Concorrência de mercado e crimes cibernéticos são as principais ameaças para os negócios, revela estudo da AGCS

interrupcaoA quinta edição do estudo anual sobre riscos corporativos publicado pela Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), mostra que o cenário de riscos para os negócios está mudando significativamente em 2016. Enquanto empresas estão menos preocupadas com as consequências dos riscos tradicionais da indústria, como catástrofes naturais ou incêndios, a preocupação tem sido crescente com o impacto de outros eventos disruptivos, concorrência intensa entre os mercados e acidentes cibernéticos. Estes são os principais pontos abordados no Allianz Risk Barometer 2016, que entrevistou mais de 800 gerentes de risco e especialistas em seguros de 40 países.

De acordo com o estudo divulgado nesta quarta-feira, a interrupção nos negócios (Business Interruption – BI) e interrupção na cadeia de suprimento segue, pelo quarto ano consecutivo, como o principal risco global para as empresas. No entanto, muitas companhias estão preocupadas que perdas por BI, que normalmente resultam de danos na propriedade, serão cada vez mais impulsionadas por ciberataques, falhas técnicas ou instabilidades geopolíticas, como causas de interrupção por danos “não físicos”. Os crimes no ambiente digital são citados, inclusive, como o risco mais preocupante nos próximos dez anos para as empresas.

“O cenário de risco corporativo está mudando na medida em que muitos setores industriais estão passando por uma transformação fundamental”, explica o CEO global da AGCS, Chris Fischer Hirs. “Novas tecnologias, aumento da digitalização e a ‘Internet das Coisas’ estão mudando o comportamento do cliente, as operações industriais e os modelos de negócios, criando uma gama de oportunidades, mas também trazendo a consciência para a necessidade de resposta das empresas para novos desafios. Como seguradoras, precisamos trabalhar em conjunto com nossos clientes corporativos para ajudá-los a lidar com estas novas realidades de uma forma abrangente”.

Na região das Américas, que inclui América do Norte, Central e do Sul, a interrupção dos negócios segue a tendência global e também ocupa o primeiro lugar (58%) no ranking de riscos para as empresas, seguido por incidentes cibernéticos (46%) e catástrofes naturais (37%).

Ambiente de mercado desafiador

Mais de um terço das respostas (34%) citou a evolução do mercado, tal como intensificação da concorrência ou volatilidade/estagnação do mercado, como um dos três riscos corporativos mais importantes em 2016, classificando esta nova categoria¹ de pesquisa como a segunda mais relevante em perigo geral. A evolução do mercado é particularmente uma preocupação em setores de engenharia, serviços financeiros, farmacêuticos e de logística marinha e terrestre. Além disso, este risco é classificado como segundo colocado no ranking das principais preocupações na Europa, Ásia-Pacífico e África e Oriente Médio.

Crescente sofisticação dos ataques cibernéticos

Outra área de preocupação crescente para as empresas, em nível mundial, são os incidentes virtuais, que incluem crimes cibernéticos ou violações de dados e também falhas técnicas de TI. Incidentes cibernéticos aumentaram 11% ano a ano, saindo de quinto lugar para ocupar a posição de risco TOP 3 pela primeira vez (28% das respostas). Há cinco anos, incidentes virtuais eram identificados como risco por apenas 1% das respostas, no primeiro Allianz Risk Barometer. A perda de reputação (69%) é a maior causa de prejuízo econômico após um ataque cibernético, de acordo com as respostas, seguido por interrupção dos negócios (60%) e reclamações de responsabilidade após violação de dados (52%).

Instabilidade geopolítica pode ocasionar perturbações

Business Interruption continua a ser o principal perigo do Allianz Risk Barometer pelo quarto ano consecutivo, com 38% das respostas. De fato, perdas por BI para as empresas estão aumentando, sendo normalmente responsáveis por uma proporção muito maior da perda global de uma década atrás, e muitas vezes ultrapassam significativamente a perda de propriedade direta, como mostra a análise de apólices de seguros da AGCS. De acordo com as respostas, as causas mais temidas de BI são catástrofes naturais (51%), seguidas por incêndio/explosão (46%). No entanto, de acordo com as conclusões do estudo, as multinacionais também estão cada vez mais preocupadas com o impacto negativo da instabilidade geopolítica, como guerras, protestos e greves, que poderiam impactar suas cadeias de fornecimento e a suas equipes, ou ainda seus ativos, que poderiam sofrer com atos de terrorismo.

Perfis de risco específicos para regiões e setores

A análise regional do Allianz Risk Barometer também explora os riscos específicos de setores como manufatura, transporte logístico e marine, entre outras grandes indústrias.

Para mais informações e download do estudo completo, acesse: www.agcs.allianz.com/insights/white-papers-and-case-studies/allianz-risk-barometer-2016/

FenaSaúde anuncia nova Presidente e Diretoria eleita para o triênio 2016-2019

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A advogada Solange Beatriz Palheiro Mendes é a nova Presidente eleita da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde). Solange Beatriz foi eleita em dezembro de 2015 e assumirá o cargo a partir de fevereiro de 2016. As eleições para a diretoria da FenaSaúde são realizadas a cada três anos e o mandato é para o triênio 2016-2019.

A executiva, que até recentemente era a Diretora-Executiva da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), cargo que exercia desde novembro de 2010, tem longa experiência no mercado de Saúde Suplementar e segurador. Ela já atuou como Diretora de Normas e Habilitação das Operadoras da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), entre 2000 e 2004; como Diretora de Saúde da Federação Nacional de Empresas de Seguros Privados e Capitalização (Fenaseg), entre 2004 e 2006; e foi Secretária-Geral, Diretora e Superintendente substituta da Superintendência de Seguros Privados (Susep), de 1995 a 2000. Solange Beatriz já integrou a equipe da FenaSaúde, tendo sido Diretora-Executiva da entidade, até 2010.

A executiva tem amplo envolvimento com o segmento Saúde. Na FenaSaúde, afirma que dará continuidade ao trabalho que já vem sendo desenvolvido por Marcio Coriolano, que ocupou a Presidência da entidade nos últimos seis anos e assumirá a Presidência da CNseg. Projetos como o Fórum da Saúde Suplementar, que teve a primeira edição em novembro de 2015, e temas como o compromisso com a sustentabilidade do setor e a segurança regulatória continuarão na pauta da entidade. “Minha trajetória é pautada pelo esforço de aperfeiçoamento das relações de consumo para indução do desenvolvimento do mercado. Acredito na importância da comunicação clara para satisfação do consumidor cidadão e na relevância dos serviços prestados pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde. À frente da FenaSaúde, quero intensificar os esforços de conscientização sobre o bom uso dos recursos disponíveis para a saúde, garantindo que os consumidores saibam como adquirir e utilizar o plano adequado para suas necessidades. A FenaSaúde vem realizando ações nesse sentido, e ampliaremos os canais de diálogo com o Governo, entidades de proteção dos consumidores e sociedade”, afirma Solange Beatriz.

Para ela, é importante que a FenaSaúde – representante de 24 empresas referências na assistência privada aos cidadãos beneficiários de seguros e planos – continue a demonstrar a relevância econômica e social do setor no país. E, de acordo com a importância desse papel, siga propondo ações concretas para a melhoria contínua da eficiência e da qualidade de serviços.

Diretoria Eleita

Presidente:
Solange Beatriz Palheiro Mendes – SulAmérica Companhia de Seguro Saúde

Vice-Presidentes:
Flávio Bitter – Bradesco Saúde S/A

Edson Godoy Bueno – Amil Assistência Médica Internacional S/A

Maurício da Silva Lopes – SulAmérica Companhia de Seguro Saúde

Irlau Machado Filho – NotreDame Intermédica Saúde S/A

João Carlos Gonçalves Regado – Golden Cross Assistência Internacional de Saúde Ltda

Diretores:
Miguel Pérez Jaime – Allianz Saúde S/A

Roberto Laganá Pinto – Care Plus Medicina Assistencial Ltda.

Washington Luís Bezerra da Silva – MetLife Planos Odontológicos Ltda.

Mauro Silvério Figueiredo – Odontoprev S/A

André do Amaral Coutinho – Omint Serviços de Saúde Ltda.

Fábio Luchetti – Porto Seguro – Seguro Saúde S/A

Francisco Caiuby Vidigal Filho – Yasuda Marítima Saúde Seguros S/A

Helton Freitas – Unimed Seguros Saúde S/A

Conselho Fiscal:

Efetivos:

Haydevaldo Roberto Chamberlain da Costa – Bradesco Seguros S/A

Laênio Pereira dos Santos – SulAmérica Companhia de Seguro Saúde

Luiz Celso Dias Lopes – NotreDame Intermédica Saúde S/A

Suplentes:

Roberto de Souza Santos – Porto Seguro – Seguro Saúde S/A

Marcus Moreira de Almeida – Brasilcap Capitalização S/A

Carlos André Guerra – Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro DPVAT S/A

CNseg lança Portal das Estatísticas para empresas associadas

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Por decisão do Conselho Diretor da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), o Portal das Estatísticas, lançado em 21 de dezembro de 2015, passou a fazer parte do grupo prioritário de projetos da Confederação. O site, que havia sido aberto para fase de testes em setembro daquele ano, abrigava apenas o Relatório Interativo. Agora, o portal conta também com o Caderno de Estatísticas e as Projeções de Arrecadação do Mercado Segurador.

O Relatório Interativo é uma ferramenta digital que permite à empresa visualizar seus dados e fazer comparações com o mercado em quatro tipos de periodicidade, sendo: anual, anual móvel, trimestral e mensal. Desde 2013, estes relatórios são enviados mensalmente para todas as empresas associadas às Federações.

Já o Caderno de Estatísticas é uma compilação dos dados do setor em forma de, até o momento, 500 gráficos divididos por seções. A segmentação considera a visão geral do mercado segurador, os ramos elementares, a cobertura de pessoas, a capitalização, a saúde suplementar, o mercado segurador por região geográfica, e um anexo sobre as Entidades Fechadas de Previdência Complementar.

Por fim, as Projeções de Arrecadação do Mercado Segurador, desenvolvidas trimestralmente, têm o objetivo de prever a evolução dos segmentos e de agrupamentos de ramos do mercado segurador para o ano corrente e o seguinte. Para isso, a metodologia usada se baseia nas séries históricas de prêmio direto e contempla análises de cenários macroeconômicos; o auxílio das Federações, por seu conhecimento específico de cada agrupamento de ramo; e as variáveis exógenas, ou seja, valores que influenciam o componente principal do estudo que, neste caso, é a arrecadação do mercado segurador.

Como explica o vice-presidente executivo da CNseg, Luiz Tavares Pereira Filho, com base nessa diretriz, o ambiente digital permite, a cada empresa associada, por meio de senhas específicas, ter conhecimento da sua posição em relação às demais empresas do setor; conhecer as projeções para o mercado; e ter acesso a um vasto conjunto de estatísticas do mercado, reunido em um caderno. “Esses projetos, aliados ao de cessão de dados de gestão, significam grande avanço no sentido de atender àquela deliberação do Conselho Diretor”, complementa Luiz Tavares.

O Portal das Estatísticas da CNseg será de acesso restrito às empresas associadas às Federações. Qualquer funcionário destas empresas pode solicitar acesso. É preciso enviar um e-mail para nucleo@cnseg.org.br manifestando interesse para saber quais dados são necessários para realizar o cadastro.

Mitsui e HDI anunciam novas contratações

O vai e vem de executivos segue firme neste início de ano nas seguradoras.

flavio zoppelloMitsui Sumitomo Seguros – A seguradora japonesa anuncia a contratação do profissional Flávio Zoppello como diretor comercial da região Sul, capital Paulista e todo o interior do estado. O profissional será responsável pela gestão de toda equipe comercial, além do atendimento aos corretores, assessorias e canais de distribuição dessas regiões. Terá como principal desafio aumentar a participação da companhia nos segmentos de riscos Corporativos, onde o Grupo Mitsui Sumitomo Insurance possui uma enorme expertise e participação global no segmento, além de promover um crescimento sustentável e rentável em toda a região. “Além da capital, as regiões sob minha responsabilidade apresentam um excelente potencial de crescimento e estamos estruturados para desenvolver novos negócios com nossos parceiros”, ressalta Flávio. Formado em Sistemas da Informação e pós-graduado em Administração em Marketing, Flávio atua no mercado de seguros há mais de 20 anos e já passou por empresas como Itaú Seguros, RSA Seguros e Allianz, onde esteve nos últimos quatro anos e foi responsável pela carteira de Grandes Riscos da Filial Corporate SP.

HDI – A partir deste mês, a operação da HDI Seguros no Rio Grande do Sul passa a ter novo comando. Assume como Diretor Regional o executivo Rubens Oliboni, que possui sólida experiência no ramo de seguros, com formação em ciências contábeis e especialização em gestão de pessoas. Há 11 anos na HDI, Oliboni participou de importantes projetos de expansão da companhia e agora estará à frente das seis filiais e quatro escritórios comerciais da seguradora no estado gaúcho. Ele assume função antes exercida por Júlio Cesar Rosa, que atuou da companhia por 13 anos e parte para nova fase profissional e pessoal. “Espero dar continuidade ao ótimo trabalho realizado pela gestão anterior e colaborar de forma significativa para ampliar ainda mais nossas conquistas no estado”, afirma Rubens Oliboni, em comunicado divulgado à imprensa.

Seguro popular: Susep encerra consulta dia 18

Fonte: CNseg

Ainda dá tempo de participar. A consulta pública que trata da futura regulamentação do seguro popular de automóvel será encerrada na próxima semana. O prazo finda no próximo dia 18, e as propostas e sugestões do mercado serão avaliadas na sequência pela Susep para incorporá-las ou não à minuta de resolução que trata da matéria. Esta legislação é considerada vital para que haja um substancial aumento da frota segurada.

O normativo engloba regras e critérios para operação do seguro popular com a permissão de utilização de peças usadas oriundas de empresas de desmontagem, conforme lei específica, para a recuperação de veículos sinistrados com cobertura securitária, e dá outras providências.

Os interessados poderão encaminhar seus comentários e sugestões, por meio de mensagem eletrônica dirigida aos endereços cgpro.rj@susep.gov.br ou coseb.rj@susep.gov.br, devendo ser utilizado quadro padronizado específico.

21º Encontro de Líderes do Mercado Segurador acontece na Bahia, entre 25 e 28/2

Fonte: CNseg

Os principais executivos do mercado segurador brasileiro têm um encontro marcado entre os dias 25 e 28 de fevereiro, no Tivoli Ecoresort, Bahia, no 21º Encontro de Líderes do Mercado Segurador.
Durante o evento, ocorrerá a posse dos novos presidentes das Federações associadas à CNseg, eleitos em 17 de dezembro para os mandatos de 2016 a 2019. São eles: João Francisco Silveira Borges da Costa, para a FenSeg; Edson Luís Franco, para a FenaPrevi; Solange Beatriz Palheiro Mendes, para a FenaSaúde, e Marco Antonio da Silva Barros, para a FenaCap.

Ranking das maiores seguradoras “não vida” da Europa em 2014

Captura de Tela 2016-01-12 às 09.57.43A Allianz manteve o posto de maior seguradora da Europa em seguros gerais, segundo o ranking recém divulgado da Fundación Mapfre, que traz dados de 2014, com faturamento de 48 bilhões de euros. Entre as dez maiores seguradoras da Europa temos três alemãs, duas inglesas, duas francesas, uma espanhola, uma italiana e uma suíça.

Segundo o estudo, os prêmios Não Vida do seguro mundial registraram um crescimento de 2,9% em 2014, taxa ligeiramente superior à do exercício anterior, graças ao maior vigor dos mercados avançados. O crescimento dos mercados emergentes continua sendo significativo, embora menor que em anos anteriores. As condições de mercado continuam sendo de forte concorrência, o que, somado às baixas taxas de juros, aos movimentos de taxa cambial e às modestas taxas de crescimento econômico, não tem favorecido a materialização de um crescimento maior.

Foi neste contexto que atuaram os 10 grandes grupos seguradores europeus de Não Vida em 2014, com desigual comportamento no que se refere ao faturamento, alcançando conjuntamente um volume de prêmios de 205,537 bilhões de euros, que representa um aumento de 1,5% em relação a 2013. Sete grupos cresceram em relação ao exercício anterior e três mostraram decréscimos nos prêmios.

A Allianz continua encabeçando o ranking, seguida do Axa, Zurich e Generali, que mantêm a mesma posição que no ano anterior. A mudança introduzida nesta edição do ranking, ou seja, a não-inclusão do Achmea, fez com que os demais grupos avançassem uma posição. Assim, a MAPFRE sobe para a quinta posição, seguido do Talanx, Ergo e Aviva. O francês Covéa entra para a classificação em nono lugar e a queda de prêmios do RSA posiciona este grupo em décimo lugar.

A soma do resultado Não Vida de oito dos dez grupos que compõem o ranking cresceu 6,6%, graças ao extraordinário crescimento de seis dos grupos, o que compensou a queda das seguradoras com maiores resultados, Allianz e Axa. O resultado técnico, medido por meio do índice combinado, melhorou em sete dos grupos, permaneceu invariável na Allianz e piorou no caso do Axa e Talanx.

O estudo completo pode ser acessado em http://gerenciaderiesgosyseguros.com/122/pt-pt/relatorio-fundacion-mapfre/

IRB destina mais de R$ 2 milhões para fortalecer projetos sociais

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Líder em resseguros no Brasil, o IRB Brasil RE quer também deixar seu legado no campo social. No início de 2016, a empresa anuncia seu apoio a seis grandes projetos, totalizando cerca de R$ 2,2 milhões, destinados a fortalecer ações com foco nas áreas de saúde e bem-estar de crianças e idosos, prioritariamente em suas regiões de atuação. Os aportes relativos ao ano fiscal de 2015 via leis de incentivo foram destinados ao Hospital do GRAACC (SP), Lar Divino Amigo (SP), Hospital Pequeno Príncipe (PR), Instituto Olga Koss (SP), Hospital CTFM/GACC (SP) e Hospital de Câncer de Barretos (SP).

Foram 52 instituições analisadas sob critérios que privilegiaram a real necessidade de cada projeto, a credibilidade da governança dos proponentes e seus resultados. Além disso, a seleção buscou aderência aos objetivos do IRB de cada vez mais incorporar práticas sustentáveis, não apenas relativas ao campo da responsabilidade social, mas já considerando uma visão mais ampla e contemporânea de sustentabilidade.

Perenizar o negócio, otimizar recursos, promover o bem-estar de grupos e indivíduos dentro e fora da companhia, tudo isso compreende uma atuação sustentável. Projetos sociais são apenas uma parte de um trabalho maior. E para fazer frente a isso, o IRB mantém um núcleo que cuida exclusivamente de patrocínios incentivados e, recentemente, estruturou um de sustentabilidade, com profissionais experientes para acompanhar de perto os investimentos nos âmbitos esportivo, cultural e social.

O IRB está de olho em novos patrocínios sociais, com a premissa de aproveitar da melhor forma o percentual passível de renúncia fiscal, maximizando a possibilidade de viabilizar projetos com viés sustentável. Em paralelo a este movimento, os colaboradores também estão sendo motivados a fazer a sua parte e, em breve, serão convidados a participar de um programa de voluntariado.

BTG Pactual está em negociações para vender controle da Pan Seguros, informa Reuters

Fonte: Reuters

LONDRES/SÃO PAULO – O BTG Pactual está em negociações para vender sua participação majoritária na seguradora brasileira Pan Seguros, com Axa e MetLife entre as concorrentes, disseram três fontes familiarizadas com o assunto.

O BTG Pactual tem pressa em vender ativos para levantar recursos e reforçar a confiança dos investidores após a prisão do seu fundador André Esteves, em novembro. Outros candidatos pelo negócio incluem Zurich e Generali, bem como a Liberty Mutual e algumas grandes seguradoras japonesas, disseram duas das fontes. A seguradora francesa CNP Assurances também está na disputa pela Pan Seguradora, que opera nos ramos de vida e seguro residencial, uma terceira fonte disse à Reuters.

As fontes disseram que as conversações sobre a venda de 51% de participação do BTG Pactual na Pan Seguros estavam em estágio avançado. “Os concorrentes estão fazendo fila por causa da falta de alvos disponíveis na América Latina”, disse uma das fontes.

O BTG Pactual não fez nenhum comentário imediato. Porta-vozes na Axa, MetLife, Zurique, CNP Assurances e Generali se recusaram a comentar o assunto, enquanto Liberty Mutual não estava imediatamente disponível para se manifestar.

O BTG Pactual assumiu o controle da Pan Seguros no ano passado. A Caixapar, o braço de investimentos da Caixa Econômica Federal, tem os 49% restantes e deve manter esta fatia, disse uma das fontes.

O BTG Pactual quer fechar a venda de sua participação na Pan Seguros até o fim do primeiro trimestre e pediu aos interessados que enviem ofertas vinculantes em fevereiro, disseram as fontes.

Os lances de primeira rodada em dezembro avaliaram o negócio como valendo entre 1 bilhão e 1,3 bilhão de reais, disseram. Axa e MetLife apresentou as maiores ofertas na rodada inicial, disse uma das fontes disse.

A Axa já disse publicamente que quer aumentar sua exposição aos mercados emergentes.

O BTG Pactual vendeu carteiras de empréstimos, uma fatia na maior rede hospitalar do país, Rede D’Or São Luiz, e obteve uma linha emergencial de 6 bilhões de reais do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para tentar acalmar temores de uma crise de liquidez.

Os sócios que substituíram Esteves no comando do BTG Pactual também estão mantendo negociações para vender o banco suíço BSI, que havia comprado da Generali menos de um ano antes.

Mario Greco, hoje CEO da Generali, pode voltar para a Zurich

mario grecoO grupo Zurich deverá nomear Mario Greco, CEO da rival italiana Assicurazioni Generali SpA, como diretor executivo, informou o jornal suíço SonntagsZeitung. Enquanto Greco, um veterano da indústria de seguro, ainda não tenha sido formalmente escolhido e sua nomeação ainda precise de aprovação do conselho da Zurich, ele é o único nome na lista final, segundo o jornal SonntagsZeitung. A seguradora suíça fará a nomeação, o mais tardar, durante a sua conferência anual que será realizada no dia 11 de fevereiro. O CEO do grupo Zurich, Martin Senn, deixou o cargo em dezembro em meio a uma reformulação de gestão de negócios após a queda de lucro global da unidade de seguros, informou a Bloomberg. O grupo suíço desistiu de comprar a RSA e anunciou cortes de empregos e planos para sair de alguns negócios na unidade de seguros não-vida, que registrou um prejuízo operacional de US$ 183 milhões no terceiro trimestre. Sylvia Gaeumann, porta-voz da Zurich, se recusou a comentar, dizendo que a empresa não discute rumores de mercado ou especulações. Antes de se tornar CEO da Generali, Greco era o responsável pela área de seguros gerais da Zurich entre 2010-2012 e foi CEO da unidade de vida entre 2008 e 2010. As ações da Zurick subiram 2,9% com a notícia.