Governo amplia uso do seguro de crédito à exportação

O Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira traz nova regulamentação para o seguro de crédito à exportação. O governo editou o decreto 8.643/2016 para ampliar a cobertura de riscos. Agora, além de exportadores, instituições financeiras e agências de crédito à exportação também poderão recorrer ao seguro seguradoras e organismos internacionais. O produto pode ser usado para cobrir riscos de instituições financeiras associados a garantias de execução, reembolso e garantias de termos e condições de oferta no caso de operações de exportações de “produtos agrícolas cujo produtor seja, no momento da contratação com a instituição financeira, beneficiário de cotas tarifárias para mercados preferenciais”. Antes da mudança, o uso do SCE por instituições financeiras nessas situações era permitido apenas para operações envolvendo bens e serviços da indústria da defesa.

Veja a íntegra

Decreto nº 8.643 de 21 de janeiro de 2016

Altera o Decreto nº 3.937, de 25 de setembro de 2001, que regulamenta a Lei nº 6.704, de 26 de outubro de 1979, que dispõe sobre o Seguro de Crédito à Exportação.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 9º da Lei nº 6.704, de 26 de outubro de 1979,

DECRETA:

Art. 1º O Decreto nº 3.937, de 25 de setembro de 2001, passa a vigorar com as seguintes alterações:

“Art. 1º …………………………………………………………………………

……………………………………………………………………………………………

§ 1º O SCE poderá ser utilizado por exportadores e por instituições financeiras, agências de crédito à exportação, seguradoras e organismos internacionais que financiarem, refinanciarem ou garantirem a produção de bens e a prestação de serviços, destinados à exportação brasileira, e as exportações brasileiras de bens e serviços.

………………………………………………………………………………….” (NR)

“Art. 4º …………………………………………………………………………

……………………………………………………………………………………………

III – acionamento das garantias emitidas por instituições financeiras contra riscos de obrigações contratuais de exportador de bens e serviços, sob a forma de garantia de execução, garantia de reembolso de adiantamento de recursos e garantia de termos e condições de oferta em operações de exportação de:

a) bens e serviços de indústrias do setor de defesa; e

b) produtos agrícolas cujo produtor seja, no momento da contratação com a instituição financeira, beneficiário de cotas tarifárias para mercados preferenciais.” (NR)

“Art. 8º …………………………………………………………………………

§ 1º ………………………………………………………………………………

……………………………………………………………………………………………

VI – no máximo cem por cento em operações de seguro para micro, pequenas e médias empresas e, no caso de seguro contra os riscos de obrigações contratuais sob a forma de garantia de execução, garantia de reembolso de adiantamento de recursos e garantia de termos e condições de oferta, nas operações de que trata o art. 5º da Lei nº 9.818, de 23 de agosto de 1999.

…………………………………………………………………………………..” (NR)

Art. 2º Fica revogado o § 4º do art. 8º do Decreto nº 3.937, de 25 de setembro de 2001.

Art. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 21 de janeiro de 2016; 195º da Independência e 128º da República.

DILMA ROUSSEFF

Dyogo Henrique de Oliveira

XL Catlin contrata executivos para subscrição de patrimonial e RC

renato rodrigues 2A XL Catlin anunciou a contratação de Patricia Britto, como subscritora de produtos patrimoniais, e Luiz Carlos Dos Santos, como subscritor sênior de responsabilidade civil. Ambos ficarão baseados em São Paulo. Estas duas contratações fazem parte do plano estratégico de expansão da empresa para avançar em novos mercados e nichos no País.

O grupo ressalta em nota que apesar da recessão econômica no Brasil, o mercado local de seguros continua crescendo. Em 2015, a expansão foi de 12,5% e a expectativa é que esse crescimento ultrapasse os 10% ao longo dos próximos doze meses, de acordo com a CNSeg.

Renato Rodrigues, gerente geral da operação de seguros da XL Catlin no Brasil, acrescentou: “Estamos felizes principalmente por atrair para nossa empresa profissionais talentosos do setor de seguros como Patricia e Luiz. Eles nos ajudarão a atender melhor as necessidades específicas de nossos clientes no Brasil e a continuar oferecendo na região produtos inovadores e sob medida.”

“O Brasil é um mercado com grande potencial para produtos de seguros patrimoniais e de responsabilidade civil. Tanto a Patricia como o Luiz são valiosos para nosso escritório de São Paulo. O papel deles será oferecer suas habilidades e competências para os gerentes de risco locais, bem como para empresas multinacionais que precisam de expertise global nessas duas áreas.”

Antes de ingressar na XL Catlin, Patricia Britto trabalhou para Itaú Seguros durante três anos. Em 2009, ela começou sua carreira na XL trabalhando como Administradora de Apólices. Com graduação em engenharia química, ela possui larga experiência na área de subscrição patrimonial.

Luiz Carlos Dos Santos é graduado em Direito e tem MBA em Gestão de Negócios pela New York and Boston University. Ele conta com mais de 25 anos de experiência no setor de seguros.

Quatro dicas para se organizar financeiramente em 2016

dinheiroRelease

Nesta época é comum realizar um balanço financeiro do ano que passou e um planejamento para o que irá iniciar. Como é possível sair do aperto? Como se planejar financeiramente para realizar os objetivos de longo prazo? O superintendente de Produtos da Brasilprev, Sandro Bonfim, fala sobre quatro simples e importantes dicas para se ter uma vida bem planejada financeiramente, sem apertos e com a possibilidade de investir na realização de projetos de vida.

NÃO GASTAR MAIS DO QUE GANHA: “Uma dica básica: adequar o padrão de vida à sua renda, ou seja, não gastar mais do que ganha. Coloque na ponta do lápis os gastos fixos, esporádicos e supérfluos do mês para não deixar que as despesas ultrapassem o valor da receita.”

GERENCIAR SUAS DÍVIDAS: “É preciso saber quais tipos de dívidas estão sendo contraídas e tomar cuidado para não incorporar o limite do cheque especial à renda ou se perder em parcelas de cartão de crédito. Busque conhecer os mecanismos oferecidos pelas instituições financeiras que melhor possam se adequar ao seu perfil para quitar as dívidas. A partir do conhecimento dos seus gastos, pense em como você pode diminuí-los ou evitá-los no futuro para que o saldo devedor não volte a ocorrer.”

POUPAR PARA O FUTURO: “Incorporar a esse planejamento mensal recursos fixos para a poupança de curto, médio e longo prazos, e uma reserva de segurança são essenciais para uma vida financeira saudável. Estabelecer projetos de vida também é de suma importância: comprar a casa própria, trocar de carro, realizar a viagem de sua vida, pagar a faculdade dos filhos etc. Quanto vai precisar para a realização destes projetos? O que você pode poupar hoje pensando no futuro? Defina este valor de acordo com o seu orçamento e tempo para realização do seu objetivo. Estude a melhor maneira para investir seu dinheiro. No caso dos projetos de longo prazo, a previdência privada se torna uma ferramenta muito atrativa, pois conta com benefícios fiscais, tributários e a oportunidade de diversificação de recursos.”

SE OPTAR PELA PREVIDÊNCIA PRIVADA, COMEÇE O QUANTO ANTES E REVISITE O VALOR DOS PLANOS PERIODICAMENTE: “É fato de que a expectativa de vida do brasileiro está aumentando. Vamos viver mais e queremos viver melhor, mas como podemos garantir segurança financeira no futuro? Independente da idade, é agora que podemos investir para construir a manutenção do padrão de vida amanhã, pois quanto antes começar, menor o esforço no valor das contribuições e maior o efeito dos juros ao longo do tempo. Além disso, é importante revisitar a quantia investida para que ela acompanhe a evolução da renda salarial e a reserva do plano de previdência esteja condizente com o patamar financeiro. É aconselhado que as pessoas busquem o gerente de relacionamento de seu banco ou um especialista no assunto para saber o quanto é preciso dispor no presente para ter tranquilidade no futuro, e quais os cuidados necessários nessa jornada de acúmulo de recursos no longo prazo.”

Tokio Marine lança seguro para atender empresas de pequeno porte que realizam serviços de transporte

felipe smith tokioA Tokio Marine Seguradora, uma das maiores empresas de seguros do Brasil, lança o Tokio Marine Pequeno Transportador. O seguro possui diferenciais em suas condições, tudo de acordo com as regras do seguro obrigatório de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga (RCTR-C). Após preencher a solicitação no Portal Nosso Corretor, a proposta da cotação já estará pronta para emissão da apólice, sem necessidade de análise do subscritor da área.

Felipe Smith, diretor executivo de produtos pessoa jurídica da Tokio Marine, explica em nota que o produto é uma oportunidade para que mais empresas contratem seguros de transporte, permitindo ao transportador ter a tranquilidade da manutenção de seu negócio em caso de sinistro durante a prestação de um serviço de frete. O executivo ressalta os diferenciais do produto: “Irão trazer mais facilidades e segurança aos pequenos transportadores, já que a cobrança será unificada e há isenção de franquia em situações específicas. Além disso, o novo seguro proporciona benefícios como a cobertura opcional Responsabilidade Civil Facultativa por Desvio de Carga (RCF – DC). A segurança de nosso cliente e de sua carga está em primeiro lugar. Por isso, pensamos e desenvolvemos coberturas completas para diferentes necessidades de nossos parceiros”, diz Smith.

No ano passado, a seguradora foi eleita a Companhia de Melhor Performance no Transporte Internacional, e está na 1ª posição do ranking da Susep (Superintendência de Seguros Privados) em Transporte Internacional e em 4º lugar na Carteira de Transportes.

Brasileiro comanda a área de sinistro no Centro Global de Excelência da Liberty Mutual

luiz francisco camposSe tem um setor que fica em alta durante crises econômicas, eu diria que é o de sinistro, um nome apropriado para recessão, desemprego, falta de investimentos, crédito inexistente, inflação e juros em alta. Isso faz com que o departamento que paga indenizações peneire o que são fraudes e o que são erros, estratégicos ou não, que aumentam em situações de estresse. De outro lado, a equipe precisa manter o fluxo de entrada de clientes, que só ficam se bem atendidos, e de acionistas, que só investem em negócios rentáveis. Um dos mestres nesta arte de calibrar a equação atender bem o cliente e proteger o ganho do acionista é Luiz Francisco M. Campos.

Há mais de 30 anos atuando no mercado segurador, Chico, como gosta de ser chamado, se tornou especialista no complexo mundo dos sinistros nos últimos seis anos. E isso inclui a negociação e atendimento a clientes, fornecedores, terceiros, advogados, entre outros envolvidos. Neste setor, Chico aprendeu que o cliente saberá se fez uma boa escolha, tendo seus direitos respeitados, e o acionista descobrirá se sua equipe fez um bom calcular do preço dos riscos assumidos.

A Liberty Brasil exportou Chico em 2013. Ele foi comandar a unidade de Cingapura da Liberty Mutual, uma das maiores seguradoras dos Estados Unidos. Em 2014 ele assumiu o comando do Centro Global de Excelência em Sinistros, que fica na matriz, em Boston. Seu dia a dia tem sido aprender e ensinar sobre a arte de atender bem os clientes. Tanto para que eles fiquem na companhia, como também para que eles a recomendem aos amigos, facilitando assim a vida de todos na companhia diante da tremenda competição que o setor enfrenta, principalmente agora com a revolução digital.

Veja a seguir trechos da entrevista concedida ao blog Sonho Seguro pelo executivo que trabalha em um grupo que faturou US$ 5,9 bilhões e lucrou US$ 393 milhões em 2014, com operações em 18 países. Cerca de 80% do faturamento vem dos países da América Latina e Ibéria (Portugal, Espanha, Equador, Brasil, Chile e Venezulea) e 60% provêm do segmento de automóveis.

Quando foi criado o Centro de Excelência?

No final de 2014, com o objetivo de estruturar e promover o intercâmbio de melhores práticas entre os países da Liberty International, unidade de negócio responsável pelas operações fora dos Estados Unidos do Group Liberty Mutual. Os centros de excelência foram criados em torno das três operações que consideramos essencial para elevar nosso nível de serviço de forma internacional: sinistros, precificação e analytics e planejamento estratégico.

Quais as áreas do grupo que mais estão interligadas ao centro de excelência, além da área de sinistros?

As áreas de estratégia e de preços são as que mais se interligam, mas todas as demais áreas tem um forte relacionamento, como financeira, melhoria de processos, LMS, recursos humanos e TI.

Qual o balanço de um ano de trabalho a frente da área de sinistro no Centro de Excelência da Liberty Mutual?

O primeiro ano foi um ano de aprendizado, onde começamos a desenvolver projetos em alguns países, como Brasil, Espanha, Malásia, entre outros. Como aprendizado podemos dizer que apesar dos diferentes mercados, diferentes regulações e culturas, as operações de sinistros têm muitos processos e oportunidades comuns. Um exemplo disso é o direcionamento de veículos para oficinas referenciadas. Esta é uma estratégia comum a todos os países com carteira de automóveis e que tem o foco tanto no cliente, na prestação de um melhor serviço, como também no controle de custos da companhia.

Quais as melhores práticas já identificadas e que foram implementadas em outros países?

Temos realizado diagnósticos em países nos quais atuamos, identificando oportunidades e também as melhores práticas. E mais uma vez é um grande aprendizado, pois as operações se complementam. Podemos citar alguns exemplos: a estratégia de cobrança de ressarcimento na Tailândia é perfeitamente cabível para operação do Brasil. Na Colômbia temos o atendimento imediato no local de sinistros e isso também ocorre na Tailândia, e as duas podem se beneficiar de suas experiências.

Quais as expectativas para 2016 neste modelo de compartilhamento de boas práticas?

A expectativa é podermos alavancar estas boas práticas e oportunidades de forma a termos uma melhoria significativa nos serviços prestados aos nossos clientes bem como um melhor controle de nossos processos e oportunidades. Neste ano, estaremos trabalhando mais próximos do Brasil, Espanha, Chile, Colômbia, Irlanda, Tailândia e Malásia.

CCS-RJ vê seguro popular de automóvel como arma contra a proteção veicular

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O CCS-RJ assina embaixo a proposta de criação do seguro popular de automóvel. A consulta pública realizada pela Susep sobre o assunto foi encerrada nesta segunda-feira, 18 de janeiro, e as expectativas dos corretores de seguros são positivas. O novo produto, que cobrirá danos a veículos com mais de cinco anos de fabricação, possibilitará ainda a utilização de peças usadas para o conserto dos carros segurados. Com isso, o preço do seguro pode cair até 30%, o que aumenta as possibilidades para os corretores fecharem negócio.

Além de colaborar com a Lei do Desmonte, afastando os proprietários da busca por peças em desmanches ilegais, o seguro tem potencial para desestimular uma prática que vem sendo combatida pelo Clube: a proteção veicular. “Tendo um seguro de verdade voltado para seus veículos, os donos de carros mais antigos cairão menos na conversa das associações irregulares, que oferecem coberturas típicas do seguro, mas vendem um produto com outro nome, não regulamentado pela Susep”, aposta o presidente do CCS-RJ, Jayme Torres.

No ano passado, o Clube participou de uma importante reunião com seguradores e integrantes da Associação dos Corretores de Seguros da Baixada Fluminense (ACBF), região marcada pela forte atuação das associações ilegais de proteção veicular, com o objetivo de buscar soluções para o problema. Desde então, o caso foi denunciado junto à Fenacor e a diretoria do CCS-RJ vem acompanhando de perto os esforços para desarticular as empresas irregulares.

De acordo com Jayme Torres, o timing para a criação do seguro popular de automóvel é perfeito, considerando-se também a atual conjuntura econômica do país, que diminuiu o poder aquisitivo da população e afetou severamente a indústria automotiva. “Atualmente, vendem-se menos automóveis novos”, diz o presidente.

Governo endurece regras de barragens

Fonte: CNseg

Após o acidente de Mariana, o governo decidiu cobrar o comprovante de plano de emergência de todas as barragens no País. As empresas terão o prazo de 15 dias, a contar de segunda-feira (18), para comprovar ao ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) que entregaram cópias físicas do Plano de Ação de Emergência de Barragem de Mineração (PAEBM) para as prefeituras e Defesas Civis municipais e estaduais. A determinação do DNPM está presente em portaria publicada no Diário Oficial da União.

Caso a regra não seja cumprida, o DNPM poderá determinar, como medida preventiva, a interdição provisória das atividades de acumulação de água ou de disposição final ou temporária de rejeitos de mineração.

Além da interdição, ficam mantidas, também, as sanções administrativas cabíveis. O DNPM promoverá a desinterdição mediante o atendimento integral do comprovante de entrega do plano de emergência ou a apresentação ao DNPM da Declaração de Condição de Estabilidade da Barragem, conforme o caso. “Os empreendedores que operam barragens de mineração inseridas na Política Nacional de Segurança de Barragens, conforme definidas no parágrafo único do art. 1º da Lei 12.334, de 20 de setembro de 2010, deverão, em 15 (quinze) dias, contados da entrada em vigor desta Portaria, apresentar ao DNPM comprovante de entrega das cópias físicas do Plano de Ação de Emergência de Barragem de Mineração (PAEBM) para as Prefeituras e Defesas Civis municipais e estaduais”, cita a portaria.

Ao mesmo tempo, o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) informou estar realizando um pente-fino de fiscalização em 220 barragens de rejeitos de mineração em Minas Gerais. Até abril, o trabalho, que já está sendo executado, vai passar por todas as unidades do Estado obrigadas a cumprir as regras do Plano Nacional de Segurança de Barragens (PNSB). Para reforçar a fiscalização, o DNPM contratou, em dezembro, empresa especializada para assessoria em geotécnica e mecânica de solos. Essa empresa fornece suporte técnico para a fiscalização de todas essas barragens.

It’sSeg anuncia a contratação de executivos

Thomaz MenezesA It’sSeg, corretora e administradora de benefícios formada a partir da integração da Torres, Grupo Raduan, Barela Seguros e Você Clube, contratou novos profissionais. Com Thomaz Menezes no comando, a It’sSeg, o projeto se iniciou em 2014, com apoio do fundo inglês Actis, quando foram adquiridas as quatro plataformas. Agora, com R$ 1 bilhão em prêmios anuais, a equipe foi reforçada.

Com mais de 20 anos de experiência no mercado de benefícios, Márcio Tosi é o novo Diretor Técnico da It’sSeg. Tosi tem passagens por seguradoras, operadoras e consultorias de grande porte, onde liderou equipes técnicas e comerciais. Entre os desafios iniciais, o executivo tem a missão de reforçar as áreas técnicas e consultivas, responsáveis por aportar conhecimento, inovação e alto valor agregado aos clientes. “Nosso plano para os próximos anos é crescer de forma exponencial e consistente. Para isso, é fundamental que nossos alicerces estejam todos muito bem estabelecidos. O capital intelectual instalado na It’sSeg é impressionante. É um orgulho poder fazer parte de um time reconhecidamente diferenciado”, afirma Tosi.

Thaís Camargo é formada em administração de empresas, possui MBA em desenvolvimento de pessoas e especializações nas diversas disciplinas de RH. Possui 19 anos de experiência no desenvolvimento de Gente e Gestão, passando por empresas dos ramos metalúrgico e construção civil.
Para Thaís Camargo, assumir a Diretoria de Recursos Humanos na It’sSeg representa uma oportunidade de desenvolver projetos que ajudem a empresa a alavancar resultados e crescer de forma estruturada.
O grande desafio é preparar a empresa para o crescimento e ampliação da atuação, através do engajamento das pessoas com uma cultura forte e meritocrática. “Só alcançamos resultados diferentes se engajarmos todos os colaboradores no projeto, através dos programas desenvolvimento, clima, comunicação e recompensas. O nosso desafio é atender as expectativas dos nossos colaboradores e do negócio de forma equilibrada, leve e transparente”.

“É uma alegria receber Márcio Tosi e Thais Camargo reforçando ainda mais o time de executivos, além de ser uma demonstração de que a empresa está construindo uma marca forte capaz de atrais grandes profissionais. “Temos grandes desafios e com certeza a experiência e a trajetória profissional de ambos nos ajudará ainda mais a realizar nosso projeto e alcançar nossos objetivos”, comentou Menezes em release divulgado.

Samarco, Vale e BHP aceitam acordo judicial para revitalizar Bacia do Rio Doce

Fonte: Agência Brasil

O governo federal e os estados de Minas Gerais e Espírito Santo sinalizaram hoje (18) com a possibilidade de um acordo judicial com as empresas responsáveis pelos danos sociais, ambientais e econômicos provocados pelo rompimento da Barragem Fundão, em Mariana (MG), em novembro do ano passado.

De acordo com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, as empresas Samarco, Vale e BHP (controladoras da Samarco) pretendem cumprir a decisão judicial de recuperar a Bacia do Rio Doce mediante acordo com a União e os governos dos dois estados. Após o rompimento da barragem da mineradora Samarco, os governos estaduais e federal entraram na Justiça com uma ação civil pública pedindo indenização de pelo menos R$ 20 bilhões pelos danos.

Segundo Izabella Teixeira, a Justiça concedeu uma liminar à União e aos estados determinando uma série de obrigações para as empresas. Hoje, elas apresentaram a proposta de acordo, mas não adiantaram o conteúdo. Nesta terça-feira (19), haverá uma reunião em Minas Gerais entre os representantes das partes para discutir o assunto.

Izabella Teixeira acrescentou que a Vale, em nome das duas outras empresas, procurou o comitê de revitalização da bacia para informar que quer fazer o acordo na Justiça.

“Portanto, ela quer alocar os recursos necessários, quer ter transparência nas ações, quer efetivamente, junto com as demais empresas, recuperar a Bacia do Rio Doce. Não quer ficar eternamente em disputa judicial. De maneira objetiva, a procura foi sinalizar concretamente que querem buscar um acordo. Estamos aqui dizendo que vamos sentar com o juiz, com o Ministério Público e procurarmos consenso para o acordo”, afirmou a ministra.

Com atraso, Samarco entrega planos de emergência para barragens em Mariana
Conforme o Advogado-Geral da União, Luís Inácio Adams, o governo pretende ter uma definição sobre o assunto até o início de fevereiro. Para Adams, há a possibilidade de o acordo ser fechado.

“Entendemos que o acordo tem de ter um sistema de financiamento claro, objetivo, que garanta que as ações serão devidamente sustentadas economicamente no curso da execução, além de uma definição de ações que mostre claramente a realização do processo de recuperação naquilo que estabelecemos”, destacou.

Adams explicou que a intenção do governo é que o acordo resulte em uma governança efetiva envolvendo os atores públicos e privados, mas que seja feita “basicamente pelo setor privado”. De acordo com o advogado-geral de Minas Gerais, Onofre Batista Júnior, o desenho da execução por mecanismos privados é mais “palatável”, já que a “forma tradicional” acarretaria a descapitalização da empresa e o envio de uma quantidade “de dinheiro enorme” em um fundo público, que teria dificuldades em executá-lo.

Para o advogado-Geral da União, os R$ 20 bilhões são uma referência, mas não devem ser “um fim em si mesmo”. “Temos uma estimativa. Os R$ 20 bilhões são uma estimativa. A rigor não existe número certo. O mais importante é o foco nas ações. Nosso objetivo não é sentar em uma montanha de dinheiro, mas ter ações efetivas. O fim são as ações. Todo acordo vai buscar trabalhar esses elementos.”

A ministra Izabella Teixeira disse que a liminar concedida pela Justiça determinou uma primeira parcela de R$ 2 bilhões, conforme solicitado pela União e estados na ação civil pública. Segundo o advogado-geral do Espírito Santo, Rodrigo Rabello, o acordo precisa englobar as três empresas. “Precisamos que as três empresas estejam envolvidas no acordo. Isto é muito importante para nós.” Izabella lembrou ainda a necessidade de a governança do recurso passar por uma administração privada.

No dia 5 de novembro do ano passado, o rompimento da Barragem de Fundão derramou 32 milhões de metros cúbicos de lama de rejeitos de mineração no Rio Doce. O episódio causou a morte de 17 pessoas, destruiu municípios e continua causando impactos ambientais graves no rio e no oceano.

Na semana passada, após descumprir por duas vezes o prazo, a Samarco entregou os planos de emergência das barragens de Santarém e do Germano, que sofreram danos após o rompimento de Fundão.

Nesta segunda-feira (18), o Ministério de Minas e Energia determinou que as empresas operadoras de barragens de mineração apresentem em 15 dias o comprovante de entrega do Plano de Ação de Emergência de Barragem de Mineração para os órgãos estaduais e municipais.

CNseg celebra em 16 de março o Dia do Ouvidor e o Dia Internacional do Consumidor

Fonte: CNseg

Os avanços impostos pelas novas diretrizes da ONU para proteção dos consumidores de serviços financeiros serão um dos destaques da pauta de debates da II Celebração do Dia do Ouvidor e do Dia Internacional do Consumidor.

O encontro, promovido pela CNseg, ocorrerá no próximo dia 16 de março, no Rio de Janeiro, sendo uma oportunidade para os profissionais de mercado conhecerem as mudanças a caminho nas relações de consumo, via diretrizes da ONU, aprovadas na Assembleia Geral da entidade, em 23 de Dezembro de 2015.

Durante o evento no Rio, os resultados da pesquisa realizada pela Federação Interamericana de Seguros (Fides) e a Organização Internacional de Pesquisas e Estudos sobre Seguros de Vida (Limra) sobre o alinhamento do mercado latino-americano a essas diretrizes será apresentada.

As mudanças nas relações de consumo de serviços financeiros são significativas. A começar pela diretriz que atribui aos governos papel importante no incentivo às boas práticas de mercado. O normativo também alcança a proteção de dados pessoais e melhoria dos serviços públicos.
O Brasil, por meio da Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça (Senacon), participou das discussões das novas diretrizes da ONU travadas nos dois anos imediatamente anteriores à sua aprovação.