Ranking das maiores seguradoras “não vida” da Europa em 2014

Captura de Tela 2016-01-12 às 09.57.43A Allianz manteve o posto de maior seguradora da Europa em seguros gerais, segundo o ranking recém divulgado da Fundación Mapfre, que traz dados de 2014, com faturamento de 48 bilhões de euros. Entre as dez maiores seguradoras da Europa temos três alemãs, duas inglesas, duas francesas, uma espanhola, uma italiana e uma suíça.

Segundo o estudo, os prêmios Não Vida do seguro mundial registraram um crescimento de 2,9% em 2014, taxa ligeiramente superior à do exercício anterior, graças ao maior vigor dos mercados avançados. O crescimento dos mercados emergentes continua sendo significativo, embora menor que em anos anteriores. As condições de mercado continuam sendo de forte concorrência, o que, somado às baixas taxas de juros, aos movimentos de taxa cambial e às modestas taxas de crescimento econômico, não tem favorecido a materialização de um crescimento maior.

Foi neste contexto que atuaram os 10 grandes grupos seguradores europeus de Não Vida em 2014, com desigual comportamento no que se refere ao faturamento, alcançando conjuntamente um volume de prêmios de 205,537 bilhões de euros, que representa um aumento de 1,5% em relação a 2013. Sete grupos cresceram em relação ao exercício anterior e três mostraram decréscimos nos prêmios.

A Allianz continua encabeçando o ranking, seguida do Axa, Zurich e Generali, que mantêm a mesma posição que no ano anterior. A mudança introduzida nesta edição do ranking, ou seja, a não-inclusão do Achmea, fez com que os demais grupos avançassem uma posição. Assim, a MAPFRE sobe para a quinta posição, seguido do Talanx, Ergo e Aviva. O francês Covéa entra para a classificação em nono lugar e a queda de prêmios do RSA posiciona este grupo em décimo lugar.

A soma do resultado Não Vida de oito dos dez grupos que compõem o ranking cresceu 6,6%, graças ao extraordinário crescimento de seis dos grupos, o que compensou a queda das seguradoras com maiores resultados, Allianz e Axa. O resultado técnico, medido por meio do índice combinado, melhorou em sete dos grupos, permaneceu invariável na Allianz e piorou no caso do Axa e Talanx.

O estudo completo pode ser acessado em http://gerenciaderiesgosyseguros.com/122/pt-pt/relatorio-fundacion-mapfre/

IRB destina mais de R$ 2 milhões para fortalecer projetos sociais

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Líder em resseguros no Brasil, o IRB Brasil RE quer também deixar seu legado no campo social. No início de 2016, a empresa anuncia seu apoio a seis grandes projetos, totalizando cerca de R$ 2,2 milhões, destinados a fortalecer ações com foco nas áreas de saúde e bem-estar de crianças e idosos, prioritariamente em suas regiões de atuação. Os aportes relativos ao ano fiscal de 2015 via leis de incentivo foram destinados ao Hospital do GRAACC (SP), Lar Divino Amigo (SP), Hospital Pequeno Príncipe (PR), Instituto Olga Koss (SP), Hospital CTFM/GACC (SP) e Hospital de Câncer de Barretos (SP).

Foram 52 instituições analisadas sob critérios que privilegiaram a real necessidade de cada projeto, a credibilidade da governança dos proponentes e seus resultados. Além disso, a seleção buscou aderência aos objetivos do IRB de cada vez mais incorporar práticas sustentáveis, não apenas relativas ao campo da responsabilidade social, mas já considerando uma visão mais ampla e contemporânea de sustentabilidade.

Perenizar o negócio, otimizar recursos, promover o bem-estar de grupos e indivíduos dentro e fora da companhia, tudo isso compreende uma atuação sustentável. Projetos sociais são apenas uma parte de um trabalho maior. E para fazer frente a isso, o IRB mantém um núcleo que cuida exclusivamente de patrocínios incentivados e, recentemente, estruturou um de sustentabilidade, com profissionais experientes para acompanhar de perto os investimentos nos âmbitos esportivo, cultural e social.

O IRB está de olho em novos patrocínios sociais, com a premissa de aproveitar da melhor forma o percentual passível de renúncia fiscal, maximizando a possibilidade de viabilizar projetos com viés sustentável. Em paralelo a este movimento, os colaboradores também estão sendo motivados a fazer a sua parte e, em breve, serão convidados a participar de um programa de voluntariado.

BTG Pactual está em negociações para vender controle da Pan Seguros, informa Reuters

Fonte: Reuters

LONDRES/SÃO PAULO – O BTG Pactual está em negociações para vender sua participação majoritária na seguradora brasileira Pan Seguros, com Axa e MetLife entre as concorrentes, disseram três fontes familiarizadas com o assunto.

O BTG Pactual tem pressa em vender ativos para levantar recursos e reforçar a confiança dos investidores após a prisão do seu fundador André Esteves, em novembro. Outros candidatos pelo negócio incluem Zurich e Generali, bem como a Liberty Mutual e algumas grandes seguradoras japonesas, disseram duas das fontes. A seguradora francesa CNP Assurances também está na disputa pela Pan Seguradora, que opera nos ramos de vida e seguro residencial, uma terceira fonte disse à Reuters.

As fontes disseram que as conversações sobre a venda de 51% de participação do BTG Pactual na Pan Seguros estavam em estágio avançado. “Os concorrentes estão fazendo fila por causa da falta de alvos disponíveis na América Latina”, disse uma das fontes.

O BTG Pactual não fez nenhum comentário imediato. Porta-vozes na Axa, MetLife, Zurique, CNP Assurances e Generali se recusaram a comentar o assunto, enquanto Liberty Mutual não estava imediatamente disponível para se manifestar.

O BTG Pactual assumiu o controle da Pan Seguros no ano passado. A Caixapar, o braço de investimentos da Caixa Econômica Federal, tem os 49% restantes e deve manter esta fatia, disse uma das fontes.

O BTG Pactual quer fechar a venda de sua participação na Pan Seguros até o fim do primeiro trimestre e pediu aos interessados que enviem ofertas vinculantes em fevereiro, disseram as fontes.

Os lances de primeira rodada em dezembro avaliaram o negócio como valendo entre 1 bilhão e 1,3 bilhão de reais, disseram. Axa e MetLife apresentou as maiores ofertas na rodada inicial, disse uma das fontes disse.

A Axa já disse publicamente que quer aumentar sua exposição aos mercados emergentes.

O BTG Pactual vendeu carteiras de empréstimos, uma fatia na maior rede hospitalar do país, Rede D’Or São Luiz, e obteve uma linha emergencial de 6 bilhões de reais do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para tentar acalmar temores de uma crise de liquidez.

Os sócios que substituíram Esteves no comando do BTG Pactual também estão mantendo negociações para vender o banco suíço BSI, que havia comprado da Generali menos de um ano antes.

Mario Greco, hoje CEO da Generali, pode voltar para a Zurich

mario grecoO grupo Zurich deverá nomear Mario Greco, CEO da rival italiana Assicurazioni Generali SpA, como diretor executivo, informou o jornal suíço SonntagsZeitung. Enquanto Greco, um veterano da indústria de seguro, ainda não tenha sido formalmente escolhido e sua nomeação ainda precise de aprovação do conselho da Zurich, ele é o único nome na lista final, segundo o jornal SonntagsZeitung. A seguradora suíça fará a nomeação, o mais tardar, durante a sua conferência anual que será realizada no dia 11 de fevereiro. O CEO do grupo Zurich, Martin Senn, deixou o cargo em dezembro em meio a uma reformulação de gestão de negócios após a queda de lucro global da unidade de seguros, informou a Bloomberg. O grupo suíço desistiu de comprar a RSA e anunciou cortes de empregos e planos para sair de alguns negócios na unidade de seguros não-vida, que registrou um prejuízo operacional de US$ 183 milhões no terceiro trimestre. Sylvia Gaeumann, porta-voz da Zurich, se recusou a comentar, dizendo que a empresa não discute rumores de mercado ou especulações. Antes de se tornar CEO da Generali, Greco era o responsável pela área de seguros gerais da Zurich entre 2010-2012 e foi CEO da unidade de vida entre 2008 e 2010. As ações da Zurick subiram 2,9% com a notícia.

Mercado segurador acumula lucro de R$ 11,3 bi de jan a nov de 2015

castiglioneO mercado segurador registrou lucro líquido não consolidado de R$ 17,4 bilhões de janeiro a novembro de 2015, 10,5% acima dos R$ 15,7 bilhões do mesmo período de 2014. Excluindo o Resultado de Coligadas e Controladas o Lucro Operacional já descontado os tributos, o lucro obtido fica em R$ 11,3 bilhões nos onze primeiros meses de 2015, 18,6% acima dos R$ 9,5 bilhões de 2014, de acordo com o estudo do consultor Luiz Roberto Castiglione, que tem como base os dados estatísticos publicados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

A taxa média de retorno do Patrimônio Líquido foi equivalente a uma aplicação financeira com remuneração anual de 25,58% contra 21,95% de 2014. O índice combinado, que mede a eficiência operacional das operações de seguros gerais, foi 89,63%. A Margem de Seguros foi equivalente 24% dos prêmios ganhos contra 22,5% de 2014. Já a Margem de Previdência Tradicional + VGBL + PGBL representou 6,8% das Rendas e Contribuições contra 8,9% do ano passado. O conjunto obteve uma margem global equivalente 30,7% dos Prêmios e Contribuições Ganhas contra 30,5% de 2014 (bem próximas).

O faturamento de Seguros, Previdência e Capitalização somou R$ 190,9 bilhões contra R$ 174,4 bilhões do ano passado, um crescimento nominal de 9,51% e real (-) 0,87%. Excluindo o produto financeiro VGBL / PGBL temos um volume de vendas da ordem de R$ 109,0 bilhões contra R$ 105,6 bilhões de 2014, um crescimento nominal de 3,25% e real de (-) 6,54 %. O segmento de seguros apresentou um crescimento nominal de 4,77% e real de (-) 5,17%. Já o de previdência tradicional uma redução nominal de 2,7% e capitalização com uma queda nominal de 2,0%. Ficam claros os efeitos da recessão da Economia. O VGBL/PGBL está contribuindo para que a manutenção das vendas globais, contudo já se encontra inferior a inflação média do período.

Segundo o consultor, esses desempenhos decorrem dos seguintes pontos:

a) O volume de produção considerando o VGBL somou R$ 160,9 bilhões contra R$ 144,4 bilhões de 2014 um crescimento de 11,4%. Excluindo esse produto o total de vendas em seguros passa a ser de R$ 86,1 bilhões contra R$ 82,1 bilhões do ano passado, um incremento de 4,8% (inferior à inflação média do período – 12 meses – IPCA = 10,48%). Veremos mais adiante que os principais segmentos estão com dificuldades de crescimento em função da grave crise econômica – fiscal que o País atravessa. No que tange ao VGBL temos um crescimento atípico devido às transferências de aplicações financeiras menos rentáveis (poupança) para o VGBL;

b) No segmento de seguros vale destacar que mercado apurou uma sinistralidade de 47,3 % dos prêmios ganhos em 2015 contra 49,1% do ano passado. Como se observa as taxas já se encontra bem próximas se comparamos com os históricos anteriores. Cabe lembrar que com a queda na atividade econômica a precificação se tornará mais acurada além, obviamente, do repasse da inflação. Provavelmente teremos agravamentos localizados;

c) As despesas de comercialização apresentaram ligeira elevação, fruto, provavelmente, do acirramento da concorrência por vendas. Já as Outras R/D. Operacionais apresentam comportamentos bem parecidos com 2014. Com isso a Margem de Seguros representou 24,0% dos prêmios ganhos em 2015 contra 22,5% do ano passado;

d) Já o segmento de Previdência e VGBL apresentou um maior impacto de provisões técnicas em função do crescimento do VGBL. Com isso sua margem ao final representou 6,8% das Rendas e Contribuições contra 8,9% de 2014. Com a perda do poder aquisitivo e as transferências de aplicações menos rentáveis a tendência é de crescimento menos acentuado;

e) Com Custos Administrativos ligeiramente acima do ano passado o Mercado gerou uma Combined Ratio de 89,63% dos prêmios e contribuições ganhas contra 88,74% do no anterior. Com o crescimento da taxa básica de juros o Resultado Financeiro apresentou um crescimento de 30,9% fazendo com que a Rentabilidade Operacional passasse de 23,2% dos prêmios e contribuições ganhas para 24,9% em 2015.
De certo já estamos num ambiente de concorrência acirrada onde um rígido controle na precificação, regulação e custos serão determinantes.

AIG comemora resultado do programa +Esporte +Valores

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Em seu primeiro ano de atividades, o Programa +Esporte +Valores, patrocinado pela Seguradora AIG e conduzido pelo Instituto ALMA Rugby em parceria com a Escola da Comunidade – mantida pela Fundação Visconde de Porto Seguro, promoveu o engajamento social na vida de jovens de até 18 anos por meio da prática do rúgbi, disseminando o conhecimento do esporte e de seus valores.

O desafio de inserir a modalidade na rotina de jovens brasileiros parecia algo distante há alguns meses. Hoje, a ação comemora o sucesso de seus primeiros passos. O rúgbi em si pode ser considerado apenas mais um esporte, mas os valores que carrega podem transformar a vida de muitos. “Nosso sonho é crescer e 2015 representou o primeiro passo, firme e muito bem dado, graças ao apoio e à colaboração das instituições que acreditaram na causa”, comemora Giuliano Passini, idealizador do projeto e fundador do Instituto ALMA Rugby.

Kym Souza, 17, aluna do projeto, acredita que a experiência do rúgbi trouxe não apenas conhecimento técnico, mas o sentimento de igualdade e colaboração. “Depois que comecei a praticar, percebi que o rúgbi não é um esporte bruto. É algo seguro e que pode ensinar muito a qualquer pessoa. Antes de começarmos a jogar, houve uma preocupação por parte dos treinadores em explicar todos os movimentos e regras. É um esporte que nos ajudou a amadurecer.”

A aceitação dos alunos foi observada de maneira positiva pela direção do Colégio Visconde de Porto Seguro. “É uma parceria muito bem sucedida. Ao longo do ano, observamos que a seriedade e o profissionalismo do projeto seguem em linha com o que pregamos aqui”, comenta Alexandre Calixto, Coordenador Institucional de Esportes do Colégio. “Todo jovem precisa de compromissos para dar significado à sua vida, e o rúgbi veio para preencher essa rotina na vida deles. Hoje, todos encaram o projeto com muita dedicação, mantendo o índice de presença altíssimo”, revela.

As atividades. As ações desenvolvidas estimulam a vivência de cinco valores transmitidos pelo esporte dentro e fora de campo: Respeito, Disciplina, Trabalho em Equipe, Cavalheirismo e Diversão/Prazer de viver. O rúgbi é um dos esportes que melhor representa os valores éticos da sociedade. O trabalho em equipe, por exemplo, é retratado a todo momento nas jogadas de ataque. Outro ponto é o respeito pelo próximo. Aqui, os alunos também assumem o papel de árbitro, para entenderem quão difícil e importante é essa posição.

“Para nós da AIG, o +Esporte +Valores passou de aposta à realidade. É muito gratificante ver os resultados benéficos aos jovens, ainda mais se tratando de uma ação que envolve o esporte como ferramenta social e de desenvolvimento humano, algo que está em nosso DNA”, comenta Paride Della Rosa, Diretor-Presidente da AIG Brasil.

FenaSaúde lança série de vídeos para tirar as principais dúvidas dos consumidores de planos de saúde

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Como explicar temas complexos de maneira correta, didática e acessível para um amplo alcance? Os recursos audiovisuais são uma ferramenta de comprovada eficiência. Por isso, pela primeira vez a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) lança uma série de vídeos educativos sobre os assuntos que mais geram dúvidas dos beneficiários de planos de saúde. A série – que tem sete vídeos de curta duração – é apresentada pelo Professor Pachecão, personagem conhecido do público brasileiro por suas aulas bem-humoradas e descomplicadas. Os vídeos serão divulgados na fanpage da FenaSaúde www.facebook.com/planodesaudeoquesaber, com publicação de um vídeo novo a cada três dias, a partir de 11 de janeiro.

Cada vídeo aborda tema específico, como reajuste dos planos, a importância de o consumidor conhecer bem o contrato, prevenção de saúde, uso das chamadas OPMEs (Órteses, Próteses e Materiais Especiais), entre outros. A estratégia é uma novidade para a FenaSaúde. “A complexidade do assunto é grande. Buscamos, com os vídeos, uma forma de explicar os pontos mais relevantes de forma fácil e objetiva, além de estimular os consumidores a acessar nossos canais, como o hotsite www.planodesaudeoquesaber.com.br, para conseguir mais informações”, afirma José Cechin, Diretor-Executivo da FenaSaúde. Os vídeos do Professor Pachecão foram produzidos pela Accuracy Vídeos, com direção de Marcelo Pirozelli e roteiro de Ricardo Alves, com apoio técnico da equipe FenaSaúde.

Ao longo de 2016, a Federação lançará novos vídeos a fim de fortalecer o relacionamento com os beneficiários de planos de saúde e com a sociedade em geral por meio de seus canais – o Hotsite e a fanpage Plano de Saúde – O que Saber, além do site institucional da FenaSaúde.

FICHA TÉCNICA:

CLIENTE: FENASAÚDE

PROJETO: PROFESSOR PACHECÃO

EPISÓDIOS: 1º GUIAS

2º JUDICIALIZAÇÃO

3º ABSENTEISMO

4º PREVENÇÃO

5º MUTUALISMO

6º REAJUSTE NOS PLANOS DE SAÚDE

7º CIRURGIAS COM ÓRTESES E PRÓTESES

DURAÇÃO DOS EPISÓDIOS: 2 MINUTOS CADA

DIR GERAL: MARCELO PIROZZELLI

DIR DE FOTOGRAFIA: ANDRÉ MARTINS

EDIÇÃO: LORENZO DI CUNTO

ROTEIRO: RICARDO ALVES

PRODUÇÃO: ACCURACY VIDEOS

Os vídeos podem ser acessados em www.facebook.com/planodesaudeoquesaber

Boletim da FenaSaúde aponta aumento do número de operadoras em regime de portabilidade extraordinária

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Um dos destaques do 11º Boletim da Saúde Suplementar – Indicadores Econômico-financeiros e de Beneficiários – da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) – é a análise dos números relativos às operadoras em regime de portabilidade especial ou portabilidade extraordinária. Os dois instrumentos representam ações da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que visam permitir que os beneficiários de operadoras que tenham suas atividades encerradas por liquidação extrajudicial mantenham planos de saúde, equivalentes ou não, em outras operadoras. Nessas modalidades de portabilidade, não é necessário respeitar todos os critérios da portabilidade normal. No mercado de Saúde Suplementar, ocorreram 120 concessões de portabilidade especial e 89 concessões extraordinárias (nível de alerta superior), entre 2013 e 2015. Das concessões de portabilidade extraordinária, 59 foram definidas em 2015 – expressivo aumento ante 2014, que registrou 10. A portabilidade extraordinária é decretada em situações excepcionais, quando há necessidade de intervenção para garantir opções ao beneficiário.

O boletim analisa a performance econômico-financeira do segmento. Nesta edição, os dados, referentes a setembro de 2015, reforçam que o setor de Saúde Suplementar apresenta sinais de desaceleração em função do cenário econômico: caiu o ritmo de crescimento das receitas e despesas – queda maior nas receitas do que nas despesas. Em setembro, o crescimento dos gastos do setor seguia acima da expansão das receitas: as despesas assistenciais aumentaram 14,9%, enquanto as receitas de contraprestações registraram avanço de 12,8% ante o aferido no período anterior. As informações têm como base demonstrações contábeis enviadas regularmente à ANS.

Pela primeira vez desde o início da série histórica, houve retração na base de beneficiários dos planos de assistência médica, com redução de 0,3% no total de consumidores. A desaceleração é mais acentuada para planos coletivos empresariais, contratados pelas empresas para os seus empregados. Esse tipo de contratação saiu de um patamar de crescimento de 6,3%, entre setembro de 2012 e setembro de 2013, para uma taxa negativa de 0,1%, em setembro de 2015 ante o mesmo mês do ano anterior. Entre os setores mais afetados pelo cenário macroeconômico, estão as indústrias de petróleo e gás, montagem industrial e serviços financeiros – atividades que registravam altos índices de contratação de mão de obra.

“Não há, no entanto, motivação para que se façam prognósticos alarmantes. Na verdade, surpreende o ritmo de crescimento do setor diante do cenário de retração econômica. Em parte, isso pode ser atribuído ao que pesquisas de opinião indicam – que o plano de saúde é o terceiro item de maior relevância em consumo no país, atrás de educação e casa própria. Isso significa que tende a ser um dos mais preservados entre as prioridades de consumo. No mesmo sentido aponta pesquisa do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), feita pelo Ibope neste ano, mostrando que 75% dos brasileiros que têm plano de saúde estão satisfeitos ou muito satisfeitos com seus planos”, destaca José Cechin, Diretor-Executivo da FenaSaúde.

No período analisado, as associadas à FenaSaúde custearam R$ 48,1 bilhões em eventos de assistência médica e odontológica de seus beneficiários, com expansão de 14,8% na comparação com os 12 meses imediatamente anteriores. As receitas de contraprestações totalizaram R$ 58,2 bilhões e cresceram 13,5%, na mesma base de comparação. A edição do Boletim da Saúde Suplementar – Indicadores Econômico-financeiros e de Beneficiários reforça o compromisso da FenaSaúde com a informação de qualidade para promover o melhor entendimento do mercado de Saúde Suplementar.

Nesse capítulo, são apresentados faturamento total do setor, despesas operacionais, despesas assistenciais, despesas por modalidade de planos de saúde e resultados operacionais. As associadas à FenaSaúde registraram despesa total (inclui despesas assistenciais, administrativas, comercialização e impostos) de R$ 56,8 bilhões nos 12 meses terminados em setembro de 2015, com expansão de 15% em relação ao período imediatamente anterior. As receitas de contraprestações totalizaram R$ 58,2 bilhões e cresceram 13,5%, na mesma base de comparação. Dessa forma, o resultado operacional das associadas (receita de contraprestações/despesa total) foi de R$ 1,4 bilhão. Já o mercado de Saúde Suplementar fechou deficitário em R$ 400 milhões, com despesas totais (R$ 143,6 bilhões) superando receitas de contraprestações (R$ 143,2 bilhões).

Números absolutos das operadoras em atividade, divididas por modalidade. Mostra ainda volume de provisões técnicas das empresas, índices gerais de sinistralidade, fazendo distinção por modalidade de empresa. Aponta indicadores como volume de despesas administrativas e despesas comerciais.

Esse capítulo traz dados de beneficiários da Saúde Suplementar no Brasil. Em setembro de 2015, havia 72,1 milhões de beneficiários de planos de saúde, sendo 50,3 milhões nos planos de assistência médica (69,7% do total) e 21,9 milhões nos planos exclusivamente odontológicos (30,3% do total). O capítulo reforça que, pela primeira vez na série histórica, a base de consumidores dos planos de assistência médica apresentou uma redução.

Distribuição dos beneficiários pelas cinco regiões do Brasil: Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste, por cobertura assistencial (assistência médica ou exclusivamente odontológica) e localidade (interior ou capital). Os dados mostram, por exemplo, que a Região Sudeste concentra o maior percentual de beneficiários de planos e seguros privados de saúde: 62,1% dos planos de assistência médica e 58,3% dos exclusivamente odontológicos. No entanto, a Região Centro-Oeste é a que registra o crescimento mais acelerado na base de clientes: em setembro deste ano, houve aumento de 4,7% nos planos de assistência médica e 4,1% nos exclusivamente odontológicos, na comparação com setembro de 2014.

O 11º Boletim da Saúde Suplementar – Indicadores Econômico-financeiros e de Beneficiários pode ser obtido por download, na íntegra, na página da FenaSaúde: http://www.cnseg.org.br/fenasaude/publicacoes/

Agora é oficial: Marcio Coriolano é eleito presidente da CNseg

marcio coriolano cnsegO economista Marcio Coriolano, presidente da Bradesco Saúde e da Mediservice, foi eleito presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização – CNseg para o triênio 2016/2019. Conhecedor do mercado de seguros, chegando a ocupar o cargo de superintendente da Susep (Superintendência de Seguros Privados) entre 1993 e 1996, Marcio Coriolano tomará posse com o desafio de estimular o crescimento do mercado por meio da educação para o seguro.

“Presidir a CNseg será mais um grande desafio em minha carreira. O mercado de seguros esteve sempre em evolução nos últimos anos e meu objetivo é que ele continue em evidência”, afirma Coriolano em nota distribuída pela Bradesco Seguros à imprensa. “Os órgãos de representação têm importante papel a desempenhar na educação para o seguro, como forma de minimizar os riscos a que todos estamos expostos, tanto os que envolvem os bens patrimoniais como os dois mais importantes bens: a vida e a saúde”.

Ingressou no Grupo Bradesco Seguros em 1997 e hoje é presidente da Bradesco Saúde e da Mediservice. Bacharel em Ciências Econômicas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC/RJ, Marcio Coriolano é pós-graduado em planejamento pela Coordenação de Programas de Pós-Graduação em Engenharia – COPPE, da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ.

Nas eleições realizadas em 17 de dezembro, além do Conselho Diretor e do Conselho Fiscal da entidade, foram eleitas também as Diretorias e os Conselhos Fiscais da FenSeg, da FenaPrevi, da FenaCap e da FenaSaúde, esta presidida por Marcio Coriolano até o ano passado. As composições das chapas eleitas podem ser conferidas no endereço eletrônico da CNseg (www.cnseg.org.br).

Bradesco Seguros lança campanha com sorteios de pacotes para Jogos Olímpicos

bradesco jogosO grupo Bradesco Seguros, segurador oficial e patrocinador dos Jogos Rio 2016, lançou a campanha “Vai Brasil… Vai Você”, voltada para clientes da seguradora. A ação contará com sorteios de pacotes para os Jogos Olímpicos para o segurado e um acompanhante e de prêmios no valor de R$ 15 mil a cada vez que um atleta olímpico do Time Brasil subir ao pódio durante os Jogos Rio 2016.

Poderão participar da promoção clientes Bradesco Seguros com apólices individuais e CPF ativo. Os produtos participantes são Auto, Capitalização, Dental, Vida, Previdência, Saúde, Residencial, Fiança Locatícia, Equipamentos, Náutico e Cartão de Crédito Bradesco Seguros (Internacional, Gold e Platinum da bandeira Visa).

Para estarem aptos a participar, os interessados precisam possuir ou adquirir os produtos durante o período de 4 de janeiro a 31 de julho. Além disso, será necessário efetuar o cadastro no Clube de Vantagens Bradesco Seguros (https://clubedevantagens.bradescoseguros.com.br). Cada produto dará direito a um número da sorte para concorrer aos prêmios. No caso de Previdência e Capitalização, o segurado poderá ganhar números extras de acordo com o saldo. Os sorteios estarão atrelados à extração da Loteria Federal.

Serão sorteados 50 pacotes de experiência olímpica — dois pares por semana — para o cliente Bradesco Seguros e seu acompanhante. Já os prêmios de R$ 15 mil serão pagos de acordo com a quantidade de vezes em que o Brasil subir ao pódio durante os Jogos Olímpicos Rio 2016. O sorteado receberá o valor em certificado de barras de ouro. O sorteio será realizado no dia 24 de agosto.