No próximo dia 22 de setembro, a cidade de Belo Horizonte recebe o Chairman da Chubb Seguros, Acacio Queiroz, que a convite do WTC ministrará palestra para empresários e formadores de opinião. O evento será realizado em Café da Manhã, no Museu Inimá de Paula, localizado na Rua da Bahia, n°1201 – Centro.
A partir do tema “Qual a Visão do CEO sobre as Diretorias e seus papéis estratégicos nas organizações?”, Acacio Queiroz, irá analisar o cenário econômico Internacional, o cenário Político interno e a construção do Índice de Confiança Social. “Sempre digo que conhecimento deve ser compartilhado, por isso fico muito honrado com o convite do WTC. Certamente será uma ótima oportunidade para discutirmos ideias e ampliarmos ainda mais as nossas experiências. ”, disse o Chairman da Chubb.
No dia 24 de setembro, a cidade de Recife receberá o Chairman da Chubb Seguros, Acacio Queiroz, que ministrará palestra sobre o atual cenário econômico e o mercado segurador no Brasil. O evento acontecerá no Restaurante Rui Paula, no Shopping Riomar.
Reconhecido como um dos principais líderes e especialista do mercado brasileiro de seguros, com mais de 40 anos de experiência no Brasil e no exterior, Acacio Queiroz analisará o cenário econômico mundial, inserido em 2015 e com previsões para 2017. “Terei a oportunidade de falar também sobre investimentos internacionais na América Latina, e nível Brasil. Além de uma comparação entre o mercado de fusões e aquisições em 2013 e 2014, nos diversos setores da economia”, disse o Chairman da Chubb.
Após analisar o cenário econômico, Acacio Queiroz falará dos dados do mercado segurador e as perspectivas para 2015. E finalizará com dados macroeconômicos do mercado de seguros, projeções de crescimento e rentabilidade do setor.
* Formado em Economia, pós-graduado em Finanças e com especialização em Business nos Estados Unidos, Acacio Queiroz atua na Chubb há dez anos. Possui certificação no Programa de Desenvolvimento de Conselheiros pela Fundação Dom Cabral, bem como é Conselheiro de Administração Certificado pelo IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. O executivo lançou o livro “Minhas Bagagens” e atua como palestrante nas áreas de Economia, Liderança e Motivação. Liderou várias companhias de seguros no País e na América Latina e é um dos executivos mais atuantes no mercado nacional. Por sua contribuição no segmento de seguro, acumula os mais significativos prêmios e reconhecimentos no Brasil e no exterior nas áreas de Economia, Seguros, Liderança e Motivação.
O Brasil é um dos países que mais se destaca dentro dos Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI, sigla em inglês), pacto assinado em 2012, segundo o líder da Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP FI, sigla em inglês), Butch Bacani. O pontapé inicial do PSI foi dado no Brasil, com 27 empresas signatárias. Em três anos, o número triplicou e está próximo de 90. Esperamos chegar a 100 em 2016”, afirmou Bacani, que coordenou a Mesa Redonda “O Seguro no Brasil em 2030: fortalecendo o seguro para o desenvolvimento sustentável”, promovida pela CNseg, em parceria com UNEP FI, em 14 de setembro, em São Paulo.
“O Brasil, três anos depois, continua pioneiro em muitos sentidos. Foi pioneiro na América Latina a adotar o PSI, com nove empresas e a CNseg como signatária, e agora conta com ações inovadoras, que irão contribuir para influenciar a indústria mundial de seguros a avançar na construção da estratégia 2015 a 2030 do PSI organizada por meio da Organização das Nações Unidas (ONU)”, disse ele durante o evento.
Christiana Figueres, secretária executiva da UN Framework Convention on Climate Change, afirmou, em mensagem de vídeo exibido no encontro, que tem profunda admiração pelos passos já tomados pelas seguradoras brasileiras. “Não é exagero dizer que o setor está liderando o caminho das discussões sobre a mudança climática. Na realidade, crescimento sustentável e resiliente só será verdade se mitigarmos esse risco”, enfatizou Figueres. Segundo ela, este é um ano decisivo para a próxima conferência sobre o clima, que reunirá sob a sigla da ONU seus 195 países-membros, de 30 de novembro a 11 de dezembro em Le Bourget, norte de Paris.
A comunidade internacional estabeleceu como objetivo o limite a 2°C no aumento na temperatura causado pelas emissões de gases de efeito estufa – caso contrário, um impacto grave e irreversível será causado ao planeta. “Vivemos num mundo incerto e interconectado e isso exige cuidados com as mudanças climáticas, que geram catástrofes naturais que tiram vidas e comprometem os governos financeiramente diante das perdas geradas. E a indústria de seguros tem muito a contribuir com essa iniciativa”, afirmou.
Os compromissos assumidos individualmente pelas companhias de seguros podem gerar mudanças significativas, considerando-se que a indústria de seguros tem uma carteira de investimento superior a US$ 30 trilhões e vendas anuais de contratos de proteção próximas de US$ 5 trilhões. Swiss Re, Munich Re, AXA, Aviva e a australiana IAG foram alguns dos exemplos internacionais citados por Bacani e Christiana Figueres.
A Swiss Re, por exemplo, foi a primeira empresa do setor a desenvolver uma estratégia de sustentabilidade, não só de subscrição de risco, exigindo que seus clientes adotem políticas sustentáveis, como também sua política de investimento tem como missão aplicar em papéis de empresas que adotam ações eficientes para combater a corrupção, trabalho escravo entre outros itens incluídos nos PSI.
A AXA, uma das maiores seguradoras do mundo, anunciou em maio deste ano que vai reduzir seus investimentos em segmentos como minas de carvão e aumentar seus recursos em setores com iniciativas em pró da redução de emissão de CO2. Também está liderando uma pesquisa em parceria com a a UNEP PI com 40 líderes como prefeitos e executivos destacados no meio corporativo para analisar o que eles entendem sobre mudanças climáticas e a partir do resultado criar soluções que possam incentivá-los a prevenir situações de risco.
Depois da exposição dos avanços mundiais nos três anos de PSI, foi a vez de brasileiros, como Terra Brasis, SulAmérica, BB Capitalização, Seguradora Líder, Mongeral Aegon, Porto Seguros e BB Mapfre contarem o que têm feito na indústria de seguros local. O primeiro a falar foi Paulo Botti, CEO da resseguradora local Terra Brasis. Entre as iniciativas, ele citou a criação do Mapa de Catástrofes online para gerar estatísticas para melhorar a precificação de riscos e o treinamento de mais de 300 funcionários de seguradoras e corretoras. “Estudos mostram que o Brasil tem potencial de perdas de US$ 4,5 bilhões considerando-se colapso financeiro, pandemias e perdas geradas pelo clima. Podemos contribuir com a perenidade ao promover a conscientização dos riscos e soluções de prevenção e gerenciamento”, afirmou.
“Vivemos, hoje, em um ambiente onde nossas atividades são profundamente afetadas por todos os tipos de mudanças e impactos: ambientais, econômicos, sociais e de governança. Assim, as empresas mais bem-sucedidas são aquelas que buscam a incorporação dessas questões como uma forma de gerar valor para os negócios e para os públicos com os quais elas se relacionam”, disse a diretora de Sustentabilidade do Grupo Segurador BB e Mapfre e presidente da comissão temática sobre este tema na CNseg, Fátima Lima. Na SulAmérica, sustentabilidade é um tema estratégico e a novidade ficou por conta de agora estar dedicada ao engajamento dos corretores ao PSI, da qual é signatária desde o início.
“Temos um importante papel a desempenhar nas questões ambientais, sociais e econômicas. Criou-se uma iniciativa estratégica de sustentabilidade com metas e indicadores diretamente relacionados aos cinco temas prioritários, que inclui a revisão e criação de novas políticas e processos, para inclusão de questões ambientais, sociais e de governança no modelo de negócio, processo de tomada de decisão e produtos e serviços. “Desde 2009 a SulAmérica conta com um Comitê de Sustentabilidade formado pelos principais executivos da Companhia, que em 2011 passou a ser um comitê de assessoramento do Conselho de Administração”, citou Patrícia Coimbra, responsável por sustentabilidade e RH na SulAmérica.
A Porto Seguro apresentou várias iniciativas, sendo a filosofia que norteou a criação da empresa Renova Ecopeças, a que mais despertou o interesse da plateia. “Nos Estados Unidos, 95% dos carros que saem de circulação são reciclados. No Brasil apenas 1%”, citou Edson Frizzarim, diretor, Porto Seguro. A Renova Ecopeças é pioneira na reciclagem e reaproveitamento de peças e componentes automotivos. Todos os processos, pessoas e parceiros envolvidos com a Renova seguem um rígido padrão de responsabilidade ambiental e compromisso social. Além de oferecer peças com qualidade, garantia e de baixo custo, a Renova também oferece soluções para o descarte adequado de veículos em final de vida útil. Com isso, proporciona a redução do consumo de recursos naturais e evita o risco de poluição do meio ambiente.
O vídeo apresentado chamou a atenção do líder da Iniciativa Financeira Unep FI. “Esse relato é muito importante e deixa claro a importância da cúpula do grupo estar envolvida nas ações do PSI. O governo chinês perguntou em nossa reunião qual seria um modelo que poderia ser usado para o seguro verde que pretendem implantar no país. Posso mostrar esse vídeo da Renova para eles, pois é um modelo a ser seguido”, disse Butch Bacani visivelmente entusiasmado com as iniciativas locais relatadas pelos participantes do debate.
Após as apresentações das ações já adotadas e também das que constam na agenda de 2015, foi a vez dos técnicos do governo sinalizarem de que forma as parcerias públicos privadas podem contribuir para a adoção de práticas sustentáveis em toda a cadeia. Rodomarque Meira, do Banco Central, afirmou que a política adotada pelas instituições financeiras têm de ser efetivas. “Não adianta ter uma política linda. O BC quer mecanismos que avaliem as atividades relacionadas com setores econômicos com alta exposição de risco social e ambiental. Tem de ter plano de ação com datas fatos e evidências, pois isso será cobrado pelo supervisor em breve”, afirmou.
Já a técnica da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Natalie Hurtado, citou que o setor tem de tirar temas que estão na pauta secundária para a pauta de prioridades. Ela afirmou que o setor deve ter maior engajamento para criar no Brasil um polo de resseguros da América Latina e também enfatizou que as seguradoras precisam lançar produtos com preços acessíveis para a população. “Hoje não temos produtos com preços acessíveis que atendam as necessidades de toda a população “.
A diretora executiva da Confederação, Solange Beatriz Palheiro Mendes, mencionou alguns dos avanços das conversas mantidas entre a CNseg e a Susep nesses temas e enfatizou que para o setor avançar tem de ter mais liberdade. “Um setor regulado busca o diálogo para se estabelecer o ponto ideal da liberdade com a responsabilidade”, comentou, acrescentando que políticas públicas são necessárias, mas tem de ficar claro o papel do estado e do setor privado. “Temos de ter esse diálogo e entender quais as ferramentas desenvolver para atingir a modernidade exigida do setor dentro do PSI”.
Segundo Solange, as questões-chave da sustentabilidade são consideradas nas decisões estratégicas das empresas não somente para atender a uma demanda atual da sociedade, mas, principalmente, em busca de uma estabilidade financeira e reputacional de longo prazo e a CNseg chama para si a tarefa de influenciar o comportamento das empresas, consumidores e da sociedade de forma geral a dar um passo mais firme neste sentido”, analisa, concluindo que o mercado de seguros tem uma relação direta com o gerenciamento de risco, com um olhar mais aguçado do que outros setores.
Modelo criado pela seguradora Porto Seguro para a Renova Ecopeças, empresa controlada pelo grupo, será apresentado para o governo chinês como modelo de seguro verde, que consta no novo modelo financeiro da economia que mais cresce no mundo. Foi isso que afirmou Butch Bacani, líder da Iniciativa Financeira, Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP FI, sigla em inglês), que coordena a Mesa Redonda “O Seguro no Brasil em 2030: fortalecendo o seguro para o desenvolvimento sustentável”, realizada em SP nesta tarde. Parabéns Porto Seguro. Influenciando o mundo com sua filosofia única de ser rentável para todos os envolvidos na cadeia de negócios.
A Renova Ecopeças, uma empresa da Porto Seguro, é pioneira na reciclagem e reaproveitamento de peças e componentes automotivos. Todos os processos, pessoas e parceiros envolvidos com a Renova seguem um rígido padrão de responsabilidade ambiental e compromisso social. Além de oferecer peças com qualidade, garantia e de baixo custo, a Renova também oferece soluções para o descarte adequado de veículos em final de vida útil. Com isso, proporciona a redução do consumo de recursos naturais e evita o risco de poluição do meio ambiente.
Quem quiser saber mais sobre a Renova Ecopeças acesse o site http://institucional.renovaecopecas.com.br/sobre
A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) lançará, na próxima semana, na 7ª Conferência Brasileira de Seguros, Resseguros, Previdência Privada e Capitalização (CONSEGURO), em São Paulo, o Guia de Reajustes dos Planos e Seguros Privados de Saúde. A publicação explica detalhadamente as regras editadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), esclarecendo como os reajustes são necessários para repor perdas financeiras e assegurar o equilíbrio econômico-financeiro desse sistema. A CONSEGURO – um dos mais importantes eventos do calendário do mercado segurador, promovido pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) – acontecerá de 15 a 17 de setembro, no World Trade Center, capital paulista.
A regulação vigente, as regras contratuais, o comportamento dos custos da assistência médica com despesas se expandindo muito acima da inflação geral de preços e os desafios que se impõem aos principais agentes da cadeia de valor de saúde – incluindo operadoras, Governo, prestadores de serviços, famílias e empresas empregadoras – são temas abordados no novo guia. “O objetivo dessa publicação é tornar claros os principais fundamentos que norteiam a Saúde Suplementar no Brasil e os fatores que determinam os preços”, explica José Cechin, Diretor Executivo da FenaSaúde.
Segundo Cechin, é importante lembrar que o plano de saúde é um bem de todos os beneficiários, portanto da sociedade. “As despesas com saúde serão sempre crescentes, no Brasil e no mundo, devido à incorporação tecnológica, ao aumento da frequência de utilização e, sobretudo, ao envelhecimento. Mas, ao aprender a fazer uso consciente desse produto, o consumidor contribui para reduzir o impacto do uso inadequado e dos desperdícios nas despesas assistenciais”, ressalta.
Para que os beneficiários entendam o processo de desenvolvimento e a operação do mercado de planos de saúde, o Guia de Reajustes dos Planos e Seguros Privados de Saúde traça um histórico do setor e do processo regulatório. Lembra, por exemplo, que a regulamentação do segmento veio só após 40 anos de os primeiros planos serem oferecidos no Brasil, à época, sem regras definidas. A Lei 9.656/1998 foi criada justamente para organizar a Saúde Suplementar. Até essa Lei, apenas o seguro saúde era regulamentado.
Tipos de reajustes:
No guia, o consumidor poderá consultar informações sobre os tipos de reajustes que passaram a vigorar a partir da Lei 9.656: o anual por variação de custo (aplicado na data de aniversário do contrato) e o ajuste da mensalidade em razão da mudança de faixa etária do beneficiário. O material explica as fórmulas de recomposição dos planos coletivos e individuais, a estrutura dos preços, o pacto intergeracional, a evolução de custos e a sinistralidade, entre outros temas.
O Guia de Reajustes dos Planos e Seguros Privados de Saúde chega em um momento definitivo, quando é crucial buscar uma regulação afinada com a viabilidade econômica do segmento no longo prazo. É preciso que a sociedade – cidadãos e empresas – seja inserida na discussão sobre quanto se pode e se quer, efetivamente, pagar por saúde.
Serviço:
O Guia de Reajustes dos Planos e Seguros Privados de Saúde da FenaSaúde será lançado na 7ª Conferência Brasileira de Seguros, Resseguros, Previdência Privada e Capitalização (CONSEGURO), de 15 a 17 de setembro, no World Trade Center, capital paulista.
Endereço:
Av. das Nações Unidas, 12551 – Brooklin Paulista, São Paulo – SP. Mais informações: http://www.conseguro.org.br/
Tel:(11) 3043-7000.
Como acessar:
O Guia de Reajustes dos Planos e Seguros Privados de Saúde da FenaSaúde pode ser obtido, gratuitamente, via download, no endereço no site da FenaSaúde http://migre.me/rwu92 .
A Standard & Poor’s rebaixou os ratings de quatro seguradoras brasileiras. Os ratings em escala global da Allianz Global Corporate & Specialty Resseguros Brasil foram rebaixados de BBB+ para BBB- e a perspectiva mantida em negativa. O rating em escala nacional da empresa foi mantido e a perspectiva revisada para negativa. A S&P também rebaixou o rating em escala global da Sul America Companhia Nacional de Seguros de BBB- para BB+ e o rating da sua holding, a Sul America S.A, de BB para BB-. A perspectiva para as notas foi mantida em negativa. Os ratings em escala nacional da Sul America Companhia Nacional de Seguros e da Sul America S.A foram rebaixados de brAAA para brAA+ e de brAA- para brA. A agência também rebaixou o rating em escala nacional do Bradesco Seguros de brAAA para brAA+, com perspectiva negativa. As decisões foram tomadas depois de a S&P rebaixar, na quarta-feira, 9, o rating do Brasil de BBB- para BB+, tirando o grau de investimento soberano. “Os desafios políticos que o Brasil enfrenta continuam crescendo, pressionando a capacidade e a disposição do governo de apresentar um Orçamento de 2016 para o Congresso consistente com a correção política significativa sinalizada durante a primeira parte do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff”, comentou a agência.
A Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS) empossou sua nova Diretoria e Conselho Administrativo para a gestão 2015/2017 em cerimônia realizada nesta quinta-feira, 10 de setembro, no auditório do Sindicato das Seguradoras de São Paulo (Sindseg-SP), com a presença de cerca de 50 pessoas. Eleito por aclamação em Assembleia Geral Ordinária, realizada na mesma ocasião, o novo presidente Osmar Bertacini comandará a entidade ao lado dos diretores Evaldir Barboza de Paula (secretário) e Hélio Opípari Junior (tesoureiro).
A assembleia também deu posse aos novos membros do Conselho Administrativo: Paulo de Tarso Meinberg, Pedro Barbato Filho e Luiz Gustavo Miranda de Souza, juntamente com os suplentes José Cesar Caiafa Junior, Josafá Ferreira Primo e Maria Amélia Saraiva.
Bertacini, que já presidiu a APTS por duas gestões, entre 1993 e 1997, retornou ao posto com o apoio da diretoria da entidade. Durante a cerimônia, ele surpreendeu o ex-presidente Luis López Vázquez ao nomeá-lo para o novo cargo de Presidente Emérito. “O Vázquez fundou e fez muito pela APTS. Se conseguirmos fazer metade do que ele fez em dois anos de mandato, já estaremos muito felizes”, disse.
Atual 2º secretário do Sincor-SP e membro de diversas entidades do setor, Bertacini disse que aceitou o desafio de presidir a APTS com o intuito de trabalhar pela valorização da prática técnica em seguros. “Discordo daqueles que dizem que o técnico de seguros não existe mais, já que 90% dos corretores concentram suas vendas em seguro automóvel. Cada seguro vendido tem por trás um técnico que calculou o risco e precificou o seguro”, disse. Para o presidente da APTS, a técnica de seguros é o pilar da atividade seguradora e essencial para o seu desenvolvimento.
O presidente do Sindseg-SP, Mauro Batista, fez questão de cumprimentar a nova diretoria. “Este é um momento de glória para a APTS, que merece o apoio de todo o mercado, porque é uma entidade que produz conteúdo de grande valor agregado ao seguro”, disse. Ele também registrou sua admiração pelo ex-presidente Vázquez, que, em sua opinião, é uma “referência para o setor por colocar os objetivos da entidade acima dos seus”.
Vázquez relatou parte sua trajetória profissional de mais de 60 anos no seguro, iniciada aos 17 anos, logo depois que chegou da Espanha. Anos mais tarde, em 1983, decidiu se juntar a um grupo de profissionais para fundar uma entidade que atuasse na defesa da técnica de seguro. “Naquela época de alta inflação, a técnica ficou relegada a segundo plano, porque compensava mais ao mercado obter resultados em aplicações no mercado financeiro do que na atividade seguradora”, disse.
Para o ex-presidente da APTS, cabe aos técnicos a missão de disseminar o seguro bem-feito. “O bem-estar da sociedade é proporcionado pelo seguro. Sem seguro, não há continuidade, não há alegria de viver. Isso dá à nossa profissão um atestado de humanidade”, disse. Osmar Bertacini concordou com Vázquez e acrescentou que pretende intensificar o conteúdo essencialmente técnico dos eventos da APTS. Por fim, ele conclamou as entidades do setor a se unirem. “Todas têm interesses comuns e juntas se tornarão mais fortes”, disse.
A festa de posse da nova diretoria da APTS será realizada no dia 29 de outubro, no Circolo Italiano, em São Paulo (SP).
Diretoria da APTS – Gestão 2015/2017
Presidente: Osmar Bertacini
Secretário: Evaldir Barboza de Paula
Tesoureiro: Hélio Opípari Junior
Conselho Administrativo
Efetivos: Paulo de Tarso Meinberg, Pedro Barbato Filho e Luiz Gustavo Miranda de Souza. Suplentes: José Cesar Caiafa Junior, Josafá Ferreira Primo e Maria Amélia Saraiva.
A perda do grau de investimento do Brasil pela Standard & Poor’s pode dificultar a realização de ofertas iniciais de ações (IPOs) previstas para acontecer nos próximos meses, disse nesta quinta-feira o presidente-executivo da BM&FBovespa, Edemir Pinto.
Segundo o executivo, esse pode ser o primeiro reflexo da provável queda dos investimentos estrangeiros de longo prazo no país, dada a percepção de maior risco.
“Os IPOs ainda podem acontecer, mas a decisão (da S&P) vai dificultar”, disse Edemir à Reuters. “Isso significa perder capacidade de atrair investimento estrangeiro de longo prazo, como dos fundos de pensão.”
Atualmente há dois pedidos de ofertas iniciais de ações em análise na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), um da Caixa Seguridade, que reúne participações e seguros e previdência da Caixa Econômica Federal, e outro da resseguradora IRB Brasil Re.
De acordo com Edemir, o corte da nota do crédito soberano, anunciado na véspera, mostra que o governo federal não se deu conta de que perder o selo de bom pagador é mais do que apenas a opinião de uma agência sobre o orçamento público.
“Isso significa que todas as companhias terão custo de captação muito maior, representa um ônus que vai tornar o investimento mais caro e a produção menos rentável. Vai ficar mais caro para produzir e gerar empregos”, disse.
Em 2014, o Brasil teve o pior desempenho em listagem de novas companhias na bolsa em uma década, com apenas um IPO, a da Ourofino Saúde Animal. Neste ano, a única estreia no pregão foi da Par Corretora. Outras companhias, como a empresa aérea Azul e a JBS Foods, desistiram de suas operações alegando condições adversas do mercado.
Segundo o executivo, uma reação negativa mais vigorosa do mercado tenderia a ocorrer se outra agência dentre as grandes internacionais –Moody’s e Fitch– também tirar do país o selo de bom pagador. Nesta quinta-feira, o Ibovespa fechou em queda de 0,33 por cento e o dólar em alta de 1,34 por cento frente ao real.
“O cenário de terror não está descartado”, disse, referindo-se ao fato de que vários investidores estrangeiros têm restrições estatutárias para comprar ativos de países que não têm o grau de investimento de pelo menos duas agências.
Para Edemir, iniciativas para tentar corrigir a déficit fiscal, incluindo corte de custos e aumento de impostos, tende a ser inevitável, mas qualquer oneração adicional sobre o mercado de capitais seria muito danosa.
“O mercado de capitais já tem sofrido há bastante tempo”, concluiu.
Marcelo Blay, sócio diretor da Minuto Seguros, uma das principais corretoras do País, mantém seu otimismo mesmo com a perda do grau de investimento do Brasil. “Estamos batendo recorde de vendas. O brasileiro está com medo de perder o emprego e violência urbana. E nada melhor que os seguros para aplacar esta angústia. Os investidores estrangeiros estão babando de felicidade. Estão dizendo que agora é a melhor hora de investir: o câmbio é extremamente favorável para eles, ficou barato. E a concorrência para eles diminuiu”, afirmou ele ao blog Sonho Seguro.
Em 2012, o Redpoint e Ventures, do Vale do Silício, na Califórnia, fez um aporte na Minuto Seguro. Novos investidores, desde então, estão de olho no segmento de venda online de seguros, algo que ainda engatinha no Brasil e por isso desperta a atenção de muitos investidores.
Atenta ao potencial do mercado de seguros, a Minuto, criada há cinco anos, consolidou sua posição de liderança com o conceito multicanal, baseado no modelo que une a velocidade de sua plataforma digital à qualidade do atendimento prestado por consultores especializados. Além disso, recentemente, a corretora lançou uma nova campanha publicitária para reforçar o seu posicionamento com base nos pilares de transparência, rapidez e expertise.
A Minuto Seguros possui um site de interface simples, com navegação rápida e consultores especializados para oferecer suporte por telefone, e-mail ou chat. São mais de 15 seguradoras disponíveis, incluindo os principais players do mercado. Além do seguro automóvel oferecido no site, a corretora também oferta seguro residencial, seguro viagem, seguro para eletrônicos, seguro para pequenas e médias empresas entre outros.
teO volume de resseguro cedido pelas seguradoras brasileiras (bruto de comissão) foi de R$ 4,41 bilhões, aumento de 3,7% em relação aos R$ 4,25 bilhões apresentados no mesmo período de 2014, segundo dados das Resseguradoras Locais divulgadas pela Superintendência de Seguros Gerais (Susep), referentes ao primeiro semestre de 2015, analisados pela resseguradora local Terra Brasis.
Neste mesmo critério, o IRB emitiu um volume de prêmio 81% maior do que o apresentado no mesmo período do ano anterior, as demais locais apresentaram um crescimento de 23%, enquanto o volume de resseguro cedido diretamente a resseguradoras estrangeiras caiu 57%. O volume de resseguro aceito do exterior passou de R$ 48,5 milhões para R$ 192,4 milhões, um crescimento expressivo de 297%, que evidencia a estratégia de internacionalização de algumas Resseguradoras Locais.
A sinistralidade do conjunto das Resseguradoras Locais ficou em 85% (123% se excluindo o IRB) contra 60% (70% se excluindo o IRB) do mesmo período do ano anterior, demonstrando uma piora significativa. O Combined Ratio do conjunto encerrou o período em 101% (95% do mesmo período do ano anterior) resultado bastante preocupante segundo a Terra Brasis, pois é beneficiado pelos resultados positivos obtidos nas retrocessões de várias companhias, o que não deve ser sustentável a longo prazo.
Os preços de resseguros deverão cair em média 10% em 2016 diante da acirrada competição do setor, consolidando o soft market já observado neste ano, com redução média também de 10% nos preços das renovações dos principais contratos mundiais, comentou Stanislas Rouyer, diretora da agência de classificação Moody’s, que manteve perspectiva negativa da indústria de resseguros em coletiva realizada ontem.
Resseguradoras que buscam novas linhas de negócios e expansão geográfica enfrentam riscos substanciais, de acordo com o relatório. A classificação com perspectiva negativa do setor de resseguros destaca as ameaças ao setor por riscos de empresas que se aventuram em territórios desconhecidos com linhas de negócio diferenciadas na tentativa de elevar seus lucros. Esta é a mais nova razão citada pela agência, que já vem alertando sobre o excesso de capacidade, taxas de juro baixas persistentes, e queda na demanda de resseguro devido à racionalização das compras de resseguro pelas seguradoras e do baixo crescimento econômico global. “Para lidar com essas questões, as resseguradoras estão olhando para nichos ainda pouco conhecidos e expondo-se muito a mercados emergentes, que oferecem barreiras e exigem preços mais competitivos”, informou a Moody’s em conferência.
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