Mongeral Aegon lança novo site institucional

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A partir de amanhã, entra no ar o novo site institucional da Mongeral Aegon, totalmente reformulado para oferecer ao usuário uma experiência de navegação mais simples e direta. Agora, além de informações sobre a empresa e o Grupo, as pessoas também podem adquirir os produtos da companhia. Tudo isso em um mesmo ambiente integrando corretores, canais de atendimento e venda online. “Quando o usuário inicia uma compra pela loja virtual, o sistema identifica seu perfil, oferece uma simulação online e ainda sugere um corretor para apoiá-lo no processo de compra”, informa o superintendente de Marketing Digital da Mongeral Aegon, Rafael Rosas. Outra inovação é a funcionalidade de busca de endereços das unidades, que também apresenta os corretores com lojas online nas regiões selecionadas pelos usuários.

O novo site também é responsivo para smartphones e tablets. “É mais uma evolução da nossa estratégia digital. Estamos caminhando na direção do mercado de ser omnichannel e oferecer nossos serviços pelo canal de preferência do usuário. O site apresenta a integração entre informação, serviços e e-commerce, o que pode ajudar as pessoas a tomarem uma decisão mais consciente sobre o seu planejamento financeiro”, diz o presidente da companhia, Helder Molina.

Mapfre Assistance e Mobility anunciam parceria para a venda do Segurviaje

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A Mapfre Assistance, empresa especializada em serviços de assistências, e a Mobility, líder em locação de veículos com atuação no Brasil e no exterior, anunciam parceria para a venda do SEGURVIAJE, produto da Mapfre Assistance que oferece um conjunto de serviços de assistência à viagem. Com o acordo, os clientes Mobility que alugarem automóveis pelo site da companhia (www.mobility-online.com.br) ou nos pontos de venda da marca no Brasil terão à disposição um canal exclusivo para a contratação da assistência viagem, que oferta opções de planos aos mais diferentes perfis de roteiros, desde viagens a negócios até para estudos ou mesmo lazer.

A estratégia, que faz parte do plano da companhia de conscientizar os clientes sobre a importância de viajar assistido, também gera um novo canal de atendimento. “A parceria com a Mobility, uma empresa que é líder no seu segmento, sem dúvida agrega valor ao nosso produto e amplia nossa carteira de clientes. Já que as pessoas precisarão alugar um carro para deslocamentos em férias ou trabalho, nada melhor do que também ter acesso de forma rápida e prática a uma opção de assistência viagem – que muitas vezes por falta de hábito é esquecida -, com apenas um clique”, afirma Almir Fernandes, presidente da MAPFRE Assistance.

“Estamos muito contentes com a parceria, pois vamos poder oferecer aos nossos clientes um produto de qualidade, com ótimo custo-benefício, e contribuir para tornar a viagem de cada um ainda mais tranquila e segura”, disse Oskar Kedor, diretor da Mobility.

Efeito El Nino reduz furacões e pagamentos de indenizações por catástrofes em 2015, segundo Munich Re

Depois dos dados divulgados pela Swiss Re no fechamento de 2015, a Munich Re publica o estudo sobre as perdas com desastres naturais como tempestades e terremotos. De acordo com o estudo, o volume de indenizações caiu para US$ 27 bilhões em 2015, menor nível desde 2009. Segundo release divulgado, o fenômeno climático conhecido como “El Niño” ajudou a reduzir o número de furacões no Atlântico Norte, principal motivo dos custos em anos anteriores.

Pedidos de indenização a seguradoras totalizaram US$ 31 bilhões em 2014, e também estiveram abaixo da média anual da década, de US$ 56 bilhões, disse a Munich Re. No total, 23 mil pessoas morreram em 2015, muitas no terremoto em abril no Nepal. O total é comparado às 7,7 mil do ano anterior, mas que ainda assim ficou abaixo da média de 10 anos, de 68 mil.

“Nós fomos de alguma forma favorecidos no ano passado: ciclones tropicais fortes frequentemente só atingiram áreas esparsamente povoadas ou não chegaram à terra”, disse o chefe da unidade de Geo Risks Research da Munich Re, Peter Hoeppe.

Todas as resseguradoras agem como garantia para as companhias de seguro, pagando parte das grandes indenizações por causa de tempestades e terremotos em troca de parte do prêmio. Segundo especialista, indenizações menores impulsionam os lucros da indústria de seguro, mas tem um efeito negativo para as resseguradoras, das quais as companhias de seguro clientes então demandam preços menores pelo apoio da resseguradora.

Terra Brasis anuncia mudanças em sua estrutura executiva

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Dando continuidade ao seu plano de crescimento, visando consolidar sua posição no mercado brasileiro de resseguros e expandir seus negócios pela América Latina, a Terra Brasis anuncia mudanças estratégicas em sua estrutura executiva. Com as novas mudanças, Carlos Zoppa assume a Vice-Presidência Técnica Consultiva da Terra Brasis, Rodrigo Botti a Diretoria Geral e de Finanças e Operações e Beatriz Americano a Diretoria Administrativa.

Carlos Zoppa compõe a diretoria executiva da Terra Brasis desde o seu início, sendo um dos grandes mentores no processo de formação da equipe, compartilhando com todos a sua experiência, fruto de uma longa carreira profissional de muito sucesso. Em sua nova posição, o Zoppa assume a Vice-presidência Técnica Consultiva da Terra Brasis, assessorando as áreas de Subscrição e Sinistros, contribuindo para a construção de uma carteira de negócios cada vez mais crescente e rentável.

Rodrigo Botti integra a diretoria executiva da Terra Brasis desde o processo de formação da Companhia, exercendo um papel essencial no desenvolvimento e consolidação da empresa.Rodrigo, atual diretor de Finanças e Operações, passa a ocupar também a posição de Diretor Geral da Terra Brasis, executivo responsável pelas atividades do dia a dia da Companhia.

Beatriz faz parte do quadro de executivos da Terra Brasis há mais de 4 anos, tendo iniciado sua trajetória na Companhia como Gerente Jurídico, posição que ocupou com muito empenho e dedicação, que se manteve após assumir o cargo de Superintende Jurídico e de Desenvolvimento, nesse último com participação direta no processo de expansão da Terra Brasis para outros países da América Latina.
Beatriz passa a liderar as áreas Administrativas, de Sinistros, Jurídicas, de Recursos Humanos e Marketing da Companhia.

Solvência II começa na Europa

solvencia1A Comissão Europeia anunciou o início do novo regime de solvência para seguradoras e resseguradoras, conhecida como Solvência II, que traz uma mudança significativa para o setor. Solvência II introduz um novo sistema de regulamentação na Europa para proteger melhor os consumidores, modernizar a supervisão, aprofundar a integração do mercado e aumentar a competitividade das seguradoras nos vários países onde atuam.

A Solvência II prevê um aumento de capital dessas empresas para evitar riscos. A norma inclui dois níveis de capital para as seguradoras. Se uma seguradora ficar abaixo do primeiro nível, deverá implementar um plano de recuperação junto ao supervisor, mantendo a subscrição de novos negócios. Somente se o capital cair abaixo do mínimo necessário deverá parar de fazer novos negócios até que a companhia possa restaurar o capital exigido.

O Brasil segue os princípios desta normativa, com boa parte das exigências previstas para serem implementadas até o final de 2017.

Ernesto Tizirulnik critica medidas da Susep; Flávio Girão esclarece as dúvidas

ernestoAlgumas mudanças no arcabouço regulatório do mercado segurador estão gerando intensas discussões, desde as seguradoras que se queixam do custo financeiro e de horas de funcionários para implementá-las em um ano de economia em baixa, na qual toda a energia deve ser usada para medidas que mantenham o crescimento das vendas.

Na semana passada, a crítica ficou por conta do advogado Ernesto Tizirulnik, presidente do Instituto Brasileiro de Direito do Seguro (IBDS), que criticou a intenção da Superintendência de Seguros Privados (Susep) de alterar a classificação de coberturas. Segundo nota enviada pela assessoria do advogado, a Susep pretende alterar a codificação dos diferentes ramos e a classificação das coberturas, limitando a comercialização de alguns produtos.

“A quem serve a Susep, a autarquia federal que deveria atuar em favor dos segurados e beneficiários dos seguros?”, indaga Tzirulnik no comunicado. “Ela esvaziou os seguros de riscos de engenharia, quando estes são vitais para países em desenvolvimento; bloqueou seguro de responsabilidade civil de administradores para danos ambientais logo depois do rompimento da barragem de Mariana; e agora quer — e vai — fazer o mesmo com todos os demais seguros, inclusive de automóveis”. O advogado refere-se ao trecho da minuta da Susep que prevê que “as coberturas do plano de seguro secundário somente poderão ser comercializadas como coberturas adicionais, de contratação facultativa pelo segurado”.

A nova norma proposta pela Susep, estabelece que os planos de seguro secundário (que apresentam cobertura típica de um único ramo) somente poderão ser comercializados em conjunto com um ou mais planos de seguro principal. Para Tzirulnik, “essa intervenção minuciosa, ora benéfica para alguns em detrimentos de muitos outros, ora o inverso, mostra que neste país não há uma política de seguro consequente”.

Em resposta, o diretor de autorizações da Susep, Flávio Girão, afirma que é importante ressaltar que a minuta de circular que estava em consulta pública até o início deste mês, não inova em absolutamente nada quando o assunto é oferecimento de seguros de ramos/grupos diferentes. “Basta ler a Circular SUSEP nº 395, de 3 de dezembro de 2009. Ou seja, o que se aponta como novidade já existe em nosso arcabouço normativo há mais de seis anos! Somente para exemplificar, os artigos que tratam do ramo “Risco de Engenharia”, sequer foram alterados na circular em consulta pública”, informa.

Girão reitera ainda que a Susep “não“ bloqueou o seguro de responsabilidade civil de administradores para danos ambientais logo depois do rompimento da barragem de Mariana e ressalta que qualquer afirmação contrária só pode ser falta de informação, desconhecimento ou confusão no entendimento das normas do setor. “Esclareço mais uma vez que qualquer seguradora pode oferecer um seguro de responsabilidade civil de diretores e administradores, também conhecido por RC D&O (do inglês Directors and Officers), com cobertura de responsabilidade civil de danos ambientais, conhecido por RC Ambiental. Basta, para isso, estruturar um produto com cobertura principal de RC D&O, conjugado com a cobertura secundária de RC ambiental. O mesmo se aplica a qualquer seguro que possua cobertura de ramos distintos. Tal tipo de estruturação é corriqueira e de fácil implementação”, conclui.

Por fim, ao determinar que nos planos de seguro secundário somente poderão ser comercializados como coberturas adicionais, de contratação facultativa pelo segurado, ele explicou que a Susep veda a prática de venda casada do plano de seguro principal com o plano de seguro secundário, ”ao contrário de ilações feitas sem fundamento e que só trazem confusão ao mercado”.

Na réplica a resposta da Susep, o advogado diz que a posição mostra quão burocrática a autarquia está sendo em relação a um negócio jurídico que há séculos é dinâmico e prima pela consensualidade. “Esse negócio de “apartar coberturas” é um perigo. Seguro não é gado”, comenta Ernesto.

Segundo ele, os seguros em linha de princípio, como ensinava por todos Pontes de Miranda, tende à ampla cobertura dos riscos que incidem sobre o interesse que é garantido. Tendem ao “all risks”, mesmo os de riscos nomeados. Ele argumenta que os consumidores sentem-se seguros quando assim contratam, ainda que os documentos do seguro sejam predispostos pelas seguradoras. A função social, a utilidade dos seguros é desse modo potencializada. Por isso as coberturas são amplas e existe a técnica de exclusão e limitação que deve ser feita com muita parcimônia e clareza. “Por isso caiu muito bem entre nós a regra da interpretação contra o predisponente que foi plasmada no Código Civil de 2002.”

Ernesto afirma que a boa prática regulatória é no sentido de estimular a máxima compreensão da cobertura do seguro e não torná-la exceção. “Quando a Susep põe planos anões como básicos e prevê adendos para acrescer algo, ela acaba derrubando a amplitude das coberturas. Somente as garantias apequenadas estarão disponíveis e, quiçá, a prêmio outro, sujeita a burocracia, uma ou outra cobertura que se possa agregar. Tudo dependerá do “apetite” das seguradoras e dos resseguradores e das conveniências as mais variadas.”

O resultado, acrescenta o advogado, é que alguns acreditarão que estão vestidos com boa garantia quando estão seminus. Outros perceberão isso e somente contratarão seguros se forem forçados a fazê-lo, com o sentimento de que estão queimando seu dinheiro. “Isso, com sinceridade, desserve à política de solidarização social e econômica que os seguros devem promover”, diz. “Eu não disse que a SUSEP impediu cobertura de riscos, disse que ela bloqueou. Proibir é uma coisa. E só lei pode fazer isso. A Susep jamais poderia proibir qualquer coisa, mesmo o CSNP não poderia. Bloquear, impedir, dificultar, tornar impossível são coisas distintas de impedir. É isto que a Susep acaba fazendo, por querer ou sem querer”, finaliza.

Saúde Suplementar no país se redesenha diante do cenário econômico nacional

jose cechinUm dos destaques do 11º Boletim da Saúde Suplementar – Indicadores Econômico-financeiros e de Beneficiários – da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) – é a análise dos números relativos às operadoras em regime de portabilidade especial ou portabilidade extraordinária. Os dois instrumentos representam ações da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que visam permitir que os beneficiários de operadoras que tenham suas atividades encerradas por liquidação extrajudicial mantenham planos de saúde, equivalentes ou não, em outras operadoras. Nessas modalidades de portabilidade, não é necessário respeitar todos os critérios da portabilidade normal. No mercado de Saúde Suplementar, ocorreram 120 concessões de portabilidade especial e 89 concessões extraordinárias (nível de alerta superior), entre 2013 e 2015. Das concessões de portabilidade extraordinária, 59 foram definidas em 2015 – expressivo aumento ante 2014, que registrou 10. A portabilidade extraordinária é decretada em situações excepcionais, quando há necessidade de intervenção para garantir opções ao beneficiário.

O boletim analisa a performance econômico-financeira do segmento. Nesta edição, os dados, referentes a setembro de 2015, reforçam que o setor de Saúde Suplementar apresenta sinais de desaceleração em função do cenário econômico: caiu o ritmo de crescimento das receitas e despesas – queda maior nas receitas do que nas despesas. Em setembro, o crescimento dos gastos do setor seguia acima da expansão das receitas: as despesas assistenciais aumentaram 14,9%, enquanto as receitas de contraprestações registraram avanço de 12,8% ante o aferido no período anterior. As informações têm como base demonstrações contábeis enviadas regularmente à ANS.

Pela primeira vez desde o início da série histórica, houve retração na base de beneficiários dos planos de assistência médica, com redução de 0,3% no total de consumidores. A desaceleração é mais acentuada para planos coletivos empresariais, contratados pelas empresas para os seus empregados. Esse tipo de contratação saiu de um patamar de crescimento de 6,3%, entre setembro de 2012 e setembro de 2013, para uma taxa negativa de 0,1%, em setembro de 2015 ante o mesmo mês do ano anterior. Entre os setores mais afetados pelo cenário macroeconômico, estão as indústrias de petróleo e gás, montagem industrial e serviços financeiros – atividades que registravam altos índices de contratação de mão de obra.

“Não há, no entanto, motivação para que se façam prognósticos alarmantes. Na verdade, surpreende o ritmo de crescimento do setor diante do cenário de retração econômica. Em parte, isso pode ser atribuído ao que pesquisas de opinião indicam – que o plano de saúde é o terceiro item de maior relevância em consumo no país, atrás de educação e casa própria. Isso significa que tende a ser um dos mais preservados entre as prioridades de consumo. No mesmo sentido aponta pesquisa do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), feita pelo Ibope neste ano, mostrando que 75% dos brasileiros que têm plano de saúde estão satisfeitos ou muito satisfeitos com seus planos”, destaca José Cechin, Diretor-Executivo da FenaSaúde.

No período analisado, as associadas à FenaSaúde custearam R$ 48,1 bilhões em eventos de assistência médica e odontológica de seus beneficiários, com expansão de 14,8% na comparação com os 12 meses imediatamente anteriores. As receitas de contraprestações totalizaram R$ 58,2 bilhões e cresceram 13,5%, na mesma base de comparação. A edição do Boletim da Saúde Suplementar – Indicadores Econômico-financeiros e de Beneficiários reforça o compromisso da FenaSaúde com a informação de qualidade para promover o melhor entendimento do mercado de Saúde Suplementar.

Confira os principais temas abordados no boletim

Estrutura do mercado de Saúde Suplementar

Nesse capítulo, são apresentados faturamento total do setor, despesas operacionais, despesas assistenciais, despesas por modalidade de planos de saúde e resultados operacionais. As associadas à FenaSaúde registraram despesa total (inclui despesas assistenciais, administrativas, comercialização e impostos) de R$ 56,8 bilhões nos 12 meses terminados em setembro de 2015, com expansão de 15% em relação ao período imediatamente anterior. As receitas de contraprestações totalizaram R$ 58,2 bilhões e cresceram 13,5%, na mesma base de comparação. Dessa forma, o resultado operacional das associadas (receita de contraprestações/despesa total) foi de R$ 1,4 bilhão. Já o mercado de Saúde Suplementar fechou deficitário em R$ 400 milhões, com despesas totais (R$ 143,6 bilhões) superando receitas de contraprestações (R$ 143,2 bilhões).

Operadoras e indicadores operacionais

Números absolutos das operadoras em atividade, divididas por modalidade. Mostra ainda volume de provisões técnicas das empresas, índices gerais de sinistralidade, fazendo distinção por modalidade de empresa. Aponta indicadores como volume de despesas administrativas e despesas comerciais.

Beneficiários

Esse capítulo traz dados de beneficiários da Saúde Suplementar no Brasil. Em setembro de 2015, havia 72,1 milhões de beneficiários de planos de saúde, sendo 50,3 milhões nos planos de assistência médica (69,7% do total) e 21,9 milhões nos planos exclusivamente odontológicos (30,3% do total). O capítulo reforça que, pela primeira vez na série histórica, a base de consumidores dos planos de assistência médica apresentou uma redução.

Distribuição geográfica

Distribuição dos beneficiários pelas cinco regiões do Brasil: Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste, por cobertura assistencial (assistência médica ou exclusivamente odontológica) e localidade (interior ou capital). Os dados mostram, por exemplo, que a Região Sudeste concentra o maior percentual de beneficiários de planos e seguros privados de saúde: 62,1% dos planos de assistência médica e 58,3% dos exclusivamente odontológicos. No entanto, a Região Centro-Oeste é a que registra o crescimento mais acelerado na base de clientes: em setembro deste ano, houve aumento de 4,7% nos planos de assistência médica e 4,1% nos exclusivamente odontológicos, na comparação com setembro de 2014.

O 11º Boletim da Saúde Suplementar – Indicadores Econômico-financeiros e de Beneficiários pode ser obtido por download, na íntegra, na página da FenaSaúde: http://www.cnseg.org.br/fenasaude/publicacoes/

Pequenos e médios empresários do Brasil estão mais conscientes em relação a riscos

O Brasil está no caminho certo na cultura de gerenciamento de riscos. É o que aponta a Pesquisa Global da Zurich, feita com 200 executivos de PMEs instaladas no país. Em relação ao ano anterior, reduziu-se pela metade o número de gestores que não acreditam que sua empresa corra algum risco – 11% contra 22% em 2014.

“O empresariado está se tornando mais consciente de que danos involuntários podem acontecer a qualquer momento, e a tendência é que se tornem mais precavidos”, analisa Paulo Alves, Diretor de Linhas Comerciais da Zurich Brasil. “A Pesquisa Global Zurich 2015 identifica ainda outra boa notícia: estamos em linha com a média global, que registra 10,4% de consciência neste sentido”, complementa Paulo Alves. A pesquisa foi realizada com três mil PMEs, 200 de cada um dos 15 países participantes, dentre eles o Brasil.

Tendo como missão ajudar o cliente a compreender e se precaver de riscos, a Zurich se torna reconhecida também pela transmissão de informações ao mercado. A companhia entende que o compartilhamento de informações resulta no melhor entendimento sobre os serviços que o mercado segurador disponibiliza. “Informações constroem a cultura, e a cultura do seguro tem ainda área para crescer”, destaca Emanuel Baltis, CEO de Global Corporate para o Brasil.

“As 11% de PMEs nacionais que não aceitam a ideia de que são suscetíveis a riscos não enxergam as consequências de um dano, a exemplo da perda de clientes ou pagamento de multas por descumprimento de contrato (falha na entrega). Caso não haja um estudo de viabilidade, os riscos diretos podem afetar a reputação da marca, devido à responsabilidade quando ocorre a troca de um fornecedor e consequentemente uma possível perda da qualidade do produto”, diz o Diretor.

“A Zurich tem expertise no assunto. Referência global em Engenharia de Prevenção de Riscos, a Zurich está cada vez mais focada na Resiliência dos Negócios, que consiste em prever soluções para manter a continuidade dos negócios caso a empresa seja vitimada”, afirma Paulo Alves. O Brasil tem mais consciência perante riscos que outros seis países pesquisados, entre eles os Estados Unidos, onde 15% das PMEs acreditam estar imunes. Na Itália e na Turquia são 12% e em Portugal, 13%. Na Irlanda o índice chega a 15,5% e na Malásia atinge 19%.

Sobre a Pesquisa:

A Zurich, empresa global de seguros que atua em mais de 170 países, tem 143 anos de existência e mais de 70 anos de experiência no mercado do Brasil, disponibiliza os dados de ampla pesquisa realizada com três mil pequenas e médias empresas de 15 países.

A intenção da pesquisa – e da divulgação dos resultados – é elencar informações sobre expectativas do mercado, de modo a colaborar com a tomada de decisões mais assertivas. Foram entrevistados executivos de PMEs de diferentes setores, que apontaram expectativas e receios para os 12 meses seguintes à pesquisa. Realizada anualmente, e em diversos países, a pesquisa também estabelece comparativos e aponta caminhos que as entrevistadas pretendem seguir.

Em cada país participaram 200 PMEs. A análise foi executada pela empresa global de pesquisa GfK entre os meses de julho e agosto de 2015. Foram entrevistados executivos de 3.000 pequenas e médias empresas (0-250 empregados em tempo integral). Entre eles CEO / Proprietários, Gerentes Gerais, CFO / Tesoureiros, COO / Chefe de Operações por país foi incluído. A pesquisa foi realizada com PMEs de 15 países: Alemanha, Áustria, Brasil, Emirados Árabes Unidos, Espanha, Estados Unidos, Hong Kong, Irlanda, Itália, Malásia, Marrocos, México, Portugal, Suíça, Turquia.

Os líderes das 3.000 empresas foram convidados a identificar até três ações e três desafios vislumbrados para o seu negócio nos 12 meses seguintes. Zurich e GfK continuam acompanhando as PMEs na intenção de compreender como os desafios estão sendo geridos. A decisão da Zurich em investir nesta ampla pesquisa corrobora seu empenho em entender e contribuir com o mercado.

Artigo: Novo olhar para riscos conhecidos

por Fátima Lima – Executiva de Sustentabilidade do GRUPO BB E MAPFRE, presidente da Comissão de Sustentabilidade da CNSeg, integrante da Rede Brasileira do Pacto Global e membro do board mundial do PSI, da ONU.

Em todo o mundo, cada vez mais organizações estão percebendo a importância de considerar os riscos ambientais, sociais e de governança (ASG) em suas decisões estratégicas. No setor de seguros, cujo negócio é gerenciar e assumir riscos, esse posicionamento ganha mais importância diante dos principais desafios globais em termos de impacto, divulgados no início deste ano durante o Fórum Econômico Mundial. Dentre eles, destacam-se as crises no abastecimento de água e de alimentos; a falha de adaptação dos países às mudanças climáticas; e as catástrofes naturais.

Somente no primeiro semestre de 2015, o mundo registrou perdas econômicas de US$ 35 bilhões resultantes de catástrofes naturais. Desse valor, as seguradoras pagaram US$ 12 bilhões em indenizações por contratos que tinham cobertura para eventos climáticos. Esses dados, da resseguradora Munich Re, mostram a vulnerabilidade de países emergentes e em desenvolvimento em relação às catástrofes naturais.

Segundo estudo publicado em junho na revista médica britânica The Lancet, o número de pessoas expostas a inundações, secas, ondas de calor e eventos extremos associados às mudanças climáticas será muito maior do que se imaginava nas próximas décadas.

Esses estudos mostram que as externalidades são cada vez mais recorrentes e significativas para os negócios. Por essa abordagem, as empresas mais bem-sucedidas são aquelas que buscam incorporar as questões ASG como forma de gerar valor para os negócios e stakeholders. Isso porque os temas ligados à sustentabilidade são essenciais para a perenidade dos negócios e permitem entender a cadeia de valor de ponta a ponta.

E eles não precisam ser excludentes ou engessar os negócios. Devem complementar a análise tradicional de riscos, incorporando novos aspectos ligados às demandas atuais da sociedade. Assim, é possível garantir uma visão sistêmica do negócio e um conhecimento maior dos impactos a longo prazo.

Susep autoriza venda da carteira de grandes riscos da SulAmérica para AXA

A Sul América comunicou que foi efetivada e consumada a venda para a Axa Corporate Solutions Brasil e América Latina Resseguros de 100% das ações representativas do capital social da Sul América Companhia de Seguros Gerais, a qual, em razão de reorganização societária interna no conglomerado SulAmérica, passou a reunir a carteira de grandes riscos do segmento de ramos elementares (além da já existente operação no ramo de seguro DPVAT), a qual passa assim a ser gerida e operada pela AXA no Brasil.

O valor global da operação de R$ 135,2 milhões foi pago nesta data estando ainda sujeito a determinados ajustes previstos no respectivo Contrato de Compra e Venda de Ações, relativos às variações patrimoniais da carteira e da SASG ocorridas até a presente data. A operação está alinhada com os objetivos estratégicos da Companhia e os recursos líquidos obtidos contribuirão para suportar o crescimento orgânico da Companhia nos demais segmentos em que atua, informou o grupo em comunicado enviado a Bovespa.