Seguradora britânica RSA vende operações latinas para GrupoSura por US$617 mi

Fonte: Reuters

A seguradora britânica RSA anunciou nesta terça-feira que vai vender operações latino americanas para a colombiana GrupoSura por cerca de 403 milhões de libras (617 milhões de dólares) em dinheiro, em estratégia para se retirar de mercados secundários.

O negócio é a mais recente medida do presidente-executivo, Stephen Hester, de vender ativos não essenciais para amparar os resultados financeiros da RSA.

Na América Latina, a companhia britânica tem operações no Chile, Argentina, Brasil, México, Colômbia e Uruguai. A divisão latino-americana da empresa tem ativos de 1,34 bilhão de libras até o final de dezembro passado. Os prêmios líquidos no primeiro semestre deste ano somaram 333 milhões de libras, com lucro após impostos de 9 milhões.

Veja abaixo o release publicado:

RSA Insurance Group plc. anunciou que hoje chegou a um acordo, sujeito a aprovações regulatórias, para vender todas as suas operações na América Latina (RSA Latin America) a Suramericana S.A, a seguradora subsidiária do Grupo de Inversiones Suramericana (Grupo Sura) por aproximadamente 403 milhões de libras pagos em espécie.

“Temos o prazer de anunciar a passagem de nossos negócios na América Latina para a Suramericana. Sendo o foco da RSA nos seus maiores mercados no Reino Unido & Irlanda, Escandinávia e Canadá, tem sido cada vez mais claro para nós que a RSA não é o melhor detentor estratégico destes negócios. Na Suramericana temos um player regional experiente e comprometido que pode tornar o negócio uma parte central de sua estratégia”, disse Stephen Hester, CEO do Grupo RSA.

“Espera-se que o preço desta venda, de 403 milhões de libras, seja um acréscimo forte ao capital do Grupo RSA, melhorando a flexibilidade operacional. Esta é a maior venda que temos em curso e é consistente com a nossa meta mencionada de concluir substancialmente o novo foco estratégico do Grupo RSA ao anunciar os resultados do final do ano de 2015”, completou ele.

A RSA América Latina é uma plataforma regional de seguros e uma das dez principais seguradoras da região. Tem presença estabelecida no Chile, Argentina, Brasil, México, Colômbia e Uruguai, com um mix equilibrado de portfólio.

As operações da RSA na América Latina tinham, em 30 de junho, um patrimônio total de 1,336 bilhão e patrimônios tangíveis líquidos de 258 milhões de libras. Os prêmios retidos líquidos na primeira metade de 2015 foram de 333 milhões de libras com um lucro antes de impostos de 9 milhões de libras. Espera-se que a transação seja significativamente positiva para os índices de capital do Grupo RSA em todas as medidas após a finalização da operação.

A transação está sujeita à obtenção das aprovações regulatórias relevantes em cada um dos países. A expectativa é de que todas as transações sejam concluídas até o final de 2016.

Espera-se que a liderança em cada um dos países permaneça com os respectivos negócios após a conclusão da transação. Este processo de venda foi discutido com a Zurich Insurance antes e após o anúncio de 25 de agosto e esta transação não está condicionada por qualquer resultado dessas discussões.

Mitsui Sumitomo compra Amlin por US$ 5,3 bi

A Mitsui Sumitomo Insurance informou que concordou em comprar a seguradora britânica Amlin Plc por 670 pence por ação em dinheiro. O acordo com a Mitsui Sumitomo Insurance, uma subsidiária integral da MS&AD Insurance Group Holdings envolve a oferta de US$ 5,31 bilhões à vista. O negócio tem um prêmio de cerca de 36% sobre o preço de fechamento da Amlin de 492,5 pence em 7 de setembro. “Estamos muito satisfeitos em anunciar a combinação de Mitsui Sumitomo e Amlin para criar uma companhia de seguros líder mundial, com um negócio internacional ancorado no mercado do Lloyd’s”, disse Yasuyoshi Karasawa, presidente e CEO Mitsui Sumitomo. “O acordo oferece um excelente valor para os acionistas, a melhoria das perspectivas de carreira para nossos funcionários, e continuidade reforçada e segurança para nossos clientes”, disse Charles Philipps, CEO da Amlin.

Segue release divulgado no Brasil:

Yasuyoshi Karasawa, presidente da Mitsui Sumitomo Insurance Company, uma subsidiária da MS&AD Insurance Group Holdings, anunciou hoje o acordo de compra de 100% das ações da Amlin plc, companhia de seguros européia, por aproximadamente 3.508 milhões de libras esterlinas.

Detendo o segundo maior consórcio do Lloyds*, a Amlin ocupa a primeira posição no segmento marítimo e tem grande presença em seguros nas áreas de energia. Com sede em Benelux, mantém também empresas de resseguro com hubs na Suíça e Bermudas, utilizando sua expertise de gerenciamento de riscos de alto nível.

Os resultados financeiros da Amlin foram muito positivos no último ano. Com prêmios emitidos de 2.564 milhões de libras esterlinas, apresentou um índice combinado de 89%, lucro líquido de 236 milhões de libras esterlinas e ROE de 14,1%.

A Mitsui Sumitomo Insurance Company, bem como o grupo MS&AD do qual faz parte, tem em seu plano estratégico de médio prazo, o Next Challenge 2017, as operações internacionais como um motor para suportar o crescimento do lucro de forma estável e pulverizar o risco através da diversificação de portfólio, com contínuo investimento em áreas de alta rentabilidade e crescimento. A combinação do portfólio da Amlin, que está centrada na Europa e América do Norte, com o portfolio da Mitsui Sumitomo Insurance, centrada no Japão e na Ásia, contribuirá para aumentar o balanço de produtos de subscrição direta e de Resseguro, bem como o balanço geográfico e diversificação de riscos.

Sujeito as aprovações dos reguladores, a conclusão deste processo está prevista para ocorrer entre janeiro a março de 2016.

(*) Lloyds of London – consórcio de subscritores altamente qualificados que avaliam o risco, determinam as taxas e realizam subscrição de riscos a nível mundial.

Sobre a Mitsui Sumitomo Insurance Group

A Mitsui Sumitomo Insurance Group (MSIG) faz parte do MS&AD Insurance Group, que está presente em mais de 35 países e 400 localidades ao redor do mundo. É o maior grupo segurador do Japão, tendo em suas linhas de negócios seguros de vida, individuais e corporativos, negócios internacionais, serviços financeiros e gestão de riscos.

Com unidades operacionais espalhadas pelas Américas, Ásia e Europa, o Grupo MS&AD é reconhecido como um dos grupos seguradores mais admirados do mundo pela Revista Fortune.

Completando em 2015, 50 anos de operações no Brasil, a Mitsui Sumitomo Seguros, subsidiária brasileira da MSIG, sempre atenta às mudanças e tendências do mercado segurador, oferece produtos e serviços que buscam atender com excelência às necessidades dos seus clientes. Estrategicamente presente em 13 localidades, dispõe das melhores soluções e proporciona um atendimento rápido e personalizado para cada região.

Comissão aprova seguro para funcionamento de boates e casas de show

Fonte: Agência Câmara

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou, na última quarta-feira (26), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 1/15, que obriga pessoas físicas e empresas que promovam ou organizem eventos artísticos, culturais e esportivos a contratar seguros de responsabilidade civil por danos pessoais causados em decorrência dessas atividades ou de incêndio, destruição ou explosão de qualquer natureza.

A proposta de autoria do deputado Lucas Vergílio (SD-GO) só permite o funcionamento de casas de shows, boates, teatros, estádios, cinemas e similares que tenham feito o seguro, garantindo a responsabilidade civil dos proprietários ou promotores no caso de acidentes. Os valores mínimos e as coberturas a serem contratadas serão definidos pelo órgão regulador de seguros (Conselho Nacional de Seguros Privados).

Cobrança de ingressos

Nos casos de eventos em que haja cobrança de ingressos, o organizador terá ainda de contratar, como garantia suplementar, apólices coletivas de seguro de acidentes pessoais coletivos em favor de seus espectadores e participantes. Nesse caso, será permitida a cobrança desse seguro de cada espectador ou participante.

O ingresso ou bilhete deverá trazer o valor do capital segurado individual, o número da apólice, o nome e o número do registro da corretora, o nome e o telefone da seguradora contratada. Em caso de morte do segurado, os herdeiros legais se tornarão os beneficiários de possíveis indenizações.

Conforme o texto, para o seguro de acidentes pessoais coletivos, as indenizações mínimas, por pessoa, deverão ser de: — R$ 10 mil em caso de morte acidental; — R$ 5 mil no caso de invalidez permanente; — R$ 2 mil para arcar com despesas médicas, inclusive diárias hospitalares.

Boate Kiss

O parecer do relator, deputado Augusto Coutinho (SD-PE), foi favorável à proposta. “A tragédia do incêndio na boate Kiss, na cidade gaúcha de Santa Maria, em janeiro de 2013, o qual tirou a vida de centenas de jovens, é um triste lembrete da necessidade de disciplinar a construção e o funcionamento de casas de espetáculos”, disse.

“A obrigatoriedade de contratação de seguro de responsabilidade civil pelas empresas organizadoras de espetáculos servirá como um poderoso incentivo para que as próprias empresas atuem no reforço da segurança de suas instalações contra acidentes”, completou.

Tramitação

O projeto será analisado agora pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania; e, em seguida, pelo Plenário.

Íntegra da proposta: PLP-1/2015

Despesa total do mercado de Saúde Suplementar registrou aumento de 14,7% em junho de 2015 ante junho de 2014

fenasaude logrelease

A despesa total do setor de Saúde Suplementar totalizou R$ 139,3 bilhões e cresceu 14,7% nos 12 meses terminados em junho de 2015 em comparação ao mesmo período encerrado em junho de 2014. A análise é da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), com base nas demonstrações contábeis que as operadoras de saúde enviam regularmente à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Neste mesmo período, as receitas de contraprestações somaram R$ 138,7 bilhões, um aumento de 13,7% na mesma base comparação. Dessa forma, o resultado operacional foi negativo, de R$ 0,6 bilhão nos 12 meses terminados em junho de 2015.

Despesas assistenciais crescem a 15,5% ao ano e impulsionam a sinistralidade para 82,4%

As despesas assistenciais do setor de Saúde Suplementar totalizaram R$ 114,4 bilhões e cresceram 15,3% nos 12 meses terminados em junho de 2015 ante o mesmo período findo em junho de 2014. O crescimento mais acelerado das despesas assistenciais, influenciado pelos gastos com consultas, exames e internações, dentre outros, levou a sinistralidade do mercado de Saúde Suplementar para 82,4%.

Considerando apenas as operadoras do segmento médico-hospitalar (modalidades de medicina de grupo, cooperativas médicas, seguradoras especializadas em saúde, filantropias e autogestão), a sinistralidade foi 84,1%.

Provisões técnicas atingiram R$ 29 bilhões em junho

O mercado de Saúde Suplementar constituiu mais de R$ 29 bilhões em provisões técnicas – posição até junho de 2015. Esse montante corresponde a 20,9% das receitas do setor acumuladas em 12 meses até junho de 2015. As provisões técnicas são o lastro financeiro que formam as garantias para os riscos assumidos pelas operadoras com beneficiários de seguros e planos, e com os prestadores de serviços.

Icatu Seguros alcança faturamento de R$1,5 bilhão no primeiro semestre

Release

A Icatu Seguros, maior seguradora independente de Vida e Previdência do país, alcançou faturamento de R$ 1,5 bilhão no primeiro semestre de 2015, aumento de 17% em relação ao mesmo período do ano passado. O patrimônio líquido atingiu R$ 848,4 milhões ao final do semestre, após distribuição de R$ 100 milhões em dividendos. A seguradora fechou o semestre com aproximadamente R$ 320 milhões em volume de ativos livres.

Mantendo o desempenho do mesmo período do ano anterior, a companhia alcançou lucro líquido de R$ 130,5 milhões. A Icatu Seguros chegou ao final do primeiro semestre com R$ 16,8 bilhões em ativos sob administração.

“Os resultados do primeiro semestre do ano demostram a consistência do crescimento da companhia, que tem buscado aprimorar constantemente o atendimento e investido na qualidade dos produtos e serviços aos clientes, corretores e parceiros comerciais. Os números refletem o trabalho de uma equipe que atua de forma coesa na direção dos mesmos objetivos” – afirma o presidente da Icatu Seguros, Luciano Snel. O executivo complementa que apesar de 2015 ser um ano desafiador em função do contexto econômico, a empresa tem mantido o ritmo forte de crescimento e lucratividade dos últimos anos, aproveitando as oportunidades que o setor apresenta.

O faturamento da companhia no segmento de seguros de pessoas atingiu R$ 686,8 milhões no semestre, crescimento de 16% em relação ao mesmo período de 2014. O desempenho nessa linha de negócios é devido, não só à ampliação da base de clientes, mas também ao aprimoramento contínuo da metodologia de subscrição de riscos e controle das carteiras.

Em previdência aberta, as contribuições cresceram 32% em relação ao primeiro semestre do ano passado, alcançando R$ 411 milhões. A seguradora atingiu cerca de R$ 9,8 bilhões em reservas, crescimento de 17 % comparado ao primeiro semestre do ano anterior. Já o segmento de capitalização alcançou R$ 1,7 bilhão em provisões técnicas e distribuiu aos clientes na forma de sorteios o montante de R$ 16,3 milhões.

A Icatu Vanguarda, gestora de recursos do grupo, fechou o semestre com R$ 10,6 bilhões em ativos sob gestão. A empresa figura nos principais rankings de investimento, se destacando na gestão de fundos de inflação, crédito e dividendos. Na Icatu Fundos de Pensão, o patrimônio administrado chegou a R$ 2,3 bilhões ao final do semestre, distribuídos entre os 39 planos do fundo Icatu Multipatrocinado e 6 planos Instituídos.

Riscos provocados pelo homem poderiam custar mais de US$ 140 bilhões às grandes cidades brasileiras

lloyds of london sinorelease

Onze das maiores cidades brasileiras poderiam ter US$ 147,47 bilhões de seu PIB em risco frente a uma série de ameaças ao longo da próxima década. Riscos decorrentes de ação humana como quebra de mercado, terrorismo e ataques cibernéticos responderiam por aproximadamente US$ 101,3 bilhões dessas perdas, segundo a mais nova pesquisa do Lloyd’s, o mercado especializado em seguros e resseguros.

O Lloyd’s City Risk Index é um estudo inédito e inovador sobre o impacto econômico de 18 riscos distintos em 301 das maiores cidades do mundo, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Manaus, Fortaleza, e Vitória. Baseado em uma pesquisa original feita pela Universidade de Cambridge, o Índice mostra pela primeira vez o verdadeiro custo econômico destas ameaças e revela que um total de US$ 4,6 trilhões de PIB projetado para 301 cidades avaliadas ao redor do mundo poderia estar em risco ao longo dos próximos 10 anos.
O Lloyd’s produziu este índice para ajudar a aumentar a compreensão e moldar a resposta do mundo para o cenário mutante de risco. Os dados, que serão atualizados a cada dois anos, visam estimular novas discussões entre seguradoras, governos e empresas sobre a necessidade de melhorar a resiliência, mitigar riscos e proteger a infra-estrutura.

Os resultados também mostram que os riscos provocados pelo homem, tais como ataque cibernético, terrorismo, pandemia e flutuação no preço do petróleo são agora mais significativos enquanto ameaça que representam para a produtividade econômica do que as tradicionais catástrofes naturais, tais como inundações, terremotos e secas. Por exemplo, a quebra de mercado é a ameaça mais significativa para o PIB global, respondendo por aproximadamente um quarto das perdas potenciais de todas as cidades avaliadas.

No Brasil, o Índice descobriu que essas 11 cidades, segundo estimativas, vão gerar US$ 1.580,8 bilhões de PIB anual ao longo da próxima década. No entanto, 9,35% deste crescimento econômico estaria em risco por uma combinação de 18 ameaças naturais e causadas por ação humana. São Paulo e Rio de Janeiro são as duas maiores cidades do Brasil tanto em produção econômica quanto em PIB potencial em risco.

No total, riscos causados por ação humana em São Paulo poderiam representar US$ 36,73 bilhões dos US$ 62,95 bilhões que a cidade tem em riso. As maiores ameaças para São Paulo, são de quebra de mercado (que poderia custar US$ 15,29 bilhões), pandemia humana (US$ 12,67 bi), inundação (US$ 11,63 bi), ataque cibernético
(US$ 9,13 bi) e flutuação no preço do petróleo (US$ 7,65 bi).

Em comparação, o Rio de Janeiro tem um total de US$ 14,86 bilhões em risco por ameaças causadas por ação humana, que é igual a 61,10% do total de US$ 24,32 bilhões em risco. As ameaças prioritárias no Rio de Janeiro são quebra de mercado (US$ 6,18 bi), pandemia humana (US$ 5,14 bi), ataque cibernético (US$ 3,69 bi), inundação (US$ 3,55 bi) e flutuação no preço do petróleo (US$ 3,10 bi).

Inga Beale, CEO do Lloyd’s disse:“O Lloyd’s City Risk Index destaca a exposição econômica de 301 grandes cidades ao redor do mundo. Governos e empresas, juntamente com seguradores, precisam trabalhar juntos para ter certeza de que esta exposição – e o potencial de perdas – seja reduzido.”

“Seguradores, governos, empresas e comunidades precisam pensar sobre como podem melhorar a resiliência de sua infraestrutura e de suas instituições. O seguro é parte da solução.”

“Os seguradores precisam continuar a inovar, certificando-se de que seus produtos são relevantes neste cenário de riscos em rápida mutação, e oferecendo aos consumidores a proteção que necessitam e, como resultado, contribuir para uma comunidade internacional mais resiliente.”

Marco Castro, Representante Geral e Presidente do Lloyd’s no Brasil, disse: “O relatório Lloyd’s City Risk Index mostra que o cenário de riscos está mudando, e os riscos causados por ação humana estão se tornando cada vez mais significativos ao redor do mundo. No Brasil, precisamos nos certificar de que estamos adaptados a estas ameaças crescentes, uma vez que bilhões de dólares estão em risco.”

“Cidades como São Paulo e Rio de Janeiro são potências econômicas internacionais, capazes de gerar enorme crescimento e prosperidade para o povo brasileiro ao longo da próxima década. Mas precisamos proteger estas cidades tanto contra riscos tradicionais como inundação, como contra riscos emergentes como ataque cibernético.”

O que é GDP@Risk?

Quando um evento catastrófico como um terremoto, pandemia ou crise financeira atinge uma cidade, ele reduz sua produção econômica. A perda de produção econômica, relativamente ao valor de produção que seria esperado, é o GDP@Risk de um evento. O Lloyd’s City Risk Index 2015-2025 toma os primeiros cinco anos de perda de produção econômica como a medida padrão de GDP@Risk de um evento.
Cidades estão expostas a riscos oriundos de múltiplas ameaças. O Lloyd’s City Risk Index considera 18 delas: ataque cibernético, seca, terremoto, inundação, congelamento, onda de calor, pandemia, quebra de mercado, acidente nuclear, flutuação no preço do petróleo, pragas nas lavouras, falta de energia, tempestade solar, inadimplência estatal, terrorismo, tsunami, vulcão e vendaval.

Nós estimamos a probabilidade de cada cidade ser afetada por eventos de diferentes magnitudes entre 2015 e 2025. Estas probabilidades variam de cidade para cidade, dependendo de suas localizações e características de risco, mas todos estes eventos são raros e a probabilidade de uma cidade ser impactada por qualquer evento em particular dentro do período de dez anos pode ser apenas uma pequena porcentagem.

Nós estimamos o GDP@Risk de cada evento, caso ele ocorresse, para cada cidade. A velocidade com que uma cidade se recupera após uma catástrofe é um componente-chave do risco total. O impacto destes eventos é mitigado pelo rápido acesso ao capital para ajudar a recuperar a economia posteriormente.

A soma de todas as perdas esperadas das diferentes ameaças e seus cenários representativos que poderiam ocorrer em cada um dos anos entre 2015 e 2025 nos dá o GDP@Risk total para a cidade, derivado de todas as ameaças. Esta é uma perda estimada para a economia daquela cidade resultante de todas essas ameaças, ponderada pela probabilidade.

Bradesco Seguros patrocina a XVII Bienal Internacional do Livro RJ

bradescoRelease

Com o objetivo de fomentar o mercado editorial brasileiro e estimular o hábito da leitura em crianças, jovens e adultos, o Grupo Bradesco Seguros, por meio de seu Circuito Cultural, está presente na XVII Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, como patrocinador máster. De 3 a 13 de setembro, no Riocentro, o evento oferece uma programação diversificada em que escritores, editoras, poetas, pensadores e o público em geral estarão reunidos em uma vibrante celebração em torno dos livros.

No estande do Grupo Bradesco Seguros, um lounge com espaço de leitura localizado no pavilhão Azul nº3, tem como tema os Jogos Rio 2016, dos quais o Grupo também é segurador oficial e patrocinador. Nele, o público pode conhecer um pouco mais sobre as diversas modalidades olímpicas e curiosidades esportivas, além de interagir com os mascotes dos Jogos Olímpicos, Paralímpicos e Time Brasil — Vinícius, Tom e Ginga, respectivamente — que estarão presentes no estande em 12 de setembro.

No local, há, ainda, empréstimo de livros e sorteios diários de publicações patrocinadas pelo Grupo Segurador, entre elas “Navegador de Espaços”, de Inácio Rodrigues, “A Invenção da Memória”, de Marisia Portinari, entre outros. Clientes Bradesco Seguros — Saúde, Capitalização, Auto, Vida, Previdência e seguros em geral — e titulares dos cartões de crédito Bradesco Seguros (bandeiras Visa e Amex) têm descontos de 20% em até dois ingressos na bilheteria da Bienal, mediante apresentação de carteira vigente e de documento com foto.

— Um dos principais eventos literários do país, a XVII Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro alia entretenimento cultural, educação e responsabilidade social. Essas características vão ao encontro das diretrizes, valores e missão do Grupo Bradesco Seguros. Ao patrocinar a Bienal, o Grupo segurador reforça o compromisso de promover e estimular o desenvolvimento de ações relevantes para a sociedade, nas áreas de educação, saúde, cultura, esporte e meio ambiente — explica o Diretor do Grupo Bradesco Seguros, Alexandre Nogueira.

CIRCUITO CULTURAL BRADESCO SEGUROS

Manter uma política de incentivo à cultura é compromisso permanente do Circuito Cultural Bradesco Seguros. Nos últimos anos, o Grupo Bradesco Seguros orgulha-se de ter patrocinado e apoiado projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas no cenário nacional. Dentre as atrações realizadas recentemente, destacam-se os musicais “O Rei Leão”, “Elis – A Musical”, “Mudança de Hábito”, “Chacrinha, O Musical”, “Bibi – Histórias e Canções”, “O Mágico de Oz”, “A Família Addams”, “Tudo por um PopStar”, “Cats” e “Mama Mia”; além da “Série Dell’Arte Concertos Internacionais”; o Ballet Kirov; o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM).

Uma das mais importantes iniciativas do Grupo Segurador é a Árvore de Natal da Bradesco Seguros — a maior árvore de Natal flutuante do mundo, segundo o Guinness Book of Records –, que em 2015 chega à 20ª edição. Um dos três maiores eventos do Rio de Janeiro, após o Carnaval e o Réveillon, a Árvore — com seus 85 metros de altura, o equivalente a um edifício de 28 andares, e 542 toneladas — é montada anualmente desde 1996 sobre o espelho d’água da Lagoa Rodrigo de Freitas e já tornou-se referência internacional, encantando a todos com a magi a do Natal.

7ª Conseguro debaterá a evolução do mercado segurador à luz das perspectivas econômicas e demográficas no Brasil e no mundo

conseguroRelease

Nos dias 15, 16 e 17 de setembro, o complexo World Trade Center, em São Paulo, receberá a 7ª Conferência Brasileira de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (Conseguro), um dos eventos de maior vulto do mercado segurador. Promovida pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) a cada dois anos, a Conferência reunirá, nesta edição, mais de 700 participantes, entre dirigentes do setor, especialistas nacionais e internacionais, autoridades e representantes do Governo, que abordarão temas relacionados ao envelhecimento global, às tendências mundiais em regulação de seguros, aos riscos emergentes do setor e à distribuição de seguros no Brasil e no mundo.

Com o objetivo de ampliar ainda mais os debates sobre a indústria do seguro e com o compromisso constante de inovação, a 7ª Conseguro está modificando o seu formato e, pela primeira vez, incorpora outros tradicionais eventos do mercado segurador que constituem a agenda de trabalho da Confederação. São eles: o 4º encontro Nacional de Atuários (ENA), o Seminário de Riscos Emergentes, a 5ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros, o Seminário de Controles Internos & Compliance e o Seminário de Distribuição de Seguros.

Para o presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, a Conseguro representa uma oportunidade para reflexão e troca de experiências sobre grandes temas que norteiam o mercado de seguros global. “Mesmo em um cenário econômico complexo, o nosso setor mantém um crescimento expressivo, sendo responsável por aproximadamente 6% do PIB brasileiro. Em 2014, movimentou mais de R$ 327 bilhões em prêmios”, avalia Rossi, ressaltando, ainda, que a Conferência visa ampliar o conhecimento sobre áreas estratégicas do setor de seguros.

Programação:

Durante três dias, a 7ª Conseguro reunirá especialistas nacionais e internacionais, entre executivos de grandes empresas, acadêmicos, técnicos e representantes das quatro federações (FenSeg, FenaPrevi, FenaSaúde e FenaCap) integrantes da CNseg, que debaterão questões atuais, as megatendências da indústria do seguro, o quanto a longevidade impacta o setor e a criação de oportunidades em momentos de crise. A agenda do evento apresentará um rol de palestrantes internacionais que trarão uma visão holística para a Conferência, entre eles:

• O professor, pesquisador, consultor e Ph.D., Amlan Roy, que ministrará a palestra “Como a demografia afeta o crescimento econômico”, baseada em análises históricas que apontam para a forte relação entre o crescimento da população em idade produtiva de um país e de seu PIB;

• O fundador-presidente do Global Aging Institute (GAI), Instituto do Envelhecimento Global, Richard Jackson, que discutirá o desafio de garantir a adequação e a sustentabilidade dos regimes de pensões no envelhecimento de mercados emergentes;

• O diretor de Medicina da Família e Comunidade e diretor de Pesquisa Política de Saúde para as Ciências Clínicas da Universidade de Dartmouth, Elliott S. Fisher, que ministrará o painel “Resolvendo o maior enigma da saúde: melhorando a qualidade com custos controlados”;

• O doutor em sociologia, professor em saúde pública e pesquisador sobre o envelhecimento humano, S. Jay Olshansky, que conduzirá a palestra “O dividendo da longevidade: alterando o curso da saúde e da longevidade”;

• A professora e pesquisadora da Universidade de Antuérpia, na Bélgica, Sunčica Vujić, que apresentará o painel “Correlação entre Violência, Educação e Aversão a Risco”;

• O filósofo político, professor de Harvard e autor do best-seller “O que é a coisa certa a fazer?”, Michael J. Sandel, que abordará as questões éticas e cívicas do nosso tempo.

Prêmios Longevidade Bradesco Seguros recebem inscrições até 11/09

O Prêmio Longevidade Bradesco Seguros chega à sua quinta edição em 2015, contemplando as modalidades de Jornalismo, Histórias de Vida e Pesquisa em Longevidade, voltado à comunidade acadêmica. As inscrições para todas as modalidades podem ser feitas até 11/9/2015, pelo site premiosdalongevidade.com.br. Participem!

MODALIDADES E CATEGORIAS

Prêmio Longevidade de Jornalismo

Em reconhecimento à importância da imprensa como formadora de opinião e difusora de conhecimento, a premiação busca estimular a elaboração de trabalhos jornalísticos que tratem o tema da longevidade com criatividade, contemplando duas categorias: Mídia Impressa (jornais e revistas) e Mídia Eletrônica (tv, rádio e web). Estão habilitados a concorrer matérias, artigos ou outros trabalhos de cunho jornalístico veiculados no período de 6/9/2014 a 11/9/2015. Os vencedores em primeiro, segundo e terceiro lugares de cada categoria receberão troféus, certificados e prêmios nos valores de R$ 10 mil, R$ 5 mil e R$ 3 mil, respectivamente (a serem pagos mediante carga inicial e única em cartão de débito nominal ao premiado, sem função de saque, para aquisição de produtos ou serviços).

Prêmio Longevidade Histórias de Vida

Aberto à participação de maiores de 18 anos de idade, tem como principal objetivo reconhecer e estimular a transmissão de conhecimento entre gerações, incentivando o relato de histórias que, de alguma forma, contribuam para disseminar o conceito de longevidade com qualidade de vida e bem estar. O primeiro, segundo e terceiro colocados receberão troféus, certificados e prêmios nos valores de R$ 5 mil, R$ 3 mil e R$ 1 mil, respectivamente (a serem pagos mediante carga inicial e única em cartão de débito nominal ao premiado, sem função de saque, para aquisição de produtos ou serviços).

Prêmio Pesquisa em Longevidade

Direcionado à comunidade acadêmica, é composto pelas categorias Geriatria e Gerontologia. Somente estão habilitados a concorrer trabalhos publicados no período de 8/8/2013 a 11/9/2015, em revistas nacionais ou internacionais reconhecidas pelo meio acadêmico (peer-reviewed articles). Os vencedores em primeiro e segundo lugares de cada categoria receberão troféus, certificados e prêmios nos valores de R$ 10 mil e R$ 5 mil, respectivamente (a serem pagos mediante carga inicial e única em cartão de débito nominal ao premiado, sem função de saque, para aquisição de produtos ou serviços).

Tokio Marine cresce 15,8% no segmento de Pessoas no primeiro semestre

Tokio Marcos KobayashiRelease

A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros no mundo, anuncia o crescimento de 15,8% na carteira de Pessoas no primeiro semestre de 2015, enquanto o mercado subiu apenas 9,6%. Uma das estratégias da Companhia para atingir esse resultado foi reforçar o time de Gerentes Comerciais de Vida, que passou de 13 para 27 especialistas. O objetivo da Companhia é ser uma das cinco maiores empresas independentes de Vida em Grupo e figurar entre as dez maiores seguradoras de Pessoas do País até 2018.

“Os Gerentes de Vida estão estrategicamente distribuídos por todo o País, oferecendo apoio técnico-comercial e promovendo, periodicamente, uma série de treinamentos para divulgar nossos diferenciais e serviços aos Corretores e Assessorias. A missão destes especialistas é apresentar as vantagens dos produtos Simples Vida Empresa, Vida em Grupo e PME Vida em Grupo e oferecer as melhores soluções de acordo com as necessidades dos Parceiros de Negócios”, afirma o Superintendente Comercial Nacional Vida, Marcos Kobayashi.

Segundo ele, com o reforço da estrutura comercial, houve um aumento da quantidade de Corretores ativos na Seguradora, que passou de 3,8 mil para 4,2 mil profissionais, e, consequentemente, a elevação do número de cotações. Considerando o período entre julho de 2014 e junho deste ano, a produção da carteira de Pessoas da Tokio Marine chegou a R$ 311 milhões. A meta é encerrar o ano com uma produção de R$ 335 milhões.

Pelas diretrizes do Plano Avançar, a empresa pretende dobrar o tamanho da carteira de Pessoas até o final de 2017, atingindo um prêmio de R$ 572 milhões. “Com equipes especializadas e motivadas, produtos, serviços e atendimento de qualidade, temos absoluta confiança de que aumentaremos nossa participação nesse mercado”, conclui Marcos Kobayashi.