Cade aprova compra da Chubb pela ACE

Boas novas. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou no Brasil, sem restrições, a aquisição da seguradora Chubb pela concorrente Ace, que envolveu a maior oferta mundial do setor, avaliada em US$ 28 bilhões. A aprovação foi publicada nesta quinta-feira no “Diário Oficial da União”.

A companhia combinada, que adotará o nome Chubb se os acionistas aprovarão os termos em reunião agendada para o próximo dia 22, será liderada pelo presidente-executivo da ACE, Evan Greenberg, filho do ex-presidente da AIG, Maurice “Hank” Greenberg, considerado um ícone no mercado de seguros mundial.

No Brasil, ACE tem prêmios emitidos de R$ 1,03 bilhão e Chubb de R$ 354 milhões de janeiro a maio deste ano, criando o nono maior grupo segurador do Brasil, com 1,9% de market share considerando-se apenas o segmento de seguros gerais, incluindo vida e VGBL, de acordo com levantamento da Siscorp Consultoria.

Yasuda Marítima leva campanha Auto Retrato ao Congresso Brasileiro de Corretores de Seguros

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A Yasuda Marítima, empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo -, participa do 18ª Exposeg, que acontece simultaneamente ao 19° Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, entre os dias 8 e 10 de outubro no Centro de Convenções do Rafain Palace Hotel, em Foz do Iguaçu, no Paraná. Na ocasião, a companhia apresenta a campanha Auto Retrato que dá a oportunidade aos corretores de seguros ganhar diversos prêmios com a comercialização do Seguro Auto Yasuda Marítima.

Sob o mote Cotou, Converteu, Ganhou e ainda fica bonito na foto; a ação vai premiar os corretores que comercializarem os produtos Yasuda Marítima Auto Mensal e Yasuda Marítima Auto Convencional (não integram a promoção os negócios relacionados ao Yasuda Marítima Auto Frota). A cada 5% de conversão nas cotações realizadas e transmitidas via sistema de cotação online, o participante ganhará cinco reais (crédito válido apenas para vendas de apólices de novos segurados) para cada cotação efetuada naquele mês. Por exemplo, dentro de um mês o corretor efetua cem cotações de seguros novos no ramo Automóvel e 5 dessas cotações resultaram em apólices emitidas. Nesse caso, o corretor recebe R$ 500 (R$ 5 por cotação realizada).

Além disso para cada cotação convertida o participante poderá publicar uma selfie com o tema “Automóvel” no aplicativo Instagram com a hashtag #AutoretratoYM e concorrerá vinte mochilas por mês. Para participar o corretor deve contabilizar, pelo menos, cinco cotações dentro do mês vigente. A campanha fica em vigor até o dia 26 de fevereiro de 2016. O regulamento com os detalhes da campanha está disponível para consulta no Portal do Corretor.

A campanha Auto Retrato não é a única iniciativa da Yasuda Marítima em vigor atualmente. Os representantes da companhia também vão dar mais detalhes aos visitantes do estande na Exposeg sobre a campanha Selfie dos Campeões, criada para os produtos Vida e que vai “de vento em popa”. Lançada em julho a ação tem gerado bastante adesão por parte dos corretores de seguros. A iniciativa contempla prêmios que vão de eletroeletrônicos até um carro 0 km. Para participar, basta o corretor acessar o hotsite www.selfiedoscampeoes.com.br, efetuar um cadastro e baixar o app exclusivamente criado para a ação por meio do QR Code disponibilizado. Cada venda dos produtos Vida Yasuda Marítima representa pontos que poderão ser resgatados em prêmios.

Outro destaque é o lançamento do seguro de Vida PME Super Simples que, como o próprio nome já indica, é um produto desenvolvido para contribuir com pequenas e médias empresas, nas quais o próprio dono precisa decidir todos os aspectos do dia-a-dia, mas geralmente não conta com muito tempo para fazer a gestão de benefícios.

Estarão presentes no evento, o presidente da Yasuda Marítima, Francisco Vidigal Filho, e diretores de diversas áreas e regionais; que recebem os participantes no estande de 60 m² montado pela companhia.

IRB Brasil RE patrocina mais um espetáculo que estreia esta semana em São Paulo

Ópera WagnerRelease

Estreia nesta quinta-feira (08), às 20 horas, “Lohengrin”, de Richard Wagner, mais uma ópera da temporada lírica do Theatro Municipal de São Paulo patrocinada pelo IRB Brasil RE. Desde março, um público cativo de ótimos espetáculos e clientes convidados pela empresa desfrutam do melhor da música erudita em palcos brasileiros.

A Ópera, que narra a história de Elsa, acusada injustamente de ter assassinado o próprio irmão, terá ao todo oito récitas, com regência e direção musical do maestro John Neschling, diretor artístico da Fundação Theatro Municipal de São Paulo.

Ao longo do ano, outras estreias patrocinadas pela empresa ainda estão em cartaz até janeiro de 2016: a exposição “Frida Kahlo – Conexões entre mulheres surrealistas no México”, aberta ao público no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, e “Andança, Beth Carvalho – o musical”, cuja estreia aconteceu no dia 10 de setembro, espetáculo que marcou a associação do nome da empresa ao tradicional espaço cultural carioca, que passou a se chamar Teatro Maison de France IRB Brasil RE.

Esses são os exemplos mais recentes da disposição do IRB Brasil RE em se fazer presente no dia a dia dos seus clientes e colaboradores fora do ambiente de trabalho. Por meio de Leis de incentivo, em sua maioria, a empresa vem patrocinando ao longo dos últimos anos espetáculos e exposições como “Dalí: uma retrospectiva”, “Ópera do Malandro”; “Bilac Vê Estrelas”, entre outros, como forma de incentivo à cultura e de oferecer opções de entretenimento de ótima qualidade. (Para conhecer outros patrocínios do IRB Clique aqui)

Na área esportiva, em apoio à Operação Equilíbrio – programa voltado à saúde dos colaboradores da empresa – receberam patrocínio projetos como o Circuito das Estações, maior circuito de corridas de rua do Brasil; Night Riders, passeio ciclístico noturno pelos grandes centros urbanos do País e o Projeto Pedalar, evento direcionado a toda a família e adeptos do ciclismo que reúne mais de 20 mil participantes no Rio de Janeiro e São Paulo, em cada uma das edições.

Voltados para a área de negócios, o IRB também tem marcado presença nos principais eventos que concentram especialistas e clientes do segmento de seguro e resseguro. Em 2015 já foram patrocinados e apoiados o 7º Seminário de Seguro e Resseguro de Buenos Aires; o 4º encontro de Resseguros do Rio de Janeiro e a 7ª Conseguro, realizada em São Paulo no mês de setembro.

O próximo encontro a ter a marca da empresa será a XXXV Conferência Hemisférica de Seguros -FIDES, que acontece de 25 a 28 de outubro, no Chile.

Mondial Assistance Brasil conquista a conta da Fiat Chrysler Automobiles

A Mondial Assistance Brasil acaba de firmar uma grande parceria com a Fiat Chrysler Automobiles (FCA). A empresa será responsável por prestar atendimento a toda frota do grupo no Brasil, que inclui as marcas Fiat, Chrysler, Dodge, RAM e Jeep. A partir de dezembro de 2015, a assistência aos clientes da FCA será prestada pela Mondial Assistance Brasil em todo o território nacional. Estão inclusos os serviços de socorro mecânico, reboque, hospedagem, meio de transporte alternativo e carro reserva, dentre outros.

Segundo nota divulgada, a Mondial Assistance conta com 20 montadoras e 18 seguradoras entre seus clientes da área de assistência automotiva 24 horas, atendendo cerca de 9 milhões de consumidores em todo o Brasil.

Capital em resseguro tem queda de 2%, para US$ 565 bi, no primeiro semestre

O capital global de resseguros totalizou para US$ 565 bilhões (505,5 bilhões de euros) em 30 de junho, o que representa uma redução de 2% em relação ao final de 2014, segundo a última edição do informe “Aon Benfield Aggregate” (ABA), que analisa o desempenho financeiro das 28 principais resseguradoras mundiais no primeiro semestre de 2015.

Segundo o estudo, a queda foi impulsionado pelo fortalecimento do dólar americano no período analisado. Segundo o autor, o capital disponível para apoiar a subscrição em Resseguro permanece inalterado e que a retenção de lucros compensa as perdas nas carteiras de bônus.” O capital alternativo continua a crescer, mas num ritmo mais lento do que antes. O total avançou 6% nos primeiros seis meses do ano, para US$ 68 bilhões (60,84 bilhões de euros).

Mike Van Slooten, chefe da equipe de análise de mercado internacional de Aon Benfield, destacou que “as perspectivas para o setor de resseguros estão mudando, impulsionadas pela dinâmica do mercado nos países desenvolvidos e a crescente influência do capital asiático. A escolha criteriosa dos compradores de resseguros continuará a se beneficiar neste ambiente, mas o nível de complexidade é crescente e a compreensão das tendências da indústria nunca foi mais importante.”

Oferta inicial de ações do IRB Brasil é suspensa devido a condições do mercado, diz fonte

Fonte: Reuters, Por Aluísio Alves

BRASÍLIA (Reuters) – A oferta inicial de ações (IPO) da resseguradora IRB Brasil Re foi suspensa por conta das condições desfavoráveis do mercado, informou nesta terça-feira uma fonte com conhecimento do assunto. A decisão ocorreu depois que o IPO da Caixa Seguridade, que reúne participações da Caixa Econômica Federal em seguros e previdência, também foi suspensa na semana passada pelo mesmo motivo.

O antigo monopólio do resseguro é agora controlado pelos maiores bancos do país. O IPO era coordenado pelas unidades de banco de investimento de Banco do Brasil, Bradesco e Itaú Unibanco, com o JPMorgan agindo como um subscritor global. Procurado, o IRB Brasil não comentou o assunto.

A probabilidade de que o IPO acontecesse ainda neste mês tinha diminuído fortemente nas últimas semanas, após a queda do Ibovespa e do aprofundamento do recuo do real frente ao dólar. Escaldados com diversos negócios que não conseguiram entregar retornos prometidos nos últimos anos, os gestores de recursos se tornaram mais cautelosos sobre as ofertas de ações brasileiras. Em 2014, apenas uma empresa abriu o capital no país. Neste ano, a única estreia na bolsa foi da Par Corretora.

IAIS divulga regras para megaseguradoras, consideradas grandes demais para quebrar

big brotherA Associação Internacional de Supervisores de Seguros (IAIS, na sigla em inglês), publicou a mais recente atualização das regras de capital que regem as seguradoras globais consideradas grandes demais para quebrarem, conhecida como Global Systemically Important Insurers (GSIIs). Fazem parte do GSIIs Allianz, Aviva, AXA, Generali, Prudential, AIG, Ping An e Pru Financial. Numa segunda etapa, novos nomes podem ser anunciados em novembro, segundo boletim divulgado pelo Deutsche Bank, ao qual o blog Sonho Seguro teve acesso. O objetivo do IAIS é controlar seguradoras com ativos superiores a US$ 50 bilhões com receita anual acima de US$ 10 bilhões e com negócios em mais de três países.

Os novos requisitos, apresentados em 2013 na 20a. Conferência da IAIS na China, devem ser exigidos ao longo de 2016 e 2018 e colocados em vigor a partir de 2019. O objetivo é aprimorar a quantidade de capital que as seguradoras necessitam para se protegerem contra perdas futuras em caso de catástrofes que venham a exigir um volume significativo de indenizações.

Segundo os analistas do Deustche, embora os requisitos de capital que envolvem o GSII terem sido calculados pelas companhias, os valores situaram-se abaixo do exigido pelo normativo Solvência II, que entra em vigor em 2016 para as seguradoras europeias. No entanto, os valores calculados ficam acima do capital exigido atualmente para as operações de vida no mercado norte-americano.

SulAmérica aumenta para R$ 1 milhão o limite de cobertura contra vendavais do Seguro Empresarial

Fonte: Release

A SulAmérica ampliou para R$ 1 milhão o limite para contratação de cobertura contra vendavais dos seguros empresariais. O aumento de 400% em relação ao último valor estabelecido pela companhia amplia as oportunidades de negócios e traz mais liberdade no momento da cotação na ferramenta on-line disponível para os corretores parceiros.

“Os seguros empresariais têm demonstrado uma excelente performance em nossa carteira. Muitos empresários concentram investimentos acumulados durante anos na abertura de um negócio, e justamente por isso é cada vez maior a percepção deles sobre a importância de proteger seu patrimônio. Observando a crescente incidência de eventos climáticos, a companhia priorizou a melhoria da cobertura relacionada a ventos fortes e vendavais no pacote dos seguros empresariais”, explica o vice-presidente de Auto e Massificados da SulAmérica, Eduardo Dal Ri.

Com foco em pequenas e médias empresas, os seguros empresariais da SulAmérica atendem 11 segmentos de negócios: farmácias e drogarias, estabelecimentos de ensino, lojas de roupa, pet shops, salões de beleza, bares e restaurantes; consultórios; escritórios; shopping centers; hotéis e pousadas e padarias. Além da cobertura básica, que oferece proteção contra danos causados por incêndio, vendaval, queda de raios, explosão e implosão de qualquer natureza, o seguro empresarial da SulAmérica conta com mais de 30 coberturas opcionais disponíveis para contratação.

Caixa Seguridade tem IPO adiado

Fonte: Agência Estado, por Fernanda Guimarães e Aline Bronzati

A Caixa Econômica Federal confirmou o adiamento da abertura de capital da sua seguradora, a Caixa Seguridade, conforme antecipou o Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, no início de setembro. A decisão, segundo o banco, está ancorada no “momento atual do mercado” e o martelo foi batido ao longo desta semana.

Os bancos envolvidos na operação já haviam sugerido o adiamento com o respaldo de que uma oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) neste momento, de forte aversão ao risco, significaria, na prática, um grande desconto no valor da companhia. A previsão inicial era de que o IPO ocorresse no fim de outubro e movimentasse R$ 10 bilhões, segundo fontes. No entanto, se a oferta fosse levada adiante, no atual ambiente, a cifra poderia cair para menos da metade, conforme as mesmas fontes.

Antes mesmo da piora do cenário, com a perda de selo de bom pagador do Brasil pela Standard & Poor’s (S&P), o IPO da Caixa Seguridade em outubro já estava em xeque visto que um atraso nas negociações para renovação antecipada do contrato de exclusividade para a venda de seguros com os sócios que controlam a companhia, a CNP Assurances, havia comprometido a realização da operação nessa janela, conforme antecipou o Broadcast. Os franceses chegaram a ofertar R$ 10 bilhões para renovar o contrato de forma antecipada, mas não atingiram um consenso com o banco público na forma de pagamento.

No momento, há dois IPOs em análise na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Além de Caixa Seguridade, o ressegurador IRB Brasil Re também planejava sua oferta para este mês, mas a emissão também foi adiada, segundo fontes. Neste caso, se o mercado tiver uma melhora, a oferta poderá acontecer em dezembro, última janela possível neste ano. As duas operações foram lançadas no contexto do ajuste fiscal proposto pelo governo e, com as postergações, são duas receitas anteriormente contabilizadas para 2015 que podem não se concretizar.

Os IPOs no Brasil são muito dependentes de estrangeiros, que na média histórica acabam ficando com cerca de 70% das ações ofertadas. No entanto, como muitos players já dão como certo a perda de mais um selo de bom pagador pelo Brasil, muitos investidores com mandatos que restringem investimentos nessa situação já começam a se posicionar para essa realidade.

Questionamentos do TCU em relação às contas do governo de 2014

Bom resumo da Agência Reuters para todos entenderem mais sobre as pedaladas fiscais do governo Dilma Rousseff.

BRASÍLIA (Reuters) – O Tribunal de Contas da União (TCU) tem sessão extraordinária marcada para quarta-feira, dia 7, para apreciar as contas do governo de 2014, dando seu parecer pela rejeição ou não do balanço anual com base em 15 questionamentos feitos ao Executivo. Após a análise final pelo órgão de fiscalização, cabe ao Congresso Nacional fazer o julgamento em definitivo das contas.

Veja abaixo quais são os pontos de controvérsia identificados pelo TCU:

1) Omissão de passivos da União junto ao Banco do Brasil, ao BNDES e ao FGTS nas estatísticas da dívida pública de 2014;

2) Adiantamentos concedidos pela Caixa Econômica Federal à União para cobertura de despesas no âmbito dos programas Bolsa Família, Seguro Desemprego e Abono Salarial nos exercícios de 2013 e 2014;

3) Adiantamentos concedidos pelo FGTS à União para cobertura de despesas no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida nos exercícios de 2010 a 2014;

4) Adiantamentos concedidos pelo BNDES à União para cobertura de despesas no âmbito do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) nos exercícios de 2010 a 2014;

5) Ausência de prioridades da administração pública federal, com suas respectivas metas, no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2014;

6) Execução de despesa com pagamento de dívida contratual junto ao FGTS sem a devida autorização orçamentária no exercício de 2014;

7) Extrapolação do montante de recursos aprovados no Orçamento de Investimento para algumas empresas estatais, como Telebras e Furnas;

8) Execução de despesa sem suficiente dotação no Orçamento de Investimento pelas empresas Araucária Nitrogenados S.A., Energética Camaçari Muricy e Transmissora Sul Litorânea de Energia S.A. (TSLE);

9) Ausência de contingenciamento de despesas discricionárias da União no montante de pelo menos 28,54 bilhões de reais;

10) Utilização da execução orçamentária de 2014 para influir na apreciação legislativa do Projeto de Lei PLN 36/2014, que mudou a meta fiscal do ano passado;

11) Inscrição irregular em restos a pagar de 1,367 bilhão de reais referentes a despesas do Programa Minha Casa Minha Vida no exercício de 2014;

12) Omissão de transações primárias deficitárias da União junto ao Banco do Brasil, ao BNDES e ao FGTS nas estatísticas dos resultados fiscais de 2014;

13) Existência de distorções materiais que afastam a confiabilidade de parcela significativa das informações relacionadas a indicadores e metas previstos no Plano Plurianual 2012-2015;

14) Aprovação do Decreto Presidencial 8.197 que dispôs sobre a programação orçamentária e financeira e fixou o cronograma mensal de desembolso para 2014 sem considerar o pedido de suplementação de crédito orçamentário pelo Ministério do Trabalho), no valor de 9,2 bilhões de reais, para custear despesas obrigatórias do seguro desemprego e abono salarial financiadas com recursos do Fundo de Amparo do Trabalhador (FAT);

15) Edição de ao menos dois decretos para abertura de crédito suplementar ao Orçamento Fiscal e de Seguridade Social para custear despesas primárias, utilizando-se como fonte de recurso receitas financeiras e não de fontes neutras, o que seria incompatível com o alcance da meta de resultado primário.