Lloyd’s of London anuncia lucro de US$ 1,87 bi no 1o. semestre

marco castroO Lloyd’s anunciou hoje lucro antes de impostos de £ 1,19 bilhão (US$ 1,87 bilhão), com indice combinado de 89,5% e retorno sobre o capital de 10,7% nos primeiros seis meses de 2015. Esse é o quarto ano consecutivo em que o Lloyd’s superou seu grupo de concorrentes em termos de índice combinado, segundo nota divulgada pela mais antiga instituição de seguros do mundo.

“Nossos ratings financeiros continuam fortes. O Lloyd’s é classificado com AA- (muito forte) com a Fitch, A + (forte) com a Standard & Poors, A (excelente) com AM Best e atualmente tem perspectiva positiva com AM Best”, afirma Marco Castro, CEO do Lloyd’s no Brasil. “Este é um sólido conjunto de resultados, dadas as condições de mercado desafiadoras, que viram reduzidos os retornos de investimento devido a baixas taxas de juros e o aumento da concorrência por prêmios de seguros e resseguros em todo o mundo”, ressalta.

Quanto ao rebaixamento do rating do Brasil, Marco Castro diz: “A notícia da redução do rating do Brasil não muda o nosso apoio fundamental ao país e ao mercado Brasileiro de seguros e resseguros. O Lloyd’s está comprometido com o Brasil e continuará a apoiar os negócios brasileiros. Temos confiança de que no médio prazo a economia brasileira vai se recuperar.”

De acordo com o comunicado, as condições difíceis irão continuar. “No entanto, o Lloyd’s está empenhado em garantir o sucesso do mercado a longo prazo, continuará a apoiar a subscrição especializada e manterá um profundo compromisso com a supervisão rigorosa do mercado”, afirma a intuição. O Lloyd’s também ressalta que ssses fatores, combinados com a estratégia de modernização, expansão da presença internacional e o incentivo do mercado para inovar, irão garantir que o Lloyd’s continue desempenhando um papel vibrante como mercado líder mundial especializado em seguros e resseguros.

Detalhes completos dos resultados do 1º semestre de 2015 podem ser acessados em: www.lloyds.com/2015interimresults.

Seguro para pedaladas

Fonte: Folha de S.Paulo

Bicicletas de competição, com valores a partir de R$ 3 mil, são um mercado crescente para as seguradoras, que veem incrementos de até 200% no número de contratos neste ano.

Esse foi o aumento entre janeiro e julho na carteira da Argo, que hoje tem cerca de mil prêmios (clientes). Uma dificuldade desse negócio é a precificação do bem. Carros têm valores tabelados, mas as bicicletas variam de um modelo para outro.

“O cliente declara quanto vale e manda fotos. Temos especialistas que determinam se o preço faz sentido”, diz a diretora Ana Carolina Mello.

A seguradora não leva em conta condicionantes, como perigos relacionados à região onde o ciclista pedala. Isso porque o negócio ainda é novo para que a empresa possa fazer inferências sobre riscos.

“Mil clientes não são suficientes para criar estatísticas”, afirma Mello. No entanto, esses esportistas não se expõem a riscos, diz Alexandro Sanxes, diretor da Berkley, que nota um crescimento anual de 40% e que hoje tem cerca de 4.000 itens segurados.

Sinistralidade de garantias chegou a 97%, revela FenSeg

Fonte: Correio Braziliense

Com a inflação beirando os 10%, os juros entre os maiores do mundo e o crédito escasso, cresce, sem parar, o número de empresas e de consumidores que estão com dificuldades para honrar os compromissos em dia. A conta desse calote está caindo, sobretudo, no colo das seguradoras, uma vez que os empréstimos são garantidos por seguros contra inadimplência.

Levantamento realizado pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) mostra que, de junho de 2014 a junho desde ano, a sinistralidade das apólices para os casos de inadimplência somou R$ 749,9 milhões, o equivalente a 97% dos R$ 764,3 milhões em prêmios contratados, no mesmo período, para seguros de crédito e de responsabilidades em geral. Em janeiro de 2011, primeiro mês de mandato de Dilma Rousseff, esse índice era de 56%.

“A sinistralidade é a mais elevada desde 2009 (ano da crise financeira global), quando o indicador chegou a 100%. A taxa anualizada até junho está acima da média dos últimos 10 anos”, compara Rogério Vergara, presidente da Comissão de Crédito e Garantia da FenSeg. Ele conta que esses dados englobam pessoa física e jurídica e que o número de sinistros nos seguros de crédito em geral vem crescendo desde setembro de 2014.

Rigidez

Segundo Vergara, o aumento dos juros e da inflação contribuiu para que a inadimplência crescesse. “Há um enxugamento do capital na economia e os devedores têm menos acesso aos recursos. As companhias com baixo capital de giro dependem dos clientes para pagar as contas e, como o consumo vem encolhendo, elas estão com dificuldades para honrar os compromissos”, diz. Ele explica que os pagamentos honrados pelas seguradoras ocorrem depois que se esgotam todas as formas de se tentar receber das empresas e dos consumidores que se declararam inadimplentes.

A tendência é de que essa sinistralidade continue crescendo e, por conta disso, as seguradoras devem botar um freio nas vendas de seguros de crédito. “Devemos registrar queda de 10% neste ano. As seguradoras, a exemplo dos bancos que restringem crédito quando a inadimplência aumenta, criam critérios mais rígidos de aceitação de contratos”, afirma Vergara. Ele garante, no entanto, que as seguradoras têm condições de cobrir os prejuízos dos contratantes porque, nos últimos seis anos, foram rentáveis o suficiente para se prepararem para o atual momento.

O economista Flávio Calife, da Boa Vista SCPC, destaca que a elevada taxa da sinistralidade nos seguros contra calotes é reflexo do aumento da inadimplência da pessoa jurídica, que, pelos dados da entidade, saltou de 5,8% para 8,3% de março a junho deste ano, mais que o dobro dos dados do Banco Central. Os pedidos de falência também estão crescendo de forma acelerada. No acumulado de janeiro a junho deste ano, subiram 13,6%, em relação ao mesmo período de 2014. Já o número de falências decretadas saltou 37,1% na mesma base de comparação.

Estica e puxa

Calife acredita que a inadimplência das empresas deverá avançar em ritmo mais acelerado do que a das pessoas físicas daqui para a frente. “O consumidor vem parando de consumir, mas as empresas não podem deixar de comprar insumos para produzir. Elas já reduziram a produção e, agora, começaram a demitir, porque não têm mais como cortar custos”, lamenta, citando o aumento do desemprego para mais de 8%, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Como a receita está diminuindo, os custos se mantêm e não há oferta de crédito, sobraram as demissões”, destaca.

O pior, na avaliação do economista da Boa Vista, é que o quadro macroeconômico não dá sinais de melhora, principalmente porque o ajuste fiscal necessário não começou. “O governo está novamente fazendo o jogo do estica e puxa. O Banco Central puxa os juros para cima e o resultado fiscal piora. Se o Tesouro Nacional continuar gastando como está, não haverá melhora”, afirma.

Para o consultor Roberto Luiz Troster, ex-economista-chefe da Federação Brasileiras de Bancos (Febraban), a necessidade crescente das seguradoras de honrar dívidas de empresas e consumidores mostra que quadro econômico é dramático. “O que mais me preocupa são a imobilidade e a paralisia do governo frente a situação”, lamenta. “Além da desaceleração da economia, a dinâmica do crédito está ruim. Um em cada três CPFs e um em cada dois CNPJs estão negativados”, afirma. “A retração será grande”, destaca, lembrando que, pelos dados da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, atualmente, a cada empresa que abre, uma fecha as portas.

No entender de Calife, da Boa Vista, há um problema claro de desconfiança em relação ao governo tanto dos consumidores quanto dos empresários. “O governo precisa equilibrar as contas públicas, para que a inflação e os juros possam cair. Só assim, haverá um quadro mais favorável aos negócios, o que derrubará a inadimplência”, assinala.

Mercado pequeno

Os valores movimentados no Brasil no mercado de proteção contra calotes ainda é muito pequeno se comparado com o mundo. “Na Europa, não existe uma única empresa que faça vendas a prazo sem seguro. Esse segmento movimenta cerca de 7 bilhões de euros mundialmente. O volume de prêmio contratado no país foi menos de 3% disso (190 milhões de euros) no acumulado em 12 meses até junho”, compara Rogério Vergara, presidente da Comissão de Crédito e Garantia FenSeg.

S&P corta rating do Brasil e retira selo de bom pagador do país

Fonte: REUTERS/Brendan McDermid

A agência de classificação de risco Standard & Poor’s retirou o selo de bom pagador do Brasil nesta quarta-feira, ao cortar o rating do país para “BB+” ante “BBB-“, 10 dias após o governo prever um inédito déficit primário na proposta orçamentária de 2016.

Além de remover do Brasil o grau de investimento, a S&P sinalizou que pode colocar o país ainda mais para dentro do território especulativo, ao manter a perspectiva negativa para a nota de crédito brasileira, o que significa que um novo rebaixamento pode ocorrer no curto prazo.

O movimento da S&P, que deverá repercutir negativamente sobre os mercados financeiros locais, é um grande revés para o governo da presidente Dilma Rousseff, que enfrenta uma crise econômica e política e vinha buscando meios de manter o Brasil entre os países reconhecidos como bons pagadores pelas agências de classificação de risco.

O ambiente doméstico conturbado inclui ainda os desdobramentos da operação Lava Jato, que investiga corrupção envolvendo empresas estatais, órgãos públicos, empreiteiras e políticos.

“Os desafios políticos que o Brasil enfrenta continuam a crescer, pesando sobre a habilidade do governo e a disposição de enviar um orçamento de 2016 ao Congresso consistente com uma significativa política corretiva sinalizada durante a primeira parte do segundo mandato da presidente Dilma”, disse a S&P.

No fim de agosto, o governo encaminhou uma proposta orçamentária com previsão de déficit primário da União equivalente a 0,5 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) no ano que vem, em meio a um cenário recessivo e de dificuldades para aprovar medidas de ajuste fiscal.[nL1N1162GR]

A previsão de fechar as contas no vermelho em 2016 foi feita pouco mais de um mês depois de o governo ter anunciado um drástico corte nas metas fiscais para este ano e os próximos dois.[nL1N102368]

Para a S&P, a estimativa de déficit primário na proposta orçamentária de 2016 reflete divergências internas sobre a composição e a magnitude das medidas necessárias para melhorar as contas públicas. “Percebemos agora menos convicção dentro de gabinete da presidente sobre a política fiscal”, disse a S&P.

Em julho, a Moody’s rebaixou o rating do Brasil para a última nota dentro da faixa considerada como grau de investimento, enquanto a S&P colocou a nota do país em perspectiva negativa. Pela Fitch, a nota brasileira é “BBB”, ainda dois níveis acima do grau especulativo, com perspectiva “negativa”.

O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, disse a jornalistas que a mudança do rating brasileiro pela S&P “não muda uma trajetória de recuperação da economia brasileira, de construção de um equilíbrio fiscal”.

“Em primeiro lugar, eu queria transmitir uma mensagem de tranquilidade, uma mensagem de segurança para todos, porque continuaremos os esforços de melhorar o crescimento da economia, de melhorar a situação fiscal do Brasil”, disse Barbosa.

“O governo brasileiro continua a honrar todos os seus compromissos, continua a honrar todos os seus contratos”, acrescentou.

Em nota, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou que o governo reafirma seu compromisso com a consolidação fiscal.

“O processo para se garantir a meta de superávit primário de 0,7 por cento do PIB em 2016 será completado nas próximas semanas com o envio de propostas na área de gastos e receitas discutidas com o Congresso”, afirmou.

MERCADOS AGITADOS

A perda do selo de bom pagador, que o Brasil tinha conquistado junto à S&P em 2008, eleva os custos de financiamento para o governo e as empresas locais, assim como pode reduzir o fluxo de entrada de dólares no país.

A moeda norte-americana já acumula alta de mais de 40 por cento ante o real no ano, principalmente em razão das turbulências domésticas, e agentes econômicos estimam que o dólar poderá até superar os 3,90 reais na quinta-feira, o que significaria uma alta de mais de 2,5 por cento no dia.

O estrategista-chefe da Icap, Juliano Ferreira, chamou a atenção para a velocidade da ação da S&P, “que havia revisado a perspectiva há pouco tempo, o que mostra a total falta de credibilidade do Brasil com as agências”.

Em um sinal claro de perspectiva de um dia agitado nos pregões domésticos, o Credit Suisse encaminhou aos clientes e-mail lembrando as regras para ‘circuit breaker’ da Bovespa, mecanismo de interrupção dos negócios na bolsa em caso de quedas expressivas a partir de 10 por cento.[nL1N11F32J]

(Redação São Paulo; Edição de Raquel Stenzel e Cesar Bianconi)

Relatório da AGCS alerta para nova geração de ataques na internet, que já custam 445 bilhões de dólares ao ano

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A resseguradora Allianz Global Corporate & Specialty (ACGS) analisa em seu novo relatório – Um Guia para os Riscos Cibernéticos: Administrando o Impacto da Interconectividade Crescente – as últimas tendências em risco cibernético e ameaças emergentes pelo mundo. De acordo com o guia, riscos cibernéticos são o tipo de ameaça que mais cresce, custando aproximadamente 445 bilhões de dólares por ano, dos quais metade estão relacionados às 10 maiores economias do planeta.

No Brasil, os ataques cibernéticos aumentaram 48% em 2014, segundo o estudo “Managing cyber risks in an interconnected world” da PWC. O estudo mostra ainda que o número de incidentes cibernéticos detectados subiu para 42,8 milhões em relação a 2013 (o equivalente a 117.39 novos ataques todos os dias).

“Há 15 anos, os ataques cibernéticos eram rudimentares e ações típicas de ativistas hackers, mas com a interconectividade crescente, a globalização e a comercialização dos crimes cibernéticos houve um aumento tanto na frequência como na severidade dos ataques,” explica o CEO da AGCS Chris Fischer Hirs. “A AGCS enxerga uma demanda crescente por esses serviços e nós estamos comprometidos a trabalhar com nossos clientes para entender e responder melhor ao aumento da exposição aos riscos cibernéticos.”

Políticas de regulação rígidas e novas ameaças cibernéticas

O crescimento da conscientização sobre a exposição no meio digital assim como mudanças regulatórias irão acelerar o crescimento do seguro contra riscos cibernéticos. Com pouco mais de 10% das companhias a oferecerem atualmente apólices específicas para esse tipo de risco, a AGCS prevê que os prêmios para os seguros contra riscos cibernéticos passarão de 2 para 20 bilhões anuais na próxima década, registrando uma taxa de crescimento anual de mais de 20%.

Anteriormente, a atenção estava voltada aos vazamentos de dados, mas a nova geração de riscos cibernéticos é muito mais complexa: as ameaças futuras serão relacionadas ao roubo de propriedade intelectual, ciberextorsão e ao impacto da interrupção das operações ou falhas técnicas causadas por um ciberataque, riscos que normalmente são subestimados.

Conectividade cria riscos

O aumento da interconectividade nos dispositivos do dia-a-dia e da confiança na tecnologia tanto no âmbito pessoal quanto no corporativo resultará em futuras vulnerabilidades. Algumas estimativas sugerem que um trilhão de dispositivos podem estar conectados até 2020, enquanto ainda preveem que mais de 50 bilhões de máquinas poderão trocar dados diariamente.

Eventos catastróficos

Com o grande número de ocorrências de vazamento de dados, a probabilidade de uma perda catastrófica tem aumentado. Como será essa perda, entretanto, é difícil de prever. Os cenários incluem ataques à infraestrutura central da internet e até mesmo a empresas de energia ou utilidade pública, podendo resultar na escassez de serviços e na possibilidade de perdas de vidas no futuro.

Cobertura autônoma

A Allianz prevê que o foco do seguro contra riscos cibernéticos precisa evoluir para prover uma cobertura mais abrangente e completa ao incluir interrupções de operações e estreitar os espaços entre a cobertura e políticas para regulação da tecnologia.

Respondendo ao risco cibernético

O relatório da AGCS destaca os passos que as companhias podem tomar para se proteger contra riscos cibernéticos. O seguro é apenas parte da solução, mas uma abordagem de gerenciamento de riscos compreensiva é a fundação para uma boa defesa cibernética. “Uma vez que o seguro contra riscos cibernéticos tenha sido adquirido, isso não significa que a segurança de TI possa ser ignorada. Os aspectos tecnológicos, operacionais e de seguro estão de mãos dadas”, explica Jens Krickhahn, especialista em cibernética e fidelidade da AGCS no Centro e Leste Europeu. A AGCS recomenda uma abordagem integrada onde diferentes especialistas da empresa colaborem para compartilhar conhecimento.

Para mais informações e download do relatório completo acesse: http://www.agcs.allianz.com/assets/PDFs/risk%20bulletins/CyberRiskGuide.pdf

Alexandre Boccia é o novo CEO de Vida, Previdência e Capitalização da Zurich para o Brasil

Alexandre_Boccia_presidente_da_Cardif_do_Brasil_bO Zurich Insurance Group (Zurich) comunica a designação de Alexandre B. Boccia como CEO de Vida, Previdência e Capitalização para o Brasil. O presidente se reportará diretamente a Edson Franco, CEO de Vida e Previdência para América Latina, e começará a desempenhar suas novas responsabilidades imediatamente. Ficará sediado em São Paulo, no Brasil, seu país natal.

O executivo fundamentou sua carreira em grupos seguradores e liderou importantes transformações nestes negócios – especialmente depois da crise que atingiu a Europa entre 2009 e 2012. Com graduação e pós-graduação em Administração pela Universidade Mackenzie (São Paulo), atuou como CEO do Group BNP Paribas Cardif Iberia, período em que unificou as unidades de Portugal e Espanha, CEO da Cardif Brasil, Diretor de Desenvolvimento de Negócios e Filiais da Chubb Brasil e Vice-presidente da ACE Latin America.

“Estou confiante que a chegada de Alexandre representa um grande momento para nossos negócios. Seu conhecimento e experiência contribuirão para que, em um futuro próximo, sejamos a melhor seguradora para nossos profissionais, clientes, acionistas e para as comunidades nas quais estamos inseridos”, afirma o CEO Life para Latam, Edson Franco.

Brasileiro aprende sobre educação financeira, mas conhecimento não se reflete no comportamento

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O brasileiro acumulou mais conhecimento em Educação Financeira em 2015. Esta é uma das conclusões da terceira edição do Indicador de Educação Financeira (IndEF). Elaborado pela Serasa Experian e Ibope Inteligência, o IndEF tem como objetivo mostrar, a cada ano, o nível de Educação Financeira no Brasil. O indicador é formado por três subíndices: Conhecimento, que avalia o entendimento sobre conceitos financeiros, Atitude, que considera como a pessoa interpreta sua relação com o dinheiro, e o subíndice Comportamento, que mede as ações financeiras do entrevistado propriamente ditas: se gasta mais do que ganha, se guarda dinheiro e planeja o futuro etc. Apesar de a nota em Conhecimento ter aumentado para 7,7, atingindo o maior índice em três anos, a nota final de Educação Financeira dos brasileiros em 2015 não se alterou, ficando em 6,2, a mesma da edição anterior. Já a nota do subíndice Comportamento apresentou ligeira queda em relação ao ano passado (5,6, em 2014) e ficou em 5,5.

Para mais informações, visite www.serasaexperian.com.br

Capitalização da Bradesco Seguros distribui mais de R$ 5,5 milhões em agosto

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O segmento de Capitalização da Bradesco Seguros distribuiu mais de R$ 5,5 milhões (valor bruto) em prêmios de sorteio distribuídos no mês de agosto. Foram 175 títulos contemplados, sendo 64 em São Paulo; 17 em Minas Gerais; 15 no Rio de Janeiro; 12 na Bahia; 9 no Rio Grande do Sul; 8 em Santa Catarina; 6 no Paraná, Pernambuco e Rio Grande do Norte; 4 em Alagoas, Espírito Santo e Maranhão; 3 em Goiás, Pará, além do Distrito Federal, 2 no Amazonas, Ceará e Mato Grosso e 1 no Acre, Amapá, Rondônia, Roraima, e Tocantins.

O site bradescocapitalizacao.com.br disponibiliza os resultados dos sorteios dos títulos de capitalização. Para fazer a consulta dos números sorteados, basta acessar o site, clicar em “Resultados dos Sorteios”, em “Confira Agora” e selecionar um ou mais produtos. O site disponibiliza, para conferência, os resultados do mês corrente e anteriores. Além disso, o cliente que possui acesso ao Bradesco Internet Banking tem a facilidade de consultar o seu saldo, combinações para sorteio e o informe de rendimentos dos seus títulos de capitalização.

Fitch Raitings eleva classificação do Grupo Generali

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A Fitch Ratings anunciou que as ações seniors do Grupo Generali foram atualizadas de BBB+ para A- (qualidade de crédito alta), que as ações subordinadas de um bilhão de euros a 4,125% foram elevadas de BBB para BBB+ e todas as ações subordinadas sofreram um upgrade de BBB- para BBB.

O rating Insurer Financial Strenght (IFS) do Grupo Generali foi reiterado em A-. A agência Fitch afirmou que o rating IFS foi atualizado para de A- para A, mas devido à aplicação do limite da dívida pública (máximo permitido é apenas um ponto acima da dívida pública italiana, classificada como BBB+) manteve a classificação A-. O Outlook é estável.

Segundo a Fitch, a elevação dos ratings refletem a melhora da posição de capital e considera que o Grupo Generali possui alta flexibilidade financeira, como demonstrado, por exemplo, pelas atividades de pré-financiamento efetuadas durante os últimos dois anos.

Mesmo em ano de recessão econômica, empresas têm buscado melhorias no pacote de benefícios, revela pesquisa

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De acordo com um estudo bienal da Aon, líder mundial em benefícios e capital humano, cinco entre seisbenefícios previstos na legislação brasileira estão cada vez mais consolidados nas empresas, mesmo em meio ao período atual de incertezas na economia. A pesquisa, que contou com a participação de 423 companhias em diversos segmentos –crescimento de 62% de participantes em relação à edição anterior – teve como objetivo identificar e analisar os 20 principais incentivos oferecidos para os colaboradores e os seus índices de permanência, proporcionando uma ampla visão para os gestores de recursos humanos sobre as práticas do mercado brasileiro e oportunidades para readequar as políticas de benefícios.

Nos dados analisados, a assistência médica ainda é o principal benefícioconcedido pelas empresas, representando 99,5% das companhias entrevistadas. Em seguida, surge o seguro de vida, correspondendo a 94% das empresas com o tipo de benefício. Já a assistência odontológica ocupa a terceira posição com 87,5%, acompanhado de vale refeição com 78,3%. “O resultado é motivado pela preocupação das companhias em oferecer um pacote de benefícios mais estruturado, com uma visão estratégica de que os itens podem afetar os resultados financeiros e a competitividade da empresa”, explica Rafaella Matioli, diretora técnica de saúde da Aon.

Para Marcelo Borges, vice-presidente executivo de benefícios e capital humano da Aon, outro ponto importante no levantamento são os benefícios que estão com menos de 50% de maturidade. O executivo afirma que, por consequência do atual momento do mercado, esses tipos de benefícios podem ser os principais incentivos para a retenção de talentos. “Embora os benefícios prevalentes tragam maior impacto financeiro para o empregador, eles possuem uma melhor percepção dos empregados, tornando a empresa mais competitiva no mercado. Portanto, é preciso que o plano básico de benefícios e de alto investimento estejam bem desenhados para que não prejudique a empresa e o colaborador”, observa.

Segundo Marcelo Borges, embora alguns benefícios destacados na pesquisa sejam obrigatórios por lei, as empresas têm buscado avaliar melhorias na implementação com o objetivo de otimizar custos e oferecer mais qualidade para o colaborador. “Mesmo em momentos de crise as companhias buscam alternativas claras e benchmark não só de melhorias, mas também de como reduzir os custos sem deixar de ser atrativas”, explica.