Fundación Mapfre anuncia novas bolsas de auxílio à pesquisa

A Fundación Mapfre traz para o Brasil duas opções de bolsas de auxílio à pesquisa que, juntas, destinarão 102 mil euros. busca incentivar o desenvolvimento de projetos de pesquisa em três áreas: Prevenção e Segurança Viária; Promoção da Saúde; Seguros e Previdência Social. Os trabalhos podem ser desenvolvidos de maneira independente ou no âmbito de universidades, hospitais, empresas ou entidades de pesquisa. Neste ano, serão concedidas 25 bolsas com uma verba total de 87 mil euros. O valor máximo distribuído em cada uma das áreas será de: Prevenção e Segurança Viária (24 mil euros); Promoção da Saúde (48 mil euros); Seguros e Previdência Social (15 mil euros). As inscrições podem ser feitas até o dia 13 de outubro de 2015.

Todas as inscrições para as bolsas são online e podem ser efetuadas na página oficial (www.fundacionmapfre.org). Para mais informações, basta entrar em contato pelo e-mail fmapfre@mapfre.com.br.

AXA é eleita a primeira marca de seguros do mundo

Release

A AXA foi confirmada como a a marca de seguros mais reputada e valiosa do mundo pela sétima vez consecutiva segundo o ranqueamento anual da Interbrand, consultoria de marca líder mundial. Segundo o estudo, divulgado hoje, a marca AXA está avaliada em US$ 9,2 bilhões, e seu posicionamento geral é de número 48.

A responsável pelas operações do Grupo, Véronique Weill, saudou os colaboradores e parceiros da AXA nos 59 países onde a companhia está presente, que, segundo ela, são os maiores embaixadores da marca diante dos clientes.

Para Philippe Jouvelot, presidente da companhia no Brasil, a chancela da Interbrand é muito importante também para os negócios. “Há um ano, quando iniciamos operações no país, fomos muito bem recebidos e desde cedo o volume de pedidos e de negócios foi elevado. Além da credibilidade dos profissionais que estão à frente da operação, isso tem a ver com a força da marca AXA”.

“Nos dois últimos anos, ganhamos 11 posições na lista da Interbrand e o valor da marca cresceu aproximadamente 30%. Isso reflete a regularidade, consistência e relevância dos nossos investimentos na marca. Vale citar a expansão da companhia na Ásia, América Latina e África; o foco na transformação digital do negócio, que recebeu 42% dos nossos investimentos em mídia, além de uma parceria global com o Facebook e o Linkedin e da intensificação de nossa presença no universo mobile”, conclui Frédéric Tardy responsável pelas áreas de Marketing e Distribuição do Grupo.

Nextel anuncia parceria com a PAN Seguros, Conecta Serviços e TOC Corretora de Seguros

Release

A partir de agora, a Nextel passa a ofertar a seus clientes o Meu Seguro Nextel, um serviço de seguro para aparelhos celulares que conta com cobertura contra roubo, furto e danos. O produto é oferecido em parceria com a PAN Seguros, Conecta Serviços e TOC Corretora de Seguros, e reforça a preocupação da operadora em entregar soluções relevantes ao dia a dia dos usuários.

“A Nextel tem como objetivo oferecer aos seus clientes o mais variado e completo portfólio de produtos e serviços. Com essa parceria endereçamos uma das principais demandas do crescente mercado de smartphones do Brasil, entregando segurança e conveniência aos nossos clientes”, destaca Régis Alves, gerente de Marketing da Nextel.

Com mais de 280 milhões de linhas no Brasil, o segmento de telefonia móvel é um importante canal de distribuição de seguros. “A parceria entre estas empresas tem o intuito de oferecer aos usuários da Nextel novos serviços como proteção e garantia de seu smartphone, proporcionando tranquilidade aos clientes. Com produtos desenhados especialmente para a Nextel, o maior beneficiado é o usuário final”, afirma Evandro Baptistini, diretor Comercial da PAN Seguros.

A Conecta Serviços gerencia soluções para o mercado de seguros de celular há 15 anos e sabe que a cada dia as pessoas estão mais dependentes de seus aparelhos. “Nossa missão é tornar a vida dos clientes de seguro de celular mais fácil, segura e conectada, na medida em que a tecnologia se torna essencial. E a associação com a Nextel e a PAN Seguros tem exatamente este objetivo, gerar a melhor experiência ao consumidor se algo inesperado acontecer”, ressalta Ibraim Chahoud, CEO da Conecta Serviços.

“A TOC, como corretora de seguros do projeto, entende a relevância de ofertar seguros para os clientes Nextel, pois celulares e smartphones tornaram-se essenciais na vida das pessoas, demandando rápida reposição ou conserto dos aparelhos”, relata Leandro Tuma, diretor-executivo da TOC Corretora de Seguros.

O serviço está disponível em todas as lojas da Nextel.

Para mais informações, acesse www.nextel.com.br.

Setor de seguros registra alta de 17% mesmo com crise econômica

Fonte: Sincor SP

Em meio às turbulências que afetam a economia do país, o setor de seguros segue demonstrando solidez. Conforme a Carta de Conjuntura do Setor de Seguros, o faturamento como um todo obteve alta de 17%, de janeiro a julho deste ano, ante o mesmo período do ano passado.

De acordo com a publicação, que é assinada pelo Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo) e que traz um mapeamento mensal da indústria de seguros, o desempenho está lastreado no VGBL, tendo em vista que a receita do produto avançou 30% no intervalo.

A Carta ressalta ainda que, sem o VGBL, a receita de seguros subiu apenas 5%, acumulando R$ 54,4 bilhões. No recorte por segmentos, os seguros de pessoas apresentaram crescimento de 9% no período analisado, ao passo que os ramos elementares, que englobam automóvel e residencial, contaram com evolução mais modesta, de 4%.

É assim que, segundo o estudo divulgado pelo Sincor-SP, o mercado de seguros terá uma variação nominal de 10% em 2015. “Trata-se de número praticamente idêntico às taxas inflacionárias, sem nenhum ganho real, como vinha ocorrendo nos últimos anos”, pondera a Carta, salientando que a boa notícia está na estimativa de evolução dos indicadores, que vêm se mantendo estáveis nos últimos dois meses, ou seja, não estão caindo mais. Alem disso, o documento aponta situações favoráveis relacionadas com a rentabilidade das seguradoras, que são beneficiadas, entre outros fatores, pela trajetória mais elevada da taxa de juros.

Em análise do contexto, o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, diz que é preciso manter o foco e explorar novos nichos, investindo no empreendedorismo e na criatividade. “A crise atinge o desempenho do canal corretor, claro, não estamos imunes. Mas, com a oferta de portfólio diversificado, reforçamos nosso papel de pilar da indústria de seguros e o compromisso com o avanço social e econômico da nação”, reforça Camillo.

Programa “Porteiro Amigo do Idoso” entrega certificado a 120 alunos do Rio de Janeiro

Release

Iniciativa pioneira e gratuita criada pelo Grupo Bradesco Seguros, o Programa Porteiro Amigo do Idoso entregou nesta quinta-feira, 1º de outubro, 120 certificados aos alunos formados no curso. Os porteiros que fizeram a capacitação trabalham nos bairros de Botafogo e Flamengo e concluíram as aulas entre julho e setembro deste ano. Desde a sua criação, em 2010, o programa já capacitou cerca de 1.450 porteiros no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo. A cerimônia aconteceu no Auditório do SENAC Botafogo, em Botafogo.

A data de ontem, Dia Internacional do Idoso, foi escolhida para homenagear os principais beneficiários da iniciativa. Como Dona Lenita, que, aos 90 anos, fez questão de prestigiar a diplomação de Mauricio Souza Guimarães, 67 anos, porteiro do condomínio em que é síndica. “Ele já tratava os idosos muito bem. Esperamos que melhore ainda mais”, comentou.

O programa Porteiro Amigo do Idoso, criado em 2010 pelo Grupo Bradesco Seguros, surgiu a partir de uma pesquisa que identificou que o porteiro é o “melhor amigo do idoso”. Sua proposta é capacitar os profissionais que lidam diariamente com moradores longevos a oferecer soluções e cuidados adequados às suas necessidades.

A metodologia foi desenvolvida pelo Senac RJ sob a orientação do médico e pesquisador em saúde pública Alexandre Kalache. Considerado uma das maiores autoridades internacionais em gerontologia, ele é também idealizador do conceito Cidade Amiga do Idoso, conselheiro sênior sobre Envelhecimento Global da Academia de Medicina de Nova York (The New York Academy of Medicine) e consultor do Grupo Bradesco Seguros para questões relacionadas à longevidade.

O curso é composto por 12 horas, divididas em três dias, que incluem aulas teóricas e uma vivência, na qual são utilizados óculos para dificultar a visão, pesos nos pés e aparelho auricular, entre outros artifícios, de forma que os porteiros sintam as limitações que a idade pode trazer e reflitam sobre as dificuldades enfrentadas pelos mais velhos.

Ana Cristina Freire, 41 anos, profissional de portaria que atua nas dependências do Grupo Bradesco Seguros, no Rio de Janeiro, confirma a tendência de crescimento das mulheres na profissão, apontada na atual etapa do programa. Para ela, o curso despertou seu olhar para situações que antes passavam despercebidas. “Nas aulas debatemos muitas coisas e vemos que o idoso precisa de auxílio e, às vezes, nem notamos. Passei a prestar mais atenção nas dificuldades de locomoção de um idoso, afinal, ele não está naquela situação porque quer”, resume.

O programa

A expectativa do programa é formar, no total, aproximadamente 1.700 porteiros até janeiro de 2016, uma vez que a iniciativa foi estendida a outros bairros no Rio de Janeiro (Botafogo, Flamengo e Tijuca, além de Copacabana), outras cidades paulistas (Campinas, Santo André e Ribeirão Preto) e outros estados (Minas Gerais e Espírito Santo).

–Essa iniciativa faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros com a realização de ações que incentivem a conquista da longevidade com qualidade de vida, saúde e bem-estar — explica Eugênio Velasques, Diretor do Grupo Bradesco Seguros.

Tokio Marine patrocina “Chaplin, O Musical”

Release

Seguindo sua estratégia de exposição de marca e em apoio à cultura nacional, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos de seguros do mundo, patrocina a temporada do espetáculo “Chaplin, O Musical”. Sucesso da Broadway, o roteiro original de Christopher Curtis e Thomas Meehan é adaptado por Miguel Falabella e tem produção de Claudia Raia e Sandro Chaim. No elenco, Jarbas Homem de Mello encena um dos maiores gênios das telas, o inglês Charles Chaplin, e Marcello Antony atua como Sidney Chaplin, seu irmão.

A peça fica em cartaz no teatro Procópio Ferreira, na capital paulista, até o dia 18 de outubro. “É uma grande satisfação para a Tokio Marine patrocinar e incentivar eventos culturais. Democratizar o acesso à cultura é muito importante para o País e estimular a realização de projetos como esse faz parte da filosofia e essência da Companhia”, diz o Diretor-Executivo de Estratégia Corporativa da Tokio Marine, Masaaki Itakura.

Os Colaboradores e os Clientes dos produtos Auto, Residência, Condomínio e Simples Empresa têm desconto de 20% na compra de até dois ingressos na bilheteria do teatro durante toda a temporada do musical. Para conseguir o preço especial, basta apresentar o crachá da empresa ou a carteirinha física e identificar o número de segurado. A Seguradora também terá sessão para 200 Corretores e Clientes em 03 de outubro e para 124 Colaboradores no dia 04 do mesmo mês.

“É uma alegria enorme para o teatro brasileiro poder contar com o patrocínio de empresas como a Tokio Marine Seguradora, que realmente se preocupam com o incentivo à cultura e aos bons projetos no País. E nada mais justo que retribuir essa parceria com um espetáculo impecável do início ao fim, como é “Chaplin, O Musical”. Nos dedicamos muito e estamos muito felizes com o apoio de todos nesse musical!”, agradece Claudia Raia.

Os ingressos estão à venda na bilheteria do Teatro Procópio Ferreira, Rua Augusta, 2.823, e no site http://www.ingressorapido.com.br.

“Chaplin, O Musical”

“Chaplin, O Musical” refaz os passos que levaram Charles Chaplin ao estrelato. Jarbas Homem de Mello, no papel de Chaplin, divide com o irmão mais velho, Sydney (Marcello Antony), o sonho de uma vida melhor. Inspirado pelo talento da mãe, Hannah (Naíma), que brilhava como cantora de teatro, Chaplin despertou a atenção dos produtores e donos de estúdios de cinema. Durante o musical, o público acompanha os detalhes que fizeram nascer um grande personagem e seu empenhado mestre criador. A intenção é trazer o espectador para o fascinante backstage do astro do cinema mudo

Ficha técnica:

Texto Original: Christopher Curtis e Thomas Meehan

Músicas e letras originais: Christopher Curtis

Versão Brasileira: Miguel Falabella

Direção: Mariano Detry

Produtores Associados: Claudia Raia e Sandro Chaim

Direção Musical e Vocal: Marconi Araújo

Direção Geral: Mariano Detry

Coreografia: Alonso Barros

Cenografia: Matt Kinley

Figurino: Fábio Namatame

Visagismo: Dicko Lorenz

Orquestração: Larry Hochman

Serviço:

Espetáculo “Chaplin, O Musical”

Data: Até 18 de outubro

Horário: Quinta e Sexta às 21h; Sábado às 17h e às 21h e Domingo às 16h e às 20h

Local: Teatro Procópio Ferreira

Endereço: Rua Augusta, 2.823 – Cerqueira César – São Paulo/SP

Visite o site oficial para mais informações: http://www.teatroprocopioferreira.com.br/

Travelers assume P&C da JMalucelli e passa a chamar Travelers Seguros Brasil

O Paraná Banco informou em nota aos seus acionistas e ao mercado que concluiu a transferência da sua participação majoritária na operação de Seguros Patrimoniais e de Responsabilidades (P&C) para sua sócia norte-americana Travelers. A operação de P&C deixou de fazer parte da holding de Seguros JMalucelli Participações em Seguros e Resseguros S.A. e operará sob o nome Travelers Seguros Brasil​ 1​ , na qual o Paraná Banco permanecerá como sócio com 5% de participação. A holding JMalucelli Participações em Seguros e Resseguros, proprietária das operações de Seguro Garantia e Resseguros continua com a mesma estrutura, com participação majoritária do Paraná Banco de 50,5%.

Mercado segurador participará da consulta pública sobre Base Nacional Comum Curricular

Fonte: CNSeg

Pesquisa da CNseg pretende identificar que seguradoras possuem escola/universidade corporativa A Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação lançou em 16 de setembro uma consulta pública para colher opiniões e sugestões sobre o texto preliminar da Base Nacional Comum Curricular (BNC), que busca a padronização de pelo menos 60% do currículo da educação básica, compreendida pela Educação Infantil, Ensino Fundamental, e Ensino Médio.

A BNCC está organizada em quatro áreas de conhecimento: Linguagens, Matemática, Ciências Humanas e Ciências da Natureza. A integração entre os componentes de uma mesma área do conhecimento e entre as diferentes áreas é estabelecida, ainda, pelos temas integradores: (1) Consumo e educação financeira; (2) ética, direitos humanos e cidadania; (3) Sustentabilidade; (4) Tecnologias digitais; e (5) Culturas africanas. As áreas de conhecimento perpassam objetivos de aprendizagem de diferentes componentes curriculares, nas diferentes etapas da educação básica.

Com o intuito de fazer sua parte e contribuir para a BNC, a CNseg está realizando uma pesquisa junto ao mercado segurador para identificar quais empresas possuem escola/universidade corporativa, pois, como dizia Paulo Freire: “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”.

Os interessados em participar diretamente da consulta pública podem fazê-lo até 15 de dezembro pelo site basenacionalcomum.mec.gov.br.

Caixa decide adiar abertura de capital da Caixa Seguridade

Fonte: Estado de S.Paulo, por Fernanda Guimarães, Aline Bronzati, Murilo Rodrigues Alves

O governo desistiu de abrir neste ano o capital da Caixa Seguridade Participações, nova empresa que foi criada para reunir todas as companhias de seguro do banco estatal. A decisão foi tomada oficialmente ontem em reunião do conselho de administração da Caixa, da qual participam representantes do banco estatal e dos ministérios da Fazenda e do Planejamento.

A expectativa anterior era que a operação poderia ser feita ainda neste ano, mas agora a previsão é que só se dará em 2016. A decisão, segundo o banco, está ancorada no “momento atual do mercado”. A abertura de capital da Caixa Seguradora é uma das receitas extras que o governo contava para fechar as contas deste ano com superávit. A estimativa era arrecadar, no mínimo, R$ 4 bilhões em impostos com a operação.

Os bancos envolvidos na operação já haviam sugerido o adiamento com o respaldo de que uma oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) neste momento, de forte aversão ao risco, significaria, na prática, um grande desconto no valor da companhia. A previsão inicial era de que o IPO ocorresse no fim de outubro e movimentasse R$ 10 bilhões, segundo fontes. No entanto, se a oferta fosse levada adiante, no atual ambiente, a cifra poderia cair para menos da metade, conforme as mesmas fontes.

Antes mesmo da piora no cenário, com a perda de selo de bom pagador do Brasil pela Standard & Poor’s (S&P), o IPO da Caixa Seguridade em outubro já estava em xeque visto que um atraso nas negociações para renovação antecipada do contrato de exclusividade para a venda de seguros com os sócios que controlam a companhia, a CNP Assurances, havia comprometido a realização da operação nessa janela.

Os franceses chegaram a ofertar R$ 10 bilhões para renovar o contrato de forma antecipada, mas, não atingiram um consenso com o banco público na forma de pagamento.

IRB Brasil. No momento, há dois IPOs em análise na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Além de Caixa Seguridade, o ressegurador IRB Brasil Re também planejava sua oferta para este mês, mas a emissão também foi adiada, segundo fontes. Neste caso, se o mercado tiver uma melhora, a oferta pode acontecer em dezembro, última janela possível neste ano.

As duas operações foram lançadas no contexto do ajuste fiscal proposto pelo governo e, com as postergações, são duas receitas anteriormente contabilizadas para 2015 que podem não se concretizar. O governo conta com R$5 bilhões em concessões e permissões neste ano. A meta de superávit para a União é de R$ 5,8 bilhões.

Os IPOs no Brasil são muito dependentes de estrangeiros, que na média histórica acabam ficando com cerca de 70% das ações ofertadas. No entanto, como muitos players já dão como certo a perda de mais um selo de bom pagador pelo Brasil, muitos investidores com mandatos que restringem investimentos nessa situação já começam a se posicionar para essa realidade.

“Mercado de resseguros deve deslanchar a partir de 2017”

Fonte: Boletim Acontece, da Escola Nacional de Seguros

A resolução CNSP nº 322, editada neste ano e que propõe a redução gradativa dos limites de operação intragrupo e de cessão para resseguradores locais, demonstra uma intenção do Estado em retomar o processo de abertura do resseguro nos próximos dois anos. É o que acredita o advogado Daniel Schmitt, sócio do escritório Schmitt Advogados.

“O poder estatal acredita que o mercado brasileiro já se mostra maduro para conviver com uma competitividade horizontal. A nova norma, então, restabelece aquilo que se objetivava no início e, com isso, o setor deve deslanchar a partir de 2017”, afirmou Schmitt, um dos palestrantes do 6º Seminário de Resseguro – A Arte de Elaborar o Contrato.

Segundo o advogado, quando foi editada em 2007, a lei complementar nº 126 buscou privilegiar a realização de negócios no Brasil e se preocupou em evitar uma eventual dependência estrangeira. “Esse excesso de requisitos também visou proteger o segurado de distorções que viessem a ocorrer nas negociações entre seguradoras e resseguradoras”.

No entanto, lembra Schmitt, o setor tem criticado a permanência desses limites, que dificultariam a evolução da abertura. “A opção por mantê-los deu-se porque o Estado entendeu suficiente para o momento a magnitude da abertura proposta, que permitiu alcançar o objetivo de aumentar a eficiência da oferta de resseguros no País”.

Resseguro para catástrofes no Brasil

Opção para situações catastróficas e que começa a ser utilizada no Brasil, o resseguro paramétrico também foi comentado durante os debates. “É um resseguro que depende de dois fatores: um prejuízo acima de determinado limite, e um determinado parâmetro a ser ultrapassado, como umidade atmosférica”, exemplificou o consultor Marcus Clementino.

Clementino, que é professor da UFF/RJ e coordenador técnico do evento, assinala que esse resseguro teria sido útil para minimizar perdas associadas à escassez de água. “Infelizmente ele não estava disponível quando houve o primeiro problema de crise hídrica, na década de 1990. E no momento, nenhum ressegurador vai querer bancar o risco devido à atual falta de chuva”, afirmou.

A presidente da área de resseguros da THB no Brasil, Maria Eduarda Bomfim, que também participou do seminário, contou que o resseguro paramétrico tem sido utilizado principalmente nas carteiras agrícolas e de microsseguro. “Pelo difícil acesso a certas regiões ou em função de um volume grande de riscos individuais, o limite de cobertura passa a ser definido dentro de um escopo geográfico”.

O evento, que aconteceu nos dias 29 e 30 de setembro, em São Paulo (SP), trouxe, ainda, debates sobre as armadilhas a serem evitadas ao se delinear as cláusulas mais comuns dos contratos automáticos de resseguro proporcionais e não proporcionais, principalmente as cláusulas de sinistro, e a opção pela arbitragem na resolução de conflitos.

Os arquivos com as apresentações dos palestrantes estarão disponíveis, em breve, no www.funenseg.org.br/download.