina e auxílio de outros itens incidiram contra o desperdício. E, portanto, implicaram no percentual de economia em 2014, em relação a 2013.
Perspectivas
Em 2015, a Allianz espera crescer aproximadamente 10%, isto é, acima do mercado. Porém, pautada no desenvolvimento sustentável e em inovação. Prova disto é o lançamento do Allianz Auto Instituto Ayrton Senna, o primeiro seguro de automóvel com o benefício social do Brasil.
O embaixador britânico, Alex Ellis, recebeu o CEO da JLT Resseguros, Rodrigo Protásio, e o representante da estatal inglesa Lloyd’s, Marco Castro, no consulado, no Rio de Janeiro, na tarde desta quarta-feira (05). Em pauta, as mudanças no setor de resseguro nacional, que além de anunciar o fim do protecionismo de mercado vai também abrir capital na bolsa, em outubro. A intenção é aumentar a participação da Lloyd’s no Brasil e ajudar a fomentar o mercado brasileiro de resseguros estimado em R$ 10 bilhões anuais.
O grupo Liberty Mutual comprou, em julho, uma das principais seguradoras do Chile, a Penta Security, por US$ 162 milhões, passando a ter 20% de market share no segmento de seguros gerais no país. Segundo comunicado,a Penta oferece uma oportunidade sólida para o crescimento da Liberty Mutual Insurance no mercado de seguros não vida do Chile, que movimenta cerca de US$ 3 bilhões, bem como fortalece a expansão do grupo na América Latina.
“A Liberty Mutual tem registrado resultados consistentes no Chile, e acreditamos no crescimento futuro da região”, disse Luis Bonell, presidente da Liberty International. “O mercado chileno de seguros gerais registrou uma taxa de crescimento anual de 9,3% nos últimos cinco anos”, acrescentou Pablo Barahona, líder das operações do grupo na América Latina e Europa Continental. “A força do mercado chileno nos dá força para o crescimento na América Latina.”
Veja abaixo a entrevista publicada pelo jornal Diario Financeiro com Pablo Barahona, que comandou a subsidiária brasileira até o ano passado,passando o cargo para Carlos Magnarelli. Na conversa, Barahona descartou, segundo o jornal, interesse na compra da inglesa RSA diante do desafio da integração das operações com a Penta assim que acordo for aprovado pelos órgãos reguladores.
O grupo já tinha adquirido a Allianz, em 2003, e a carteira de seguros da ING no Chile, em 2004. Esta é a compra mais importante?
Eu diria que é um investimento maior do que os anteriores em quota de mercado e também em preço.
Como ficam em participação de mercado?
Há que distinguir entre prêmios diretos -inclui os resseguros- e os retidos. Trabalhamos mais com este último, onde em 2014 tínhamos uma quota de mercado de 9,2% e a Penta Security de 9%. Somos duas empresas praticamente do mesmo tamanho. Quanto aos prêmios brutos ou diretos, eles terminaram o ano passado com 10,7% e nós próximos de 10%. Consolidando as operações passamos a ter a liderança do mercado.
O grupo tinha em mente ser líder em seguros gerais?
Não, não é uma meta, nem obsessão, nem ambição. Embora, obviamente, ter escala nos dê mais vantagens e eficiências.
Há sinergia entre Liberty e Penta?
São semelhantes. Em relação a canais de distribuição, as duas trabalham com corretores. Oferecemos produtos semelhantes, que são linhas pessoais (veículo, residência, acidentes pessoais) e produtos para empresas (incêndio, terremoto, responsabilidade civil, transporte).
Quais são os principais objetivos do plano de negócios e crescimento com esta aquisição?
É uma promessa de compra e venda que deve passar pelas aprovações regulamentares antes de lançar a OPA. Portanto, não há planos de curto prazo. O que vem agora para nós é o entendimento do que é a Penta; compreender qual a cultura, estilo de gestão, pontos fortes e áreas de oportunidades. Com calma, vamos analisar e desenhar o melhor plano de negócios para a consolidação das operações.
O que se passa com a marca Penta e sua baixa reputação?
Estou ciente da exposição que a marca tem tido nos últimos tempos. Certamente é do nosso interesse mudar a marca o mais rapidamente possível. Mas temos que recorrer às normas para fazer este trâmite, mas a rapidez depende do regulador.
E quanto à infraestrutura e o pessoal da Penta Security?
Seguirá tudo igual até que tenhamos claro o plano de integração, o que ainda levará tempo.
Terão um edifício corporativo único?
Temos muitas coisas pela frente. Esta é uma delas, mas por agora não temos nada em vista.
Além dos balanços financeiros da Porto Seguro e Itaú, tivemos também três importantes publicações mundiais de seguradoras presentes no Brasil. Axa, XL e Argo registraram queda no ganho, principalmente em razão da turbulência dos mercados acionários gerada pelos problemas da Grécia. Em vendas, as três registraram avanço, segundo análise do blog Sonho Seguro.
XL – O grupo divulgou lucro operacional de US$ 245,8 milhões no segundo trimestre do ano, abaixo dos US$ 279 milhões do mesmo período do ano anterior. O declinio no ganho foi justificado pela integração com o grupo Catlin. No semestre, o ganho operacional chegou a US$ 440 milhões, abaixo dos US$ 518 milhões. O lucro líquido do semestre chegou a US$ 950 milhões, comparado a um prejuízo de US$ 23,3 milhões no mesmo period de 2014. Os prêmios, considerando-se a Catlin, avançaram 42%, para US$ 3 bilhões no segundo trimestre deste ano. No semestre, o grupo registrou prêmios de US$ 5 bilhões.
AXA – O lucro líquido da francesa recuou no primeiro semestre do ano para US$ 3,3 bilhões, enquanto os prêmios avançaram 10%, para US$ 54 bilhões.
Argo – O grupo registrou avanço de 7,2% no volume de prêmios no segundo trimestre do ano, para US$ 557,8 milhões. A alta se deve a boa performance do segmento de garantia. O lucro líquido foi de US$ 27,9 milhões, ficando abaixo dos US$ 38,6 milhões do mesmo periodo do ano anterior. O índice combinado foi de 95,4% no segundo trimestre do ano.
Um tanto quanto tumultuada a saída de Leonardo Paixão do comando do IRB Brasil Re, maior resseguradora local do Brasil e também da América Latina. José Cardoso, que vinha cuidando da área de resseguro e que era tido como certo na presidência, assumiu o cargo oficialmente. Na versão contada por pessoas próximas a Paixão ao blog Sonho Seguro, a saída dele dois meses antes da oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), se deu porque os acionistas privados não concordaram com as exigências feitas para se manter no cargo com responsabilidades muito maiores que são imputadas a um dirigente de uma companhia com ações em bolsa, inclusive respondendo por questionamentos de acionistas internacionais.
Diante da pressão, contam, os acionistas apostaram na saída de Paixão, mesmo com os riscos que isso pode imputar a preparação do IPO, previsto para outubro. Outra informação que circula nos bastidores cheios de meias palavras para entender a saída do executivo que vinha preparando o IRB desde 2013, é que os principais bancos que atuam como advisers, Itaú e Bradesco, ambos também acionistas do IRB, têm expectativa de que o IPO chegue a três vezes o patrimônio líquido da empresa, que gira em torno de R$ 2,8 bilhões. A referência internacional para demandas de IPO é de uma vez e meia o PL.
Mas o que conta mesmo é que o IPO do IRB, que deteve o monopólio por 69 anos e mais cinco de protecionismo, está ai e conta com o empenho do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que se esforça para arrecadar receitas e reduzir o déficit fiscal do governo. A BB Seguridade detém cerca de 20% do IRB, o Bradesco 20%, o Itaú 15% e fundos de pensão 10%.
O balanço do primeiro semestre do IRB, que será em breve publicado, sinaliza bons resultados para o período, com lucro líquido estimado em R$ 340 milhões. A expectativa está em analisar se foram feitas as provisões para sinistros avisados e também estimados, diante da incerteza que todos têm hoje sobre as provisões que devem fazer por conta da Lava Jato, que paralisou obras e tem pago custas judiciais de muitos executivos envolvidos nas investigações.
Temos aqui um tema que promete gerar muitas notícias, desde a abertura da sala de informações para os interessados no IPO até ver quem será o presidente indicado por quem levar os 40% ofertados. Estamos de olho.
A Pan Seguros e a Rede Secovi de Imóveis anunciam parceria que terá como destaque a segurança e a credibilidade exigidas pelo mercado imobiliário para atuar no segmento de seguro fiança locatícia. Em um trabalho conjunto, as instituições apresentam uma solução que, além de dar suporte completo às imobiliárias, atende a todas as demandas do mercado e traz atributos, como agilidade na aprovação, competitividade de preço, atendimento pessoal e coberturas diferenciadas.
Formada por um grupo de imobiliárias associadas ao Secovi-SP (Sindicato da Habitação), a Rede Secovi de Imóveis selecionou a seguradora por ter a expertise necessária para o negócio. “A parceria une a credibilidade e respeito da marca Rede Secovi à inovação e solidez da PAN Seguros”, destaca José Carlos Macedo, CEO da Pan Seguros.
O acordo permitiu à Pan Seguros criar grupos de trabalho envolvendo a Rede Secovi e suas imobiliárias, com o objetivo de entender todas as necessidades de melhoria que o seguro fiança exige. “Com estas informações em mãos, criamos um produto que atende diretamente essas solicitações. Estamos certos de que iremos elevar o nível de satisfação das imobiliárias e de seus clientes”, explica Macedo.
Com o Pan Aluguel Garantido – nome do produto da PAN Seguros –, as imobiliárias ganham mais rapidez no momento da contratação do aluguel do imóvel e a garantia do ressarcimento pelos prejuízos que venham a sofrer em decorrência do não cumprimento do contrato de locação, desde a inadimplência do aluguel até os danos causados no imóvel. “Por diversos motivos, entre eles, mais segurança para o locador e a escassez de fiadores dispostos e habilitados, as imobiliárias estão cada vez mais optando por só trabalhar com este tipo de seguro em suas negociações”, complementa o CEO da PAN Seguros.
“As imobiliárias estão em um novo patamar de atendimento, estendendo a consultoria que prestam a seus clientes a outros serviços, indo além da intermediação entre compradores e vendedores de imóveis. Com a Pan Seguros, nossos corretores poderão oferecer mais uma solução diferenciada a quem faz negócios em nossas associadas”, diz Nelson Parisi Júnior, presidente da Rede Secovi de Imóveis.
O acordo permite ainda aos clientes das imobiliárias da Rede Secovi descontos especiais nos produtos de Incêndio, Residencial e Empresarial.
Com enfoque na educação continuada do mercado segurador e no reconhecimento da qualificação técnica dos profissionais brasileiros, a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) lançará, em novembro deste ano, a Certificação Profissional CNseg (CPC). O presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, que foi o idealizador e grande incentivador do projeto, ressalta que o programa tem como objetivo acelerar o progresso profissional dos colaboradores do setor e sistematizar o conhecimento específico do mercado segurador, associando a teoria à prática. Ele destaca que a certificação não é obrigatória, mas seu reconhecimento pelo mercado será um diferencial na competitividade do profissional.
Rossi defende que a meta do CPC é validar as habilidades, reconhecer formalmente os conhecimentos dos colaboradores do setor de seguros, bem como melhorar a produtividade. “A CNseg decidiu implantar a Certificação após constatar que o Brasil tem plenas condições de se alinhar a mercados que possuem uma indústria do seguro mais desenvolvida, como os Estados Unidos e a Inglaterra; e a outros com um patamar de desenvolvimento semelhante ao nosso, como é o caso da Índia; nos quais a especialização e a certificação do mercado de seguros já são bastante sedimentadas”, enfatiza o executivo.
A CNseg será a entidade certificadora do Programa. A realização dos exames, elaboração, aplicação das provas e divulgação dos resultados ficarão a cargo da Escola Nacional de Seguros. “Rio de Janeiro e São Paulo serão as primeiras capitais a passarem pelo exame de avaliação previsto para o dia 4 de novembro”, explica a diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes. “Os candidatos serão testados nos seguintes aspectos: 1) Estrutura do Sistema dos Seguros Gerais, Previdência Complementar Aberta, Capitalização e Saúde Suplementar; 2) Aspectos Legais e Regulamentares; 3) Ética, Ouvidoria, Aspectos Contábeis e Financeiros e Controle Interno; 4) Operações de Seguros; e 5) Canais de Distribuição de Seguros”, completa.
A diretora executiva destaca que o CPC1 tratará de uma visão geral do mercado, dos princípios técnicos que regem o seguro, previdência privada, saúde suplementar e capitalização, dos aspectos legais e regulamentares, da legislação, dos normativos da Susep e da ANS e, por fim, de como funciona o mercado.
O exame terá cem questões de múltipla escolha. Para obter o CPC1 nível pleno o candidato deverá alcançar a nota mínima final de seis (6) no total das cinco disciplinas. As inscrições devem ser realizadas entre os dias 17 de agosto e 18 de setembro, pelo site da Escola Nacional de Seguros (http://www.escolanacionaldeseguros.com.br/).
Ensino à distância
Visando o desenvolvimento das competências específicas para o mercado segurador, a Escola Nacional de Seguros e a CNseg lançarão, em 2016, o programa em formato e-learning. “A importância do programa é um marco em termos de melhorar a qualificação no mercado de seguros. A partir do momento em que você consegue avaliar o conhecimento de uma forma objetiva, você vai perceber quais são as áreas que precisam de mais treinamento”, avalia a diretora de Ensino Técnico da Escola Nacional de Seguros, Maria Helena Monteiro, acreditando que o aumento da empregabilidade será um dos impactos mais importantes para o mercado, além da qualificação. “Para exercer certas funções a pessoa precisa ser certificada. Acredito que vamos evoluir para isso, como aconteceu no mercado financeiro”, referindo-se ao que aconteceu à Anbima, há 15 anos, com a certificação dos profissionais do mercado financeiro.
A Porto Seguro divulgou lucro líquido (sem combinação de negócios) de R$ 275 milhões (+26%) e de R$ 506 milhões (+36%) no segundo trimestre e primeiro semestre de 2015. As receitas totais se expandiram em 10% no trimestre e 13% no acumulado do ano, apesar dos sinais de dificuldade da economia. O grupo destaca, em comunicado divulgado nesta terça-feira que obteve crescimento tanto no resultado operacional quanto no resultado financeiro. O ROAE foi de 20,6% no segundo trimestre e de 19% no primeiro semestre do ano.
Na operação de seguros, os prêmios auferidos cresceram 7% no trimestre e 11% no semestre, em grande parte favorecidos pelo crescimento do número de itens. O número de veículos segurados atingiu 5,2 milhões (+7%) e o número de residências aumentou em cerca de 376 mil itens (+21%), alcançando 2,3 milhões de residências seguradas, informa o comunicado obtido pelo blog Sonho Seguro.
O desempenho operacional de seguros, demonstrado pelo índice combinado, melhorou nos dois períodos, alcançando 95,3% no 2T15 e 96,2% no 1S15, fruto principalmente da queda na sinistralidade. A ações para redução do risco e uma menor frequência de sinistros contribuíram para esta redução, em especial na Azul. O índice de despesas administrativas permaneceu estável no 2T15 e decresceu 0,2 ponto percentual no acumulado do ano.
Nas empresas financeiras e de serviços, as receitas cresceram 19% e 23% no 2T15 e 1S15 respectivamente, resultado sobretudo da evolução das receitas de operações de crédito (cartão de crédito e financiamento), impulsionadas pela expansão da carteira.
O resultado financeiro apresentou um aumento de 24% no trimestre, explicado pelos investimentos em títulos indexados a inflação que apresentaram uma performance acima do índice de referência e também por um CDI médio maior no período. A rentabilidade trimestral da carteira foi de 3,05% (101% do CDI) e de 6,13% (104% do CDI) no ano, excluindo-se os recursos previdenciários.
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