PAN Seguros cresce 95% em prêmios e alcança R$184,7 milhões no 1º semestre de 2015

Macedo: buscamos soluções inovadores

jose macedoA PAN Seguros anuncia um total de prêmios de R$184,7 milhões no primeiro semestre de 2015, um crescimento de 95% sobre os R$94,6 milhões conquistados no mesmo período do ano anterior.

A diversificação da base de receitas garantiu o forte ritmo de crescimento da seguradora, apesar do cenário econômico desafiador.

“Este crescimento mais uma vez comprova a solidez de nossa estratégia de expansão, com o desenvolvimento de novos canais de distribuição e lançamento de produtos alinhados às necessidades do consumidor brasileiro”, destaca José Carlos Macedo, CEO da PAN Seguros.

Combinando uma série de fatores, entre eles uma bem-sucedida estratégia de crescimento e índices de performance sólidos, em julho, a agência de classificação de risco Fitch Ratings atribuiu a classificação AA-(bra) para a PAN Seguros. Hoje, a perspectiva de rating é considerada estável. “Esses resultados demonstram que estamos no caminho certo e reforça cada vez mais nosso compromisso em buscar soluções inovadores, customizadas e inteligentes para o brasileiro”, conclui Macedo.

Allianz amplia atuação na Grande São Paulo

allianzAmanhã, 2, a Allianz Seguros inaugura a filial de Guarulhos e passa a contar com 81 pontos de vendas no país. É a terceira abertura de unidade em um mês – recentemente, a seguradora investiu em Teresina e Aracaju. Com o novo endereço, os corretores da cidade passam a contar com estrutura exclusiva. A expansão comercial é uma das estratégias da Allianz para ampliar seu crescimento no Brasil,informa a companhia em comunicado distribuído à imprensa.

Três fatores levaram a Allianz a intensificar sua presença em Guarulhos. O município acumula o segundo maior PIB de São Paulo e é a segunda cidade mais populosa do estado, segundo dados da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Guarulhos. Além disso, no local há cerca de 900 corretores tendo como foco de negócios os seguros de varejo, o que leva a Allianz a acompanhar essa demanda e também empenhar esforços, sobretudo, no Automóvel Individual, Empresarial e Saúde.

CNseg e FenSeg lançam segunda cartilha da série “Conhecendo seu Seguro”

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A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) desenvolveram a segunda cartilha da série “Conhecendo seu Seguro”, com foco no seguro residencial. O objetivo da publicação é esclarecer e simplificar o entendimento do produto, com uma linguagem simples, clara e precisa.

“Conhecendo seu seguro residencial” segue alinhada à primeira cartilha da série, que abordou o seguro de automóvel. Inicialmente a preocupação foi desmistificar o seguro, explicando coberturas básicas e adicionais. A partir daí, a cartilha abordou questões simples, mas que ainda confundem os consumidores, como a diferença entre os seguros residencial, habitacional e de condomínio.

Pensando no conforto e segurança de proprietários e inquilinos, a publicação traz dicas para proteção dos segurados, do seu imóvel residencial e dos bens nele contidos. A cartilha também orienta como identificar e proceder em caso de incêndio, vazamento de gás ou água ou problemas com aparelhos eletroeletrônicos que possam causar acidentes mais graves.

Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora executiva da CNseg, reforça que “o mercado de seguros massificados é amplo e complexo, mas acreditamos que simplificar a linguagem seja o caminho para ampliar o entendimento do produto. Por isso, a cartilha de seguro residencial foi pensada como um canal de comunicação com o leitor e uma ponte com o segurado”.

Sobre a idealização do conteúdo da cartilha, a diretora executiva da CNseg pontua como foi o processo de produção. “Levantamos as questões que geram mais dúvidas, tanto acerca do mercado de seguros, quanto sobre o seguro residencial em si. Buscamos responder cada ponto com o máximo de clareza e de forma didática”, explica Solange Beatriz.

O diretor executivo da FenSeg, Neival Rodrigues Freitas, ressalta que “o valor de um seguro residencial é módico. As pessoas tendem a achar que para segurar uma casa ou apartamento terão que pagar um valor alto, mas isso não é verdade. A cartilha foi desenvolvida pensando nisso também. Queremos mostrar tudo que este seguro cobre por um preço tão ínfimo diante do valor do bem em questão, no caso, o imóvel residencial. Para se ter uma ideia, em média, o valor do seguro em relação ao valor do imóvel varia entre 0,2% a 0,6%”.

Para Neival, a experiência com a cartilha de seguro de automóvel foi determinante para a continuidade da série “Conhecendo seu Seguro”. “Adaptar a linguagem e torná-la mais clara e acessível é o que aproxima as pessoas do seguro. Este é um mercado complexo, com um leque muito grande de informações e dados. Quando ele é desburocratizado, o consumidor entende a necessidade e a importância do seguro, e este é o nosso objetivo: muito além de segurar bens materiais, proteger vidas”, finaliza Neival.

Reforçar parcerias para proteger as empresas em tempos desafiadores é a proposta da Zurich

zurich wernerEm tempos voláteis como o mundo vive hoje, a prevenção ganha ainda mais prioridade para gestores de riscos. Esse foi o tema da abertura do Workshop de Engenharia em Prevenção de Riscos, organizado pela Zurich, para clientes reunidos em São Paulo, nesta terça-feira. “O Brasil passa por um momento desafiador, lidando com temas sensíveis como a crise hídrica, energética, política, econômica e de ética. Tudo isso cria novos desafios para as empresas. Foi pensando nisso que decidimos o tema deste evento. Pretendemos saber como podemos ajuda-los a avaliar os impactos desse cenário no gerenciamento dos riscos de amanhã”, disse Werner Stettler, vice presidente da área corporate da Zurich Brasil.

Os gestores de risco se deparam hoje com uma situação alarmante. O real apresenta perda de 60% de seu valor nos últimos 12 meses. Apenas o peso colombiano e a moeda russa perderam mais valor do que o real. O desemprego já ultrapassa 7%. O Produto Interno Bruto (PIB) registrou queda de 1,9% no segundo trimestre deste ano, colocando o Brasil em recessão e as estimativas mostram que esse índice deve, fazendo 2015 retratar recessão de 2,4%. A inflação está estimada em 10% para o ano. “Isso atinge a todos. E queremos, junto com vocês, aprimorar as técnicas de gestão de riscos para manter a empresa de todos resilientes aos riscos”, disse Mario Orozco, head de engenharia de risco da Zurich para a América Latina.

Tim Astley, líder do time de engenheiros dedicados à gestão de continuidade de negócios dos clientes Zurich, afirmou que há muitas oportunidades no Brasil, país que teve um crescimento fantástico nos últimos anos. “No entanto, temos de estar preparados para o futuro”, ressaltou ele, que tem assento do comitê mundial de continuidade de negócios, que tem na agenda como as empresas chegarão em 2020. “Muito foi debatido e a resiliência dos negócios é um tema recorrente”.

zurich timSegundo Astley, que prefere o termo resiliência a continuidade de negócios, é preciso que as corporações, do mundo todo, se preparem melhor para os choques econômicos. “A China mexeu com todos os mercados na semana passada e as consequências são grandes. As organizações já falam até mesmo em riscos ocultos. Todo mundo depende de todo mundo nesta globalização. Portanto, precisamos estar mais preparado para lidar com os riscos e como eles nos atingem”, comentou em sua palestra.

Basicamente, a palavra de ordem deste tema é desenvolver um bom programa de continuidade de negócios e ele garante que isso não requer grandes investimentos. Muitas vezes pequenas alterações no processo operacional proporcionam um incremento enorme na qualidade do risco do segurado. Questões básicas ajudam a confeccionar um plano de resiliência, que deve ser simples e acessível. “Nada de brochuras de 400 páginas”, alertou.

Quais os riscos para o negócio, considerando-se desde ataques cibernéticos até a desvalorização da moeda? Qual o real impacto nos negócios? Quais as estratégias de retomada? Qual a capacidade dessa estratégia funcionar? Ela foi testada? E, finalmente, entender a cultura empresarial. Avaliados todos esses itens, é possível construir um plano de contingência com grandes chances de ajudar a empresa a retomar sua produção num prazo em que seus clientes estariam dispostos a esperar, diz. “Uma disciplina que precisa muito planejamento, mas nos deixa mais resilientes.”, comenta.

No Brasil, perto de 70% das recomendações feitas pelos vistoriadores de riscos nas plantas podem ser implementadas sem custo ou com baixo custo. “Nosso trabalho é esse, auxiliar na gestão de risco. Temos de trabalhar para prevenir perdas e juntos construirmos um relacionamento de longo prazo”, afirma o organizador do evento, Carlos Cortes, superintendente de engenharia de riscos da Zurich no Brasil.

cortez zurichSegundo Cortes, todos sabem que há um seguro que vai pagar parte das perdas, mas estatísticas revelam que perto de 45% das empresas que tem perdas graves não conseguem se restabelecer por várias razões, como imagem da empresa e perda de mercado para a concorrência. “E a Zurich está interessada nesse tema”, afirma. “Nossa missão é auxiliar a entender e proteger os riscos. Esse evento visa compartilhar conhecimento do que aprendemos sobre riscos e perdas com nossos sinistros em todo o mundo por nossos mais de 1 mil engenheiros, que colhem informações valiosas e que podem nos ajudar a alertar nossos clientes a terem um plano que realmente traga resiliência ao negócio caso sejam atingidos por um acidente”, comenta.

A pesquisa realizada com a plateia, formada por gestores de riscos de corporações e também corretores, mostra que há muito a ser feito. Cerca de 70% da plateia afirmou que a empresa tem feito uma análise para identificar e avaliar os maiores riscos que poderiam levar a paralisação. Já quando questionados se foi avaliado o impacto para o negócio de cada um desses riscos, a resposta foi positiva para 43% dos entrevistados. Metade da plateia afirmou ter um plano de continuidade de negócios.

E como saber se o planos de contingência são adequados para enfrentar os impactos potenciais? Essa é a proposta do evento, que conta com nove painéis técnicos e três debates mais amplos como “Construindo resiliência do negócio, vantagem competitiva em tempos desafiadores”, “A gestão de riscos na palma da sua mão”, e “O sinistro perfeito, caso de sucesso de uma adequada preparação de um plano de continuidade de negócios”.

“Temos grandes desafios para os próximos anos. A crise hídrica e energética têm impacto para todos os setores. Precisamos entender quais são os impactos e como vamos driblar a dificuldade econômica”, finaliza Cortes, citando os três principais riscos estratégicos das empresas, segundo estudo realizado com 28 países divulgado no Fórum Econômico Mundial, em Davos, no mês de janeiro.

Foto – Crédito: Fernanda Amaral / Divulgação

Seguros para viagens passarão a ter novas regras a partir de setembro

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O planejamento de uma viagem dos sonhos vai além da escolha de guias, mapas, passagens e da arrumação de malas. A aquisição de um seguro viagem é fundamental para que o viajante aproveite ao máximo as atrações locais e conte com serviços especializados caso ocorra algo que não estava no roteiro original, desde o atendimento a pequenos acidentes até internações hospitalares provocadas pelos motivos mais diversos.

A partir de 25 de setembro, o produto Assistência Viagem passará a contar com nova regulamentação, tornando-se um seguro. De acordo com a normativa lançada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), as regras serão comuns a todas as seguradoras brasileiras. Sandro Barbosa, superintendente de Distribuição da Mapfre Assistance, explica o que muda nas coberturas e na comercialização dos produtos.

Em viagens internacionais, os planos de seguro devem obrigatoriamente cobrir Despesas Médica Hospitalares e Odontológicas, Traslado de Corpo, Traslado Médico e Regresso Sanitário que garante o retorno do segurado ao local de origem da viagem ou de seu domicílio, caso este não se encontre em condições de retornar como passageiro regular por motivos médicos causados por eventos cobertos pelo seguro. Nas viagens nacionais, essa cobertura será opcional.

As coberturas de Despesas Médicas Hospitalares e Odontológicas em viagem internacional ou nacional deverão, obrigatoriamente, abranger episódios de crise ocasionados por doença preexistente ou crônica. Tais coberturas deverão ser aplicadas quando os casos gerarem quadro clínico de emergência ou urgência até o limite do capital segurado, além das despesas relacionadas, até que o viajante esteja em condições de seguir o trajeto inicialmente previsto ou de retornar à sua residência.

Outra mudança importante é que, em caso de impossibilidade do retorno do segurado por evento coberto o prazo de vigência das coberturas se estenderá, automaticamente, até o retorno do segurado ao local de domicílio ou origem da viagem. “Com as novas regras estabelecidas, teremos produtos mais completos, garantindo maior tranquilidade para os consumidores que contratarem o seguro de viagem”, explica Sandro Barbosa.

Comercialização

A partir de 25 de setembro, as ofertas de seguros de viagem deverão ser feitas somente por corretores ou por representantes de seguros, que serão as pessoas jurídicas que assumirão a obrigação de promover a venda do seguro e em nome da sociedade seguradora. As agências e operadoras de turismo deverão se tornar representantes para continuar a vender o produto.

Buscando o desenvolvimento e a preparação dos profissionais do mercado, a Mapfre Assistance através de uma plataforma de e-learning irá capacitar os agentes e corretores que comercializam o produto.

“Com essas mudanças, os viajantes poderão contar com serviços cada vez mais completos para desfrutar ao máximo suas viagens a lazer, trabalho ou estudo. Além disso, a nossa empresa que é reconhecida por seus serviços de qualidade, terá a oportunidade de oferecer produtos ainda mais completos para um público que é cada vez mais exigente”, diz o superintendente. A Mapfre Assistance tem realizado treinamentos para abordar as principais mudanças do produto e esclarecer dúvidas dos seus parceiros.

Antes de contratar um seguro viagem, consulte o seu agente de viagens ou corretor de seguros e fique atento à nova legislação vigente a partir de 25 de setembro.

Entra em vigor a MP 675 que aumenta a alíquota da CSLL

Fonte: Cnseg

Entra em vigor hoje, dia 1º de setembro, com validade até dezembro de 2018, a Medida Provisória 675 que eleva a alíquota da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), de 15% para 20%, para as pessoas jurídicas de seguros privados e de capitalização.

Tendo como relatora a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), a medida foi publicada com a expectativa de que o Governo consiga arrecadar R$ 900 milhões já em 2015; R$ 3 bilhões, em 2016; e atingir o teto de R$ 4 bilhões, em 2017, como parte do ajuste fiscal proposto pelo governo.

Portaria atualiza Taxa de Fiscalização; veja tabela

susep tabelaNão são só os impostos que aumentam. As taxas de fiscalização também. Hoje foi divulgada a Portaria nº 706, de 31 de agosto de 2015, assinada pelo ministro Joaquim Levy, que atualiza monetariamente a Taxa de Fiscalização dos mercados de seguro e resseguro, de capitalização e de previdência complementar aberta.

Apenas 13,3% das residências têm seguro

Fonte: Hoje em Dia

Estudo feito pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) divulgado nesta terça-feira, mostra que apenas 13,3% de um total de 68 milhões de residências no Brasil possuem seguro. O indicador, que representa um volume de 9,1 milhões de apólices que somam R$ 2,2 bilhões em faturamento (prêmios), reforça, segundo Neival Freitas, diretor executivo técnico da entidade, o potencial que este segmento tem para crescer no país.

O estudo, conforme ele, faz parte de uma ofensiva da Federação, que inclui levar mais informações ao mercado e aos consumidores, para impulsionar o crescimento do seguro residencial no Brasil que apesar de ter valor inferior ao de automóveis é menos contratado.

Para este ano, porém, ele prevê crescimento de apenas um dígito como reflexo da crise que o país atravessa. “Estamos preparando o terreno. 2015 é um ano difícil, de crise. O ano que vem esperamos ter um crescimento mais significativo do seguro residencial e, dependendo do comportamento da economia, podemos alcançar expansão de dois dígitos”, disse ele, em entrevista à reportagem.

A região que possui maior número de casas seguradas em relação à quantidade total de domicílios é, de acordo com a FenSeg, a região Sudeste. O índice de penetração é de 20,5%, com 6,1 milhões de residências protegidas por uma apólice de um total de 30 milhões de moradias. Com isso, possui também a maior representatividade nacional, respondendo por 9,9% das casas seguradas no país.

No Sul, segunda região com mais residências protegidas em relação à quantidade total de domicílios, o índice de penetração chega a 16,6% com 1,7 milhão de casas protegidas por uma apólice. Com isso, representa 2,5% da base nacional. Os números do Sul, segundo Freitas, tem razão cultural à medida que os índices de educação na região são mais elevados.

Outras regiões

Centro-Oeste tem penetração de 10,4%, sendo que os menores indicadores foram vistos nas regiões Norte e Nordeste. É de 3,07% e 3,46%, respectivamente.

Enquanto no Centro-Oeste há 557 mil apólices de seguros residenciais, no Norte há 155 mil e no Nordeste 632 mil. O total de domicílios nessas regiões é de 5 milhões nas duas primeiras (em cada) e 18 milhões na última. O diretor da FenSeg explica que muitas vezes o consumidor não faz seguro para a sua casa por falta de informação.

Enquanto o custo de uma apólice para um veículo equivale, pelo menos, de 3% a 5% do valor do carro, para residência, é de 0,6% a 0,9% do preço do imóvel. Seu preço médio é de cerca de R$ 250,00. Além disso, pesa o fato de o produto ter menos apelo que outras proteções como seguro saúde e previdência privada.

Na análise por Estado, conforme a FenSeg, São Paulo é destaque com mais de R$ 1 bilhão em faturamento de seguro residencial. Além dele, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina estão entre os Estados com prêmios que ultrapassam a casa dos R$ 100 milhões. Na lanterna, estão Amapá, Acre e Roraima que, segundo a FenSeg, possuem pouco mais de R$ 1 milhão cada.

Para realizar o estudo, a FenSeg considerou números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com dados da Pnad e projeções para domicílios em 2014 e prêmios de seguros divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

GMC marcou presença no Insurance América Latina 2015

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A GMC Software Technology (www.gmc.net), multinacional especializada em soluções de comunicação OmniChannel, ministrou uma palestra durante o 3º Encontro Anual Insurance Tech América Latina, no Sheraton São Paulo WTC Hotel, SP. O evento, organizado pela Hanson Wade, é considerado um dos maiores com foco em Tecnologia de Seguros, que reúne os principais tomadores de decisão e apresentação das soluções mais inovadoras para este mercado.

Andrew Hellard, Especialista em Soluções para o Setor de Seguros da GMC Software, fez uma apresentação com o tema “Estratégias OmniChannel para aumentar a retenção e fidelidade dos clientes”, e demonstrou como o GMC Inspire, solução de comunicação OmniChannel, pode promover ganhos de eficiência para este segmento.

Entre os pontos de destaque da palestra, Hellard abordou temas como obter um crescimento superior a 35% em índices de resposta e um aumento de 40% em cross/up sells, agregando valor à comunicação com os clientes, além de explicar como é possível obter maior eficácia operacional por meio da comunicação em tempo real e estratégia OmniChannel.

O GMC Inspire® é uma plataforma inteligente – compatível com os mais variados sistemas de gestão corporativos – que compõem documentos, desenvolve e entrega conteúdos personalizados, no tempo certo e por diferentes canais (e-mail, web, mobile, SMS, impressos, postagem), de acordo com parâmetros previamente estabelecidos, além de analisar dados e informações. Atualmente, os clientes GMC têm total controle da operação de comunicação multicanal, o que viabiliza as estratégias sustentáveis e de economia operacional em despesas.

Prudential registra 40% de crescimento no total de prêmios de seguros de vida individual durante o primeiro semestre

marcelo manciniRelease

A Prudential do Brasil Seguros de Vida acaba de divulgar os resultados financeiros referentes ao primeiro semestre de 2015. O período foi muito positivo para a companhia com crescimento de 40% do total de prêmios de seguros, em comparação ao mesmo período do ano passado, atingindo R$ 447 milhões. Com base nas práticas contábeis brasileiras BRGAAP (Brazilian Generally Accepted Accounting Principles), a empresa obteve lucro líquido de R$ 52,1 milhões nos primeiros seis meses deste ano. Alta de 63%, em relação ao primeiro semestre de 2014, que ficou em R$ 31,9 milhões.

Segundo o vice-presidente financeiro da Prudential do Brasil, Marcelo Mancini, o resultado acumulado de junho de 2015 foi beneficiado pelo crescimento significativo das vendas, pelo ambiente econômico de alta das taxas de juros, que gerou mais receitas financeiras em relação a 2014 e também pelo ganho de escala, alcançado por meio do controle de despesas.

“A Prudential do Brasil chegou a mais de 257 mil apólices de seguros de vida individual no fim do primeiro semestre. Como consequência, também registrou um aumento de 41,7% no capital segurado, ema comparação com o primeiro semestre de 2014, chegando a mais de R$ 125 bilhões. A companhia continua inovando ao desenvolver produtos customizados que atendem a diferentes perfis de clientes. Acabamos de lançar um produto pioneiro no mercado brasileiro, o Vida Inteira Mais, que acompanha os novos patamares de longevidade, com antecipação de até 60% da indenização ainda em vida em casos de doenças pré-definidas,” afirma Mancini.

Com sede no Rio de Janeiro, a Prudential está presente em oito cidades brasileiras das regiões Sudeste e Sul, além do Distrito Federal por meio de 27 agências e dois escritórios. Neste ano, a empresa abriu um novo escritório e transferiu a diretoria de Administração de Apólices para o Nova América Corporate, zona oeste do Rio.